{"id":3567,"date":"2012-09-19T18:54:02","date_gmt":"2012-09-19T18:54:02","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3567"},"modified":"2012-09-19T18:54:02","modified_gmt":"2012-09-19T18:54:02","slug":"governo-anuncia-leiloes-de-petroleo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3567","title":{"rendered":"Governo anuncia leil\u00f5es de petr\u00f3leo"},"content":{"rendered":"\n<p>Ap\u00f3s quase quatro anos sem ofertar novos blocos de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, o governo surpreendeu o mercado ontem ao anunciar que far\u00e1 o primeiro leil\u00e3o do pr\u00e9-sal em novembro de 2013. Haver\u00e1 tamb\u00e9m uma licita\u00e7\u00e3o em \u00e1reas que n\u00e3o s\u00e3o do pr\u00e9-sal em maio. A decis\u00e3o veio ap\u00f3s uma avalanche de cr\u00edticas durante a abertura da maior feira do setor na Am\u00e9rica Latina, a Rio Oil &amp; Gas, marcada pela cobran\u00e7a por novos leil\u00f5es.<\/p>\n<p>Desprestigiado pelo governo &#8211; n\u00e3o compareceram ao evento a presidente Dilma Rousseff, o ministro de Minas e Energia, Edison Lob\u00e3o, o ministro do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior, Fernando Pimentel, nem a presidente da Petrobr\u00e1s, Gra\u00e7a Foster -, o setor avaliou que a indefini\u00e7\u00e3o afastava investimentos, inclusive estrangeiros, e amea\u00e7ava a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Pa\u00eds. H\u00e1 tamb\u00e9m descontentamento com a pol\u00edtica de conte\u00fado local e o congelamento de pre\u00e7os dos combust\u00edveis, que deu preju\u00edzo \u00e0 Petrobr\u00e1s no segundo trimestre.<\/p>\n<p>A resposta veio de Bras\u00edlia. Coube a Lob\u00e3o anunciar que a presidente Dilma Rousseff aprovou a realiza\u00e7\u00e3o da 11.\u00aa rodada em maio, com 174 blocos em terra e na margem equatorial, e o in\u00edcio de estudos para a 1.\u00aa rodada de licita\u00e7\u00f5es do pr\u00e9-sal, sob o regime de partilha, em novembro do ano que vem. As datas exatas ser\u00e3o estabelecidas pela Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo, G\u00e1s e Biocombust\u00edveis (ANP).<\/p>\n<p>Tudo, por\u00e9m, est\u00e1 condicionado \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o do projeto sobre a distribui\u00e7\u00e3o de royalties, que est\u00e1 no Congresso. O ministro garantiu que o governo vai trabalhar para que ele seja aprovado ainda neste ano. &#8220;Temos recebido sinais das nossas lideran\u00e7as no sentido de que \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel contar com a aprova\u00e7\u00e3o do projeto neste ano ainda.&#8221;<\/p>\n<p>Acordo. De fato, algumas horas depois, o presidente da C\u00e2mara, Marco Maia (PT-RS), disse que h\u00e1 pressa para votar o novo marco regulat\u00f3rio do petr\u00f3leo. &#8220;Essa \u00e9 uma mat\u00e9ria priorit\u00e1ria para logo depois da elei\u00e7\u00e3o e j\u00e1 temos praticamente um acordo para vota\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria aqui na Casa.&#8221;<\/p>\n<p>Lob\u00e3o fez quest\u00e3o de esclarecer que o motivo da aus\u00eancia de leil\u00f5es \u00e9 a cautela do governo com poss\u00edveis questionamentos jur\u00eddicos por causa da indefini\u00e7\u00e3o do marco regulat\u00f3rio. &#8220;Se liber\u00e1ssemos a rodada antes da aprova\u00e7\u00e3o da lei, poderia haver um questionamento judicial. Por isso a cautela ao tomar uma decis\u00e3o dessa magnitude. N\u00e3o fosse isso, j\u00e1 ter\u00edamos liberado a 11.\u00aa rodada h\u00e1 muito tempo.