{"id":4187,"date":"2013-01-15T18:54:02","date_gmt":"2013-01-15T18:54:02","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4187"},"modified":"2013-01-15T18:54:02","modified_gmt":"2013-01-15T18:54:02","slug":"exportacoes-sobem-mas-balanca-tem-deficit-no-mes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4187","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es sobem, mas balan\u00e7a tem d\u00e9ficit no m\u00eas"},"content":{"rendered":"\n<p>A balan\u00e7a comercial brasileira registrou d\u00e9ficit de US$ 878 milh\u00f5es na segunda semana de janeiro, com US$ 4,027 bilh\u00f5es em exporta\u00e7\u00f5es e US$ 4,905 bilh\u00f5es em importa\u00e7\u00f5es. No m\u00eas, a balan\u00e7a comercial est\u00e1 com d\u00e9ficit de US$ 978 milh\u00f5es. Os n\u00fameros foram divulgados pelo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento.<\/p>\n<p>Apesar do d\u00e9ficit, as exporta\u00e7\u00f5es subiram 6,9% na compara\u00e7\u00e3o entre a m\u00e9dia di\u00e1ria das duas primeiras semanas deste m\u00eas (US$ 784,6 milh\u00f5es) e a m\u00e9dia de janeiro de 2012 (733,7 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>A m\u00e9dia di\u00e1ria de embarques dos produtos semimanufaturados cresceu 10,5%, na compara\u00e7\u00e3o, passando de US$ 113,8 milh\u00f5es em janeiro de 2012 para US$ 125,7 milh\u00f5es at\u00e9 a segunda semana deste m\u00eas. O avan\u00e7o ocorreu devido ao desempenho de vendas de ferro fundido, ouro em formas semimanufaturadas, celulose, a\u00e7\u00facar em bruto e semimanufaturados de ferro e a\u00e7o.<\/p>\n<p>Os embarques de manufaturados avan\u00e7aram 5,5% pelo conceito da m\u00e9dia di\u00e1ria at\u00e9 a segunda semana deste m\u00eas (US$ 297 milh\u00f5es), em rela\u00e7\u00e3o a US$ 281,7 milh\u00f5es di\u00e1rios, em janeiro de 2012. Os principais respons\u00e1veis pelo aumento foram torneiras e v\u00e1lvulas, etanol, suco de laranja e \u00f3xidos e hidr\u00f3xidos de alum\u00ednio.<\/p>\n<p>J\u00e1 os produtos b\u00e1sicos avan\u00e7aram 7,2%, dos US$ 316,1 milh\u00f5es da m\u00e9dia di\u00e1ria de janeiro de 2012 para US$ 338,8 milh\u00f5es at\u00e9 a segunda semana de janeiro de 2013, por conta, principalmente, de milho em gr\u00e3o, trigo em gr\u00e3o, min\u00e9rio de cobre, carne bovina e min\u00e9rio de ferro.<\/p>\n<p>O d\u00e9ficit comercial foi impulsionado pelo aumento de 14,3% das importa\u00e7\u00f5es at\u00e9 a segunda semana de janeiro de 2013, com m\u00e9dia di\u00e1ria de US$ 906,9 milh\u00f5es, ante US$ 793,1 milh\u00f5es em todo o m\u00eas de janeiro de 2012.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Chuvas aumentam no fim de semana e n\u00edvel de reservat\u00f3rios volta a subir<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>Voltou a chover no fim de semana nas bacias hidrogr\u00e1ficas que alimentam os sistemas de gera\u00e7\u00e3o de energia hidrel\u00e9trica nas regi\u00f5es Sudeste\/Centro-Oeste e Nordeste. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), entre sexta-feira e ontem, a chuva foi quase constante nas bacias do Paran\u00e1 e do S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>De acordo com Mozar Ara\u00fajo, meteorologista do Inmet, diante dos 100 mil\u00edmetros m\u00e9dios de chuva registrados na segunda semana de janeiro nessas bacias, que eram as que estavam em situa\u00e7\u00e3o mais preocupante, o m\u00eas fechar\u00e1 com o n\u00edvel de chuvas em linha com o hist\u00f3rico de cada regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; O perfil meteorol\u00f3gico mudou totalmente do dia 9 para c\u00e1, e a previs\u00e3o \u00e9 seguir com pancadas de chuvas em cima das principais bacias &#8211; afirmou.