{"id":34183,"date":"2026-08-18T23:01:29","date_gmt":"2026-08-19T02:01:29","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=34183"},"modified":"2026-08-18T23:01:29","modified_gmt":"2026-08-19T02:01:29","slug":"cuba-apos-seis-meses-de-bloqueio-petrolifero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34183","title":{"rendered":"Cuba ap\u00f3s seis meses de bloqueio petrol\u00edfero"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"34184\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34183\/unnamed-4-4\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-4.jpg?fit=1024%2C638&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1024,638\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"unnamed (4)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-4.jpg?fit=747%2C466&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-34184\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-4.jpg?resize=747%2C466&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"466\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-4.jpg?resize=900%2C561&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-4.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-4.jpg?resize=768%2C479&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-4.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>A crise e o caminho para a recupera\u00e7\u00e3o<br \/>\n\u2013 A tarefa imediata \u00e9 evitar uma cat\u00e1strofe humanit\u00e1ria. A tarefa mais ampla consiste em substituir a coa\u00e7\u00e3o pela coopera\u00e7\u00e3o soberana e ajudar Cuba a construir um sistema energ\u00e9tico que n\u00e3o possa voltar a ser estrangulado por uma pot\u00eancia estrangeira.<br \/>\nVijay Prashad [*]<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de seis d\u00e9cadas que os Estados Unidos tentam fazer com que o povo cubano pague pela sua decis\u00e3o de seguir um caminho independente e socialista. A fase mais recente desta guerra econ\u00f4mica tem como alvo a art\u00e9ria mais vulner\u00e1vel da ilha: o seu abastecimento energ\u00e9tico. Seis meses depois de Washington ter intensificado a press\u00e3o sobre os pa\u00edses e empresas que fornecem petr\u00f3leo a Cuba, a pol\u00edtica n\u00e3o trouxe democracia nem melhorou a vida dos cubanos comuns. Resultou em casas mais escuras, \u00f4nibus imobilizados, hospitais paralisados e maior dificuldade em transportar alimentos do campo para as cidades.<\/p>\n<p>A tarefa imediata \u00e9 evitar um desastre humanit\u00e1rio. A tarefa mais ampla \u00e9 substituir a coa\u00e7\u00e3o pela coopera\u00e7\u00e3o soberana e ajudar Cuba a construir um sistema energ\u00e9tico que n\u00e3o possa voltar a ser estrangulado por uma pot\u00eancia estrangeira.<\/p>\n<p>Seis meses de crise crescente<\/p>\n<p>A 29 de janeiro de 2026, o presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu um decreto presidencial que estabelecia um mecanismo de tarifas adicionais sobre mercadorias provenientes de qualquer pa\u00eds que, direta ou indiretamente, fornecesse petr\u00f3leo a Cuba. Washington apresentou a medida como uma defesa da seguran\u00e7a nacional dos EUA. O seu objetivo pr\u00e1tico era inequ\u00edvoco: for\u00e7ar pa\u00edses terceiros a escolher entre uma pequena na\u00e7\u00e3o caribenha em dificuldades econ\u00f4micas e o acesso ao enorme mercado norte-americano.<\/p>\n<p>As medidas tarif\u00e1rias autorizadas ao abrigo desta e de v\u00e1rias outras ordens de emerg\u00eancia foram revogadas em 20 de fevereiro. Mas a emerg\u00eancia declarada permaneceu em vigor, tal como o sistema de san\u00e7\u00f5es mais abrangente, as amea\u00e7as contra os fornecedores e a incerteza quanto aos navios com destino a Cuba. O resultado foi descrito como um bloqueio petrol\u00edfero efetivo: n\u00e3o necessariamente uma linha permanente de navios de guerra estadunidenses, mas um sistema de press\u00e3o secund\u00e1ria capaz de dissuadir governos, bancos, seguradoras, companhias de navega\u00e7\u00e3o e comerciantes de realizarem com\u00e9rcio leg\u00edtimo com Cuba. O golpe atingiu uma economia j\u00e1 sob press\u00e3o extraordin\u00e1ria. Cuba dependia h\u00e1 muito do petr\u00f3leo importado, particularmente da Venezuela, produzindo apenas parte das suas necessidades. As entregas venezuelanas diminu\u00edram ap\u00f3s o ataque dos EUA a esse pa\u00eds em 3 de janeiro de 2026, os fornecimentos mexicanos ficaram sob press\u00e3o dos EUA e Cuba carecia de divisas para comprar combust\u00edvel suficiente em outros locais. Centrais t\u00e9rmicas envelhecidas, manuten\u00e7\u00e3o atrasada, furac\u00f5es, infla\u00e7\u00e3o e a perda de rendimento do turismo agravaram os danos.