{"id":34140,"date":"2026-08-12T11:16:29","date_gmt":"2026-08-12T14:16:29","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=34140"},"modified":"2026-08-12T11:16:29","modified_gmt":"2026-08-12T14:16:29","slug":"india-milhares-vao-as-ruas-contra-o-regime","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34140","title":{"rendered":"\u00cdndia: milhares v\u00e3o \u00e0s ruas contra o regime"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"34141\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34140\/image-1-68\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-1-1.png?fit=595%2C513&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"595,513\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"image (1)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-1-1.png?fit=595%2C513&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-34141\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-1-1.png?resize=595%2C513&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"595\" height=\"513\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-1-1.png?w=595&amp;ssl=1 595w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-1-1.png?resize=300%2C259&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 595px) 100vw, 595px\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>A juventude que recusa a se submeter: a Gera\u00e7\u00e3o Z \u00e9 um movimento de luta de classes<\/strong><\/p>\n<p>Por Vijay Prashad<\/p>\n<p>ABRILABRIL<\/p>\n<p>Em 20 de julho, milhares de jovens tentaram marchar de Jantar Mantar at\u00e9 o Parlamento indiano. Levavam cartazes, gritavam slogans e exigiam a demiss\u00e3o do ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Dharmendra Pradhan, devido \u00e0s repetidas irregularidades nos exames, \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o antecipada das provas, ao cancelamento das provas e \u00e0 recusa do governo em assumir a responsabilidade pelos danos causados aos estudantes. A pol\u00edcia de Deli respondeu com barricadas, cassetetes e g\u00e1s lacrimog\u00eaneo. Alguns manifestantes foram detidos, enquanto outros se reorganizaram em grupos menores e continuaram a avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o ao Parlamento. O movimento tinha ultrapassado um limiar importante: o que come\u00e7ou como uma s\u00e1tira nas redes sociais tinha chegado \u00e0s ruas sob a forma de um confronto com o poder estatal.<\/p>\n<p>Os manifestantes autodenominam-se Partido Cockroach Janta (CJP, na sigla em ingl\u00eas, Partido Popular das Baratas, em tradu\u00e7\u00e3o livre). O nome surgiu ap\u00f3s uma declara\u00e7\u00e3o judicial depreciativa que comparou ativistas e jovens desempregados a baratas e parasitas. Em vez de recuar diante do insulto, os jovens transformaram-no num s\u00edmbolo de resist\u00eancia coletiva. Se aqueles que governam a \u00cdndia veem a sua juventude desempregada como baratas, ent\u00e3o as baratas v\u00e3o se unir. O nome ridiculariza o Partido Bharatiya Janata, mas tamb\u00e9m capta algo da experi\u00eancia de uma gera\u00e7\u00e3o \u00e0 qual se disse repetidamente que \u00e9 exigente, ingrata, incapaz de encontrar emprego e, de alguma forma, pessoalmente respons\u00e1vel pelo fracasso do sistema econ\u00f4mico \u2013 que eles veem como um sistema prec\u00e1rio que lhes deveria proporcionar empregos, mas que, enquanto sistema capitalista implac\u00e1vel, os trata como descart\u00e1veis.