{"id":34092,"date":"2026-07-29T10:37:00","date_gmt":"2026-07-29T13:37:00","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=34092"},"modified":"2026-07-29T10:37:00","modified_gmt":"2026-07-29T13:37:00","slug":"capitalismo-x-socialismo-e-o-pleno-emprego","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34092","title":{"rendered":"Capitalismo x socialismo e o pleno emprego"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"34093\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34092\/image-1-66\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1-7.png?fit=710%2C596&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"710,596\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"image (1)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1-7.png?fit=710%2C596&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-34093\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1-7.png?resize=710%2C596&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"710\" height=\"596\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1-7.png?w=710&amp;ssl=1 710w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-1-7.png?resize=300%2C252&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 710px) 100vw, 710px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Prabhat Patnaik [*]<\/p>\n<p>T\u00e3o difusa \u00e9 a ideologia burguesa nos dias de hoje que at\u00e9 mesmo muitos dos que est\u00e3o totalmente comprometidos com a vis\u00e3o do socialismo alimentam ideias acerca do mesmo que s\u00e3o absolutamente err\u00f4neas. N\u00e3o seria, portanto, descabido voltar mais uma vez a esta quest\u00e3o fundamental. A percep\u00e7\u00e3o comum do socialismo \u00e9 a de que se trata de uma sociedade caracterizada pela propriedade social dos meios de produ\u00e7\u00e3o, sendo a propriedade estatal considerada como um indicador disso. Mas isto, embora seja uma condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, n\u00e3o \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o suficiente. A antiga Iugosl\u00e1via, por exemplo, embora se caracterizasse predominantemente pela propriedade estatal dos meios de produ\u00e7\u00e3o, apresentava muitas das caracter\u00edsticas associadas ao capitalismo, tais como o desemprego, a infla\u00e7\u00e3o e a desigualdade, tanto pessoal como regional (embora em nada t\u00e3o extrema como aquilo que o capitalismo neoliberal &#8220;conseguiu&#8221; hoje); da mesma forma, existem muitos pa\u00edses capitalistas, como a Fran\u00e7a, onde existe um setor nacionalizado significativo, mas este fato n\u00e3o faz da Fran\u00e7a um pa\u00eds socialista. O socialismo, portanto, significa claramente algo mais do que apenas a propriedade social ou estatal.<\/p>\n<p>O que o capitalismo promove fundamentalmente entre os agentes econ\u00f4micos \u00e9 a competi\u00e7\u00e3o: a concorr\u00eancia entre capitalistas, que os obriga a acumular, para que possam introduzir as mais recentes inova\u00e7\u00f5es em processos e produtos, pois, de outra forma, iriam \u00e0 fal\u00eancia; e a concorr\u00eancia entre trabalhadores (que, naturalmente, os trabalhadores superam formando o que Marx chamou de &#8220;combina\u00e7\u00f5es&#8221; ou sindicatos, que os capitalistas tentam constantemente destruir ou enfraquecer). O socialismo, em contrapartida, baseia-se na coopera\u00e7\u00e3o entre os agentes econ\u00f4micos; uma vez que tal coopera\u00e7\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel na aus\u00eancia da propriedade comum dos meios de produ\u00e7\u00e3o e, consequentemente, na aus\u00eancia do desaparecimento da classe dos capitalistas, o socialismo implica a coopera\u00e7\u00e3o entre os trabalhadores, ou seja, o abandono da concorr\u00eancia. A Iugosl\u00e1via, o caso mencionado anteriormente, seguiu o &#8220;socialismo de mercado&#8221;, o que basicamente significava que as empresas estatais competiam entre si no mercado, tal como as empresas privadas fazem no capitalismo; e esta foi a raz\u00e3o pela qual apresentava certas caracter\u00edsticas do capitalismo.<\/p>\n<p>Sendo a concorr\u00eancia o modo b\u00e1sico de funcionamento do sistema capitalista, isso implica, por sua vez, que aqueles que saem a perder na corrida competitiva t\u00eam de enfrentar alguma penaliza\u00e7\u00e3o. Esta penaliza\u00e7\u00e3o deve assumir a forma de &#8220;expuls\u00e3o&#8221; do sistema, o que sugere que deve existir um &#8220;fora&#8221; do sistema para onde esses &#8220;fracassados&#8221; possam ser relegados. Este &#8220;fora&#8221;, a que Marx e Engels chamaram &#8220;ex\u00e9rcito de reserva do trabalho&#8221;, desempenha um papel ainda mais importante no capitalismo, que se resume do seguinte modo.