{"id":4055,"date":"2012-12-18T19:28:12","date_gmt":"2012-12-18T19:28:12","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4055"},"modified":"2012-12-18T19:28:12","modified_gmt":"2012-12-18T19:28:12","slug":"dois-conflitos-entre-o-stf-e-o-legislativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4055","title":{"rendered":"Dois conflitos entre o STF e o Legislativo"},"content":{"rendered":"\n<p>O Congresso Nacional amanhece hoje sob um clima de incerteza quanto \u00e0 aprecia\u00e7\u00e3o nesta semana do veto da presidente Dilma Rousseff \u00e0 nova forma de distribui\u00e7\u00e3o dos royalties do pr\u00e9-sal.<\/p>\n<p>Ontem, a sess\u00e3o do Congresso Nacional em que seria votado o veto chegou a ser agendada pelo presidente do Senado, Jos\u00e9 Sarney (PMDB-AP), para as 19h de hoje. Poucas horas depois, por\u00e9m, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, concedeu uma liminar que suspendeu a tramita\u00e7\u00e3o do veto nesta sess\u00e3o, s\u00f3 podendo ser apreciado se forem cumpridas algumas exig\u00eancias. Ele atendeu, em liminar, a um pedido feito pelo deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ), em mandado de seguran\u00e7a impetrado na quinta-feira.<\/p>\n<p>Pela decis\u00e3o do ministro, a Mesa Diretora do Congresso ter\u00e1 de se abster de deliberar sobre o veto parcial \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o dos royalties at\u00e9 que todos os demais vetos de outras leis sejam analisados pelo Congresso. Estimativas indicam que h\u00e1 aproximadamente 3 mil vetos anteriores \u00e0 lei dos royalties do petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Na semana passada, o Congresso Nacional aprovou requerimento para que o veto parcial nessa lei tivesse prefer\u00eancia sobre os demais.<\/p>\n<p>A rea\u00e7\u00e3o no Congresso \u00e0 liminar concedida pelo ministro Fux foi imediata. Sarney disse que iria recorrer da decis\u00e3o na manh\u00e3 de hoje. &#8220;N\u00f3s n\u00e3o recebemos ainda oficialmente qualquer comunica\u00e7\u00e3o nesse sentido. Mas determinei \u00e0 Advocacia-Geral do Senado, de acordo com as solicita\u00e7\u00f5es que ouvi de quase a totalidade dos nossos colegas, que o Senado entrasse at\u00e9 amanh\u00e3 [hoje] de manh\u00e3, com um pedido de reconsidera\u00e7\u00e3o e um agravo de instrumento para que o plen\u00e1rio do Supremo possa apreciar a mat\u00e9ria.&#8221;<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, o senador Eun\u00edcio Oliveira (PMDB-CE) apresentou a ele uma quest\u00e3o de ordem para verificar se a sess\u00e3o do Congresso de hoje estava mantida para a vota\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos financeiros. O presidente do Senado confirmou que sim. Era o in\u00edcio de uma nova opera\u00e7\u00e3o pol\u00edtica para derrubar o veto.<\/p>\n<p>Quase que simultaneamente, o presidente da C\u00e2mara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), defensor da derrubada do veto, a explicitava. &#8220;A liminar n\u00e3o \u00e9 impedimento porque podemos votar todos os vetos. N\u00e3o h\u00e1 dificuldades para votar amanh\u00e3 ou quarta-feira. J\u00e1 votamos aqui 2 mil vetos de uma s\u00f3 vez&#8221;, disse o presidente da C\u00e2mara.