{"id":3354,"date":"2012-08-14T18:56:53","date_gmt":"2012-08-14T18:56:53","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3354"},"modified":"2012-08-14T18:56:53","modified_gmt":"2012-08-14T18:56:53","slug":"argentina-eleva-controle-sobre-empresas-privadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3354","title":{"rendered":"Argentina eleva controle sobre empresas privadas"},"content":{"rendered":"\n<p>Governo deu 72 horas para que companhias com alguma participa\u00e7\u00e3o estatal, incluindo Petrobr\u00e1s e Banco do Brasil, apresentem seus planos de investimento<\/p>\n<p>O governo argentino vai aumentar o controle sobre as 28 empresas privadas nas quais det\u00e9m participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria, herdada dos antigos fundos de pens\u00e3o do pa\u00eds estatizados no final de 2008.<\/p>\n<p>As companhias, entre elas a Petrobr\u00e1s, o Banco Patagonia (controlado pelo Banco do Brasil) e a processadora de alimentos Quickfood (da Brasil Foods), j\u00e1 come\u00e7aram a ser contatadas pelo vice-ministro de Economia, Axel Kicillof, o novo homem forte do governo de Cristina Kirchner, e sua equipe.<\/p>\n<p>Kicilloff e sua equipe passaram a semana passada em contatos com os presidentes das companhias, que foram avisados que t\u00eam prazo de 72 horas para entregar uma s\u00e9rie de documentos solicitados.<\/p>\n<p>As empresas ter\u00e3o de enviar ao governo relat\u00f3rios detalhados de sua situa\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil, n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o, custos, com\u00e9rcio exterior, planos de investimentos e endividamento e informa\u00e7\u00f5es sobre as decis\u00f5es de diretoria. A solicita\u00e7\u00e3o desses dados est\u00e1 prevista no decreto que a presidente editou h\u00e1 cerca de 15 dias, a fim de fixar normas para coordenar a a\u00e7\u00e3o dos 50 diretores estatais nestas empresas.<\/p>\n<p>O governo argentino tem participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria nas empresas desde a estatiza\u00e7\u00e3o dos fundos de pens\u00e3o, que passaram para as m\u00e3os da Ag\u00eancia Nacional de Seguridade Social (Anses). Na Petrobr\u00e1s, por exemplo, essa participa\u00e7\u00e3o \u00e9 de 9,8%, enquanto na Quickfood \u00e9 de 5,3% e no Banco Patagonia, de 15,3%.<\/p>\n<p>Novo mecanismo. &#8220;N\u00e3o acreditamos que possa haver algum problema com esse novo mecanismo porque a maioria da diretoria que decide \u00e9 privada&#8221;, disse uma fonte ligada a uma das empresas. Por\u00e9m, continuou, &#8220;a presen\u00e7a mais agressiva do governo e uma maior exig\u00eancia poderia provocar algum melindre e atrasar novos projetos&#8221;.<\/p>\n<p>Segundo a fonte, nos \u00faltimos dois anos, quando iniciou o processo de nomea\u00e7\u00e3o dos diretores estatais nas empresas, o governo n\u00e3o criou problemas e tamb\u00e9m n\u00e3o inibiu a atua\u00e7\u00e3o dos diretores privados. Agora, &#8220;\u00e9 preciso esperar para ver o que acontece, mas o assunto preocupa&#8221;, concluiu a fonte.<\/p>\n<p>A vida das empresas estrangeiras que atuam na Argentina tem sido marcada por algumas turbul\u00eancias nos \u00faltimos anos. Em documento enviado em maio \u00e0 Securities and Exchange Comission (SEC, a CVM americana), a Petrobr\u00e1s j\u00e1 expunha essas preocupa\u00e7\u00f5es, principalmente ap\u00f3s a interven\u00e7\u00e3o na petroleira espanhola YPF, que foi reestatizada.<\/p>\n<p>De acordo com o documento, a Petrobr\u00e1s Argentina considerava que as incertezas que atingiam a ind\u00fastria do petr\u00f3leo e a economia do pa\u00eds representavam um risco para as empresas do setor. A Vale tamb\u00e9m chegou a dizer que iria reavaliar um investimento bilion\u00e1rio em pot\u00e1ssio no pa\u00eds vizinho.