{"id":3748,"date":"2012-10-25T17:12:27","date_gmt":"2012-10-25T17:12:27","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3748"},"modified":"2012-10-25T17:12:27","modified_gmt":"2012-10-25T17:12:27","slug":"um-milhao-desiste-de-curso-superior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3748","title":{"rendered":"Um milh\u00e3o desiste de curso superior"},"content":{"rendered":"\n<p>Recentemente o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) anunciou aumento de 5,7% nas matr\u00edculas do ensino superior, entre 2010 e 2011. O n\u00famero, que superou a marca de 6,7 milh\u00f5es de graduandos aliado ao dado \u00a0de concluintes \u2014 1.022.711 \u2014, mostrou tamb\u00e9m a outra face da expans\u00e3o da etapa escolar no pa\u00eds. Apesar de o leque ter se aberto para mais estudantes, o n\u00famero dos que conseguem levar o curso at\u00e9 o fim ainda \u00e9 baixo. Levantamento realizado pelo Correio mostra que de 2010 para 2011 praticamente um milh\u00e3o de alunos n\u00e3o renovou a matr\u00edcula \u2014 taxa equivalente a 18%. Dos 5.398.637 de graduandos, somente 4.392.994 efetivaram a inscri\u00e7\u00e3o. Especialistas afirmam que a expectativa de conclus\u00e3o do curso no Brasil gira em torno de 50%.<\/p>\n<p>S\u00e3o diversos os motivos que levam alunos a desistirem dos cursos. O diretor do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o, da Ci\u00eancia e da Tecnologia, Roberto Leal Lobo, especialista no tema, destaca a falta de motiva\u00e7\u00e3o, de interesse, quest\u00f5es financeiras e at\u00e9 a qualidade da universidade. \u201cExiste um mundo de possibilidades. Muitas institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o conseguem fazer uma boa transi\u00e7\u00e3o entre o que o estudante espera e o que ele vai encontrar no ensino superior. Tamb\u00e9m existem os que n\u00e3o t\u00eam base e se perdem na universidade, logo s\u00e3o desencorajados.\u201d<\/p>\n<p>Desist\u00eancia<\/p>\n<p>A t\u00e9cnica de seguran\u00e7a do trabalho, Cec\u00edlia Nunes, 28 anos, faz parte da rela\u00e7\u00e3o dos que tentaram seguir o caminho do ingresso na faculdade, mas deu errado. A estrat\u00e9gia n\u00e3o funcionou para a jovem que n\u00e3o conseguiu sair do primeiro semestre de turismo, em uma faculdade particular do Distrito Federal. \u201cGostava do curso, mas n\u00e3o tive condi\u00e7\u00f5es financeiras\u201d, conta. A solu\u00e7\u00e3o foi o ensino t\u00e9cnico. Formada em seguran\u00e7a do trabalho, Cec\u00edlia pensa em voltar a estudar. \u201cMas faria outro curso. Turismo n\u00e3o tem mais a ver com meu projeto de vida.\u201d<\/p>\n<p>Preju\u00edzo<\/p>\n<p>Alguns estudantes n\u00e3o necessariamente desistem da gradua\u00e7\u00e3o, apenas mudam de \u00e1rea ou trancam o curso. Ainda assim, para especialistas, esses alunos entram na conta de investimento sem o lucro esperado. Segundo c\u00e1lculos do Instituto Lobo, cada aluno custa cerca de R$ 15 mil ao ano nas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e R$ 9 mil nas privadas. Para Roberto Lobo, o preju\u00edzo n\u00e3o se restringe ao estudante e \u00e0 institui\u00e7\u00e3o. \u201cA sociedade tamb\u00e9m perde\u201d. O n\u00famero de desist\u00eancias, hoje estimado em 18%, embora seja alto, j\u00e1 foi pior e est\u00e1 perto da m\u00e9dia global. \u201cO pico foi em 2008 e 2009, quando houve a expans\u00e3o do ensino \u2014 chegou a 21%. Nos Estados Unidos, por exemplo, as boas universidades s\u00e3o as que colecionam \u00edndices baixos.