{"id":3795,"date":"2012-11-04T20:35:47","date_gmt":"2012-11-04T20:35:47","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3795"},"modified":"2012-11-04T20:35:47","modified_gmt":"2012-11-04T20:35:47","slug":"sem-dignidade-nao-ha-paz-jornada-de-mobilizacoes-na-colombia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3795","title":{"rendered":"Sem dignidade n\u00e3o h\u00e1 paz: jornada de mobiliza\u00e7\u00f5es na Col\u00f4mbia"},"content":{"rendered":"\n<p>Por: Comiss\u00e3o de Comunica\u00e7\u00e3o da Marcha Patri\u00f3tica \/ Boletim Redher Col\u00f4mbia<\/p>\n<p>O pa\u00eds estremeceu. Mais de 300.000 colombianos tomaram as ruas, pra\u00e7as e avenidas para defender a paz com justi\u00e7a social, a inclus\u00e3o do movimento popular no processo de di\u00e1logo, o cessar-fogo bilateral e as reformas estruturais que reivindicam h\u00e1\u00a0d\u00e9cadas: educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e moradia foram apenas alguns dos pedidos lan\u00e7ados pelos cidad\u00e3os ao longo da semana da indigna\u00e7\u00e3o, convocada pela Marcha Patri\u00f3tica, Congresso dos Povos e Comosoc.<\/p>\n<p>Os camponeses, estudantes, donas de casa, jovens, l\u00edderes sociais e populares das principais cidades do pa\u00eds e das regi\u00f5es mais remotas foram novamente protagonistas de uma jornada que brilhou pelo irrestrito apoio \u00e0 paz com justi\u00e7a social.<\/p>\n<p>Em toda a Col\u00f4mbia a jornada foi considerada um sucesso. Alberto Castilla, porta-voz pol\u00edtico do Congresso dos Povos, destacou a imensid\u00e3o da jornada: &#8220;Para as organiza\u00e7\u00f5es participantes e organizadoras da semana de indigna\u00e7\u00e3o \u00e9 um prazer poder fazer um balan\u00e7o t\u00e3o positivo, pois se cumpriu com o proposto, de 4 a 12 de outubro. A sociedade colombiana se expressou frente aos temas que causam indigna\u00e7\u00e3o. As \u00e1reas de sa\u00fade e de seguridade social, as manifesta\u00e7\u00f5es de reivindica\u00e7\u00e3o por um modelo de sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m das mobiliza\u00e7\u00f5es nacionais nos campos colombianos s\u00e3o mostras do ac\u00famulo destas indigna\u00e7\u00f5es.&#8221;<\/p>\n<p>A luta pelas plataformas sociais se materializou na semana da indigna\u00e7\u00e3o. &#8220;Isso mostra que a unidade do campo popular avan\u00e7a entre as mulheres, os homens, os jovens, \u00e1reas rurais, ind\u00edgenas, afros. N\u00f3s conseguimos em um curto per\u00edodo avan\u00e7ar o que em muitos anos\u00a0 n\u00e3o hav\u00edamos podido, e se o modelo social colombiano impede a opini\u00e3o do povo colombiano, hoje vemos um povo que busca sempre mudar esta l\u00f3gica\u201d, explicou Gustavo Alturo, porta-voz do Comosoc.<\/p>\n<p>A semana da indigna\u00e7\u00e3o apresentou maratonas de protestos que iam desde reivindica\u00e7\u00f5es pontuais locais at\u00e9 demandas sociais hist\u00f3ricas como o direito \u00e0 moradia. Todas as peti\u00e7\u00f5es foram marcadas pelo sentimento do povo colombiano de ser protagonista dos ventos de paz que vive o pa\u00eds.<\/p>\n<p>E a paz com justi\u00e7a social foi a bandeira central da iniciativa. De acordo com David Florez, porta-voz da Marcha Patri\u00f3tica, a jornada \u00e9 uma mensagem para o Governo Santos: &#8220;a paz se discute com os setores sociais e populares&#8221;. A indigna\u00e7\u00e3o foi transformada em dignidade nas ruas, pra\u00e7as e estradas onde se reuniram os manifestantes, dando um impulso de esperan\u00e7a ao pa\u00eds, para n\u00e3o permitir que a empreitada de paz em que a Col\u00f4mbia se prepara para embarcar descarte a maioria da popula\u00e7\u00e3o. &#8220;N\u00e3o se pode falar de paz quando o conjunto do pa\u00eds se apresenta para protestar de maneira justa e pac\u00edfica. \u00c9 um discurso incoerente, quando os cidad\u00e3os v\u00e3o \u00e0s ruas e a repress\u00e3o indiscriminada se apresenta aos que acreditam na paz com justi\u00e7a social&#8221;, reiterou Florez, que chamou a seguir a necess\u00e1ria unidade das lutas sociais e populares, persistindo na exig\u00eancia de habilitar o povo colombiano para interagir nas mesas de negocia\u00e7\u00e3o de paz em vias de se estabelecer em Oslo, na Noruega, entre as FARC-EP e o Governo Nacional.