{"id":34022,"date":"2026-07-09T11:47:02","date_gmt":"2026-07-09T14:47:02","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=34022"},"modified":"2026-07-09T11:47:02","modified_gmt":"2026-07-09T14:47:02","slug":"ascensao-e-declinio-dos-eua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34022","title":{"rendered":"Ascens\u00e3o e decl\u00ednio dos EUA"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"34023\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34022\/image-2-26\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-2.png?fit=705%2C470&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"705,470\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"image (2)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-2.png?fit=705%2C470&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-34023\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-2.png?resize=705%2C470&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"705\" height=\"470\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-2.png?w=705&amp;ssl=1 705w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-2.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Andr\u00e9 Levy<\/p>\n<p>ABRILABRIL<br \/>\nOs EUA celebram 250 anos de exist\u00eancia. Uma hist\u00f3ria marcada pelas violentas contradi\u00e7\u00f5es que caracterizam o desenvolvimento de uma grande pot\u00eancia capitalista. Se foi nos EUA que nasceu a reivindica\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho de 8 horas, o que historicamente evoluiu no plano interno foi um aut\u00eantico manual da repress\u00e3o contra o movimento oper\u00e1rio, contra a livre organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores. A institucionaliza\u00e7\u00e3o de um sistema de representa\u00e7\u00e3o inteiramente sob o controle do grande capital. Uma desigualdade e discrimina\u00e7\u00e3o social, pol\u00edtica e ideol\u00f3gica sem paralelo. E no plano externo n\u00e3o existe no planeta inteiro pa\u00eds ou povo que n\u00e3o tenha tido em algum momento que se haver com os EUA. 250 anos guiados pela ambi\u00e7\u00e3o de se converter na pot\u00eancia hegem\u00f4nica global. Todavia, em vez disso, celebra o anivers\u00e1rio numa fase de decl\u00ednio, no plano econ\u00f4mico, social, pol\u00edtico e at\u00e9 militar. Decl\u00ednio que as suas classes dominantes se recusam a aceitar e que procuram contrariar por todos os meios.<\/p>\n<p>A ocupa\u00e7\u00e3o europeia da Am\u00e9rica do Norte e subsequentes 250 anos dos Estados Unidos da Am\u00e9rica s\u00e3o um exemplo \u00f3bvio de desenvolvimento de um sistema capitalista desde a fase de acumula\u00e7\u00e3o primitiva at\u00e9 a fase imperialista, com tudo o que isso implica de expropria\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o, desigualdade e opress\u00e3o, de viol\u00eancia e guerra.<\/p>\n<p>Uma viol\u00eancia, desde logo, quando come\u00e7aram a chegar os colonos europeus com as suas armas, doen\u00e7as e cultura de conquista, legitimada por pretensa superioridade racial. As Am\u00e9ricas pr\u00e9-colombianas estavam longe de serem terras desocupadas ou habitadas por popula\u00e7\u00f5es humanas num est\u00e1dio primitivo. Havia uma grande diversidade de culturas, uma ci\u00eancia e tecnologia bem desenvolvidas, e sistemas econ\u00f4micos e pol\u00edticos complexos. O colonialismo de povoamento trouxe a marginaliza\u00e7\u00e3o, expropria\u00e7\u00e3o, deslocamento em massa e a morte. Uma limpeza \u00e9tnica das popula\u00e7\u00f5es nativas respons\u00e1vel por um colapso demogr\u00e1fico na ordem dos 90% face \u00e0s popula\u00e7\u00f5es pr\u00e9-colombianas.<\/p>\n<p>Em paralelo, na Gr\u00e3-Bretanha, o processo de privatiza\u00e7\u00e3o da terra e expuls\u00e3o dos camponeses para as cidades contribuiu n\u00e3o s\u00f3 para garantir m\u00e3o-de-obra barata para a ind\u00fastria emergente no centro do imp\u00e9rio, mas tamb\u00e9m para alimentar a expans\u00e3o colonial nas Am\u00e9ricas. Em julho de 1776, j\u00e1 a popula\u00e7\u00e3o das treze col\u00f4nias brit\u00e2nicas na Am\u00e9rica do Norte atingia os dois milh\u00f5es de colonos e mais meio milh\u00e3o de escravos, face a cerca de 8 milh\u00f5es na Gr\u00e3-Bretanha. A vida econ\u00f4mica colonial correspondia a uma sociedade proto-capitalista, assentada na propriedade privada e na produ\u00e7\u00e3o e troca de mercadorias. Os produtores, comerciantes e donos de terra sentiam crescentemente os limites colocados pelo imp\u00e9rio brit\u00e2nico na forma de impostos, taxas aduaneiras, e regras comerciais. Estava gerado o conflito entre os interesses da classe burguesa emergente nos EUA e a monarquia brit\u00e2nica, que a Guerra da Independ\u00eancia. L\u00e9nine refere-se a ela como \u00abuma das grandes guerras, verdadeiramente libertadoras, verdadeiramente revolucion\u00e1rias\u00bb. Mas n\u00e3o obstante a ret\u00f3rica do Iluminismo espelhada na Declara\u00e7\u00e3o de Independ\u00eancia \u2014 \u00abtodos os homens s\u00e3o criados iguais, e s\u00e3o dotados pelo seu Criador de certos direitos inalien\u00e1veis, entre os quais a Vida, a Liberdade e a Busca da Felicidade\u00bb \u2014, a nova Constitui\u00e7\u00e3o institucionaliza a escravatura e alienava as popula\u00e7\u00f5es nativas.