{"id":3412,"date":"2012-08-23T18:23:58","date_gmt":"2012-08-23T18:23:58","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3412"},"modified":"2012-08-23T18:23:58","modified_gmt":"2012-08-23T18:23:58","slug":"cresce-o-custo-da-divida-publica-federal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3412","title":{"rendered":"Cresce o custo da d\u00edvida p\u00fablica federal"},"content":{"rendered":"\n<p>Apesar da queda da taxa de juros b\u00e1sica da economia, o custo m\u00e9dio da D\u00edvida P\u00fablica Federal (DPF) se manteve em alta em julho. Enquanto a Selic passou de 11% ao ano para 8% de dezembro do ano passado at\u00e9 o \u00faltimo m\u00eas, os juros m\u00e9dios pagos pelo governo para rolar sua d\u00edvida em t\u00edtulos aumentaram no mesmo per\u00edodo, passando de 12,83% ao ano para 12,88%. Em julho, o estoque da d\u00edvida p\u00fablica federal registrou a primeira queda do ano, de R$ 1,97 trilh\u00e3o para R$ 1,87 trilh\u00e3o.<\/p>\n<p>Isso porque o governo resgatou parcela importante dessa d\u00edvida, que compensou o pagamento de juros no per\u00edodo. Se a queda dos juros b\u00e1sicos ainda n\u00e3o teve reflexo importante sobre a d\u00edvida p\u00fablica, j\u00e1 h\u00e1 sinais de que os investidores est\u00e3o come\u00e7ando a deixar de lado os pap\u00e9is corrigidos pela Selic para buscar outros com maior rentabilidade.<\/p>\n<p>t\u00edtulo longo com juro baixo<\/p>\n<p>Pela primeira vez na Hist\u00f3ria, o volume de t\u00edtulos atrelados \u00e0 infla\u00e7\u00e3o superou o dos corrigidos pela Selic no mercado secund\u00e1rio. Isso confirma, segundo o coordenador de Opera\u00e7\u00f5es da D\u00edvida do Tesouro Nacional, Fernando Garrido, as expectativas dos investidores de que os juros devem continuar a cair.<\/p>\n<p>Dados do Tesouro mostram que, enquanto a rentabilidade dos pap\u00e9is atrelados \u00e0 Selic estava em 10,5% ao ano at\u00e9 julho, para os t\u00edtulos atrelados aos \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o, esse percentual j\u00e1 estava em 27,2% ( IPCA) e 30,3% ( IGP-M).<\/p>\n<p>&#8211; Apesar da redu\u00e7\u00e3o dos juros, como a parcela da d\u00edvida atrelada \u00e0 Selic j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grande, o efeito no custo m\u00e9dio \u00e9 mais lento &#8211; disse integrante da equipe econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Em julho, o Tesouro conseguiu emitir seus pap\u00e9is de prazo mais longo, as NTN-F (t\u00edtulos prefixados com vencimento em 10 anos) a uma taxa de 9,7% ao ano. \u00c9 a primeira vez que consegue taxa t\u00e3o baixa.<\/p>\n<hr \/>\n<p>D\u00edvida p\u00fablica caiu 4,76% em julho<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Um megarresgate de t\u00edtulos fez com que a d\u00edvida p\u00fablica federal encolhesse em julho. Esse movimento de retra\u00e7\u00e3o n\u00e3o ocorria desde janeiro. Com a queda, o total da d\u00edvida interna e externa no m\u00eas passado ficou em R$ 1,88 trilh\u00e3o, abaixo at\u00e9 do piso da meta para o ano. A expectativa, no entanto, \u00e9 de crescimento nos pr\u00f3ximos meses, por causa do efeito dos juros sobre o estoque.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros s\u00e3o vultuosos. J\u00e1 descontadas as emiss\u00f5es de t\u00edtulos, o resultado de julho significou uma diminui\u00e7\u00e3o de 4,76% da d\u00edvida sobre junho, o que correspondeu a um valor de R$ 93,89 bilh\u00f5es. A d\u00edvida interna, que responde por mais de 95% do endividamento total, caiu 4,96%, para R$ 1,79 trilh\u00e3o.<\/p>\n<p>O resgate em julho, de R$ 145,79 bilh\u00f5es, foi o maior da hist\u00f3ria, mas, at\u00e9 o fim do ano, a programa\u00e7\u00e3o tem menores volumes de vencimento. Pelos n\u00fameros do Tesouro, R$ 104 bilh\u00f5es em t\u00edtulos v\u00e3o expirar at\u00e9 dezembro e, desse total, R$ 47 bilh\u00f5es vencem ainda este m\u00eas.<\/p>\n<p>Empr\u00e9stimo. O coordenador-geral de opera\u00e7\u00f5es da D\u00edvida P\u00fablica do Tesouro Nacional, Fernando Garrido, informou ontem que um novo empr\u00e9stimo, feito por meio de t\u00edtulos p\u00fablicos, para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) poder\u00e1 ocorrer ainda este ano. Em 2012, o Tesouro j\u00e1 emprestou R$ 10 bilh\u00f5es ao banco.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Chanceler de Israel pede em carta sa\u00edda de Abbas<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, pediu \u00e0 comunidade internacional ajuda para tirar do poder o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, cujas pol\u00edticas, segundo o chanceler, s\u00e3o &#8220;um obst\u00e1culo \u00e0 paz&#8221;. O apelo de Lieberman foi feito em uma carta enviada ao Quarteto &#8211; grupo negociador formado por EUA, R\u00fassia, Uni\u00e3o Europeia e ONU &#8211; revelada ontem.