<\/p>\n<hr \/>\n<p>PIB da Gr\u00e9cia cai 6,2% no segundo trimestre<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Indicador de uma depress\u00e3o econ\u00f4mica que j\u00e1 dura cinco anos, o Produto Interno Bruto (PIB) da Gr\u00e9cia mergulhou 6,2% em termos anuais no segundo trimestre de 2012. A contra\u00e7\u00e3o \u00e9 a segunda consecutiva em 2012, depois do recuo de 6,5% no primeiro per\u00edodo. At\u00e9 aqui, a previs\u00e3o era de uma recess\u00e3o de 4,5% ao longo do ano. Com o buraco mais profundo, cumprir as metas acertadas com a Uni\u00e3o Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI), fica mais dif\u00edcil e, por isso, um novo plano de austeridade estaria sendo elaborado.<\/p>\n<p>Os dados, anunciados ontem, confirmam as advert\u00eancias feitas por analistas de mercado, que n\u00e3o confiavam na previs\u00e3o feita pelo banco central grego e apostavam em uma recess\u00e3o semelhante \u00e0 de 2011, de 6,9% do PIB. Justamente por prever um recuo da atividade econ\u00f4mica mais forte do que os progn\u00f3sticos, a ag\u00eancia de rating Standard &amp; Poor&#8221;s havia colocado a nota dos t\u00edtulos da d\u00edvida soberana da Gr\u00e9cia em perspectiva negativa na semana passada.<\/p>\n<p>Conforme levantamento feito pela ag\u00eancia Reuters com experts do mercado, a expectativa para 2012 \u00e9 de um recuo do PIB de 7,1%, seguido de outro de 2,4% em 2013, causado pela alta do desemprego, pela queda do poder de compra e pela redu\u00e7\u00e3o dos investimentos. Em junho, semanas ap\u00f3s sua elei\u00e7\u00e3o, o pr\u00f3prio primeiro-ministro, Antonis Samaras, j\u00e1 advertia para o risco de uma recess\u00e3o mais grave do que o projetado por Atenas.<\/p>\n<p>Com as novas estat\u00edsticas, a hip\u00f3tese de um novo plano de rigor se torna cada vez mais concreta. Ele teria por objetivo reduzir em \u20ac 11,5 bilh\u00f5es as despesas. Uma das alternativas cogitadas pelos t\u00e9cnicos da Comiss\u00e3o Europeia, do BCE e do FMI \u00e9 a extin\u00e7\u00e3o de 40 mil cargos do funcionalismo p\u00fablico.<\/p>\n<p>Ontem, em mais um indicativo de que a Gr\u00e9cia ter\u00e1 de cortar mais uma vez as pr\u00f3prias contas para atingir os objetivos &#8211; sem contar com a renegocia\u00e7\u00e3o -, o presidente da Uni\u00e3o Democrata-Crist\u00e3o (CDU), de Angela Merkel, Michael Fuchs, afirmou que seu partido vetar\u00e1 qualquer nova forma de aux\u00edlio a Atenas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Pacote de infraestrutura espera atrair capital privado de R$ 60 bi em 5 anos<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Batizado de Plano Nacional de Log\u00edstica Integrada, o pacote de medidas que come\u00e7a a ser anunciado amanh\u00e3 tem valor total estimado entre R$ 80 bilh\u00f5es e R$ 90 bilh\u00f5es, incluindo as obras em portos e aeroportos, mas a inten\u00e7\u00e3o do governo \u00e9 canalizar a maior parte da verba nos primeiros cinco anos.<\/p>\n<p>O volume de recursos n\u00e3o embute, por\u00e9m, o custo do trem de alta velocidade (TAV), que tamb\u00e9m est\u00e1 no pacote a ser lan\u00e7ado amanh\u00e3 por Dilma, em solenidade no Pal\u00e1cio do Planalto, com a participa\u00e7\u00e3o dos mais importantes empres\u00e1rios do Pa\u00eds. O trem-bala vai ligar as cidades de Campinas, S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>A ideia do governo \u00e9 fazer concess\u00f5es para obras em rodovias e ferrovias pelo prazo de 25 anos. Na pr\u00e1tica, o plano prev\u00ea a concess\u00e3o de 8 mil quil\u00f4metros de rodovias no Centro-Oeste, no Sudeste, no Nordeste e at\u00e9 no Norte &#8211; dos quais 6 mil referentes \u00e0 duplica\u00e7\u00e3o -, al\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o de novos trechos. Os servi\u00e7os ser\u00e3o executados pela iniciativa privada.