<\/p>\n<p>Os gr\u00e1ficos do Inmet j\u00e1 mostravam que ontem o n\u00edvel de chuvas atingira a metade do total esperado para todo o m\u00eas. Em algumas regi\u00f5es, essa marca j\u00e1 havia at\u00e9 sido superada, caso de Patos de Minas (MG) e de Votuporanga (SP), principais regi\u00f5es respons\u00e1veis pela vaz\u00e3o da Bacia do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>&#8211; Nas pr\u00f3ximas semanas, a tend\u00eancia \u00e9 que os sistemas chuvosos se desloquem mais para o Norte, atingindo as bacias sobretudo do Tocantins. Em seguida, a chuva volta para as bacias do Paran\u00e1 e de S\u00e3o Francisco, que s\u00e3o as principais para a gera\u00e7\u00e3o de energia &#8211; disse Ara\u00fajo.<\/p>\n<p>Com as chuvas mais intensas, o n\u00edvel dos reservat\u00f3rios das hidrel\u00e9tricas come\u00e7a a dar sinais de melhora. Na \u00faltima medi\u00e7\u00e3o do Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico (ONS), no domingo, as regi\u00f5es Sudeste e Centro-Oeste aparecem com 29,83% de \u00e1gua, contra 28,9% da sexta-feira &#8211; a pior situa\u00e7\u00e3o \u00e9 a da usina de Itumbiara, com 11,9% da capacidade. J\u00e1 em Mascarenhas de Moraes, a medida aponta 77,69% da capacidade do reservat\u00f3rio abastecida.<\/p>\n<p>Os n\u00edveis dos reservat\u00f3rios da regi\u00e3o Nordeste estavam com 29,33% da capacidade, na m\u00e9dia, contra 29,31% na sexta-feira. A melhor situa\u00e7\u00e3o era a da usina de Itaparica (39,28%), e a pior, de Sobradinho (23,91%).<\/p>\n<p>No Norte, os n\u00edveis se mantinham est\u00e1veis desde sexta-feira, em 42,04% &#8211; Serra da Mesa tinha 38,58% do reservat\u00f3rio cheio, e Tucuru\u00ed, 28,41%. No Sul, as hidrel\u00e9tricas tinham m\u00e9dia de 49,4% da capacidade, ante 27,4% na semana passada.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Infla\u00e7\u00e3o faz brasileiro cortar at\u00e9 alimentos<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>O governo ter\u00e1 que contar com a sorte para que a infla\u00e7\u00e3o n\u00e3o fure o teto da meta deste ano, de 6,5%. A maioria dos economistas espera um primeiro trimestre de pre\u00e7os sob press\u00e3o, principalmente os dos alimentos. E como ningu\u00e9m acredita que o Banco Central mexer\u00e1 na taxa b\u00e1sica de juros (Selic) t\u00e3o cedo \u2014 o indicador dever\u00e1 permanecer em 7,25% em 2013 \u2014 para n\u00e3o prejudicar a retomada do crescimento, qualquer evento extraordin\u00e1rio pode provocar uma disparada no custo de vida.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da economista Tatiana Pinheiro, do Banco Santander, a infla\u00e7\u00e3o deste ano ficar\u00e1 em ao menos 6%. Para ela, n\u00e3o haver\u00e1 al\u00edvio no valor dos alimentos a curto prazo, sobretudo porque tudo depender\u00e1 de um fator imponder\u00e1vel, o clima, que afetar\u00e1, al\u00e9m dos produtos agr\u00edcolas, o fr\u00e1gil sistema de eletricidade do pa\u00eds. Para piorar, a maior seca dos \u00faltimos 50 anos nos Estados Unidos continua a fazer estragos. Ou seja, h\u00e1 a possibilidade de eventos externos e dom\u00e9sticos elevarem os pre\u00e7os dos alimentos para muito al\u00e9m do desej\u00e1vel.<\/p>\n<p>O que Tatiana v\u00ea nas proje\u00e7\u00f5es dos gr\u00e1ficos do computador, a dona de casa Maria Eunice Oliveira, 32 anos, j\u00e1 est\u00e1 sentido no or\u00e7amento dom\u00e9stico. Com renda familiar mensal de R$ 700 e nove bocas para alimentar, manter o m\u00ednimo de bem-estar da fam\u00edlia tem sido uma tarefa dif\u00edcil, tamanha \u00e9 a carestia nos supermercados. \u201cTivemos que diminuir a quantidade das compras, porque n\u00e3o temos como pagar tudo. Hoje, com R$ 300, R$ 400, n\u00e3o d\u00e1 mais para levar nem o necess\u00e1rio. E olha que isso \u00e9 quase a metade de tudo o que ganhamos\u201d, reclamou.