{"id":3714,"date":"2012-10-17T15:51:19","date_gmt":"2012-10-17T15:51:19","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3714"},"modified":"2012-10-17T15:51:19","modified_gmt":"2012-10-17T15:51:19","slug":"governo-so-espera-chegar-eleicao-para-privatizar-aeroportos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3714","title":{"rendered":"Governo s\u00f3 espera chegar elei\u00e7\u00e3o para privatizar aeroportos"},"content":{"rendered":"\n<p>O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, disse ontem que, logo ap\u00f3s o segundo turno das elei\u00e7\u00f5es municipais, no dia 28, o governo anunciar\u00e1 as regras para as novas concess\u00f5es de aeroportos e portos. Pimentel afirmou que a resolu\u00e7\u00e3o dos problemas log\u00edsticos do pa\u00eds \u00e9 uma &#8220;ang\u00fastia&#8221; do governo. Segundo analistas do setor, se o governo fizesse o an\u00fancio antes, o tema poderia ser explorado politicamente.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00f3s vamos acelerar os programas de concess\u00f5es. Logo depois das elei\u00e7\u00f5es, passado o segundo turno, a presidenta (Dilma Rousseff) deve anunciar o final daqueles aeroportos que est\u00e1 para ser anunciado e portos tamb\u00e9m. Isso j\u00e1 d\u00e1 um al\u00edvio &#8211; afirmou Pimentel, que participou de evento promovido pela revista &#8220;Exame&#8221;, da Editora Abril. A declara\u00e7\u00e3o veio como resposta a uma indaga\u00e7\u00e3o de um executivo de uma grande empresa sobre a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e sobre os problemas que persistem no setor, como o incidente que deixou o aeroporto de Viracopos, em Campinas, fechado por quase dois dias no \u00faltimo fim de semana.<\/p>\n<p>Fernando Pimentel afirmou que o governo tamb\u00e9m prepara uma &#8220;grande mudan\u00e7a&#8221; na Infraero, para dar &#8220;mais funcionalidade&#8221; \u00e0 estatal que dirige a maioria dos aeroportos do pa\u00eds. Ele n\u00e3o quis dar mais detalhes, mas fontes do Pal\u00e1cio do Planalto dizem que \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o da subsidi\u00e1ria Infrapar, conforme j\u00e1 prev\u00ea o novo estatuto da estatal.<\/p>\n<p>solu\u00e7\u00f5es em car\u00e1ter emergencial<\/p>\n<p>A Infrapar deve ser criada independentemente do modelo de concess\u00e3o a ser escolhido pela presidente Dilma para os aeroportos. Um dos objetivos \u00e9 que esta nova empresa seja respons\u00e1vel pelas participa\u00e7\u00f5es da Infraero nos aeroportos j\u00e1 concedidos: Viracopos, Bras\u00edlia e Guarulhos. Mas a nova empresa tamb\u00e9m deve ter participa\u00e7\u00e3o importante nas futuras concess\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8211; Desde que se pensou as concess\u00f5es (de aeroportos), o governo decidiu fazer uma adapta\u00e7\u00e3o na Infraero para ela ficar mais funcional nas novas tarefas dela &#8211; disse Pimentel.<\/p>\n<p>Essa mudan\u00e7as, contudo, n\u00e3o passar\u00e3o pelas participa\u00e7\u00f5es &#8211; de 49% do capital das concession\u00e1rias &#8211; que a Infraero tem nos cons\u00f3rcios que venceram os leil\u00f5es de Guarulhos, Viracopos e Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Pimentel disse estar confiante de que o pa\u00eds conseguir\u00e1 resolver os problemas log\u00edsticos a tempo da Copa, mas admitiu que algumas das solu\u00e7\u00f5es tendem a ser improvisadas.<\/p>\n<p>&#8211; Algumas coisas v\u00e3o ter que ser feitas em car\u00e1ter emergencial, mas a maioria das coisas j\u00e1 est\u00e1 encaminhada. \u00c9 uma ang\u00fastia que n\u00f3s temos. O tempo agora \u00e9 nosso inimigo, por assim dizer. Cada dia que passa sem que alguma coisa seja feita \u00e9 um dia a menos. \u00c9 a batalha que estamos travando.<\/p>\n<p>At\u00e9 o fim do ano o governo tamb\u00e9m enviar\u00e1 ao Congresso um projeto de lei para regulamentar a compra de terras por estrangeiros no pa\u00eds.