{"id":33957,"date":"2026-06-22T12:21:45","date_gmt":"2026-06-22T15:21:45","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=33957"},"modified":"2026-06-22T12:21:45","modified_gmt":"2026-06-22T15:21:45","slug":"a-quimera-de-um-capitalismo-reformado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33957","title":{"rendered":"A quimera de um capitalismo reformado"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33958\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33957\/image-2-25\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-2.png?fit=911%2C482&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"911,482\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"image (2)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-2.png?fit=747%2C395&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-33958\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-2.png?resize=747%2C395&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"395\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-2.png?resize=900%2C476&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-2.png?resize=300%2C159&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-2.png?resize=768%2C406&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/image-2.png?w=911&amp;ssl=1 911w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Prabhat Patnaik [*]<\/p>\n<p>Os liberais progressistas e os social-democratas, em geral, partilham a convic\u00e7\u00e3o de que o capitalismo pode ser &#8220;reformado&#8221; a fim de se tornar mais humano e aceit\u00e1vel para a sociedade, e que isso pode ser alcan\u00e7ado atrav\u00e9s do uso do poder estatal, o qual pode ser adquirido por meio de elei\u00e7\u00f5es numa democracia pol\u00edtica. Este estado de capitalismo reformado pode ser institucionalizado para sempre, o que torna desnecess\u00e1ria qualquer luta pelo socialismo.<\/p>\n<p>A base te\u00f3rica para esta cren\u00e7a foi fornecida pela teoria econ\u00f4mica de J. M. Keynes (que, por sua vez, se baseou na tradi\u00e7\u00e3o intelectual reformista da escola de an\u00e1lise econ\u00f4mica de Cambridge). Keynes chamou a sua filosofia de &#8220;novo liberalismo&#8221;, tendo o prefixo &#8220;novo&#8221; sido acrescentado porque defendia n\u00e3o a aus\u00eancia de interven\u00e7\u00e3o estatal, como o liberalismo tradicionalmente fazia, mas, pelo contr\u00e1rio, uma interven\u00e7\u00e3o estatal eficaz para alcan\u00e7ar o pleno emprego e uma maior igualdade na distribui\u00e7\u00e3o de rendimentos. Na Europa do p\u00f3s-guerra, a agenda keynesiana tinha sido adotada por v\u00e1rios governos social-democratas que surgiram com o objetivo de introduzir altos n\u00edveis de emprego e medidas do Estado-provid\u00eancia; a sua ideia era construir um &#8220;capitalismo com rosto humano&#8221;.<\/p>\n<p>No entanto, poucos anos ap\u00f3s esta experi\u00eancia do p\u00f3s-guerra, o neoliberalismo tinha tomado conta da Europa. As despesas p\u00fablicas destinadas a aumentar o emprego, que, para serem bem-sucedidas, tinham de ser financiadas quer por um d\u00e9ficit or\u00e7amental, quer por impostos sobre os ricos, tornaram-se imposs\u00edveis devido \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o do setor financeiro; e as medidas do Estado social que tinham sido implementadas, embora n\u00e3o fossem propriamente retiradas, foram gradualmente reduzidas. Um ind\u00edcio claro deste cen\u00e1rio alterado surgiu quando Fran\u00e7ois Mitterrand foi eleito presidente da Fran\u00e7a num contexto de aumento do desemprego e adotou medidas keynesianas padr\u00e3o para aumentar o emprego; mas, em vez de o emprego aumentar, os capitais financeiros sa\u00edram de Fran\u00e7a, o franco franc\u00eas desvalorizou-se no mercado cambial e Mitterrand teve de retirar as suas medidas keynesianas para restaurar a &#8220;confian\u00e7a dos investidores&#8221;, o que n\u00e3o passa de um eufemismo para apaziguar um bando de especuladores. Em vez de o Estado intervir para &#8220;melhorar&#8221; o capitalismo, o pr\u00f3prio Estado tornou-se prisioneiro do capital financeiro globalizado, cumprindo, quer quisesse quer n\u00e3o, as suas ordens. O capitalismo &#8220;reformado&#8221; revelou-se uma quimera, desmentindo as grandes esperan\u00e7as depositadas nele pelos c\u00edrculos intelectuais e pol\u00edticos liberais e social-democratas.