{"id":33550,"date":"2026-01-16T19:54:45","date_gmt":"2026-01-16T22:54:45","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=33550"},"modified":"2026-01-16T19:54:45","modified_gmt":"2026-01-16T22:54:45","slug":"resistir-ao-imperialismo-com-organizacao-popular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33550","title":{"rendered":"Resistir ao imperialismo com organiza\u00e7\u00e3o popular"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33551\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33550\/image-6-11\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-6-1.png?fit=1080%2C1350&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1080,1350\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image (6)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-6-1.png?fit=240%2C300&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-6-1.png?fit=720%2C900&amp;ssl=1\" class=\"alignnone wp-image-33551 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-6-1.png?resize=720%2C900&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"900\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-6-1.png?resize=720%2C900&amp;ssl=1 720w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-6-1.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-6-1.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-6-1.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>Ataque \u00e0 Venezuela \u00e9 uma amea\u00e7a \u00e0 Am\u00e9rica Latina e ao Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Nota Pol\u00edtica do Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n<p>O Partido Comunista Brasileiro (PCB) manifesta sua mais irrestrita solidariedade ao povo venezuelano diante do ataque imperialista criminoso promovida pelos Estados Unidos contra a Rep\u00fablica Bolivariana da Venezuela e exige a liberdade do presidente Nicol\u00e1s Maduro e da primeira combatente C\u00edlia Flores, bem como seu imediato retorno \u00e0 p\u00e1tria. O PCB considera esse ataque um crime internacional e alerta que as a\u00e7\u00f5es contra a soberania venezuelana representam uma amea\u00e7a a toda a Am\u00e9rica Latina e, especialmente ao Brasil, em fun\u00e7\u00e3o de suas enormes riquezas minerais e seu peso pol\u00edtico na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A agress\u00e3o \u00e0 Venezuela n\u00e3o \u00e9 um fato isolado nem resultado de circunst\u00e2ncias conjunturais. Trata-se da primeira a\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica e violenta da nova doutrina de seguran\u00e7a dos Estados Unidos formulada pelo governo Trump, cujo objetivo \u00e9 recolocar a Am\u00e9rica Latina e o Caribe como zona direta de sua domina\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, retomando sem disfarces a l\u00f3gica da Doutrina Monroe. Essa nova doutrina deve ser compreendida como resposta desesperada do imperialismo dos EUA \u00e0 sua crise sist\u00eamica, ao decl\u00ednio de sua hegemonia global e \u00e0 emerg\u00eancia de novas pot\u00eancias econ\u00f4micas, tecnol\u00f3gicas e militares. Incapaz de sustentar a domina\u00e7\u00e3o pela via do consenso como em alguns momentos no passado, resta agora ao governo Trump apenas as san\u00e7\u00f5es, a chantagem econ\u00f4mica e o terrorismo de Estado.<\/p>\n<p>O n\u00facleo dessa doutrina n\u00e3o se resume apenas ao seu conte\u00fado e aos objetivos imperialistas, como o controle de recursos naturais, domina\u00e7\u00e3o de mercados, submiss\u00e3o pol\u00edtica, mas especialmente \u00e0 forma expl\u00edcita, brutal, c\u00ednica e criminosa com que esses objetivos s\u00e3o agora declarados e executados, fato que retira as m\u00e1scaras e desnuda o car\u00e1ter predat\u00f3rio do imperialismo em sua fase de decad\u00eancia hist\u00f3rica. Ao definir a Am\u00e9rica Latina como espa\u00e7o de seguran\u00e7a nacional dos Estados Unidos, o governo Trump busca transformar as riquezas estrat\u00e9gicas da regi\u00e3o \u2014 petr\u00f3leo, \u00e1gua, biodiversidade, minerais estrat\u00e9gicos e alimentos \u2014 em ativos que devem ser apropriados e controlados pelos grandes capitais estadunidenses.<\/p>\n<p>A agress\u00e3o \u00e0 Venezuela tamb\u00e9m revela os m\u00e9todos da ofensiva imperial: uso direto do poder militar, atua\u00e7\u00e3o da comunidade de intelig\u00eancia para mapear recursos e neg\u00f3cios, san\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, sabotagem pol\u00edtica, est\u00edmulo a golpes de Estado, interfer\u00eancia nas elei\u00e7\u00f5es e, quando necess\u00e1rio, invas\u00e3o armada. Como a pr\u00f3pria doutrina enfatiza, os pa\u00edses que se submeterem aos ditames de Washington ser\u00e3o recompensados com favores econ\u00f4micos e apoio pol\u00edtico e aqueles que resistirem ser\u00e3o punidos exemplarmente. Trata-se de um sistema de coer\u00e7\u00e3o destinado a fragmentar a regi\u00e3o, destruir processos de integra\u00e7\u00e3o e impedir qualquer projeto aut\u00f4nomo de desenvolvimento, mesmo aqueles do campo reformista.