\u201d<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do assessor especial da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (Unesco) e professor da Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia, C\u00e9lio Cunha, a qualidade do ensino oferecido \u00e9 o motivo mais forte do baixo \u00edndice de renova\u00e7\u00e3o de matr\u00edculas, principalmente nas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. Segundo ele, \u00e9 fundamental que as universidades apostem em uma pedagogia que possa acompanhar os alunos mais de perto. \u201c\u00c9 importante ter uma pol\u00edtica de orienta\u00e7\u00e3o, como ocorre na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o\u201d, acredita. O Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o diz estar ciente dos dados e estuda a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Metologia<\/p>\n<p>Superior incompleto<\/p>\n<p>A quantidade de estudantes que n\u00e3o renovaram a matr\u00edcula foi calculada pela reportagem do Correio com base no Censo da Educa\u00e7\u00e3o Superior 2011. O levantamento do Inep mostrou que 6.379.299 de pessoas se matricularam em institui\u00e7\u00f5es de ensino em 2010. Excluindo os 980.662 formandos, mais de 5 milh\u00f5es de pessoas deveriam ter feito a matr\u00edcula novamente. Em 2011, das 6.739.689 inscri\u00e7\u00f5es, 2.346.695 foram de calouros, totalizando 4.392.994 de estudantes remanescentes. Ao subtrair o n\u00famero dos que se matricularam com os que deveriam ter se inscrito, a reportagem chegou aos 1.005.643 que ficaram para tr\u00e1s. Os dados, entretanto, n\u00e3o levam em considera\u00e7\u00e3o estudantes que mudaram de curso, trancaram provisoriamente ou morreram no per\u00edodo. O Inep promete para esta semana o lan\u00e7amento dos microdados do Censo, capazes de precisar ainda mais a informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Crise europeia come\u00e7a a atingir economia alem\u00e3<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A crise d\u00e1 claros sinais de contaminar a Alemanha da chanceler Angela Merkel, j\u00e1 fazendo a Europa registrar a maior retra\u00e7\u00e3o de sua atividade industrial desde o auge da crise, em 2009.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o de estat\u00edsticas ontem por diferentes institutos europeus indicou que a recess\u00e3o na zona do euro no final de 2012 pode estar se aprofundando e que uma recupera\u00e7\u00e3o esperada para 2013 poderia levar ainda mais tempo para ocorrer. No \u00faltimo trimestre do ano, a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de uma contra\u00e7\u00e3o do PIB europeu de mais de 0,5%.<\/p>\n<p>A grande preocupa\u00e7\u00e3o se refere \u00e0 Alemanha e \u00e0s indica\u00e7\u00f5es de que o pa\u00eds poderia estar caminhando para uma estagna\u00e7\u00e3o, o que afetaria toda a Europa. A confian\u00e7a empresarial alem\u00e3 registrou ontem a maior contra\u00e7\u00e3o em mais de dois anos.<\/p>\n<p>&#8220;As nuvens sobre a economia alem\u00e3 est\u00e3o se escurecendo,&#8221; alertou Hans Sinn, chefe da Ifo, a ag\u00eancia que promove o levantamento sobre o sentimento empresarial na maior economia da UE. Outubro, segundo ele, \u00e9 o sexto m\u00eas consecutivo de queda na confian\u00e7a do empresariado alem\u00e3o. A redu\u00e7\u00e3o fez com que o \u00edndice chegasse ao n\u00edvel mais baixo desde fevereiro de 2010.<\/p>\n<p>A queda no \u00edndice foi inesperada, o que acabou pesando nas bolsas de valores pelo continente. O euro tamb\u00e9m perdeu for\u00e7a.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de v\u00e1rios pa\u00edses da zona do euro, a Alemanha vinha resistindo a crise, em grande parte gra\u00e7as \u00e0 competitividade de suas exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;Os riscos de uma recess\u00e3o na Alemanha est\u00e3o crescendo&#8221;, indicou o banco ING. Depois de crescer 4,2% em 2010 e 3% em 2011, a proje\u00e7\u00e3o apontava para uma expans\u00e3o de 0,8% neste ano.<\/p>\n<p>Mas dados da empresa Markit apontaram ontem para uma s\u00e9ria contra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o industrial alem\u00e3, afetando todo o continente. O levantamento indicou que o \u00edndice europeu caiu para 45,8 pontos em outubro. Taxas acima de 50 representam uma expans\u00e3o no PIB e nas atividades industriais dos pa\u00edses. Mas a queda \u00e9 a pior em 40 meses.