{"id":33807,"date":"2026-04-15T23:06:43","date_gmt":"2026-04-16T02:06:43","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=33807"},"modified":"2026-04-15T23:06:43","modified_gmt":"2026-04-16T02:06:43","slug":"as-ondas-de-protesto-contra-trump","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33807","title":{"rendered":"As ondas de protesto contra Trump"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33808\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33807\/unnamed-65\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed.jpg?fit=705%2C470&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"705,470\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"unnamed\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed.jpg?fit=705%2C470&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-33808\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed.jpg?resize=705%2C470&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"705\" height=\"470\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed.jpg?w=705&amp;ssl=1 705w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Cr\u00e9ditosDerek French \/ EPA<\/p>\n<p>Vijay Prashad<\/p>\n<p>ABRIL ABRIL<\/p>\n<p>Trump prometeu o fim das guerras e disse que o dinheiro desperdi\u00e7ado nelas seria reservado para ajudar a resolver os problemas concretos da classe trabalhadora dos Estados Unidos. Assim como todos os outros presidentes dos EUA, Trump traiu essa promessa.<\/p>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil n\u00e3o gostar de Trump. Ele tem um estilo grosseiro, uma atitude perante o mundo que, num piscar de olhos, despreza as sutilezas da diplomacia e do direito internacional. \u00abDe um jeito ou de outro, vamos tomar a Groenl\u00e2ndia\u00bb, afirmou em meados de janeiro de 2026; \u00abAcredito que terei a honra de tomar Cuba\u00bb, declarou em mar\u00e7o. Vulgaridades como essas n\u00e3o eram vistas em p\u00fablico h\u00e1 muito tempo, talvez desde antes de 1945, pois, desde ent\u00e3o, tais anseios imperiais t\u00eam sido mascarados por palavras como \u00abdemocracia\u00bb e \u00abdireitos humanos\u00bb. Simplesmente desejar um territ\u00f3rio pela riqueza de seus recursos n\u00e3o \u00e9 aceit\u00e1vel, remete demais \u00e0 era do dom\u00ednio colonial \u2014 um retorno \u00e0 linguagem do belga Leopoldo II (que disse que o Congo era um \u00abmagn\u00edfico bolo africano\u00bb) e do brit\u00e2nico Cecil Rhodes (que disse: \u00abAfirmo que somos a melhor ra\u00e7a do mundo e que, quanto mais do mundo habitarmos, melhor ser\u00e1 para a ra\u00e7a humana\u00bb). Trump \u00e9 uma vers\u00e3o menos elegante de Leopoldo e Rhodes, certamente com menos dom\u00ednio da linguagem e dos termos de refer\u00eancia. Como \u00e9 f\u00e1cil zombar de Trump!<\/p>\n<p>Nos Estados Unidos, a antipatia por Trump est\u00e1 em alta (com apenas um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o aprovando seu segundo mandato, uma queda de 11 pontos desde abril de 2025). Uma pesquisa, realizada pela Universidade de Massachusetts, constatou que as raz\u00f5es para a antipatia s\u00e3o v\u00e1rias: infla\u00e7\u00e3o, quedas no mercado de a\u00e7\u00f5es, paralisa\u00e7\u00f5es do governo e, \u00e9 claro, a guerra contra o Ir\u00e3. Mas n\u00e3o basta apenas olhar para as pesquisas para compreender a realidade da antipatia por Trump. Ela \u00e9 vis\u00edvel nas ruas. No dia 29 de mar\u00e7o, nove milh\u00f5es de pessoas participaram de mais de tr\u00eas mil e quinhentos protestos distintos em todos os estados dos Estados Unidos como parte da manifesta\u00e7\u00e3o \u00abNo Kings\u00bb. Esta \u00e9 a terceira manifesta\u00e7\u00e3o desse tipo; a primeira ocorreu em 14 de junho de 2025, atraindo cinco milh\u00f5es de pessoas, e a segunda em 18 de outubro de 2025, reunindo entre seis e sete milh\u00f5es de pessoas. Os n\u00fameros nesses protestos frequentes est\u00e3o crescendo, e o perfil demogr\u00e1fico atra\u00eddo por eles tamb\u00e9m est\u00e1 se expandindo para incluir ex-apoiadores de Trump.