<\/p>\n<p>Pouco ap\u00f3s a not\u00edcia vir \u00e0 tona, o escrit\u00f3rio do premi\u00ea de Israel, Binyamin Netanyahu, desautorizou o ministro e afirmou que o pedido de Lieberman n\u00e3o reflete a posi\u00e7\u00e3o do governo israelense. A Autoridade Palestina qualificou o epis\u00f3dio de &#8220;incitamento \u00e0 viol\u00eancia&#8221; e exigiu retrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com o chanceler israelense, Abbas comanda um governo &#8220;desp\u00f3tico e corro\u00eddo pela corrup\u00e7\u00e3o&#8221;. A carta continua: &#8220;Elei\u00e7\u00f5es na Autoridade Palestina devem ser feitas e um l\u00edder novo, leg\u00edtimo e realista precisa ser eleito. Apenas um governo desse tipo pode fazer progresso com Israel&#8221;.<\/p>\n<p>Uma autoridade do governo israelense afirmou, em condi\u00e7\u00e3o de anonimato, que Netanyahu tentou se distanciar da carta e &#8220;est\u00e1 comprometido em reiniciar o di\u00e1logo&#8221; com Abbas.<\/p>\n<p>As elei\u00e7\u00f5es palestinas estavam marcadas para 2010, mas como os grupos Fatah e Hamas n\u00e3o conseguem chegar a um acordo a disputa vem sendo postergada. Abbas j\u00e1 amea\u00e7ou v\u00e1rias vezes deixar o poder, sob o risco de criar um v\u00e1cuo de poder na Autoridade Palestina.<\/p>\n<p>L\u00edder do partido secular e de direita Israel Beiteinu, Lieberman \u00e9 conhecido por frases e propostas controvertidas. Ele j\u00e1 defendeu que todas as pessoas que vivem em territ\u00f3rio israelense &#8211; judeus ou \u00e1rabes &#8211; tenham de realizar um juramento de fidelidade \u00e0 bandeira de Israel e tentou a &#8220;troca&#8221; de vilas majoritariamente \u00e1rabes dentro do Estado judeu por territ\u00f3rio palestino. O porta-voz de Abbas, Nabil Abu Rdeneh, exigiu que Netanyahu condene publicamente a carta de seu chanceler. &#8220;Isso n\u00e3o contribui em nada para uma atmosfera de paz.&#8221;<\/p>\n<hr \/>\n<p>Dilma desiste de privatizar Gale\u00e3o<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>O governo desistiu de privatizar os aeroportos do Gale\u00e3o, no Rio; e Confins, em Belo Horizonte, nos mesmos moldes de concess\u00e3o adotado em Guarulhos (SP), Bras\u00edlia, Viracopos (Campinas) e o novo terminal de S\u00e3o Gon\u00e7alo do Amarante (RN). Mas, diante da press\u00e3o por melhoria na gest\u00e3o do Gale\u00e3o e dos gargalos em Confins, o Pal\u00e1cio do Planalto trabalha com a alternativa de uma esp\u00e9cie de Parceria P\u00fablico-Privada (PPP) com um grande gestor aeroportu\u00e1rio estrangeiro, que atuaria em parceria com a Infraero. A ideia \u00e9 que a estatal incorpore novas pr\u00e1ticas de gest\u00e3o e sistemas tecnol\u00f3gicos mais avan\u00e7ados.<\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 atrair um grande parceiro privado, com experi\u00eancia em administrar aeroportos com movimento superior a 30 milh\u00f5es de passageiros por ano. Esta \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o mais recente do Executivo e tem como justificativa o fato de que a Infraero, estatal que administra Gale\u00e3o e Confins, passar\u00e1 a ter preju\u00edzo, se perder esses dois aeroportos, que s\u00e3o muito importantes para a manuten\u00e7\u00e3o das suas receitas.<\/p>\n<p>Governo quer Infraero rent\u00e1vel<\/p>\n<p>Uma fonte do governo garante que o entrave a uma concess\u00e3o tradicional do Gale\u00e3o e de Confins \u00e9 financeira e n\u00e3o ideol\u00f3gica. N\u00e3o interessa ao governo deixar que a Infraero fique deficit\u00e1ria, porque a estatal tem uma rede de 63 aeroportos para administrar, inclusive terminais n\u00e3o lucrativos, por\u00e9m importantes para o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Segundo dados da Infraero, o Gale\u00e3o registrou em 2011 lucro l\u00edquido de R$ 59,24 milh\u00f5es e Confins, R$ 39,8 milh\u00f5es. Congonhas (SP), um dos mais rent\u00e1veis da rede, teve lucro de R$ 123,58 milh\u00f5es e Santos Dumont, de R$ 29,55 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de perder receitas com uma eventual concess\u00e3o dos maiores aeroportos do Rio e de Belo Horizonte, a estatal tem agora compromissos pesados pela frente, alegam fontes envolvidas nas discuss\u00f5es. A partir do pr\u00f3ximo m\u00eas, quando repassar\u00e1 o comando de Guarulhos, Viracopos e Bras\u00edlia para os s\u00f3cios privados, a Infraero passar\u00e1 a ter que acompanhar as empresas nos investimentos obrigat\u00f3rios e no pagamento das outorgas, pois ficou com 49% de participa\u00e7\u00e3o no neg\u00f3cio. O leil\u00e3o dos tr\u00eas, realizado em fevereiro deste ano, teve \u00e1gio de 347%.