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Com a queda dos juros, agora o risco \u00e9 de cr\u00e9dito<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Seja moderado ou arrojado, o investidor de cr\u00e9dito privado deve saber avaliar o risco que corre. S\u00f3 assim para cobrar do gestor a rentabilidade que merece. Acostumado ao risco dos t\u00edtulos p\u00fablicos p\u00f3s-fixados, quase nulo, e avesso ao risco de mercado das a\u00e7\u00f5es, o brasileiro vai come\u00e7ar a conviver agora com uma nova categoria. &#8220;O risco de cr\u00e9dito \u00e9 um dos mais negligenciados pelos investidores&#8221;, afirma William Eid, coordenador do Centro de Estudos em Finan\u00e7as da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV).<\/p>\n<p>Conhecer a carteira do fundo \u00e9 o primeiro passo. Pelo site da Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM) \u00e9 poss\u00edvel ver os pap\u00e9is que habitam o portf\u00f3lio. O primeiro aspecto a avaliar, dizem os gestores, \u00e9 a diversifica\u00e7\u00e3o da carteira. Em geral o regulamento do fundo define a exposi\u00e7\u00e3o m\u00e1xima a uma \u00fanica opera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito. Ela costuma variar de 1% a 10%. &#8220;Os menores \u00edndices t\u00eam potencialmente menos risco, mas, por outro lado, d\u00e3o menor grau de liberdade para o gestor, o que provavelmente afetar\u00e1 a rentabilidade&#8221;, diz Arturo Profili, s\u00f3cio da Capit\u00e2nia.<\/p>\n<p>Outro ponto importante \u00e9 a compatibilidade entre o prazo para resgate e a liquidez dos pap\u00e9is que est\u00e3o em carteira. Se os dois estiverem descasados, pode ser que o gestor tenha que vender \u00e0s pressas ativos que est\u00e3o na carteira, a pre\u00e7os nem sempre favor\u00e1veis, prejudicando a rentabilidade do fundo. &#8220;\u00c9 bom ter cuidado com os fundos que prometem taxa de retorno elevada com liquidez muito curta. Eles dificilmente v\u00e3o conseguir fechar a equa\u00e7\u00e3o&#8221;, acrescenta Andr\u00e9 Elias Fadul, gestor de cr\u00e9dito privado da Arsa, aberta em setembro com dois fundos no card\u00e1pio, um deles de cr\u00e9dito privado.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel olhar o &#8220;rating&#8221; de cada papel, notas atribu\u00eddas por ag\u00eancias de classifica\u00e7\u00e3o de risco de acordo com a qualidade do emissor. As empresas listadas em bolsa costumam ter um n\u00edvel maior de abertura de informa\u00e7\u00f5es, o que mitiga o risco de inadimpl\u00eancia. N\u00e3o d\u00e1, entretanto, para analisar t\u00edtulos privados como se avalia a\u00e7\u00f5es. &#8220;Estar bem na bolsa n\u00e3o significa ter cr\u00e9dito bom&#8221;, destaca George Wachsmann, da Bawm Investments. Na \u00faltima crise que afetou as empresas do setor el\u00e9trico, exemplifica, enquanto as a\u00e7\u00f5es despencaram, as deb\u00eantures n\u00e3o foram afetadas. Um risco \u00e9 o de a empresa n\u00e3o gerar ganhos e o outro, o de n\u00e3o honrar as d\u00edvidas.<\/p>\n<p>Outra dica \u00e9 n\u00e3o generalizar a qualidade pelo tipo de t\u00edtulo. Uma Letra de Cr\u00e9dito Imobili\u00e1rio (LCI) com garantia de um banco grande \u00e9 bem diferente em termos de risco do de uma institui\u00e7\u00e3o m\u00e9dia ou pequena, por exemplo, lembra Wachsmann.<\/p>\n<p>A capacidade do gestor para avaliar \u00e9 essencial quando se trata de cr\u00e9dito privado. Mariano Andrade, s\u00f3cio da Polo Capital Management, considera que somente \u00e9 poss\u00edvel avaliar de fato o gestor depois que uma opera\u00e7\u00e3o \u00e9 finalizada. Isso porque a volatilidade ao longo do processo \u00e9 enganadora. &#8220;Melhor do que analisar a cota \u00e9 ver os ciclos, ou seja, o que o gestor j\u00e1 gerou em opera\u00e7\u00f5es que foram do in\u00edcio ao fim&#8221;, diz. No caso de opera\u00e7\u00f5es problem\u00e1ticas, ele sugere que o investidor avalie a qualidade das garantias que a suportavam e como a situa\u00e7\u00e3o foi resolvida.