{"id":3545,"date":"2012-09-14T18:00:59","date_gmt":"2012-09-14T18:00:59","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3545"},"modified":"2012-09-14T18:00:59","modified_gmt":"2012-09-14T18:00:59","slug":"imposto-de-25-setores-e-reduzido-e-governo-estuda-mais-medidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3545","title":{"rendered":"Imposto de 25 setores \u00e9 reduzido e governo estuda mais medidas"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify; \">Ap\u00f3s v\u00e1rios meses tentando sustentar um otimismo exagerado com o crescimento do Brasil, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reduziu ontem, de 3% para 2%, a previs\u00e3o de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">A nova proje\u00e7\u00e3o \u00e9, no entanto, ainda generosa se comparada com a de analistas do mercado financeiro, que esperam crescimento abaixo de 2% &#8211; em m\u00e9dia de 1,62% segundo a \u00faltima pesquisa Focus do Banco Central.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00c9 a primeira vez que Mantega admite oficialmente que o PIB em 2012 ser\u00e1 menor ainda do que o de 2011, quando a economia brasileira j\u00e1 havia apresentando um crescimento fraco de 2,7% e desagradado a presidente Dilma Rousseff.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Piada. A nova proje\u00e7\u00e3o de 2% j\u00e1 est\u00e1 pr\u00f3xima do que o pr\u00f3prio ministro Mantega classificou de &#8220;piada&#8221;. Em junho, ao criticar duramente o relat\u00f3rio do banco Credit Suisse que apontava alta do PIB de 1,5%, o ministro desqualificou a proje\u00e7\u00e3o ao afirmar que se tratava de uma &#8220;piada&#8221; e que o valor seria muito maior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Agora, diante do cen\u00e1rio de gradual e lenta recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, mesmo depois de uma sequ\u00eancia de medidas emergenciais para aumentar o cr\u00e9dito e o consumo, Mantega come\u00e7ou a se render aos fatos com a queda da previs\u00e3o, reconhecendo as dificuldades do governo em garantir um PIB mais robusto como havia cobrado a presidente Dilma. &#8220;O segundo semestre vai ser bem melhor, mas o primeiro semestre puxa a m\u00e9dia para baixo&#8221;, justificou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">A pr\u00f3pria presidente tamb\u00e9m deu in\u00edcio a uma estrat\u00e9gia pol\u00edtica de diminuir a import\u00e2ncia do tamanho do crescimento. Em discursos recentes, Dilma vem insistido na tese de que uma &#8220;grande na\u00e7\u00e3o&#8221; n\u00e3o se mede pelo tamanho do PIB e que o governo tem uma pol\u00edtica econ\u00f4mica de curto, m\u00e9dio e longo prazos para garantir um crescimento sustentado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">A expectativa da equipe econ\u00f4mica no in\u00edcio do ano era de que a atividade econ\u00f4mica ganhasse ritmo maior no segundo semestre e fechasse o segundo ano do governo com crescimento de 4,5%. Para 2013, o governo voltou a estabelecer como meta para o PIB uma alta de 4,5%, puxada pelo aumento dos investimentos. &#8220;Podemos assegurar que a economia brasileira crescer\u00e1 acima de 4%. S\u00e3o an\u00e1lises do FMI e de v\u00e1rios analistas. Ali\u00e1s, j\u00e1 temos tido v\u00e1rias not\u00edcias que mostram que o crescimento j\u00e1 est\u00e1 retomando no Pa\u00eds.&#8221;<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify; \">Na Argentina, tribunal condena \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua 14 militares envolvidos em crimes durante a ditadura<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Tribunal Oral Federal da cidade de Bahia Blanca, no Sul da Argentina, condenou ontem (12) 14 militares da reserva e ex-policiais \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua por crimes contra a humanidade cometidos contra 90 pessoas durante a ditadura militar (1976-1983). Todos os condenados pertenciam ao Ex\u00e9rcito ou \u00e0s for\u00e7as de seguran\u00e7a e dever\u00e3o cumprir a pena em regime comum no Servi\u00e7o Penitenci\u00e1rio Federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Os r\u00e9us foram condenados pelos crimes de priva\u00e7\u00e3o ilegal de liberdade, tortura e homic\u00eddio em um campo de deten\u00e7\u00e3o clandestino instalado em Bahia Blanca. As 14 pessoas condenadas foram acusadas de envolvimento com 90 pessoas levadas ao campo denominado La Escuelita (A Escolinha, em portugu\u00eas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Dois casos emblem\u00e1ticos sobre essa a\u00e7\u00e3o s\u00e3o os desaparecimentos de duas mulheres, gr\u00e1vidas, que foram sequestradas e levadas at\u00e9 o campo clandestino. A estimativa \u00e9 que cerca de 30 mil pessoas desapareceram ou foram mortas durante a ditadura na Argentina.