<\/p>\n<p>Esses protestos, coloridos e animados, n\u00e3o foram explos\u00f5es isoladas de indigna\u00e7\u00e3o, mas a crista da onda vis\u00edvel de uma corrente mais profunda de dissid\u00eancia contra uma longa trajet\u00f3ria do militarismo dos EUA, agora intensificada pela ret\u00f3rica e pelas a\u00e7\u00f5es de Trump.<\/p>\n<p>Trump prometeu o fim das guerras no exterior e disse que o dinheiro desperdi\u00e7ado nelas seria reservado para ajudar a resolver os problemas concretos que a classe trabalhadora dos Estados Unidos enfrenta. Assim como todos os outros presidentes dos EUA, Trump traiu essa promessa e envolveu os EUA em diferentes formas de guerra em todos os continentes. A infla\u00e7\u00e3o, consequ\u00eancia natural da guerra \u2014 particularmente de uma guerra que previsivelmente resultou no bloqueio do Estreito de Ormuz \u2014 afeta os Estados Unidos, talvez n\u00e3o tanto quanto outros pa\u00edses, mas o aperto intensifica-se, mesmo assim. Uma popula\u00e7\u00e3o que v\u00ea os pre\u00e7os subirem e o perigo de que tropas americanas sejam necess\u00e1rias para uma guerra desgastante em solo iraniano \u00e9 um povo que perde o interesse nas fanfarronices dos seus l\u00edderes. A precis\u00e3o torna-se mais importante do que a ostenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>D\u00ea-me liberdade<br \/>\nA ideia de &#8220;No Kings&#8221; representa a rejei\u00e7\u00e3o \u00e0 monarquia que forneceu o discurso para a Revolu\u00e7\u00e3o Americana de 1776. \u00c9 essa a refer\u00eancia dos protestos, procurando inspira\u00e7\u00e3o nos revolucion\u00e1rios contra o rei George III para o seu pr\u00f3prio ciclo de protestos. N\u00e3o h\u00e1 mosquetes na multid\u00e3o, apenas cartazes que refletem a diversidade de opini\u00f5es. Alguns dos cartazes remetem \u00e0 possibilidade frustrada de uma presidente Kamala Harris (se ela fosse presidente, dizem, n\u00e3o ter\u00edamos que protestar, mas estar\u00edamos no brunch \u2014 um indicador do car\u00e1ter burgu\u00eas de parte do desd\u00e9m por Trump). Outros s\u00e3o mais duros, com uma postura mais antiguerra, se n\u00e3o anti-imperialista. Entre aqueles que querem ir ao brunch e aqueles que querem condenar as guerras ilegais dos EUA, h\u00e1 uma gama de posi\u00e7\u00f5es unidas pela exaspera\u00e7\u00e3o diante das rusgas do ICE, que se assemelham a uma invas\u00e3o dom\u00e9stica, e diante da guerra contra o Ir\u00e3, que foi um erro de c\u00e1lculo \u00e9pico por parte de Trump e seus associados. Quando a multid\u00e3o grita &#8220;No Kings&#8221;, o que quer dizer \u00e9 \u00abn\u00e3o ao Trump\u00bb, certamente, mas talvez tamb\u00e9m \u00abn\u00e3o \u00e0 presid\u00eancia imperial\u00bb e \u00abmais controlo democr\u00e1tico\u00bb: isso poderia significar mais autoridade do Congresso sobre a pol\u00edtica de imigra\u00e7\u00e3o e a declara\u00e7\u00e3o de guerra, ou poderia tamb\u00e9m significar que o povo dos Estados Unidos quer um maior senso de comunidade democr\u00e1tica e n\u00e3o a impot\u00eancia desmoralizante do imperialismo.