<\/p>\n<p>O pacote ser\u00e1 anunciado em etapas e tamb\u00e9m estabelece a concess\u00e3o de pelo menos 8 mil quil\u00f4metros de ferrovias. Dois desses trechos j\u00e1 foram definidos: o Ferroanel de S\u00e3o Paulo, ligando Campo Limpo Paulista ao Porto de Santos, e a Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o do Centro-Oeste. O sistema n\u00e3o seguir\u00e1 o mesmo modelo planejado para as rodovias e o governo nega que se trate de privatiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Seguindo a estrat\u00e9gia de &#8220;fatiar&#8221; as medidas, Dilma pretende anunciar investimentos da iniciativa privada em portos no pr\u00f3ximo dia 29 de agosto, em aeroportos no dia 5 de setembro e as desonera\u00e7\u00f5es de impostos na tarifa de energia el\u00e9trica logo em seguida, no dia 12.<\/p>\n<p>&#8220;Pibinho&#8221;. Todo o esfor\u00e7o de Dilma \u00e9 para criar uma agenda positiva que impulsione o crescimento e fa\u00e7a &#8220;girar a economia&#8221;, termo usado com frequ\u00eancia no Pal\u00e1cio do Planalto. A presidente quer evitar que a previs\u00e3o pessimista para 2013 se transforme em realidade.<\/p>\n<p>Dilma j\u00e1 disse \u00e0 equipe econ\u00f4mica que far\u00e1 tudo o que estiver ao seu alcance para impedir a repeti\u00e7\u00e3o do &#8220;pibinho&#8221; de 2,7% do ano passado, embora as expectativas do mercado sejam at\u00e9 menores do que esse \u00edndice.<\/p>\n<p>O governo aposta nos investimentos em infraestrutura para interligar toda a malha rodovi\u00e1ria e ferrovi\u00e1ria do Pa\u00eds e ajudar o escoamento da produ\u00e7\u00e3o, que enfrenta in\u00fameros gargalos. Levantamento feito pelo Minist\u00e9rio dos Transportes mostrou que as ferrovias est\u00e3o totalmente sucateadas e precisam ser reconstru\u00eddas.<\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o da presidente \u00e9 criar meios dispon\u00edveis para que a produ\u00e7\u00e3o brasileira chegue aos portos. A \u00eanfase n\u00e3o \u00e9 na arrecada\u00e7\u00e3o, mas, sim, em garantir que sejam feitos investimentos nas estradas.<\/p>\n<p>&#8220;Essa pol\u00edtica de investimentos vai ser expressa tanto por meio de concess\u00e3o como por outros marcos regulat\u00f3rios, como as parcerias p\u00fablico-privadas&#8221;, disse Dilma, no m\u00eas passado, ao comentar as medidas.<\/p>\n<p>A expectativa inicial era de que a presidente primeiro se reunisse com os empres\u00e1rios, hoje, e somente amanh\u00e3 anunciasse o plano de log\u00edstica. Com receio de &#8220;vazamentos&#8221;, por\u00e9m, ela decidiu fazer a reuni\u00e3o com os empres\u00e1rios e o an\u00fancio no mesmo dia.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Mercados internos ajudar\u00e3o na crise, diz dirigente chin\u00eas<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O &#8220;grande espa\u00e7o&#8221; da demanda interna no Brasil e na China deve fazer parte das solu\u00e7\u00f5es para a crise financeira internacional, defendeu o vice-ministro de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da China, Li Yucheng, depois de encontro de uma hora e meia com o secret\u00e1rio-geral do Minist\u00e9rio de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, Ruy Nogueira. &#8220;Ao mesmo tempo em que temos de oferecer intelig\u00eancia e pensamento para resolver a crise financeira, n\u00e3o podemos fazer protecionismo&#8221;, defendeu.<\/p>\n<p>Yucheng minimizou os atritos comerciais entre Brasil e China, por\u00e9m, e previu que o com\u00e9rcio bilateral, hoje em torno de US$ 77 bilh\u00f5es, estar\u00e1 entre US$ 200 bilh\u00f5es a US$ 300 bilh\u00f5es em dez anos. &#8220;\u00c9 natural surgir diverg\u00eancias&#8221;, disse, ao relatar que ouviu queixas de especialistas brasileiros contra barreiras ao mercado chin\u00eas e de empresas chinesas contra barreiras brasileiras.