<\/p>\n<p>De forma inesperada, o \u00edndice de atividade industrial na maior economia da zona do euro caiu para 48,1 pontos e a desacelera\u00e7\u00e3o mostrou que a crise que est\u00e1 afetando o sul da Europa contamina a maior economia do bloco num ritmo mais r\u00e1pido que se imaginava.<\/p>\n<p>Abafar<\/p>\n<p>O temor \u00e9 de que uma contra\u00e7\u00e3o da economia alem\u00e3 volte a jogar todo o continente em um estado de alerta e abafar qualquer tentativa de retomada. Para Tim Moore, economista da Markit, um dos motivos foi a queda das exporta\u00e7\u00f5es, por conta da desacelera\u00e7\u00e3o na \u00c1sia e a redu\u00e7\u00e3o na aquisi\u00e7\u00e3o de bens de capital da Alemanha.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o nas vendas de carros tamb\u00e9m pesou. Ontem, a Volkswagen anunciou que seus lucros sofreram uma queda de 20% no trimestre. &#8220;A piora constante da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica na Europa ocidental pressionou a ind\u00fastria automotiva&#8221; entre julho e setembro, afirmou a montadora em seu relat\u00f3rio financeiro.<\/p>\n<p>Para a fabricante de artigos esportivos, Puma, n\u00e3o h\u00e1 outra sa\u00edda sen\u00e3o come\u00e7ar a cortar custos. No terceiro trimestre, a empresa registrou uma queda de 85% nos lucros. A Siemens j\u00e1 indicou que deve promover novas demiss\u00f5es.<\/p>\n<hr \/>\n<p>BNDES prev\u00ea alta de 30% em financiamentos neste ano<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O melhor desempenho do setor p\u00fablico neste ano dentro da \u00e1rea de transportes ficou por conta do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES). Segundo Dalmo Marchetti, gerente do departamento de transporte e log\u00edstica do BNDES, os financiamentos liberados pelo banco para o empreendedor privado que atua em obras de transporte dever\u00e3o apresentar um resultado 30% superior ao registrado no ano passado. Em 2010, o banco liberou R$ 3,9 bilh\u00f5es em recursos para projetos do setor. No ano passado, o resultado chegou a R$ 4,7 bilh\u00f5es. &#8220;At\u00e9 o dia 18 de outubro, chegamos a R$ 4,3 bilh\u00f5es. Devemos fechar o ano com cerca de R$ 6 bilh\u00f5es&#8221;, disse Marchetti.<\/p>\n<p>Apesar da amplia\u00e7\u00e3o dos desembolsos, as obras de ferrovias e rodovias perderam a dianteira nas linhas de financiamento. Do total de recursos contratados at\u00e9 agora, 38% est\u00e3o ligados a projetos portu\u00e1rios. Segundo Dalmo Marchetti, o resultado deve-se a grandes projetos que avan\u00e7aram em 2012, como o complexo industrial do Porto do A\u00e7u e o Porto Sudeste, empreendimentos realizados no Rio de Janeiro, pelo empres\u00e1rio Eike Batista.<\/p>\n<p>As ferrovias ficaram com uma fatia de 24% dos desembolsos deste ano, enquanto as rodovias responderam por 22%. Os demais 16% est\u00e3o divididos entre diversas iniciativas de log\u00edstica a\u00e9rea e de navega\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de implementa\u00e7\u00e3o de dutos.<\/p>\n<p>&#8220;Estamos registrando uma forte expans\u00e3o da infraestrutura e devemos ter uma participa\u00e7\u00e3o relevante nos pacotes de concess\u00e3o que est\u00e3o por vir. Essa fotografia de financiamento vai mudar no ano que vem&#8221;, disse Marchetti.<\/p>\n<p>O gerente do departamento de transporte e log\u00edstica do BNDES refere-se ao plano anunciado pelo governo em agosto, o qual engloba a transfer\u00eancia para a iniciativa privada de 7,5 mil quil\u00f4metros de rodovias e a constru\u00e7\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o de 10 mil quil\u00f4metros de linhas ferrovi\u00e1rias. Os empreendimentos preveem investimentos privados de R$ 133 bilh\u00f5es nos pr\u00f3ximos 25 anos, dos quais praticamente R$ 80 bilh\u00f5es ser\u00e3o desembolsados nos primeiros cinco anos de contrato.<\/p>\n<p>A perspectiva do BNDES \u00e9 de que R$ 158 bilh\u00f5es sejam investidos entre 2013 e 2016 em projetos de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. Desse total, o banco tem a perspectiva de atingir uma participa\u00e7\u00e3o de at\u00e9 40% em linhas de financiamento para o setor privado.