<\/p>\n<p>Uma nova reuni\u00e3o para tratar do destino dos dois aeroportos com a presidente Dilma Rousseff est\u00e1 marcada para a pr\u00f3xima semana, pois o governo quer lan\u00e7ar o pacote para aeroportos e portos na primeira quinzena de setembro. Segundo uma fonte, o Executivo aguarda o resultado de uma sondagem que a Infraero est\u00e1 fazendo no exterior com poss\u00edveis interessados. Conversas est\u00e3o sendo mantidas com a francesa A\u00e9roports de Paris (ADP), a alem\u00e3 Fraport e outras gigantes.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o de Dilma p\u00f5e fim a uma acirrada briga que vinha sendo travada nos bastidores do governo. De um lado, o ministro-chefe da Secretaria de Avia\u00e7\u00e3o Civil (SAC), Wagner Bittencourt, batia o p\u00e9 para que Gale\u00e3o e Confins fossem concedidos dentro do modelo usado na privatiza\u00e7\u00e3o de Guarulhos, Viracopos e Bras\u00edlia. Mudar as regras para a concess\u00e3o dos novos aeroportos seria um atestado de fracasso, j\u00e1 que Bittencourt deixou a diretoria do BNDES em 2011 e assumiu a SAC, por indica\u00e7\u00e3o do presidente do banco Luciano Coutinho, com a incumb\u00eancia de tocar o plano de privatiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A presidente j\u00e1 come\u00e7ou um processo de esvaziamento do poder de Bittencourt. No in\u00edcio do m\u00eas, ela exonerou o ent\u00e3o secret\u00e1rio-executivo da SAC Cleverson Aroeira da Silva, funcion\u00e1rio de carreira do BNDES e bra\u00e7o-direito de Bittencourt. Para seu lugar, foi nomeado Guilherme Walder Mora Ramalho, ligado \u00e0 ministra do Planejamento Miriam Belchior, muito pr\u00f3xima de Dilma. Ramalho estava \u00e0 frente do Departamento de Infraestrutura para a Copa de 2014 no Planejamento. Caber\u00e1 a ele comandar a nova modelagem das PPPs.<\/p>\n<p>Infraero ficaria livre de licita\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>Para minimizar o receio do setor privado em ficar preso \u00e0 maior amarra das empresas p\u00fablicas, a lei de licita\u00e7\u00f5es, o governo pretende ampliar o RDC (regime diferenciado de contrata\u00e7\u00f5es, que libera as estatais de fazer licita\u00e7\u00f5es) aos aeroportos. Os detalhes de como seria a atua\u00e7\u00e3o da Infraero ainda est\u00e3o sendo fechados. Est\u00e1 certa a cria\u00e7\u00e3o da Infrapar &#8211; uma subsidi\u00e1ria da Infraero que far\u00e1 a gest\u00e3o das participa\u00e7\u00f5es da estatal nos aeroportos concedidos, inclusive Gale\u00e3o e Confins.<\/p>\n<p>O governo pretende deixar em aberto a possibilidade de novas concess\u00f5es, mas segundo fontes at\u00e9 agora n\u00e3o apareceu interessados em outros aeroportos, como Salvador, Fortaleza e Manaus e muito menos nos terminais regionais.<\/p>\n<p>Para estes casos, a solu\u00e7\u00e3o em an\u00e1lise \u00e9 oferecer subs\u00eddios para as companhias a\u00e9reas que quiserem operar rotas, ligando cidades do interior. V\u00e1rios formas de subs\u00eddios est\u00e3o em an\u00e1lise (como passagens vendidas, ICMS e tarifas aeroportu\u00e1rias). O argumento do setor \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 demanda suficiente nesses locais para cobrir o pre\u00e7o da opera\u00e7\u00e3o. S\u00e3o cotadas para receber algum tipo de subs\u00eddio empresas que operam com avi\u00f5es menores, como Azul-Trip e Avianca.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fim de corte do IPI embala montadora<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>As principais montadoras do Pa\u00eds realizam no s\u00e1bado e no domingo feir\u00f5es nas f\u00e1bricas, em estacionamentos de shoppings e nas revendas, chamando os consumidores para o \u00faltimo fim de semana de vendas com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido.<\/p>\n<p>O benef\u00edcio, em vigor desde 22 de maio, est\u00e1 previsto para acabar no dia 31, mas a expectativa das fabricantes \u00e9 de prorroga\u00e7\u00e3o pelo menos at\u00e9 outubro. Ainda assim, com mote da suspens\u00e3o do corte, a ind\u00fastria espera registrar o melhor m\u00eas de vendas da hist\u00f3ria, com n\u00fameros pr\u00f3ximos a 400 mil ve\u00edculos, incluindo caminh\u00f5es e \u00f4nibus, que tiveram outros tipos de incentivos.<\/p>\n<p>O recorde do setor foi em dezembro de 2010, com 381,5 mil ve\u00edculos vendidos. At\u00e9 ter\u00e7a-feira, as vendas totais somam 251 mil unidades, 2,7% a mais que em julho e 22,5% superior ao resultado do mesmo per\u00edodo de agosto de 2011. S\u00f3 em autom\u00f3veis e comerciais leves, beneficiados pela redu\u00e7\u00e3o do IPI, foram licenciados at\u00e9 agora 241,7 mil unidades, alta de 2,6% em compara\u00e7\u00e3o ao m\u00eas passado e de 25,7% em rela\u00e7\u00e3o a agosto do ano passado.