<\/p>\n<p>&#8220;Queremos ajudar as empresas brasileiras a alcan\u00e7ar nosso mercado&#8221;, garantiu. O ministro chin\u00eas ressalvou que, para aproveitar a abertura chinesa, as empresas do Brasil &#8220;precisam melhorar sua competitividade&#8221;. Na China, a manuten\u00e7\u00e3o da meta de crescimento em 7% ser\u00e1 auxiliada pelo processo de urbaniza\u00e7\u00e3o ainda em andamento, somado aos esfor\u00e7os de desenvolvimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico e de explora\u00e7\u00e3o de novas fontes de energia, avalia o ministro.<\/p>\n<p>Ele citou o crescimento chin\u00eas no primeiro semestre, de 7,8%, como indica\u00e7\u00e3o de que est\u00e1 garantida a meta de crescer 7,5% neste ano, conforme o plano quinquenal do governo. &#8220;Est\u00e1 ocorrendo uma mudan\u00e7a gigante na China, no entanto a pol\u00edtica geral se mant\u00e9m inalterada&#8221;, disse o ministro, ao relatar a conversa com os diplomatas brasileiros.<\/p>\n<p>Com a desacelera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, a China passou de uma pol\u00edtica de crescimento acelerado para um modelo de ajuste da estrutura econ\u00f4mica, com medidas para evitar o aumento da disparidade de renda, o desequil\u00edbrio regional e o consumo excessivo de energia, disse ele. &#8220;N\u00e3o vamos desistir da reforma e da abertura econ\u00f4micas.&#8221;<\/p>\n<p>Para Yucheng, as enormes d\u00edvidas no continente europeu foram formadas principalmente devido a sistemas excessivamente generosos de previd\u00eancia social, criados por motivos eleitorais, que causou o ac\u00famulo progressivo de d\u00edvidas. &#8220;A Europa conta com uma \u00fanica moeda, mas n\u00e3o tem uma pol\u00edtica fiscal comum, construiu uma grande casa, mas sem telhado&#8221;, comparou o dirigente chin\u00eas.<\/p>\n<p>&#8220;Na \u00e9poca de sol, \u00e9 confort\u00e1vel; mas, com chuva, sem teto, \u00e9 terr\u00edvel.&#8221; A Europa, diz ele, teria de fazer uma &#8220;cirurgia dolorosa e imposs\u00edvel&#8221;, necessitada de cortar gatos e, ao mesmo tempo, criar est\u00edmulos para assegurar o pagamento das d\u00edvidas. Os europeus t\u00eam condi\u00e7\u00f5es, por\u00e9m, com coordena\u00e7\u00e3o e uso de sua tecnologias avan\u00e7ada, de superar a crise, disse o ministro.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o de importado no consumo sobe a 24%<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o de mercadorias importadas no consumo atingiu 24% no segundo trimestre, de acordo com a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp), que divulgou ontem seu levantamento Coeficientes de Exporta\u00e7\u00e3o e Importa\u00e7\u00e3o (CEI). \u00c9 o maior n\u00edvel da s\u00e9rie hist\u00f3rica da entidade, iniciada em 2003. N\u00edvel semelhante havia sido apresentado, pela primeira vez, no quarto trimestre do ano passado, segundo a entidade.<\/p>\n<p>O coeficiente trimestral de importa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral apresentou alta de 1,2 ponto percentual (pp) na compara\u00e7\u00e3o do segundo trimestre com igual per\u00edodo em 2011, e de 1,5 pp ante o primeiro trimestre deste ano. Segundo o diretor do Departamento de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Com\u00e9rcio Exterior (Derex), da entidade, Roberto Giannetti, &#8220;o aumento consistente das importa\u00e7\u00f5es ocorre tanto em bens finais quanto em insumos, enfraquecendo a agrega\u00e7\u00e3o de valor na ind\u00fastria&#8221;.