<\/p>\n<p>Todo o sistema de produ\u00e7\u00e3o requer algum mecanismo para impor a motiva\u00e7\u00e3o e a disciplina de trabalho aos trabalhadores. Na escravatura, o pr\u00f3prio escravo era propriedade do &#8220;senhor&#8221;, que podia recorrer \u00e0 coa\u00e7\u00e3o f\u00edsica para impor a motiva\u00e7\u00e3o e a disciplina de trabalho. No feudalismo, da mesma forma, a coa\u00e7\u00e3o f\u00edsica \u2014 o chicote do senhor feudal \u2014 era o meio utilizado para impor a motiva\u00e7\u00e3o e a disciplina de trabalho. Mas no capitalismo, pelo menos em teoria, n\u00e3o h\u00e1 margem para o uso de coer\u00e7\u00e3o f\u00edsica sobre os trabalhadores; por que raz\u00e3o, ent\u00e3o, se motivam a trabalhar de forma disciplinada? A resposta \u00e9 que seriam demitidos se n\u00e3o o fizessem, ou seja, seriam expulsos do sistema; e para que isso seja poss\u00edvel, deve existir um &#8220;exterior&#8221; ao sistema.<\/p>\n<p>Este &#8220;fora&#8221; \u00e9 igualmente importante para dois outros fins cruciais: primeiro, para garantir que os sal\u00e1rios reais sejam mantidos sob controle em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produtividade do trabalho, o que torna poss\u00edvel uma apropria\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da mais-valia pelo capitalista; e, segundo, para garantir que as reivindica\u00e7\u00f5es salariais monet\u00e1rias sejam mantidas sob controle, o que est\u00e1 na base da estabilidade do valor da moeda. O modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista deve, portanto, ser definido como uma totalidade constitu\u00edda tanto por um &#8220;interior&#8221; como por um &#8220;exterior&#8221;. Este &#8220;exterior&#8221; \u00e9 um constituinte l\u00f3gico do sistema; \u00e9 t\u00e3o essencial quanto o &#8220;interior&#8221; na defini\u00e7\u00e3o do sistema como um todo.<\/p>\n<p>Apenas o marxismo reconhece este fato, nenhuma outra corrente da teoria econ\u00f4mica o faz. A corrente mais comum da economia, a walrasiana, por exemplo, considera que se alcan\u00e7a um equil\u00edbrio no mercado em que a procura e a oferta s\u00e3o iguais em todos os mercados, o que significa tamb\u00e9m no mercado de trabalho. Por outras palavras, o sistema caracteriza-se pelo pleno emprego em todos os per\u00edodos; n\u00e3o h\u00e1 ex\u00e9rcito de reserva, nem desemprego involunt\u00e1rio e, por conseguinte, n\u00e3o h\u00e1 &#8220;exterior&#8221;, apenas o &#8220;interior&#8221;. O que garante a motiva\u00e7\u00e3o e a disciplina no trabalho num sistema deste tipo fica por explicar, o que significa, na pr\u00e1tica, que n\u00e3o h\u00e1 produ\u00e7\u00e3o alguma. Nem mesmo a Economia Pol\u00edtica Cl\u00e1ssica consegue explicar a produ\u00e7\u00e3o, uma vez que n\u00e3o consegue explicar a motiva\u00e7\u00e3o e a disciplina no trabalho, apesar de Marx ter, com generosidade extravagante, descrito uma vez David Ricardo \u2014 uma figura central entre os economistas cl\u00e1ssicos \u2014 como um &#8220;te\u00f3rico da produ\u00e7\u00e3o par excellence&#8221;.<\/p>\n<p>Isto, de fato, leva-nos ao n\u00facleo da diferen\u00e7a entre o capitalismo e o socialismo: enquanto o capitalismo, embora n\u00e3o recorra \u00e0 coa\u00e7\u00e3o f\u00edsica para obrigar as pessoas a trabalhar, recorre \u00e0 coa\u00e7\u00e3o da demiss\u00e3o, de atirar as pessoas para o desemprego ou de as expulsar do &#8220;interior&#8221; para o &#8220;exterior&#8221;, o socialismo n\u00e3o tem &#8220;lado de fora&#8221;. As pessoas trabalham no socialismo n\u00e3o por qualquer forma de coer\u00e7\u00e3o, mas em benef\u00edcio da comunidade a que pertencem, a comunidade que tamb\u00e9m \u00e9 propriet\u00e1ria dos meios de produ\u00e7\u00e3o. A propriedade social dos meios de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para a forma\u00e7\u00e3o de tal comunidade; n\u00e3o define per se o socialismo, mas constitui uma condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para a exist\u00eancia do socialismo.<\/p>\n<p>Desta diferen\u00e7a b\u00e1sica entre o capitalismo e o socialismo decorre outra diferen\u00e7a importante. O capitalismo \u00e9, e tem de ser, um sistema punitivo, um sistema baseado em punir os que ficam para tr\u00e1s, enquanto o socialismo, cuja ess\u00eancia \u00e9 a coopera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o pode ser um sistema punitivo. Esta natureza punitiva est\u00e1 enraizada no funcionamento do sistema capitalista; n\u00e3o \u00e9 necessariamente o resultado da maldade de ningu\u00e9m. Os capitalistas que n\u00e3o acumulam e, por isso, carecem dos meios necess\u00e1rios para introduzir novos processos e produtos, s\u00e3o punidos com a perda do seu lugar no sistema; e o seu lugar \u00e9 ocupado por capitalistas que acumulam mais e introduzem mais tecnologia, que geralmente s\u00e3o de maior dimens\u00e3o, um fen\u00f4meno que Marx abordou sob o termo &#8220;centraliza\u00e7\u00e3o&#8221; do capital. E os trabalhadores que n\u00e3o t\u00eam um desempenho satisfat\u00f3rio para os capitalistas s\u00e3o punidos por estes \u00faltimos, perdendo o seu lugar no sistema e sendo lan\u00e7ados para as fileiras dos desempregados. O &#8220;exterior&#8221;, ou o ex\u00e9rcito de reserva de trabalho, \u00e9, assim, tanto um recept\u00e1culo para aqueles que s\u00e3o punidos, como, simultaneamente, um mecanismo para afirmar o poder do capital sobre o trabalho.