{"id":3694,"date":"2012-10-11T19:03:08","date_gmt":"2012-10-11T19:03:08","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3694"},"modified":"2012-10-11T19:03:08","modified_gmt":"2012-10-11T19:03:08","slug":"bc-reduz-juro-a-725-e-encerra-ciclo-de-cortes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3694","title":{"rendered":"BC reduz juro a 7,25% e encerra ciclo de cortes"},"content":{"rendered":"\n<p>O Banco Central anunciou, na noite de ontem, novo corte na taxa b\u00e1sica de juros da economia, levando-a para 7,25% ao ano, o menor patamar desde que a pol\u00edtica monet\u00e1ria brasileira passou a ter como b\u00fassola o regime de metas para infla\u00e7\u00e3o, em 1999. Ao mesmo tempo em que promoveu o d\u00e9cimo corte seguido da Selic, desta vez de 0,25 ponto percentual, a autoridade sinalizou o fim do ciclo de afrouxamento monet\u00e1rio iniciado em agosto do ano passado.<\/p>\n<p>&#8220;Considerando o balan\u00e7o de riscos para a infla\u00e7\u00e3o, a recupera\u00e7\u00e3o da atividade dom\u00e9stica e a complexidade que envolve o ambiente internacional, o Comit\u00ea entende que a estabilidade das condi\u00e7\u00f5es monet\u00e1rias por um per\u00edodo de tempo suficientemente prolongado \u00e9 a estrat\u00e9gia mais adequada para garantir a converg\u00eancia da infla\u00e7\u00e3o para meta, ainda que de forma n\u00e3o linear&#8221;, informou o Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria do BC, em comunicado ap\u00f3s a reuni\u00e3o que decidiu o novo n\u00edvel da taxa.<\/p>\n<p>A magnitude desta nova redu\u00e7\u00e3o foi menor que a das anteriores. Fiel ao conte\u00fado do comunicado emitido ao fim da reuni\u00e3o anterior, em 29 de agosto, o Copom desta vez tirou apenas 0,25 ponto da Selic, que at\u00e9 ent\u00e3o estava em 7,5% ao ano. No comunicado e na ata da reuni\u00e3o, o colegiado j\u00e1 tinha avisado que, se o cen\u00e1rio prospectivo viesse a comportar um ajuste adicional nas condi\u00e7\u00f5es monet\u00e1rias, esse movimento seria &#8220;conduzido com m\u00e1xima parcim\u00f4nia&#8221;.<\/p>\n<p>A trajet\u00f3ria de queda come\u00e7ou com meio ponto percentual no fim de agosto de 2011, manteve essa passada por mais tr\u00eas reuni\u00f5es do comit\u00ea, acelerou com dois cortes seguidos de 0,75 ponto, em mar\u00e7o e abril deste ano, e voltou ao ritmo original nas tr\u00eas \u00faltimas antes da de ontem.<\/p>\n<p>O retorno \u00e0 velocidade original tinha sido sinalizado pelo uso do termo &#8220;parcim\u00f4nia&#8221; para qualificar os cortes. No discurso ap\u00f3s a reuni\u00e3o de agosto passado, o BC passou a falar em &#8220;m\u00e1xima parcim\u00f4nia&#8221;. Somada \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o, que voltaram a subir com o choque de oferta de produtos agr\u00edcolas, essa \u00eanfase levou parte dos economistas a prever que o ciclo de al\u00edvio na taxa b\u00e1sica de juros tinha se encerrado na reuni\u00e3o de agosto passado, quando a Selic caiu de 8% para 7,5%.<\/p>\n<p>Tanto que as apostas de que a taxa entrara num novo per\u00edodo, de estabilidade, foram captadas pela pesquisa de expectativas de mercado divulgada semanalmente pelo BC no boletim Focus.<\/p>\n<p>No entanto, na edi\u00e7\u00e3o do boletim com data base na sexta-feira, dia 5, a mediana das proje\u00e7\u00f5es feitas pelo grupo de cinco institui\u00e7\u00f5es que mais v\u00eam acertando previs\u00f5es sobre a Selic (&#8220;Top 5&#8221;) j\u00e1 antecipava a queda de 0,25 ponto ontem decidida. A fala do diretor de Assuntos Internacionais do BC e membro do Copom, Luiz Awazu Pereira, ajudou a realinhar proje\u00e7\u00f5es para baixo. Na quinta-feira, dia 4, em evento na BMF&amp;Bovespa, ele disse ser &#8220;importante&#8221; que a pol\u00edtica monet\u00e1ria seja &#8220;capaz de calibrar o ponto mais favor\u00e1vel&#8221; entre a maximiza\u00e7\u00e3o das chances de continuidade de crescimento da economia e a minimiza\u00e7\u00e3o dos riscos para a estabilidade monet\u00e1ria e financeira.