<\/p>\n<p>No total, mais de 300.000 homens e mulheres se mobilizaram em 25 departamentos. Alguns deles, como Putumayo, Guaviare e Hu\u00edla, continuam em greves e mobiliza\u00e7\u00f5es. As jornadas estavam repletas de ideias e propostas, assim como de investidas dos Esquadr\u00f5es M\u00f3veis Anti-Motim (ESMAD) [Pol\u00edcia de Choque], que encerraram com viol\u00eancia indiscriminada e v\u00e1rias viola\u00e7\u00f5es dos direitos fundamentais dos cidad\u00e3os o dia da dignidade, convocado para o 12 de outubro, no \u00e2mbito da Greve Nacional.<\/p>\n<p>Assim se conclui a semana da indigna\u00e7\u00e3o, que \u00e9 apenas o pre\u00e2mbulo para futuras mobiliza\u00e7\u00f5es que encarnam o clamor popular da grande maioria dos colombianos.<\/p>\n<p>Sem dignidade, n\u00e3o h\u00e1\u00a0paz. Assim foi a Greve Nacional pela\u00a0 paz com justi\u00e7a social e garantia dos direitos fundamentais, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 sa\u00fade, ao trabalho decente e ao protesto. Milhares de pessoas em todo o territ\u00f3rio nacional foram \u00e0s ruas de 25 departamentos em passeatas, f\u00f3runs acad\u00eamicos, atividades culturais, acampamentos, vig\u00edlias, etc. As demandas de paz, justi\u00e7a social, de cessar-fogo bilateral, amplia\u00e7\u00e3o de tem\u00e1ticas e participa\u00e7\u00e3o ativa do movimento popular nas rodadas de di\u00e1logo foram fortemente reprimidas pela pol\u00edcia militarizada do ESMAD. Assim se fez \u00a0o dia da dignidade. <a href=\"http:\/\/www.ivoox.com\/transmision-radial-del-paro-nacional-12-octubre-audios-mp3_rf_1493272_1.html\" target=\"_blank\">http:\/\/www.ivoox.com\/transmision-radial-del-paro-nacional-12-octubre-audios-mp3_rf_1493272_1.html<\/a><\/p>\n<p>Encontro em Choc\u00f3<\/p>\n<p>Um dos momentos importantes das manifesta\u00e7\u00f5es, de acordo com o Boletim Reder Col\u00f4mbia, foi o encontro de afro-colombianos, ind\u00edgenas Ember\u00e1 Cham\u00ed, Kat\u00edos, Dovida, Waunnan, que navegaram e caminharam de San Juan, Taman\u00e1, Kap\u00e1, Atrato, Baud\u00f3, And\u00e1gueda, Ocaid\u00f3, zona Carretera, oeste de Risaralda, entre outros lugares, at\u00e9 a cidade de Quibd\u00f3 para manifestarem sua indigna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Indigna\u00e7\u00e3o porque seguimos padecendo com o rigor do esquecimento, do racismo, da discrimina\u00e7\u00e3o, da desigualdade e da marginaliza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>\u201cIndignados e indignadas porque a Col\u00f4mbia se esqueceu de Choc\u00f3, isso se falou muitas vezes, mas o esquecimento do que tanto se fala \u00e9 um esquecimento seletivo. Esquece-se de seu povo quando se trata de garantir nossa sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, alimenta\u00e7\u00e3o, moradia digna e bem-estar, mas se recorda de que temos ouro, minerais preciosos, madeira, biodiversidade, recursos que vendem, que levam, e a n\u00f3s, n\u00e3o nos deixam nada.<\/p>\n<p>\u201cIndignados e indignadas porque fumigam nossos cultivos de subsist\u00eancia, envenenando nossos rios, devastando nossos bosques e fazendo adoecer nossas crian\u00e7as\u201d.<\/p>\n<p>Indignados e indignadas porque se diz que Choc\u00f3 gera riqueza para o pa\u00eds.<\/p>\n<p>No Encontro Inter\u00e9tnico Popular \u2018Somos Chocoanos, Somos Colombianos, tamb\u00e9m constru\u00edmos a paz\u2019, declaramos:<\/p>\n<p>Nosso reconhecimento \u00e0s autoridades tradicionais dos ind\u00edgenas e afrodescendentes. Nossa valoriza\u00e7\u00e3o da riqueza, intelig\u00eancia e dignidade da gente de Choc\u00f3. Nossa insist\u00eancia na necessidade de unir esfor\u00e7os e propostas na defesa do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>A fim de analisar nossas realidades e situa\u00e7\u00f5es, exigimos:<\/p>\n<p>Sobre a Minera\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Somos conscientes de que a grande minera\u00e7\u00e3o transnacional rompe nossos processos, gera contamina\u00e7\u00e3o que danifica o territ\u00f3rio e altera o equil\u00edbrio do planeta. Ante isto, decidimos: \u00e9 necess\u00e1rio que o Estado ap\u00f3ie a pequena minera\u00e7\u00e3o para melhorar a extra\u00e7\u00e3o, com melhores procedimentos t\u00e9cnicos para n\u00e3o contaminar a natureza.