<\/p>\n<p>Desde o seu primeiro grande protesto em Delhi, em 6 de junho, o movimento espalhou-se para cidades como Pune, Mumbai, Bengaluru, Lucknow e Nagpur. Os seus apoiantes montaram um acampamento em Jantar Mantar, onde o ativista clim\u00e1tico Sonam Wangchuk realizou uma greve de fome em solidariedade \u00e0s suas reivindica\u00e7\u00f5es antes de ser levado \u00e0 for\u00e7a para o hospital. As reivindica\u00e7\u00f5es imediatas s\u00e3o graves o suficiente: a integridade dos exames de admiss\u00e3o e dos concursos, a indeniza\u00e7\u00e3o \u00e0s fam\u00edlias dos estudantes que tiraram a pr\u00f3pria vida, a reforma de um sistema de exames repleto de corrup\u00e7\u00e3o e a ren\u00fancia do ministro da Educa\u00e7\u00e3o. No entanto, por tr\u00e1s destas exig\u00eancias esconde-se uma crise social muito mais grave, uma vez que uma prova n\u00e3o \u00e9 simplesmente uma folha cheia de perguntas. Para milh\u00f5es de fam\u00edlias da classe trabalhadora, ela representa anos de economias, sacrif\u00edcios, estudos e esperan\u00e7a. Quando essa prova \u00e9 divulgada antecipadamente ou o exame \u00e9 cancelado, o fr\u00e1gil plano de toda uma fam\u00edlia \u00e9 destru\u00eddo.<\/p>\n<p>Os meios de comunica\u00e7\u00e3o t\u00eam descrito com entusiasmo o movimento \u00abCockroach\u00bb como o primeiro \u00abprotesto da Gera\u00e7\u00e3o Z\u00bb da \u00cdndia. H\u00e1 alguma verdade nesta descri\u00e7\u00e3o. A sua linguagem nasceu nas redes sociais e, por isso, utiliza memes, s\u00e1tira, par\u00f3dia, v\u00eddeos curtos e humor autodepreciativo com grande habilidade. Muitos dos seus participantes n\u00e3o conheceram outro governo al\u00e9m do liderado pelo primeiro-ministro Narendra Modi. O seu vocabul\u00e1rio pol\u00edtico desenvolveu-se em condi\u00e7\u00f5es nas quais o notici\u00e1rio televisivo se rendeu amplamente ao poder, a dissid\u00eancia foi criminalizada e a internet se tornou tanto um mecanismo de vigil\u00e2ncia quanto um dos poucos espa\u00e7os restantes nos quais a raiva pode circular rapidamente. Mas o termo \u00abGera\u00e7\u00e3o Z\u00bb explica muito menos do que parece explicar. \u00c9 uma categoria de marketing disfar\u00e7ada de sociologia. Ela re\u00fane a filha de um trabalhador rural e o filho de um bilion\u00e1rio simplesmente porque nasceram no mesmo intervalo de anos. Gera\u00e7\u00f5es n\u00e3o prestam exames, n\u00e3o procuram emprego, n\u00e3o entregam comida nem pedem dinheiro emprestado para pagar aulas particulares, mas as classes sociais sim. A quest\u00e3o decisiva n\u00e3o \u00e9 quando estes jovens nasceram, mas sim que tipo de ordem econ\u00f4mica herdaram e que lugar, se \u00e9 que existe algum, essa ordem lhes reservou.<\/p>\n<p>Os jovens manifestantes n\u00e3o se revoltam porque t\u00eam menor capacidade de concentra\u00e7\u00e3o ou uma avers\u00e3o cultural especial \u00e0 autoridade. Revoltam-se porque o capitalismo n\u00e3o consegue integr\u00e1-los numa vida econ\u00f4mica digna. Disseram-lhes para estudar, obter diplomas, aprender novas habilidades, permanecer competitivos e tornarem-se \u00abempreendedores\u00bb. As suas fam\u00edlias contra\u00edram empr\u00e9stimos, venderam terras, adiaram tratamentos m\u00e9dicos e reduziram o consumo dom\u00e9stico para pagar a educa\u00e7\u00e3o e a prepara\u00e7\u00e3o para os exames. No final dessa jornada exaustiva, muitos descobrem que o emprego prometido n\u00e3o existe. Outros encontram apenas contratos tempor\u00e1rios, est\u00e1gios n\u00e3o remunerados, trabalho em plataformas digitais ou empregos cujos sal\u00e1rios n\u00e3o t\u00eam nenhuma rela\u00e7\u00e3o com as suas qualifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>At\u00e9 mesmo os n\u00fameros oficiais revelam a dimens\u00e3o do problema. O Inqu\u00e9rito Peri\u00f3dico \u00e0 Popula\u00e7\u00e3o Ativa do governo, relativo a 2025, situou a taxa de desemprego entre os jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 29 anos em 9,9%, subindo para 13,6% entre os jovens das zonas urbanas. Constatou ainda que um quarto dos indianos entre 15 e 29 anos n\u00e3o estava nem empregado, nem frequentando a escola ou recebendo forma\u00e7\u00e3o. Esses n\u00fameros oficiais ocultam o subemprego generalizado, o trabalho familiar n\u00e3o remunerado e o desespero que leva as pessoas a aceitar qualquer atividade como trabalho. Apenas 23,6% dos trabalhadores indianos estavam em empregos regulares com remunera\u00e7\u00e3o por hora ou sal\u00e1rio fixo, enquanto 56,2% foram classificados como aut\u00f4nomos \u2013 uma categoria que abrange desde profissionais pr\u00f3speros at\u00e9 vendedores ambulantes e trabalhadores n\u00e3o remunerados em propriedades agr\u00edcolas familiares.