<\/p>\n<p>Essa estrat\u00e9gia representa ainda uma amea\u00e7a direta aos movimentos sociais e populares. A doutrina define os movimentos sociais, migrat\u00f3rios e ambientais como amea\u00e7a \u00e0 ordem imperial, criando as bases para a criminaliza\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia popular, que passaria a ser tratada como problema de seguran\u00e7a, o que abre espa\u00e7o para a intensifica\u00e7\u00e3o da repress\u00e3o contra os trabalhadores, as trabalhadoras e os movimentos populares, supress\u00e3o das liberdades democr\u00e1ticas e fortalecimentos de governos autorit\u00e1rios.<\/p>\n<p>O Brasil e a nova doutrina<\/p>\n<p>Diante dessa nova conjuntura, o Brasil se torna, contra sua pr\u00f3pria vontade, o centro de uma disputa geopol\u00edtica entre Estados Unidos, China e R\u00fassia. Isso porque o pa\u00eds ocupa uma posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica no redesenho imperial da regi\u00e3o, ao reunir pelo menos quatro condi\u00e7\u00f5es materiais e pol\u00edticas decisivas que s\u00e3o objetivos da gan\u00e2ncia imperialista:<\/p>\n<p>a) O Brasil \u00e9 um dos poucos pa\u00edses industrializados do continente, uma das dez maiores economias do mundo, com um sistema financeiro relevante, um grande mercado interno, o maior da Am\u00e9rica do Sul, e um peso pol\u00edtico importante entre os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Sul Global, muito embora tenha uma estrutura militar bastante fr\u00e1gil;<\/p>\n<p>b) Por suas dimens\u00f5es continentais, o pa\u00eds possui um aporte de recursos naturais estrat\u00e9gicos, como l\u00edtio, ni\u00f3bio, petr\u00f3leo, entre outros, al\u00e9m de \u00e1gua doce em abund\u00e2ncia, vastas terras agricult\u00e1veis e 21% das terras raras do mundo, os min\u00e9rios mais cobi\u00e7ados pelo imperialismo estadunidense;<\/p>\n<p>c) \u00c9 promotor de alian\u00e7as de integra\u00e7\u00e3o regional como o Mercosul, Unasul, Celac, internacionalmente com os BRICS, sendo ainda o maior parceiro comercial da China, al\u00e9m de possuir boas rela\u00e7\u00f5es com a R\u00fassia e capacidade de articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e diplom\u00e1tica;<\/p>\n<p>d) \u00c9 um grande produtor de alimentos, energia e possui uma das maiores reservas de biodiversidade do mundo.<\/p>\n<p>Pela nova doutrina, o imperialismo dos EUA considera inaceit\u00e1vel uma na\u00e7\u00e3o ter essas condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, pol\u00edticas e materiais fora de seu dom\u00ednio, principalmente porque trata-se de um pa\u00eds que re\u00fane condi\u00e7\u00f5es para construir alternativas econ\u00f4micas fora dos interesses de Washington e tem rela\u00e7\u00f5es especiais com os principais inimigos declarados dos Estados Unidos. Nessas circunst\u00e2ncias, a doutrina Trump n\u00e3o deixa d\u00favidas: cada pa\u00eds da regi\u00e3o deve escolher um lado nessa disputa. Quem aceitar a subordina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 premiado e quem n\u00e3o se enquadrar na nova estrat\u00e9gia sofrer\u00e1 as consequ\u00eancias do poder imperial.<\/p>\n<p>Portanto, o Brasil n\u00e3o est\u00e1 imune \u00e0 ofensiva imperialista e seria um grave erro hist\u00f3rico manter qualquer tipo de ilus\u00e3o a esse respeito. Mesmo sob um governo de perfil moderado como o de Lula e ainda que Trump e Lula se declarem &#8220;quimicamente pr\u00f3ximos&#8221;, o Brasil j\u00e1 est\u00e1 sendo objeto de prospec\u00e7\u00e3o de seus recursos naturais e de vigil\u00e2ncia pela comunidade de intelig\u00eancia dos Estados Unidos. N\u00e3o se pode esquecer que, mesmo em tempos diferentes do que estamos vivendo agora, o pa\u00eds sofreu vigil\u00e2ncia, tentativas de desestabiliza\u00e7\u00e3o, a\u00e7\u00f5es de lawfare como a Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato e o golpe contra Dilma Rousseff, o que demonstra que o imperialismo n\u00e3o tem amigos, mas apenas interesses.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso reconhecer ainda que o imperialismo possui uma grande base social e pol\u00edtica interna no Brasil. O bolsonarismo \u00e9 o aliado mais aberto do governo Trump no pa\u00eds e dirige atualmente v\u00e1rios governos estaduais e municipais, possui grande presen\u00e7a na C\u00e2mara dos Deputados e no Senado, al\u00e9m de Assembleias Legislativas e C\u00e2maras municipais e forte influ\u00eancia junto \u00e0s igrejas pentecostais, aos setores das camadas m\u00e9dias urbanas, nas For\u00e7as Armadas e at\u00e9 mesmo no proletariado. Al\u00e9m disso, a burguesia associada, setores do agroneg\u00f3cio e a m\u00eddia corporativa atuam como correias de transmiss\u00e3o dos interesses imperialistas no interior do Estado brasileiro.