<\/p>\n<p>Desse modo, deputados e senadores podem hoje se reunir para, atendendo \u00e0 liminar de Fux, votar centenas de vetos em bloco at\u00e9 chegar ao principal deles, o dos royalties. A pressa \u00e9 grande, pois prefeitos e governadores de munic\u00edpios e Estados n\u00e3o confrontantes contam com os recursos para, respectivamente, o in\u00edcio e a segunda metade de suas gest\u00f5es. Sarney chegou a defender que o veto poderia ter sido votado j\u00e1 na semana passada. &#8220;Pelo regimento, tem que se marcar imediatamente a sess\u00e3o. Ali\u00e1s, o regimento permitiria que fosse votado at\u00e9 naquele mesmo dia&#8221;, declarou.<\/p>\n<p>O presidente do Congresso tamb\u00e9m afirmou ter consultado os l\u00edderes partid\u00e1rios, que concordaram em convocar a sess\u00e3o de hoje, e criticou a judicializa\u00e7\u00e3o do debate. &#8220;Essa \u00e9 uma coisa que n\u00e3o est\u00e1 sendo boa para o Brasil. N\u00f3s estamos judicializando cada vez mais a pol\u00edtica e como consequ\u00eancia, politizando a Justi\u00e7a&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, Sarney ignorou n\u00e3o s\u00f3 a resposta jur\u00eddica dos Estados produtores \u00e0 sess\u00e3o convocada na semana passada, como tamb\u00e9m o apelo pol\u00edtico feito ontem por parlamentares desses Estados para que a sess\u00e3o fosse adiada para 2013. A vice-presidente da C\u00e2mara, Rose de Freitas (PMDB-ES), voltou ontem a defender uma sa\u00edda pol\u00edtica para a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p>\u00c1rea total com transg\u00eanicos tende a crescer 14% no Brasil<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A \u00e1rea plantada com sementes geneticamente modificadas de soja, milho e algod\u00e3o dever\u00e1 somar 37,1 milh\u00f5es de hectares no Brasil nesta safra 2012\/13, um aumento de 4,6 milh\u00f5es de hectares (14%) sobre o ciclo anterior, segundo levantamento atualizado pela consultoria C\u00e9leres. A soja mant\u00e9m-se na lideran\u00e7a, com 24,4 milh\u00f5es de hectares (65,7% da \u00e1rea total), seguida por milho (ver\u00e3o e inverno), com 12,2 milh\u00f5es de hectares (32,9% do total) e algod\u00e3o, com 0,55 milh\u00e3o de hectares (1,5%).<\/p>\n<p>O milho de inverno deve ter taxa de ado\u00e7\u00e3o de 87,8%, ou 6,9 milh\u00f5es de hectares a serem plantados com h\u00edbridos transg\u00eanicos em 2012\/13, crescimento de 1,2 milh\u00e3o de hectares em rela\u00e7\u00e3o a 2011\/12. Para a safra ver\u00e3o, a expectativa \u00e9 de que a taxa de ado\u00e7\u00e3o chegue aos 5,3 milh\u00f5es de hectares, ou 64,8%, o que representa aumento de 305 mil hectares se comparado ao plantio 2011\/12. Somando as duas safras, 76,1% (12,2 milh\u00f5es de hectares) da \u00e1rea total plantada com milho utilizou a biotecnologia. H\u00e1 cinco anos, a ado\u00e7\u00e3o total era de 1,2 milh\u00e3o de hectares.<\/p>\n<p>Na soja, a previs\u00e3o da C\u00e9leres \u00e9 que 88,8% da estimativa atual de plantio para a safra atual utilize eventos biotecnol\u00f3gicos. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 temporada anterior, projeta-se um crescimento de 3 milh\u00f5es de hectares. J\u00e1 a cultura do algod\u00e3o dever\u00e1 ocupar 50,1% da \u00e1rea total prevista, chegando a 546,7 mil hectares.<\/p>\n<hr \/>\n<p>ANP v\u00ea grande potencial para g\u00e1s<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>A diretora-geral da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo (ANP), Magda Chambriard, afirma que s\u00f3 4,5% das bacias terrestres s\u00e3o exploradas hoje<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o no Congresso sobre os royalties pode inviabilizar a 11\u00aa rodada do p\u00f3s-sal e a primeira do pr\u00e9-sal para 2013?