{"id":3450,"date":"2012-08-31T20:27:31","date_gmt":"2012-08-31T20:27:31","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3450"},"modified":"2012-08-31T20:27:31","modified_gmt":"2012-08-31T20:27:31","slug":"previsao-para-2013-e-de-crescimento-do-pib-de-4-ou-mais-diz-mantega","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3450","title":{"rendered":"Previs\u00e3o para 2013 \u00e9 de crescimento do PIB de 4% ou mais, diz Mantega"},"content":{"rendered":"\n<p>o n\u00famero de setores beneficiados pela desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos \u00e9 15, e n\u00e3o 20 como comentou o ministro Mantega. A informa\u00e7\u00e3o foi passada pela assessoria do minist\u00e9rio da Fazenda) O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou nesta sexta-feira, ao comentar os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) referentes ao segundo trimestre, divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), que o pa\u00eds vai ser se recuperar ao longo do segundo semestre e que em 2013 vai crescer pelo menos 4%. Tamb\u00e9m afirmou que a solidez da economia do pa\u00eds seguir\u00e1 atraindo investidores externos.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos olhar para frente e n\u00e3o para tr\u00e1s\u201d, disse. \u201cProje\u00e7\u00f5es para o ano que vem s\u00e3o de crescimento de 4%, ou mais. E n\u00e3o \u00e9 previs\u00e3o do governo. \u00c9 de especialistas\u201d, disse.<\/p>\n<p>O ministro da Fazendo, Guido Mantenga, concede entrevista coletiva para comentar o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) do segundo trimestre, no escrit\u00f3rio do gabinete ministerial no edif\u00edcio do Banco<\/p>\n<p>Mantega garantiu que, quando a crise econ\u00f4mica melhorar no exterior, o pa\u00eds ter\u00e1 \u201ccrescimento fant\u00e1stico\u201d. O ministro n\u00e3o respondeu se o governo acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer em 2012 menos do que cresceu em 2011 (2,7%).<\/p>\n<p>Segundo o ministro, o governo toma medidas para ajudar o crescimento econ\u00f4mico, como desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamento para 15 setores.<\/p>\n<p>Ele ainda lembrou que o governo reduziu o custo do investimento e deve continuar com essa pol\u00edtica. Mantega lembrou que pacote de concess\u00f5es lan\u00e7ado pelo governo federal reduz o custo de infraestrutura do pa\u00eds. \u201cO custo de transporte vai cair\u201d, disse.<\/p>\n<p>O ministro lembrou que o governo trabalha para desonerar e garantir o investimento. \u201cVamos terminar o ano com investimento de mais de R$ 40 bilh\u00f5es\u201d, disse.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 confian\u00e7a dos investidores estrangeiros, Mantega citou que o Investimento Estrangeiro Direto (IED) chegou a R$ 8 bilh\u00f5es em julho. \u201cO investidor n\u00e3o v\u00ea perspectivas de recupera\u00e7\u00e3o da economia global, mas v\u00ea grandes vantagens no Brasil\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Demanda<\/p>\n<p>Mantega afirmou que n\u00e3o v\u00ea problemas para expans\u00e3o da oferta. \u201c\u00c9 r\u00e1pida a expans\u00e3o da oferta, temos mais problema de demanda do que de oferta\u201d, considerou.<\/p>\n<p>Para ele, a ind\u00fastria est\u00e1 reagindo, refletindo os investimentos ao longo do tempo. \u201cNesse setor, o investimento chegou a R$ 5 bilh\u00f5es\u201d, lembrou.<\/p>\n<p>Mantega ressaltou que em 2009, por conta da crise econ\u00f4mica mundial houve retra\u00e7\u00e3o no primeiro trimestre, mas j\u00e1 no quarto trimestre daquele ano a expans\u00e3o foi retomada.<\/p>\n<p>\u201cEm 2010 &#8216;bombou&#8217;, crescendo mais de 20%\u201d, disse, lembrando que os investimentos voltam com a melhora da expectativa e da confian\u00e7a.<\/p>\n<p>As medidas j\u00e1 tomadas, segundo o ministro, tornam a ind\u00fastria mais competitiva. \u201cO pre\u00e7o do produto brasileiro em d\u00f3lar caiu 30% com desonera\u00e7\u00f5es. Estamos criando um pa\u00eds mais competitivo\u201d, disse.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Mercado de trabalho \u00e9 motivo de grande preocupa\u00e7\u00e3o, nota Bernanke<\/p>\n<p>Valor<\/p>\n<p>A estagna\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho \u00e9 um motivo de grande preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas por causa do enorme sofrimento e perda de talento humano como tamb\u00e9m pelo fato de os altos n\u00edveis de desemprego v\u00e3o causar danos estruturais \u00e0 economia americana por muitos anos, avaliou o presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke.<\/p>\n<p>Em seu aguardado discurso no simp\u00f3sio que acontece em Jackson Hole, em Wyoming (EUA), o dirigente do banco central americano enfatizou que o Fed est\u00e1 pronto para atuar conforme a necessidade a fim de &#8220;garantir uma recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica mais forte e uma melhoria nas condi\u00e7\u00f5es do mercado de trabalho em um contexto de estabilidade de pre\u00e7o&#8221;.<\/p>\n<p>Apesar de sinais positivos, Bernanke acredita que a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica americana &#8220;est\u00e1 longe do satisfat\u00f3rio&#8221;. Reconheceu, no entanto, que a pol\u00edtica monet\u00e1ria tanto ortodoxa como heterodoxa, forneceu apoio importante para a retomada da economia e ajudou a manter a estabilidade de pre\u00e7o.<\/p>\n<p>&#8220;Apesar da preocupa\u00e7\u00e3o recorrente sobre riscos deflacion\u00e1rios, por um lado, e repetidos alertas de que uma pol\u00edtica de juro abixo pode iniciar uma infla\u00e7\u00e3o, por outro, a infla\u00e7\u00e3o tem ficado pr\u00f3xima da meta de 2% do Comit\u00ea de Mercado Aberto (Fomc, em ingl\u00eas) e as expectativas inflacion\u00e1rios permanecem est\u00e1veis&#8221;, observou.