{"id":34307,"date":"2026-09-24T12:41:03","date_gmt":"2026-09-24T15:41:03","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=34307"},"modified":"2026-09-24T12:41:03","modified_gmt":"2026-09-24T15:41:03","slug":"a-instrumentalizacao-do-dolar-como-arma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34307","title":{"rendered":"A instrumentaliza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar como arma"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"34308\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34307\/unnamed-83\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/unnamed.jpg?fit=809%2C578&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"809,578\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"unnamed\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/unnamed.jpg?fit=747%2C534&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-34308\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/unnamed.jpg?resize=747%2C534&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"534\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/unnamed.jpg?w=809&amp;ssl=1 809w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/unnamed.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/unnamed.jpg?resize=768%2C549&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/unnamed.jpg?resize=120%2C85&amp;ssl=1 120w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Prabhat Patnaik [*]<\/p>\n<p>O sistema de Bretton Woods institucionalizou o d\u00f3lar como moeda de reserva global, tendo os EUA assumido o compromisso de comprar e vender ouro a governos e bancos centrais estrangeiros a um pre\u00e7o fixo de 35 d\u00f3lares por on\u00e7a-troy [31,103 gr] de ouro. O papel do d\u00f3lar como moeda de reserva baseava-se na convic\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o haveria uma corrida para trocar d\u00f3lares por ouro, ou seja, na expectativa de estabilidade no pre\u00e7o do ouro em d\u00f3lares, que, por sua vez, assentava na expectativa de estabilidade (pelo menos ao longo do tempo, salvo flutua\u00e7\u00f5es de curto prazo) nos pre\u00e7os das mat\u00e9rias-primas expressos em d\u00f3lares. Enquanto esta expectativa se manteve, os EUA podiam gastar o que quisessem, uma vez que o resto do mundo estava sempre disposto a deter d\u00f3lares e ativos denominados em d\u00f3lares. Quando estas expectativas foram minadas devido \u00e0 infla\u00e7\u00e3o nos EUA, na sequ\u00eancia da escalada da Guerra do Vietname, o sistema de Bretton Woods entrou em colapso.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, contudo, o d\u00f3lar recuperou a sua supremacia e, embora j\u00e1 n\u00e3o fosse convert\u00edvel em ouro a um pre\u00e7o fixo, retomou o seu papel de moeda mundial de facto. Este papel, refletido na utiliza\u00e7\u00e3o generalizada do d\u00f3lar como meio de circula\u00e7\u00e3o no com\u00e9rcio mundial \u2014 incluindo, acima de tudo, no com\u00e9rcio de petr\u00f3leo \u2014 e, por conseguinte, tamb\u00e9m como forma de acumula\u00e7\u00e3o de riqueza, baseava-se na expectativa de estabilidade do seu valor face ao mundo das mat\u00e9rias-primas. Isto conferiu naturalmente uma vantagem especial aos EUA, uma vez que podiam contrair empr\u00e9stimos junto do resto do mundo e gastar tanto quanto quisessem; e, durante muito tempo, a rea\u00e7\u00e3o do resto do mundo a esta vantagem foi &#8220;que assim seja&#8221;.<\/p>\n<p>Este papel do d\u00f3lar, no entanto, foi transformado numa arma ao longo do tempo, quando os EUA come\u00e7aram a tirar partido da deten\u00e7\u00e3o de d\u00f3lares e de ativos denominados em d\u00f3lares pelo resto do mundo, para impor o seu diktat a este \u00faltimo. Nessa altura, deixou de ser apenas uma moeda de reserva que conferia uma vantagem econ\u00f4mica aos EUA, passando a ser um instrumento perigosamente poderoso, utilizado de forma completamente c\u00ednica para exercer press\u00e3o.