<\/p>\n<p>A vis\u00e3o de que o Copom sinalizou o fim do ciclo de cortes \u00e9 un\u00e2nime entre analistas ouvidos pelo Valor. &#8220;O jogo acabou. A Selic foi a 7,25% e assim vai ficar. Foi um sinal claro&#8221;, diz o economista da LCA Consultores, Ant\u00f4nio Madeira. &#8220;O comunicado n\u00e3o justificou o corte, mas sinalizou os pr\u00f3ximos passos&#8221;, afirma. O placar dividido da decis\u00e3o refor\u00e7a a tend\u00eancia de estabilidade dos juros por um per\u00edodo prolongado, afirma Constantin Jancso, economista do HSBC.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Mercado reavalia o risco regulat\u00f3rio de concess\u00f5es<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O movimento de p\u00e2nico que contaminou os pap\u00e9is atrelados \u00e0 infraestrutura no dia 11 de setembro completa um m\u00eas com um cen\u00e1rio diferente. Depois de a Medida Provis\u00f3ria n\u00ba 579 voltada ao setor el\u00e9trico derrubar a\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0 energia e tamb\u00e9m a outros tipos de concess\u00f5es, o mercado j\u00e1 nota uma recupera\u00e7\u00e3o dos pap\u00e9is na bolsa. Apesar disso, \u00e9 certo que analistas passaram a discutir e a incorporar novos riscos em suas proje\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Publicada h\u00e1 um m\u00eas, a MP prev\u00ea, entre outros pontos, que as geradoras e transmissoras de energia poder\u00e3o prorrogar suas licen\u00e7as, mas mediante uma redu\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria de 60%, em m\u00e9dia. O mercado ainda tem d\u00favidas sobre como (e se) o processo de renova\u00e7\u00e3o condicionada a termos mais r\u00edgidos vai se estender aos outros setores.<\/p>\n<p>Analistas consultados pelo Valor mostraram maior preocupa\u00e7\u00e3o com empresas ligadas a portos e ferrovias, dado que ambos os setores passam por reformas no marco regulat\u00f3rio e, portanto, trazem incertezas em rela\u00e7\u00e3o ao que vem pela frente. J\u00e1 empresas de rodovias e saneamento s\u00e3o vistas como mais &#8220;seguras&#8221;.<\/p>\n<p>O desempenho das a\u00e7\u00f5es um m\u00eas depois do &#8220;susto&#8221; inicial corroboram a an\u00e1lise: j\u00e1 est\u00e3o recuperados a n\u00edveis pr\u00e9-pacote os pap\u00e9is de CCR, EcoRodovias, Triunfo Participa\u00e7\u00f5es e Investimentos e Sabesp. No lado negativo, chama aten\u00e7\u00e3o o desempenho da Santos Brasil, especializada em terminais portu\u00e1rios. Apesar da alta de 19% no ano, as units ca\u00edram mais de 14% no m\u00eas.<\/p>\n<p>O analista Pedro Balc\u00e3o, do Santander, passou a considerar que a renova\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do terminal da empresa &#8211; que vence em 2022 &#8211; no Porto de Santos (Tecon Santos) ser\u00e1 efetuada mediante compromissos de investimentos vultosos por parte da companhia, que baixariam a margem operacional de 55% para 35%, a partir daquele ano. Sob essa perspectiva, a corretora cortou o pre\u00e7o-alvo para as units, de R$ 33 para R$ 24, considerando ainda mais competi\u00e7\u00e3o no setor.<\/p>\n<p>Segundo relat\u00f3rio do JP Morgan, os pap\u00e9is da Santos Brasil est\u00e3o sob press\u00e3o tamb\u00e9m devido a &#8220;ru\u00eddos&#8221; referentes a potenciais redu\u00e7\u00f5es de tarifa &#8211; uma possibilidade considerada muito remota pelo banco. &#8220;Nossa percep\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o governo deseja mais investimento para aumentar a capacidade do setor, e qualquer sinal de n\u00e3o renova\u00e7\u00e3o dos contratos ou o estabelecimento de limites de pre\u00e7os levariam a um menor Capex&#8221;, escreveram os analistas do banco.