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify; \">Brasil poder\u00e1 aumentar sua participa\u00e7\u00e3o no capital do BID<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Brasil dever\u00e1 aumentar sua fatia no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), aproveitando a falta de interesse da Venezuela em participar da mais recente rodada de refor\u00e7o de capital do organismo, informou uma fonte que acompanha as negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O pa\u00eds formalizou seu interesse com uma carta para a secretaria do BID e, dependendo dos desdobramentos nas pr\u00f3ximas semanas, a fatia brasileira no capital do organismo poder\u00e1 subir dos atuais 11% para at\u00e9 14,5%. Os valores em d\u00f3lares do aporte ainda n\u00e3o est\u00e3o definidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Brasil passaria a ter mais peso, por exemplo, nas decis\u00f5es do conselho de diretores-executivos do BID, que aprova todas as opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito com valor superior a US$ 60 milh\u00f5es. A opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o aumentaria, por\u00e9m, a disponibilidade de recursos para o Brasil tomar empr\u00e9stimos no organismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Em 2010, o conselho de governadores do BID, que re\u00fane ministros da \u00e1rea econ\u00f4mica de pa\u00edses membros, aprovou uma chamada de capital de US$ 70 bilh\u00f5es entre os s\u00f3cios do organismo. O aumento de capital est\u00e1 sendo concretizado agora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">A Venezuela j\u00e1 comunicou ao BID que n\u00e3o pretende colocar mais dinheiro. A prioridade do presidente Hugo Chavez \u00e9 criar o Banco do Sul, um organismo financeiro independente do governo de Washington. As regras do BID dizem que se um pa\u00eds n\u00e3o quiser participar dos aumentos de capital do banco, a prerrogativa ser\u00e1 oferecida a pa\u00edses tomadores de recursos no organismo. O Brasil \u00e9 o maior tomador de recursos, absorvendo cerca de 25% do or\u00e7amento anual do BID, hoje em torno de US$ 10 bilh\u00f5es. Essa prerrogativa j\u00e1 permite aumentar a fatia brasileira no capital do BID para, no m\u00ednimo, 13%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">H\u00e1 a expectativa, por\u00e9m, de que outros pa\u00edses abram m\u00e3o de participar da capitaliza\u00e7\u00e3o do BID. Nessa hip\u00f3tese, abre-se nova oportunidade para o Brasil ampliar sua fatia no capital do organismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Cen\u00e1rios feitos pelo governo mostram que a fatia brasileira no capital do BID poderia alcan\u00e7ar os 14%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Segundo a fonte que acompanha as negocia\u00e7\u00f5es, a grande vantagem de o Brasil ampliar sua participa\u00e7\u00e3o no capital do BID \u00e9 ter mais peso nas decis\u00f5es do organismo. O Brasil j\u00e1 \u00e9 o segundo maior cotista do BID, atr\u00e1s apenas dos EUA, que contam com uma participa\u00e7\u00e3o de cerca de 30%. &#8220;Hoje, o Brasil toma pouco mais de US$ 2 bilh\u00f5es por ano do BID, o que \u00e9 relativamente pouco se a gente comparar com outras fontes de financiamento de longo prazo, como o BNDES&#8221;, afirma a fonte.