<\/p>\n<p>As garantias ser\u00e3o o alento do investidor caso o emissor do t\u00edtulo comprado pelo fundo em que investe n\u00e3o honre a d\u00edvida. Sl\u00e1vik Merkouloff, s\u00f3cio respons\u00e1vel pela gest\u00e3o de fundos de cr\u00e9dito da RB Capital, defende a import\u00e2ncia de olhar para esse tipo de prote\u00e7\u00e3o. &#8220;N\u00e3o quero vender o risco bin\u00e1rio de o investidor receber ou n\u00e3o, sempre estamos preocupados em blindar o ativo, com um im\u00f3vel por exemplo&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Depois de conhecer as diversas facetas dos t\u00edtulos privados, o investidor deve compar\u00e1-las ao seu perfil de risco e, a\u00ed sim, escolher a melhor op\u00e7\u00e3o para o seu portf\u00f3lio. &#8220;O cr\u00e9dito privado n\u00e3o \u00e9 homog\u00eaneo&#8221;, ressalta Profili, da Capit\u00e2nia.<\/p>\n<p>H\u00e1 gestores que trabalham com t\u00edtulos problem\u00e1ticos e, em contrapartida, oferecem retornos superiores a 150% do CDI. Por outro lado, h\u00e1 alternativas mais moderadas, apenas com pap\u00e9is de empresas e institui\u00e7\u00f5es financeiras grandes e consolidadas. Cabe a cada investidor escolher o que melhor se adapta ao seu est\u00f4mago.<\/p>\n<hr \/>\n<p>S&amp;P rebaixa rating de 15 bancos espanh\u00f3is<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o de risco Standard &amp; Poor&#8221;s rebaixou o rating de 15 institui\u00e7\u00f5es financeiras da Espanha. A S&amp;P rebaixou o cr\u00e9dito de longo prazo de 11 bancos e o cr\u00e9dito de curto prazo de 4 bancos. Tamb\u00e9m houve a altera\u00e7\u00e3o para perspectiva negativa de seis institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O rebaixamento dos bancos segue o rebaixamento da d\u00edvida soberana da Espanha, ocorrido no dia 10, de A3 para BBB-, por causa dos riscos econ\u00f4micos e pol\u00edticos do pa\u00eds europeu.<\/p>\n<p>A S&amp;P reduziu o rating do Santander e do Bilbao Vizcaya Argentaria, os maiores bancos de cr\u00e9dito da Espanha, de A- para BBB e de BBB+ para BBB-, respectivamente. Ambos t\u00eam agora perspectiva negativa. No caso do Santander, sua subsidi\u00e1ria Banco Espa\u00f1ol de Credito (Banesto) tamb\u00e9m caiu de A- para BBB.<\/p>\n<p>Entre outros bancos, CaixaBank e Caja de Ahorros y Pensiones de Barcelona (La Caixa) tiveram redu\u00e7\u00e3o de BBB para BBB- e de BB+ para BB, respectivamente. Sabadell, Bankia e Banco Popular Espa\u00f1ol (Popular) tamb\u00e9m baixaram de BB+ para BB.<\/p>\n<p>Barcelona. A ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o de risco Standard &amp; Poor&#8221;s tamb\u00e9m rebaixou ontem o rating de longo prazo da prov\u00edncia espanhola de Barcelona para BBB-, de BBB+, e manteve a perspectiva negativa.<\/p>\n<p>Segundo a S&amp;P, Barcelona n\u00e3o atende aos crit\u00e9rios para ter um rating superior \u00e0 nota soberana. &#8220;A prov\u00edncia depende do governo central para 85% das suas receitas operacionais, o que limita sua independ\u00eancia financeira e sua habilidade de lidar com um cen\u00e1rio de estresse soberano&#8221;, afirma a ag\u00eancia.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com a ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o, a situa\u00e7\u00e3o de Barcelona pode se deteriorar &#8220;se a prov\u00edncia se desviar substancialmente do seu or\u00e7amento, tiver d\u00e9ficits consider\u00e1veis &#8211; que n\u00f3s consideramos estruturais &#8211; e acumular d\u00edvidas sem um ind\u00edcio de volta a or\u00e7amentos equilibrados ou estabiliza\u00e7\u00e3o da d\u00edvida&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Venda de carros novos volta a cair<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O mercado de carros novos ainda n\u00e3o reagiu neste m\u00eas. Depois de cair 31,4% em setembro na compara\u00e7\u00e3o com agosto, as vendas seguem negativas na primeira quinzena de outubro. Em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo do m\u00eas passado, a queda \u00e9 de 10,2%, com 141,7 mil unidades vendidas, incluindo caminh\u00f5es e \u00f4nibus.