<\/p>\n<p>O tr\u00e1fico transatl\u00e2ntico de escravos para a Am\u00e9rica do Norte iniciou-se no s\u00e9culo XVII, mas foi no s\u00e9culo seguinte que se deu o grande fluxo. Estima-se que dos mais de 12 milh\u00f5es de africanos transportados para as Am\u00e9ricas como escravos (entre 1525 e 1866), cerca de 2 milh\u00f5es tenham morrido na travessia. Dos sobreviventes, apenas 4% foram levados para o atual territ\u00f3rio dos EUA. Em 1808, a importa\u00e7\u00e3o de escravos tornou-se ilegal nos EUA, mas o tr\u00e1fico dom\u00e9stico continuou.<\/p>\n<p>A poucos meses do in\u00edcio da Guerra Civil Americana (1860-1865), existiam cerca de 3,5 milh\u00f5es de escravos no Sul; a popula\u00e7\u00e3o total nessa regi\u00e3o era de 9 milh\u00f5es. A secess\u00e3o dos estados escravagistas do Sul (a Confedera\u00e7\u00e3o), no seguimento da elei\u00e7\u00e3o de Abraham Lincoln como presidente, em 1861, foi o culminar de uma s\u00e9rie de conflitos pol\u00edticos entre as duas regi\u00f5es com sistemas econ\u00f4micos contrastantes. Nos Estados do Norte (a Uni\u00e3o), desenvolvia-se rapidamente uma sociedade industrial capitalista, estruturada sobre uma classe trabalhadora \u00ablivre\u00bb (num duplo sentido, podendo vender a sua for\u00e7a de trabalho a qualquer capitalista e obrigada a faz\u00ea-lo por estar destitu\u00edda de meios de produ\u00e7\u00e3o). No Sul predominava a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, em planta\u00e7\u00f5es de tabaco, arroz e algod\u00e3o, assente na m\u00e3o de obra de escravos.<\/p>\n<p>Os sistemas econ\u00f4micos do Norte e Sul entram em conflito em torno dos novos territ\u00f3rios a oeste, em particular estes poderem ou n\u00e3o ser estados escravagistas. A plataforma eleitoral de Lincoln n\u00e3o se propunha abolir a escravatura onde ela estava estabelecida nos estados do Sul, mas sim limit\u00e1-la a estes estados, evitando assim a sua expans\u00e3o para os territ\u00f3rios a oeste.<\/p>\n<p>A Guerra Civil foi uma das guerras mais sangrentas da Hist\u00f3ria at\u00e9 ent\u00e3o, com um total de 600 mil mortos numa popula\u00e7\u00e3o de 30 milh\u00f5es. \u00c9 durante a guerra que Lincoln emite a Proclama\u00e7\u00e3o de Emancipa\u00e7\u00e3o (1863) declarando livres mais de 3,5 milh\u00f5es de escravos nos estados confederados. Marx descreve-a como \u00abo mais importante documento na hist\u00f3ria dos EUA desde o estabelecimento da Uni\u00e3o, equivalente ao rasgar da velha Constitui\u00e7\u00e3o\u00bb. A escravatura s\u00f3 \u00e9 efetivamente abolida em todo o pa\u00eds com a aprova\u00e7\u00e3o da 13.\u00ba Emenda da Constitui\u00e7\u00e3o, ratificada j\u00e1 finda a guerra. Mas o racismo e discrimina\u00e7\u00e3o continuaram sendo um eixo estruturante da sociedade at\u00e9 aos dias de hoje, e com particular acuidade at\u00e9 \u00e0s grandes lutas pela igualdade da d\u00e9cada de 1960s.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a vit\u00f3ria da Uni\u00e3o na Guerra Civil, a balan\u00e7a do poder pol\u00edtico tornou-se favor\u00e1vel aos interesses econ\u00f4micos do Norte. A guerra havia estimulado a industrializa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de armamento, mas d\u00e1-se tamb\u00e9m um grande desenvolvimento da grande ind\u00fastria e do transporte ferrovi\u00e1rio. No p\u00f3s-guerra, formam-se grandes monop\u00f3lios no setor petrol\u00edfero, na produ\u00e7\u00e3o do a\u00e7o e no setor financeiro.<\/p>\n<p>Beneficiando dos seus enormes recursos naturais e dum relativo isolamento face ao centro capitalista europeu, os EUA tornam-se, em finais do S\u00e9culo XIX, numa grande pot\u00eancia econ\u00f4mica mundial. Em 1890, o seu PIB ultrapassa o da Gr\u00e3-Bretanha, tornando-se o maior do mundo (posi\u00e7\u00e3o cimentada ap\u00f3s a Primeira Guerra Mundial). O capitalismo estadunidense atingia a sua fase imperialista. H\u00e1 um investimento crescente de capital no Caribe, Am\u00e9rica Latina, e \u00c1sia-Pac\u00edfico. Entre 1798 e 1895, os EUA j\u00e1 tinham levado a cabo mais de 103 interven\u00e7\u00f5es noutros pa\u00edses para impor os seus interesses. Em 1898, ensaia um confronto com outra pot\u00eancia imperialista na guerra Hispano-Americana, ap\u00f3s a qual os EUA assumiram o controle de Cuba, Porto Rico, Guam e Filipinas (onde de seguida reprimiram de forma particularmente sangrenta um movimento independentista). O pa\u00eds fundado por um movimento anticolonial transformava-se ele pr\u00f3prio numa pot\u00eancia imperial.