<\/p>\n<p>No fim de semana, as empresas v\u00e3o apelar para descontos extras, brindes, juro zero e parcelamento em at\u00e9 60 meses, ainda que essa modalidade exija maior valor de entrada (de 40% a 50% do valor do carro) e rigorosa avalia\u00e7\u00e3o das financeiras para aprova\u00e7\u00e3o de fichas.<\/p>\n<p>A Volkswagen realiza feir\u00f5es nos estacionamentos do shopping Aricanduva, na zona leste de S\u00e3o Paulo, e do hipermercado Extra Anchieta, em S\u00e3o Bernardo do Campo (SP), e nas revendas da marca. Oferece juro zero para as linhas Gol, Voyage, Fox e Saveiro. O comprador do Fox leva ainda aparelho de GPS e IPVA gr\u00e1tis. A vers\u00e3o 1.0 desse modelo, com v\u00e1rios opcionais, ser\u00e1 vendida a R$ 33,5 mil, R$ 2 mil a menos que o pre\u00e7o de tabela.<\/p>\n<p>A Fiat escolheu o shopping center Norte para seu feir\u00e3o, que tamb\u00e9m ocorre nas concession\u00e1rias, com oferta de juro zero e prazos de at\u00e9 60 meses, em diferentes condi\u00e7\u00f5es. O Uno Vivace, que custa R$ 24,2 mil, pode ser comprado com entrada de R$ 12,1 mil e 12 parcelas de R$ 1,060.<\/p>\n<p>O feir\u00e3o da Renault ser\u00e1 na f\u00e1brica, em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Pinhais (PR). Entre os atrativos est\u00e1 um desconto extra de 3% para todos os modelos. O carro mais barato da marca, o Clio, ser\u00e1 vendido por R$ 22.490. Se for financiado em 48 presta\u00e7\u00f5es, o juro ser\u00e1 de 0,99% ao m\u00eas. A General Motors tamb\u00e9m optou por um feir\u00e3o na f\u00e1brica de S\u00e3o Caetano do Sul (SP), com direito a test drive.<\/p>\n<p>Press\u00e3o<\/p>\n<p>A advogada B\u00e1rbara Trevisan Sebag, de 35 anos, decidiu antecipar a troca de carro para se beneficiar da al\u00edquota reduzida do IPI. Ela planejava vender seu Palio Weekend 2007 em dezembro, mas achou que seria melhor neg\u00f3cio aproveitar o corte do imposto. Para modelos nacionais com motor 1.0, o IPI foi zerado e para modelos at\u00e9 2.0 foi reduzido \u00e0 metade (de 11% para 5,5%).<\/p>\n<p>&#8220;A compra foi press\u00e3o do IPI menor, porque eu achava que dava para aguentar at\u00e9 o fim do ano com o carro antigo. Sei que existe a possibilidade de a redu\u00e7\u00e3o ser prorrogada, mas n\u00e3o quis arriscar&#8221;, comenta B\u00e1rbara, que na semana passada comprou um Nissan Livina 1.6 por cerca de R$ 40 mil. O corte do IPI representou um abatimento de R$ 2,4 mil.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o de adiantar a compra tamb\u00e9m foi motivada pela perda de valor do modelo usado. &#8220;Embora na tabela Fipe meu carro valesse R$ 23 mil, chegaram a oferecer R$ 15 mil&#8221;, diz a advogada, que conseguiu vender o Palio por R$ 17 mil. &#8220;Fiquei chocada com o pre\u00e7o do usado, ent\u00e3o corri mais ainda. Tenho a impress\u00e3o de que perdi um pouco na venda do Palio, mas compensei com o desconto na compra do novo.&#8221;<\/p>\n<hr \/>\n<p>Petrobras n\u00e3o garante g\u00e1s para novas termel\u00e9tricas<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Apesar de prever uma folga de 15 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos\/dia, entre a oferta e a demanda de g\u00e1s natural para 2016, a Petrobras n\u00e3o fornecer\u00e1 o insumo para termel\u00e9tricas nos pr\u00f3ximos leil\u00f5es de energia, marcados para outubro. O problema, de acordo com a estatal, n\u00e3o \u00e9 t\u00e9cnico, mas regulat\u00f3rio. Isso porque, pelas regras dos leil\u00f5es, as t\u00e9rmicas inscritas precisam apresentar garantia de fornecimento de g\u00e1s por 20 anos, mesmo que n\u00e3o ganhem a disputa. Por isso, a Petrobras n\u00e3o pode assegurar reservas para todos os projetos.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s temos uma limita\u00e7\u00e3o de volume [de g\u00e1s]. Na atual regra do leil\u00e3o, n\u00e3o tenho como demonstrar lastro. No A-5 [leil\u00e3o com in\u00edcio de fornecimento de energia em cinco anos] de 2011, tivemos 29 empreendedores solicitando g\u00e1s natural, num volume total de 54,7 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos\/dia. Se tiv\u00e9ssemos que fornecer contrato de g\u00e1s para todos eles, precisar\u00edamos de reservas de 15 trilh\u00f5es de p\u00e9s c\u00fabicos (TCFs), o equivalente a reserva que temos hoje&#8221;, explicou o diretor de g\u00e1s e energia da Petrobras, Jos\u00e9 Alcides Santoro.