<\/p>\n<p>O analista Bruno Savaris, do Credit Suisse, tamb\u00e9m considera pouco prov\u00e1vel a queda de pre\u00e7os das tarifas cobradas pelos terminais portu\u00e1rios e manteve o pre\u00e7o justo para a units da Santos Brasil ao fim de 2013 em R$ 35, considerando investimentos da ordem de R$ 1 bilh\u00e3o para que a licen\u00e7a para operar o Tecon Santos seja prorrogada. &#8220;N\u00e3o se trata de uma guerra de pre\u00e7os e, sim, de uma press\u00e3o por qualidade por parte do governo. Se o operador entrega um bom servi\u00e7o, os usu\u00e1rios n\u00e3o se importam em pagar&#8221;, avalia um executivo do setor que n\u00e3o quis ser identificado.<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o do mercado com a &#8220;m\u00e3o do governo&#8221; em companhias de concess\u00e3o se entende \u00e0s ferrovias, mas de uma maneira mais complexa. Est\u00e1 sendo colocada em pr\u00e1tica uma s\u00e9rie de medidas &#8211; previstas em contrato &#8211; para aumentar a produtividade dos trilhos, acelerar investimentos nas malhas e baixar o pre\u00e7o dos fretes.<\/p>\n<p>A consequ\u00eancia foi que, desde agosto do ano passado, as a\u00e7\u00f5es da ALL est\u00e3o sendo negociadas abaixo de R$ 10, n\u00edvel que n\u00e3o era visto desde 2005, ano seguinte \u00e0 abertura de capital na Bovespa. O papel, que chegou a bater R$ 34 em 2010, fechou o preg\u00e3o de ontem cotado a R$ 8,99.<\/p>\n<p>A mais recente dessas medidas foi a redu\u00e7\u00e3o do teto-tarif\u00e1rio praticado pelas concession\u00e1rias. Publicada em 24 de setembro no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o pela Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o m\u00e1ximo a ser cobrado pelo modal \u00e9 de 25% em m\u00e9dia e passa de 50% em alguns casos, segundo levantamento do Valor.<\/p>\n<p>A ALL, que sempre defendia j\u00e1 praticar tarifas m\u00e9dias 10% menores em rela\u00e7\u00e3o ao teto da ANTT, deve reduzir o teto das subsidi\u00e1rias ALL Malha Sul, ALL Malha Paulista e ALL Malha Oeste em m\u00e9dia 15%, 29% e 47%, respectivamente &#8211; o que deve causar redu\u00e7\u00e3o efetiva no pre\u00e7o cobrado pelo frete.<\/p>\n<p>Companhias de infraestrutura se recuperam na bolsa, mas sofrem com medo da &#8220;m\u00e3o do governo&#8221;<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o do teto foi respons\u00e1vel pela queda abrupta dos pap\u00e9is da ALL, \u00fanica companhia especializada em ferrovias com pap\u00e9is negociados em bolsa. Poucos dias depois, o pacote de energia causou maior desvaloriza\u00e7\u00e3o com o que ficou ainda mais evidente: o governo n\u00e3o estaria disposto a renovar as concess\u00f5es de ferrovias de maneira autom\u00e1tica.<\/p>\n<p>Na semana passada, a Santander Corretora deixou de considerar a renova\u00e7\u00e3o de tr\u00eas das quatro concess\u00f5es da ALL em seu modelo de avalia\u00e7\u00e3o da empresa: da Malha Oeste, que vence em 2026; da Malha Sul, que vence em 2027; e da Malha Paulista, que vence em 2028. O resultado foi uma redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o-alvo das a\u00e7\u00f5es da companhia para o fim de 2013, que passou de R$ 14 para R$ 10. A recomenda\u00e7\u00e3o dos investidores mudou de compra para manuten\u00e7\u00e3o dos pap\u00e9is.