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Super\u00e1vit prim\u00e1rio soma R$ 5,570 bilh\u00f5es em julho, diz BC<\/p>\n<p>Valor<\/p>\n<p>O super\u00e1vit prim\u00e1rio do setor p\u00fablico consolidado alcan\u00e7ou R$ 5,570 bilh\u00f5es em julho, ante R$ 2,794 bilh\u00f5es em junho, de acordo com a Nota de Pol\u00edtica Fiscal divulgada hoje pelo Banco Central.<\/p>\n<p>O Governo Central registrou super\u00e1vit prim\u00e1rio de R$ 3,835 bilh\u00f5es; os governos regionais, super\u00e1vit de R$ 1,005 bilh\u00e3o; e as empresas estatais, super\u00e1vit de R$ 730 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O super\u00e1vit acumulado em doze meses atingiu R$ 107,960 bilh\u00f5es, equivalente a 2,51% do PIB.<\/p>\n<p>O resultado nominal, que inclui o super\u00e1vit prim\u00e1rio e os juros nominais apropriados, registrou d\u00e9ficit de R$ 11,866 bilh\u00f5es em julho, ante um d\u00e9ficit de R$ R$ 13,325 bilh\u00f5es em junho. No acumulado em doze meses, o d\u00e9ficit nominal atingiu R$ 118,631 bilh\u00f5es (2,75% do PIB).<\/p>\n<p>O resultado negativo foi formado pelo d\u00e9ficit nominal de R$ 7,537 bilh\u00f5es do governo central, d\u00e9ficit de R$ 4,779 dos governos regionais e super\u00e1vit de R$ 450 milh\u00f5es das estatais<\/p>\n<p>A d\u00edvida l\u00edquida do setor p\u00fablico atingiu R$ 1,504 trilh\u00e3o (34,9% do PIB) em julho. Em junho, atingiu R$ 1,503 trilh\u00e3o (35,1% do PIB).<\/p>\n<hr \/>\n<p>N\u00edvel de reservat\u00f3rios hidrel\u00e9tricos est\u00e1 sob controle, diz ONS<\/p>\n<p>Valor<\/p>\n<p>O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico (ONS), Hermes Chipp, afirmou hoje que o n\u00edvel dos reservat\u00f3rios hidrel\u00e9tricos no pa\u00eds est\u00e1 sob controle. Segundo ele, nesta \u00e9poca do ano \u00e9 comum o pre\u00e7o da energia no curto prazo subir por conta do per\u00edodo seco, quando chove menos no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 t\u00edpico nesta \u00e9poca do ano aumentar o PLD [pre\u00e7o de liquida\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as, ou pre\u00e7o de energia no curto prazo]\u201d, afirmou. \u201cEstamos entrando em agosto. O in\u00edcio do per\u00edodo \u00famido \u00e9 s\u00f3 em novembro\u201d, completou.<\/p>\n<p>Chipp explicou que, por conta do El Ni\u00f1o, est\u00e1 previsto um n\u00edvel de chuvas acima da m\u00e9dia no Sul e um pouco abaixo da m\u00e9dia no Nordeste, a partir de novembro, quando come\u00e7a o per\u00edodo \u00famido. \u201cEste ano foi diferente de 2010 e principalmente de 2011. Est\u00e1 chovendo muito pouco, por conta do El Ni\u00f1o. Mas n\u00e3o \u00e9 uma coisa at\u00edpica e n\u00e3o estamos tendo nenhum problema\u201d, disse. \u201cA hidrologia no per\u00edodo \u00famido quando se configura o El Nino, n\u00e3o \u00e9 preocupante\u201d, disse.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao Nordeste, afirmou ainda que o governo est\u00e1 \u201ccuidando disso antecipadamente e aumentando o interc\u00e2mbio de energia para o Nordeste\u201d. Ele participou do \u00faltimo dia 3\u00ba Brazil Windpower, evento de energia e\u00f3lica, no Rio.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Lob\u00e3o nega estatiza\u00e7\u00e3o do setor el\u00e9trico<\/p>\n<p>Valor<\/p>\n<p>O ministro de Minas e Energia, Edison Lob\u00e3o, buscou desfazer as interpreta\u00e7\u00f5es do mercado de que a Medida Provis\u00f3ria 577 tem car\u00e1ter estatizante sobre o setor el\u00e9trico. \u201cN\u00e3o estamos promovendo a estatiza\u00e7\u00e3o do setor\u201d, afirmou em entrevista coletiva sobre a medida.<\/p>\n<p>Ele disse que a MP tem como objetivo permitir a interven\u00e7\u00e3o em empresas com dificuldade financeira com maior rapidez quando houver necessidade.<\/p>\n<p>Lob\u00e3o fez quest\u00e3o de destacar que o governo n\u00e3o tem a inten\u00e7\u00e3o de ferir contratos, mas de assegurar o fornecimento de energia aos consumidores. Segundo ele, recupera\u00e7\u00e3o judicial \u00e9 focada nos credores de uma companhia, enquanto a interven\u00e7\u00e3o \u00e9 focada na garantia dos servi\u00e7os prestados aos consumidores.<\/p>\n<p>Lob\u00e3o, disse que a MP prev\u00ea que as concession\u00e1rias sob interven\u00e7\u00e3o ter\u00e3o sua administra\u00e7\u00e3o assumida pela Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel).<\/p>\n<p>De acordo com ele, a Ag\u00eancia poder\u00e1 designar uma empresa para conduzir a gest\u00e3o enquanto n\u00e3o se concluir a interven\u00e7\u00e3o, que pode durar um ano, com possibilidades de prorroga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA gest\u00e3o \u00e9 assumida pela pr\u00f3pria Aneel, por meio de um interventor\u201d, disse. Mas ele n\u00e3o descarta que a ag\u00eancia designe uma empresa &#8211; como a Eletrobras &#8211; para conduzir o processo.<\/p>\n<p>O ministro-chefe da AGU, Lu\u00eds In\u00e1cio Adams, destacou que a interven\u00e7\u00e3o s\u00f3 dura at\u00e9 o momento de declara\u00e7\u00e3o do fim da concess\u00e3o. Quando isso ocorrer, o governo precisar\u00e1 fazer uma nova licita\u00e7\u00e3o dos ativos.<\/p>\n<p>\u201cO setor el\u00e9trico \u00e9 t\u00e3o sens\u00edvel que n\u00e3o podemos ter um minuto sequer de neglig\u00eancia\u201d, disse Lob\u00e3o.<\/p>\n<p>Lob\u00e3o reconheceu que recursos da Uni\u00e3o poder\u00e3o ser aportados em concession\u00e1rias do setor el\u00e9trico sob interven\u00e7\u00e3o da Aneel.<\/p>\n<p>\u201cA MP [577] autoriza o aporte de recursos que podem vir do Tesouro, da CCC [Conta de Consumo de Combust\u00edveis], da RGR [Reserva Global de Revers\u00e3o] e da CDE [Conta de Desenvolvimento Energ\u00e9tico]\u201d, afirmou o ministro.