<\/p>\n<p>O Coeficiente de Importa\u00e7\u00e3o (CI) para a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o apresentou alta de 1,1 pp, passando de 21,5% no segundo trimestre de 2011 para 22,6% no mesmo per\u00edodo deste ano. J\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o com os tr\u00eas primeiros meses de 2012, a varia\u00e7\u00e3o foi positiva em um ponto percentual.<\/p>\n<p>J\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o das vendas externas na produ\u00e7\u00e3o total da ind\u00fastria geral cresceu 1,5 pp, de 19% para 20,5%, na compara\u00e7\u00e3o entre o segundo trimestre deste ano e o trimestre anterior. O Coeficiente de Exporta\u00e7\u00e3o (CE) para a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o cresceu 0,7 pp na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre, atingindo 17,7% no segundo trimestre.<\/p>\n<p>A retra\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o industrial no segundo trimestre do ano, somada \u00e0 relativa estabilidade nas exporta\u00e7\u00f5es de produtos industriais, resultou nesse avan\u00e7o do CE, informou a Fiesp. Na compara\u00e7\u00e3o com igual trimestre de 2011, o CE da ind\u00fastria geral avan\u00e7ou 0,5 ponto.<\/p>\n<p>Ao analisar apenas os resultados da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o no segundo trimestre, a Fiesp divulgou que o CE avan\u00e7ou 1,6 ponto na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre deste ano e 0,7 ponto na compara\u00e7\u00e3o com o segundo trimestre de 2011.<\/p>\n<p>Entre os 33 setores analisados, 14 apresentaram aumento no coeficiente de exporta\u00e7\u00e3o na compara\u00e7\u00e3o entre o segundo trimestre deste ano e o mesmo per\u00edodo de 2011. Entre abril e junho, o destaque foi o setor de ferro-gusa e ferroligas, cujo CE aumentou 14,6 pp na compara\u00e7\u00e3o com o segundo trimestre de 2011, passando de 43,1% para 57,7%.<\/p>\n<hr \/>\n<p>A maior seca em 50 anos<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>Uma crise de pre\u00e7os de alimentos, como a que o mundo conheceu em 2007 e 2008, pode estar a caminho. Os Estados Unidos, hoje o maior produtor mundial de soja e milho, enfrentam a pior seca em 50 anos. Estima-se que um sexto da safra de milho do pa\u00eds tenha sido destru\u00edda no m\u00eas de julho mais quente da Hist\u00f3ria. J\u00e1 a colheita de soja, mat\u00e9ria-prima para ra\u00e7\u00e3o animal e \u00f3leo vegetal, entre outros produtos, seria a menor em cinco anos. Diante do cen\u00e1rio cr\u00edtico, o G-20, que re\u00fane as vinte maiores economias do mundo, anunciou ontem que pode convocar uma reuni\u00e3o emergencial para tratar do assunto no fim de agosto.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o governo americano teve de enfrentar a crise. Em campanha presidencial, o presidente Barack Obama disse ontem que vai lan\u00e7ar m\u00e3o de um plano de emerg\u00eancia, que inclui, al\u00e9m de compras urgentes de US$ 170 milh\u00f5es em carne de boi e peixe, o fornecimento de carnes de porco e cordeiro, entre outros produtos, a programas de assist\u00eancia social. O governo enfrenta, ainda, a pol\u00eamica sobre produ\u00e7\u00e3o de alimentos versus combust\u00edvel. Na semana passada, a ONU pediu a suspens\u00e3o imediata da produ\u00e7\u00e3o de etanol nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os de soja milho e trigo j\u00e1 batem recordes em 2012: teriam aumentado entre 50% e 30% nos EUA desde junho, noticiou o jornal brit\u00e2nico &#8220;Financial Times&#8221; na semana passada. Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO, na sigla em ingl\u00eas), o trigo j\u00e1 \u00e9 comercializado a pre\u00e7os 19% mais caros no mercado mundial. Na Bolsa de Chicago, o milho futuro chegou a ser comercializado a in\u00e9ditos US$ 8,43 na \u00faltima sexta-feira.