{"id":33810,"date":"2026-04-16T20:58:21","date_gmt":"2026-04-16T23:58:21","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=33810"},"modified":"2026-04-16T20:58:21","modified_gmt":"2026-04-16T23:58:21","slug":"neoliberalismo-e-fragmentacao-das-nacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33810","title":{"rendered":"Neoliberalismo e fragmenta\u00e7\u00e3o das na\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_33811\" aria-describedby=\"caption-attachment-33811\" style=\"width: 747px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33811\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33810\/unnamed-66\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1.jpg?fit=960%2C712&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"960,712\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;AFP\/Getty Images&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Indian Prime Minister Narendra Modi (R) hugs Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu during a press conference at Hyderabad House in New Delhi on January 15, 2018. \/ AFP PHOTO \/ MONEY SHARMA        (Photo credit should read MONEY SHARMA\/AFP\/Getty Images)&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1516003200&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;This content is subject to copyright.&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"unnamed\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Indian Prime Minister Narendra Modi (R) hugs Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu during a press conference at Hyderabad House in New Delhi on January 15, 2018. \/ AFP PHOTO \/ MONEY SHARMA        (Photo credit should read MONEY SHARMA\/AFP\/Getty Images)&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1.jpg?fit=747%2C554&amp;ssl=1\" class=\"size-large wp-image-33811\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1.jpg?resize=747%2C554&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"554\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1.jpg?resize=900%2C668&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1.jpg?resize=300%2C223&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1.jpg?resize=768%2C570&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-33811\" class=\"wp-caption-text\"><!--more--><\/figcaption><\/figure>\n<p>Indian Prime Minister Narendra Modi (R) hugs Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu during a press conference at Hyderabad House in New Delhi on January 15, 2018. \/ AFP PHOTO \/ MONEY SHARMA (Photo credit should read MONEY SHARMA\/AFP\/Getty Images)<\/p>\n<p>\u2013 Competi\u00e7\u00e3o darwiniana entre os pa\u00edses do Sul Global<\/p>\n<p>Prabhat Patnaik [*]<\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o do governo indiano em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 guerra dos EUA e dos israelenses contra o Ir\u00e3 revela um grau inacredit\u00e1vel de pusilanimidade. A \u00cdndia participou da recente reuni\u00e3o de cerca de cinquenta pa\u00edses convocada pelo Reino Unido, onde o Ir\u00e3 foi fortemente criticado por ter fechado o Estreito de Ormuz, mas n\u00e3o proferiu uma \u00fanica palavra contra a agress\u00e3o dos EUA e dos israelenses ao povo iraniano. Da mesma forma, a \u00cdndia foi um dos patrocinadores de uma resolu\u00e7\u00e3o na Assembleia Geral da ONU que criticava o Ir\u00e3 por atacar outros pa\u00edses do Golfo (embora estivesse atacando apenas as bases militares estadunidenses localizadas nesses pa\u00edses); mas, mais uma vez, n\u00e3o foi proferida uma \u00fanica palavra nessa resolu\u00e7\u00e3o condenando a agress\u00e3o dos EUA e dos israelenses \u00e0quela na\u00e7\u00e3o. \u00c9 tamb\u00e9m digno de nota que a \u00cdndia demorou v\u00e1rios dias para manifestar qualquer pesar pelo assassinato do l\u00edder supremo do Ir\u00e3, o aiatol\u00e1 Ali Khamenei, e v\u00e1rias semanas para declarar qualquer contrariedade com o covarde assassinato de 175 alunas inocentes em Minab.