<\/p>\n<p>O Relat\u00f3rio sobre o Emprego na \u00cdndia, elaborado pelo Instituto para o Desenvolvimento Humano e pela Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho, apresenta um quadro ainda mais evidente. Em 2022, o desemprego entre os jovens licenciados situava-se nos 29,1%, nove vezes superior \u00e0 taxa registrada entre os jovens que n\u00e3o sabiam ler nem escrever. Quase 82% da for\u00e7a de trabalho pertencia ao setor informal, enquanto quase 90% estava empregada de forma informal. Os sal\u00e1rios reais dos trabalhadores efetivos tinham estagnado ou diminu\u00eddo, e o emprego em plataformas expandiu-se como uma extens\u00e3o digitalmente supervisionada do trabalho informal, na sua maioria sem seguran\u00e7a social. O relat\u00f3rio constatou que o tempo m\u00e9dio de espera pelo primeiro emprego ultrapassava um ano e que muitos jovens tecnicamente qualificados estavam realizando trabalhos n\u00e3o relacionados com a sua forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o amargo paradoxo no cerne dos protestos. A educa\u00e7\u00e3o ampliou as aspira\u00e7\u00f5es e as capacidades dos jovens indianos, mas a economia n\u00e3o aumentou o n\u00famero de empregos dignos dispon\u00edveis para eles. Quanto mais estudam, mais claramente percebem o fosso entre o que a sociedade prometeu e o que ela pode oferecer. O seu diploma torna-se prova, n\u00e3o da sua inadequa\u00e7\u00e3o, mas da inadequa\u00e7\u00e3o de um modelo econ\u00f4mico organizado em torno das finan\u00e7as, da produ\u00e7\u00e3o intensiva em capital, da privatiza\u00e7\u00e3o e do enriquecimento de uma pequena fra\u00e7\u00e3o de classe corporativa.<\/p>\n<p>A crise n\u00e3o come\u00e7ou com o governo de Modi, mas 12 anos de governo do BJP aprofundaram-na. A desmonetiza\u00e7\u00e3o e o mal concebido Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os (GST) prejudicaram as pequenas empresas, que historicamente absorveram um grande n\u00famero de trabalhadores. O concurso para o setor p\u00fablico foi adiado ou reduzido, as vagas permanecem em aberto e o emprego est\u00e1vel foi substitu\u00eddo pelo trabalho por contrato. O setor industrial n\u00e3o cresceu na escala necess\u00e1ria para empregar os milh\u00f5es que entram no mercado de trabalho a cada ano. Enquanto isso, a educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica foi enfraquecida, e o segmento de cursos preparat\u00f3rios expandiu-se, transformando a ansiedade numa mercadoria imensamente lucrativa. O governo comemora o crescimento do PIB, rodovias, pagamentos digitais, empresas \u00abunic\u00f3rnio\u00bb e a riqueza dos bilion\u00e1rios indianos, mas nenhuma dessas estat\u00edsticas responde \u00e0 pergunta ouvida em in\u00fameros lares: onde est\u00e1 o emprego?<\/p>\n<p>Os vazamentos de provas devem, portanto, ser entendidos como algo mais do que corrup\u00e7\u00e3o administrativa. S\u00e3o express\u00f5es concentradas de uma injusti\u00e7a de classe mais ampla. Milh\u00f5es competem por um n\u00famero reduzido de vagas porque o emprego est\u00e1vel foi deliberadamente tornado escasso. Cada candidato precisa pagar taxas, viajar longas dist\u00e2ncias, comprar material de estudo e, \u00e0s vezes, passar anos em centros de prepara\u00e7\u00e3o. Quando um exame \u00e9 comprometido, o Estado fala em falhas t\u00e9cnicas e comiss\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o. Para o candidato, no entanto, o pr\u00f3prio tempo foi roubado. O limite m\u00e1ximo de idade se aproxima; as d\u00edvidas da fam\u00edlia se acumulam; mais um ano se esvai.