&#8221;<\/p>\n<p>Apesar da surpresa, a not\u00edcia n\u00e3o reverteu o \u00e2nimo de analistas. O diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, lembrou que, no ano passado, Lob\u00e3o havia prometido uma nova rodada ainda em 2012. Ele questionou tamb\u00e9m a justificativa do governo, de que a falta de acordo no Congresso sobre a distribui\u00e7\u00e3o dos royalties n\u00e3o permite novos leil\u00f5es.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Governo grego espera definir cortes at\u00e9 domingo<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O ministro de Finan\u00e7as da Gr\u00e9cia, Yannis Stournaras, disse que o pa\u00eds deve finalizar at\u00e9 domingo os detalhes de um novo pacote de austeridade que est\u00e1 sendo negociado com a troica de credores internacionais &#8211; formada por Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI). A informa\u00e7\u00e3o animou os investidores e o \u00edndice ASE, da Bolsa de Atenas, fechou a sess\u00e3o em alta de 2,9%, aos 755,98 pontos.<\/p>\n<p>Falando ap\u00f3s uma reuni\u00e3o de quase tr\u00eas horas com o primeiro-ministro da Gr\u00e9cia, Antonis Samaras, Stournaras disse ontem que o pa\u00eds est\u00e1 ficando sem tempo para chegar a um acordo sobre os novos cortes de gastos exigidos pelos credores. &#8220;Eu espero que uma decis\u00e3o saia at\u00e9 domingo&#8221;, comentou.<\/p>\n<p>Uma equipe da troica est\u00e1 em Atenas avaliando as reformas para dizer se o pa\u00eds poder\u00e1 receber a pr\u00f3xima parcela do segundo pacote de resgate, de 31,5 bilh\u00f5es. Um dos principais pontos avaliados s\u00e3o os cortes de mais 13,5 bilh\u00f5es no or\u00e7amento em 2013 e 2014, para que os gregos atinjam as metas de redu\u00e7\u00e3o do d\u00e9ficit.<\/p>\n<p>At\u00e9 agora, as conversas com a troica t\u00eam se arrastado, em parte porque os l\u00edderes dos tr\u00eas partidos que formam a coaliz\u00e3o de governo na Gr\u00e9cia &#8211; Nova Democracia, Partido Socialista (Pasok) e Esquerda Democr\u00e1tica &#8211; rejeitaram algumas medidas e ainda n\u00e3o chegaram a um acordo para o pacote final. Segundo fontes do Minist\u00e9rio de Finan\u00e7as, at\u00e9 agora somente cerca de metade do pacote foi aprovado, com a troica citando receios quanto \u00e0 habilidade do governo grego de implementar muitos dos cortes.<\/p>\n<p>De acordo com um rascunho do programa de austeridade ao qual a Dow Jones teve acesso, os cortes v\u00e3o incluir 4,8 bilh\u00f5es em redu\u00e7\u00f5es nos pagamentos de aposentadorias e de programas sociais, de 1,5 bilh\u00e3o nos gastos com sa\u00fade e de 1,5 bilh\u00e3o na folha do setor p\u00fablico.<\/p>\n<p>Contra. Mais de dois ter\u00e7os dos gregos s\u00e3o contr\u00e1rios aos termos do pacote de ajuda, segundo uma pesquisa de opini\u00e3o divulgada ontem, e a grande maioria espera ser atingida pela nova rodada de cortes que o governo est\u00e1 preparando para cumprir o acordo.<\/p>\n<p>A pesquisa, conduzida pela Public Issue para a TV Skai e o jornal Kathimerini, mostrou que 68% dos gregos se op\u00f5em aos termos do programa de assist\u00eancia da Gr\u00e9cia com os credores internacionais. Para 74% dos entrevistados, o pa\u00eds est\u00e1 na dire\u00e7\u00e3o errada.<\/p>\n<hr \/>\n<p>IBGE muda c\u00e1lculo do PIB e investimento sobe<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) vai alterar o c\u00e1lculo do Produto Interno Bruto (PIB), indicador que mede todas as riquezas (bens e servi\u00e7os) produzidas pelo Pa\u00eds. Com a nova metodologia, a taxa de investimento vai subir e a ind\u00fastria vai ganhar import\u00e2ncia, conforme apurou o &#8220;Estado&#8221;.