<\/p>\n<p>Os 29 empreendimentos do citados pelo diretor da Petrobras somavam 11 mil megawatts (MW), nove vezes mais que a capacidade contratada no leil\u00e3o, de 1.211,5 MW. A estatal n\u00e3o participou do leil\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo Santoro, a Petrobras est\u00e1 buscando alternativas para o problema de fornecimento de g\u00e1s com a Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE). Uma possibilidade seria permitir que a estatal informe antecipadamente o volume do insumo dispon\u00edvel. As t\u00e9rmicas disputariam entre si a contrata\u00e7\u00e3o do g\u00e1s no limite da capacidade declarada.<\/p>\n<p>O executivo detalhou ontem os investimentos da \u00e1rea de G\u00e1s e Energia, dentro do plano de neg\u00f3cios 2012-2016. O novo plano tamb\u00e9m reduz em quase 3% a oferta de g\u00e1s no mercado nacional, considerando que a produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo prevista para 2020 foi revisada e ter\u00e1 agora 710 mil barris\/dia a menos do que no plano anterior.<\/p>\n<p>A Petrobras vai oferecer 168 milh\u00f5es de m3 \/dia de g\u00e1s no fim da d\u00e9cada, contra 173 milh\u00f5es de m3 \/dia previstos no plano anterior, at\u00e9 2015. O g\u00e1s deve ser vendido por cerca de 80% do pre\u00e7o do \u00f3leo combust\u00edvel.<\/p>\n<p>Apesar da cifra expressiva de US$ 13,8 bilh\u00f5es em investimentos previstos, dos quais US$ 300 milh\u00f5es na Argentina, quase metade do montante (US$ 5,9 bilh\u00f5es) se refere a projetos em avalia\u00e7\u00e3o e que n\u00e3o t\u00eam ainda sua economicidade garantida. A lista inclui a amplia\u00e7\u00e3o do trecho sul do Gasoduto Bol\u00edvia Brasil (Gasbol) e o terminal de regaseifica\u00e7\u00e3o de Barra do Riacho (ES) s\u00f3 para citar alguns, al\u00e9m de duas unidades de fertilizantes.<\/p>\n<p>Santoro explicou que projetos em avalia\u00e7\u00e3o v\u00e3o competir por recursos com empreendimentos das \u00e1reas de Abastecimento e Internacional. &#8220;Se [o projeto] se mostrar economicamente invi\u00e1vel ou se n\u00e3o tivermos \u00e0 \u00e9poca recursos financeiros, ou ser\u00e1 postergado ou volta para a prancheta, para se ver o que aconteceu.&#8221;<\/p>\n<p>Um dos projetos em avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 a UFN IV, complexo g\u00e1s qu\u00edmico em Linhares (ES), que vai produzir ur\u00e9ia, metanol, melanina e \u00e1cido ac\u00e9tico, entre outros. Essa unidade deve entrar em opera\u00e7\u00e3o em meados de 2017. Com ela, a produ\u00e7\u00e3o nacional de ur\u00e9ia subir\u00e1 para 3 milh\u00f5es de toneladas\/ano, atendendo a 70% do consumo nacional.<\/p>\n<p>A outra \u00e9 a UFN V, para produ\u00e7\u00e3o de am\u00f4nia em Uberaba (MG), que ainda precisa de um gasoduto levando g\u00e1s de S\u00e3o Paulo para Minas e est\u00e1 prevista para operar no fim de 2015. Com essa unidade, o Brasil passaria a produzir 803 mil toneladas\/ano de am\u00f4nia, atingindo a autossufici\u00eancia. As duas unidades receber\u00e3o investimentos da ordem de US$ 3,2 bilh\u00f5es.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Moody&#8217;s pode elevar nota do Pa\u00eds<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O vice-presidente da Moody&#8221;s, Mauro Leos, afirmou que a ag\u00eancia poder\u00e1 come\u00e7ar em setembro o processo de an\u00e1lise da perspectiva da classifica\u00e7\u00e3o de risco (outlook) do Brasil pela ag\u00eancia internacional de rating. Durante entrevista exclusiva \u00e0 &#8220;Ag\u00eancia Estado&#8221;, o executivo afirmou ainda que a avalia\u00e7\u00e3o pode durar at\u00e9 novembro.<\/p>\n<p>&#8220;Com esse processo, \u00e9 poss\u00edvel o Pa\u00eds receber upgrade at\u00e9 o fim do ano&#8221;, disse Leos, de Nova York. No caso da Moodys, dois ter\u00e7os das revis\u00f5es de outlook resultam em eleva\u00e7\u00e3o da nota de classifica\u00e7\u00e3o de risco dos pa\u00edses.<\/p>\n<p>Leos explicou que do processo de an\u00e1lise podem surgir duas decis\u00f5es: ou melhora, ou piora. &#8220;A perspectiva nunca fica a mesma&#8221;, disse. Segundo ele, o Comit\u00ea da Moody&#8221;s poder\u00e1 se reunir a partir de setembro porque j\u00e1 faz 12 meses que foi determinado o outlook positivo para o Brasil, o que ocorreu em junho de 2011.<\/p>\n<p>Diante disso, a eventual melhora do outlook, agora, resultaria na eleva\u00e7\u00e3o da nota de risco do Pa\u00eds. A classifica\u00e7\u00e3o, atualmente BAA2 com perspectiva positiva, passaria para BAA1.<\/p>\n<p>Pacote. Como um dos principais respons\u00e1veis pela an\u00e1lise do Brasil, Mauro Leos n\u00e3o quis falar como est\u00e1 avaliando o desempenho da economia brasileira. Ele esteve em Bras\u00edlia na semana passada, num per\u00edodo marcado pelo impacto do an\u00fancio do pacote de concess\u00f5es em rodovias e ferrovias, que prev\u00ea investimentos de R$ 133 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;O pacote foi uma boa surpresa&#8221;, disse. A viagem a Bras\u00edlia foi a \u00faltima ao Pa\u00eds antes de a Moody&#8221;s come\u00e7ar o processo de an\u00e1lise da perspectiva da nota soberana brasileira.