<\/p>\n<p>A declara\u00e7\u00e3o de Lob\u00e3o levanta d\u00favidas, indiretamente, sobre o conte\u00fado do pacote de energia que est\u00e1 sendo finalizado pela presidente Dilma Rousseff. O pr\u00f3prio ministro havia dito, no fim de julho, que esses tr\u00eas encargos setoriais seriam extintos das contas de luz e suas atribui\u00e7\u00f5es passariam para o Tesouro Nacional.<\/p>\n<p>O ministro evitou confirmar a interven\u00e7\u00e3o no grupo Rede, mas admitiu que a Aneel vai \u201cexaminar\u201d o assunto nas pr\u00f3ximas horas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Dilma cobra ministras sobre acordo do C\u00f3digo Florestal: &#8216;E eu n\u00e3o sei de nada?&#8217;<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Inconformada com o acordo feito na quarta-feira, 29, na C\u00e2mara, entre o relator do C\u00f3digo Florestal, deputado Luiz Henrique (PMDB-SC), e a bancada ruralista, a presidente Dilma Rousseff inaugurou uma nova forma de cobran\u00e7a de seus ministros: o envio de bilhete flagrado por fot\u00f3grafos, durante reuni\u00e3o do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (CDES), na manh\u00e3 desta quinta-feira, 30, no Pal\u00e1cio do Planalto. &#8220;Por que os jornais est\u00e3o dizendo que houve um acordo ontem no Congresso sobre o C\u00f3digo Florestal e eu n\u00e3o sei de nada?&#8221;, reclamou a presidente, em bilhete endere\u00e7ado \u00e0s ministras Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, e Ideli Salvatti, das Rela\u00e7\u00f5es Institucionais, mas entregue primeiro \u00e0 Ideli, pelo chefe do cerim\u00f4nia da Presid\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o houve acordo com o Congresso e o governo. A posi\u00e7\u00e3o do governo era de defesa da MP com foco especial na escadinha. O relat\u00f3rio votado manteve a escadinha&#8221;, explicou Ideli, na parte que p\u00f4de ser registrada pelas c\u00e2meras. A ministra Izabella tamb\u00e9m respondeu \u00e0 presidente, mas n\u00e3o foi captada pelos fot\u00f3grafos.<\/p>\n<p>Em seguida, em seu discurso, a presidente Dilma, demonstrando sua insatisfa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao acerto no Congresso, afirmou: &#8220;Governo n\u00e3o assume responsabilidade por negocia\u00e7\u00f5es que n\u00e3o foram feitas com a presen\u00e7a dele&#8221;, desabafou Dilma sobre C\u00f3digo Florestal, ressalvando, no entanto, que &#8220;o governo est\u00e1 aberto a negocia\u00e7\u00f5es&#8221;. A presidente fez quest\u00e3o de dizer ainda que &#8220;o governo considera importante alguns itens dessa medida provis\u00f3ria, entre eles, o que n\u00f3s chamamos de escadinha e tamb\u00e9m n\u00e3o v\u00ea motivos, n\u00e3o h\u00e1 motivos econ\u00f4micos para que n\u00f3s n\u00e3o mantenhamos as \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental ao longo do leito dos rios, sejam eles perenes ou n\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>A presidente Dilma quer que, no Senado, a base governista modifique o texto aprovado na comiss\u00e3o mista j\u00e1 que acredita que ele ser\u00e1 referendado pelo plen\u00e1rio da C\u00e2mara. Quer que o Senado retome o texto original da MP, com uma \u00e1rea maior de recomposi\u00e7\u00e3o ambiental na beira dos rios, do que a que foi aprovada na comiss\u00e3o especial na quarta-feira \u00e0 noite.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a cerim\u00f4nia, em entrevista, a ministra Izabella disse que &#8220;o governo vai continuar o di\u00e1logo e tentar ver como vai corrigir isso&#8221;, lembrando que a MP enviada pelo governo fazia um &#8220;equil\u00edbrio entre o social e o ambiental&#8221;. Segundo Izabella, &#8220;o que n\u00f3s vimos (na vota\u00e7\u00e3o) foi uma decis\u00e3o, que foi um retrocesso do ponto de vista de recupera\u00e7\u00e3o ambiental, porque iguala os grandes propriet\u00e1rios aos pequenos propriet\u00e1rios, diminuindo possivelmente &#8211; ainda n\u00e3o temos os n\u00fameros, vamos ver o impacto no meio ambiente &#8211; daquilo que \u00e9 obrigat\u00f3rio de recupera\u00e7\u00e3o&#8221;. A ministra acrescentou ainda que foi uma decis\u00e3o da comiss\u00e3o mista &#8220;n\u00e3o pactuada com o poder Executivo, que sempre teve a posi\u00e7\u00e3o de manter a medida provis\u00f3ria fundamentalmente na escadinha&#8221;. E completou: &#8220;vamos avaliar como se desdobra agora&#8221;.<\/p>\n<p>A ministra Ideli, por sua vez, por meio de nota oficial, depois de reiterar que o texto aprovado na quarta-feira &#8220;n\u00e3o teve aval ou concord\u00e2ncia do Governo Federal&#8221;, afirmou que, durante toda a tramita\u00e7\u00e3o do texto, todos os minist\u00e9rios envolvidos na discuss\u00e3o &#8220;sempre deixaram claro que o ideal era manter a proposta original da MP 571&#8221;. Ideli justificou tamb\u00e9m que, nas conversas mantidas ao longo do dia, com v\u00e1rios parlamentares da comiss\u00e3o, em especial o presidente e o relator da mat\u00e9ria, foi reafirmado que a posi\u00e7\u00e3o do governo era pela manuten\u00e7\u00e3o sem altera\u00e7\u00e3o do item 61 &#8211; A, que se referia \u00e0 escadinha, alterada pelos deputados. Para Ideli, &#8220;este item produz equil\u00edbrio socioambiental ao determinar que todos precisam recuperar \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o, mas quem tem mais terras, deve recuperar mais&#8221;.<\/p>\n<p>Texto aprovado. Pelo texto aprovado, em rios de at\u00e9 10 metros de largura em propriedades m\u00e9dias, de 4 a 15 m\u00f3dulos fiscais, a recomposi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas desmatadas ser\u00e1 de 15 metros contados da borda da calha do leito regular. Nos outros casos, com rios de qualquer largura, em propriedades acima de 15 m\u00f3dulos fiscais, a defini\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de recupera\u00e7\u00e3o foi remetida ao Plano de Regulariza\u00e7\u00e3o Ambiental, respeitado o par\u00e2metro de, no m\u00ednimo, 20 metros e, no m\u00e1ximo, 100 metros, contados do in\u00edcio da margem. Na MP, a exig\u00eancia era maior. Para propriedades de 4 a 10 m\u00f3dulos fiscais, 20 metros e, im\u00f3veis acima de 10 m\u00f3dulos fiscais, o m\u00ednimo de 30 metros e o m\u00e1ximo de 100 metros. Para im\u00f3veis menores, ficou mantida a exig\u00eancia de 8 metros at\u00e9 2 m\u00f3dulos, e de 15 metros at\u00e9 4 m\u00f3dulos.