<\/p>\n<p>Essa alta dos pre\u00e7os provocar\u00e1 impacto ainda maior nos pa\u00edses pobres. Nas na\u00e7\u00f5es menos favorecidas, a comida compromete uma parte maior do or\u00e7amento familiar. Segundo o site do jornal brit\u00e2nico &#8220;The Guardian&#8221;, o Banco Mundial j\u00e1 est\u00e1 em alerta para um aumento da fome e da desnutri\u00e7\u00e3o no mundo. O fen\u00f4meno natural vem num momento em que a demanda por comida cresce, lembrou o jornal. O crescimento populacional e a melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida nos pa\u00edses emergentes j\u00e1 eram motivo de preocupa\u00e7\u00e3o antes da seca.<\/p>\n<p>Pesquisa do Instituto de Desenvolvimento Ultramarino, do Reino Unido, mostrou que o consumo de carne na China quadruplicou desde 1978. Ainda assim, \u00e9 menor em 30 quilos do que o patamar europeu de consumo, de 80 quilos per capita por ano. S\u00e3o necess\u00e1rios, em m\u00e9dia, sete quilos de milho para produzir um quilo de carne.<\/p>\n<p>As magras colheitas v\u00e3o tamb\u00e9m atingir em cheio a ind\u00fastria de alimentos. Gigantes como as empresas Nestl\u00e9 e Kraft j\u00e1 avisaram que v\u00e3o repassar o preju\u00edzo aos consumidores,.<\/p>\n<p>Com a seca, a produ\u00e7\u00e3o de soja do Brasil pode superar, pela primeira vez, a dos Estados Unidos, a proje\u00e7\u00e3o para a safra de soja brasileira no per\u00edodo 2012-2013 foi elevada para 81 milh\u00f5es de toneladas pelo Departamento de Agricultura dos EUA. A safra americana, para o mesmo per\u00edodo, deve ficar em 73,26 milh\u00f5es de toneladas<\/p>\n<hr \/>\n<p>Empr\u00e9stimos mais longos devem dar novo g\u00e1s ao cr\u00e9dito<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O motorista de t\u00e1xi Roberto Trombeta sabe de cor o dia em que vence sua \u00faltima d\u00edvida: 24 de julho de 2014. &#8220;O carro, o cart\u00e3o, o cheque especial e a d\u00edvida que eu tenho fora do banco, todas ter\u00e3o terminado nesse dia.&#8221; A data encerra um ciclo de endividamento que dura mais de tr\u00eas anos na vida do taxista. &#8220;Virou bola de neve. No come\u00e7o eu pagava as d\u00edvidas mais altas e deixava de lado as menores. Elas foram crescendo e depois eu n\u00e3o conseguia pagar essas tamb\u00e9m&#8221;, diz. &#8220;Aprendi a pagar primeiro as que t\u00eam juros mais altos. Estou indo pagar o cart\u00e3o agora. Depois, a cooperativa de t\u00e1xi. O que sobrar, vai para o carro.&#8221;<\/p>\n<p>O ac\u00famulo de d\u00edvidas de Roberto Trombeta mostra a barreira a ser vencida para que o cr\u00e9dito no pa\u00eds volte a ganhar ritmo. A combina\u00e7\u00e3o entre opera\u00e7\u00f5es de juros altos e prazos curtos resultou em um salto no patamar de gasto mensal das fam\u00edlias com d\u00edvidas financeiras, um dos fatores que travam a expans\u00e3o do cr\u00e9dito neste ano. Mudan\u00e7as nessa din\u00e2mica ser\u00e3o determinantes para reverter a desacelera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em maio, dado mais recente do Banco Central, as fam\u00edlias brasileiras gastaram, em m\u00e9dia, 21,85% de sua renda mensal l\u00edquida com pagamento de presta\u00e7\u00f5es de d\u00edvida (incluindo juros e principal), ainda pr\u00f3ximo da m\u00e1xima de outubro de 2011, quando chegou a 22,36%. Em janeiro de 2005, quando come\u00e7a a s\u00e9rie hist\u00f3rica, a taxa era de 15,5%. Nos Estados Unidos, uma medida semelhante feita pelo Federal Reserve, o banco central americano, registrou 10,98% no primeiro trimestre.<\/p>\n<p>Os cortes sucessivos na taxa b\u00e1sica de juros e a press\u00e3o do governo por menores spreads banc\u00e1rios come\u00e7am a surtir efeitos nas taxas de juro cobradas dos clientes, o que pode trazer um al\u00edvio em breve para o endividamento das fam\u00edlias. Falta, por\u00e9m, equacionar o aumento dos prazos. Em economias maduras foi a dissemina\u00e7\u00e3o do financiamento da casa pr\u00f3pria que possibilitou alongamentos. S\u00f3 que, assim como os demais tipos de concess\u00f5es, o cr\u00e9dito imobili\u00e1rio caminha mais devagar neste ano no Brasil.