<\/p>\n<p>O Estado deve garantir nossa perman\u00eancia nos territ\u00f3rios em vez de d\u00e1-los de presente \u00e0s multinacionais.<\/p>\n<p>N\u00f3s, as comunidades, devemos ser levadas em conta na participa\u00e7\u00e3o e uso das concess\u00f5es. Continuaremos defendendo a consulta pr\u00e9via, com consentimento livre e informado como um direito das comunidades. Faremos enfrentamento a todas as propostas que pretendam ir contra este direito.<\/p>\n<p>Trabalharemos tamb\u00e9m por exigir a derroga\u00e7\u00e3o imediata de todos os t\u00edtulos de minera\u00e7\u00e3o entregues \u00e0s empresas transnacionais nos territ\u00f3rios coletivos dos pueblos afro e ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Declaramo-nos contra a megaminera\u00e7\u00e3o e a presen\u00e7a de empresas transnacionais que saqueiam nossos territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>Cultivo de uso il\u00edcito e fumiga\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>Para nossas comunidades os cultivos de uso il\u00edcito se d\u00e3o como uma alternativa econ\u00f4mica ante o descuido do Estado. Por essa raz\u00e3o, consideramos:<\/p>\n<p>Recha\u00e7amos de maneira contundente as fumiga\u00e7\u00f5es, pr\u00e1tica que n\u00e3o s\u00f3\u00a0afeta a folha de coca, mas tamb\u00e9m acaba com a comida de nossas comunidades, gerando deslocamentos for\u00e7ados, escassez de alimentos, enfermidades \u00e0s nossas crian\u00e7as e mulheres, bem como a contamina\u00e7\u00e3o do nosso ambiente.<\/p>\n<p>Deve-se substituir os cultivos de uso il\u00edcito por cultivos que permitam o bem-estar de nossas comunidades, garantindo sua produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As aspers\u00f5es a\u00e9reas t\u00eam afetado gravemente o bem-estar das comunidades, por essas raz\u00f5es os povos de Choc\u00f3\u00a0temos protestado em numerosas ocasi\u00f5es e hoje exigimos uma Mesa de Negocia\u00e7\u00e3o para tratar do tema e encontrar coletivamente sa\u00eddas que nos permitam construir alternativas.<\/p>\n<p>Vida Digna e Bem-estar:<\/p>\n<p>Exigimos do Estado a garantia do direito \u00e0\u00a0 sa\u00fade e o direito \u00e0\u00a0educa\u00e7\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es dignas, respeitando a diversidade cultural, nossos conhecimentos ancestrais e tradicionais, garantindo a dignidade dos povos.<\/p>\n<p>Nomea\u00e7\u00e3o de professores \u00e0s nossas escolas de maneira oportuna.<\/p>\n<p>Necessitamos de apoio do Estado para ter centros de sa\u00fade equipados e com pessoal capacitado das pr\u00f3prias comunidades que conhe\u00e7am o contexto, a realidade dos territ\u00f3rios e planos de preven\u00e7\u00e3o, promo\u00e7\u00e3o e aten\u00e7\u00e3o em sa\u00fade.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio aproveitar a \u00e1gua e a riqueza natural para que se construam aquedutos, rede de esgoto e energia el\u00e9trica dentro das comunidades.<\/p>\n<p>Soberania e autonomia alimentar:<\/p>\n<p>Nossa soberania e autonomia alimentar se v\u00eaem afetadas porque, dentre outros, h\u00e1\u00a0um grande problema de fertilidade do solo que prejudica a produ\u00e7\u00e3o de alimentos. Parece que a terra j\u00e1\u00a0 n\u00e3o est\u00e1\u00a0gerando os mesmos frutos, que um terreno fornece duas colheitas e logo j\u00e1 n\u00e3o produz mais e em muitos lugares a terra n\u00e3o produz. Esta situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode atribuir-se \u00e0 superexplora\u00e7\u00e3o do terreno, pois nessas zonas n\u00e3o se desenvolveu agricultura intensiva. Vemos algo similar com a cria\u00e7\u00e3o de galinhas: as galinhas p\u00f5em ovos normalmente, mas os filhotes n\u00e3o sobrevivem, ou \u00e0s vezes n\u00e3o p\u00f5em ovos, ou dos ovos n\u00e3o saem filhotes.