<\/p>\n<hr \/>\n<p>D\u00edvidas da zona do euro batem novo recorde<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Por mais que governos tenham ampliado programas de austeridade nos \u00faltimos dois anos, dados oficiais revelam que a d\u00edvida das 17 economias da zona do euro bateu novo recorde e, no segundo trimestre, atingiu 90% do PIB da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Sem crescimento econ\u00f4mico, a Europa vem descobrindo que as metas para reduzir as d\u00edvidas est\u00e3o cada vez mais distantes. No primeiro trimestre, a taxa de endividamento era de 88,2% do PIB. Os dados s\u00e3o da Eurostat, ag\u00eancia de estat\u00edstica da Europa.<\/p>\n<p>O atual \u00edndice \u00e9 o maior desde a cria\u00e7\u00e3o do euro, em 1999. Naquela ocasi\u00e3o, a UE estabeleceu que pa\u00edses n\u00e3o poderiam ter d\u00edvidas acima de 60% de seu PIB.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o mais dram\u00e1tica \u00e9 da Gr\u00e9cia. Em seu quinto ano de recess\u00e3o, o pa\u00eds j\u00e1 acumula d\u00edvida de 150,3% do PIB. No in\u00edcio do ano, a taxa era de 136,9%. Mas, sem crescer, gerar renda ou recolher mais impostos, o pa\u00eds v\u00ea a d\u00edvida aumentar, mesmo que o d\u00e9ficit fiscal comece a ceder.<\/p>\n<p>O segundo pa\u00eds mais endividado \u00e9 a It\u00e1lia, com 126%, seguido por Portugal, com 117%. Na Irlanda, que recebeu a ajuda do FMI, a d\u00edvida passou de 108% do PIB para 111%. Dos 27 pa\u00edses do bloco, apenas seis reduziram suas d\u00edvidas. At\u00e9 a d\u00edvida da Alemanha cresceu, de 81% para 82,8%.<\/p>\n<p>Draghi<\/p>\n<p>Ontem, em Berlim, o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, voltou a defender seu programa de compra de pap\u00e9is das d\u00edvidas dos pa\u00edses aos deputados alem\u00e3es, que resistem em usar dinheiro p\u00fablico para salvar pa\u00edses em dificuldade. Para os alem\u00e3es, al\u00e9m de premiar a inefici\u00eancia na gest\u00e3o, a medida amea\u00e7a gerar a volta da infla\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Ontem, Draghi tentou explicar sua a\u00e7\u00e3o, numa campanha voltada \u00e0 opini\u00e3o p\u00fablica local. &#8220;N\u00e3o colocarei em perigo a independ\u00eancia do BCE, n\u00e3o se assumir\u00e1 riscos excessivos para o contribuinte e n\u00e3o se promover\u00e1 a infla\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>De olho nos eleitores alem\u00e3es, partidos conservadores fizeram quest\u00e3o de transformar a visita de Draghi em plataforma pol\u00edtica. Um grupo chegou a pedir a demiss\u00e3o de Draghi. J\u00e1 os partidos de centro-esquerda questionaram as condi\u00e7\u00f5es de Draghi para a compra de pap\u00e9is.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Montadoras chinesas anunciam investimentos no pa\u00eds<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>O Sal\u00e3o de Autom\u00f3vel de S\u00e3o Paulo foi aberto ontem ao p\u00fablico em meio a an\u00fancios de investimentos, sobretudo de fabricantes chineses, motivados pelo an\u00fancio de incentivos do governo, por meio do programa Inovar-Auto. Apesar de a maioria dos representantes das montadoras n\u00e3o ter mencionado n\u00fameros precisos, a chinesa Changan (ex-Chana) confirmou o aporte de US$ 600 milh\u00f5es em duas unidades, mas os investimentos dependem de negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O presidente da BMW, Henning Doernbusch, tamb\u00e9m foi uma exce\u00e7\u00e3o, anunciando que a montadora vai investir \u00ac 300 milh\u00f5es em nova f\u00e1brica nos arredores de Joinville (SC), gerando tr\u00eas mil empregos diretos e indiretos para uma produ\u00e7\u00e3o potencial de 30 mil unidades anuais. O n\u00famero, por\u00e9m, \u00e9 considerado baixo para os padr\u00f5es da ind\u00fastria, mas o executivo rebateu afirmando que se trata de um planejamento inicial.