{"id":4067,"date":"2012-12-21T18:44:04","date_gmt":"2012-12-21T18:44:04","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4067"},"modified":"2012-12-21T18:44:04","modified_gmt":"2012-12-21T18:44:04","slug":"petrobras-descarta-desabastecimento-de-gas-e-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4067","title":{"rendered":"Petrobr\u00e1s descarta desabastecimento de g\u00e1s e energia"},"content":{"rendered":"\n<p>O consumo m\u00e9dio de g\u00e1s natu ral neste ano, considerando a produ\u00e7\u00e3o nacional e as importa \u00e7\u00f5es da Bol\u00edvia e de g\u00e1s natural liquefeito (GNL), ficou em 72 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia, contra uma capacidade instalada de 102 milh\u00f5es de metros c\u00fabi cos\/dia. Em novembro, o pico do ano, 0 consumo foi de 97 milh\u00f5es por dia.<\/p>\n<p>Mesmo com a pequena mar gem de diferen\u00e7a entre pico e capacidade instalada, segundo os dados informados ontem pela Petrobr\u00e1s ao &#8220;Estado&#8221;, est\u00e3o afas tados os riscos de desabastecimento, afirmou o diretor de G\u00e1s e Energia da companhia, Alcides Santoro. Na quarta-feira, a Fede ra\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) alertou para o risco de desabastecimen to de energia el\u00e9trica e de g\u00e1s neste fim de ano e no in\u00edcio de 2013. &#8220;N\u00e3o h\u00e1 nenhum risco de desabastecimento de g\u00e1s e de outros combust\u00edveis que a Petro br\u00e1s fornece&#8221;, afirmou Santoro.<\/p>\n<hr \/>\n<p>EUA revisam PIB do 3\u00ba tri para cima: 3,1%<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>A economia americana cresceu num ritmo acima do estimado previamente, revelou ontem o Departamento de Com\u00e9rcio, em sua segunda revis\u00e3o do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds) do terceiro trimestre. Segundo o novo n\u00famero, a economia se expandiu 3,1%, ante a estimativa anterior de 2,7%. O resultado foi mais de o dobro do PIB do segundo trimestre (1,3%), e foi puxado sobretudo por exporta\u00e7\u00f5es e gastos do governo. Mas o impasse sobre o abismo fiscal, a crise global e as medidas de austeridade de Washington apontam para nova freada.<\/p>\n<p>Outros dados revelaram que a atividade industrial no Meio-Oeste do pa\u00eds ganhou f\u00f4lego este m\u00eas, ao mesmo tempo em que a venda de im\u00f3veis usados em novembro alcan\u00e7ou seu maior patamar em tr\u00eas anos, avan\u00e7ando 5,9%, para 5,04 milh\u00f5es de unidades. Na contram\u00e3o vieram os dados do mercado de trabalho, com o avan\u00e7o acima do esperado do n\u00famero de americanos que solicitaram seguro-desemprego na semana passada, cujas solicita\u00e7\u00f5es avan\u00e7aram em 17 mil ocorr\u00eancias, para 361 mil.<\/p>\n<p>Para Millan Mulraine, economista s\u00eanior da TD Securities em Nova York, os fatores que estimularam o crescimento da economia no terceiro trimestre n\u00e3o devem se repetir no resto do ano.<\/p>\n<p>&#8211; O fato de termos tido uma revis\u00e3o para cima significa que ser\u00e1 mais dif\u00edcil no quarto trimestre superar a melhor previs\u00e3o (de crescimento) de 1% &#8211; afirmou Mulraine.