<\/p>\n<p>Da\u00ed decorrem imediatamente duas conclus\u00f5es. Primeiro, qualquer passo no sentido do &#8220;capitalismo social&#8221;, no sentido de melhorar as condi\u00e7\u00f5es gerais da popula\u00e7\u00e3o, constitui simultaneamente uma redu\u00e7\u00e3o do poder punitivo do sistema e, por conseguinte, tamb\u00e9m do poder do capital sobre o trabalho. Este \u00e9 um ponto que Keynes n\u00e3o tinha percebido, pois, mesmo ao reconhecer as falhas do sistema capitalista tal como conceitualizado pelos walrasianos, continuava a ver o sistema em termos amplamente walrasianos, no sentido de o considerar composto n\u00e3o por um &#8220;interior&#8221; e um &#8220;exterior&#8221;, mas apenas por um &#8220;interior&#8221;. A obje\u00e7\u00e3o do capital \u00e0s medidas keynesianas \u2014 que Keynes via como resultante apenas de uma falta de compreens\u00e3o do funcionamento do sistema e que desapareceria com o tempo, \u00e0 medida que uma melhor compreens\u00e3o se fosse impondo \u2014 tinha, na verdade, fundamentos mais s\u00f3lidos; n\u00e3o s\u00f3 o pleno emprego era uma impossibilidade no capitalismo, como qualquer passo nesse sentido tendia a minar o poder do capital sobre o trabalho (o que n\u00e3o significa que, em certas situa\u00e7\u00f5es, o capital n\u00e3o aceitasse um tal movimento). O fato de as medidas keynesianas destinadas a estabilizar o capitalismo terem ca\u00eddo em desuso nos dias de hoje n\u00e3o deve constituir uma surpresa. Um &#8220;capitalismo reformado&#8221; ou um &#8220;capitalismo social&#8221; \u00e9 uma quimera, uma vez que ignora o fato de o sistema ser punitivo.<\/p>\n<p>Segundo, uma vez que o socialismo, pela sua pr\u00f3pria natureza, n\u00e3o \u00e9 um sistema punitivo, deve caracterizar-se pelo pleno emprego. O fato de ser punitivo \u2014 quer no sentido de ficar aqu\u00e9m do pleno emprego, quer no sentido de recorrer a m\u00e9todos mais diretamente coercitivos para impor a motiva\u00e7\u00e3o e a disciplina no trabalho \u2014 pode, na melhor das hip\u00f3teses, ser um fen\u00f4meno transit\u00f3rio que caracteriza o per\u00edodo em que est\u00e1 a se estabelecer, mas n\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica do socialismo; na verdade, \u00e9 antit\u00e9tico ao socialismo.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 de surpreender que as \u00fanicas economias da era moderna que se tenham caracterizado pelo pleno emprego tenham sido a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e as economias socialistas da Europa de Leste. Com o colapso do socialismo nessas regi\u00f5es, voltamos \u00e0 presen\u00e7a generalizada do desemprego nessas sociedades. Mas, independentemente dos desvios e distor\u00e7\u00f5es que surjam durante a consolida\u00e7\u00e3o do socialismo, idolatr\u00e1-los como caracter\u00edsticas permanentes do sistema \u00e9 um erro grave.<\/p>\n<p>26\/Julho\/2026<br \/>\n[*] Economista, indiano, ver Wikipedia<br \/>\nO original encontra-se em <a href=\"http:\/\/peoplesdemocracy.in\/2026\/0726_pd\/what-socialism.\">peoplesdemocracy.in\/2026\/0726_pd\/what-socialism.<\/a><br \/>\nEste artigo encontra-se em resistir.info<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34092\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[385,65,10],"tags":[226],"class_list":["post-34092","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-critica-da-economia-politica","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-4b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8RS","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34092","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34092"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34092\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34094,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34092\/revisions\/34094"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34092"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34092"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34092"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}