<\/p>\n<p>&#8211; Come\u00e7amos na China com uma capacidade inferior a esta &#8211; disse Doernbusch.<\/p>\n<p>suzuki mostra jipe nacional<\/p>\n<p>Ap\u00f3s uma entrevista coletiva em que executivos se confundiram com n\u00fameros, a Changan confirmou a abertura da unidade de Linhares (ES), onde ser\u00e1 feita a linha de comerciais da marca Star, que inclui van, furg\u00e3o e picape. Quanto \u00e0 linha de An\u00e1polis, para autom\u00f3veis de passeio, Abdul Ibraimo, presidente da Districar, representante da marca, n\u00e3o foi categ\u00f3rico:<\/p>\n<p>&#8211; Tem tudo para ser mantido o investimento.<\/p>\n<p>Esta unidade da Changan receber\u00e1 US$ 300 milh\u00f5es em investimentos, e j\u00e1 foram at\u00e9 assinados acordos com o governo de Goi\u00e1s. Mas a Changan espera mais defini\u00e7\u00f5es do governo antes de anunciar quais modelos far\u00e1 por l\u00e1. A f\u00e1brica capixaba, por sua vez, tamb\u00e9m ter\u00e1 aporte de US$ 300 milh\u00f5es e poder\u00e1 produzir at\u00e9 70 mil unidades\/ano. Mas a linha \u00e9 uma joint-venture com a chinesa Haima e a sul-coreana SsangYong, com participa\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria da Districar, que tamb\u00e9m representa essas duas marcas.<\/p>\n<p>A Chery anunciou que sua unidade de Jacare\u00ed (SP) produzir\u00e1 os compactos Celer. A f\u00e1brica tem capacidade para 150 mil unidades por ano e obteve investimentos de US$ 400 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A Nissan informou que a sede da marca japonesa ser\u00e1 transferida para o Rio de Janeiro. Sua unidade de Resende produzir\u00e1 os compactos March e Versa e um terceiro modelo a ser definido. J\u00e1 a Suzuki aproveitou o sal\u00e3o para mostrar seu primeiro exemplar nacional: o Jimny. O jipinho come\u00e7ou a ser produzido em Catal\u00e3o (GO), em um investimento de R$ 150 milh\u00f5es e capacidade de apenas 7 mil unidades\/ano.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Economia dos EUA tem ritmo moderado<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O Comit\u00ea de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em ingl\u00eas) do Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos, manteve ontem sua avalia\u00e7\u00e3o sobre a economia do pa\u00eds, que est\u00e1 se expandindo em um ritmo &#8220;moderado&#8221;, e prometeu manter suas pol\u00edticas de est\u00edmulo at\u00e9 que o mercado de trabalho melhore.<\/p>\n<p>Os integrantes do Fomc reconheceram que houve uma alta nos gastos das fam\u00edlias e um fortalecimento no mercado imobili\u00e1rio, mas disseram que os programas de compras de ativos ser\u00e3o mantidos e voltaram a afirmar que as taxas de juros permanecer\u00e3o em n\u00edveis mente baixos.<\/p>\n<p>O Fed adotou uma terceira rodada de relaxamento monet\u00e1rio (QE3, na sigla em ingl\u00eas) em setembro e planeja fazer uma avalia\u00e7\u00e3o sobre o programa de compras de ativos na \u00faltima reuni\u00e3o deste ano, em 11 e 12 de dezembro. Os elaboradores de pol\u00edticas ainda est\u00e3o recolhendo evid\u00eancias sobre a efic\u00e1cia dos programas.<\/p>\n<p>Dos 12 membros do Fomc, 11 votaram a favor de continuar com as compras de US$ 40 bilh\u00f5es por m\u00eas em b\u00f4nus lastreados em hipotecas. O \u00fanico que votou contra foi o presidente do Fed de Richmond, Jeffrey Lacker. A medida \u00e9 uma tentativa de impulsionar o mercado imobili\u00e1rio e reduzir as taxas de juros de longo prazo, para incentivar os gastos e os investimentos.<\/p>\n<p>O Fed manteve as taxas de juros de curto prazo entre zero e 0,25%, n\u00edvel na qual elas est\u00e3o desde o fim de 2008. Os integrantes do Fomc reiteraram que as taxas devem permanecer em n\u00edveis excepcionalmente baixos at\u00e9 pelo menos meados de 2015, mesmo que a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica comece a acelerar. Essa previs\u00e3o \u00e9 parte dos esfor\u00e7os do Fed para reduzir as taxas de juros de longo prazo, que refletem parcialmente as expectativas dos investidores sobre a dire\u00e7\u00e3o para qual as taxas de curto prazo est\u00e3o se movendo.