<\/p>\n<p>A escassez de combust\u00edvel alastrou-se a todos os aspetos da vida social. Falhas t\u00e9cnicas na fr\u00e1gil rede el\u00e9trica provocaram repetidamente apag\u00f5es em toda a ilha. Os cortes de eletricidade paralisaram as bombas de \u00e1gua, enquanto os frigor\u00edficos deixaram de funcionar, deteriorando alimentos e medicamentos escassos. As fam\u00edlias viram-se obrigadas a cozinhar, estudar e dormir sob calor extremo, sem energia el\u00e9trica fi\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os transportes ficaram igualmente paralisados. Havia menos transporte p\u00fablico em funcionamento, as esta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o fecharam ou racionaram os abastecimentos, e os trabalhadores tiveram dificuldades em chegar aos seus locais de trabalho. Quando n\u00e3o h\u00e1 gasolina dispon\u00edvel, as colheitas n\u00e3o podem ser facilmente recolhidas e os alimentos n\u00e3o podem ser transportados dos produtores rurais para os consumidores urbanos. A recolha de lixo e o saneamento deterioram-se. Ambul\u00e2ncias, hospitais e cl\u00ednicas t\u00eam de racionar o combust\u00edvel dos geradores, mesmo com a crescente escassez de medicamentos e suprimentos b\u00e1sicos. Os voos foram cancelados ou redirecionados porque os aeroportos cubanos n\u00e3o conseguiam garantir combust\u00edvel de avia\u00e7\u00e3o, prejudicando ainda mais o turismo \u2014 uma das principais fontes de divisas do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O fardo \u00e9 desigual. As fam\u00edlias com d\u00f3lares conseguem, por vezes, obter alimentos, transporte, pilhas ou equipamento solar; os trabalhadores e pensionistas que dependem do peso t\u00eam muito menos op\u00e7\u00f5es. As mulheres assumem grande parte do trabalho adicional n\u00e3o remunerado de procurar alimentos e \u00e1gua e de cuidar de familiares. As comunidades rurais, as pessoas com defici\u00eancia e os doentes que necessitam de medicamentos refrigerados enfrentam riscos espec\u00edficos. As principais v\u00edtimas da pol\u00edtica dos EUA s\u00e3o todo o povo cubano.<\/p>\n<p>Uma sa\u00edda baseada na paz, na soberania e na reconstru\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A sa\u00edda deve come\u00e7ar com um acordo energ\u00e9tico humanit\u00e1rio imediato. Cuba necessita de entregas previs\u00edveis, n\u00e3o de cargas ocasionais dependentes de autoriza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. As Na\u00e7\u00f5es Unidas, em conjunto com governos dispostos da Am\u00e9rica Latina e das Cara\u00edbas, devem estabelecer um corredor de combust\u00edvel monitorizado. Os carregamentos poderiam ser destinados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de energia, hospitais, \u00e1gua e saneamento, produ\u00e7\u00e3o alimentar, transportes p\u00fablicos e prepara\u00e7\u00e3o para cat\u00e1strofes.<\/p>\n<p>Uma isen\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem sentido se os bancos n\u00e3o processarem os pagamentos, as seguradoras n\u00e3o cobrirem os navios e as companhias de navega\u00e7\u00e3o temerem san\u00e7\u00f5es. Os governos participantes devem fornecer garantias de pagamento, seguros e prote\u00e7\u00e3o jur\u00eddica aos fornecedores humanit\u00e1rios. Os Estados Unidos devem emitir licen\u00e7as gerais e duradouras, em vez de isen\u00e7\u00f5es caso a caso.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, a ajuda de emerg\u00eancia deve abrir a porta a uma desescalada negociada. Washington e Havana devem iniciar conversa\u00e7\u00f5es estruturadas, apoiadas, quando necess\u00e1rio, pela CARICOM, pela CELAC, pelo M\u00e9xico e por outros intermedi\u00e1rios de confian\u00e7a. O princ\u00edpio deve ser a reciprocidade sem coa\u00e7\u00e3o. Os Estados Unidos devem suspender as medidas que penalizam o com\u00e9rcio com pa\u00edses terceiros e estabelecer um calend\u00e1rio verific\u00e1vel para o levantamento das san\u00e7\u00f5es. A negocia\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode significar exigir uma mudan\u00e7a de regime como pre\u00e7o para permitir que uma popula\u00e7\u00e3o satisfa\u00e7a as suas necessidades b\u00e1sicas. Tampouco as necessidades humanit\u00e1rias devem ser ref\u00e9ns de todos os lit\u00edgios por resolver entre os dois governos.