<\/p>\n<p>&#8220;Somente o an\u00fancio j\u00e1 indica que h\u00e1 uma mudan\u00e7a na abordagem do governo sobre a estrat\u00e9gia da condu\u00e7\u00e3o da economia. Diminui a tend\u00eancia de incrementar o lado da demanda e ser\u00e1 mais fortalecido o lado da oferta&#8221;, disse o executivo.<\/p>\n<p>&#8220;E isso \u00e9 importante para uma ag\u00eancia de rating, pois vai aumentar a perspectiva de aumento do PIB potencial no longo prazo. A decis\u00e3o do governo \u00e9 um passo importante na dire\u00e7\u00e3o certa&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<p>Segundo Leos, trata-se de uma medida relevante, pois pretende aumentar investimentos no longo prazo, ao mesmo tempo que refor\u00e7a compromisso com super\u00e1vit prim\u00e1rio de 3,1% do PIB.<\/p>\n<p>&#8220;A presidente Dilma Rousseff tem perfil equilibrado, dado que busca solidez macroecon\u00f4mica no longo prazo, com melhora das condi\u00e7\u00f5es sociais da popula\u00e7\u00e3o&#8221;, comentou.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Gr\u00e9cia pode sair da zona do euro j\u00e1 em setembro, diz Citi<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O Citigroup divulgou ontem um relat\u00f3rio no qual afirma que a Gr\u00e9cia pode sair da zona do euro j\u00e1 em setembro ou outubro deste ano, caso o relat\u00f3rio da troica de credores internacionais mostre que as reformas prometidas pelo pa\u00eds n\u00e3o est\u00e3o sendo implementadas. Segundo o time internacional de economistas do banco, existe uma possibilidade de 90% de os gregos deixarem o bloco nos pr\u00f3ximos 12 a 18 meses.<\/p>\n<p>A troica de credores &#8211; formada por Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI), Banco Central Europeu (BCE) e Comiss\u00e3o Europeia &#8211; deve chegar a Atenas no come\u00e7o do m\u00eas que vem para avaliar o progresso feito pelo pa\u00eds na implementa\u00e7\u00e3o das reformas fiscais.<\/p>\n<p>O Citi afirma que os esfor\u00e7os do BCE para combater a crise da d\u00edvida soberana na zona do euro podem conter os efeitos da poss\u00edvel sa\u00edda dos gregos do bloco. Entretanto, os economistas do banco dizem que os l\u00edderes europeus est\u00e3o mostrando &#8220;uma crescente relut\u00e2ncia&#8221; em fazer tudo o que for preciso para manter a Gr\u00e9cia no grupo.<\/p>\n<p>Mesmo assim, o Citi diz que a sa\u00edda da Gr\u00e9cia da zona do euro n\u00e3o \u00e9 inevit\u00e1vel, &#8220;j\u00e1 que ningu\u00e9m quer ser culpado por isso&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fila para comprar carro chega a 3 meses<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Com a possibilidade de o corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) acabar no fim do m\u00eas, houve corrida \u00e0s lojas e v\u00e1rios modelos est\u00e3o em falta, principalmente aqueles lan\u00e7ados recentemente.<\/p>\n<p>O consumidor que deseja comprar um Fiat Grand Siena, por exemplo, tem de esperar tr\u00eas meses e, quando receber o sed\u00e3, provavelmente ter\u00e1 perdido o desconto. O compacto Palio Sporting, vers\u00e3o top da linha, tamb\u00e9m tem espera de 90 dias.<\/p>\n<p>O sed\u00e3 Cobalt e o monovolume Spin, da General Motors, t\u00eam vers\u00f5es com fila de 30 a 60 dias. Desde o an\u00fancio do corte do IPI, em maio, as montadoras \u2013 que nos dois meses anteriores operaram com semana reduzida de trabalho \u2013 voltaram a fazer horas extras, mas ainda assim h\u00e1 falta de alguns carros.<\/p>\n<p>No m\u00eas passado, a Fiat contratou 600 funcion\u00e1rios para ampliar a produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de 3 mil para 3.150 unidades em Betim (MG). Na GM, os funcion\u00e1rios de S\u00e3o Caetano, do Sul est\u00e3o trabalhando dois s\u00e1bados por m\u00eas.<\/p>\n<p>Na Volkswagen de S\u00e3o Bernardo do Campo e de Taubat\u00e9 h\u00e1 expediente quase todos os s\u00e1bados desde junho. Na Honda, os funcion\u00e1rios de Sumar\u00e9 cumprem 2,5 horas extras por dia desde julho. A Ford, que chegou a adotar a semana de quatro dias, agora opera em ritmo normal.<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o em queda<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do s\u00f3cio-diretor da RC Consultores, F\u00e1bio Silveira, a manuten\u00e7\u00e3o do corte do IPI at\u00e9 o fim do ano &#8220;\u00e9 fundamental para engatilhar uma recupera\u00e7\u00e3o mais substancial da economia em 2013&#8221;. Para ele, o fim do incentivo &#8220;vai frustrar um movimento de expans\u00e3o gradual&#8221; da ind\u00fastria automobil\u00edstica e do setor industrial como um todo.