<\/p>\n<p>&#8220;Para os pr\u00f3ximos anos, enxergamos uma tend\u00eancia de crescimento maior no cr\u00e9dito imobili\u00e1rio que em modalidades de cr\u00e9dito de consumo, que crescer\u00e3o menos&#8221;, avalia o vice-presidente de estrat\u00e9gia do Santander Brasil, Juan Hoyos. &#8220;Se isso acontecer, o prazo m\u00e9dio das opera\u00e7\u00f5es no Brasil vai crescer.&#8221; Calculado pelo BC, o prazo m\u00e9dio do cr\u00e9dito referencial para taxa de juros fechou junho em pouco mais de um ano e meio.<\/p>\n<p>O executivo interpreta que a queda no desemprego, hoje em n\u00edveis historicamente baixos, combinada \u00e0 expans\u00e3o da oferta de cr\u00e9dito, abriu espa\u00e7o para que as fam\u00edlias brasileiras satisfizessem necessidades de consumo mais imediatas. Por outro lado, a mentalidade herdada de tempos de hiperinfla\u00e7\u00e3o segurou o endividamento de prazo mais longo, direcionando a expans\u00e3o para o cr\u00e9dito ao consumo, avalia.<\/p>\n<p>De dez anos para c\u00e1, a rela\u00e7\u00e3o entre cr\u00e9dito e PIB da economia brasileira mais que dobrou, uma das faces vis\u00edveis do movimento de bancariza\u00e7\u00e3o e de aumento da oferta de financiamentos no pa\u00eds. Hoje, o estoque total de cr\u00e9dito do sistema financeiro representa 50,6% do PIB. O crescimento teve \u00eanfase nas opera\u00e7\u00f5es da pessoa f\u00edsica, em que predomina o cr\u00e9dito pessoal &#8211; opera\u00e7\u00e3o com prazo m\u00e9dio de pouco mais de um ano e meio.<\/p>\n<p>&#8220;Gradualmente, o cr\u00e9dito no Brasil caminha para prazos mais longos&#8221;, diz Nilson Teixeira, economista-chefe do Credit Suisse. Enquanto o movimento dos prazos \u00e9 mais lento, Teixeira prev\u00ea para meados do ano que vem um efeito positivo da queda dos juros no endividamento das fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Nesse caso, o prazo curto dos financiamentos brasileiros pode agir a favor dos tomadores, j\u00e1 que o giro de contrata\u00e7\u00f5es \u00e9 r\u00e1pido, acelerando a &#8220;troca&#8221; de empr\u00e9stimos com juros mais altos por outros de taxas menores. &#8220;Em meados do pr\u00f3ximo ano, o gasto das fam\u00edlias com d\u00edvida deve voltar a um patamar pr\u00f3ximo de 20%, padr\u00e3o do fim de 2010&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre o valor total das d\u00edvidas das fam\u00edlias com o sistema financeiro e a renda acumulada em 12 meses mostra o potencial de crescimento do cr\u00e9dito, caso os prazos aumentem. Em maio, este indicador estava em 43,4% no Brasil, enquanto medida semelhante dos Estados Unidos superou 100% em 2011. Nos EUA, o prazo m\u00e9dio do cr\u00e9dito \u00e9 de pouco mais de vinte anos, o que diminui o valor de pagamentos no curto prazo. Logo, as fam\u00edlias podem assumir mais d\u00edvida, mas com menor gasto mensal com parcelas.<\/p>\n<p>Essencial para o aumento dos prazos m\u00e9dios das opera\u00e7\u00f5es, o cr\u00e9dito imobili\u00e1rio vem perdendo um pouco do f\u00f4lego dos \u00faltimos anos. Entre janeiro e junho, o volume de recursos imobili\u00e1rios emprestados ficou em R$ 37,04 bilh\u00f5es, praticamente o mesmo daquele registrado em igual per\u00edodo de 2011 (avan\u00e7o de 0,1%), segundo dados da Abecip, associa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio. As opera\u00e7\u00f5es de pessoa jur\u00eddica foram as grandes respons\u00e1veis pelo crescimento marginal.