<\/p>\n<p>O relator da MP fez outra mudan\u00e7a no texto de quarta-feira, atendendo a press\u00e3o dos ruralistas, principalmente de Tocantins e de Mato Grosso, Estados inclu\u00eddos na Amaz\u00f4nia Legal. A mudan\u00e7a reduziu a \u00e1rea de recomposi\u00e7\u00e3o no cerrado amaz\u00f4nico, que passou a ser beneficiado com a regra que limita em 25% o total do im\u00f3vel para recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o, no caso de m\u00e9dias propriedades. Toda a regi\u00e3o abrangida pela Amaz\u00f4nia Legal seguia regras mais r\u00edgidas. Com a mudan\u00e7a, apenas \u00e1reas de florestas da Amaz\u00f4nia Legal ficam exclu\u00eddas do limite de 25%.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Juros ainda ajustam-se ao Copom e deixam PIB de lado<\/p>\n<p>Ag\u00eancia Estado<\/p>\n<p>Os investidores em juros deram prosseguimento ao ajuste pontual das taxas, com pequeno avan\u00e7o das curtas e queda das longas. Mas o movimento n\u00e3o teve rela\u00e7\u00e3o mais forte com o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que cresceu 0,4% ante os tr\u00eas primeiros meses do ano, nem com as declara\u00e7\u00f5es sem novidades relevantes do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, no simp\u00f3sio anual de Jackson Hole. Na vis\u00e3o de operadores e analistas as taxas devem seguir com movimentos estreitos, \u00e0 espera da ata da \u00faltima reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) e dos pr\u00f3ximos indicadores de atividade. Mesmo porque, o PIB veio em linha e foi considerado apenas um dado retrovisor.<\/p>\n<p>Assim, ao t\u00e9rmino da negocia\u00e7\u00e3o normal na BM&amp;F, a taxa projetada pelo DI janeiro de 2013 (522.810 contratos) estava em 7,27%, de 7,26% no ajuste. J\u00e1 a taxa do contrato de juro futuro para janeiro de 2014 (300.405 contratos) marcava 7,82%, ante 7,83% na v\u00e9spera. Entre os longos, o DI janeiro de 2017 (85.490 contratos) indicava 9,02%, de 9,08% na quinta-feira, enquanto o DI janeiro de 2021, com giro de 5.340 contratos, apontava 9,59%, de 9,66% no ajuste.<\/p>\n<p>O an\u00fancio, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), do PIB no segundo trimestre veio acompanhado pela revis\u00e3o em baixa, de 0,2% para 0,1%, do crescimento da economia no primeiro trimestre ante os \u00faltimos tr\u00eas meses de 2011. Entre os componentes, ap\u00f3s uma contra\u00e7\u00e3o de 5,9% no primeiro trimestre ante os tr\u00eas \u00faltimos meses de 2011, o setor agr\u00edcola se recuperou com expans\u00e3o de 4,9% no segundo trimestre, ante os primeiros tr\u00eas meses do ano. O PIB da ind\u00fastria caiu 2,5%, ap\u00f3s uma expans\u00e3o de 1,7% nos tr\u00eas primeiros meses do ano. O PIB de servi\u00e7os mostrou alta de 0,7% no segundo trimestre contra o primeiro trimestre do ano.<\/p>\n<p>O resultado do PIB como um todo, segundo o pr\u00f3prio IBGE, teve maior impacto positivo do setor de servi\u00e7os, ao passo que a ind\u00fastria atuou em sentido oposto. Uma parte desse resultado da ind\u00fastria pode ser explicada pelo recuo de 0,7% na Forma\u00e7\u00e3o Bruta de Capital Fixo (FBCF) no segundo trimestre contra o primeiro trimestre do ano, em face de uma produ\u00e7\u00e3o menor de m\u00e1quinas e equipamentos, bem como de caminh\u00f5es &#8211; duas \u00e1reas diretamente ligadas ao setor industrial.<\/p>\n<p>De acordo com c\u00e1lculos do Banco WestLB no Brasil, o PIB do Brasil cresceu 1,61%, em termos anualizados, no segundo trimestre. O estrategista-chefe da institui\u00e7\u00e3o, Luciano Rostagno, acredita que pode ser poss\u00edvel que a economia chegue ao final do ano com um crescimento anualizado de 4%, como projetam autoridades do governo.<\/p>\n<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, ressaltou que a economia conseguir\u00e1 crescer mais nos pr\u00f3ximos trimestres. &#8220;O terceiro e quarto trimestre ser\u00e3o melhores&#8221;, afirmou o ministro, em S\u00e3o Paulo. &#8220;A ind\u00fastria ainda n\u00e3o foi bem porque exportou menos e sofre no Pa\u00eds concorr\u00eancia com as importa\u00e7\u00f5es&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, trouxe an\u00e1lise semelhante, reiterando, em nota, que a tend\u00eancia \u00e9 de intensifica\u00e7\u00e3o da atividade n\u00e3o s\u00f3 na segunda metade deste ano, mas tamb\u00e9m em 2013. Ele participa do simp\u00f3sio de Jackson Hole, onde o presidente do Fed fez um aguardado pronunciamento nesta manh\u00e3, sem, no entanto, trazer novidades relevantes. Bernanke apenas reiterou a fraqueza da recupera\u00e7\u00e3o dos EUA e refor\u00e7ou que a autoridade monet\u00e1ria &#8220;vai fornecer acomoda\u00e7\u00e3o pol\u00edtica adicional conforme o necess\u00e1rio&#8221; para promover a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e dar suporte para o mercado de trabalho.<\/p>\n<hr \/>\n<p>PIB foi afetado por investimento baixo e ind\u00fastria fraca, dizem economistas<\/p>\n<p>Ag\u00eancia Estado<\/p>\n<p>O desempenho das contas nacionais na passagem do primeiro para o segundo trimestre mostra a persist\u00eancia de problemas relacionados ao baixo investimento e \u00e0 resist\u00eancia da ind\u00fastria em mostrar recupera\u00e7\u00e3o, apontam especilistas. O Produto Interno Bruto (PIB) registrou aumento de apenas 0,4% no per\u00edodo &#8211; resultado, contudo, melhor que o do trimestre anterior, de alta de 0,1%, segundo dado revisado.