<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as seguem as diretrizes da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) e fazem parte do esfor\u00e7o peri\u00f3dico do IBGE para adequar a contabilidade das contas do Brasil \u00e0s regras globais. Mas tamb\u00e9m ocorrem no momento em que o Pa\u00eds enfrenta o fantasma da desindustrializa\u00e7\u00e3o e o investimento n\u00e3o decola, apesar dos esfor\u00e7os da presidente Dilma Rousseff.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o do governo \u00e9 de que o investimento est\u00e1 subavaliado no Brasil. Com as mudan\u00e7as que est\u00e3o sendo promovidas pelo IBGE, a taxa de investimento pode subir entre 1% e 1,5% &#8211; ou seja, dos 18,8% registrados em junho para at\u00e9 20,3%. Por causa do pessimismo provocado pela crise global, os investimentos est\u00e3o em queda. No ano passado, o Pa\u00eds investiu 19,3% do PIB.<\/p>\n<p>O IBGE passar\u00e1 a contabilizar outros itens como investimento, al\u00e9m da compra de m\u00e1quinas e da constru\u00e7\u00e3o civil. Uma das principais mudan\u00e7as \u00e9 que os gastos das empresas com software passar\u00e3o a ser parcialmente considerados como investimento. Hoje s\u00e3o computados como servi\u00e7os. Nos Estados Unidos, os gastos com software representam 16,3% dos investimentos privados e 2,5% do PIB.<\/p>\n<p>O IBGE tamb\u00e9m est\u00e1 promovendo mudan\u00e7as que v\u00e3o aumentar o peso da ind\u00fastria na economia. Atividades que foram terceirizadas pelas empresas &#8211; como limpeza, manuten\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a, etc &#8211; s\u00e3o contabilizadas hoje como presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os. Ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o das novas regras, voltar\u00e3o a ser consideradas como parte da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria da transforma\u00e7\u00e3o vem perdendo espa\u00e7o no Pa\u00eds. Em 1995, representava 16,3% do PIB. No ano passado, caiu para 12,4%. Se o IBGE incluir como ind\u00fastria parte da rubrica &#8220;servi\u00e7os prestados \u00e0s empresas&#8221;, os economistas calculam que significaria 1,5% a mais de participa\u00e7\u00e3o no PIB para a ind\u00fastria da transforma\u00e7\u00e3o e 3% a mais para a ind\u00fastria geral.<\/p>\n<p>Para especialistas em contas nacionais, est\u00e1 mudando o &#8220;term\u00f4metro&#8221;, mas n\u00e3o os &#8220;sintomas&#8221; da economia. Fernando Montero, economista-chefe da Corretora Conven\u00e7\u00e3o, calcula que a ind\u00fastria deve continuar perdendo espa\u00e7o no PIB, porque outros fatores, al\u00e9m da terceiriza\u00e7\u00e3o, colaboram para o fen\u00f4meno, como a alta do pre\u00e7o das commodities e o &#8220;vazamento&#8221; de demanda para o exterior.<\/p>\n<p>Paulo Levy, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea), afirma que uma taxa de investimento maior por causa de uma mudan\u00e7a cont\u00e1bil n\u00e3o significa que o Pa\u00eds est\u00e1 efetivamente ampliando sua capacidade produtiva e, portanto, teria condi\u00e7\u00f5es de crescer mais sem gerar infla\u00e7\u00e3o. &#8220;O fato de medir melhor n\u00e3o altera o mundo real&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Base. O IBGE foi procurado pela reportagem e informado em detalhes sobre o teor da mat\u00e9ria, mas se negou a fazer qualquer coment\u00e1rio. O \u00f3rg\u00e3o informou que divulgaria hoje, pela manh\u00e3, informa\u00e7\u00f5es sobre a atualiza\u00e7\u00e3o da base de dados do PIB.