<\/p>\n<p>A guerra sempre fez parte da matriz dos EUA. Se contarmos todas as opera\u00e7\u00f5es militares em que os EUA estiveram envolvidos desde a sua independ\u00eancia, o pa\u00eds esteve em guerra durante 92% da sua hist\u00f3ria, deixando apenas cerca de 20 anos de paz desde 1776. Ap\u00f3s a II Guerra Mundial, da qual saiu fortalecido face aos seus rivais europeus, o grande capital dos EUA afirmou a sua hegemonia no seio do mundo capitalista. Para combater o poderoso ascenso do movimento de liberta\u00e7\u00e3o nacional e social (revolu\u00e7\u00f5es socialistas, crise e derrocada dos imp\u00e9rios coloniais europeus), os EUA subordinam as restantes pot\u00eancias imperialistas e desencadeiam uma contraofensiva global, que ficou conhecida como Guerra Fria.<\/p>\n<p>Hoje os EUA t\u00eam cerca de 750 bases militares em 80 pa\u00edses e territ\u00f3rios estrangeiros (cerca de 80% de todas as bases militares em territ\u00f3rio estrangeiro, em n\u00edvel mundial). Em 2025, o seu or\u00e7amento militar superou os 900 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, representando cerca de um ter\u00e7o da despesa militar global, e quase o dobro da soma das despesas da China e R\u00fassia. Apesar do seu evidente dom\u00ednio militar, s\u00e3o muitos os sinais de perda de hegemonia mundial em termos econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>No n\u00edvel dom\u00e9stico, a concentra\u00e7\u00e3o de capital tem acelerado drasticamente, levando a um dos maiores n\u00edveis de desigualdade econ\u00f4mica entre as na\u00e7\u00f5es desenvolvidas: o 1% mais rico da popula\u00e7\u00e3o det\u00e9m quase 32% da riqueza do pa\u00eds (55 bilh\u00f5es de d\u00f3lares), um valor equivalente ao da riqueza de 90% da popula\u00e7\u00e3o. Politicamente, o pa\u00eds encontra-se polarizado, havendo uma desconfian\u00e7a crescente nas institui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e nos grandes monop\u00f3lios. Os movimentos de massas contra a explora\u00e7\u00e3o e o militarismo, e em defesa da democracia e justi\u00e7a social t\u00eam ocorrido esporadicamente. Mas s\u00e3o sustentados por alian\u00e7as pontuais ou por for\u00e7as pol\u00edticas que n\u00e3o contestam o sistema de poder, n\u00e3o tendo por base estruturas org\u00e2nicas que garantam um trabalho de consciencializa\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o mais sistem\u00e1ticos. As pr\u00e1ticas corruptas e autorit\u00e1rias de Trump e Cia. exigem a constru\u00e7\u00e3o de uma ampla frente, que v\u00e1 al\u00e9m da mera altern\u00e2ncia entre dois partidos representando diferentes fac\u00e7\u00f5es da classe dominante, e que lute por uma efetiva mudan\u00e7a do sistema democr\u00e1tico e econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Os EUA chegam aos 250 anos da sua exist\u00eancia numa fase de decl\u00ednio, no plano econ\u00f4mico, social, pol\u00edtico e at\u00e9 militar. Decl\u00ednio que as suas classes dominantes se recusam a aceitar. E que procuram contrariar por todos os meios, gerando os imensos perigos de guerra e confronta\u00e7\u00e3o global que hoje a Humanidade est\u00e1 enfrentando.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.abrilabril.pt\/internacional\/ascensao-e-o-declinio-dos-eua\">https:\/\/www.abrilabril.pt\/internacional\/ascensao-e-o-declinio-dos-eua<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34022\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[65,10],"tags":[227],"class_list":["post-34022","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-5a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8QK","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34022","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34022"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34022\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34024,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34022\/revisions\/34024"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34022"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34022"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34022"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}