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Uni\u00e3o executa s\u00f3 50% do investimento em rodovias<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O governo n\u00e3o conseguiu apertar o acelerador dos investimentos p\u00fablicos que havia planejado para o setor de transportes. Os desembolsos previstos para obras em rodovias, ferrovias e hidrovias, a\u00e7\u00f5es encaradas como principal ant\u00eddoto contra a estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, n\u00e3o decolaram na velocidade desejada. O ano de 2012 chega ao fim carimbado como uma das piores execu\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias do setor de transportes nos \u00faltimos tempos. Esse cen\u00e1rio \u00e9 revelado a partir de informa\u00e7\u00f5es do Sistema de Administra\u00e7\u00e3o Financeira (Siafi). Os dados foram estruturados pela coordena\u00e7\u00e3o de infraestrutura do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea).<\/p>\n<p>O plano desenhado para as estradas federais previa a execu\u00e7\u00e3o total de R$ 13,627 bilh\u00f5es ao longo deste ano. At\u00e9 esta semana, apenas 48,3% desse montante &#8211; R$ 6,581 bilh\u00f5es &#8211; havia sido executado. O cen\u00e1rio projetado at\u00e9 31 de dezembro \u00e9 pouco estimulante. Se confirmada a m\u00e9dia hist\u00f3rica dos \u00faltimos anos relativa aos desembolsos feitos no \u00faltimo bimestre, a proje\u00e7\u00e3o aponta para uma execu\u00e7\u00e3o de apenas 57,9% do total previsto para as estradas federais, chegando a R$ 7,897 bilh\u00f5es no ano. \u00c9 preciso destacar ainda que quase 70% dessa execu\u00e7\u00e3o deve-se, exclusivamente, \u00e0 quita\u00e7\u00e3o de restos a pagar, ou seja, pagamento de contratos que foram firmados antes de 2012. Trata-se do resultado mais t\u00edmido registrado pelas rodovias desde 2008 (ver quadro).<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 diferente nas ferrovias. O transporte sobre trilhos, que contava com R$ 2,751 bilh\u00f5es para investimento neste ano, s\u00f3 recebeu R$ 740 milh\u00f5es at\u00e9 agora, o que equivale a apenas 26,9% do planejado. Dada a m\u00e9dia hist\u00f3rica de suas execu\u00e7\u00f5es anuais, chegar\u00e1 a 31 de dezembro com menos de um ter\u00e7o do total previsto, cerca de R$ 888 milh\u00f5es, o pior resultado desde 2007, quando teve in\u00edcio o segundo mandato do ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva.<\/p>\n<p>Mais complicada que a situa\u00e7\u00e3o de estradas e ferrovias \u00e9 a realidade encarada pelas hidrovias. As estradas de \u00e1gua, que j\u00e1 chegaram a ter um pacote de projetos idealizado pelo governo, acabaram praticamente exclu\u00eddas das prioridades do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC 2). As a\u00e7\u00f5es para melhorar o transporte pelos rios come\u00e7aram 2012 com previs\u00e3o de R$ 817,6 milh\u00f5es em investimento p\u00fablico. Chegaram a esta semana com execu\u00e7\u00e3o de R$ 309 milh\u00f5es (37,8% do total) e devem concluir o ano com, no m\u00e1ximo, 45,4% do previsto. Ser\u00e1 o resultado mais fraco dos \u00faltimos oito anos.<\/p>\n<p>&#8220;O governo iniciou o ano falando muito da necessidade de se ampliar os investimentos em infraestrutura, mas o cen\u00e1rio mostra, claramente, que ele n\u00e3o conseguiu deslanchar&#8221;, diz Carlos Campos, coordenador de infraestrutura econ\u00f4mica do Ipea.