<\/p>\n<p>Amea\u00e7a de nova recess\u00e3o<\/p>\n<p>Analistas afirmam que muitas empresas est\u00e3o adiando suas decis\u00f5es de investimento neste quarto trimestre, preocupadas com o impasse nas negocia\u00e7\u00f5es entre democratas e republicanos sobre uma forma de evitar o chamado abismo fiscal &#8211; corte de gastos e aumento de impostos compuls\u00f3rios superiores a US$ 600 bilh\u00f5es que entrar\u00e3o em vigor a partir de janeiro, caso n\u00e3o haja um acordo pol\u00edtico entre as partes at\u00e9 31 de dezembro.<\/p>\n<p>Economistas alertam que o abismo fiscal empurrar\u00e1 o pa\u00eds de volta \u00e0 recess\u00e3o. E mesmo que se chegue a algum compromisso, a dura pol\u00edtica fiscal do governo federal e a crise econ\u00f4mica global devem pesar no desempenho do quarto trimestre. Analistas ouvidos pela ag\u00eancia de not\u00edcias Reuters esperam um crescimento de 1,2% no quarto trimestre e de 1,9%, em 2013.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Centro da meta mudou para 5%, diz economista<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O professor da PUC-R J e economista-chefe da Opus Gest\u00e3o de Recursos, Jos\u00e9 M\u00e1rcio Camar go, afirmou que o cen\u00e1rio de refe r\u00eancia do Relat\u00f3rio Trimestral de Infla\u00e7\u00e3o de dezembro &#8220;sugere que o centro da meta de infla\u00e7\u00e3o mudou para 5%&#8221; para os pr\u00f3xi mos dois anos. 0 BC projeta que o IPCA subir\u00e1 5,7% neste ano, avan\u00e7ar\u00e1 4,8% em 2013 e alcan \u00e7ar\u00e1 4,9% em 2014.<\/p>\n<p>&#8220;Esses n\u00fameros podem ser interpretados por agentes de mercado como um abandono do \u00a0centro da meta de 4,5%.&#8221; Ele res saltou que esse objetivo n\u00e3o foi atingido em 2011, quando a infla \u00e7\u00e3o ficou em 6,5%, e tamb\u00e9m n\u00e3o deve ocorrer neste ano, j\u00e1 que sua estimativa \u00e9 de 5,8%.<\/p>\n<p>Para Camargo, um dos principais efeitos das novas proje\u00e7\u00f5es do BC para 2013 e 2014 \u00e9 que deve &#8220;piorar a ancoragem das expectativas&#8221; para o IPCA, espe cialmente para 2013. A mediana das proje\u00e7\u00f5es da Pesquisa Focus para aquele \u00edndice de pre\u00e7os indi ca alta de 5,42% no ano que vem.<\/p>\n<p>Ele prev\u00ea que a infla\u00e7\u00e3o em 2013 deve ficar em 5,4%, sem levar em conta uma alta do pre\u00e7o da gasolina.<\/p>\n<hr \/>\n<p>BC tira 337 institui\u00e7\u00f5es do mercado<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Sem alarde, o Banco Central (BC) retirou do sistema financeiro nada menos do que 337 institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o banc\u00e1rias de 2010 a outubro deste ano. Cons\u00f3rcios como o Marcos Marcelino, de Ananindeua (PA), o Motomax, de Sacramento (MG) e tantas outras pouco conhecidas distribuidoras de valores, corretoras e cooperativas sa\u00edram do sistema nos \u00faltimos tr\u00eas anos em meio a um processo de limpeza promovido pela autoridade.<\/p>\n<p>O alarde causado pela descoberta de rombos bilion\u00e1rios em bancos como PanAmericano e Cruzeiro do Sul acabou encobrindo centenas de liquida\u00e7\u00f5es, cancelamentos de registro e incorpora\u00e7\u00f5es de outras entidades n\u00e3o banc\u00e1rias dentro de um projeto batizado pelo BC de &#8220;Sanea&#8221;.<\/p>\n<p>Bastante semelhante \u00e0 faxina feita nos bancos, o aperto na fiscaliza\u00e7\u00e3o das demais institui\u00e7\u00f5es supervisionadas pela autoridade teve como objetivo tirar do sistema aquelas que j\u00e1 n\u00e3o estavam operantes, que n\u00e3o exerciam atividade financeira ou que tinham problemas de capital ou de gest\u00e3o.