<\/p>\n<p>Segundo o Estado apurou, o IBGE est\u00e1 alterando o ano-base de c\u00e1lculo do PIB para 2010. Hoje o indicador \u00e9 feito tomando como refer\u00eancia a import\u00e2ncia dos diferentes setores para a economia no ano 2000. Nos \u00faltimos tempos, o IBGE j\u00e1 fez duas importantes mudan\u00e7as no c\u00e1lculo do PIB &#8211; em 1997 e em 2007.<\/p>\n<p>Fontes ouvidas pela reportagem informam que mais mudan\u00e7as vir\u00e3o nos pr\u00f3ximo anos, j\u00e1 que itens importante como, por exemplo, recursos naturais e o valor da terra, ainda s\u00e3o contabilizados no Brasil de maneira diferente do que \u00e9 feito no exterior.<\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o pequenos aperfei\u00e7oamentos que est\u00e3o sendo feitos de maneira correta e de acordo com as regras internacionais pelo IBGE&#8221;, diz Cl\u00e1udio Considera, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e ex-chefe de contas nacionais do \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Pacote para a Espanha ter\u00e1 &#8216;condi\u00e7\u00f5es muito duras&#8217;, diz Juncker<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A zona do euro vai impor &#8220;condi\u00e7\u00f5es muito duras&#8221; \u00e0 Espanha em troca de qualquer pacote de socorro potencial, afirmou o presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker. &#8220;N\u00f3s exigiremos condi\u00e7\u00f5es muito duras \u00e0 Espanha, mas n\u00e3o seria certo dizer \u00e0 Espanha com anteced\u00eancia, por meio da imprensa, o que esperamos deles&#8221;, disse Juncker em entrevista ao canal de TV alem\u00e3o Bayrischer Rundfunk.<\/p>\n<p>O pa\u00eds enfrentar\u00e1 amanh\u00e3 um importante teste da confian\u00e7a do investidor, com um leil\u00e3o de b\u00f4nus de dez anos. O governo espanhol espera aproveitar a queda dos custos dos empr\u00e9stimos desde que o Banco Central Europeu (BCE) detalhou os planos no in\u00edcio deste m\u00eas para compras de b\u00f4nus de pa\u00edses da zona do euro em dificuldades, como a Espanha, submetidos a condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas restritas.<\/p>\n<p>Mas a interven\u00e7\u00e3o do BCE depende de um pedido de ajuda da Espanha por meio do fundo de resgate da regi\u00e3o &#8211; um passo que o governo espanhol parece relutante em tomar, particularmente se o retorno dos b\u00f4nus ao investidor (yelds) continuar em n\u00edveis sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, os investidores acreditam que a piora da recess\u00e3o e pagamentos de d\u00edvida iminentes, incluindo cerca de 30 bilh\u00f5es (US$ 39,110 bilh\u00f5es) em outubro, for\u00e7ar\u00e3o a Espanha a buscar em breve um resgate completo.<\/p>\n<p>Supervis\u00e3o banc\u00e1ria. Juncker disse ainda que a Uni\u00e3o Europeia n\u00e3o deve se apressar em estabelecer uma supervis\u00e3o banc\u00e1ria no \u00e2mbito europeu. &#8220;\u00c9 verdade que estamos determinados em implementar uma uni\u00e3o banc\u00e1ria, uma supervis\u00e3o banc\u00e1ria, o mais rapidamente poss\u00edvel, mas \u00e9 verdade tamb\u00e9m que devemos usar o tempo necess\u00e1rio para isso&#8221;, declarou.<\/p>\n<p>A proposta \u00e9 pol\u00eamica e reduz o papel da autoridade banc\u00e1ria europeia, que foi criada no rastro da crise financeira global de 2008. O plano enfrenta oposi\u00e7\u00e3o da Gr\u00e3-Bretanha, que abriga o centro financeiro de Londres, onde grandes bancos da zona do euro t\u00eam grandes interesses.<\/p>\n<p>Juncker disse, entretanto, que compartilha o ceticismo de Berlim de que um supervisor fiscal \u00fanico seja capaz de monitorar todos os bancos da zona do euro. Em vez disso, a Alemanha quer que o BCE centre foco nos bancos &#8220;grandes demais para falir&#8221;, cuja quebra poderia destruir o sistema.