<\/p>\n<p>Mesmo com o IPI menor, a produ\u00e7\u00e3o de carros est\u00e1 caindo 8,5% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, enquanto as vendas apresentam alta de 4,9% at\u00e9 julho. Silveira acredita que, sem o benef\u00edcio, o setor fechar\u00e1 o ano com resultados abaixo do esperado.<\/p>\n<p>Em dezembro de 2008, na crise internacional, o governo reduziu o IPI inicialmente por tr\u00eas meses. O benef\u00edcio foi prorrogado at\u00e9 mar\u00e7o de 2010, ainda que no \u00faltimo per\u00edodo a volta \u00e0 al\u00edquota cheia tenha sido gradual. Naquele per\u00edodo, o governo n\u00e3o exigiu a manuten\u00e7\u00e3o de empregos num primeiro momento e houve cortes. Desta vez a exig\u00eancia fez parte do acordo e foram abertas 2,7 mil vagas desde maio.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fed prepara medidas de est\u00edmulo &#8216;para breve&#8217;<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O banco central americano, Federal Reserve (Fed), deu mais um sinal de que est\u00e1 preparando novas medidas para estimular a economia dos EUA. A ata da reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Mercado Aberto do Fed (Fomc) realizada em 31 de julho e 1.\u00ba de agosto diz que novas medidas de est\u00edmulo ser\u00e3o necess\u00e1rias em breve, a n\u00e3o ser que a economia mostre um crescimento substancialmente mais forte.<\/p>\n<p>&#8220;Muitos integrantes julgaram que uma acomoda\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria adicional provavelmente ser\u00e1 justific\u00e1vel muito em breve, a n\u00e3o ser que as informa\u00e7\u00f5es a serem divulgadas apontem para um fortalecimento substancial e sustent\u00e1vel no ritmo da recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica&#8221;, diz a ata do Fed.<\/p>\n<p>A afirma\u00e7\u00e3o sugere que cresce dentro do Fed o apoio a novas medidas de est\u00edmulo. Na reuni\u00e3o anterior do Fomc, em junho, apenas &#8220;uns poucos membros&#8221; pensavam que mais est\u00edmulo \u00e0 economia seria necess\u00e1rio. A observa\u00e7\u00e3o de que uma acelera\u00e7\u00e3o &#8220;substancial e sustent\u00e1vel&#8221; no crescimento poder\u00e1 impedir o Fed de agir sugere que a institui\u00e7\u00e3o estabeleceu uma meta elevada e que novas medidas de est\u00edmulo ser\u00e3o adotadas se ela n\u00e3o for atingida. Alguns indicadores econ\u00f4micos melhoraram recentemente, mas poucos economistas t\u00eam descrito essa melhora como &#8220;substancial&#8221;.<\/p>\n<p>De acordo com a ata, a maioria dos membros do Fomc concordou que &#8220;o crescimento econ\u00f4mico provavelmente continuar\u00e1 moderado nos pr\u00f3ximos trimestres e ent\u00e3o, acelerar gradualmente&#8221;, e que o desemprego dever\u00e1 cair apenas gradualmente.<\/p>\n<p>Benef\u00edcios. Ao discutir as op\u00e7\u00f5es para estimular a economia, aparentemente um n\u00famero maior de dirigentes do Fed pensava na \u00faltima reuni\u00e3o que os benef\u00edcios de lan\u00e7ar uma nova rodada de compras de t\u00edtulos do Tesouro s\u00e3o maiores do que os custos potenciais. &#8220;Muitos participantes esperaram que tal programa poder\u00e1 dar um apoio adicional \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, tanto ao pressionar para baixo as taxas de juro de longo prazo como ao contribuir para condi\u00e7\u00f5es financeiras mais f\u00e1ceis, de uma forma mais ampla&#8221;, diz a ata.<\/p>\n<p>Alguns participantes tamb\u00e9m disseram que um novo programa de compra de b\u00f4nus, ou de relaxamento quantitativo da pol\u00edtica monet\u00e1ria, poder\u00e1 fomentar a confian\u00e7a do consumidor e das empresas.<\/p>\n<p>Outros integrantes do Fomc, por\u00e9m, mostraram preocupa\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 efic\u00e1cia de um novo programa de compras de b\u00f4nus e se ele tornaria mais dif\u00edcil para o Fed reduzir sua grande carteira de ativos mais tarde. Muitos disseram pensar que \u00e9 importante que qualquer novo programa de relaxamento quantitativo seja flex\u00edvel, para dar conta de mudan\u00e7as nas condi\u00e7\u00f5es da economia.<\/p>\n<p>Os dirigentes do Fed tamb\u00e9m discutiram outras ferramentas que poderiam ser usadas para estimular a economia, entre elas a extens\u00e3o do per\u00edodo no qual as taxas de juro de curto prazo dever\u00e3o permanecer pr\u00f3ximas de zero. Desde janeiro, o Fed vem dizendo que planeja manter as taxas de juro de curto prazo em &#8220;n\u00edveis excepcionalmente baixos&#8221; pelo menos at\u00e9 o fim de 2014.