<\/p>\n<p>Tal pusilanimidade, no entanto, n\u00e3o se limita \u00e0 \u00cdndia: nada menos que 135 pa\u00edses foram co-patrocinadores da resolu\u00e7\u00e3o desonesta e hip\u00f3crita da AGNU mencionada acima, com medo de que, caso contr\u00e1rio, ofendessem os americanos. Na verdade, com exce\u00e7\u00e3o de um punhado de pa\u00edses em todo o mundo, nenhum teve a coragem de condenar inequivocamente a guerra flagrantemente ilegal e imoral desencadeada pela alian\u00e7a EUA-israelense contra o Ir\u00e3. Trata-se de um assunto de extrema preocupa\u00e7\u00e3o, pois o ataque ao Ir\u00e3 revoga o conceito de soberania das na\u00e7\u00f5es, que fora o conceito central na luta pela descoloniza\u00e7\u00e3o e que esteve na base de toda a ordem p\u00f3s-colonial; destr\u00f3i, por outras palavras, a pr\u00f3pria raz\u00e3o de ser da descoloniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esta pusilanimidade por parte dos pa\u00edses do Terceiro Mundo \u00e9 tamb\u00e9m motivo de grande perplexidade: afinal, trata-se de pa\u00edses que travaram longas e \u00e1rduas lutas anticoloniais para alcan\u00e7ar o estatuto de Estados independentes e soberanos; como podem permanecer em sil\u00eancio quando essa mesma soberania est\u00e1 sendo violada, no caso de um Estado do Terceiro Mundo, pelo poderio armado do imperialismo dos EUA?<\/p>\n<p>A resposta a esta quest\u00e3o, sem d\u00favida complexa, deve, no entanto, incorporar o reconhecimento de pelo menos duas rupturas que o neoliberalismo introduziu no nosso mundo. Uma delas \u00e9 a fragmenta\u00e7\u00e3o do conceito de &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221;, cuja concretiza\u00e7\u00e3o havia sido alcan\u00e7ada pela luta anticolonial. Este conceito de &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221; diferia fundamentalmente do conceito europeu, que se desenvolvera na sequ\u00eancia dos Tratados de Paz de Westf\u00e1lia, pelo menos em tr\u00eas aspetos: em primeiro lugar, era inclusivo e n\u00e3o identificava qualquer &#8220;inimigo interno&#8221;; segundo, ao contr\u00e1rio do nacionalismo europeu, rejeitava quaisquer ambi\u00e7\u00f5es imperiais pr\u00f3prias, no sentido de ter pretens\u00f5es sobre os recursos de terras distantes; e terceiro, n\u00e3o idolatrava a na\u00e7\u00e3o como estando acima do povo, cujo &#8220;dever&#8221; supostamente era servi-la.<\/p>\n<p>O surgimento deste conceito inclusivo de &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221; foi, por sua vez, um reflexo do fato de a luta anticolonial ser uma luta multiclassista; e o regime econ\u00f4mico intervencionista que foi erigido ap\u00f3s a independ\u00eancia, embora promovesse o desenvolvimento capitalista, tamb\u00e9m procurava colocar freios ao capitalismo desenfreado em nome da consecu\u00e7\u00e3o do desenvolvimento &#8220;nacional&#8221;. Isto visava preservar a sua base de apoio multiclasse, \u00e0 qual nem mesmo os capitalistas monopolistas se opunham naquela altura, uma vez que desejavam uma trajet\u00f3ria de desenvolvimento em que o Estado exercesse relativa autonomia face ao imperialismo. A exist\u00eancia de um vasto setor p\u00fablico fazia parte dessa trajet\u00f3ria. Al\u00e9m disso, a pol\u00edtica de n\u00e3o alinhamento seguida por estes regimes centralizadores complementou essa busca pelo desenvolvimento em relativa autonomia face ao imperialismo. Michal Kalecki, o conhecido economista, errou ao chamar tais regimes de &#8220;regimes intermedi\u00e1rios&#8221; e ao sugerir que as camadas m\u00e9dias detinham o poder decisivo nesses regimes; mas acertou ao identificar o capitalismo de Estado (setor p\u00fablico) e o n\u00e3o alinhamento como as duas caracter\u00edsticas mais distintivas desses regimes.