<\/p>\n<hr \/>\n<p>El\u00e9tricas podem demitir mais<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>As demiss\u00f5es para cortar custos nas companhias energ\u00e9ticas podem se ampliar, admitiram ontem as principais autoridades do governo na \u00e1rea. Na segunda-feira, a estatal Furnas anunciou planos de cortar 35% da folha de pessoal.<\/p>\n<p>Com o pacote de medidas para a redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o da eletricidade anunciado pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, as empresas ter\u00e3o uma perda significativa de receitas j\u00e1 em 2013, por isso algumas j\u00e1 iniciaram programas de ajuste e outras poder\u00e3o fazer o mesmo.<\/p>\n<p>&#8220;As companhias agora precisar\u00e3o se adaptar a uma nova realidade e \u00e9 natural que haja adequa\u00e7\u00e3o entre as receitas e as despesas. E esse corte de custos pode acontecer em pessoal ou em outras \u00e1reas. Isso \u00e9 natural&#8221;, afirmou ontem o diretor-geral da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), Nelson Hubner. Para ele, as demiss\u00f5es podem se tornar uma tend\u00eancia daqui para frente.<\/p>\n<p>Na semana passada, a AES Eletropaulo informou a demiss\u00e3o de cerca de 150 funcion\u00e1rios nos \u00faltimo 30 dias. Neste caso, no entanto, a concession\u00e1ria afirmou que os ajustes s\u00e3o decorrentes do processo de revis\u00e3o tarif\u00e1ria da Aneel, que resultou em redu\u00e7\u00e3o da tarifa de energia.<\/p>\n<p>Ciente das consequ\u00eancias das medidas audaciosas que devem reduzir em 16,2% o pre\u00e7o da energia para os consumidores e em at\u00e9 28% para a ind\u00fastria, a pr\u00f3pria presidente Dilma consideraria natural esse movimento, segundo informam interlocutores. Os ajustes de Furnas s\u00e3o encarados como parte de um programa bem maior de reestrutura\u00e7\u00e3o da companhia.<\/p>\n<p>Menos enf\u00e1tico que Hubner, o ministro de Minas e Energia, Edison Lob\u00e3o, tamb\u00e9m reconheceu que o setor el\u00e9trico ter\u00e1 de se ajustar ao novo cen\u00e1rio de menores tarifas. Considerou, por\u00e9m, que \u00e9 cedo para que se fa\u00e7am avalia\u00e7\u00f5es sobre a continuidade das demiss\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;As empresas ter\u00e3o de ajustar as despesas e contas \u00e0 nova ordem, \u00e0s circunst\u00e2ncias novas que surgiram. Elas ter\u00e3o de eleger suas prioridades ao efeito da redu\u00e7\u00e3o de custos e se adaptar a isso. Cada qual saber\u00e1 o que fazer&#8221;, disse o ministro. &#8220;Ainda estamos na madrugada do an\u00fancio das medidas. Isso vai ocorrer em 5 de fevereiro do pr\u00f3ximo ano. At\u00e9 l\u00e1, temos alguns meses.&#8221;<\/p>\n<p>O ministro garantiu ainda que as companhias ligadas \u00e0 Eletrobr\u00e1s s\u00f3 demitir\u00e3o se forem autorizadas pela sua pasta. &#8220;N\u00f3s estamos na esperan\u00e7a de que isso possa se resolver sem altera\u00e7\u00e3o profunda de pessoal&#8221;, acrescentou, lembrando que as empresas do sistema Eletrobr\u00e1s costumam pagar sal\u00e1rios mais elevados e oferecer vantagens aos funcion\u00e1rios. &#8220;Isso ser\u00e1 avaliado cautelosamente porque a tradi\u00e7\u00e3o do governo e suas preocupa\u00e7\u00f5es s\u00e3o sempre no sentido de preservar os empregos no Pa\u00eds.&#8221;<\/p>\n<p>A preserva\u00e7\u00e3o dos empregos e da renda dos brasileiros tem sido a principal justificativa de Dilma para as medidas adotadas pelo governo na \u00e1rea econ\u00f4mica. \u00c9 o caso, por exemplo, da desonera\u00e7\u00e3o da folha salarial, do programa de compras de equipamentos por parte do governo e das concess\u00f5es em infraestrutura.