{"id":399,"date":"2010-04-16T14:01:25","date_gmt":"2010-04-16T14:01:25","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=399"},"modified":"2010-04-16T14:01:25","modified_gmt":"2010-04-16T14:01:25","slug":"jornada-do-mst-chega-a-42-ocupacoes-de-latifundios-pela-reforma-agraria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/399","title":{"rendered":"Jornada do MST chega a 42 ocupa\u00e7\u00f5es de latif\u00fandios pela Reforma Agr\u00e1ria"},"content":{"rendered":"\n<p>em defesa do assentamento das 90 mil fam\u00edlias acampadas, pela atualiza\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de produtividade e por pol\u00edticas p\u00fablicas para as \u00e1reas de Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n<p>O MST cobra os compromissos assumidos pelo governo federal, depois da jornada de agosto, que ainda n\u00e3o foram cumpridos.<\/p>\n<p>\u201cQueremos apresentar na jornada a nossa pauta de reivindica\u00e7\u00f5es, que est\u00e1 amarela\u201d, afirma o integrante da coordena\u00e7\u00e3o nacional do MST, Jo\u00e3o Paulo Rodrigues.<\/p>\n<p>A maioria das \u00e1reas ocupadas j\u00e1 foram classificadas como improdutivas em vistorias do Incra, mas ainda n\u00e3o foram desapropriadas e destinadas \u00e0 Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n<p>A jornada denuncia tamb\u00e9m o processo de repress\u00e3o de desmoraliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais, realizada pela bancada ruralista, por setores do Poder Judici\u00e1rios e pelo m\u00eddia burguesa, com o lema \u201cLutar N\u00e3o \u00e9 Crime\u201d.<\/p>\n<p>\u201cVamos combater a campanha da CNA com ocupa\u00e7\u00f5es de latif\u00fandios\u201d, afirmou Jo\u00e3o Paulo, em refer\u00eancia \u00e0 tentativa de criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais do campo pelos latifundi\u00e1rios.<\/p>\n<p>O MST realiza mobiliza\u00e7\u00f5es em todo o pa\u00eds na semana do Dia Nacional de Luta pela Reforma Agr\u00e1ria, em 17 de Abril, que foi institu\u00eddo no governo Fernando Henrique Cardoso, em 2002, em mem\u00f3ria dos 19 Sem-terras assassinados no Massacre de Eldorado de Caraj\u00e1s, em 1996.<\/p>\n<p>Com o lema \u201cLutar n\u00e3o \u00e9 crime\u201d, o MST exige o assentamento das 90 mil fam\u00edlias acampadas em todo o Brasil; a atualiza\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de produtividade; a garantia de recursos para as desapropria\u00e7\u00f5es e investimentos p\u00fablicos nos assentamentos (cr\u00e9dito para produ\u00e7\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o rural, educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade).<\/p>\n<p>Foram ocupados latif\u00fandios em Pernambuco (19), S\u00e3o Paulo (9), Para\u00edba (5), Sergipe (3), Cear\u00e1 (2), Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul (uma em cada estado).<\/p>\n<p>Os Sem Terra fizeram tamb\u00e9m protestos em pr\u00e9dios p\u00fablicos por apoio aos assentamentos, em S\u00e3o Paulo (ocupa\u00e7\u00e3o do Incra em Bauru e Itesp em Itaber\u00e1), Paran\u00e1 (acampamento em frente ao Incra em Curitiba), Mato Grosso (acampamento em frente ao Incra em Cuiab\u00e1), Goi\u00e1s (marcha com 850 trabalhadores rurais), Rio de Janeiro (sede da Justi\u00e7a Federal em Itaperuna), Alagoas (ocupa\u00e7\u00e3o de cinco prefeituras), Rio Grande do Norte (ocupa\u00e7\u00e3o da prefeitura de Mossor\u00f3), Cear\u00e1 (prefeitura de Itapi\u00fana) e Par\u00e1 (dois acampamentos, em Eldorado de Caraj\u00e1s e Bel\u00e9m).<\/p>\n<p><em>Abaixo, um panorama geral, por estado, das manifesta\u00e7\u00f5es na Jornada de Lutas pela Reforma Agr\u00e1ria.<\/em><\/p>\n<p><strong>Alagoas<\/strong><\/p>\n<p>Desde domingo, mais de sete manifesta\u00e7\u00f5es foram realizadas no estado. Foram ocupados dois latif\u00fandios e as prefeituras de Delmiro Gouveia, Inhapi, Olho d&#8217;\u00c1gua do Casado, Girau do Ponciano e Atalaia. Ainda, com a negativa do prefeito em receber a marcha do MST em Atalaia, os manifestantes decidiram bloquear a rodovia BR-316, que passa pelo munic\u00edpio.