<\/p>\n<p>&#8220;Este \u00e9 um ano de ajustes para o cr\u00e9dito imobili\u00e1rio. No ano que vem, a modalidade deve voltar a crescer a taxas mais altas, mas n\u00e3o tanto quanto no passado&#8221;, avalia Claudio Borges, diretor de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio do Bradesco. Ele acredita que a propor\u00e7\u00e3o entre o saldo de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio e o Produto Interno Bruto dobre nos pr\u00f3ximos cinco anos, &#8220;se tudo correr bem&#8221;. Hoje, essa rela\u00e7\u00e3o est\u00e1 em 6%.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o pouco populares no Brasil produtos que ajudaram a alongar prazos de cr\u00e9dito em outros pa\u00edses. \u00c9 o caso do refinanciamento imobili\u00e1rio, em que um im\u00f3vel \u00e9 dado como garantia para financiamentos de 10 a 12 anos. A modalidade hoje responde por parte pequena das opera\u00e7\u00f5es brasileiras. &#8220;O &#8220;refis&#8221; deve ser entre 1% e 3% das novas opera\u00e7\u00f5es originadas de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio. Mas acho que vai crescer com velocidade nos pr\u00f3ximos anos&#8221;, diz Antonio Barbosa, superintendente de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio no HSBC.<\/p>\n<p>Ele enxerga a atratividade do produto na possibilidade de trocar d\u00edvidas de curto prazo, com taxas altas, por outras com taxa que pode ser de 1,5% ao m\u00eas, em dez anos. &#8220;Em um exemplo exagerado, o comprometimento com pagamento de d\u00edvidas de uma fam\u00edlia pode ir de 30% para 3% com a mudan\u00e7a&#8221;, diz.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 um estigma da popula\u00e7\u00e3o, em especial de quem acabou de sair do aluguel, em dar a casa como garantia para um empr\u00e9stimo&#8221;, avalia Victor Loyola, vice-presidente de risco do Citi. Al\u00e9m da hipoteca &#8220;tradicional&#8221;, Loyola cita o cr\u00e9dito estudantil como modalidade que ajuda a aumentar os prazos de d\u00edvidas em outros pa\u00edses, mas que quase n\u00e3o \u00e9 feita aqui.<\/p>\n<p>Sobre o endividamento, o BC calcula que, excluindo o cr\u00e9dito habitacional, o \u00edndice se encontre ao redor de 30% da renda anual e venha crescendo de forma &#8220;moderada&#8221;. A avalia\u00e7\u00e3o foi feita pelo diretor de pol\u00edtica econ\u00f4mica da autoridade, Carlos Hamilton Ara\u00fajo, em evento do BC na semana passada. Sobre o comprometimento de renda mensal com presta\u00e7\u00f5es, Hamilton disse ver continuidade da tend\u00eancia de recuo desse indicador.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio cr\u00e9dito imobili\u00e1rio vem apresentando prazos maiores. A dura\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do saldo atual da modalidade fica entre 12 e 13 anos, sendo que as opera\u00e7\u00f5es mais longas no Brasil v\u00e3o at\u00e9 35 anos. Por\u00e9m, o cr\u00e9dito concedido em 2011 tem prazo m\u00e9dio entre 16 e 17 anos, informa Oct\u00e1vio de Lazari Junior, presidente da Abecip. Ele acredita que esse processo tem rela\u00e7\u00e3o com aumento do t\u00edquete m\u00e9dio financiado, na medida em que sobem os pre\u00e7os de im\u00f3veis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nO Estado de S. Paulo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3354\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3354","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-S6","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3354","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3354"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3354\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3354"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3354"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3354"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}