<\/p>\n<hr \/>\n<p>C\u00e2mara aprova acordo que Dilma ignorava<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>Por acordo da maioria, a C\u00e2mara aprovou ontem \u00e0 noite a Medida Provis\u00f3ria do C\u00f3digo Florestal, com um texto mais brando sobre recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas desmatadas em margens de rio, tornando menos r\u00edgidas as regras para as m\u00e9dias propriedades. Os deputados decidiram aprovar o texto do acordo feito na Comiss\u00e3o Especial e que foi constru\u00eddo pela bancada ruralista. A presidente Dilma Rousseff \u00e9 contra este novo texto da MP &#8211; foi ele que motivou seu bilhete cobrando explica\u00e7\u00f5es das ministras Izabella Teixeira e Ideli Salvatti. A presidente poder\u00e1 vetar a parte que trata da recupera\u00e7\u00e3o de terras desmatadas em \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente e em margem de rios. A maioria da bancada ruralista chancelou o acordo, com exce\u00e7\u00e3o do vice-l\u00edder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO).<\/p>\n<p>Nos bastidores, os aliados do governo conclu\u00edram que o importante era aprovar a MP 571, j\u00e1 que ela perde a validade no dia 8 de outubro e ainda precisa passar pela vota\u00e7\u00e3o no Senado, em sess\u00e3o marcada para a pr\u00f3xima semana.<\/p>\n<p>Se a MP &#8220;caducar&#8221;, haver\u00e1 uma inseguran\u00e7a jur\u00eddica no campo. Na proposta, ficou em 15 metros a faixa m\u00ednima de recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o, em beira de rios, no caso de propriedades m\u00e9dias com cursos d&#8221;\u00e1gua at\u00e9 10 metros de largura.<\/p>\n<p>Dilma queria texto original<\/p>\n<p>Dilma queria a aprova\u00e7\u00e3o do texto original, que prev\u00ea uma &#8220;escadinha&#8221; para a recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas desmatadas, levando em conta o tamanho da propriedade. Os parlamentares alteraram essa &#8220;escadinha&#8221;, beneficiando as m\u00e9dias propriedades.<\/p>\n<p>O presidente da C\u00e2mara, deputado Marco Maia (PT-RS), disse que vai tentar convencer a presidente Dilma a n\u00e3o vetar a parte que atende os ruralistas.<\/p>\n<p>&#8211; O acordo, da maioria, \u00e9 para vota\u00e7\u00e3o do texto aprovado na Comiss\u00e3o Especial. Depois, vamos tentar convencer a presidente Dilma de que o texto foi fruto de acordo. E j\u00e1 h\u00e1 um acerto para que o presidente do Senado, Jos\u00e9 Sarney (PMDB-AP), fa\u00e7a sess\u00e3o na semana que vem &#8211; anunicou Maia.<\/p>\n<p>O l\u00edder do governo na C\u00e2mara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que fez o acordo para viabilizar a vota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; Se derrota houve (do governo), foi na Comiss\u00e3o Especial. Neste momento, (o importante) \u00e9 votar. Se n\u00e3o votarmos esta MP, estaremos cometendo um erro enorme &#8211; disse Arlindo Chinaglia.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Candidatos j\u00e1 gastaram R$ 1 bilh\u00e3o em campanhas<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>Com apenas dois meses de campanha nas ruas, os candidatos a prefeito e a vereador pelo pa\u00eds gastaram R$ 975 milh\u00f5es para conquistar votos do eleitorado, o equivalente ao or\u00e7amento aprovado pela C\u00e2mara para o Plano Brasil Sem Mis\u00e9ria para este ano. O valor se refere \u00e0 segunda parcial das contas dos candidatos divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (STE), que vai de 6 de julho a 6 de setembro.