<\/p>\n<p><strong>Cear\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Mais de 600 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Conselhos Populares ocuparam, na manh\u00e3 desta quinta-feira (15\/4), o S\u00edtio S\u00e3o Jorge, uma fazenda de 800 hectares localizada entre a Avenida Perimetral e a Avenida I, no bairro Jos\u00e9 Walter, em Fortaleza. Outras a\u00e7\u00f5es est\u00e3o ocorrendo, como \u00e9 o caso da ocupa\u00e7\u00e3o, por 100 fam\u00edlias, da fazenda Currais Novos, em Madalena, tamb\u00e9m nesta quinta-feira (15\/4) e da ocupa\u00e7\u00e3o, por 200 assentados, da prefeitura de Itapi\u00fana, no norte cearense.<\/p>\n<p><strong>Distrito Federal<\/strong><\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o de Legisla\u00e7\u00e3o Participativa (CLP) realizou na quarta-feira (14\/4), audi\u00eancia p\u00fablica para discutir a criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais no Brasil e as causas da viol\u00eancia no campo. Participaram Jo\u00e3o Pedro Stedile, do MST, Sergio Sauer e o deputado federal Dr. Rosinha, Coordenador da Frente Parlamentar da Terra. Foi feito um balan\u00e7o geral do processo de criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos do campo e de momentos simb\u00f3licos de repress\u00e3o como o assassinato de Dorothy Stang, o Massacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s. Ainda, o integrante da dire\u00e7\u00e3o nacional do MST Jo\u00e3o Pedro Stedile defendeu mudan\u00e7as no modelo de Reforma Agr\u00e1ria brasileiro. De acordo com ele, \u00e9 preciso combinar as desapropria\u00e7\u00f5es, com o est\u00edmulo \u00e0s agroind\u00fastrias, sob t\u00e9cnicas advindas da agroecologia e a educa\u00e7\u00e3o no campo.<\/p>\n<p><strong>Goi\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>Em Goi\u00e2nia, cerca de 850 Sem Terra est\u00e3o em marcha desde segunda-feira (12\/4). Sa\u00edram de Itabera\u00ed rumo \u00e0 capital Goi\u00e2nia, num percurso de 100 quil\u00f4metros, que deve terminar nesta sexta-feira. Na capital, onde devem ficar at\u00e9 dia 23\/4, haver\u00e1 negocia\u00e7\u00f5es com o Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra) e o governo do estado, para discutir obten\u00e7\u00e3o de terras para a Reforma Agr\u00e1ria e pol\u00edtica de infra-estrutura em assentamentos do estado.<\/p>\n<p><strong>Maranh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A Caravana dos Povos do Maranh\u00e3o e Par\u00e1 terminou com uma grande plen\u00e1ria e v\u00e1rios protestos contra a empresa Vale na regi\u00e3o, em A\u00e7ail\u00e2ndia (MA), no s\u00e1bado. As atividades deram in\u00edcio \u00e0 Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agr\u00e1ria no estado. Reunidos desde segunda-feira (5\/4), a Caravana, composta por representantes de seis pa\u00edses, percorreu v\u00e1rias cidades do Par\u00e1 e Maranh\u00e3o debatendo os impactos da Mineradora Vale e trocando experi\u00eancias de lutas dos diversos pa\u00edses contra a Empresa.<\/p>\n<p><strong>Mato Grosso<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 200 homens e mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Mato Grosso, em Cuiab\u00e1, montaram acampamento nesta segunda-feira (12\/4) em frente ao Instituto de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra), iniciando a Jornada de Lutas por Reforma Agr\u00e1ria, que acontece no m\u00eas de abril em todo o Brasil. Acampados em frente ao Incra, os Sem Terra, que vivem em acampamentos e assentamentos no interior do Estado, v\u00e3o cobrar novamente a pauta proposta ano passado e que em nenhum ponto foi cumprida. Eles querem, essencialmente, o assentamento de 2.500 fam\u00edlias e estrutura para os assentamentos.