{"id":34397,"date":"2026-10-27T23:13:46","date_gmt":"2026-10-28T02:13:46","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=34397"},"modified":"2026-10-27T23:13:46","modified_gmt":"2026-10-28T02:13:46","slug":"nota-politica-do-pcb-sobre-as-eleicoes-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34397","title":{"rendered":"Nota pol\u00edtica do PCB sobre as elei\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"34398\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34397\/photo_5113910649481268802_y\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/photo_5113910649481268802_y.jpg?fit=1024%2C1280&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1024,1280\" data-comments-opened=\"0\" data-image-title=\"photo_5113910649481268802_y\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/photo_5113910649481268802_y.jpg?fit=720%2C900&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-34398\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/photo_5113910649481268802_y.jpg?resize=720%2C900&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"900\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/photo_5113910649481268802_y.jpg?resize=720%2C900&amp;ssl=1 720w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/photo_5113910649481268802_y.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/photo_5113910649481268802_y.jpg?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/photo_5113910649481268802_y.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>A vit\u00f3ria de Lula, a mobiliza\u00e7\u00e3o popular e os desafios da luta de classes<\/strong><\/p>\n<p>A vit\u00f3ria de Lula no segundo turno, numa virada hist\u00f3rica das elei\u00e7\u00f5es presidenciais brasileiras, demonstrou mais uma vez a extraordin\u00e1ria capacidade de mobiliza\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia do povo brasileiro, especialmente da juventude. Aquilo que parecia uma tarefa praticamente imposs\u00edvel transformou-se em realidade mediante a participa\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de pessoas nas ruas, nos locais de trabalho, nas universidades, nas periferias e nas redes sociais.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do Partido Comunista Brasileiro (PCB), esse resultado representa uma vit\u00f3ria de toda a humanidade contra o fascismo, contra Trump, o sionismo, a Meta, a m\u00e1fia bolsonarista, os prefeitos que sabotaram o transporte p\u00fablico nas regi\u00f5es de maioria lulista, a oligarquia financeira, os chamados mercados e as classes dominantes, que se empenharam em apoiar o candidato advers\u00e1rio com o objetivo de aprofundar as pol\u00edticas neoliberais e a entrega do patrim\u00f4nio p\u00fablico brasileiro. Trata-se de um acontecimento que ultrapassa os limites de uma disputa eleitoral e assume um significado pol\u00edtico e geopol\u00edtico de grande dimens\u00e3o.<\/p>\n<p>Num cen\u00e1rio internacional marcado pelo crescimento da extrema-direita e pela intensifica\u00e7\u00e3o das contradi\u00e7\u00f5es do capitalismo, o resultado eleitoral brasileiro constitui um acontecimento fundamental para a Am\u00e9rica Latina e para o mundo, porque o Brasil passa a representar importante barreira de conten\u00e7\u00e3o ao avan\u00e7o das for\u00e7as reacion\u00e1rias na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A derrota da candidatura bolsonarista representa tamb\u00e9m um rev\u00e9s pol\u00edtico para os que defendem a subordina\u00e7\u00e3o do Brasil aos interesses estrat\u00e9gicos dos Estados Unidos. Al\u00e9m disso, o fortalecimento das for\u00e7as democr\u00e1ticas e de esquerda brasileiras poder\u00e1 contribuir para ampliar os espa\u00e7os de resist\u00eancia ao imperialismo, em defesa da soberania e autodetermina\u00e7\u00e3o dos povos latino-americanos, especialmente de Cuba, permanentemente submetida ao bloqueio econ\u00f4mico estadunidense. O exemplo vitorioso do Brasil certamente servir\u00e1 de inspira\u00e7\u00e3o para que outros povos organizem sua resist\u00eancia contra o fascismo e o imperialismo.