<\/p>\n<p>&#8220;A decis\u00e3o de renovar cabe apenas ao governo e ele j\u00e1 sinalizou que n\u00e3o est\u00e1 satisfeito com o atual modelo&#8221;, afirma Balc\u00e3o, respons\u00e1vel pela an\u00e1lise do setor no Santander. A redu\u00e7\u00e3o do teto tarif\u00e1rio da ALL foi outro fator por tr\u00e1s do corte na estimativa de pre\u00e7o justo para as a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O Deustche Bank tamb\u00e9m tem vis\u00e3o c\u00e9tica para os pap\u00e9is do setor, com pre\u00e7o justo estimado em R$ 11 para as a\u00e7\u00f5es ordin\u00e1rias da ALL. &#8220;N\u00e3o esperamos not\u00edcias positivas para a empresa no m\u00e9dio prazo&#8221;, disse o analista Alessandro Baldoni, em relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Por outro lado, Felipe Vinagre, do Barclays, comentou, em relat\u00f3rio, que nunca considerou a renova\u00e7\u00e3o das concess\u00f5es na hora de calcular o valor da empresa e ressaltou que a insatisfa\u00e7\u00e3o do governo com o atual modelo ferrovi\u00e1rio e o atraso nos investimentos representa um risco para as a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Mas as medidas estatais para o segmento v\u00eam desde julho de 2011, com o objetivo de atualizar um modelo contratado nos anos 1990 e que exige das concession\u00e1rias apenas duas metas: limite de acidentes e um m\u00ednimo de produtividade geral.<\/p>\n<p>No novo marco, publicado h\u00e1 mais de um ano, foi estabelecido que as concession\u00e1rias dever\u00e3o cumprir um m\u00ednimo de movimenta\u00e7\u00e3o de cargas em cada trecho concedido. O modelo atual, em que a produtividade \u00e9 calculada pela malha como um todo, pode &#8220;disfar\u00e7ar&#8221; trechos com baixa produtividade e, em casos mais graves, levar ao abandono.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m ficou estabelecido o direito de passagem e tr\u00e1fego m\u00fatuo para que as demais concession\u00e1rias possam compartilhar a malha mediante pagamento de uma taxa &#8211; o que, na pr\u00e1tica, j\u00e1 ocorre em alguns casos (embora de maneira muitas vezes limitada). Por \u00faltimo, a resolu\u00e7\u00e3o prev\u00ea a defesa do usu\u00e1rio do transporte de carga, oficializando os direitos dos clientes.<\/p>\n<p>Paralelamente \u00e0s tr\u00eas diretrizes publicadas e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do teto, o governo est\u00e1 retomando trechos das concession\u00e1rias atuais para, ent\u00e3o, relicit\u00e1-los sob um mecanismo diferente. O governo comprar\u00e1 do vencedor do leil\u00e3o toda a capacidade de transporte da malha (depois de ela receber as melhorias necess\u00e1rias) e ir\u00e1 revend\u00ea-la a diferentes operadoras log\u00edsticas. O objetivo \u00e9 acelerar investimentos e tamb\u00e9m acabar com o monop\u00f3lio de uma empresa em determinado trecho.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Ind\u00fastria deve crescer, mas sem contratar<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Ap\u00f3s longo per\u00edodo de produtividade em queda e aumento dos gastos com a folha de pagamentos, a ind\u00fastria deve crescer nos pr\u00f3ximos meses sem aumentar o pessoal ocupado. Esse movimento, que vem sendo observado desde junho, fortaleceu-se em agosto, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Sal\u00e1rio (Pimes), divulgada ontem. No m\u00eas, apesar de a produ\u00e7\u00e3o do setor ter crescido 1,5% na compara\u00e7\u00e3o dessazonalizada com julho, o pessoal ocupado recuou 0,1%.<\/p>\n<p>O crescimento esperado vir\u00e1 do aumento da produtividade, avaliam economistas. Eles acreditam que existe ociosidade na ind\u00fastria capaz de comportar o avan\u00e7o neste ano. Em agosto, a produtividade do trabalho na ind\u00fastria avan\u00e7ou 1,5% ante julho &#8211; \u00edndice igual ao da produ\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o volume de horas pagas n\u00e3o variou em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>Esse foi o terceiro m\u00eas seguido em que houve aumento da produtividade na ind\u00fastria. Em julho, o avan\u00e7o ante junho tinha sido de 0,2% e, em junho, de 0,5% ante maio. No entanto, a produtividade da ind\u00fastria acumula queda de 1,3% no acumulado do ano at\u00e9 agosto, na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo de 2011.