<\/p>\n<p><strong>Para\u00edba<\/strong><\/p>\n<p>Foram ocupados cinco latif\u00fandios na Para\u00edba nos munic\u00edpios de Uirauna, Vale do Pianc\u00f3, Santa Rita, Cabeceiras e Algod\u00e3o de Jandaira. Na segunda-feira, 300 fam\u00edlias montaram acampamento na rodovia PB-415, pr\u00f3ximo ao munic\u00edpio de Uira\u00fana, sert\u00e3o da Para\u00edba, para reivindicar a desapropria\u00e7\u00e3o de tr\u00eas im\u00f3veis rurais: a fazenda Rio do Peixe, com 900 hectares, a fazenda Val Para\u00edso, com 1500 hectares, e a fazenda Canad\u00e1, com 700 hectares. J\u00e1 na regi\u00e3o do Vale do Pianc\u00f3, 60 fam\u00edlias ocuparam a fazenda Riach\u00e3o, no munic\u00edpio de Ibiara.<\/p>\n<p><strong>Par\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Neste ano, em sua quinta edi\u00e7\u00e3o, o Acampamento acontece desde o \u00faltimo s\u00e1bado na entrada do assentamento 17 de abril (PA 275), onde hoje est\u00e3o assentadas as 699 fam\u00edlias que conquistaram a terra logo ap\u00f3s o massacre. O Acampamento conta com a participa\u00e7\u00e3o de 250 jovens do MST, FETAGRI e jovens convidados da UES (Uni\u00e3o dos Estudantes do Ensino Superior de Santar\u00e9m), que todos os dias fazem estudos sobre a realidade da juventude, sexualidade e sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, cultura e comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Todos os dias a rodovia PA 275 \u00e9 interditada \u00e0s 17h30 (hora do in\u00edcio do massacre) por 19 minutos, em lembran\u00e7a aos 19 militantes assassinados na curva do \u201cS\u201d pela Pol\u00edcia Militar do estado do Par\u00e1. Desde 2006, quando o massacre de Eldorado do Caraj\u00e1s completou 10 anos, o MST realiza no Par\u00e1 o Acampamento Pedag\u00f3gico da Juventude Camponesa, com diversas atividades.<\/p>\n<p>Na capital, Bel\u00e9m, ser\u00e1 montado um grande acampamento na Pra\u00e7a M\u00e1rtires de Abril, de 16 a 20 deste m\u00eas, com 1000 pessoas.<\/p>\n<p><strong>Paran\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Na ter\u00e7a-feira, cerca de 1.000 trabalhadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Paran\u00e1 chegaram a Curitiba para participar da Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agr\u00e1ria. Pela manh\u00e3, no Monumento Antonio Tavares, BR 277, houve o ato de abertura da mobiliza\u00e7\u00e3o, com o lema \u201cLutar n\u00e3o \u00e9 crime\u201d.<\/p>\n<p>Depois do ato, os Sem Terra seguiram em caminhada at\u00e9 a Superintend\u00eancia Regional do INCRA, onde foi entregue uma pauta de reivindica\u00e7\u00f5es. Durante a mobiliza\u00e7\u00e3o ser\u00e3o realizadas negocia\u00e7\u00f5es com o Incra, Banco do Brasil, Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e secretarias estaduais. Para o dia 16\/4, sexta-feira, est\u00e1 prevista uma Audi\u00eancia com autoridades estaduais e federais no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.<\/p>\n<p><strong>Pernambuco<\/strong><\/p>\n<p>Desde domingo (11), 2850 fam\u00edlias ocuparam 19 latif\u00fandios, em Pernambuco. As ocupa\u00e7\u00f5es foram feitas em diversas regi\u00f5es do estado e fazem parte da Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agr\u00e1ria. As a\u00e7\u00f5es da jornada denunciam trabalho escravo, d\u00edvidas das usinas com a uni\u00e3o e extrema pobreza no campo pernambucano.<\/p>\n<p><strong>Rio de Janeiro<\/strong><\/p>\n<p>Na quarta-feira, diversas fam\u00edlias Sem Terra se mobilizar\u00e3o em frente \u00e0 sede da Justi\u00e7a Federal, na cidade de Itaperuna, norte do Rio de Janeiro. O objetivo \u00e9 pressionar a Justi\u00e7a federal para dar a imiss\u00e3o na posse da Fazenda Santa Maria, para o assentamento das fam\u00edlias. Em 2008, o Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (INCRA) entrou com o pedido de desapropria\u00e7\u00e3o, embargado agora no Judici\u00e1rio. Mais a\u00e7\u00f5es ocorrem no estado at\u00e9 o fim do m\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Rio Grande do