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do marido, Edilson Santos de Oliveira, 42, que \u00e9 caseiro, dos tr\u00eas filhos e do irm\u00e3o, Jail Gon\u00e7alves de Brito, 44, que est\u00e1 desempregado, Eunice alimenta cunhadas e sobrinhos, que v\u00eam de longe para trabalhar e estudar. \u201cEst\u00e1 muito dif\u00edcil dar o que comer para todo mundo. A cada semana que vou ao supermercado, tudo est\u00e1 mais caro\u201d, assinalou. Apenas para comprar um pacote de cinco quilos de arroz, um quilo de feij\u00e3o, um litro de leite, um quilo de tomate, uma lata de \u00f3leo e um quilo da carne mais barata, precisa desembolsar mais de R$ 50. O problema \u00e9 que esses produtos duram, no m\u00e1ximo, quatro dias, assim mesmo, com muito racionamento.<\/p>\n<p>Repasses<\/p>\n<p>Respons\u00e1vel pelo mercado Dona de Casa, no Parano\u00e1, Morais Alves disse que a alta de pre\u00e7os est\u00e1 assustando a todos. \u201cOs alimentos j\u00e1 chegam \u00e0s distribuidoras com pre\u00e7os bem elevados. Os reajustes v\u00eam desde o meio do ano passado. Est\u00e1 imposs\u00edvel para n\u00f3s n\u00e3o repassar os aumentos para a clientela\u201d, frisou. A faxineira Maria Jos\u00e9 Rodrigues, 51, notou os \u00a0reajustes. Ela contou que gasta a maior parte do sal\u00e1rio no supermercado, com comida. \u201cNos \u00faltimos meses, s\u00f3 levo para casa o b\u00e1sico\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das despesas com alimenta\u00e7\u00e3o, Maria sente o aumento dos medicamentos. \u201cDe uns tr\u00eas meses para c\u00e1, deu para ver uma diferen\u00e7a de at\u00e9 R$30 em alguns rem\u00e9dios. \u00c0s vezes, abro m\u00e3o de cuidar da minha sa\u00fade para n\u00e3o deixar de comer\u201d, afirmou. A situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 muito diferente na casa da comerciante Irani Oliveira da Silva, 42. \u201cEstou cortando uma s\u00e9rie de produtos da minha lista de supermercado. Tomate, por exemplo, n\u00e3o compro mais, pois est\u00e1 custando at\u00e9 R$ 9 o quilo. Iogurte e suco, s\u00f3 das marcas mais baratas. Tudo ficou muito caro de uns tr\u00eas meses para c\u00e1: \u00f3leo, arroz, carne, feij\u00e3o. Ela lembrou que, h\u00e1 um ano, gastava cerca de R$ 350 com a compra mensal de alimentos. Hoje, desembolsa, no m\u00ednimo, R$ 700.<\/p>\n<p>Diante desse quadro, est\u00e1 dif\u00edcil para os consumidores entenderem a tranquilidade do governo quando se refere \u00e0 infla\u00e7\u00e3o. Pelos dados oficiais, o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 5,84%, com os alimentos subindo quase o dobro. Segundo o Banco Central, apesar de pressionados no primeiro trimestre deste ano, os pre\u00e7os v\u00e3o ceder ao longo de 2013, fechando em 4,7%. \u201cSinceramente, n\u00e3o acredito nesses n\u00fameros. Para mim, a infla\u00e7\u00e3o real \u00e9 a que encontro nas g\u00f4ndolas do supermercado. E ela est\u00e1 muito alta, subindo todos os meses\u201d, disse o marceneiro Jos\u00e9 Antunes, 34.<\/p>\n<p>O economista Eduardo Velho, da Planner Corretora, reconhece o descontentamento dos consumidores. E avisou que, com a carestia dos alimentos e a alta dos pre\u00e7os dos servi\u00e7os e da educa\u00e7\u00e3o, a infla\u00e7\u00e3o ficar\u00e1, nos pr\u00f3ximos meses, bem acima do centro da meta, de 4,5%, perseguida pelo Banco Central. Nas suas contas, somente na primeira quinzena de janeiro, o reajuste m\u00e9dio dos alimentos foi superior a 2,5%.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e0 toa, S\u00edlvio Campos Neto, economista da Consultoria Tend\u00eancias, mostra preocupa\u00e7\u00e3o com os fatores de risco que podem elevar o IPCA nos pr\u00f3ximos meses. Al\u00e9m da retomada do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), para 3,2% no ano, haver\u00e1 reajustes nas tarifas de \u00f4nibus urbanos e nos combust\u00edveis, e o retorno do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de carros e eletrodom\u00e9sticos, que estavam zerados. \u201cO sinal \u00e9 de alerta\u201d, disse.