<\/p>\n<p>&#8220;O n\u00famero mostra que o governo tem uma miss\u00e3o a cumprir por meio de aumento em investimentos p\u00fablicos, que ficaram estancados no segundo trimestre por problemas de gest\u00e3o em minist\u00e9rios e falta de projetos&#8221;, avalia Rochlin.<\/p>\n<p>Pelo lado da oferta, diz Rochlin, o PIB no per\u00edodo continuou sendo prejudicado pela anemia do setor industrial, que deu uma contribui\u00e7\u00e3o negativa para a conta do per\u00edodo, con retra\u00e7\u00e3o de 2,5% perante os primeiros tr\u00eas meses deste ano. Na mesma base comparativa, o recorte da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o apontou um tombo de 5,3%. Na avalia\u00e7\u00e3o do professor, o resultado ruim no setor continua sendo justificado pelo c\u00e2mbio desfavor\u00e1vel, especialmente nos segmentos exportadores.<\/p>\n<p>Para Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, o baixo investimento reflete, em parte, a incerteza com as regras no Brasil. O desempenho, segundo ele, est\u00e1 amparado essencialmente na baixa confian\u00e7a dos empres\u00e1rios, n\u00e3o s\u00f3 pelos fatores de risco da crise externa, mas tamb\u00e9m pelas incertezas sobre as regras dom\u00e9sticas para investimentos produtivos. &#8220;O conjunto de regras muda muito r\u00e1pido no Brasil e desestimula o investimento&#8221;, diz Schwartsman.<\/p>\n<p>Com a taxa de investimento t\u00e3o baixa, a avalia\u00e7\u00e3o do economista \u00e9 de que o PIB potencial do Pa\u00eds, que \u00e9 a capacidade da economia crescer sem press\u00e3o inflacion\u00e1ria, est\u00e1 ainda mais distante das taxas entre 4% e 4,5%. &#8220;Essa convic\u00e7\u00e3o n\u00e3o existe mais&#8221;. O investimento reduzido, diz, tamb\u00e9m est\u00e1 associado \u00e0 baixa qualidade dos desembolsos do governo, que amplia o gasto p\u00fablico corrente e tem menos espa\u00e7o para aplicar.<\/p>\n<p>Queda de exporta\u00e7\u00f5es prejudica a atividade<\/p>\n<p>O desequil\u00edbrio da balan\u00e7a comercial tamb\u00e9m deu forte contribui\u00e7\u00e3o para o baixo crescimento do PIB no segundo trimestre. O economista-chefe do banco ABC Brasil, Luis Ot\u00e1vio Leal, destaca a queda das exporta\u00e7\u00f5es (-3,9% ante o primeiro trimestre), especialmente de itens manufaturados para a Argentina. &#8220;Esta quest\u00e3o vem sendo minimizada, mas agora ficou claro que est\u00e1 havendo um vazamento externo do PIB&#8221;, diz Leal.<\/p>\n<p>&#8220;Apesar da desvaloriza\u00e7\u00e3o importante em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel do d\u00f3lar no in\u00edcio do ano, as exporta\u00e7\u00f5es n\u00e3o reagem rapidamente&#8221;, diz Rochlin, do Ibmec e da FGV, ao lembrar que rela\u00e7\u00f5es comerciais que v\u00eam sendo desfeitas pelo problemas de competitividade levam tempo para serem retomadas, mesmo em um cen\u00e1rio de moeda mais favor\u00e1vel.<\/p>\n<p>Para Rochlin, o protecionismo do governo argentino teve influ\u00eancia negativa no PIB brasileiro, mas de maneira mais modesta do que o cen\u00e1rio internacional. &#8220;Conta mais a desacelera\u00e7\u00e3o global da demanda gerada pela crise na Europa e nos Estados Unidos&#8221;, opina.<\/p>\n<p>Economistas projetam PIB inferior a 2% em 2012<\/p>\n<p>Mesmo com a piora dos n\u00fameros de investimento, PIB industrial e de contas externas entre os meses de abril e junho, Schwartsman mant\u00e9m sua previs\u00e3o de crescimento de 1,5% para o ano de 2012, mas avalia que essa taxa agora est\u00e1 no teto de suas estimativas e que aumentou a hip\u00f3tese de que o PIB cres\u00e7a menos do que isso neste ano.<\/p>\n<p>A ajuda positiva, segundo ele, dever\u00e1 vir do consumo das fam\u00edlias. Apesar do crescimento de apenas 0,6% do primeiro para o segundo trimestre, Schwartsman avalia que o consumo das fam\u00edlias vem mostrando um crescimento sustentado e tem espa\u00e7o para crescer daqui para o final do ano, conforme se der tamb\u00e9m o recuo do inadimpl\u00eancia.<\/p>\n<p>J\u00e1 o economista-chefe da LCA, Braulio Borges, manteve sua proje\u00e7\u00e3o de expans\u00e3o da economia de 1,7% para 2012. &#8220;Com os fortes est\u00edmulos fiscais anunciados pelo governo nesta semana, entre eles juros reais negativos para quem comprar caminh\u00f5es, o PIB deve pegar tra\u00e7\u00e3o no segundo semestre, puxado por investimentos&#8221;, disse.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Tivemos e temos espa\u00e7o para usar pol\u00edticas contrac\u00edclicas, diz diretor do BC<\/p>\n<p>Ag\u00eancia Estado<\/p>\n<p>O diretor de regula\u00e7\u00e3o do sistema financeiro, Luiz Awazu Pereira da Silva, afirmou nesta sexta-feira que a recupera\u00e7\u00e3o da economia brasileira est\u00e1 em curso, impulsionada por &#8220;uma forte din\u00e2mica de demanda interna&#8221;. Esse processo, segundo ele, est\u00e1 sendo sustentado pela cria\u00e7\u00e3o de empregos, renda em expans\u00e3o, maior inclus\u00e3o social, &#8220;impulsionada pelo efeito cumulativo da redu\u00e7\u00e3o de juros e spreads&#8221; e refor\u00e7ada por pol\u00edticas de oferta de infraestrutura que v\u00e3o aumentar a produtividade do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>&#8220;Essa combina\u00e7\u00e3o \u00e9 comum a todas as experi\u00eancias internacionais exitosas e a sua implementa\u00e7\u00e3o coordenada garante a sustentabilidade do nosso crescimento e, no m\u00e9dio e longo prazo, o aumento da nossa produtividade&#8221;, apontou.<\/p>\n<p>Cr\u00e9dito<\/p>\n<p>Awazu deu um recado indireto \u00e0s avalia\u00e7\u00f5es cr\u00edticas segundo as quais o avan\u00e7o do cr\u00e9dito no Brasil est\u00e1 ocorrendo de forma muito r\u00e1pida e pode provocar um processo negativo de alavancagem como j\u00e1 ocorreu com alguns pa\u00edses. &#8220;Chegou-se a falar de esgotamento do nosso modelo e questionar a capacidade do nosso crescimento limitado por excesso de endividamento das fam\u00edlias&#8221;, disse, para acrescentar: &#8220;O Banco Central est\u00e1 permanentemente atento a sinais de risco sist\u00eamico, mas \u00e9 preciso sempre distinguir as tend\u00eancias estruturais dos movimentos c\u00edclicos e conjunturais&#8221;, apontou.