<\/p>\n<p>Em v\u00e1rias zonas se apresentam graves casos de pragas que afetam a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. O besouro-bicudo afeta os cultivos de p\u00eassego em Novita e em Tad\u00f3. O abacaxi, o coco, a cana e outros cultivos tamb\u00e9m t\u00eam esse problema. No m\u00e9dio San Juan denunciou-se que os cultivos da comunidade est\u00e3o sendo afetados por pragas de lagartas. Pensamos que pode ser resultado das fumiga\u00e7\u00f5es para nos condenar ainda mais \u00e0 fome e nos obrigar a abandonar nossos territ\u00f3rios, facilitando assim a explora\u00e7\u00e3o indiscriminada a que ser\u00e3o submetidos.<\/p>\n<p>A falta de fertilidade da terra deve ser investigada pelas autoridades nacionais e departamentais para se tomar medidas sobre o assunto, pois ainda n\u00e3o est\u00e3o claras as causas deste fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>A esta\u00e7\u00e3o das chuvas tamb\u00e9m afetou gravemente as comunidades e a produ\u00e7\u00e3o de alimentos. A aus\u00eancia do manejo apropriado do territ\u00f3rio e a contamina\u00e7\u00e3o t\u00eam gerado inunda\u00e7\u00f5es e problemas que n\u00e3o tem sido devidamente atendidos pelo governo.<\/p>\n<p>Propomos um plano de conting\u00eancia para garantir a produ\u00e7\u00e3o alimentar, conservando nossas pr\u00e1ticas culturais, garantindo assim nossa soberania e autonomia alimentar.<\/p>\n<p>Paz com justi\u00e7a social e solu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Conflito<\/p>\n<p>Em mat\u00e9ria de paz, afirmamos que a solu\u00e7\u00e3o do conflito se constr\u00f3i de forma coletiva e unificada entre os afros, camponeses, ind\u00edgenas e o conjunto da sociedade, e se faz necess\u00e1rio que se tenha em conta as organiza\u00e7\u00f5es sociais e suas propostas constru\u00eddas de maneira coletiva.<\/p>\n<p>A nosso ju\u00edzo, para solucionar o conflito e alcan\u00e7ar a paz no departamento, deve-se garantir a vida digna, deter as fumiga\u00e7\u00f5es, deter as concess\u00f5es \u00e0s grandes transnacionais de minera\u00e7\u00e3o, porque se est\u00e1\u00a0violando o direito \u00e0 terra.<\/p>\n<p>N\u00e3o estamos de acordo com a militariza\u00e7\u00e3o em territ\u00f3rios ind\u00edgenas e\u00a0 afros.<\/p>\n<p>Manifestamo-nos resolutamente na luta pela paz com justi\u00e7a social. Por isso, reivindicamos do Estado colombiano a sa\u00edda pol\u00edtica e negociada do conflito e a real vontade de acabar com os grandes problemas que geram a iniquidade e a exclus\u00e3o social.<\/p>\n<p>Apoiamos tamb\u00e9m a negocia\u00e7\u00e3o com a insurg\u00eancia em geral, por\u00e9m com a plena participa\u00e7\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es sociais e comunidades que temos sido diretamente afetados por este grande conflito.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, queremos manifestar nosso apoio \u00e0\u00a0 justa luta que travam os estudantes da Universidade Tecnol\u00f3gica de Choc\u00f3, na defesa da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica e bem-estar universit\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nPCB\n\n\n\n\n\n\n\n\nConclu\u00edda com \u00eaxito a Jornada pela dignidade na Col\u00f4mbia, chamada pela Marcha Patri\u00f3tica,\u00a0 Congresso dos Povos e Comosoc.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3795\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-3795","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c39-colombia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-Zd","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3795","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3795"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3795\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3795"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3795"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3795"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}