<\/p>\n<hr \/>\n<p>China usar\u00e1 reservas para financiar suas empresas no exterior<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A ag\u00eancia reguladora do mercado cambial na China anunciou que uma nova unidade vai usar parte dos US$ 3,3 trilh\u00f5es em reservas internacionais do pa\u00eds para ajudar empresas chinesas em expans\u00e3o no exterior, possibilitando novas formas de uso para o maior ac\u00famulo de recursos do mundo.<\/p>\n<p>A Administra\u00e7\u00e3o Estatal de C\u00e2mbio (Safe, em ingl\u00eas) informou ontem que vem buscando &#8220;usos inovadores&#8221; para as reservas e &#8220;ajudando institui\u00e7\u00f5es financeiras a atuar no crescimento econ\u00f4mico da China e na estrat\u00e9gia de expans\u00e3o&#8221;. J\u00e1 o diretor do fundo soberano da China disse que ampliou a aloca\u00e7\u00e3o de recursos a projetos de infraestrutura e outros ativos para reduzir a depend\u00eancia de t\u00edtulos de d\u00edvidas dos EUA.<\/p>\n<p>Os investimentos n\u00e3o financeiros da China no exterior poderiam aumentar ainda mais, depois da eleva\u00e7\u00e3o de 25% observada nos primeiros 11 meses de 2012, para US$ 62,5 bilh\u00f5es, em meio \u00e0 desacelera\u00e7\u00e3o da expans\u00e3o dom\u00e9stica. O governo chin\u00eas vem encorajando as empresas a comprar ativos no exterior e seguir uma estrat\u00e9gia de &#8220;expans\u00e3o para fora&#8221; para assegurar fontes de energia e outras commodities, bem como para comprar tecnologias e criar empresas com competitividade internacional.<\/p>\n<p>&#8220;Acredita-se que uma parte maior das reservas da China ser\u00e1 usada para financiar acordos de investimento no exterior&#8221;, disse Zhang Zhiwei, economista-chefe da China na Nomura Holdings, em Hong Kong. &#8220;Tendo em vista o tamanho das reservas da China, uma pequena altera\u00e7\u00e3o porcentual significa uma grande quantia.&#8221;<\/p>\n<p>Zhang disse que apenas uma pequena parte das reservas dever\u00e3o ser usadas pela nova unidade.<\/p>\n<p>O chefe da China Investment Corp (CIC), Lou Jiwei, disse em f\u00f3rum ontem, em Hong Kong, que os t\u00edtulos do Tesouro dos EUA &#8220;ainda [s\u00e3o] um ativo seguro no momento&#8221;, mas com a recupera\u00e7\u00e3o da economia americana &#8220;\u00e9 apenas quest\u00e3o de tempo para que as taxas de juros dos EUA subam e o valor desses b\u00f4nus se deprecie&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Portanto, comprar d\u00edvida dos EUA \u00e9 uma decis\u00e3o muito dif\u00edcil&#8221;, disse Lou. &#8220;N\u00e3o comprar reduz a capacidade de nosso portf\u00f3lio de se proteger contra riscos. Se comprarmos, no longo prazo, n\u00e3o \u00e9 um bom ativo. Portanto, nossa abordagem \u00e9 a de compras moderadas. Esperamos agregar aloca\u00e7\u00f5es a a\u00e7\u00f5es e ativos com retornos est\u00e1veis e retornos absolutos, entre outros, para reduzir a depend\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s d\u00edvidas dos EUA&#8221;.<\/p>\n<p>A CIC, que ajuda a administrar as reservas internacionais chinesas, contabilizar\u00e1 lucro com seus investimentos externos em 2012, uma vez que o afrouxamento monet\u00e1rio em pa\u00edses ocidentais incentivou os mercados de capitais e os retornos, disse o vice-presidente executivo da CIC, Jesse Wang, em f\u00f3rum na China em dezembro.<\/p>\n<p>A Safe disse que vai respeitar a &#8220;disposi\u00e7\u00e3o e a escolha dos mercados&#8221; e promover o &#8220;jogo limpo&#8221;, segundo nota em seu site. Opera\u00e7\u00f5es desse tipo &#8220;promoveram o desenvolvimento econ\u00f4mico e social da China, expandiram o alcance dos investimentos e os campos das reservas internacionais e promoveram uma abordagem de administra\u00e7\u00e3o diversificada&#8221;, segundo a ag\u00eancia, que faz parte do banco central e tem sede em Pequim.