<\/p>\n<p>Para Caio Machado, economista da LCA Consultores, o crescimento da ind\u00fastria no \u00faltimo quadrimestre ser\u00e1 calcado nesse aumento da produtividade. &#8220;O dado de agosto confirmou nossas expectativas de que o emprego industrial perderia for\u00e7a at\u00e9 o fim do ano, porque h\u00e1 um estoque de trabalhadores ocupados muito grande, dada a produ\u00e7\u00e3o&#8221;, avalia. &#8220;A atual capacidade instalada da ind\u00fastria ainda comporta essa corre\u00e7\u00e3o no pessoal ocupado.&#8221;<\/p>\n<p>Enquanto a retomada da produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o der sinais de consist\u00eancia, o setor esperar\u00e1 para fazer novas contrata\u00e7\u00f5es, na avalia\u00e7\u00e3o de Rafael Bacciotti, da Tend\u00eancias Consultoria. Ele acredita que o terreno precisa estar mais est\u00e1vel para que os empres\u00e1rios voltem a contratar. &#8220;O emprego est\u00e1 parado mesmo com o crescimento da produ\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos tr\u00eas meses. A tend\u00eancia \u00e9 esperar uma retomada mais consistente da ind\u00fastria para que o emprego d\u00ea sinais de melhoria. O ambiente ainda \u00e9 de muita incerteza. At\u00e9 agora vemos apenas um ensaio de melhora para o setor industrial&#8221;, avalia.<\/p>\n<p>A proje\u00e7\u00e3o da Tend\u00eancias aponta queda de 0,4% da produ\u00e7\u00e3o industrial em setembro, na compara\u00e7\u00e3o dessazonalizada com agosto, o que refor\u00e7a esse cen\u00e1rio de crescimento ainda inconsistente. &#8220;O aumento da produtividade \u00e9 uma tend\u00eancia. H\u00e1 tamb\u00e9m uma acomoda\u00e7\u00e3o nos custos, o que \u00e9 positivo para incentivar a retomada da produ\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Bacciotti.<\/p>\n<p>Segundo Leandro Padulla, economista da MCM Consultores, o recuo do pessoal ocupado em agosto ainda reflete o alto custo unit\u00e1rio do trabalho. &#8220;O custo unit\u00e1rio do trabalho pressiona a ind\u00fastria e \u00e9 um dos maiores entraves para o avan\u00e7o do emprego no setor neste momento mais claro de retomada da produ\u00e7\u00e3o&#8221;, avalia.<\/p>\n<p>&#8220;Algumas a\u00e7\u00f5es do governo, como a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos, ajudam a diminuir o custo Brasil e, consequentemente, a aumentar a produtividade&#8221;, diz Padulla, para quem os resultados da desonera\u00e7\u00e3o da folha no pessoal ocupado da ind\u00fastria ser\u00e3o mais claros em 2013, quando a extens\u00e3o do benef\u00edcio para mais 25 setores passa a valer.<\/p>\n<p>O IBGE observou que a folha de pagamento real teve alta de 2,2% na passagem de julho para agosto, com ajuste sazonal. Esse resultado foi puxado pelo pagamento de participa\u00e7\u00e3o nos lucros da Petrobras. No acumulado do ano, o indicador avan\u00e7ou 3,4%. Considerando somente a folha da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, a alta foi de 0,6% entre julho e agosto, com ajuste.<\/p>\n<p>De acordo com Machado, da LCA, a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos vai se refletir de maneira positiva na cria\u00e7\u00e3o de empregos. &#8220;O efeito sobre o mercado de trabalho ser\u00e1 positivo, mas s\u00f3 ocorrer\u00e1 quando a atividade engrenar, a produ\u00e7\u00e3o crescer mais e a produtividade tiver recuperado as perdas deste ano&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Bacciotti, da Tend\u00eancias, lembra que h\u00e1 forte rigidez no mercado de trabalho, o que consolida no empres\u00e1rio industrial a inten\u00e7\u00e3o de segurar as contrata\u00e7\u00f5es at\u00e9 que o cen\u00e1rio seja mais consistente. No acumulado de janeiro a agosto, o pessoal ocupado na ind\u00fastria recuou 1,4%, ante igual per\u00edodo de 2011. &#8220;Ainda estamos num patamar de ociosidade. \u00c9 poss\u00edvel crescer sem aumentar o emprego. Temos espa\u00e7o para recompor essa ociosidade&#8221;, avalia.