<\/p>\n<p>Com a globaliza\u00e7\u00e3o do capital, no entanto, as coisas mudaram. A burguesia monopolista interna integrou-se ao capital globalizado e abandonou a sua agenda de seguir uma trajet\u00f3ria de desenvolvimento relativamente aut\u00f4noma frente \u00e0 metr\u00f3pole. Segmentos das camadas profissionais e burocr\u00e1ticas superiores da sociedade, ansiosos por enviar os seus filhos para estudar e estabelecer-se na metr\u00f3pole, juntaram-se como apoiadores do regime neoliberal que surgiu sob a \u00e9gide desse capital globalizado. Os ricos propriet\u00e1rios de terras tamb\u00e9m procuraram a sua sorte dentro desta nova ordem neoliberal, que n\u00e3o s\u00f3 promoveu um capitalismo desenfreado e sem restri\u00e7\u00f5es, mas tamb\u00e9m se voltou fortemente contra os trabalhadores, camponeses, trabalhadores agr\u00edcolas, pequenos produtores e a classe assalariada mais baixa. Produziu-se uma cis\u00e3o na alian\u00e7a de classes que tinha sido forjada no decorrer da luta anticolonial.<\/p>\n<p>J\u00e1 n\u00e3o era a &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221; contra a metr\u00f3pole que estava em foco, mas o grande capital, incluindo o capital multinacional, contra os grupos sociais que se interpunham \u00e0 instaura\u00e7\u00e3o de um &#8220;desenvolvimento&#8221; r\u00e1pido, definido exclusivamente em termos de taxas de crescimento do PIB. O interesse do grande capital foi, por um truque de prestidigita\u00e7\u00e3o, identificado como &#8220;interesse nacional&#8221;, e o dever de todas as classes era promov\u00ea-lo. Esta mudan\u00e7a no significado do termo &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221; significou, na pr\u00e1tica, uma fratura da &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221; cuja concretiza\u00e7\u00e3o era o prop\u00f3sito da luta anticolonial. A liberta\u00e7\u00e3o da &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221; do dom\u00ednio imperialista, longe de ser o objetivo primordial, deixou de ser sequer um objetivo desejado ou relevante para o governo num contexto neoliberal.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o primeiro caso de &#8220;ruptura&#8221; referido acima. Devido a esta fratura, o crit\u00e9rio com base no qual o governo de um regime neoliberal toma decis\u00f5es n\u00e3o \u00e9 se uma determinada posi\u00e7\u00e3o defende a soberania nacional, mas se promove os interesses materiais do grande capital, que s\u00e3o considerados id\u00eanticos aos da &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221; no seu novo significado. Alinhar-se com a alian\u00e7a EUA-israelense parece, em suma, mais vantajoso do que apoiar o Ir\u00e3, v\u00edtima de agress\u00e3o, do ponto de vista dos interesses do grande capital nos pa\u00edses do Sul global; isto ajudaria a explicar, em certa medida, os sil\u00eancios ensurdecedores, mencionados anteriormente, na AGNU e noutras resolu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Existe tamb\u00e9m uma segunda &#8220;ruptura&#8221; provocada pelo regime neoliberal. Embora o regime neoliberal seja &#8220;vendido&#8221; ao Sul global como o portador de um crescimento impulsionado pelas exporta\u00e7\u00f5es que traria uma taxa de crescimento do PIB mais elevada para todos os pa\u00edses em compara\u00e7\u00e3o com o regime intervencionista anterior, esta afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 completamente falsa. Uma vez que a taxa de crescimento da demanda mundial agregada n\u00e3o aumenta quando mais pa\u00edses seguem uma estrat\u00e9gia de crescimento impulsionado pelas exporta\u00e7\u00f5es, o regime neoliberal que generaliza esta estrat\u00e9gia entre todos os pa\u00edses est\u00e1, na pr\u00e1tica, a for\u00e7\u00e1-los a se envolver numa competi\u00e7\u00e3o darwiniana entre si, ou seja, a seguir uma estrat\u00e9gia de &#8220;empobrecer o vizinho&#8221;.