<\/p>\n<p>Separadamente, o chefe da Safe, Yi Gang, disse que a China precisa procurar evitar investimentos decepcionantes no exterior e que precisa de mais justificativas para a aloca\u00e7\u00e3o das reservas do que simplesmente as de que essas transa\u00e7\u00f5es aumentam a seguran\u00e7a e os recursos do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Empresas locais pediram ao governo moeda estrangeira a baixos juros, &#8220;sustentando que essas transa\u00e7\u00f5es est\u00e3o comprando recursos para o pa\u00eds ou melhorando a seguran\u00e7a estrat\u00e9gica nacional&#8221;, escreveu Yi Gang em artigo na revista chinesa &#8220;Century Weekly&#8221;, de 14 de janeiro. O &#8220;financiamento barato&#8221; apenas encoraja as compras cegas no exterior e leva a investimentos decepcionantes, disse Yi.<\/p>\n<p>A Safe j\u00e1 iniciou as opera\u00e7\u00f5es de &#8220;cofinanciamento&#8221; antes de a unidade ter sido criada, principalmente com o China Development Bank, segundo a Caixin Media. Quase 70% dos US$ 250 bilh\u00f5es em empr\u00e9stimos em moedas estrangeiros do banco de desenvolvimento s\u00e3o fornecidos pela Safe, informou a Caixin Media.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Europa saiu do fundo do po\u00e7o, indica a OCDE<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) aponta sinais de estabiliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica na maioria dos principais pa\u00edses desenvolvidos e emergentes. Os indicadores compostos da entidade sugerem que o fundo do po\u00e7o na zona do euro est\u00e1 chegando ao fim e que as perspectivas para Alemanha, Fran\u00e7a e It\u00e1lia se estabilizaram.<\/p>\n<p>Nos EUA e no Reino Unido, a sinaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 de crescimento econ\u00f4mico sustent\u00e1vel. Na China e na \u00cdndia, desenha-se retorno mais forte ao crescimento do que no indicador anterior. Para a OCDE, parece &#8220;emergir&#8221; uma estabiliza\u00e7\u00e3o do crescimento no Brasil e no Jap\u00e3o. No Canad\u00e1 e na R\u00fassia, deve haver uma expans\u00e3o econ\u00f4mica fraca.<\/p>\n<p>Os indicadores compostos da OCDE procuram antecipar mudan\u00e7a da atividade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua tend\u00eancia, sem levar em conta opini\u00f5es de seus economistas sobre o cen\u00e1rio global. O que mais chamou a aten\u00e7\u00e3o ontem foi a percep\u00e7\u00e3o de que a zona do euro dificilmente vai se contrair ainda mais do que ocorreu nos \u00faltimos meses.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial na regi\u00e3o recuou em novembro, pelo terceiro m\u00eas consecutivo. A zona do euro terminou, assim, 2012 em recess\u00e3o pelo terceiro m\u00eas. Mas a avalia\u00e7\u00e3o no mercado \u00e9 que 2013 ter\u00e1 recupera\u00e7\u00e3o gradual da atividade.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial caiu 0,3% em novembro, mais do que o esperado. A queda foi de 3,5% desde agosto. Ocorreu principalmente no setor de bens dur\u00e1veis, refletindo a relut\u00e2ncia dos consumidores em gastar. A contra\u00e7\u00e3o foi maior na Espanha e na It\u00e1lia, com queda de 7% menor ante novembro de 2011. Na Holanda, houve alta. Alemanha e Fran\u00e7a tiveram ligeira melhora. As pesquisas sobre atividade industrial e sentimento de confian\u00e7a na Europa parecem ter melhorado, sugerindo recupera\u00e7\u00e3o do setor neste in\u00edcio de ano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" Valor Econ\u00f4mico\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4187\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4187","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-15x","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4187","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4187"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4187\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4187"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4187"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4187"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}