<\/p>\n<p>Isto aconteceu pela primeira vez em 1979, quando o presidente Jimmy Carter apreendeu \u2014 embora n\u00e3o tenha chegado ao ponto de confiscar \u2014 ativos iranianos no valor de 12 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, na sequ\u00eancia da chamada &#8220;crise dos ref\u00e9ns&#8221;. Foi inequivocamente um ato de banditismo internacional, que se repetiu in\u00fameras vezes desde ent\u00e3o. O fato de a moeda dos EUA ser a forma sob a qual grande parte do resto do mundo det\u00e9m a sua riqueza n\u00e3o confere aos EUA qualquer direito legal ou moral de apreender essa riqueza sempre que lhes apete\u00e7a, tal como, dentro de um pa\u00eds, o fato de a moeda em circula\u00e7\u00e3o ser uma responsabilidade do banco central n\u00e3o confere ao governo ou ao banco central o direito de apreender as reservas de dinheiro de qualquer pessoa \u00e0 sua vontade. Mas, aproveitando-se do fato de que todas as transa\u00e7\u00f5es em d\u00f3lares, independentemente de onde ocorram \u2014 seja dentro ou fora dos EUA \u2014, terem de passar por bancos americanos chamados &#8220;correspondentes&#8221;, os EUA simplesmente arrogaram-se o direito de congelar ativos estrangeiros em d\u00f3lares e de usar essa influ\u00eancia adquirida ilegitimamente para for\u00e7ar os pa\u00edses a obedecerem ao seu diktat.<\/p>\n<p>Em suma, o d\u00f3lar tornou-se explicitamente uma ferramenta do imperialismo estadunidense. Se os EUA est\u00e3o em desacordo com algum pa\u00eds, imp\u00f5em simplesmente san\u00e7\u00f5es unilaterais, sem o apoio das Na\u00e7\u00f5es Unidas, contra esse pa\u00eds, e confiscam as reservas em d\u00f3lares desse pa\u00eds atrav\u00e9s deste mecanismo dos &#8220;bancos correspondentes&#8221;. Um pa\u00eds que foi recentemente sujeito a este tratamento \u00e9 a R\u00fassia: quase 300 bilh\u00f5es de d\u00f3lares das suas reservas cambiais foram confiscados pelos EUA e pelos seus aliados na Uni\u00e3o Europeia, como parte das san\u00e7\u00f5es que lhe foram impostas no contexto da guerra na Ucr\u00e2nia. Da mesma forma, as reservas cambiais do Ir\u00e3, no valor entre 100 a 150 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, foram confiscadas pelos EUA, que lan\u00e7aram uma guerra contra o pa\u00eds em conjunto com Israel, embora esta quantia estivesse depositada, em grande parte, em bancos fora dos EUA, incluindo, ironicamente, em bancos localizados na \u00cdndia e na China.<\/p>\n<p>Esta mudan\u00e7a no papel do d\u00f3lar, de moeda de reserva para arma expl\u00edcita do imperialismo estadunidense utilizada contra qualquer pa\u00eds que ouse desafiar os EUA, conferiu maior urg\u00eancia aos apelos \u00e0 &#8220;desdolariza\u00e7\u00e3o&#8221;. Isto ficou evidente na cimeira do BRICS, recentemente conclu\u00edda em Nova Deli, onde a R\u00fassia, a China e o Ir\u00e3, com diferentes graus de \u00eanfase em diversos aspectos, deram prioridade \u00e0 necessidade de resist\u00eancia contra o regime de san\u00e7\u00f5es unilaterais impostas pelos EUA e \u00e0 necessidade de um acordo comercial e financeiro alternativo. O apelo, neste contexto, foi no sentido da utiliza\u00e7\u00e3o da moeda local no com\u00e9rcio intra-BRICS, cuja magnitude foi reconhecida como necessitando de uma expans\u00e3o significativa.<\/p>\n<p>N\u00e3o se tratou apenas de um apelo a um acordo mais justo que beneficiasse os pa\u00edses do Sul Global; foi mais explicitamente dirigido contra o pesadelo das san\u00e7\u00f5es unilaterais impostas a pa\u00edses que n\u00e3o seguem a linha dos EUA e contra o congelamento dos ativos em d\u00f3lares desses pa\u00edses. A \u00cdndia, embora concordasse em termos gerais com a necessidade de expandir o com\u00e9rcio no seio do BRICS e de utilizar moedas locais, permaneceu, infelizmente, em sil\u00eancio quanto \u00e0 quest\u00e3o de se opor ao congelamento dos ativos em d\u00f3lares. De um modo mais geral, embora a \u00cdndia, sob o governo da NDA, se oponha \u00e0s san\u00e7\u00f5es unilaterais n\u00e3o apoiadas pela ONU, n\u00e3o critica abertamente os EUA por apreenderem os ativos em d\u00f3lares dos pa\u00edses sancionados; o ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros chegou mesmo a manifestar-se contra a &#8220;desdolariza\u00e7\u00e3o&#8221;!<\/p>\n<p>\u00c9 certo que n\u00e3o se devem subestimar as dificuldades associadas \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de moedas locais no com\u00e9rcio intra-BRICS. Se este com\u00e9rcio se basear na utiliza\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplas moedas, ent\u00e3o, para evitar a especula\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio que as moedas tenham taxas de c\u00e2mbio entre si que sejam mais ou menos est\u00e1veis. Para que esta estabilidade se mantenha ao longo do tempo, no entanto, as regras de ajustamento para d\u00e9ficits e excedentes da balan\u00e7a de pagamentos t\u00eam de ser diferentes no seio do BRICS em compara\u00e7\u00e3o com as que vigoram no atual regime internacional. Atualmente, a n\u00edvel