<\/p>\n<p>O emprego industrial no acumulado do ano registra queda em 11 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE, na compara\u00e7\u00e3o com igual intervalo de 2011. O principal impacto negativo vem de S\u00e3o Paulo, onde o recuo foi de 3,2%. Entre os 18 setores analisados, o total do pessoal ocupado recua em 13. As contribui\u00e7\u00f5es negativas mais relevantes v\u00eam de vestu\u00e1rio (-8,3%), cal\u00e7ados e couro (-6,3%), produtos de metal (-4,4%) e t\u00eaxtil (-5,5%).<\/p>\n<hr \/>\n<p>Aneel: Eletrobras pode ficar fora de leil\u00f5es<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>O diretor da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), Andr\u00e9 Pepitone, confirmou ontem que as empresas do Grupo Eletrobras &#8211; Chesf, Furnas e Eletronorte &#8211; podem ficar de fora do pr\u00f3ximo leil\u00e3o de linhas de transmiss\u00e3o por atraso nas obras de transmiss\u00e3o. Segundo a proposta do edital &#8211; previsto para novembro, mas que ainda ter\u00e1 de ser aprovado pela diretoria da Aneel -, est\u00e3o impedidas de participar do leil\u00e3o as empresas que, individualmente ou em cons\u00f3rcio, tenham participa\u00e7\u00e3o superior a 10% e estejam com as obras de implanta\u00e7\u00e3o de transmiss\u00e3o atrasadas nos \u00faltimos tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>Essas companhias tamb\u00e9m n\u00e3o poder\u00e3o ter recebido tr\u00eas ou mais penalidades relacionadas \u00e0 execu\u00e7\u00e3o dessas obras nos \u00faltimos tr\u00eas anos e j\u00e1 julgadas na \u00e1rea administrativa. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que a regra passe a valer para todas as licita\u00e7\u00f5es de transmiss\u00e3o. A informa\u00e7\u00e3o foi publicada ontem no jornal &#8220;O Estado de S.Paulo&#8221;.<\/p>\n<p>O presidente da Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), Maur\u00edcio Tolmasquim, considera uma a\u00e7\u00e3o moralizadora a proposta de restringir a participa\u00e7\u00e3o nos leil\u00f5es das empresas com obras atrasadas. Para ele, o impedimento n\u00e3o reduzir\u00e1 investimentos, porque h\u00e1 muitas empresas interessadas no mercado brasileiro:<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 importante que tenha o maior n\u00famero de linhas poss\u00edveis, mas tamb\u00e9m que as empresas que participem tenham condi\u00e7\u00e3o de construir -disse.<\/p>\n<p>Os oito lotes de linhas de transmiss\u00e3o que a Aneel vai licitar cortar\u00e3o nove estados. Parte da transmiss\u00e3o ser\u00e1 destinada ao escoamento da energia a ser produzida na usina hidrel\u00e9trica Belo Monte.<\/p>\n<hr \/>\n<p>FMI faz dura cr\u00edtica \u00e0 atua\u00e7\u00e3o dos l\u00edderes para debelar a crise da UE<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>O Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) exortou os parlamentares europeus a aprofundarem urgentemente seus v\u00ednculos financeiro e fiscal na zona do euro, para restaurar a confian\u00e7a no combalido sistema financeiro global. Feita num tom incomumente duro, a cr\u00edtica \u00e0 forma como os l\u00edderes pol\u00edticos v\u00eam atuando para debelar a crise da d\u00edvida na regi\u00e3o est\u00e1 no Relat\u00f3rio de Estabilidade Financeira Global, divulgado ontem em T\u00f3quio. E contrastou com a a aparente tranquilidade recente na Europa, desde que o Banco Central Europeu (BCE) anunciou que compraria t\u00edtulos de d\u00edvida soberana dos pa\u00edses em dificuldade que aceitarem fazer reforma fiscal.