<\/p>\n<p>O diretor ilustrou sua tese com a afirma\u00e7\u00e3o que o processo de aprofundamento financeiro que ocorreu em outros pa\u00edses, ainda est\u00e1 em curso no Brasil. &#8220;O nosso cr\u00e9dito cresce rapidamente, mas ainda representa um porcentual baixo em rela\u00e7\u00e3o ao nosso PIB e em rela\u00e7\u00e3o a outros pa\u00edses compar\u00e1veis&#8221;, apontou. Segundo ele, a propor\u00e7\u00e3o de concess\u00e3o de cr\u00e9dito em rela\u00e7\u00e3o ao PIB indica que &#8220;ainda comporta espa\u00e7o de crescimento com seguran\u00e7a.&#8221;<\/p>\n<p>Redu\u00e7\u00e3o de Juros<\/p>\n<p>No dia em que completa um ano o atual ciclo de redu\u00e7\u00e3o dos juros, que levou a Selic de 12,50% para 7,50% ao ano, Awazu ressaltou que a decis\u00e3o do BC foi adotada com base em estritos par\u00e2metros t\u00e9cnicos. &#8220;N\u00e3o foi por sorte e nem por aposta que o Banco Central, h\u00e1 exatamente um ano, usando seu julgamento e a sua autonomia operacional, foi capaz de recalibrar tempestivamente sua pol\u00edtica de juros para uma deteriora\u00e7\u00e3o previs\u00edvel das condi\u00e7\u00f5es macrofinanceiras globais e implementar com sucesso um ciclo de afrouxamento das nossas condi\u00e7\u00f5es monet\u00e1rias&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>O coment\u00e1rio do diretor do BC \u00e9 um contraponto \u00e0s avalia\u00e7\u00f5es feitas 24 horas depois do in\u00edcio do ciclo de redu\u00e7\u00e3o dos juros, em primeiro de setembro de 2011. O ex-presidente do BC, Gustavo Loyola, chegou a afirmar que o Banco Central teria abandonado o regime de metas de infla\u00e7\u00e3o, enquanto outro ex-presidente do BC, Affonso Celso Pastore, divulgou naquele dia um informe especial para clientes, cujo t\u00edtulo dizia: &#8220;Metas de infla\u00e7\u00e3o: Recquiescat in Pacem&#8221;, o que, numa tradu\u00e7\u00e3o livre do latim quer dizer &#8220;Descanse em Paz.&#8221;<\/p>\n<p>Infraestrutura<\/p>\n<p>Para Awazu h\u00e1 espa\u00e7o para que o Pa\u00eds avance em infraestrutura, o que permitir\u00e1 a eleva\u00e7\u00e3o dos investimentos e da poupan\u00e7a interna.<\/p>\n<p>&#8220;O Brasil tem uma agenda ampla em implementa\u00e7\u00e3o: estabilidade macroecon\u00f4mica com inclus\u00e3o social; solidez do sistema financeiro; aumento da produtividade e da qualidade do capital humano e da infraestrutura; e melhora do nosso arcabou\u00e7o institucional regulat\u00f3rio&#8221;, apontou Awazu.<\/p>\n<p>&#8220;E temos instrumentos e institui\u00e7\u00f5es j\u00e1 exaustivamente testados com sucesso por crises no Brasil: colch\u00f5es de liquidez apoiando nosso regime de c\u00e2mbio flutuante, regras fiscais respons\u00e1veis institucionalizadas e um bem sucedido regime de metas para a infla\u00e7\u00e3o&#8221;, acrescentou. &#8220;Os sucessos no curto prazo fornecem as bases para nossa agenda de m\u00e9dio e longo prazo&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Bancos<\/p>\n<p>Para ele, as institui\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias no Brasil est\u00e3o com condi\u00e7\u00f5es muito favor\u00e1veis, pois s\u00e3o s\u00f3lidas e apresentam bons par\u00e2metros de liquidez. &#8220;Nossas institui\u00e7\u00f5es encontram-se bem capitalizadas, permitindo que absorvamos choques extremos de atividade ou de fal\u00eancia de conglomerados econ\u00f4micos mantendo a conformidade aos padr\u00f5es internacionais de capital e liquidez&#8221;, destacou.<\/p>\n<p>De acordo com o diretor do BC, o Fundo Monet\u00e1rio Internacional e Banco Mundial avaliaram que a supervis\u00e3o do sistema financeiro no Brasil, sobretudo a relacionada aos conglomerados banc\u00e1rios, foi classificada como &#8220;forte e sofisticada, tendo recebido a avalia\u00e7\u00e3o mais elevada entre os pa\u00edses do G-20 no que se refere \u00e0 adequa\u00e7\u00e3o&#8221; \u00e0s pr\u00e1ticas internacionais.<\/p>\n<p>&#8220;Como exemplo, destaca-se o amplo poder conferido ao BC pela regulamenta\u00e7\u00e3o em vigor para fazer alertas preventivos em caso de descumprimento de normas e exigir a corre\u00e7\u00e3o imediata de problemas identificados pela supervis\u00e3o, limitando-se o risco da deteriora\u00e7\u00e3o da sa\u00fade financeira de uma institui\u00e7\u00e3o&#8221;, ponderou.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Op\u00e7\u00e3o de financiamento via BNDES inibe IPOs no Brasil, dizem especialistas<\/p>\n<p>Ag\u00eancia Estado<\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o estatal no financiamento das empresas impede que um maior n\u00famero de companhias busque recursos via abertura de capital na bolsa de valores. A opini\u00e3o \u00e9 do presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), Mauro Cunha. Segundo ele, estimular que um maior n\u00famero de organiza\u00e7\u00f5es acessem o mercado de capitais via uma oferta p\u00fablica inicial de a\u00e7\u00f5es (IPO, na sigla em ingl\u00eas) \u00e9 o grande desafio do segmento.<\/p>\n<p>&#8220;Este n\u00famero n\u00e3o cresce, pois as empresas instaladas no Brasil n\u00e3o precisam abrir capital&#8221;, afirmou, explicando que o governo as financia por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES). &#8220;As companhias n\u00e3o precisam ter o trabalho e todo o custo envolvido na abertura de capital se h\u00e1 uma alternativa de financiamento&#8221;, comparou.