<\/p>\n<p>Um dos aspectos mais importantes desse processo foi a ativa participa\u00e7\u00e3o da juventude, dos idosos, dos trabalhadores e das trabalhadoras, dos movimentos populares e de amplos setores da sociedade brasileira. A mobiliza\u00e7\u00e3o que se desenvolveu desde as pequenas cidades do interior \u00e0s grandes capitais, das universidades \u00e0s periferias, das manifesta\u00e7\u00f5es de rua \u00e0s redes sociais, revelou uma disposi\u00e7\u00e3o para a luta da popula\u00e7\u00e3o brasileira que merece ser analisada em toda a sua profundidade. Essa experi\u00eancia poder\u00e1 representar um importante ac\u00famulo de consci\u00eancia, organiza\u00e7\u00e3o e capacidade de interven\u00e7\u00e3o popular para as batalhas futuras, uma vez que as massas emergem dessa luta com \u00e2nimo renovado e moral elevada. O desafio agora \u00e9 transformar a energia despertada durante a campanha eleitoral em participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica permanente, organiza\u00e7\u00e3o e luta pelos direitos da classe trabalhadora, dos setores populares e da juventude.<\/p>\n<p>Essa experi\u00eancia tamb\u00e9m recoloca uma quest\u00e3o fundamental para a compreens\u00e3o da luta pol\u00edtica: a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as n\u00e3o \u00e9 uma realidade im\u00f3vel. Correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as se constr\u00f3i lutando. Ningu\u00e9m \u00e9 capaz de mudar a realidade permanecendo de bra\u00e7os cruzados ou apenas realizando acordos de gabinete. Ela se modifica mediante a a\u00e7\u00e3o consciente das classes sociais, a organiza\u00e7\u00e3o coletiva e a participa\u00e7\u00e3o popular. A experi\u00eancia dessas elei\u00e7\u00f5es demonstrou que somente a mobiliza\u00e7\u00e3o popular pode alterar situa\u00e7\u00f5es aparentemente desfavor\u00e1veis e abrir novas possibilidades pol\u00edticas. Na perspectiva do PCB, as transforma\u00e7\u00f5es estruturais de que o pa\u00eds necessita n\u00e3o poder\u00e3o resultar exclusivamente de negocia\u00e7\u00f5es institucionais ou de acordos entre as c\u00fapulas partid\u00e1rias, mas depender\u00e3o fundamentalmente da capacidade de organiza\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o independente da classe trabalhadora. Sem luta n\u00e3o h\u00e1 vit\u00f3rias!<\/p>\n<p>Entretanto, seria um grave equ\u00edvoco confundir a derrota eleitoral da extrema-direita com o desaparecimento de sua for\u00e7a pol\u00edtica, econ\u00f4mica e social. O novo governo encontrar\u00e1 uma realidade marcada pela forte presen\u00e7a da extrema-direita no Congresso Nacional, nos governos estaduais, no aparelho de Estado e em importantes espa\u00e7os de influ\u00eancia econ\u00f4mica e ideol\u00f3gica. Al\u00e9m disso, as grandes corpora\u00e7\u00f5es, o capital financeiro e os setores empresariais continuar\u00e3o exercendo forte press\u00e3o sobre as decis\u00f5es econ\u00f4micas e pol\u00edticas da na\u00e7\u00e3o. A vit\u00f3ria nas urnas modifica a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as no cen\u00e1rio pol\u00edtico, mas n\u00e3o elimina as contradi\u00e7\u00f5es estruturais da sociedade brasileira, nem resolve, por si mesma, os conflitos entre os interesses do capital e as necessidades da maioria trabalhadora. Por isso, \u00e9 fundamental manter unidas e vigilantes as for\u00e7as que se mobilizaram para derrotar o fascismo!<\/p>\n<p>A conjuntura que se abre, portanto, ser\u00e1 marcada pela continuidade e pelo acirramento da luta de classes, tanto no terreno institucional quanto no conjunto da sociedade. As disputas sobre o or\u00e7amento p\u00fablico, os direitos trabalhistas, a Previd\u00eancia Social, os servi\u00e7os p\u00fablicos, a pol\u00edtica econ\u00f4mica e a distribui\u00e7\u00e3o da riqueza estar\u00e3o no centro dos conflitos pol\u00edticos. O PCB considera indispens\u00e1vel que as organiza\u00e7\u00f5es sindicais, populares, estudantis e democr\u00e1ticas preservem sua autonomia e capacidade de mobiliza\u00e7\u00e3o, independentemente da composi\u00e7\u00e3o do novo governo.