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify; \">China, R\u00fassia e \u00cdndia continuam desacelerando, diz OCDE<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Globo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Mais um sinal do enfraquecimento da economia global emergiu ontem com a divulga\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) anunciando que a desacelera\u00e7\u00e3o em China, R\u00fassia e \u00cdndia persistir\u00e1 nos pr\u00f3ximos trimestres. Fran\u00e7a e Alemanha teriam crescimento fraco, e Jap\u00e3o e Estados Unidos, crescimento levemente menor do que a previs\u00e3o anterior. J\u00e1 Brasil e Reino Unido demonstram poss\u00edvel retomada da atividade econ\u00f4mica, disse o \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O estudo se baseou em indicadores que tentam identificar momentos de inflex\u00e3o na atividade econ\u00f4mica. A organiza\u00e7\u00e3o informou que seu indicador composto para China e \u00cdndia permaneceu est\u00e1vel em julho ante junho a taxas consistentes com desacelera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. J\u00e1 o \u00edndice para R\u00fassia e It\u00e1lia caiu, assim como a leitura para a zona do euro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Or\u00e7amento central para a UE<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Segundo o jornal espanhol &#8220;El Pa\u00eds&#8221;, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, discutir\u00e1 com representantes dos Estados da zona do euro e do Parlamento Europeu a possibilidade de dotar o bloco de pa\u00edses de um or\u00e7amento central, que permita emiss\u00e3o comum de d\u00edvida e reduza os riscos de cont\u00e1gio da crise. Os debates ocorrem a partir da semana que vem, disse Van Rompuy via Twitter<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify; \">Fed banca maior liquidez e d\u00e1 novo \u00e2nimo a mercados<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, lan\u00e7ou um programa sem prazo para terminar com o objetivo de desencadear a recupera\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. O esfor\u00e7o consiste em injetar US$ 40 bilh\u00f5es na economia todo m\u00eas por meio de compras de t\u00edtulos lastreados em contratos de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Ao contr\u00e1rio dos programas anteriores, a terceira rodada de afrouxamento monet\u00e1rio (&#8220;quantitative easing&#8221;), apelidada de &#8220;QE3&#8221;, n\u00e3o tem um limite preestabelecido e se estender\u00e1 at\u00e9 que o mercado de trabalho melhore. Em combina\u00e7\u00e3o com as aquisi\u00e7\u00f5es j\u00e1 existentes de t\u00edtulos do Tesouro de vencimento dilatado, segundo os termos da opera\u00e7\u00e3o &#8220;Twist&#8221;, o Fed comprar\u00e1 US$ 85 bilh\u00f5es ao m\u00eas em ativos pelo resto do ano, ritmo semelhante ao mantido por seu programa QE2 ao longo de 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">A maioria dos mercados reagiu positivamente ao an\u00fancio do Fed. As a\u00e7\u00f5es deram um salto em Wall Street e a alta do \u00edndice S&amp;P 500 puxou o mais amplo indicador de a\u00e7\u00f5es americano para n\u00edveis superiores a seu fechamento mais elevado desde 2007. Por seu lado, os t\u00edtulos do Tesouro americano de maior vencimento ca\u00edram, puxando o rendimento sobre o b\u00f4nus de 30 anos para patamares superiores \u00e0 marca dos 3%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O novo programa de afrouxamento quantitativo marca uma das guinadas mais significativas j\u00e1 empreendidas pelo Fed desde a crise financeira de 2008-09. O Fed vinculou pela primeira vez sua pol\u00edtica monet\u00e1ria aos desdobramentos na \u00e1rea econ\u00f4mica &#8211; e prometeu n\u00e3o mudar a pol\u00edtica enquanto ela n\u00e3o se revelar bem-sucedida. &#8220;Se o panorama do mercado de trabalho n\u00e3o melhorar significativamente, o comit\u00ea vai prosseguir em suas compras de t\u00edtulos lastreados em contratos de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio das ag\u00eancias, efetuar aquisi\u00e7\u00f5es adicionais de ativos e empregar seus outros instrumentos de pol\u00edtica monet\u00e1ria apropriados at\u00e9 que se conquiste essa melhoria num contexto de estabilidade dos pre\u00e7os&#8221;, informou o Comit\u00ea Federal de Mercado Aberto (FOMC, nas iniciais em ingl\u00eas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">As compras de ativos persistir\u00e3o automaticamente se o desemprego continuar alto, dando sustenta\u00e7\u00e3o aos mercados financeiros e \u00e0 economia. Espera-se que essa pol\u00edtica de seguro estimule os consumidores a gastar e os investidores a aplicar seu dinheiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">A iniciativa marca um exerc\u00edcio de autoridade decisivo de Ben Bernanke, o presidente do Fed cujo mandato se encerra em 2014, mas poder\u00e1 impor um dif\u00edcil desafio para um sucessor, que se vir\u00e1 comprometido com uma medida adotada por per\u00edodo ilimitado. O FOMC aprovou a medida por 10 votos contra 1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Fed tamb\u00e9m estendeu a validade de sua previs\u00e3o de que os juros permanecer\u00e3o &#8220;excepcionalmente&#8221; baixos do fim de 2014 at\u00e9 meados de 2015, e sugeriu que poder\u00e1 tolerar uma infla\u00e7\u00e3o ligeiramente mais alta: &#8220;Para sustentar o avan\u00e7o persistente rumo ao n\u00edvel de emprego e estabilidade dos pre\u00e7os m\u00e1ximos, o comit\u00ea prev\u00ea que uma posi\u00e7\u00e3o de pol\u00edtica monet\u00e1ria altamente impulsionadora do crescimento continuar\u00e1 sendo adequada por um per\u00edodo consider\u00e1vel ap\u00f3s o fortalecimento da recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Ao contr\u00e1rio do previsto, o Fed s\u00f3 vai comprar t\u00edtulos referenciados em contratos de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio. Isso dever\u00e1 contribuir para reduzir as altas taxas do cr\u00e9dito imobili\u00e1rio &#8211; um dos principais obst\u00e1culos \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Fed vinha se preparando para tomar medidas mais agressivas ap\u00f3s a estagna\u00e7\u00e3o da recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do pa\u00eds do terceiro trimestre. Mais de tr\u00eas anos ap\u00f3s o fim da recess\u00e3o, a taxa de desemprego dos Estados Unidos continua alta, em 8,1%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Fed n\u00e3o precisava fazer isso. Seus duplos poderes, de assegurar o pleno emprego e de combater a infla\u00e7\u00e3o, o impeliam a dire\u00e7\u00f5es diferentes. A press\u00e3o pol\u00edtica contra a ado\u00e7\u00e3o de medidas &#8211; com uma ruidosa fac\u00e7\u00e3o do Partido Republicano se opondo, atualmente, \u00e0 pr\u00f3pria exist\u00eancia do Fed &#8211; foi intensa. Mesmo assim, com apenas um voto contr\u00e1rio, o presidente Ben Bernanke conseguiu aprovar o que deve ser visto como um conjunto de medidas surpreendentemente agressivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Fed poderia ter sido espec\u00edfico ou ilimitado em seu compromisso com a expans\u00e3o de sua demonstra\u00e7\u00e3o de resultados. A defini\u00e7\u00e3o cabe ao Fed, mas, com o desemprego em 8,1%, as compras dever\u00e3o persistir at\u00e9 que ele caia para menos de 7%. Esse \u00e9 um compromisso por prazo indeterminado de imprimir dinheiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Fed, al\u00e9m de tudo, se comprometeu a deixar tua taxa referencial de juros em virtualmente zero at\u00e9 meados de 2015. Isso manter\u00e1 os rendimentos dos pap\u00e9is de dois anos em virtualmente zero. E a institui\u00e7\u00e3o continuar\u00e1 a implementar a Opera\u00e7\u00e3o Twist, ao usar os rendimentos do resgate de seus b\u00f4nus de menor vencimento para comprar t\u00edtulos de vencimento mais dilatado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">As expectativas de infla\u00e7\u00e3o do mercado de b\u00f4nus, dos pre\u00e7os das commodities e das a\u00e7\u00f5es est\u00e3o subindo. N\u00e3o h\u00e1 qualquer medo de defla\u00e7\u00e3o que justifique as atuais medidas, como havia quando as duas primeiras doses de afrouxamento quantitativo foram divulgadas, em 2009 e 2010. At\u00e9 mesmo o mercado de im\u00f3veis residenciais parece ter se estabilizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Ent\u00e3o, por que fazer isso? Os dados mais recentes dos gerentes de compras mostraram que as novas encomendas despencaram para seu patamar mais baixo desde 2009. H\u00e1 motivos genu\u00ednos para temer uma nova recess\u00e3o, e n\u00e3o h\u00e1 motivos para confiar que os pol\u00edticos pactuar\u00e3o uma pol\u00edtica fiscal para administr\u00e1-la. \u00c9 por isso que, na falta de outra op\u00e7\u00e3o, o Fed considerou que teria de fazer isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Estado de S. 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