<\/p>\n<p>As bandeiras palestinas e os cartazes contra as opera\u00e7\u00f5es do ICE refletiam a oscila\u00e7\u00e3o entre o internacional e o nacional, mas mesmo aqui essa diferen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil de sustentar: os ataques do ICE foram contra aqueles que pareciam migrantes, pessoas de pele morena que enfrentaram a ira da pol\u00edtica de justiceiros de Trump, enquanto o genoc\u00eddio dos palestinos foi financiado pelo dinheiro dos impostos de todos na multid\u00e3o, uma cumplicidade dif\u00edcil de ignorar. N\u00e3o em meu nome era o grito de uma gera\u00e7\u00e3o atr\u00e1s, mas hoje esse slogan \u00e9 simplista demais: a responsabilidade absoluta de todos os contribuintes dos EUA pelo genoc\u00eddio e pelas guerras sem fim torna insuficiente uma nega\u00e7\u00e3o verbal. \u00c9 preciso mais, como esses protestos e o desejo de construir uma nova base de poder para derrubar Trump, para come\u00e7ar, e talvez o pr\u00f3prio sistema, se isso parecer poss\u00edvel. Mesmo h\u00e1 uma d\u00e9cada, estes protestos teriam recebido cobertura insuficiente dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, e as suas imagens n\u00e3o chegariam ao p\u00fablico. Mas o panorama midi\u00e1tico est\u00e1 agora t\u00e3o fragmentado e acelerado que as informa\u00e7\u00f5es foram disseminadas rapidamente pelas plataformas da m\u00eddia social, com fotografias (incluindo impressionantes imagens de drones) mostrando o que acabara de acontecer. Essas plataformas amplificaram os protestos, permitindo que as pr\u00f3prias imagens se tornassem parte do protesto e que as hashtags gerassem e organizassem novas formas de dissid\u00eancia.<\/p>\n<p>As opera\u00e7\u00f5es do ICE, o genoc\u00eddio dos palestinos, a guerra no Ir\u00e3: tudo isso constituiu os motivos da dissid\u00eancia. Mas os oradores nos protestos n\u00e3o se fixaram apenas no presente, tra\u00e7ando uma linha desde a imediatez de Trump at\u00e9 aos seus antecessores, \u00e0s guerras ilegais dos EUA no Iraque e na S\u00edria e \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o horrenda infligida aos povos do Afeganist\u00e3o e da L\u00edbia. As guerras de Trump n\u00e3o podem ser compreendidas isoladamente, pois est\u00e3o enraizadas em estruturas e ideologias que o precedem h\u00e1 d\u00e9cadas. Trump \u00e9 um paradoxo: por um lado, a sua franqueza e imprevisibilidade intensificaram os temores e, em alguns casos, aceleraram pol\u00edticas perigosas; por outro lado, o seu estilo tamb\u00e9m despojou certas camadas de justifica\u00e7\u00e3o ret\u00f3rica, tornando o exerc\u00edcio do poder mais vis\u00edvel e cru. Enquanto os governos anteriores dos EUA frequentemente encobriam interven\u00e7\u00f5es com o discurso do humanitarismo ou da promo\u00e7\u00e3o da democracia, Trump tem-se mostrado mais inclinado a falar em termos de for\u00e7a, dom\u00ednio e apropria\u00e7\u00e3o de recursos. Essa mudan\u00e7a, embora alarmante, contribui para uma compreens\u00e3o mais clara do que sempre esteve em jogo: uma tentativa hiperimperialista dos EUA de dominar o mundo a qualquer custo.<\/p>\n<p>Bem-vindos \u00e0 festa<br \/>\nPoucas horas ap\u00f3s os protestos, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Ghalibaf, tuitou: \u00abBem-vindos \u00e0 festa que come\u00e7amos h\u00e1 47 anos, sem reis. Este \u00e9 o povo do Ir\u00e3, e n\u00f3s aprovamos esta mensagem. #NoKings.\u00bb Juntamente com o tu\u00edte, Ghalib Af publicou quatro fotos: duas dos protestos daquele dia em diferentes cidades dos EUA e duas da Revolu\u00e7\u00e3o Iraniana de 1979. O tu\u00edte, com uma mistura de ironia e convite, carregava uma forte carga hist\u00f3rica. Ele lembrou ao povo dos Estados Unidos que a Revolu\u00e7\u00e3o Iraniana de 1979 foi, de fato, contra um rei, o x\u00e1 do Ir\u00e3, que havia sido colocado no Trono do Pav\u00e3o pelo imperialismo ocidental em 1953, ap\u00f3s um golpe contra o governo democraticamente eleito de Mohammad Mossadeq. Durante 26 anos, o povo iraniano viveu sob o jugo de um monarca brutal, cujo governo moldou a resist\u00eancia contra ele. Os iranianos derrubaram-no e, ent\u00e3o, na luta de classes que se seguiu, nasceu a Rep\u00fablica Isl\u00e2mica.