<\/p>\n<p>S\u00f3 o segmento de autom\u00f3veis e comerciais leves, beneficiado pela redu\u00e7\u00e3o do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) vendeu 135,7 mil unidades, 10,8% menos que na primeira quinzena de setembro.<\/p>\n<p>J\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o com a primeira metade de outubro de 2011, as vendas totais deste m\u00eas est\u00e3o 11,9% maiores. No acumulado do ano foram vendidos at\u00e9 segunda-feira 2,93 milh\u00f5es de ve\u00edculos, 4,3% a mais se comparado ao mesmo per\u00edodo de 2011.<\/p>\n<p>Isolando-se o segmento de autom\u00f3veis e comerciais leves, a alta acumulada \u00e9 ainda maior, de 5,8%. Caminh\u00f5es e \u00f4nibus seguem com dificuldade de vendas.<\/p>\n<p>Mesmo com os n\u00fameros anuais mais positivos no segmento que representa 95% das vendas nacionais de ve\u00edculos, algumas montadoras, como a Volkswagen, come\u00e7am a cancelar trabalho extra nos finais de semana, segundo a Comiss\u00e3o de F\u00e1brica.<\/p>\n<p>O corte do IPI, em vigor desde 22 de maio, teve impacto m\u00e9dio de 5% a 10% nos pre\u00e7os dos autom\u00f3veis e est\u00e1 previsto para terminar no dia 31, o que pode levar a uma corrida de \u00faltima hora \u00e0s revendas.<\/p>\n<p>Para o diretor da RC Consultores, Fabio Silveira, a queda registrada em setembro e na primeira metade de outubro era esperada em raz\u00e3o da corrida \u00e0s compras em agosto, quando previa-se o fim do benef\u00edcio, depois prorrogado. Naquele m\u00eas, as montadoras registraram venda recorde de 420 mil ve\u00edculos, volume que despencou para 288,1 mil em outubro.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 claro que o mercado n\u00e3o continuaria absorvendo mais de 400 mil ve\u00edculos ao m\u00eas&#8221;, diz Silveira, que prefere trabalhar com comparativos anuais e n\u00e3o de curto prazo.<\/p>\n<p>O diretor da RC reconhece, contudo, que a poss\u00edvel volta do IPI integral a partir de novembro &#8220;poder\u00e1 tirar um pilar importante da estimativa de retomada mais consistente da economia em 2013&#8221;. Para ele, o fim do subs\u00eddio s\u00f3 faria sentido se o mercado estivesse aquecido &#8211; o que n\u00e3o \u00e9 o caso atual, em raz\u00e3o das oscila\u00e7\u00f5es dos \u00faltimos tr\u00eas meses.<\/p>\n<p>Mais dias \u00fateis. O consultor da Carcon Automotive, Julian Semple, v\u00ea grandes chances de revers\u00e3o da queda das vendas at\u00e9 o fim do m\u00eas. Ele lembra que outubro tem 22 dias \u00fateis, tr\u00eas a mais que setembro. Com isso, calcula ele, mesmo que a m\u00e9dia di\u00e1ria de vendas se mantenha mais baixa que no m\u00eas passado, o resultado deste m\u00eas deve ser melhor que o do anterior.<\/p>\n<p>Levando-se em conta a m\u00e9dia da primeira quinzena, de 14.175 licenciamentos ao dia, o m\u00eas fecharia com cerca de 312 mil unidades. Tradicionalmente, por\u00e9m, o mercado de autom\u00f3veis zero quil\u00f4metro \u00e9 mais intenso na \u00faltima semana de cada m\u00eas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, as montadoras em breve devem iniciar campanhas publicit\u00e1rias anunciando os \u00faltimos dias de IPI reduzido, como fizeram em agosto. Outro tradicional est\u00edmulo ao mercado ser\u00e1 o Sal\u00e3o do Autom\u00f3vel, de 24 a 4 de novembro, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A Federa\u00e7\u00e3o Nacional da Distribui\u00e7\u00e3o de Ve\u00edculos Automotores (Fenabrave) trabalha com proje\u00e7\u00e3o de crescimento de 4% em rela\u00e7\u00e3o aos 3,633 milh\u00f5es de ve\u00edculos vendidos em 2011. Para a RC Consultores, o aumento deve ficar em torno de 3%, para 3,74 milh\u00f5es de unidades, desde que o IPI continue reduzido pelo menos at\u00e9 o fim do ano.