<\/p>\n<p>As quest\u00f5es da distribui\u00e7\u00e3o futura e da al\u00edquota j\u00e1 est\u00e3o acertadas. O que est\u00e1 se discutindo agora \u00e9 o passado(contratos em vigor). Ent\u00e3o eu acredito que aquela possibilidade de questionamento da 11\u00aa rodada n\u00e3o existe mais. Acredito que a discuss\u00e3o atual no Congresso n\u00e3o atrapalhar\u00e1, porque tanto a al\u00edquota quanto a distribui\u00e7\u00e3o futura est\u00e3o relativamente pacificadas. Mas precisa ter a lei.<\/p>\n<p>Espera-se que a lei seja sancionada?<\/p>\n<p>Acredito que o futuro, sobre al\u00edquota e distribui\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 sancionado. A discuss\u00e3o se tem veto ou n\u00e3o, como ser\u00e1 a distribui\u00e7\u00e3o, \u00e9 sobre os contratos em vigor, isso n\u00e3o atrapalha a rodada.<\/p>\n<p>A ANP j\u00e1 est\u00e1 preparando o leil\u00e3o do pr\u00e9-sal?<\/p>\n<p>Estamos fazendo a minuta do contrato de partilha para submeter ao Minist\u00e9rio de Minas e Energia. J\u00e1 estamos estudando \u00e1reas para sugerir ao CNPE (Conselho Nacional de Pol\u00edtica Energ\u00e9tica) para licitar. O campo de Libra (Bacia de Santos)continua sendo uma coisa maravilhosa e \u00edmpar no mundo, para ser licitado.<\/p>\n<p>Qual vai ser o foco da 11\u00aa rodada?<\/p>\n<p>O foco \u00e9 a margem equatorial, do Rio Grande do Norte ao Par\u00e1. Mas a defini\u00e7\u00e3o dos blocos s\u00f3 quando o CNPE apresentar \u00e0 presidente Dilma Rousseff, e ela referendar.<\/p>\n<p>Qual \u00e9 a estimativa de arrecada\u00e7\u00e3o com b\u00f4nus?<\/p>\n<p>\u00c9 muito dif\u00edcil prever isso. Quando lan\u00e7armos o edital de licita\u00e7\u00e3o, come\u00e7aremos a ter ideia, mas posso dizer que o interesse \u00e9 imenso, devido \u00e0 similaridade com a costa africana e pelo tempo sem leil\u00f5es, desde 2008. E o interesse no pr\u00e9-sal ser\u00e1 multiplicado ao cubo.<\/p>\n<p>A intensa atividade explorat\u00f3ria no exterior pode reduzir o interesse no Brasil?<\/p>\n<p>S\u00f3 faltam recursos para \u00e1reas ruins. Para \u00e1reas boas nunca faltam recursos. A margem equatorial tem descobertas da Petrobras no Cear\u00e1, da Repsol com a Total na Guiana, e toda a similaridade geol\u00f3gica com a \u00c1frica que est\u00e1 acontecendo. Acho que vem todo mundo, e vem forte.<\/p>\n<p>A oferta no pr\u00e9-sal ser\u00e1 em blocos?<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o est\u00e1 definido. Mas eu gostaria de, em vez de blocos quadradinhos, delimitar a oportunidade que a gente enxerga numa \u00e1rea s\u00f3.<\/p>\n<p>N\u00e3o pode ter mais atrasos nos leil\u00f5es&#8230;<\/p>\n<p>Em 2016 terminam os atuais contratos de concess\u00e3o para explora\u00e7\u00e3o. E uma coisa que me preocupa s\u00e3o os pequenos produtores, que t\u00eam prazos explorat\u00f3rios menores, e este vai acabando.<\/p>\n<p>Vai ter \u00e1reas para os pequenos na 11\u00aa rodada?<\/p>\n<p>Sim, ser\u00e1 em bacias maduras (Esp\u00edrito Santo, Rec\u00f4ncavo, Sergipe\/Alagoas e Potiguar), todas em terra j\u00e1 conhecidas, mas ainda com potencial, boas para pequenas empresas.<\/p>\n<p>Que \u00e1reas a ANP pretende ofertar na 12\u00aa rodada?