{"id":34327,"date":"2026-10-05T21:15:22","date_gmt":"2026-10-06T00:15:22","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=34327"},"modified":"2026-10-05T21:15:22","modified_gmt":"2026-10-06T00:15:22","slug":"imperialismo-e-saque-dos-recursos-minerais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34327","title":{"rendered":"Imperialismo e saque dos recursos minerais"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"34328\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34327\/unnamed-84\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/unnamed.jpg?fit=1269%2C1860&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1269,1860\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"unnamed\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/unnamed.jpg?fit=614%2C900&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-34328\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/unnamed.jpg?resize=614%2C900&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"614\" height=\"900\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/unnamed.jpg?resize=614%2C900&amp;ssl=1 614w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/unnamed.jpg?resize=205%2C300&amp;ssl=1 205w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/unnamed.jpg?resize=768%2C1126&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/unnamed.jpg?resize=1048%2C1536&amp;ssl=1 1048w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/unnamed.jpg?w=1269&amp;ssl=1 1269w\" sizes=\"auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>\u2013 \u00c0 medida que o capitalismo entra na fase final da sua exist\u00eancia, tornar-se-\u00e1 tamb\u00e9m muito mais cruel.<\/p>\n<p>Prabhat Patnaik [*]<\/p>\n<p>Num contexto de capitalismo global, de um pa\u00eds ou mesmo de uma regi\u00e3o do Sul Global, ser rico em recursos minerais pode ser uma fonte de grandes dificuldades para a sua popula\u00e7\u00e3o. \u00c9 ir\u00f4nico que o Norte global, que \u00e9 a base do capitalismo, tenha sido historicamente pobre em minerais. Isto \u00e9 t\u00e3o verdadeiro para o pa\u00eds pioneiro do capitalismo industrial, a Gr\u00e3-Bretanha, como para o Jap\u00e3o, o \u00fanico membro asi\u00e1tico do Norte global. De fato, um motivo poderoso para o imperialismo tem sido a busca por mat\u00e9rias-primas essenciais, especialmente minerais indispens\u00e1veis para a manuten\u00e7\u00e3o da &#8220;prosperidade&#8221; do Norte.<\/p>\n<p>Se algum mineral espec\u00edfico de uso comercial for encontrado num pa\u00eds do Sul global, as empresas multinacionais do Norte invadem esse pa\u00eds para extrair essa riqueza mineral. O Produto Interno Bruto desse pa\u00eds aumenta devido a essa extra\u00e7\u00e3o; verifica-se um elevado crescimento do PIB durante algum tempo; e o pa\u00eds \u00e9 apresentado ao mundo pelas ag\u00eancias imperialistas como um exemplo brilhante de crescimento impulsionado pelas exporta\u00e7\u00f5es. No entanto, n\u00e3o se gera muito emprego no pa\u00eds, mesmo no setor mineiro, e o que se gera \u00e9 usualmente reduzido em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 dimens\u00e3o das reservas de m\u00e3o-de-obra criadas pela desindustrializa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, esta explora\u00e7\u00e3o mineira ocorre frequentemente em zonas habitadas, especialmente em comunidades tribais, pelo que um grande n\u00famero de pessoas \u00e9 expropria\u00e7\u00e3o e deslocado por causa dela. A maior parte das receitas minerais geradas reverte para as multinacionais, que as transferem para o estrangeiro. Os efeitos indiretos desta extra\u00e7\u00e3o mineral, por conseguinte \u2014 atrav\u00e9s do desenvolvimento de setores da economia para al\u00e9m da infraestrutura necess\u00e1ria ao transporte dos recursos minerais para o estrangeiro \u2014, permanecem limitados, pelo que a popula\u00e7\u00e3o em geral do pa\u00eds quase n\u00e3o se beneficia dessa extra\u00e7\u00e3o mineral.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, finalmente, chega o dia em que estes recursos minerais se esgotam, o t\u00e3o alardeado &#8220;desenvolvimento&#8221; chega ao fim e o pa\u00eds n\u00e3o volta apenas \u00e0 estaca zero, mas volta \u00e0 estaca zero depois de ter perdido a sua riqueza mineral, que entretanto se esgotou. At\u00e9 mesmo as infraestruturas que tinham sido desenvolvidas para exportar a riqueza mineral para o estrangeiro tornam-se dif\u00edceis de manter e come\u00e7am a se deteriorar. A popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds n\u00e3o se beneficia da riqueza que \u00e9 extra\u00edda antes de se esgotar, mas, por outro lado, perde a sua riqueza mineral. Em suma, a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 simplesmente saqueada.