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Tarifa de energia pode ter redu\u00e7\u00e3o menor<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>A promessa de redu\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 20% do pre\u00e7o da energia el\u00e9trica, feita pela presidente Dilma Rousseff em cadeia nacional de r\u00e1dio e TV no pronunciamento de 7 de setembro, antes do primeiro turno das elei\u00e7\u00f5es, pode n\u00e3o sair do papel. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), Mauricio Tolmasquim, se muitas geradoras de energia n\u00e3o aderirem \u00e0 proposta de renova\u00e7\u00e3o antecipada das concess\u00f5es que vencem entre 2015 e 2017, &#8220;as contas que foram feitas&#8221; n\u00e3o valer\u00e3o e n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel diminuir os pre\u00e7os de energia no patamar prometido (de 16,2% para as tarifas residenciais e de 20,2%, em m\u00e9dia, para as tarifas em geral).<\/p>\n<p>O prazo para as empresas pedirem renova\u00e7\u00e3o terminou ontem. Segundo a Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), 14 de 123 usinas n\u00e3o entregaram a documenta\u00e7\u00e3o. Essas 14 usinas t\u00eam capacidade para gerar 2.600 megawatts (MW), o suficiente para abastecer cinco milh\u00f5es de lares. Com isso, o governo tem amea\u00e7ada a integralidade de seu plano para reduzir tarifas.<\/p>\n<p>Disputa sobre indeniza\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>Mesmo as empresas que entregaram a documenta\u00e7\u00e3o podem n\u00e3o renovar o contrato. As concession\u00e1rias reclamam que tiveram de optar pela renova\u00e7\u00e3o antecipada antes mesmo de o Congresso aprovar a Medida Provis\u00f3ria (MP) 579, que estabelece as regras para o setor. Para se proteger dessa &#8220;falta de seguran\u00e7a jur\u00eddica&#8221;, inclu\u00edram condicionantes nos contratos apresentados \u00e0 Aneel. A Companhia Energ\u00e9tica de S\u00e3o Paulo (Cesp), por exemplo, quer receber indeniza\u00e7\u00e3o de R$ 8 bilh\u00f5es por investimentos n\u00e3o amortizados, longe da estimativa de R$ 1 bilh\u00e3o da ag\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8211; No c\u00e1lculo, consideraram-se todas as usinas. N\u00e3o posso garantir que dar\u00e1 20%, e essa \u00e9 uma m\u00e9dia para todo o Brasil &#8211; disse Tolmasquim, durante semin\u00e1rio promovido pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) e Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Infraestrutura e Ind\u00fastrias de Base (Abdib).<\/p>\n<p>Diante das cr\u00edticas dos empres\u00e1rios, o diretor-geral da Aneel, Nelson Hubner, pediu desculpas pelo modo como o processo foi conduzido, dada a urg\u00eancia para reduzir o custo da energia e dar maior competitividade ao pa\u00eds:<\/p>\n<p>&#8211; O governo tem de dar uma resposta rapidamente. Esse corte (de pre\u00e7o da tarifa) tem de ser imediato. Pe\u00e7o desculpas por certo atropelo, mas as coisas ser\u00e3o ajustadas ao longo do tempo.<\/p>\n<p>Secret\u00e1rio-executivo do Minist\u00e9rio de Minas e Energia, M\u00e1rcio Zimmermann rebateu o colega de governo. Disse que &#8220;nada foi precipitado; consultamos empres\u00e1rios, associa\u00e7\u00f5es e consultorias independentes&#8221;. Zimmermann tamb\u00e9m disse que a redu\u00e7\u00e3o tem inten\u00e7\u00e3o de &#8220;manter a turbul\u00eancia (externa) al\u00e9m de nossas fronteiras&#8221;.<\/p>\n<p>Uma das indefini\u00e7\u00f5es do novo modelo diz respeito ao destino dos ativos que n\u00e3o forem renovados.<\/p>\n<p>&#8211; Quando terminar o prazo da concess\u00e3o, a usina pode ser licitada ou o Estado pode explorar de outra forma. Mas, de qualquer forma, volta para o Estado &#8211; disse Zimmermann, que n\u00e3o quis responder claramente se a Eletrobras poderia administrar os ativos:<\/p>\n<p>&#8211; Isso, na \u00e9poca, vai ser avaliado.