<\/p>\n<p>Em termos de ativos, a avalia\u00e7\u00e3o da autoridade \u00e9 que o impacto da opera\u00e7\u00e3o foi pequeno. Isso porque os bancos concentram 98% do total. Hoje, ao fim do projeto &#8220;Sanea&#8221;, ainda restam cerca de 2 mil entidades n\u00e3o banc\u00e1rias, que abrigam o restante dos ativos do sistema.<\/p>\n<p>O maior efeito do &#8220;Sanea&#8221;, na avalia\u00e7\u00e3o da equipe do BC, se d\u00e1 em termos de efici\u00eancia da pr\u00f3pria autoridade. A maioria das 337 entidades que sa\u00edram do sistema j\u00e1 n\u00e3o estava mais vendendo cons\u00f3rcios, distribuindo t\u00edtulos, dando empr\u00e9stimos a cooperados ou fazendo opera\u00e7\u00f5es de corretagem, segundo informou o BC ao Valor. Apesar disso, essas empresas exigiam que a autoridade gastasse tempo e recursos fazendo sua fiscaliza\u00e7\u00e3o, enquanto poderia centrar esfor\u00e7os em quem opera.<\/p>\n<p>Foi a falta de atividade que levou ao cancelamento de registro dos cons\u00f3rcios Monza e Cineral, por exemplo. Em muitos casos, o Banco Central convidou os controladores a retirarem suas companhias da supervis\u00e3o financeira. \u00c9 por isso que algumas continuaram a existir, mas com atividades n\u00e3o financeiras. A Terra Companhia de Cr\u00e9dito Imobili\u00e1rio, de Fortaleza (CE), mudou o estatuto social neste m\u00eas para retirar de suas atividades a concess\u00e3o de financiamento.<\/p>\n<p>Nem todas as sa\u00eddas do sistema financeiro, por\u00e9m, se deram de forma t\u00e3o tranquila. No ano passado, a financeira cearense Obo\u00e9 sofreu interven\u00e7\u00e3o depois que constatou-se viola\u00e7\u00f5es de normas, al\u00e9m de um passivo a descoberto. Em mar\u00e7o de 2010, o cons\u00f3rcio Fiorelli teve a liquida\u00e7\u00e3o decretada por problemas patrimoniais e descumprimento de regras.<\/p>\n<p>Com a retirada de companhias que n\u00e3o atendiam \u00e0s normas, o BC avalia que tamb\u00e9m reduziu o risco do sistema banc\u00e1rio.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Ap\u00f3s cinco meses de queda, arrecada\u00e7\u00e3o volta a crescer<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A arrecada\u00e7\u00e3o de receitas fede rais somou R$ 83,707 bilh\u00f5es em novembro, uma alta de 0,45% na compara\u00e7\u00e3o com o total de R$5 78,966 bilh\u00f5es de novembro do ano passado, considerando valo res reais. Embora seja um cresci mento t\u00edmido, representa a re vers\u00e3o de uma trajet\u00f3ria de cin co quedas consecutivas (de ju nho a outubro) na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas de 2011. No acu mulado de janeiro a novembro, a arrecada\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou R$5 926,014 bilh\u00f5es, alta de 0,68% na compara\u00e7\u00e3o com os R$5 873,267 bilh\u00f5es de igual per\u00edodo de 2011.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 um resultado bastante posi tivo&#8221;, disse ontem a secret\u00e1ria adjunta da Receita Federal, Zayda Bastos Manatta, ao divul gar os resultados.