<\/p>\n<p>Atualmente, o mercado brasileiro conta, conforme o superintendente de Rela\u00e7\u00f5es com Investidores do Ita\u00fa Unibanco, Geraldo Soares, com menos de 400 empresas de capital aberto e cerca de 600 mil investidores pessoas f\u00edsicas, sendo que na verdade, apenas por volta 180 mil operam na pr\u00e1tica. &#8220;\u00c9 um mercado muito pequeno&#8221;, disse, ao moderar o debate de abertura do segundo dia do Congresso da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Analistas e Profissionais de Investimento de Mercado de Capitais (Apimec).<\/p>\n<p>No debate, Cunha criticou o que chama de &#8220;ativismo&#8221; do governo que, na sua opini\u00e3o, inibe o mercado de capitais, que ainda de acordo com suas palavras seria visto como um &#8220;centro de jogatina e gente rica&#8221; por Bras\u00edlia. Prova disso, segundo ele, \u00e9 a incid\u00eancia de alta tributa\u00e7\u00e3o sobre o mercado de capitais, como a taxa\u00e7\u00e3o sobre o ganho de capital (dividendos).<\/p>\n<p>A estrategista da Fator Corretora Lika Takahashi acrescentou que a m\u00e3o pesada do governo n\u00e3o \u00e9 uma exclusividade do Brasil e que parte disso ocorreu por conta da crise financeira global.<\/p>\n<p>Perspectivas<\/p>\n<p>Para o diretor de renda vari\u00e1vel da Bradesco Asset Management (Bram), Herculano Anibal Alves, as perspectivas para o futuro s\u00e3o positivas e as empresas devem passar a buscar mais o mercado de capitais para financiar o seu crescimento. &#8220;Al\u00e9m de algumas companhias n\u00e3o conseguirem cr\u00e9dito via o BNDES, a melhora no cen\u00e1rio externo deve trazer novas empresas para a bolsa&#8221;, justificou.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 a necessidade, na opini\u00e3o de Alves e de outros especialistas que participam do evento da Apimec, de fomentar o mercado interno de investidores para reduzir a depend\u00eancia do capital externo, como a isen\u00e7\u00e3o para investidores que aplicam menos de R$ 20 mil via fundos de a\u00e7\u00f5es, como ocorre no investimento direto em a\u00e7\u00f5es. E o momento atual \u00e9, conforme eles, prop\u00edcio em meio \u00e0 queda dos juros e, consequentemente, menor rentabilidade dos ativos de renda fixa, que j\u00e1 est\u00e1 fazendo com que investidores pessoas f\u00edsicas e institucionais (fundos de pens\u00e3o, seguradoras etc) diversifiquem suas apostas em troca de um melhor retorno.<\/p>\n<p>O diretor de investimentos da Funda\u00e7\u00e3o Cesp, Jorge Simino, destacou que o comportamento do investidor pessoa f\u00edsica s\u00f3 ser\u00e1 mudado com educa\u00e7\u00e3o financeira. &#8220;Ainda estamos atrasados neste quesito. Os \u00f3rg\u00e3os que gravitam no mercado de capitais precisam se debru\u00e7ar mais neste tema&#8221;, avaliou ele.<\/p>\n<p>Os executivos presentes tamb\u00e9m chamaram aten\u00e7\u00e3o para a cultura de curto prazo aplicada no Brasil. Rafael Maisonnave, diretor da Tarpon Investimentos, acredita que a revers\u00e3o disso se dar\u00e1 no longo prazo.<\/p>\n<hr \/>\n<p>BNDES continuar\u00e1 liberando cr\u00e9dito robusto, diz Mantega<\/p>\n<p>Agencia Estado<\/p>\n<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) vai continuar liberando grandes volumes de cr\u00e9dito, conforme anunciado na quarta-feira pelo governo na renova\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o de medidas de est\u00edmulo \u00e0 economia.<\/p>\n<p>O ministro disse que parte da inadimpl\u00eancia no Pa\u00eds \u00e9 causada pela restri\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito imposta pelos bancos, mas ponderou que ela est\u00e1 caindo. &#8220;A queda da Selic para patamares quase civilizados vai estimular o mercado de d\u00edvida privada&#8221;, afirmou, citando que, nos \u00faltimos anos, esse mercado ficou &#8220;atrofiado&#8221;. &#8220;No Brasil, os t\u00edtulos privados corporativos representam apenas 0,4% do IB.&#8221;<\/p>\n<p>O ministro disse ainda que a nova pol\u00edtica cambial tamb\u00e9m \u00e9 importante nesse processo. &#8220;O c\u00e2mbio estava valorizado e praticamos uma pol\u00edtica de desvaloriza\u00e7\u00e3o para tornar o real mais competitivo&#8221;, afirmou. &#8220;J\u00e1 s\u00e3o quatro meses com d\u00f3lar acima de R$ 2, uma situa\u00e7\u00e3o que vai se consolidando.&#8221;<\/p>\n<p>Mantega disse que os concorrentes do Pa\u00eds t\u00eam manipulado o c\u00e2mbio para baratear seus produtos em at\u00e9 40%. &#8220;N\u00e3o por produtividade ou compet\u00eancia, mas situa\u00e7\u00e3o cambial&#8221;, afirmou. &#8220;Continuaremos trabalhando na dire\u00e7\u00e3o de termos um real desvalorizado para dar competitividade \u00e0s nossas empresas.&#8221; Ele disse, ainda, que o d\u00e9ficit nominal do Brasil continuar\u00e1 caindo com a ajuda da taxa de juros, enquanto em outros pa\u00edses a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 de piora.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Bernanke n\u00e3o anuncia novas medidas, mas indica que poder\u00e1 atuar<\/p>\n<p>Ag\u00eancia Dow Jones<\/p>\n<p>O presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, em seu discurso no simp\u00f3sio anual em Jackson Hole, apontou repetidamente para a possibilidade de mais a\u00e7\u00f5es de est\u00edmulo e defendeu vigorosamente os benef\u00edcios do uso que o banco central fez no passado de pol\u00edticas n\u00e3o-convencionais para impulsionar a economia dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Em uma repeti\u00e7\u00e3o do comunicado emitido pelo comit\u00ea de pol\u00edtica monet\u00e1ria do Fed no come\u00e7o deste m\u00eas, Bernanke disse que o Fed &#8220;vai fornecer acomoda\u00e7\u00e3o pol\u00edtica adicional conforme o necess\u00e1rio&#8221; para promover a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e dar suporte para o mercado de trabalho. A autoridade tamb\u00e9m destacou as profundas preocupa\u00e7\u00f5es com o ritmo da recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica dos Estados Unidos, considerando-a &#8220;longe do satisfat\u00f3rio&#8221;, e citou preocupa\u00e7\u00f5es com o fraco crescimento do mercado de trabalho do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em an\u00e1lise dos passos dados pelo Fed no passado, incluindo os programas de compra de b\u00f4nus, Bernanke disse que os esfor\u00e7os do banco central para impulsionar a economia &#8220;t\u00eam sido e continuam sendo eficientes no fornecimento de acomoda\u00e7\u00e3o financeira&#8221;. &#8220;Os custos das pol\u00edticas n\u00e3o-tradicionais, quando avaliadas cuidadosamente, parecem gerenci\u00e1veis, o que significa que n\u00f3s n\u00e3o devemos descartar mais uso de tais pol\u00edticas se as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas justificarem isso&#8221;, declarou Bernanke.