<\/p>\n<p>A Cemig, por exemplo, n\u00e3o pediu a renova\u00e7\u00e3o das concess\u00f5es de tr\u00eas hidrel\u00e9tricas por entender que estas ainda poderiam ser renovadas de acordo com regras anteriores. Em caso de futura licita\u00e7\u00e3o dos ativos, o entendimento \u00e9 que a empresa que n\u00e3o pediu a prorroga\u00e7\u00e3o ainda poder\u00e1 participar da competi\u00e7\u00e3o, segundo afirma\u00e7\u00e3o feita pelo ministro-chefe da Advocacia Geral da Uni\u00e3o (AGU), Luis In\u00e1cio Lucena Adams, tamb\u00e9m no semin\u00e1rio.<\/p>\n<p>A indeniza\u00e7\u00e3o dos ativos que ser\u00e3o retomados pelo governo \u00e9 outra d\u00favida. O presidente da Abdib, Paulo Godoy, afirmou que ainda falta clareza sobre os valores a serem pagos:<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o est\u00e1 muito claro como o governo pretende fazer esses c\u00e1lculos. Em uma d\u00e9cada, este setor aplicou R$ 190 bilh\u00f5es e ter\u00e1 de investir 40% mais do que isso (nos pr\u00f3ximos anos).<\/p>\n<p>Parte das 14 geradoras que n\u00e3o manifestaram interesse na renova\u00e7\u00e3o, como a usina de S\u00e3o Joaquim da Copel, est\u00e3o desativadas e podem ser extintas pelo governo. Para as ativas, como as hidrel\u00e9tricas da Cemig, pode haver avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da Aneel, mas a decis\u00e3o final sobre o destino das usinas ser\u00e1 dada pelo Minist\u00e9rio de Minas e Energia, que ainda n\u00e3o se posicionou.<\/p>\n<p>No total, os 109 contratos que tiveram manifesta\u00e7\u00e3o de interesse pela prorroga\u00e7\u00e3o equivalem a um potencial de gera\u00e7\u00e3o de 22.863 MW, ou mais de 19% de toda a capacidade do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Todas as distribuidoras e transmissoras com contratos a vencer at\u00e9 2017 aderiram \u00e0 possibilidade de renova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico (ONS), Hermes Chipp, disse ontem que os reservat\u00f3rios das hidrel\u00e9tricas est\u00e3o no n\u00edvel mais baixo em quatro anos. Segundo Chipp, o gasto com a gera\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica este ano vai superar o R$ 1 bilh\u00e3o de 2011.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fome cai na Am\u00e9rica Latina, mas aumenta na \u00c1frica<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A FAO (ag\u00eancia da ONU para a alimenta\u00e7\u00e3o e a agricultura) fez um alerta ontem para que a \u00c1frica aumente sua produtividade na produ\u00e7\u00e3o de alimentos, em meio a um cen\u00e1rio de volatilidade dos pre\u00e7os. No Dia Mundial da Alimenta\u00e7\u00e3o, a entidade informou que a fome est\u00e1 caindo na \u00c1sia e na Am\u00e9rica Latina, mas continua aumentando no continente africano, que det\u00e9m os mais baixos \u00edndices de produtividade agr\u00edcola do mundo. Para o brasileiro Jos\u00e9 Graziano, diretor-geral da FAO, a volatilidade de pre\u00e7os deve continuar nos pr\u00f3ximos anos, o que exige melhoras na governan\u00e7a global em seguran\u00e7a alimentar. Segundo a FAO, uma em cada oito pessoas no mundo v\u00e3o dormir com fome. Mas o total de famintos caiu de 1 bilh\u00e3o para 870 milh\u00f5es nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas. Na foto, mulheres vendem legumes e outros alimentos em mercado de rua em Lagos, na Nig\u00e9ria.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Pre\u00e7o do g\u00e1s inviabiliza o uso industrial<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O mercado de g\u00e1s natural vive uma situa\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os altos que deixou o consumo estagnado nos \u00faltimos quatro anos e tem afetado seriamente a competitividade de setores intensivos no uso da mat\u00e9ria-prima. Esse \u00e9 o diagn\u00f3stico de um amplo estudo da Abrace, associa\u00e7\u00e3o que representa grandes consumidores industriais de energia, cujos resultados ser\u00e3o apresentados hoje.