<\/p>\n<p>Outras op\u00e7\u00f5es discutidas na \u00faltima reuni\u00e3o incluem rebaixar os juros que o Fed paga aos bancos para que mantenham seu excesso de reservas depositadas no banco central. Segundo a ata, &#8220;um par&#8221; de participantes da reuni\u00e3o tamb\u00e9m mostrou interesse no programa de financiamento do Banco da Inglaterra (BoE) para eliminar os gargalos na oferta de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>Dos 12 participantes da reuni\u00e3o, 11 votaram a favor de manter inalterada a pol\u00edtica monet\u00e1ria. A pr\u00f3xima reuni\u00e3o do Fomc ser\u00e1 nos dias 12 e 13 de setembro.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Dilma \u00e9 a 3\u00ba mais poderosa da &#8220;Forbes&#8221;. Gra\u00e7a estreia em 20\u00ba<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>A presidente Dilma Rous- seff manteve seu 3\u00ae lugar, a mesma co loca\u00e7\u00e3o do ano passado, no ranking das cem mulheres mais poderosas do mun do, elaborado pela revista &#8220;Forbes&#8221; \u2014 e ainda ficou na capa da publica\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a presidente da Petrobras, Maria das Gra\u00e7as Foster, entrou no seleto grupo, e diretamente na 20? posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c0 frente de Dilma est\u00e3o, respectiva mente, a chanceler alem\u00e3, Angela Merkel, em 1\u00ae lugar, e a secret\u00e1ria de Estado americana, Hillary Clinton.<\/p>\n<p>A revista justificou a escolha de Gra\u00e7a Foster afirmando que o setor de petr\u00f3 leo e g\u00e1s \u00e9 vital para a economia global, e a capacidade de produ\u00e7\u00e3o da Petro bras \u00e9 &#8220;tremendamente importante&#8221;! A &#8220;Forbes&#8221; lembrou que Gra\u00e7a Foster es t\u00e1 h\u00e1 mais de 30 anos na estatal e \u00e9 ami ga da presidente, tendo sido secret\u00e1ria de Petr\u00f3leo e G\u00e1s quando Dilma era ministra de Minas e Energia.<\/p>\n<p>Fico muito feliz e honrada com a distin\u00e7\u00e3o da &#8220;Forbes&#8221; \u2014 afirmou Gra\u00e7a Foster ao GLOBO. \u2014 \u00c9 um orgulho re ceber essa indica\u00e7\u00e3o como mulher, co mo brasileira, e como presidente de uma empresa que investir\u00e1, nos pr\u00f3xi mos quatro anos, US$$236 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>MERKEL: LIDERAN\u00c7A NA CRISE DO EURO<\/p>\n<p>No caso de Dilma, a revista citou sua lideran\u00e7a \u00e0 frente de uma das maiores economias do mundo e programas co mo o Brasil sem Mis\u00e9ria e de incentivos \u00e0 ind\u00fastria nacional. A presidente disse \u00e0 &#8220;Forbes&#8221; que deseja que seu legado seja um Brasil de classe m\u00e9dia, &#8220;alta mente competitivo e educado&#8221;! A revis ta ainda lembra o elevado \u00edndice de aprova\u00e7\u00e3o popular de Dilma.<\/p>\n<p>A outra brasileira no ranking \u00e9 a su- permodelo Gisele B\u00fcndchen. A &#8220;For bes&#8221; lembra que ela continua no topo mesmo aos 32 anos e, al\u00e9m de modelo, tem seus pr\u00f3prios neg\u00f3cios. S\u00e3o cita dos ainda seu trabalho junto \u00e0 ONU, como embaixadora do Programa de Meio Ambiente, e um concurso para modelos em \u00e1reas carentes do Brasil.<\/p>\n<p>A lista da &#8220;Forbes&#8221; traz mulheres en volvidas em pol\u00edtica, entretenimento, tecnologia e organiza\u00e7\u00f5es sem fins lu crativos, entre outros. Elas foram classi ficadas de acordo com influ\u00eancia, quantidade de dinheiro que controlam ou ganham e presen\u00e7a na m\u00eddia.<\/p>\n<p>Essas mulheres de poder exercem influ\u00eancia de formas muito diferentes e para Uns muito diferentes, e todas com impactos diversos sobre a comunidade global \u2014 disse a presidente e editora da &#8220;ForbesWoman&#8221; Moira Forbes.<\/p>\n<p>Merkel deveu seu primeiro lugar a sua firmeza em preservar a Uni\u00e3o Euro p\u00e9ia e a sua influ\u00eancia sobre a crise da d\u00edvida da zona do euro. J\u00e1 Hillary foi ci tada pela forma como lidou com crises, como o vazamento de textos diplom\u00e1ti cos secretos pelo site WikiLeaks.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nO Globo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3412\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3412","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-T2","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3412","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3412"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3412\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3412"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3412"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3412"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}