<\/p>\n<p>A taxa de crescimento mais elevada de alguns pa\u00edses do que antes, ao abrigo da estrat\u00e9gia de crescimento impulsionado pelas exporta\u00e7\u00f5es, deve, por conseguinte, ser \u00e0 custa de outros pa\u00edses que agora registam uma taxa de crescimento mais baixa do que antes. Os pa\u00edses envolvidos numa corrida para se superarem uns aos outros dificilmente podem ser considerados como &#8220;cooperando&#8221; entre si. O efeito da busca generalizada da estrat\u00e9gia neoliberal \u00e9, portanto, um abandono de fato do n\u00e3o-alinhamento, de uma trajet\u00f3ria em que os pa\u00edses do Sul global se mantinham unidos para enfrentar o imperialismo. Agora, os pa\u00edses do Sul global, cada um obcecado em alcan\u00e7ar um maior crescimento do PIB e, consequentemente, dentro do paradigma neoliberal, obcecado em atrair mais investimento metropolitano para esse fim, preferem bajular o imperialismo a fim de superar os seus vizinhos. Isto conduz a uma fragmenta\u00e7\u00e3o do movimento de n\u00e3o alinhamento, que \u00e9 a segunda fratura que mencionamos anteriormente.<\/p>\n<p>O sil\u00eancio da maioria dos pa\u00edses do Sul global face \u00e0 agress\u00e3o dos EUA e dos israelenses ao Ir\u00e3, que pode parecer intrigante \u00e0 primeira vista, n\u00e3o \u00e9 assim t\u00e3o intrigante afinal. O neoliberalismo tem atuado h\u00e1 j\u00e1 algum tempo na subvers\u00e3o tanto do conceito de na\u00e7\u00e3o como do conceito de n\u00e3o-alinhamento, abandonando o n\u00facleo anti-imperialista que caracterizava estes conceitos e substituindo-os por conceitos alternativos que d\u00e3o prioridade \u00e0 tarefa de angariar o favor do imperialismo acima de tudo o resto. O resultado deste processo \u00e9 o que vemos hoje.<\/p>\n<p>O capitalismo \u00e9 invariavelmente hostil a qualquer pr\u00e1tica coletiva contra si, mesmo que essa pr\u00e1tica coletiva assuma a forma de uma simples a\u00e7\u00e3o sindical. Ele acredita na atomiza\u00e7\u00e3o dos agentes econ\u00f4micos. O capitalismo neoliberal, que representa um capitalismo desenfreado e descontrolado, traz mais uma vez \u00e0 tona esta tend\u00eancia para a atomiza\u00e7\u00e3o dos agentes econ\u00f4micos, atrav\u00e9s da ruptura da alian\u00e7a de classes que participara na luta anticolonial e atrav\u00e9s da subvers\u00e3o do movimento dos n\u00e3o-alinhados, que representava a oposi\u00e7\u00e3o coletiva dos pa\u00edses do Sul global \u00e0 hegemonia imperialista.<\/p>\n<p>Cabe aos povos do Sul global, e n\u00e3o aos governos que atualmente promovem os interesses da grande burguesia dominante, estender a solidariedade ao povo do Ir\u00e3; a luta do povo iraniano contra a alian\u00e7a EUA-Israel \u00e9 de import\u00e2ncia crucial para a recupera\u00e7\u00e3o da soberania dos povos do mundo.<\/p>\n<p>[*] Economista, indiano, ver Wikipedia<\/p>\n<p>O original encontra-se em <a href=\"http:\/\/peoplesdemocracy.in\/2026\/0412_pd\/two-fractures-effected-neo-liberalism\">peoplesdemocracy.in\/2026\/0412_pd\/two-fractures-effected-neo-liberalism<\/a><br \/>\nEste artigo encontra-se em resistir.info<br \/>\nComent\u00e1rios em <a href=\"https:\/\/t.me\/resistir_info\">https:\/\/t.me\/resistir_info<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33810\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[385,65,10],"tags":[233],"class_list":["post-33810","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-critica-da-economia-politica","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-6a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8Nk","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33810","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33810"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33810\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33812,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33810\/revisions\/33812"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}