<\/p>\n<p>Em terceiro lugar, Cuba j\u00e1 come\u00e7ou a diversificar os seus fornecedores e o seu sistema energ\u00e9tico. Contratos com v\u00e1rios produtores, compras conjuntas com parceiros caribenhos e reservas regionais de armazenamento poderiam reduzir os custos e atenuar interrup\u00e7\u00f5es repentinas. A coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica poderia ajudar a estabilizar equipamentos de gera\u00e7\u00e3o antigos enquanto se constr\u00f3i nova capacidade. A m\u00e9dio prazo, a resposta mais duradoura reside nas energias renov\u00e1veis e descentralizadas. Cuba disp\u00f5e de luz solar abundante e de um potencial significativo para a energia solar, a biomassa e a gera\u00e7\u00e3o e\u00f3lica cuidadosamente localizada. Sistemas solares instalados nos telhados de cl\u00ednicas, escolas, explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas e blocos de apartamentos, combinados com baterias, reduziriam a procura na rede nacional. As microrredes comunit\u00e1rias poderiam manter as bombas de \u00e1gua, a refrigera\u00e7\u00e3o e as comunica\u00e7\u00f5es em funcionamento quando uma central importante falhar. O baga\u00e7o da ind\u00fastria a\u00e7ucareira e os res\u00edduos agr\u00edcolas podem contribuir para a produ\u00e7\u00e3o de energia, se os projetos forem geridos de forma sustent\u00e1vel. As energias renov\u00e1veis n\u00e3o devem tornar-se um slogan que ignore as limita\u00e7\u00f5es materiais: os projetos precisam de financiamento, pe\u00e7as sobressalentes, t\u00e9cnicos qualificados, baterias e sistemas de reciclagem.<\/p>\n<p>Para os pa\u00edses do Sul Global, a situa\u00e7\u00e3o de Cuba n\u00e3o \u00e9 uma disputa bilateral distante. As san\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias e as amea\u00e7as tarif\u00e1rias estabelecem o princ\u00edpio perigoso de que um Estado poderoso pode ditar quais s\u00e3o os parceiros comerciais leg\u00edtimos de todas as outras na\u00e7\u00f5es. Defender o direito de Cuba a adquirir energia faz, portanto, parte da defesa de uma ordem internacional democr\u00e1tica. O Sul Global deve opor-se \u00e0 coa\u00e7\u00e3o extraterritorial, apoiar os fornecimentos humanit\u00e1rios e a coopera\u00e7\u00e3o em mat\u00e9ria de energias renov\u00e1veis e trabalhar com outros Estados para proteger o com\u00e9rcio leg\u00edtimo das san\u00e7\u00f5es unilaterais.<\/p>\n<p>O povo cubano sobreviveu a seis d\u00e9cadas de press\u00e3o gra\u00e7as \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o social, \u00e0 solidariedade internacional e a uma resist\u00eancia not\u00e1vel. A resist\u00eancia, no entanto, n\u00e3o deve ser romantizada. Nenhum povo deve ser obrigado a viver indefinidamente sem eletricidade, transportes, alimentos ou medicamentos fi\u00e1veis para provar o seu compromisso com a soberania. A sa\u00edda justa n\u00e3o \u00e9 nem a capitula\u00e7\u00e3o nem o isolamento. \u00c9 o fim da puni\u00e7\u00e3o coletiva e a coopera\u00e7\u00e3o internacional baseada na igualdade. Esse caminho pode trazer de volta a luz, preservando simultaneamente o direito de Cuba a determinar o seu pr\u00f3prio futuro.<\/p>\n<p>14\/Agosto\/2026<br \/>\n[*] Historiador e jornalista indiano. \u00c9 autor de quarenta livros, incluindo Washington Bullets, Red Star Over the Third World, The Darker Nations: A People\u2019s History of the Third World, The Poorer Nations: A Possible History of the Global South e How the International Monetary Fund Suffocates Africa, escrito em colabora\u00e7\u00e3o com Grieve Chelwa. \u00c9 diretor executivo do Tricontinental: Institute for Social Research, correspondente-chefe da Globetrotter e editor-chefe da LeftWord Books (Nova Deli). Participou tamb\u00e9m nos filmes Shadow World (2016) e Two Meetings (2017).<br \/>\nO original encontra-se em breakthroughnews.org\/2026\/08\/14\/cuba-after-six-months-of-the-oil-blockade-crisis-and-the-road-to-recovery\/<br \/>\nEste artigo encontra-se em resistir.info<br \/>\nComent\u00e1rios em https:\/\/t.me\/resistir_info<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34183\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[65,10],"tags":[228],"class_list":["post-34183","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-5b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8Tl","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34183","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34183"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34183\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34185,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34183\/revisions\/34185"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34183"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34183"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34183"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}