<\/p>\n<p>A vis\u00e3o de um capitalismo controlado, no entanto, n\u00e3o se limitou apenas aos pa\u00edses avan\u00e7ados no per\u00edodo do p\u00f3s-guerra. Em muitos pa\u00edses do Sul Global, onde a burguesia nacional e patri\u00f3tica (em contraste com a compradora) tinha sido numerosa e tinha feito parte da frente anticolonial, o regime de pol\u00edtica econ\u00f4mica que surgiu ap\u00f3s a descoloniza\u00e7\u00e3o previa um papel para os capitalistas, mesmo quando o pa\u00eds se lan\u00e7ava numa trajet\u00f3ria de desenvolvimento de orienta\u00e7\u00e3o &#8220;socialista&#8221; liderada pelo setor p\u00fablico. Na \u00cdndia, por exemplo, o objetivo do desenvolvimento foi descrito como a constru\u00e7\u00e3o de um &#8220;padr\u00e3o socialista de sociedade&#8221; e a presun\u00e7\u00e3o era de que a ilha de capitalismo que permanecia na economia, \u00e0 medida que esta avan\u00e7ava para esse objetivo, ajudaria a desenvolver as for\u00e7as produtivas, ao mesmo tempo que seria pass\u00edvel de controlo, para que a concretiza\u00e7\u00e3o desse objetivo final n\u00e3o fosse sabotada.<\/p>\n<p>No entanto, hoje a \u00cdndia apresenta um n\u00edvel de desigualdade de rendimentos superior ao de qualquer momento nos \u00faltimos cem anos, e um dos mais elevados do mundo. Al\u00e9m disso, este aumento acentuado da desigualdade representa uma invers\u00e3o da tend\u00eancia que existia at\u00e9 ao in\u00edcio dos anos 80: o 1% mais rico da popula\u00e7\u00e3o, que detinha cerca de 12% do rendimento nacional na altura da independ\u00eancia, viu a sua cota diminuir para 6% em 1982; desde ent\u00e3o, esta cota subiu para 22,6% em 2022-23 sob o regime do neoliberalismo (estes n\u00fameros foram retirados da World Inequality Database).<\/p>\n<p>Surge a quest\u00e3o: por que raz\u00e3o a vis\u00e3o de um capitalismo controlado e, por implica\u00e7\u00e3o, reformado, acabou por se revelar uma quimera? Mesmo que nos pa\u00edses do Sul Global a reafirma\u00e7\u00e3o do capitalismo espont\u00e2neo se tenha tornado inevit\u00e1vel, uma vez que tal reafirma\u00e7\u00e3o j\u00e1 tinha ocorrido nas economias metropolitanas, a quest\u00e3o permanece: por que raz\u00e3o estas \u00faltimas assistiram a tal reafirma\u00e7\u00e3o? A resposta a esta quest\u00e3o reside na pr\u00f3pria natureza do capitalismo.<\/p>\n<p>Keynes tinha compreendido apenas parcialmente a natureza do capitalismo. O que ele havia percebido claramente era que a agrega\u00e7\u00e3o de decis\u00f5es individuais neste sistema, mesmo quando cada uma dessas decis\u00f5es \u00e9 tomada com base em c\u00e1lculos &#8220;racionais&#8221;, n\u00e3o conduz a um resultado &#8220;racional&#8221;. Dito de outra forma, o sistema est\u00e1 sujeito \u00e0 anarquia; Keynes reconheceu esta anarquia e queria que o Estado interviesse para a superar.<\/p>\n<p>A anarquia, no entanto, \u00e9 apenas uma das caracter\u00edsticas do capitalismo. H\u00e1 uma propriedade adicional do capitalismo, para al\u00e9m, claro, da sua natureza exploradora; e esse \u00e9 o fato de ser um sistema espont\u00e2neo ou autodirigido. Os agentes individuais agem da forma como agem porque s\u00e3o compelidos pela concorr\u00eancia a faz\u00ea-lo, e o funcionamento global do sistema \u2014 que \u00e9 independente da vontade e da consci\u00eancia dos agentes econ\u00f3micos individuais \u2014 caracteriza-se por um conjunto de tend\u00eancias espont\u00e2neas.<\/p>\n<p>Uma dessas tend\u00eancias de que Marx falava era a tend\u00eancia para a centraliza\u00e7\u00e3o do capital, ou seja, a forma\u00e7\u00e3o, ao longo do tempo, de blocos de capital cada vez maiores. Mas uma tend\u00eancia imanente do capital que n\u00e3o \u00e9 muito discutida \u00e9 a de que o capital procura superar ou contornar quaisquer restri\u00e7\u00f5es que lhe sejam impostas. Isto \u00e9 exatamente semelhante \u00e0 tend\u00eancia do capital para introduzir novos processos e novos produtos. Num caso, o impulso \u00e9 para superar as restri\u00e7\u00f5es impostas pelo Estado, pois quem o fizer primeiro obt\u00e9m um lucro extra; no outro caso, o impulso \u00e9 para superar as restri\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o impostas pela tecnologia, pois quem o fizer primeiro tem um ganho extra.<\/p>\n<p>\u00c9 \u00f3bvio que o capital pode n\u00e3o conseguir contornar a restri\u00e7\u00e3o que lhe \u00e9 imposta pelo Estado num determinado momento. Mas, ao longo do tempo, uma vez que a centraliza\u00e7\u00e3o continua a aumentar a dimens\u00e3o do capital, a capacidade do capital para superar ou contornar esta restri\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m aumenta, pois um capital maior est\u00e1 mais apto a superar tal restri\u00e7\u00e3o do que um capital menor. Por isso, mesmo que algumas restri\u00e7\u00f5es impostas ao capital possam ser vinculativas num determinado per\u00edodo, ou ao longo de uma sucess\u00e3o de per\u00edodos, essas mesmas restri\u00e7\u00f5es aparentemente vinculativas de hoje tender\u00e3o a ser contornadas amanh\u00e3, \u00e0 medida que a centraliza\u00e7\u00e3o ocorre ao longo do tempo.