<\/p>\n<p>N\u00e3o precisamos ir muito longe para encontrar um exemplo deste fen\u00f3meno, a que algumas pessoas chamaram de &#8220;maldi\u00e7\u00e3o dos recursos&#8221;, o que \u00e9 uma identifica\u00e7\u00e3o incorreta, uma vez que desvia a aten\u00e7\u00e3o da natureza social do fen\u00f4meno. O nosso pa\u00eds vizinho, a Birm\u00e2nia (ou Mianmar), constitui um exemplo cl\u00e1ssico disso. N\u00e3o s\u00f3 era rico em metais preciosos, como se descobriu que possu\u00eda petr\u00f3leo, cujas exporta\u00e7\u00f5es tiveram in\u00edcio em meados do s\u00e9culo XIX. O petr\u00f3leo foi extra\u00eddo pela Burmah Oil Company, de propriedade brit\u00e2nica, e pela Standard Oil Company, de propriedade estadunidense, de forma t\u00e3o intensa que, na \u00e9poca da independ\u00eancia da Birm\u00e2nia do dom\u00ednio brit\u00e2nico, em 1948, grande parte da sua riqueza petrol\u00edfera j\u00e1 havia se esgotado. Hoje, embora a Birm\u00e2nia exporte g\u00e1s recentemente descoberto, importa mais de 90 por cento das suas necessidades de combust\u00edvel, o que a torna extremamente vulner\u00e1vel aos aumentos globais do pre\u00e7o do petr\u00f3leo, e est\u00e1 inclu\u00edda na categoria dos &#8220;pa\u00edses menos desenvolvidos&#8221; do mundo, de acordo com a classifica\u00e7\u00e3o da ONU.<\/p>\n<p>A natureza ef\u00eamera do boom mineral nos pa\u00edses do Sul global \u00e9 a raz\u00e3o pela qual a renomada economista Joan Robinson considera o investimento das multinacionais na extra\u00e7\u00e3o de minerais a pior forma de investimento estrangeiro direto: quando as multinacionais investem no setor industrial, pelo menos constroem alguns ativos no pa\u00eds, mas quando investem na extra\u00e7\u00e3o mineral, limitam-se a retirar os recursos n\u00e3o renov\u00e1veis do pa\u00eds sem construir quaisquer ativos duradouros, deixando o pa\u00eds mais pobre no final do processo.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 de admirar que, em muitos pa\u00edses do Sul global, a descoloniza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica tenha sido seguida pela nacionaliza\u00e7\u00e3o dos recursos minerais e que tenham sido criadas empresas do setor p\u00fablico para a extra\u00e7\u00e3o mineral. De fato, a amea\u00e7a do setor p\u00fablico era frequentemente utilizada para aumentar a cota-parte das receitas minerais que o Tesouro P\u00fablico do pa\u00eds do Sul global recebia das multinacionais. Assim, no Equador, quando o l\u00edder de esquerda Rafael Correa foi eleito presidente, aumentou a cota do Estado nas receitas minerais em geral e no setor petrol\u00edfero em particular.<\/p>\n<p>A nacionaliza\u00e7\u00e3o dos recursos minerais, no entanto, exp\u00f5e o pa\u00eds ao risco de as multinacionais conspirarem para derrubar um regime &#8220;nacionalista&#8221; deste tipo; e nos casos em que as tentativas de golpe de Estado n\u00e3o conseguem derrubar o regime, h\u00e1 frequentemente uma interven\u00e7\u00e3o armada imperialista direta em apoio aos interesses das multinacionais.<\/p>\n<p>O exemplo cl\u00e1ssico dessa interven\u00e7\u00e3o armada direta nos dias de hoje \u00e9 o Ir\u00e3. Os EUA e Israel invadiram aquele pa\u00eds com o objetivo explicitamente declarado de provocar uma mudan\u00e7a de regime, pelo que toda a lideran\u00e7a do Ir\u00e3 foi assassinada numa demonstra\u00e7\u00e3o de selvageria sem precedentes na era moderna. Embora a invas\u00e3o para efetuar uma mudan\u00e7a de regime tivesse objetivos m\u00faltiplos e mais amplos, o motivo econ\u00f4mico de capturar o petr\u00f3leo iraniano para as empresas estadunidenses nunca foi ocultado do p\u00fablico por Donald Trump. O petr\u00f3leo iraniano fora nacionalizado sob o primeiro-ministro Mohammad Mossadegh em 1951, raz\u00e3o pela qual o pr\u00f3prio Mossadegh foi derrubado num golpe de Estado orquestrado pelas ag\u00eancias de intelig\u00eancia brit\u00e2nicas e americanas em 1953; mas o petr\u00f3leo continua a pertencer ao setor p\u00fablico, mesmo sob o atual regime isl\u00e2mico. Isto \u00e9 poss\u00edvel, entre outras raz\u00f5es, pelo fato de, segundo v\u00e1rios juristas isl\u00e2micos, a propriedade comum dos minerais estar em conformidade com as leis isl\u00e2micas, ao passo que a propriedade privada n\u00e3o est\u00e1.<\/p>\n<p>As manobras para controlar os recursos minerais do Sul global deram origem a alguns dos epis\u00f3dios mais brutais da hist\u00f3ria do imperialismo. Um dos mais infames diz respeito ao que costumava ser chamado de Congo Belga na \u00e9poca colonial. A conquista da independ\u00eancia pelo Congo, sob a lideran\u00e7a popular de Patrice Lumumba, tinha suscitado receios nos c\u00edrculos imperialistas de que o pa\u00eds independente retomasse o controle dos recursos naturais das garras do imperialismo. O que foi orquestrado ap\u00f3s a independ\u00eancia, sob a \u00e9gide imperialista, foi uma declara\u00e7\u00e3o de secess\u00e3o da prov\u00edncia de Katanga \u2014 rica em minerais \u2014 do resto do pa\u00eds, bem como a deten\u00e7\u00e3o e o assassinato de Patrice Lumumba.