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo, o Brasil tem o oitavo maior pre\u00e7o do mundo, em uma lista de 46 pa\u00edses pesquisados. Paga-se uma tarifa m\u00e9dia de US$ 9 por milh\u00e3o de BTU (unidade t\u00e9rmica de refer\u00eancia no setor) no chamado &#8220;city gate&#8221;, que \u00e9 o ponto de entrada da rede de distribui\u00e7\u00e3o, antes de o g\u00e1s seguir para resid\u00eancias e ind\u00fastrias. O valor deixa o Brasil muito acima de seus competidores no mercado internacional, como a China (US$ 6,4), os Estados Unidos (US$ 4,5), a \u00cdndia (US$ 4,5), o M\u00e9xico (US$ 4,2) e a Mal\u00e1sia (US$ 3,9). A maioria dos pa\u00edses europeus, que depende majoritariamente de g\u00e1s proveniente da R\u00fassia, tamb\u00e9m tem pre\u00e7os mais baixos do que aqui.<\/p>\n<p>O sistema de reajustes aplicados pela Petrobras \u00e0s distribuidoras estaduais est\u00e1 na contram\u00e3o da tend\u00eancia mundial e foi atrelado \u00e0s varia\u00e7\u00f5es do petr\u00f3leo, mesmo ap\u00f3s as descobertas do pr\u00e9-sal e a diminui\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia do g\u00e1s boliviano. Desde abril de 2007, quando mudou a equa\u00e7\u00e3o que determina o reajuste trimestral, houve alta de 184,8% dos pre\u00e7os no mercado brasileiro. A Petrobras tem aplicado descontos que tornaram o aumento, na pr\u00e1tica, menos salgado &#8211; de exatos 100%. Mas essa disparada supera a varia\u00e7\u00e3o do barril de petr\u00f3leo do tipo Brent (64,8%) e mais do que duplica o IGP-M verificado no mesmo per\u00edodo (40,6%). Enquanto isso, o pre\u00e7o no Henry Hub &#8211; principal refer\u00eancia nos Estados Unidos para a negocia\u00e7\u00e3o de contratos de g\u00e1s &#8211; teve redu\u00e7\u00e3o de 61,3%.<\/p>\n<p>Com esse cen\u00e1rio, o aumento acelerado da demanda por g\u00e1s natural foi subitamente interrompido. Entre 2000 e 2008, triplicou o consumo por ind\u00fastrias, resid\u00eancias, ve\u00edculos e usinas termel\u00e9tricas. Em 2012, por\u00e9m, o volume dever\u00e1 ser igual ao registrado quatro anos atr\u00e1s: 49,6 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia.<\/p>\n<p>Chama ainda mais aten\u00e7\u00e3o a perda de competitividade de setores que usam o g\u00e1s como insumo em seus processos produtivos. A balan\u00e7a comercial das ind\u00fastrias de cer\u00e2mica, vidro, papel e celulose, qu\u00edmico, siderurgia e alum\u00ednio saiu de um super\u00e1vit de US$ 5 bilh\u00f5es em 2005 para um d\u00e9ficit de US$ 15,8 bilh\u00f5es em 2011. Essa invers\u00e3o pode ser atribu\u00edda a v\u00e1rios fatores, conforme pondera a pr\u00f3pria Abrace, mas evidencia a necessidade de incluir o g\u00e1s na &#8220;agenda de competitividade industrial&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;O governo j\u00e1 reconheceu que a energia \u00e9 um fator de competitividade e chegou a hora de dar mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o do g\u00e1s natural&#8221;, diz o presidente da associa\u00e7\u00e3o, Paulo Pedrosa. Para tra\u00e7ar um quadro exato do que tem ocorrido no setor e encaminhar um conjunto de propostas ao governo, os grandes consumidores industriais de energia contrataram um time de peso &#8211; a Funda\u00e7\u00e3o Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas (Fipe), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e as consultorias Gas Energy e PSR &#8211; para fazer o estudo. Suas conclus\u00f5es ser\u00e3o divulgadas no lan\u00e7amento do projeto +G\u00e1s Brasil, liderado pela Abrace, em parceria com associa\u00e7\u00f5es empresariais.<\/p>\n<p>O estudo demonstra que a produ\u00e7\u00e3o nacional de g\u00e1s pode subir dos atuais 42 milh\u00f5es para 144 milh\u00f5es de m3 \/dia. Esse volume tem condi\u00e7\u00f5es de aumentar para 169 milh\u00f5es de m3 \/dia se houver mais rapidez na explora\u00e7\u00e3o de reservas de g\u00e1s n\u00e3o convencional, como o g\u00e1s de xisto.