{"id":34028,"date":"2026-07-09T13:08:42","date_gmt":"2026-07-09T16:08:42","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=34028"},"modified":"2026-07-09T13:08:42","modified_gmt":"2026-07-09T16:08:42","slug":"os-acordos-comerciais-mundiais-desiguais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34028","title":{"rendered":"Os acordos comerciais mundiais desiguais"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"34029\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34028\/attachment\/79467\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/79467.jpg?fit=734%2C703&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"734,703\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"79467\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/79467.jpg?fit=734%2C703&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-34029\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/79467.jpg?resize=734%2C703&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"734\" height=\"703\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/79467.jpg?w=734&amp;ssl=1 734w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/79467.jpg?resize=300%2C287&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 734px) 100vw, 734px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>\u2013 As duas armas b\u00e1sicas utilizadas por Trump: tarifas punitivas e tratados comerciais desiguais impostos aos seus parceiros<\/p>\n<p>Prabhat Patnaik [*]<\/p>\n<p>Consequ\u00eancias do aumento das tarifas em 1930.<\/p>\n<p>Considere-se um cen\u00e1rio muito simples, de um mundo em que existem apenas dois pa\u00edses envolvidos no com\u00e9rcio. Um deles apresenta um excedente da balan\u00e7a corrente, enquanto o outro, por defini\u00e7\u00e3o, apresenta um d\u00e9ficit id\u00eantico na balan\u00e7a corrente. \u00c9 razo\u00e1vel supor que, uma vez que o pa\u00eds com excedente \u00e9 obviamente mais bem-sucedido como concorrente internacional, este estaria pr\u00f3ximo da plena utiliza\u00e7\u00e3o da sua capacidade num regime de com\u00e9rcio livre, enquanto o pa\u00eds com d\u00e9ficit, mais fraco em termos de competitividade, teria uma capacidade n\u00e3o utilizada muito maior.<\/p>\n<p>Suponhamos agora que o pa\u00eds com excedente aumente a sua absor\u00e7\u00e3o interna de bens, aumentando, por exemplo, o consumo dos seus trabalhadores; uma vez que n\u00e3o disp\u00f5e de muita capacidade n\u00e3o utilizada, esta maior absor\u00e7\u00e3o implicaria uma redu\u00e7\u00e3o das suas exporta\u00e7\u00f5es e, consequentemente, do seu excedente da balan\u00e7a corrente. Como o seu excedente deve ser id\u00eantico ao d\u00e9ficit do outro pa\u00eds, uma redu\u00e7\u00e3o do mesmo deve significar uma redu\u00e7\u00e3o do d\u00e9fice da balan\u00e7a corrente do segundo pa\u00eds.<\/p>\n<p>O mecanismo atrav\u00e9s do qual isto ocorreria \u00e9 o seguinte: \u00e0 medida que as exporta\u00e7\u00f5es do pa\u00eds com excedente para o pa\u00eds com d\u00e9ficit se reduzem, os produtores nacionais deste \u00faltimo passam a ter acesso a mercados internos mais amplos e, consequentemente, a produzirem mais, utilizando a sua capacidade ociosa. A produ\u00e7\u00e3o, o emprego e, por conseguinte, o consumo interno no pa\u00eds com d\u00e9fice aumentar\u00e3o, portanto, como consequ\u00eancia de um aumento do consumo dos trabalhadores no pa\u00eds com excedente.<\/p>\n<p>Dito de outra forma, se o pa\u00eds com excedente for for\u00e7ado a &#8220;ajustar-se&#8221;, ou seja, a eliminar o desequil\u00edbrio da balan\u00e7a corrente entre os dois pa\u00edses, ent\u00e3o, considerando o mundo como um todo (que, no presente caso, consiste apenas em dois pa\u00edses), haver\u00e1 um aumento da produ\u00e7\u00e3o, do emprego e do consumo, mesmo \u00e0 medida que os desequil\u00edbrios da balan\u00e7a corrente forem sendo eliminados. \u00c9, portanto, l\u00f3gico que a elimina\u00e7\u00e3o dos desequil\u00edbrios da balan\u00e7a corrente deva ser procurada atrav\u00e9s de &#8220;ajustamentos&#8221; por parte do pa\u00eds com excedente, uma vez que conduz a um melhor resultado para todos os envolvidos.<\/p>\n<p>O atual regime de com\u00e9rcio internacional, no entanto, \u00e9 exatamente o oposto disso: obriga n\u00e3o o pa\u00eds com excedente, mas sim o pa\u00eds com d\u00e9ficit a efetuar o ajustamento atrav\u00e9s da redu\u00e7\u00e3o da sua absor\u00e7\u00e3o interna de bens e servi\u00e7os. O argumento aqui \u00e9 que uma redu\u00e7\u00e3o da procura interna no pa\u00eds com d\u00e9ficit significar\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 da sua produ\u00e7\u00e3o interna, mas tamb\u00e9m das suas importa\u00e7\u00f5es, o que reduziria o seu d\u00e9fice da balan\u00e7a corrente (e ipso facto o excedente da balan\u00e7a corrente do primeiro pa\u00eds) e, assim, alcan\u00e7aria o ajustamento desejado. No entanto, nesse processo, a procura na economia mundial diminui e, com ela, a produ\u00e7\u00e3o e o emprego mundiais; e, escusado ser\u00e1 dizer, o n\u00edvel de consumo na economia mundial \u00e9 reduzido por esse ajustamento.