<\/p>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o mundial de pol\u00edticas neoliberais no final do s\u00e9culo XX representou uma esp\u00e9cie de contrarrevolu\u00e7\u00e3o contra a descoloniza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica introduzida pela independ\u00eancia pol\u00edtica no Sul global. Numa s\u00e9rie de pa\u00edses e regi\u00f5es, as empresas multinacionais voltaram a assumir o controle sobre os recursos minerais. Na \u00cdndia, por exemplo, o controle estatal exclusivo sobre os recursos minerais foi prometido pela luta anticolonial e constitu\u00eda pol\u00edtica nacional ap\u00f3s a independ\u00eancia, mas foi abandonado em 1993, quando as empresas multinacionais e o capital empresarial nacional foram autorizados a entrar neste setor. At\u00e9 mesmo o controle residual sobre as multinacionais no setor dos minerais, como o limite de 50 por cento \u00e0 participa\u00e7\u00e3o estrangeira no capital social, foi abandonado em 2006 ao ser permitida a entrada de empresas estrangeiras de propriedade integral neste setor.<\/p>\n<p>O que se seguiu foi um conjunto de medidas predat\u00f3rias implac\u00e1veis que levaram ao deslocamento de um grande n\u00famero de povos tribais dos seus habitats tradicionais, para que a explora\u00e7\u00e3o mineira por parte de empresas nacionais e multinacionais pudesse ser levada a cabo. Em todos esses casos, a concretiza\u00e7\u00e3o do chamado &#8220;desenvolvimento&#8221; trouxe mis\u00e9ria extrema \u00e0s popula\u00e7\u00f5es locais; o que tem ocorrido \u00e9 um processo de acumula\u00e7\u00e3o primitiva de capital.<\/p>\n<p>O [partido] BJP, que governa no n\u00edvel central e agora tamb\u00e9m em n\u00edvel estadual em Odisha \u2014 estado rico em minerais \u2014, sempre sol\u00edcito para com o grande capital, introduziu recentemente novas regulamenta\u00e7\u00f5es que limitam a capacidade do governo estadual de cobrar impostos \u00e0s empresas mineiras; isto conduzir\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 a uma centraliza\u00e7\u00e3o das receitas da minera\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m a uma maior apropria\u00e7\u00e3o privada dessas receitas. N\u00e3o \u00e9 de admirar que o movimento popular contra o deslocamento e a expropria\u00e7\u00e3o por parte das empresas mineiras esteja emergindo como um importante terreno da luta de classes.<\/p>\n<p>Com o neoliberalismo chegando a um beco sem sa\u00edda, e com a promessa de &#8220;prosperidade&#8221; neoliberal \u2014 que foi utilizada para angariar apoio popular a tais pol\u00edticas \u2014 revelando-se uma quimera, o processo de acumula\u00e7\u00e3o primitiva assumir\u00e1 formas cada vez mais cru\u00e9is. Desde desencadear agress\u00f5es diretas, como na Venezuela e no Ir\u00e3, at\u00e9 apoiar regimes neofascistas que seriam muito mais implac\u00e1veis na implementa\u00e7\u00e3o da acumula\u00e7\u00e3o primitiva no interesse do capital globalizado, o imperialismo entrar\u00e1 cada vez mais em confronto direto com os povos. \u00c0 medida que o capitalismo entra na fase final da sua exist\u00eancia, tornar-se-\u00e1 tamb\u00e9m muito mais cruel; a resist\u00eancia dos povos ter\u00e1 de levar em conta este fato.<\/p>\n<p>04\/Outubro\/2026<br \/>\nVer tamb\u00e9m:<br \/>\nO caminho cient\u00edfico para o exterminismo: quem decidiu reduzir a humanidade \u00e0 metade<br \/>\n[*] Economista, indiano, ver Wikipedia<br \/>\nO original encontra-se em <a href=\"http:\/\/peoplesdemocracy.in\/2026\/1004_pd\/travails-being-mineral-rich.\">peoplesdemocracy.in\/2026\/1004_pd\/travails-being-mineral-rich.<\/a><br \/>\nEste artigo encontra-se em resistir.info<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34327\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[385,65,10],"tags":[224],"class_list":["post-34327","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-critica-da-economia-politica","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-3b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8VF","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34327","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34327"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34327\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34329,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34327\/revisions\/34329"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34327"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34327"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34327"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}