<\/p>\n<p>Segue-se que \u00e9 improv\u00e1vel que o capitalismo controlado venha a ser alguma vez um estado de coisas permanente. Mesmo que os controles se mantenham por algum tempo, e o capitalismo controlado pare\u00e7a ter-se tornado um estado de coisas congelado por algum tempo, a centraliza\u00e7\u00e3o que ocorre constantemente atua para o minar ao longo do tempo.<\/p>\n<p>Isto n\u00e3o \u00e9 apenas conversa especulativa. O enfraquecimento do keynesianismo ocorreu exatamente desta forma. Entre os pa\u00edses capitalistas avan\u00e7ados, aqueles que necessitavam de apoio tempor\u00e1rio \u00e0 balan\u00e7a de pagamentos consideraram conveniente aceitar fundos de curto prazo de outros pa\u00edses. No in\u00edcio, esses fundos de curto prazo n\u00e3o interferiam na capacidade do Estado de intervir na economia para manter n\u00edveis elevados de emprego e o ritmo das despesas sociais. Mas \u00e0 medida que a centraliza\u00e7\u00e3o do capital se operava e os fundos de curto prazo que entravam numa economia pertenciam cada vez mais a grandes aglomera\u00e7\u00f5es, como os fundos de pens\u00f5es, cujas retiradas tamb\u00e9m seriam em escala muito maior, a pol\u00edtica estatal passou a orientar-se para a preven\u00e7\u00e3o dessas retiradas; e f\u00ea-lo atrav\u00e9s da prossecu\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas aprovadas pelas finan\u00e7as globalizadas.<\/p>\n<p>Dito de outra forma, a autonomia do Estado-na\u00e7\u00e3o para prosseguir pol\u00edticas que considera serem do interesse social, uma autonomia que o keynesianismo tinha pressuposto, e que n\u00e3o estava errada no in\u00edcio, foi subvertida ao longo do tempo. Isto n\u00e3o foi acidental; era imanente \u00e0 natureza do capitalismo.<\/p>\n<p>Se o capitalismo, ao contr\u00e1rio do que \u00e9 ensinado nos livros did\u00e1ticos, n\u00e3o aceita docilmente quaisquer restri\u00e7\u00f5es que lhe sejam impostas, se tenta incessantemente superar tais restri\u00e7\u00f5es e se torna cada vez mais capaz de o fazer ao longo do tempo devido \u00e0 centraliza\u00e7\u00e3o do capital, ent\u00e3o qualquer vis\u00e3o de um capitalismo reformado, ou capitalismo social, torna-se uma quimera. Qualquer vis\u00e3o desse tipo implica necessariamente um certo grau de controle do capital pelo Estado; e se esse controle pelo Estado, exercido atrav\u00e9s da imposi\u00e7\u00e3o de restri\u00e7\u00f5es ao capital, for subvertido ao longo do tempo, ent\u00e3o tal vis\u00e3o torna-se obviamente insustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u00c9 esta verdade simples que tamb\u00e9m est\u00e1 na base da atual crise da social-democracia, raz\u00e3o pela qual esta est\u00e1 perdendo cada vez mais terreno para o neofascismo. A sua crise pol\u00edtica, por outras palavras, \u00e9 a express\u00e3o na esfera pol\u00edtica da sua crise te\u00f3rica, decorrente do enfraquecimento do keynesianismo.<\/p>\n<p>Sendo o capitalismo social uma quimera, n\u00e3o h\u00e1 alternativa ao socialismo; e se, na transi\u00e7\u00e3o para o socialismo, for permitida a exist\u00eancia de pequenas empresas capitalistas, \u00e9 necess\u00e1rio ter o cuidado de garantir que as tend\u00eancias imanentes do capital, tais como a centraliza\u00e7\u00e3o que produz blocos de capital cada vez maiores, sejam mantidas sob controle rigoroso.<\/p>\n<p>14\/Junho\/2026<br \/>\n[*] Economista, indiano, ver Wikipedia<br \/>\nO original encontra-se em <a href=\"http:\/\/peoplesdemocracy.in\/2026\/0614_pd\/chimera-reformed-capitalism\">peoplesdemocracy.in\/2026\/0614_pd\/chimera-reformed-capitalism<\/a><br \/>\nEste artigo encontra-se em resistir.info<br \/>\nComent\u00e1rios em https:\/\/t.me\/resistir_info<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33957\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[385,65,10],"tags":[227],"class_list":["post-33957","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-critica-da-economia-politica","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-5a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8PH","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33957","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33957"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33957\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33959,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33957\/revisions\/33959"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33957"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33957"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33957"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}