<\/p>\n<p>Ghalib Af est\u00e1 dando boas-vindas aos manifestantes dos EUA a um novo tipo de revolta republicana, para derrubar o despotismo de elei\u00e7\u00f5es compradas e pagas por bilion\u00e1rios (a Classe Epstein, como s\u00e3o chamados agora) e para fundar uma democracia de verdade que evite a viol\u00eancia fora das suas fronteiras e que desenvolva a capacidade do povo em seu pr\u00f3prio pa\u00eds. A guerra dos EUA contra o Ir\u00e3 custa no m\u00ednimo 12 bilh\u00f5es de d\u00f3lares por dia, o que \u00e9 exatamente o custo do financiamento do Child Tax Credit, uma importante ferramenta para acabar com a pobreza infantil: um dia dessa guerra acabaria substancialmente com a pobreza infantil nos Estados Unidos. Bem-vindos \u00e0 festa.<\/p>\n<p>A festa n\u00e3o \u00e9 um evento, mas uma condi\u00e7\u00e3o, uma estrutura para gastar os recursos de um pa\u00eds na vida e n\u00e3o na morte. O militarismo \u00e9 uma escolha sistem\u00e1tica que esmaga as prioridades dom\u00e9sticas e determina quais recursos est\u00e3o dispon\u00edveis para programas sociais internos. Nessa perspectiva, os protestos \u00abNo Kings\u00bb (e o tu\u00edte de Ghalib Af) podem ser vistos como parte de um repensar mais amplo das prioridades pol\u00edticas. A exig\u00eancia n\u00e3o \u00e9 apenas acabar com guerras espec\u00edficas, mas questionar a l\u00f3gica que faz a guerra parecer inevit\u00e1vel ou necess\u00e1ria. Isso envolve confrontar suposi\u00e7\u00f5es profundamente arraigadas sobre seguran\u00e7a, amea\u00e7a e interesse nacional \u2014 suposi\u00e7\u00f5es que foram cultivadas ao longo de d\u00e9cadas e refor\u00e7adas atrav\u00e9s do discurso pol\u00edtico, das narrativas da m\u00eddia e das pr\u00e1ticas institucionais.<\/p>\n<p>O epicentro desses protestos s\u00e3o os Estados Unidos, embora tenha havido manifesta\u00e7\u00f5es menores em outras cidades (uma grande no Reino Unido em torno da extrema direita e da guerra).<\/p>\n<p>Mas os protestos nos EUA s\u00e3o o evento principal, j\u00e1 que Trump \u00e9 o maestro da orquestra do terror do Norte Global. O protesto \u00abNo Kings\u00bb n\u00e3o se referia apenas a uma \u00fanica figura, mas era uma express\u00e3o de um mal-estar mais profundo com a trajet\u00f3ria do poder dos EUA. N\u00e3o se sabe ao certo se esses protestos marcar\u00e3o um ponto de inflex\u00e3o. A hist\u00f3ria oferece exemplos, tanto de movimentos transformadores quanto de momentos de oportunidades perdidas. O que est\u00e1 claro \u00e9 que as vozes levantadas em 29 de mar\u00e7o fazem parte de uma conversa em andamento sobre poder, responsabilidade e as possibilidades da a\u00e7\u00e3o coletiva. Ao afirmar No Kings, os manifestantes n\u00e3o est\u00e3o apenas a rejeitar um estilo espec\u00edfico de lideran\u00e7a; est\u00e3o afirmando uma vis\u00e3o da pol\u00edtica que n\u00e3o depende da viol\u00eancia nua e crua do imperialismo.<\/p>\n<p>Artigo republicado no \u00e2mbito de uma parceria com a Globetrotter, editado pelo AbrilAbril.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33807\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[164,165,65,10],"tags":[226],"class_list":["post-33807","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-america-do-norte","category-eua","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-4b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8Nh","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33807","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33807"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33807\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33809,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33807\/revisions\/33809"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33807"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33807"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33807"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}