<\/p>\n<p>Segundo o cientista pol\u00edtico Vitor Peixoto, doutor em financiamento p\u00fablico de campanha, essas despesas devem chegar a cerca de R$ 3 bilh\u00f5es ao fim do segundo turno, em 28 de outubro. Essa previs\u00e3o representa um aumento de 33% nos gastos da campanhas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s elei\u00e7\u00f5es municipais de 2008 (R$ 2,2 bilh\u00f5es). Nesses dois meses, foram desembolsados, por exemplo, R$ 22,3 milh\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o de jingles e vinhetas; R$ 45 milh\u00f5es para contratar carros de som; R$ 3,7 milh\u00f5es em fogos de artif\u00edcio e roj\u00f5es; e R$ 2,2 milh\u00f5es para contato de telemarketing.<\/p>\n<p>Num pa\u00eds que padece de Educa\u00e7\u00e3o, Sa\u00fade e Saneamento, com 16,2 milh\u00f5es de miser\u00e1veis (8% da popula\u00e7\u00e3o vive na pobreza extrema, com renda per capita de R$ 70 por m\u00eas), especialistas perguntam se os gastos s\u00e3o compat\u00edveis com a realidade brasileira. Os candidatos gastaram R$ 15,5 milh\u00f5es por dia, em m\u00e9dia, desde o in\u00edcio das campanhas.<\/p>\n<p>&#8211; Poderia ser mais barato, \u00e9 claro que sim. Mas como n\u00e3o existem limites (para os gastos), quanto mais acirrada \u00e9 a concorr\u00eancia entre candidatos, maiores s\u00e3o as despesas. A \u00fanica solu\u00e7\u00e3o para levar esses n\u00fameros a um patamar decente \u00e9 o Congresso aprovar uma lei estabelecendo um teto para os gastos &#8211; disse Marcus Figueiredo, do Instituto de Estudos Sociais e Pol\u00edtica (Iesp), ligado \u00e0 Uerj.<\/p>\n<p>Gasto di\u00e1rio por eleitor \u00e9 de R$ 6,93<\/p>\n<p>Da fortuna gasta at\u00e9 aqui, R$ 551 milh\u00f5es foram para despesas das campanhas dos candidatos a prefeito, incluindo comit\u00ea financeiro dos partidos. Outros R$ 404 milh\u00f5es foram gastos pelas campanhas de vereadores e seus respectivos comit\u00eas. Mais R$ 20 milh\u00f5es foram desembolsados pelos partidos, que n\u00e3o especificam nas contas ao TSE para qual dos dois pleitos a verba foi usada. Os valores desconsideram doa\u00e7\u00f5es entre comit\u00eas, partidos e candidatos.<\/p>\n<p>Com base no tamanho do eleitorado, esses gastos j\u00e1 equivalem a R$ 6,93 por eleitor. S\u00e3o 140,6 milh\u00f5es de pessoas que v\u00e3o \u00e0s urnas este ano, segundo o TSE. O n\u00famero \u00e9 pr\u00f3ximo ao da proposta que tem ganhado mais apoio no Congresso para o financiamento exclusivamente p\u00fablico de campanha, de R$ 7 por eleitor. Ou seja, faltando um m\u00eas e meio para o fim do segundo turno, os candidatos j\u00e1 estariam, na m\u00e9dia, sem recursos para continuar a divulgar sua propostas para o mandato e angariar mais votos.<\/p>\n<p>&#8211; Esse valor varia muito de candidato para candidato, \u00e9 claro. Em 2008, houve candidatos em S\u00e3o Paulo com despesa de mais de R$ 50 por eleitor. Mas tamb\u00e9m houve candidato com menos de R$ 1 por eleitor. N\u00e3o sei dizer se \u00e9 muito, mas se voc\u00ea pensar no que precisamos e o que de fato um vereador produz, por exemplo, \u00e9 um custo benef\u00edcio amplamente desfavor\u00e1vel &#8211; afirmou Claudio Weber Abramo, diretor-executivo da ONG Transpar\u00eancia Brasil. &#8211; O dinheiro gasto n\u00e3o vem dos cofres p\u00fablicos, mas sai da economia do pa\u00eds. Sai de empresas, est\u00e1 no que consumimos. N\u00e3o \u00e9 um dinheiro aplicado de forma eficiente para o desenvolvimento.