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio dos Transportes faz uma avalia\u00e7\u00e3o diferente deste cen\u00e1rio. Por meio de nota, a pasta declarou que, at\u00e9 o fim deste exerc\u00edcio, seu desempenho financeiro &#8220;se situar\u00e1 dentro da m\u00e9dia anual de execu\u00e7\u00e3o&#8221; do setor. &#8220;Cabe destacar que diversas obras priorit\u00e1rias foram conclu\u00eddas e outras de igual import\u00e2ncia para o pa\u00eds est\u00e3o em andamento, tais como a duplica\u00e7\u00e3o da BR-060\/GO (Goi\u00e2nia -Jata\u00ed) e a constru\u00e7\u00e3o da BR-448\/RS, BR-116\/RS, BR-163\/PA, empreendimentos cujo volume de execu\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante satisfat\u00f3rio&#8221;, informou o minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>&#8220;Devem-se considerar ainda as novas obras de manuten\u00e7\u00e3o, constru\u00e7\u00e3o, duplica\u00e7\u00e3o e adequa\u00e7\u00e3o de capacidade que ser\u00e3o contratadas e que permitir\u00e3o um grande avan\u00e7o nos n\u00edveis de investimento&#8221;, declarou a Pasta dos Transportes, sem detalhar essas informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo o minist\u00e9rio, o ano se valer\u00e1 ainda dos resultados que v\u00eam sendo alcan\u00e7ados com a &#8220;atua\u00e7\u00e3o destacada do Fundo da Marinha Mercante&#8221;, unidade vinculada \u00e0 pasta, que vem promovendo o financiamento de embarca\u00e7\u00f5es para a Marinha Mercante. &#8220;Atualmente h\u00e1 257 embarca\u00e7\u00f5es contratadas, al\u00e9m da gera\u00e7\u00e3o significativa de empregos&#8221;, afirmou o minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>No ano passado, a execu\u00e7\u00e3o de obras de transporte foi prejudicada por causa da crise de corrup\u00e7\u00e3o no setor, que explodiu em junho, levando \u00e0 queda da c\u00fapula do minist\u00e9rio e at\u00e9 \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria, por determina\u00e7\u00e3o da presidente Dilma Rousseff, de contrata\u00e7\u00f5es de obras p\u00fablicas. &#8220;Esperava-se que neste ano os projetos retomassem o ritmo, mas uma s\u00e9rie de problemas com a baixa qualidade de projetos de engenharia, a necessidade de fazer desapropria\u00e7\u00f5es e as dificuldades para obten\u00e7\u00e3o de licenciamento ambiental impactaram no resultado&#8221;, avalia Carlos Campos, do Ipea.<\/p>\n<p>Hoje, s\u00e3o raros os casos de obras do setor que n\u00e3o param nas malhas do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) ou do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF). \u00c9 o caso das prometidas obras de recupera\u00e7\u00e3o, restaura\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o das BRs 163 e 364, no Mato Grosso, principais rotas de escoamento da agroind\u00fastria do pa\u00eds. O or\u00e7amento total das obras chegava a R$ 247 milh\u00f5es. Depois de analisar os editais e projetos, o TCU encontrou falhas nos estudos, que levariam a um superfaturamento superior a R$ 28 milh\u00f5es. Nas duas rodovias, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) estimou uma largura m\u00e9dia de dois metros para os acostamentos, mas o pr\u00f3prio projeto licitado apontava para uma medida inferior. A licita\u00e7\u00e3o acabou suspensa em mar\u00e7o pelo Dnit. Na semana passada, a autarquia publicou um novo edital para contrata\u00e7\u00e3o das obras. A concorr\u00eancia ser\u00e1 realizada por meio do Regime Diferenciado de Contrata\u00e7\u00e3o (RDC), com o prop\u00f3sito de acelerar a execu\u00e7\u00e3o. Alguns trechos da BR-163 t\u00eam obras em andamento.<\/p>\n<p>Nas ferrovias Norte-Sul (FNS) e Oeste-Leste (Fiol), tocadas pela Valec, as obras pouco avan\u00e7aram neste ano, por conta de problemas semelhantes, al\u00e9m de uma enorme dificuldade para desembara\u00e7ar o n\u00f3 de milhares processos de desapropria\u00e7\u00f5es que se situam no tra\u00e7ado dos trilhos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Gr\u00e9cia anuncia mais 2 anos para pagar as contas<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O governo grego anunciou que o pa\u00eds ganhou mais dois anos para p\u00f4r as contas em ordem e que um pacote de ajuda estaria prestes a ser liberado. Mas l\u00edderes europeus classificam a declara\u00e7\u00e3o como &#8220;especula\u00e7\u00e3o&#8221;, enquanto a Alemanha sugere que Atenas seja colocada sob tutela internacional, adiantando que s\u00f3 aprovaria um acordo depois de ver os relat\u00f3rios preparados pela troica, grupo formado pela Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI). Pelo projeto, os gregos ter\u00e3o de demitir 25 mil funcion\u00e1rios p\u00fablicos em menos de dois anos.