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio, cuja divulga\u00e7\u00e3o precede a reuni\u00e3o anual do Fundo para avalia\u00e7\u00e3o da conjuntura econ\u00f4mica global, afirma que &#8220;apesar de muitos passos importantes j\u00e1 tomados pelos parlamentares europeus, a agenda de a\u00e7\u00f5es permanece criticamente incompleta, expondo a zona do euro a uma espiral de fuga de capital, temores de dissolu\u00e7\u00e3o do bloco e decl\u00ednio econ\u00f4mico&#8221;.<\/p>\n<p>At\u00e9 US$ 4,5 tri em provis\u00f5es<\/p>\n<p>Para o Fundo, a crise da d\u00edvida europeia \u00e9 atualmente a principal amea\u00e7a \u00e0 estabilidade financeira global, que perdeu for\u00e7a nos \u00faltimo semestre, deixando a confian\u00e7a de investidores, consumidores e empres\u00e1rios &#8220;bastante prec\u00e1ria&#8221;.<\/p>\n<p>O moroso progresso na zona do euro significa que os bancos europeus provavelmente ter\u00e3o que provisionar US$ 2,8 trilh\u00f5es em ativos nos pr\u00f3ximos dois anos para reduzir suas exposi\u00e7\u00f5es a risco. Esse n\u00famero representa um aumento de US$ 200 bilh\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estimativa feita pelo Fundo h\u00e1 seis meses. Tal volume traz o risco de enxugar a oferta de cr\u00e9dito na periferia da zona do euro em 9% at\u00e9 o fim de 2013, afetando o crescimento global.<\/p>\n<p>O Fundo alerta, por\u00e9m, que esse montante poder\u00e1 chegar a US$ 4,5 trilh\u00f5es em ativos at\u00e9 2013, se os pol\u00edticos europeus n\u00e3o conseguirem debelar a crise, por meio de pol\u00edticas fiscais r\u00edgidas ou mediante a cria\u00e7\u00e3o de um sistema supervisor. Segundo o relat\u00f3rio, 58 bancos europeus, do UniCredit ao Deutsche Bank, se veriam for\u00e7ados a provisionar ativos. Isso afetaria o cr\u00e9dito e reduziria o crescimento em quatro pontos percentuais em 2013 em Gr\u00e9cia, Chipre, Irlanda, It\u00e9lia, Portugal e Espanha, a chamada periferia do euro.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Hollande e Rajoy querem uni\u00e3o banc\u00e1ria j\u00e1<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Em mais um sinal de que os pa\u00edses do sul se organizam para fazer frente \u00e0 Alemanha, o presidente da Fran\u00e7a, Fran\u00e7ois Hollande, e o premi\u00ea da Espanha, Mariano Rajoy, pediram ontem a cria\u00e7\u00e3o de uma uni\u00e3o banc\u00e1ria na zona do euro ainda em 2012.<\/p>\n<p>O an\u00fancio foi feito em um encontro no Pal\u00e1cio do Eliseu, em Paris, e contraria os interesses da chanceler alem\u00e3 Angela Merkel, que deseja postergar a decis\u00e3o. O novo choque de vis\u00f5es tem data e lugar para ocorrer: 18 e 19 de outubro, em Bruxelas.<\/p>\n<p>O encontro entre Hollande e Rajoy fez parte da 21.\u00aa c\u00fapula bilateral, que trouxe a Paris v\u00e1rios ministros espanh\u00f3is, inclusive os de Economia e Rela\u00e7\u00f5es Exteriores. A mobiliza\u00e7\u00e3o serviu para que os dois l\u00edderes discutissem a crise das d\u00edvidas sob v\u00e1rios \u00e2ngulos, inclusive das implica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas de um eventual pedido de socorro de Madri ao rec\u00e9m-criado Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), esp\u00e9cie de FMI da zona do euro. Em p\u00fablico, por\u00e9m, o primeiro-ministro espanhol n\u00e3o quis responder se pedir\u00e1 ou n\u00e3o resgate a Bruxelas.<\/p>\n<p>Questionados sobre a uni\u00e3o banc\u00e1ria, os dois l\u00edderes foram enf\u00e1ticos em favor da acelera\u00e7\u00e3o do projeto, em fase de tramita\u00e7\u00e3o. &#8220;N\u00f3s devemos avan\u00e7ar tanto quanto for poss\u00edvel sobre a uni\u00e3o banc\u00e1ria e sobre a supervis\u00e3o dos bancos, com o Banco Central Europeu (BCE) tendo a responsabilidade sobre a zona do euro e do conjunto dos bancos&#8221;, afirmou Hollande, arriscando os pr\u00f3ximos passos. &#8220;A seguir, outras etapas dever\u00e3o ser vencidas para a uni\u00e3o banc\u00e1ria.