<\/p>\n<p>Temos, assim, duas formas poss\u00edveis de efetuar o ajustamento para eliminar os desequil\u00edbrios da balan\u00e7a corrente: se o pa\u00eds com excedente for obrigado a ajustar-se, a produ\u00e7\u00e3o, o emprego e o consumo mundiais aumentam; se, pelo contr\u00e1rio, for o pa\u00eds com d\u00e9ficit a ter de se ajustar, a produ\u00e7\u00e3o, o emprego e o consumo mundiais diminuem. O aumento do consumo mundial, ali\u00e1s, deve ocorrer no primeiro caso, mesmo que o aumento da absor\u00e7\u00e3o interna no pa\u00eds com excedente n\u00e3o se concretize atrav\u00e9s de um aumento do consumo dos trabalhadores; uma vez que a produ\u00e7\u00e3o e o emprego no pa\u00eds com d\u00e9fice aumentam, a massa salarial mundial total e o consumo mundial aumentam, pouco importando como a economia excedent\u00e1ria aumente a sua absor\u00e7\u00e3o interna.<\/p>\n<p>Surpreendentemente, por\u00e9m, os acordos comerciais mundiais s\u00e3o tais que, sempre que existem desequil\u00edbrios, \u00e9 aplicado o modo inferior de ajustamento, e n\u00e3o o modo superior. Esta \u00e9 a irracionalidade dos acordos comerciais mundiais sob os quais vivemos. Quando o sistema de Bretton Woods estava sendo criado, em 1944, o economista John Maynard Keynes tinha avan\u00e7ado a ideia de obrigar tamb\u00e9m os pa\u00edses com excedente a realizar algum ajustamento.<\/p>\n<p>Mas os EUA, naquela \u00e9poca, eram uma economia com um excedente persistente na balan\u00e7a corrente e opuseram-se \u00e0 ideia de obrigar as economias com excedentes a realizar ajustamentos: preferiam deter cr\u00e9ditos sobre outros pa\u00edses, o que lhes conferia poder sobre estes, em vez de aumentar a absor\u00e7\u00e3o interna \u2014 sendo a forma mais \u00f3bvia de o fazer o aumento do consumo dos trabalhadores. De qualquer forma, uma economia capitalista dificilmente daria prioridade ao aumento do consumo dos trabalhadores.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que muita coisa mudou desde 1944, quando se realizou a confer\u00eancia de Bretton Woods; os EUA, que tinham sido um pa\u00eds com excedente nessa altura e durante muito tempo ap\u00f3s a guerra, come\u00e7aram a registar d\u00e9ficits persistentes da balan\u00e7a corrente a partir de meados da d\u00e9cada de 1970. Por que raz\u00e3o, poder\u00e1 perguntar-se, \u00e9 que os EUA n\u00e3o come\u00e7aram a exigir ajustamentos aos pa\u00edses com excedentes quando deixaram de ter excedentes eles pr\u00f3prios?<\/p>\n<p>H\u00e1 tr\u00eas raz\u00f5es \u00f3bvias que se podem citar para explicar por que raz\u00e3o n\u00e3o o fizeram:<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, ter um d\u00e9ficit \u00e9 algo que o &#8220;l\u00edder&#8221; do mundo capitalista teria de aceitar como parte dos deveres da &#8220;lideran\u00e7a&#8221;; por exemplo, o &#8220;l\u00edder&#8221; tem de manter uma rede de bases militares em todo o mundo para as suas atividades contrarrevolucion\u00e1rias, o que implica incorrer em despesas no estrangeiro e, consequentemente, num d\u00e9ficit da balan\u00e7a corrente. Os EUA, portanto, n\u00e3o ficaram excessivamente chocados ou surpreendidos com os d\u00e9ficits da balan\u00e7a corrente que come\u00e7aram a registar.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, uma vez que o d\u00f3lar americano desempenhava o papel de &#8220;moeda mundial&#8221; de fato, que o resto do mundo estava disposto a deter em quantidades quase ilimitadas, os EUA n\u00e3o tiveram problemas em financiar o seu d\u00e9ficit disponibilizando d\u00f3lares (e ativos denominados em d\u00f3lares) aos pa\u00edses com excedentes e, por conseguinte, n\u00e3o sentiram necessidade de qualquer ajustamento da sua parte ou da parte dos pa\u00edses com excedentes, pelo menos nenhuma necessidade urgente de ajustamento.