<\/p>\n<p>Eu gostaria de propor para a 12\u00aa rodada \u00e1reas com aptid\u00e3o para g\u00e1s natural em terra. Poderia refor\u00e7ar essa busca. Porque hoje s\u00f3 temos 4,5% da \u00e1rea sedimentar sob contrato, ou seja, 95% est\u00e3o fora do jogo, e essas bacias sedimentares terrestres \u00e3o muito grandes.<\/p>\n<p>As bacias terrestres t\u00eam potencial para g\u00e1s?<\/p>\n<p>Sim, as perspectivas s\u00e3o de mais g\u00e1s. Estou torcendo que essas bacias grandes como Parecis (MT), Parna\u00edba (MA), do S\u00e3o Francisco (MG) e do Paran\u00e1 mostrem aptid\u00e3o para o g\u00e1s natural. Se descobrirmos uma bacia grande dessas no interior do Brasil, far\u00e1 uma grande diferen\u00e7a.<\/p>\n<p>Uma grande descoberta poder\u00e1 reduzir os pre\u00e7os do g\u00e1s natural no pa\u00eds?<\/p>\n<p>Se houver uma descoberta e aumentar significativamente a produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s, j\u00e1 se consegue reduzir o pre\u00e7o, que hoje \u00e9 alto no Brasil. Nosso g\u00e1s custa de US$ 10 a US$ 12 por milh\u00e3o de BTU (medida internacional do g\u00e1s). Quando \u00e9 importado como GNL (g\u00e1s natural liquefeito), chega a US$ 16 por milh\u00e3o de BTU. Especula-se que o pre\u00e7o poder\u00e1 cair \u00e0 metade.<\/p>\n<p>Como voc\u00ea definiria seu primeiro ano \u00e0 frente da ANP?<\/p>\n<p>Foi um ano de aperfei\u00e7oamento da gest\u00e3o. Estamos preparando a contrata\u00e7\u00e3o do primeiro planejamento estrat\u00e9gico da ANP. O pr\u00f3ximo ano ser\u00e1 de busca da efic\u00e1cia e aperfei\u00e7oamento de procedimentos internos.<\/p>\n<p>Qual ser\u00e1 o foco das atividades em 2013?<\/p>\n<p>Ser\u00e1 intensificar a fiscaliza\u00e7\u00e3o, tanto nas plataformas como na distribui\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis. Vamos aumentar em R$ 20 milh\u00f5es os gastos com fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Brasil ainda n\u00e3o decidiu se lan\u00e7a candidato na OMC<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A 15 dias do prazo final para apre senta\u00e7\u00e3o de candidatos ao cargo de diretor-geral da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC), a corrida pelo cargo j\u00e1 come\u00e7ou, mas o Brasil ainda espera a movi\u00admenta\u00e7\u00e3o de outros pa\u00edses para decidir se lan\u00e7a ou n\u00e3o uma candi datura. Roberto Azevedo, embai xador brasileiro na organiza\u00e7\u00e3o, \u00e9 considerado um dos nomes mais fortes para o cargo, mas o Itamaraty e a presidente Dilma Rousseff avaliam se vale enfren tar o desgaste de uma elei\u00e7\u00e3o que promete ser bastante dura.<\/p>\n<p>Ontem, Gana apresentou o ex-ministro e ex-embaixador nos Estados Unidos Alan John Kwadwo Kyerematen como primeiro candidato oficial ao cargo. Ou tros pa\u00edses, como Jord\u00e2nia e No va Zel\u00e2ndia, tamb\u00e9m j\u00e1 manifes taram inten\u00e7\u00e3o de apresentar no mes. A avalia\u00e7\u00e3o no Itamaraty, no entanto, \u00e9 que ainda n\u00e3o h\u00e1 candidaturas fortes o suficiente para atingir um consenso.<\/p>\n<p>No primeiro semestre deste ano, o Itamaraty apresentou \u00e0 presidente a possibilidade de in dicar Azevedo para a disputa &#8211; que, no caso da OMC, n\u00e3o \u00e9 uma elei\u00e7\u00e3o, mas uma decis\u00e3o toma da em negocia\u00e7\u00f5es. Considera do um dos melhores negociado res na organiza\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m na diplomacia brasileira, o embaixa dor \u00e9 bem quisto tanto entre os pa\u00edses ricos quanto entre os em desenvolvimento o que, em tese, facilitaria o consenso.