<\/p>\n<p>Para o Brasil, essa nova conjuntura representa uma amea\u00e7a estrutural \u00e0 nossa fr\u00e1gil soberania nacional e popular, \u00e0 possibilidade de um desenvolvimento aut\u00f4nomo e retomada da industrializa\u00e7\u00e3o, integra\u00e7\u00e3o regional e articula\u00e7\u00e3o com os BRICS, especialmente uma amea\u00e7a ao movimento social e popular. A pol\u00edtica imperialista dos EUA n\u00e3o deixa espa\u00e7o para neutralidade ou ilus\u00f5es conciliat\u00f3rias. Trata-se de uma escalada agressiva que amea\u00e7a diretamente a exist\u00eancia do pa\u00eds enquanto na\u00e7\u00e3o soberana. Diante dessa encruzilhada hist\u00f3rica, o PCB afirma que resistir aos ataques de Trump n\u00e3o \u00e9 uma escolha ideol\u00f3gica abstrata, mas uma necessidade pol\u00edtica e existencial. Aceitar a subordina\u00e7\u00e3o significa condenar o pa\u00eds ao atraso, \u00e0 submiss\u00e3o e \u00e0 barb\u00e1rie social.<\/p>\n<p>Diante dessa conjuntura complexa e perigosa, o PCB defende a constru\u00e7\u00e3o urgente de uma ampla Frente Anti-imperialista no Brasil, capaz de articular trabalhadores, trabalhadoras, juventude, movimentos sindical e popular, for\u00e7as democr\u00e1ticas e setores em contradi\u00e7\u00e3o com o imperialismo estadunidense. Essa frente deve se materializar num grande esfor\u00e7o para a cria\u00e7\u00e3o de Comit\u00eas Populares Anti-imperialistas junto \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es sociais e populares, nos territ\u00f3rios e locais de trabalho, na perspectiva de transforma\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia em um movimento de massas capaz de fazer frente ao imp\u00e9rio em nosso pa\u00eds e que tamb\u00e9m coloque na ordem do dia a necessidade de reformas estruturais, tendo como perspectiva estrat\u00e9gica a constru\u00e7\u00e3o de um Brasil Socialista.<\/p>\n<p>Nenhuma resist\u00eancia poder\u00e1 se tornar vitoriosa se n\u00e3o atender aos interesses da classe trabalhadora e das grandes massas pobres de nosso pa\u00eds e formular uma alternativa que rompa com o pacto das elites, com o neoliberalismo e a reprimariza\u00e7\u00e3o da economia, o rentismo institucionalizado, assegurando direitos e garantias ao povo trabalhador. \u00c9 preciso enfrentar a desigualdade estrutural, colocando os recursos naturais do pa\u00eds a servi\u00e7o de um desenvolvimento social voltado a construir um novo rumo para o Brasil, na perspectiva dos interesses populares, ou seja, o estabelecimento de um Estado prolet\u00e1rio, \u00fanica garantia para termos um pa\u00eds verdadeiramente soberano e livre da explora\u00e7\u00e3o imperial.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a tarefa hist\u00f3rica que se coloca diante de n\u00f3s. O PCB e sua milit\u00e2ncia se comprometem a estar \u00e0 altura desse desafio, organizando, conscientizando e mobilizando os trabalhadores, as trabalhadoras e a juventude para que a resist\u00eancia popular se transforme em for\u00e7a capaz de abrir um novo caminho para o Brasil e para os povos da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p><strong>Fora o imperialismo da Am\u00e9rica Latina!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pela liberta\u00e7\u00e3o de Maduro e da primeira combatente C\u00edlia Flores!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Todo apoio \u00e0 luta da classe trabalhadora venezuelana!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pelo poder popular no rumo do socialismo!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Por uma Am\u00e9rica Latina Soberana e Socialista!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Comit\u00ea Central do PCB<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33550\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[8,73,9,75,26,45],"tags":[219,246],"class_list":["post-33550","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-america-latina","category-c86-anti-imperialismo","category-s10-internacional","category-c88-internacionalismo","category-c25-notas-politicas-do-pcb","category-c54-venezuela","tag-manchete","tag-np"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8J8","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33550","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33550"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33550\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33552,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33550\/revisions\/33552"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33550"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33550"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33550"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}