<\/p>\n<p>Segundo especialistas, esses gastos tendem a se acelerar em setembro. O cientista pol\u00edtico Vitor Peixoto explica que os gastos dos candidatos a prefeito e vereador tendem a ser concentrados nos \u00faltimos 15 dias de campanha.<\/p>\n<p>&#8211; Isso \u00e9 para aplacar o voto dos eleitores indecisos, sobretudo em caso de candidatos a vereador, j\u00e1 que normalmente metade do eleitorado n\u00e3o sabe em qual candidato votar &#8211; afirmou Peixoto, que \u00e9 professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). &#8211; Esse montante \u00e9 maior n\u00e3o apenas por causa da infla\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m porque as empresas est\u00e3o temerosas e cada vez declarando mais as doa\u00e7\u00f5es. O risco de ser pego no caixa 2 \u00e9 grande, ainda mais agora ap\u00f3s o caso do mensal\u00e3o.<\/p>\n<p>Na m\u00e9dia, o gasto por candidato foi de R$ 2.165, considerando os 450.271 que est\u00e3o aptos para a corrida eleitoral. Mas as campanhas, claro, t\u00eam grandes desigualdades de recursos. Peixoto \u00e9 contra o financiamento p\u00fablico de campanha, mas critica a desigualdade de arrecada\u00e7\u00e3o e gasto na corrida eleitoral. Para ele, os recursos precisam ser distribu\u00eddos de forma mais equ\u00e2nime entre partidos e campanhas.<\/p>\n<p>Materiais impressos concentram despesaS<\/p>\n<p>Em tempos de meios digitais, o perfil das despesas dos candidatos confirma mais uma vez que campanha se faz na rua. Do total desembolsado, R$ 289,5 milh\u00f5es foram destinados \u00e0 impress\u00e3o de materiais, como santinhos e panfletos. Mais R$ 95,5 milh\u00f5es foram usados para compras de placas, estandartes e faixas com as fotos dos candidatos. Os dois itens, somados, foram respons\u00e1veis por 40% dos gastos totais dos candidatos at\u00e9 6 de setembro passado.<\/p>\n<p>Para se ter uma ideia do tamanho dos gastos, s\u00f3 os R$ 45,6 milh\u00f5es destinados a contratar carros de som seriam o suficiente para custear quatro shows gratuitos da banda brit\u00e2nica Rolling Stones na Praia de Copacabana (o or\u00e7amento da apresenta\u00e7\u00e3o, que aconteceu em 2006, foi estimado em R$ 10 milh\u00f5es). Mais R$ 73 milh\u00f5es foram usados para pagar a produ\u00e7\u00e3o de programas de r\u00e1dio e televis\u00e3o dos candidatos, principalmente a prefeito. Com esse dinheiro seria poss\u00edvel financiar duas vezes a produ\u00e7\u00e3o do filme &#8220;O artista&#8221;, vencedor do Oscar deste ano de melhor filme, que teve or\u00e7amento de US$ 15 milh\u00f5es (cerca de R$ 30,3 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>Com gasolinas e lubrificantes, os candidatos gastaram R$ 76,7 milh\u00f5es. Se metade desse valor foi gasto para compra de gasolina comum, isso seria suficiente para adquirir 14 milh\u00f5es de litros do combust\u00edvel, o suficiente para rodar 82 vezes a malha rodovi\u00e1ria federal do pa\u00eds.<\/p>\n<p>As pessoas envolvidas em fazer campanha para os candidatos receberam R$ 99,4 milh\u00f5es. O montante gasto para contratar pesquisas chegou a R$ 7,5 milh\u00f5es. Com multas por campanhas irregulares, os gastos foram de apenas R$ 67 mil. Para criar p\u00e1ginas na internet, os candidatos movimentaram R$ 6,5 milh\u00f5es. Nesse quesito, a maior despesa foi do tucano Jos\u00e9 Serra, com R$ 250 mil para produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado para a internet. Ratinho J\u00fanior, candidato a prefeito pelo PSC em Curitiba, declarou R$ 150 mil gastos com internet. Eduardo Paes (PMDB) declarou gasto de R$ 70 mil para site e redes sociais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Estado de S. 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