<\/p>\n<p>Caminhando para o sexto ano de recess\u00e3o seguido, com a economia encolhendo quase 20% nesse per\u00edodo, os gregos t\u00eam tido s\u00e9rios problemas para reduzir as d\u00edvidas. Pelos acordos com Bruxelas, as contas do pa\u00eds teriam de estar nos limites estabelecidos pela Europa at\u00e9 2014.<\/p>\n<p>A confus\u00e3o em torno da ajuda para a Gr\u00e9cia come\u00e7ou ontem quando o ministro de Finan\u00e7as Yannis Stournaras anunciou que a extens\u00e3o do prazo para 2016 havia sido aprovada. Com isso, os novos cortes nos gastos p\u00fablicos para os pr\u00f3ximos dois anos seriam de 13 bilh\u00f5es, e n\u00e3o 18,5 bilh\u00f5es como inicialmente estabelecido. Al\u00e9m disso, a Gr\u00e9cia receberia uma parcela de ajuda internacional de 31 bilh\u00f5es, dinheiro que evitaria a fal\u00eancia do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para o governo grego, um novo corte de gastos, sal\u00e1rios e demiss\u00f5es no ritmo que pediriam os europeus acabaria de sufocar a economia local, com efeitos pol\u00edticos e sociais profundos. Hoje, 25% da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 sem trabalho. O pacote seria votado pelo Parlamento na semana que vem. &#8220;Conseguimos a extens\u00e3o&#8221;, declarou Stournaras aos deputados. Segundo ele, a informa\u00e7\u00e3o seria divulgada hoje aos ministros da zona do euro.<\/p>\n<p>D\u00favida<\/p>\n<p>No restante da Europa, a declara\u00e7\u00e3o do ministro foi recebida com hesita\u00e7\u00e3o. O presidente do BCE, Mario Draghi, disse que nada havia sido finalizado. &#8220;Progressos foram feitos. Mas algumas partes precisam ser definidas.&#8221; Para o ministro de Finan\u00e7as da Alemanha, Wolfgang Schaueble, foi categ\u00f3rico: &#8220;Isso \u00e9 especula\u00e7\u00e3o. N\u00e3o posso confirmar nada ainda&#8221;.<\/p>\n<p>Um acordo sobre o pacote \u00e9 considerado fundamental nos esfor\u00e7os da Gr\u00e9cia para desbloquear novas parcelas do resgate que recebeu de Bruxelas, principalmente diante da constata\u00e7\u00e3o de que o governo pode ficar sem dinheiro para pagar suas contas em meados de novembro.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do ano, o segundo resgate inclu\u00eda um perd\u00e3o da d\u00edvida grega de 106 bilh\u00f5es. Mas com o fracasso no processo de privatiza\u00e7\u00e3o para levantar recursos e a recess\u00e3o, membros do pr\u00f3prio governo j\u00e1 indicam que a Gr\u00e9cia pode precisar de um terceiro pacote de ajuda.<\/p>\n<p>Interven\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A imprensa grega revelou ontem documentos internos do governo alem\u00e3o indicando que a Gr\u00e9cia poderia ser colocada sob tutela internacional, com suas contas controladas por Bruxelas. Para aprovar qualquer novo envio de dinheiro aos gregos, o Minist\u00e9rio de Finan\u00e7as da Alemanha sugere na pr\u00e1tica uma suspens\u00e3o da soberania financeira de Atenas. Parte da receita do governo grego com impostos, segundo o projeto, iria diretamente para uma conta fora do controle do Estado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Correio Braziliense\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3748\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3748","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-Ys","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3748","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3748"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3748\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3748"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3748"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3748"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}