&#8221;<\/p>\n<p>A tomada de posi\u00e7\u00e3o dos dois l\u00edderes em favor da uni\u00e3o dos sistemas financeiros nacionais contraria os interesses da Alemanha. Em 22 de setembro, no \u00faltimo encontro entre Hollande e Merkel, o presidente franc\u00eas insistiu que &#8220;quanto mais cedo&#8221; a uni\u00e3o fosse efetivada, &#8220;melhor&#8221;. A chanceler afirmou instantes depois: &#8220;A uni\u00e3o banc\u00e1ria levar\u00e1 o tempo que for necess\u00e1rio&#8221;.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o os dois pa\u00edses est\u00e3o em descompasso sobre o tema. A quest\u00e3o dever\u00e1 ser evocada em 18 e 19 de outubro, na pr\u00f3xima c\u00fapula de chefes de Estado e de governo da UE, em Bruxelas. No \u00faltimo encontro, em junho, uma frente formada por Hollande, Rajoy e pelo premi\u00ea italiano Mario Monti resultou em um recuo de Merkel.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Reforma avan\u00e7a em etapas<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Especialistas divergem sobre a &#8220;reforma fatiada&#8221; proposta pelo governo, mas o ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, garante: a mudan\u00e7a do sistema tribut\u00e1rio j\u00e1 come\u00e7ou e est\u00e1 caminhando<\/p>\n<p>Em todas as pesquisas feitas com empres\u00e1rios, o maior problema apontado para a realiza\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios no Brasil \u00e9 a elevada carga tribut\u00e1ria e a complexidade do sistema de impostos, fatores respons\u00e1veis pela perda de capacidade de competi\u00e7\u00e3o dos produtos nacionais no mercado global.<\/p>\n<p>Para discutir o andamento das propostas de aperfei\u00e7oamento do sistema, o Estado e a Ag\u00eancia Estado, com apoio da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), reuniram alguns dos maiores especialistas no assunto no semin\u00e1rio &#8220;Como avan\u00e7ar na agenda da tributa\u00e7\u00e3o&#8221;, na \u00faltima ter\u00e7a-feira. Houve consenso de que a quest\u00e3o deve ser tratada como prioridade para o desenvolvimento econ\u00f4mico e social do Pa\u00eds, embora haja discord\u00e2ncias sobre se as mudan\u00e7as devem ser amplas ou de forma &#8220;fatiada&#8221;, como v\u00eam ocorrendo no governo da presidente Dilma Rousseff.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de resumir os principais t\u00f3picos do debate, esta edi\u00e7\u00e3o especial traz tamb\u00e9m uma entrevista exclusiva com o ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, em que ele defende a estrat\u00e9gia do governo. &#8220;A reforma tribut\u00e1ria j\u00e1 come\u00e7ou e est\u00e1 caminhando, cada tema com a sua velocidade&#8221;, afirma. Ele admite que s\u00f3 assim \u00e9 poss\u00edvel encaminhar discuss\u00f5es pol\u00eamicas, como a unifica\u00e7\u00e3o da al\u00edquota do PIS-Cofins e da cobran\u00e7a do ICMS. &#8220;Esses s\u00e3o os dois grandes desafios.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Valor Econ\u00f4mico\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3694\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3694","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-XA","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3694","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3694"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3694\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3694"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3694"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3694"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}