<\/p>\n<p>O governo gostaria de isolar os protestos como uma explos\u00e3o emocional de uma gera\u00e7\u00e3o impaciente. Ele alternar\u00e1 entre a ridiculariza\u00e7\u00e3o, a repress\u00e3o, promessas de di\u00e1logo e tentativas de dividir o movimento. Dir\u00e1 aos jovens que lhes falta experi\u00eancia, que for\u00e7as estrangeiras os est\u00e3o induzindo a erro ou que o seu protesto prejudica a imagem da na\u00e7\u00e3o. Mas n\u00e3o h\u00e1 nada de antinacional em exigir que um pa\u00eds ofere\u00e7a \u00e0 sua juventude um trabalho \u00fatil. O que prejudica a \u00cdndia \u00e9 uma ordem em que os jovens s\u00e3o necess\u00e1rios como consumidores, pontos de dados, entregadores e multid\u00f5es eleitorais, mas n\u00e3o s\u00e3o bem-vindos como trabalhadores com direitos, cidad\u00e3os com voz e seres humanos com direito a um futuro.<\/p>\n<p>A energia do movimento das Baratas \u00e9 importante, mas a espontaneidade e o alcance digital, por si mesmos, n\u00e3o conseguem superar um poder t\u00e3o arraigado. A sua for\u00e7a duradoura depender\u00e1 da sua capacidade de vincular a reforma dos exames \u00e0 luta pelo emprego, pela educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica, pelos direitos laborais e pela redistribui\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. Os estudantes em Jantar Mantar partilham um futuro com professores contratados, trabalhadores de programas sociais, entregadores, aprendizes de f\u00e1brica, graduados desempregados e trabalhadores rurais. O movimento deve resistir \u00e0s tentativas de denominar a pol\u00edtica organizada, os sindicatos e as organiza\u00e7\u00f5es estudantis estabelecidas como rel\u00edquias pertencentes a outra gera\u00e7\u00e3o. A experi\u00eancia acumulada pela classe trabalhadora organizada n\u00e3o \u00e9 um fardo para a revolta juvenil; pelo contr\u00e1rio, \u00e9 um dos recursos que podem dar resist\u00eancia e dire\u00e7\u00e3o a essa revolta.<\/p>\n<p>O nome \u00abbarata\u00bb carrega uma verdade hist\u00f3rica n\u00e3o intencional. As baratas sobrevivem porque s\u00e3o dif\u00edceis de eliminar. Mas os jovens nas ruas n\u00e3o est\u00e3o pedindo apenas para sobreviver nas fendas de um sistema em decad\u00eancia. Eles querem viver, trabalhar, usar o que aprenderam e contribuir para a sociedade com dignidade. A sua raiva \u00e9 geracional na apar\u00eancia, mas profundamente baseada em quest\u00f5es de classe no conte\u00fado. A tarefa da esquerda indiana n\u00e3o \u00e9 romantizar essa raiva nem dar li\u00e7\u00f5es \u00e0 dist\u00e2ncia, mas dialogar com ela, ajud\u00e1-la a identificar a estrutura subjacente ao seu sofrimento e articular as suas reivindica\u00e7\u00f5es imediatas com um programa capaz de criar milh\u00f5es de empregos seguros e socialmente \u00fateis.<\/p>\n<p>O g\u00e1s lacrimog\u00eaneo no exterior do Parlamento n\u00e3o pode responder \u00e0 quest\u00e3o levantada pelos manifestantes. Os governantes da \u00cdndia podem empurr\u00e1-los para tr\u00e1s das barricadas e cham\u00e1-los de insetos, parasitas ou desordeiros. Mas uma sociedade que se recusa a dar espa\u00e7o aos seus jovens acabar\u00e1 por descobrir que estes decidiram transformar a pr\u00f3pria sociedade.<\/p>\n<p>Artigo republicado no \u00e2mbito de uma parceria com a Globetrotter, editado pelo AbrilAbril.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34140\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[261,9,65,10],"tags":[225],"class_list":["post-34140","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-india","category-s10-internacional","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-4a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8SE","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34140","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34140"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34140\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34142,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34140\/revisions\/34142"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34140"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34140"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34140"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}