<\/p>\n<p>Os programas de compra de b\u00f4nus do Fed forneceram &#8220;suporte significativo&#8221; para a economia e n\u00e3o prejudicaram as expectativas de infla\u00e7\u00e3o est\u00e1vel, segundo Bernanke. O presidente do Fed respondeu a algumas preocupa\u00e7\u00f5es frequentes sobre o potencial custo da ado\u00e7\u00e3o de mais programas de est\u00edmulo, argumentando que nenhuma dessas preocupa\u00e7\u00f5es parecem ter potencial para contrabalan\u00e7ar os benef\u00edcios.<\/p>\n<p>Mercado de trabalho<\/p>\n<p>Os membros do Fed t\u00eam indicado que a decis\u00e3o sobre uma terceira rodada de relaxamento quantitativo (QE3, na sigla em ingl\u00eas) depende do progresso na redu\u00e7\u00e3o da taxa de desemprego. &#8220;A estagna\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho, em especial, \u00e9 uma s\u00e9ria preocupa\u00e7\u00e3o, em parte porque os n\u00edveis persistentemente altos de desemprego v\u00e3o causar danos estruturais para a nossa economia que podem durar muitos anos.&#8221;<\/p>\n<p>O presidente do Fed detalhou outros problemas enfrentados pela economia dos Estados Unidos, incluindo o baixo n\u00edvel de atividade no mercado imobili\u00e1rio, os or\u00e7amentos apertados nos n\u00edveis estadual e local e a persistente incerteza sobre a crise na Europa.<\/p>\n<p>A ata da \u00faltima reuni\u00e3o de pol\u00edtica monet\u00e1ria do Fed mostrou que os membros do Comit\u00ea Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em ingl\u00eas) acreditavam que precisariam fornecer est\u00edmulos adicionais para a economia &#8220;em breve&#8221;, a menos que o crescimento se acelerasse substancialmente. Bernanke disse hoje que o Fed ainda tem grandes receios sobre a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, mesmo ap\u00f3s uma s\u00e9rie de indicadores econ\u00f4micos recentes, que t\u00eam vindo melhor do que o esperado.<\/p>\n<p>A pr\u00f3xima reuni\u00e3o de pol\u00edtica monet\u00e1ria do Fed acontece nos dias 12 e 13 de setembro.<\/p>\n<p>Comunica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Em seu discurso, Bernanke defendeu o uso de ferramentas de comunica\u00e7\u00e3o para a pol\u00edtica monet\u00e1ria, como por exemplo a promessa do banco central dos EUA de manter a taxa b\u00e1sica de juros em n\u00edveis excepcionalmente baixos at\u00e9 pelos menos o fim de 2014.<\/p>\n<p>&#8220;Previs\u00f5es para a taxa de juros que diminuam as expectativas do setor privado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 taxa de juros de curto prazo reduzem as taxas de juros de longo prazo, levando a condi\u00e7\u00f5es financeiras mais acomodat\u00edcias. &#8230; \u00c9 certamente verdade que, ao longo do tempo, investidores e analistas t\u00eam adiado consideravelmente a previs\u00e3o para a data na qual esperam que as taxas de juros comecem a subir; al\u00e9m disso, as expectativas atuais parecem se alinhar muito bem com a previs\u00e3o do Fomc&#8221;, comentou Bernanke, se referindo ao Comit\u00ea Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>Mas o presidente do Fed ressaltou que a previs\u00e3o para os juros baixos at\u00e9 2014 n\u00e3o \u00e9 &#8220;uma promessa incondicional&#8221;. &#8220;\u00c9 uma declara\u00e7\u00e3o sobre o julgamento coletivo do Fomc sobre o rumo da pol\u00edtica monet\u00e1ria que provavelmente se provar\u00e1 apropriado, dados os objetivos do Comit\u00ea e suas previs\u00f5es para a economia&#8221;.<\/p>\n<p>Compra de b\u00f4nus<\/p>\n<p>Segundo Bernanke, um estudo mostrou que as duas primeiras rodadas de relaxamento quantitativo impulsionaram o crescimento da economia em quase 3% e ampliaram os empregos no setor privado em mais de 2 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;Simula\u00e7\u00f5es de modelo realizadas pelo Federal Reserve no geral descobriram que os programas de compra de ativos forneceram ajuda significativa para a economia&#8221;, afirmou Bernanke no pronunciamento.<\/p>\n<p>Bernanke observou que os c\u00e1lculos sobre os efeitos macroecon\u00f4micos dos programas de relaxamento quantitativo precisam ser tratados com cuidado, mas disse que &#8220;uma leitura equilibrada das evid\u00eancias sustenta a conclus\u00e3o de que as compras de b\u00f4nus forneceram suporte para a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica ao mesmo tempo que mitigaram os riscos deflacion\u00e1rios&#8221;. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Dow Jones.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" Valor\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3450\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3450","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-TE","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3450","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3450"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3450\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3450"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3450"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3450"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}