<\/p>\n<p>&#8220;Com as descobertas do pr\u00e9-sal e o potencial de g\u00e1s n\u00e3o convencional, h\u00e1 uma mudan\u00e7a de paradigma na oferta&#8221;, avalia Sylvie D&#8221;Apote, diretora da Gas Energy. Ela lembra que a participa\u00e7\u00e3o do g\u00e1s na matriz energ\u00e9tica brasileira, hoje entre 8% e 9%, fica distante da m\u00e9dia global, que ronda 20%. &#8220;Mesmo para um pa\u00eds com forte voca\u00e7\u00e3o hidrel\u00e9trica, que n\u00e3o precisa usar tanto g\u00e1s para acionar usinas t\u00e9rmicas, \u00e9 uma participa\u00e7\u00e3o baixa&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>O maior desafio \u00e9 criar um ambiente prop\u00edcio para o crescimento da demanda. A ind\u00fastria consome hoje 34 milh\u00f5es de m3 \/dia e a perspectiva \u00e9 atingir 58 milh\u00f5es de m3 \/dia em 2025, mas mudan\u00e7as regulat\u00f3rias podem impulsionar essa quantidade. Segundo o estudo, se a tarifa final cair dos atuais US$ 13 para US$ 7 por milh\u00e3o de BTU, al\u00e9m de uma rela\u00e7\u00e3o mais favor\u00e1vel com o pre\u00e7o do \u00f3leo combust\u00edvel, o consumo da ind\u00fastria pode chegar \u00e0 marca de 137 milh\u00f5es de m3 \/dia em 2025. &#8220;Com os pre\u00e7os atuais do g\u00e1s, esse potencial n\u00e3o vai deslanchar&#8221;, adverte Sylvie.<\/p>\n<p>&#8220;Essa \u00e9 uma quest\u00e3o mais complexa do que no setor de energia, porque o setor de g\u00e1s natural tem uma estrutura muito espec\u00edfica. E tem uma diferen\u00e7a muito grande entre o pre\u00e7o daqui e o de outros pa\u00edses&#8221;, observa o gerente de competitividade industrial e investimentos da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro (FIrjan), Cristiano Prado. &#8220;O ICMS pesa muito na tarifa do g\u00e1s natural e afeta em especial os exportadores, que n\u00e3o conseguem tomar cr\u00e9dito de ICMS&#8221;.<\/p>\n<p>As propostas lan\u00e7adas pela Abrace incluem a retomada dos leil\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o, investimentos para viabilizar a produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s n\u00e3o convencional, expans\u00e3o dos gasodutos e elimina\u00e7\u00e3o do conflito de interesses nas distribuidoras &#8211; quase todas t\u00eam a Petrobras, que exerce posi\u00e7\u00e3o de virtual monop\u00f3lio no fornecimento, como acionista relevante ou majorit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a Abrace aponta a necessidade de acelerar a cria\u00e7\u00e3o de um mercado livre para a venda de g\u00e1s, de forma semelhante ao que j\u00e1 ocorre com a energia el\u00e9trica. Os n\u00edveis m\u00ednimos de consumo para a habilita\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias s\u00e3o definidos pelos governos estaduais, a quem cabe regular o segmento de distribui\u00e7\u00e3o, conforme determina a Constitui\u00e7\u00e3o. Estados como o Rio de Janeiro fixaram em 100 mil m3 \/dia o consumo m\u00ednimo para permitir que ind\u00fastrias tenham direito a escolher seus fornecedores de g\u00e1s, mas a exig\u00eancia \u00e9 t\u00e3o alta que habilita apenas oito empresas, na pr\u00e1tica. Essa faixa de consumo equivale a 25 megawatts (MW) de demanda de energia el\u00e9trica. O detalhe \u00e9 que, no mercado livre de energia, basta ter 3 MW para obter registro.<\/p>\n<p>O diretor da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP) Helder Queiroz, avalia que a diferen\u00e7a da regula\u00e7\u00e3o entre os Estados dificulta o desenvolvimento do mercado de g\u00e1s no pa\u00eds. &#8220;Em alguns Estados existe o consumidor livre, em outros n\u00e3o. H\u00e1 uma desordem de pre\u00e7os entre os Estados.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Globo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3714\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3714","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-XU","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3714","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3714"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3714\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3714"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3714"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3714"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}