Norte<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 350 fam\u00edlias ocuparam a prefeitura de Mossor\u00f3 (RN) nesta quinta-feira (15\/4), para apresentar uma pauta de reivindica\u00e7\u00f5es que envolve o abastecimento de \u00e1gua aos assentamentos e acampamentos, investimentos em sa\u00fade, infra-estrutura para as escolas, coleta seletiva e reciclagem, transporte e comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos agr\u00edcolas dos assentamentos. Na regi\u00e3o de Mossor\u00f3, existem onze assentamentos, e mais de mil fam\u00edlias ainda vivem em baixo da lona preta, distribu\u00eddas em tr\u00eas acampamentos do MST.<\/p>\n<p><strong>Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 200 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Rio Grande do Sul ocupam neste momento uma fazenda na cidade de Sananduva, no Norte do estado. A Fazenda Bela Vista possui 500 hectares. O propriet\u00e1rio da \u00e1rea possui d\u00edvidas com o Banco do Brasil e a \u00e1rea ainda \u00e9 alvo de crime ambiental.<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>Desde segunda-feira, cerca de 3000 trabalhadores Sem Terra fizeram nove ocupa\u00e7\u00f5es no estado de S\u00e3o Paulo. As a\u00e7\u00f5es foram feitas em diversas regi\u00f5es do estado, como Ribeir\u00e3o Preto, Iaras, Campinas, Itapeva, Bauru, S\u00e3o Paulo, dentre outras. As a\u00e7\u00f5es foram direcionadas aos \u00f3rg\u00e3os do estado, como INCRA e o Instituto de Terras do Estado de S\u00e3o Paulo (Itesp), al\u00e9m de latif\u00fandios improdutivos. Diversas pautas foram apresentadas, como a desapropria\u00e7\u00e3o de \u00e1reas, incluindo a \u00e1rea grilada utilizada pela Cutrale.<\/p>\n<p><strong>Santa Catarina<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 200 fam\u00edlias ocuparam, nesta ter\u00e7a-feira (13\/4), uma fazenda em Curitibanos, na regi\u00e3o serrana de Santa Catarina. A \u00e1rea, a fazenda Xaxim, j\u00e1 tem decreto de desapropria\u00e7\u00e3o e estava pronta para a posse dos Sem Terra, mas o propriet\u00e1rio entrou com uma a\u00e7\u00e3o no Tribunal Regional Federal de Porto Alegre e suspendeu a decis\u00e3o do Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra). A ocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma forma de pressionar por uma decis\u00e3o favor\u00e1vel e garantir a \u00e1rea aos trabalhadores rurais. Em Santa Catarina, cerca de duas mil fam\u00edlias vivem acampadas.<\/p>\n<p><strong>Sergipe<\/strong><\/p>\n<p>Na manh\u00e3 de quinta-feira (15\/4), 100 fam\u00edlias ocuparam a fazenda S\u00e3o Luiz, em Po\u00e7o Redondo. Na ter\u00e7a-feira (13\/4), outras duas fazendas foram ocupadas no estado. A \u00c1gua Branca, tamb\u00e9m conhecida como S\u00e3o Jos\u00e9, foi ocupada por 50 fam\u00edlias, no munic\u00edpio de Est\u00e2ncia. Na mesma cidade, 50 fam\u00edlias ocuparam ainda a fazenda Rio Fundo.<\/p>\n<p><strong>Informa\u00e7\u00f5es \u00e0 imprensa<\/strong><\/p>\n<p>Mayr\u00e1 Lima (DF)- 61- 9684-6534<\/p>\n<p> Igor Felippe Santos (SP)- 11-3361-3866\/ 9690-3614<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: MST\n\n\n\n\nA jornada de lutas do MST chegou a 42 ocupa\u00e7\u00e3o de latif\u00fandios, protestos em pr\u00e9dios p\u00fablicos e marchas em 16 estados,\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/399\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[20],"tags":[],"class_list":["post-399","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c1-popular"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6r","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/399","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=399"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/399\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=399"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=399"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=399"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}