<\/p>\n<p>Com o resultado de novembro, a Receita come\u00e7a a considerar vi\u00e1 vel a possibilidade de que seja al can\u00e7ada a meta de amplia\u00e7\u00e3o em 1% na arrecada\u00e7\u00e3o este ano. Dois meses atr\u00e1s, no entanto, a Recei ta estimava crescimento de 1,5%, mas perante as sucessivas frustra \u00e7\u00f5es, a proje\u00e7\u00e3o foi reduzida.<\/p>\n<p>Zayda lembrou que a econo mia mais lenta e a pol\u00edtica de de sonera\u00e7\u00f5es (como a redu\u00e7\u00e3o do IPI para ve\u00edculos e para a linha branca e a desonera\u00e7\u00e3o da folha salarial) prejudicam o resultado da arrecada\u00e7\u00e3o. Por outro lado, ela destacou que h\u00e1 indicadores positivos em dezembro relativos \u00e0 recupera \u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o ind\u00fastria, ven das de bens e servi\u00e7os e aumento da massa salarial.<\/p>\n<p>Por ora, no entanto, a pol\u00edtica de desonera\u00e7\u00f5es gera impactos negativos nas contas da Receita. A arrecada\u00e7\u00e3o do IPI total em no vembro, por exemplo, somou R$ 3,997 bilh\u00f5es, o que representa uma queda de 3,42% em rela\u00e7\u00e3o aos R$5 4,138 bilh\u00f5es de novem bro de 2011. Em reflexo \u00e0 pol\u00edtica de reduzir impostos para estimu lar o consumo e aumentar a pro du\u00e7\u00e3o, a arrecada\u00e7\u00e3o do IPI dos autom\u00f3veis foi a mais afetada, somando R$5 306 milh\u00f5es em no vembro deste ano, ou seja, que ; da de 35% em rela\u00e7\u00e3o aos R$470 milh\u00f5es de novembro de 2011.<\/p>\n<p>Em sentido contr\u00e1rio, a ar recada\u00e7\u00e3o do Imposto de Ren da de Pessoa F\u00edsica (IRPF) cresceu em novembro, alcan \u00e7ando R$ 2,385 bilh\u00f5es, com alta de 59,7% em rela\u00e7\u00e3o ao total de R$ 1,493 bilh\u00e3o de no\u00advembro do ano passado. &#8220;Foi um recolhimento at\u00edpico, pe la aliena\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria&#8221;, explicou Zayda, sem citar que opera\u00e7\u00e3o gerou essa arrecada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O recolhimento de Cofms e PIS-Pasep somou R$ 19,528 bi lh\u00f5es no m\u00eas passado, em alta de 6,9% sobre os R$ 18,260 bi lh\u00f5es de novembro de 2011.0 recolhimento de Imposto de Renda da Pessoa Jur\u00eddica (IR-PJ) e Contribui\u00e7\u00e3o Social so bre Lucro L\u00edquido (CSLL) re cuaram quase 6% nessa com para\u00e7\u00e3o, alcan\u00e7ando R$ 10,168 bilh\u00f5es no m\u00eas passado.<\/p>\n<p>O economista Felipe Salto, da Tend\u00eancias Consujtoria, compartilha da opini\u00e3o da se cret\u00e1ria adjunta da Receita de que o resultado da arrecada \u00e7\u00e3o de novembro foi bastante bom. Segundo ele, o resulta i do surpreende positivamen te, pois a arrecada\u00e7\u00e3o enfrenta dois efeitos negativos que s\u00e3o a atividade econ\u00f4mica ar ; refecida e o custo da pol\u00edtica de desonera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo Salto, \u00e9 importan te que o ciclo de sucessivas que das nos recolhimentos fede rais tenha acabado. A recupera\u00e7\u00e3o na arrecada\u00e7\u00e3o, destaca o economista, \u00e9 o que vai conti nuar sustentando a pol\u00edtica fiscal expansionista. O resultado da arrecada\u00e7\u00e3o de novembro, adverte, tamb\u00e9m n\u00e3o permite que seja feita a leitura de que est\u00e1 havendo plena recupera \u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Estado de S. 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