internacional, s\u00e3o os pa\u00edses com d\u00e9fice que s\u00e3o for\u00e7ados a ajustar-se, reduzindo os seus n\u00edveis de atividade para eliminar os desequil\u00edbrios comerciais; assim, os pa\u00edses mais pobres do mundo s\u00e3o obrigados a adotar medidas de &#8220;austeridade&#8221;. Um acordo muito mais sensato e humano seria obrigar os pa\u00edses com excedentes a ajustar-se; se a sua procura interna aumentasse, o seu excedente comercial diminuiria e, com ele, o d\u00e9fice comercial dos pa\u00edses deficit\u00e1rios. Por conseguinte, para que o com\u00e9rcio intra-BRICS se expanda com base na utiliza\u00e7\u00e3o de moedas locais, as &#8220;regras do jogo&#8221; t\u00eam de ser diferentes das que vigoram atualmente a n\u00edvel internacional. A simples utiliza\u00e7\u00e3o mais ampla de moedas locais reproduzir\u00e1 no seio do BRICS as mesmas contradi\u00e7\u00f5es que atualmente afligem o sistema internacional de com\u00e9rcio e pagamentos.<\/p>\n<p>Os acordos comerciais bilaterais que a \u00cdndia mantinha com a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica nas d\u00e9cadas ap\u00f3s a Independ\u00eancia precisam ser reexaminados com vista a serem tomados como modelo neste contexto. Esse com\u00e9rcio era realizado em grande parte por empresas do setor p\u00fablico de ambos os lados, o que, se praticado em escala significativa atualmente, pode, em princ\u00edpio, reduzir o espa\u00e7o para a especula\u00e7\u00e3o cambial. Al\u00e9m disso, uma vez que os excedentes e d\u00e9ficits n\u00e3o liquidados eram estendidos (carried over), isto era an\u00e1logo a uma concess\u00e3o autom\u00e1tica de cr\u00e9dito pelo pa\u00eds com excedente ao pa\u00eds endividado. E, uma vez que esses excedentes e d\u00e9ficits eram eliminados ao longo do tempo atrav\u00e9s de compras adequadas, n\u00e3o se colocava a quest\u00e3o de o pa\u00eds com d\u00e9ficit ter de praticar, por si s\u00f3, &#8220;austeridade&#8221; para eliminar o seu saldo devedor. O acordo comercial indo-sovi\u00e9tico n\u00e3o foi, portanto, afetado pelos problemas que os pa\u00edses do Sul Global hoje enfrentam ao abrigo do atual regime internacional. A expans\u00e3o do com\u00e9rcio intra-BRICS com base em moedas locais poderia ocorrer hoje, inicialmente, atrav\u00e9s de acordos bilaterais entre os pa\u00edses membros, seguindo as linhas do acordo comercial bilateral indo-sovi\u00e9tico.<\/p>\n<p>\u00c9 revelador que, embora a expans\u00e3o do com\u00e9rcio intra-BRICS atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o de moedas locais \u2014 o que desempenharia um papel ben\u00e9fico ao eliminar o papel do d\u00f3lar como meio de circula\u00e7\u00e3o nesse com\u00e9rcio \u2014 tenha sido amplamente mencionada na cimeira do BRICS, os problemas pr\u00e1ticos a ela associados n\u00e3o tenham sido discutidos. Isto apenas demonstra o longo caminho que o BRICS tem de percorrer antes de se tornar uma for\u00e7a significativa na arena global. De fato, dada a sua natureza diversificada, marcada pela presen\u00e7a de pa\u00edses pr\u00f3-imperialistas no seu seio, continua a ser uma quest\u00e3o em aberto se o BRICS ir\u00e1, de fato, chegar ao fim do percurso.<\/p>\n<p>20\/Setembro\/2026<br \/>\n[*] Economista, indiano, ver Wikipedia<br \/>\nVer tamb\u00e9m:<br \/>\nHow BRICS Is Linking Payment Systems Without a Common Currency<br \/>\nO original encontra-se em <a href=\"http:\/\/peoplesdemocracy.in\/2026\/0920_pd\/weaponisation-dollar.\">peoplesdemocracy.in\/2026\/0920_pd\/weaponisation-dollar.<\/a><br \/>\nEste artigo encontra-se em resistir.info<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34307\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[385,65,10],"tags":[228],"class_list":["post-34307","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-critica-da-economia-politica","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-5b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8Vl","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34307","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34307"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34307\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34309,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34307\/revisions\/34309"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34307"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34307"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34307"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}