<\/p>\n<p>Em terceiro lugar, grande parte das exporta\u00e7\u00f5es dos pa\u00edses com excedentes para os EUA \u2013 na \u00c1sia Oriental, por exemplo \u2013 era produzida pelo pr\u00f3prio capital americano, que havia deslocalizado as suas atividades de produ\u00e7\u00e3o para esses pa\u00edses. Insistir numa redu\u00e7\u00e3o do excedente desses pa\u00edses poderia, portanto, significar prejudicar os interesses do capital americano, o que, obviamente, nenhuma administra\u00e7\u00e3o norte-americana faria, a menos que fosse urgentemente necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Por todas estas raz\u00f5es, apesar da mudan\u00e7a na situa\u00e7\u00e3o internacional que levou os EUA a incorrer em d\u00e9ficits persistentes da balan\u00e7a corrente, n\u00e3o houve qualquer exig\u00eancia imediata por parte dos EUA no sentido de introduzir altera\u00e7\u00f5es nos acordos comerciais mundiais. Os EUA contentavam-se em deixar que os d\u00f3lares e os ativos denominados em d\u00f3lares aflu\u00edssem \u00e0 economia mundial como forma de liquidar o seu d\u00e9ficit da balan\u00e7a corrente.<\/p>\n<p>No entanto, a situa\u00e7\u00e3o tomou um rumo diferente nos \u00faltimos tempos. Com a China se afastando da deten\u00e7\u00e3o de reservas cambiais em d\u00f3lares e com a amea\u00e7a da desdolariza\u00e7\u00e3o a pairar no horizonte (por mais distante que essa amea\u00e7a possa ser, por enquanto), os EUA sentem agora a necessidade de reduzir o seu d\u00e9ficit da balan\u00e7a corrente; mas n\u00e3o est\u00e3o preocupados em alterar os acordos comerciais mundiais de forma a beneficiar a economia mundial no seu conjunto. As recentes medidas de Trump atestam isso mesmo.<\/p>\n<p>As medidas de Trump n\u00e3o se destinam a superar a irracionalidade do sistema comercial mundial que discutimos acima; destinam-se apenas a garantir que os EUA n\u00e3o sofram com a sua posi\u00e7\u00e3o deficit\u00e1ria, que superem a sua situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil de serem um pa\u00eds deficit\u00e1rio sem fazer o ajuste habitual que envolve uma redu\u00e7\u00e3o da sua procura interna \u2014 algo que um pa\u00eds deficit\u00e1rio \u00e9 suposto fazer. Na verdade, pelo contr\u00e1rio, as medidas de Trump visam reduzir o d\u00e9ficit dos EUA, ao mesmo tempo que aumentam a sua produ\u00e7\u00e3o interna e o emprego. Vejamos como.<\/p>\n<p>As duas armas b\u00e1sicas utilizadas por Trump s\u00e3o: tarifas punitivas e tratados comerciais desiguais impostos aos parceiros comerciais (dos quais a \u00cdndia \u00e9 o primeiro exemplo); estes tratados desiguais estipulam os montantes exatos que um pa\u00eds deve importar dos EUA (sem estipular nada na dire\u00e7\u00e3o oposta). Na verdade, as tarifas punitivas s\u00e3o utilizadas como castigo infligido a qualquer pa\u00eds que n\u00e3o aceite o tratado desigual; e os pa\u00edses aceitam o tratado desigual como o menor de dois males.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que o d\u00e9ficit comercial diminui atrav\u00e9s desses meios coercitivos, a procura por bens nacionais aumenta nos EUA e, consequentemente, tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o interna e o emprego. Mas isto n\u00e3o equivale a qualquer acordo comercial alternativo para a economia mundial como um todo que fosse universalmente ben\u00e9fico e, portanto, constitu\u00edsse uma manifesta\u00e7\u00e3o de racionalidade. S\u00e3o os EUA que apontam uma arma \u00e0 cabe\u00e7a dos pa\u00edses e insistem num acordo favor\u00e1vel para si pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>De fato, com um acordo mais vantajoso para si pr\u00f3prios, ir\u00e3o empenhar-se com ainda maior entusiasmo na imposi\u00e7\u00e3o de uma disposi\u00e7\u00e3o irracional do com\u00e9rcio mundial que for\u00e7a os pa\u00edses com d\u00e9ficit a procederem a ajustamentos \u2014 uma disposi\u00e7\u00e3o irracional que os pr\u00f3prios EUA tem sido instrumentais para imporem ao mundo.<\/p>\n<p>Ver tamb\u00e9m:<br \/>\nA explora\u00e7\u00e3o colonial e a troca desigual moldaram dois s\u00e9culos de desigualdade Norte-Sul<\/p>\n<p>[*] Economista, indiano, ver Wikipedia<br \/>\nO original encontra-se em <a href=\"http:\/\/peoplesdemocracy.in\/2026\/0705_pd\/irrationality-world-trade-arrangements\">peoplesdemocracy.in\/2026\/0705_pd\/irrationality-world-trade-arrangements<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34028\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[385,65,10],"tags":[226],"class_list":["post-34028","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-critica-da-economia-politica","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-4b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8QQ","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34028","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34028"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34028\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34030,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34028\/revisions\/34030"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34028"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34028"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34028"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}