<\/p>\n<p>A dificuldade de se avaliar, at\u00e9 agora, se esse consenso poderia realmente ser alcan\u00e7ado \u00e9 um dos motivos que seguram a decis\u00e3o brasileira. Sua candidatura fortale ce a pol\u00edtica do Pa\u00eds de tentar em\u00adplacar candidatos em postos-chave de organismos internacionais, mas o governo brasileiro n\u00e3o quer, para isso, alienar aliados na OMC.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o \u00e9 se ter o dire tor-geral do \u00f3rg\u00e3o poderia enfra quecer o poder de negocia\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds, um dos que mais usa a OMC em negocia\u00e7\u00f5es comer ciais multilaterais. &#8220;Hoje se po de dizer que a decis\u00e3o est\u00e1 50% a 50%. Estamos observando as manifesta\u00e7\u00f5es dos demais pa\u00edses. Se tiver um candidato que nos represente, podemos n\u00e3o apre sentar&#8221;, disse ao Estado um di plomata que acompanha o tema.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Chavismo vence em 20 dos 23 Estados venezuelanos<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A oposi\u00e7\u00e3o venezuelana sofreu uma forte derrota nas elei\u00e7\u00f5es governamentais realizadas domingo. Os aliados do presidente Hugo Ch\u00e1vez conquistaram 20 dos 23 governos regionais em disputa. Antes das elei\u00e7\u00f5es, a oposi\u00e7\u00e3o dominava oito Estados.<\/p>\n<p>&#8220;As elei\u00e7\u00f5es foram extremamente favor\u00e1veis ao chavismo&#8221;, disse Bret Rosen, analista para a Am\u00e9rica Latina do banco Standard Chartered, de Nova York.<\/p>\n<p>J\u00e1 Henrique Capriles, que h\u00e1 pouco mais de dois meses perdeu a elei\u00e7\u00e3o presidencial, levou o governo do importante Estado de Miranda, fortalecendo seu nome como principal for\u00e7a da oposi\u00e7\u00e3o em um eventual novo pleito para a Presid\u00eancia. &#8220;Isso consolida Capriles como possivelmente o \u00fanico que pode realmente confrontar o chavismo&#8221;, disse David Smile, soci\u00f3logo da Universidade da Ge\u00f3rgia que escreveu um livro sobre o governo de Ch\u00e1vez. &#8220;Nos pr\u00f3ximos meses, parece que [Nicol\u00e1s] Maduro venceria uma elei\u00e7\u00e3o, embora n\u00e3o necessariamente esse seja o caso daqui a seis meses.&#8221;<\/p>\n<p>Advers\u00e1rios de Capriles dentro da oposi\u00e7\u00e3o sa\u00edram derrotados no domingo. Pablo P\u00e9rez, que ficou em segundo nas prim\u00e1rias que definiram o candidato das oposi\u00e7\u00f5es em outubro, n\u00e3o conseguiu reeleger-se como governador de Zulia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" Valor Econ\u00f4mico\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4055\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4055","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-13p","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4055","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4055"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4055\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4055"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4055"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4055"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}