<\/p>\n<p>A oligarquia financeira e os setores rentistas, derrotados nas urnas, j\u00e1 pressionam o governo para anunciar cortes nos gastos sociais e medidas de austeridade fiscal, sob o pretexto de reduzir o tamanho da d\u00edvida p\u00fablica. Nessa conjuntura, o enfrentamento das iniciativas autorit\u00e1rias e das tentativas de manter esse modelo econ\u00f4mico perverso dever\u00e3o caminhar lado a lado com a luta por melhores condi\u00e7\u00f5es de vida, trabalho, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e moradia para a popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Uma das principais quest\u00f5es colocadas para o novo governo ser\u00e1 a rela\u00e7\u00e3o entre suas promessas eleitorais e as pol\u00edticas efetivamente implementadas. A popula\u00e7\u00e3o trabalhadora enfrenta problemas profundos, como baixos sal\u00e1rios, precariza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de trabalho, endividamento das fam\u00edlias, insufici\u00eancia dos servi\u00e7os p\u00fablicos e dificuldades de acesso \u00e0 moradia. Essas quest\u00f5es n\u00e3o poder\u00e3o ser resolvidas apenas mediante medidas compensat\u00f3rias ou pol\u00edticas sociais limitadas, embora estas possam produzir melhorias imediatas.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o dos comunistas, ser\u00e1 necess\u00e1rio romper com a pol\u00edtica neoliberal, o saque do fundo p\u00fablico e enfrentar os mecanismos econ\u00f4micos e institucionais que reproduzem a desigualdade social e concentram a riqueza nas m\u00e3os de uma pequena parcela da sociedade. Foi em busca dessa perspectiva de mudan\u00e7a que milh\u00f5es de brasileiros se mobilizaram por todo o pa\u00eds e derrotaram a extrema-direita e seu projeto de destrui\u00e7\u00e3o dos direitos dos trabalhadores e de submiss\u00e3o do Brasil aos interesses dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia dos governos anteriores tamb\u00e9m exige uma reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre os limites da pol\u00edtica de concilia\u00e7\u00e3o de classes. O PCB considera que a tentativa de compatibilizar permanentemente os interesses do grande capital com as reivindica\u00e7\u00f5es da classe trabalhadora imp\u00f5e s\u00e9rios obst\u00e1culos \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es sociais. A manuten\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de austeridade fiscal, juros elevados, restri\u00e7\u00f5es ao investimento p\u00fablico e mecanismos de transfer\u00eancia de recursos para o sistema financeiro vai comprometer a realiza\u00e7\u00e3o das promessas de melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o. Por isso, as decis\u00f5es do pr\u00f3ximo governo dever\u00e3o ser examinadas concretamente, considerando seus efeitos sobre o emprego, os sal\u00e1rios, os direitos sociais e a distribui\u00e7\u00e3o da renda e da riqueza. A juventude, os trabalhadores e o conjunto da popula\u00e7\u00e3o brasileira n\u00e3o podem, mais uma vez, se decepcionar por causa da aus\u00eancia de medidas efetivas capazes de transformar suas condi\u00e7\u00f5es de vida. \u00c9 hora de mudar o rumo do nosso pa\u00eds!<\/p>\n<p>A nova conjuntura tamb\u00e9m coloca em evid\u00eancia a necessidade de recuperar a confian\u00e7a de amplos setores populares nas possibilidades de transforma\u00e7\u00e3o da sociedade. A frustra\u00e7\u00e3o com promessas n\u00e3o cumpridas, a persist\u00eancia das desigualdades e a aus\u00eancia de mudan\u00e7as estruturais constituem elementos importantes para compreender o descontentamento social explorado politicamente pela extrema-direita. N\u00e3o basta derrotar eleitoralmente projetos autorit\u00e1rios: \u00e9 necess\u00e1rio enfrentar as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, sociais e pol\u00edticas que favorecem seu crescimento. Para o PCB, o enfrentamento duradouro \u00e0s for\u00e7as reacion\u00e1rias exige a amplia\u00e7\u00e3o dos direitos democr\u00e1ticos, a valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho, a melhoria dos servi\u00e7os p\u00fablicos e o fortalecimento da participa\u00e7\u00e3o popular nas decis\u00f5es pol\u00edticas fundamentais. Exige tamb\u00e9m a mobiliza\u00e7\u00e3o permanente das massas como for\u00e7a decisiva para barrar as sabotagens que os setores reacion\u00e1rios certamente tentar\u00e3o impor ao novo governo.<\/p>\n<p>Nesse novo per\u00edodo, o Partido Comunista Brasileiro reafirma sua trajet\u00f3ria hist\u00f3rica de defesa das liberdades democr\u00e1ticas, dos direitos da classe trabalhadora e da soberania nacional e popular. Os comunistas sempre participaram das grandes batalhas pol\u00edticas e sociais do povo brasileiro, enfrentaram a repress\u00e3o e a clandestinidade e contribu\u00edram decisivamente para a organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores ao longo de sua hist\u00f3ria. Essa tradi\u00e7\u00e3o orienta nossa atua\u00e7\u00e3o diante da conjuntura atual.<\/p>\n<p>O PCB manter\u00e1 sua independ\u00eancia pol\u00edtica, ideol\u00f3gica e org\u00e2nica em rela\u00e7\u00e3o ao novo governo, apoiando as medidas que representem conquistas efetivas para os trabalhadores e as trabalhadoras, exercendo uma cr\u00edtica rigorosa \u00e0s decis\u00f5es que reproduzam a orienta\u00e7\u00e3o neoliberal, restrinjam direitos ou preservem os privil\u00e9gios do grande capital. Para os comunistas, a vit\u00f3ria eleitoral abre possibilidades pol\u00edticas importantes, mas n\u00e3o substitui a necessidade de transforma\u00e7\u00f5es estruturais na sociedade brasileira. O PCB continuar\u00e1 defendendo seu projeto de poder popular e do socialismo, baseado na organiza\u00e7\u00e3o independente da classe trabalhadora, na democratiza\u00e7\u00e3o efetiva das institui\u00e7\u00f5es e na supera\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais de explora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nossa perspectiva aponta para a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade na qual a produ\u00e7\u00e3o da riqueza esteja subordinada \u00e0s necessidades coletivas e n\u00e3o \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o privada do capital. Disso n\u00e3o abrimos m\u00e3o. \u00c9 a partir desta concep\u00e7\u00e3o de sociedade e de nosso compromisso hist\u00f3rico com a classe trabalhadora que avaliaremos os acontecimentos pol\u00edticos e as medidas do pr\u00f3ximo governo.<\/p>\n<p>A vit\u00f3ria de Lula representa, portanto, a abertura de uma nova etapa da vida pol\u00edtica brasileira, carregada de possibilidades, contradi\u00e7\u00f5es e desafios. O resultado eleitoral demonstrou a for\u00e7a da mobiliza\u00e7\u00e3o popular e criou expectativas de mudan\u00e7as entre milh\u00f5es de brasileiros. A realiza\u00e7\u00e3o dessas expectativas depender\u00e1 das escolhas do novo governo e, sobretudo, da capacidade de organiza\u00e7\u00e3o, mobiliza\u00e7\u00e3o e luta da classe trabalhadora e dos setores populares. O PCB reafirma seu compromisso com a luta contra o fascismo, com as reivindica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas da classe trabalhadora e com a constru\u00e7\u00e3o de uma alternativa socialista para o Brasil.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia dessa elei\u00e7\u00e3o deixa uma li\u00e7\u00e3o que deve permanecer viva nas pr\u00f3ximas batalhas: a organiza\u00e7\u00e3o, a mobiliza\u00e7\u00e3o e a participa\u00e7\u00e3o popular s\u00e3o for\u00e7as indispens\u00e1veis para a conquista de direitos e para a transforma\u00e7\u00e3o da sociedade, al\u00e9m de serem capazes de transformar o aparentemente imposs\u00edvel em tarefa poss\u00edvel. A vit\u00f3ria eleitoral abriu uma janela de oportunidades para mudar o rumo do Pa\u00eds. Esperamos que o novo governo cumpra essa tarefa.<\/p>\n<p>Comiss\u00e3o Pol\u00edtica Nacional do Partido Comunista Brasileiro \u2013 PCB<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/34397\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[17,59,389,26],"tags":[219,246],"class_list":["post-34397","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s21-eleicoes","category-c70-eleicoes","category-eleicoes-2026","category-c25-notas-politicas-do-pcb","tag-manchete","tag-np"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8WN","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34397","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34397"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34397\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34399,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34397\/revisions\/34399"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34397"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34397"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34397"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}