{"id":4229,"date":"2013-01-24T17:42:14","date_gmt":"2013-01-24T17:42:14","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4229"},"modified":"2013-01-24T17:42:14","modified_gmt":"2013-01-24T17:42:14","slug":"rodada-de-licitacao-de-petroleo-tera-289-blocos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4229","title":{"rendered":"Rodada de licita\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo ter\u00e1 289 blocos"},"content":{"rendered":"\n<p>O secret\u00e1rio de Petr\u00f3leo e G\u00e1s do Minist\u00e9rio de Minas e Energia, Marco Ant\u00f4nio Almeida, disse ontem que a 11\u00aa rodada de licita\u00e7\u00e3o de blocos explorat\u00f3rios de petr\u00f3leo e g\u00e1s contar\u00e1 com o total de 155 mil quil\u00f4metros quadrados (km2), com 289 blocos. Segundo ele, o acr\u00e9scimo de \u00e1reas ocorreu a pedido da presidente Dilma Rousseff. A rodada, marcada para os dias 14 e 15 de maio, passar\u00e1 a contar com mais 117 blocos, al\u00e9m dos 172 j\u00e1 anunciados no in\u00edcio do m\u00eas. Parte dos novos blocos vir\u00e1, segundo Almeida, da 8\u00aa rodada, que foi cancelada. A decis\u00e3o ainda passar\u00e1 pelo Conselho Nacional de Pol\u00edtica Energ\u00e9tica (CNPE), que se reunir\u00e1 at\u00e9 10 de fevereiro.<\/p>\n<p>Almeida informou que a primeira rodada de licita\u00e7\u00e3o de blocos explorat\u00f3rios na regi\u00e3o das reservas de pr\u00e9-sal, sob o novo regime de partilha, est\u00e1 prevista para ocorrer nos dias 28 e 29 de novembro. Segundo ele, os detalhes dessa licita\u00e7\u00e3o ainda ser\u00e3o definidos e passar\u00e3o pela aprova\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Pol\u00edtica Energ\u00e9tica (CNPE). Ele disse ainda que a rodada para \u00e1reas com potencial de explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s n\u00e3o convencional est\u00e1 prevista para os dias 11 e 12 de dezembro.<\/p>\n<p>Ontem, a diretora-geral da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo (ANP), Magda Chambriard, informou que ainda n\u00e3o est\u00e1 definido se o gigantesco campo de Libra, no pr\u00e9-sal da bacia de Santos, ser\u00e1 oferecido no primeiro leil\u00e3o de \u00e1reas para explora\u00e7\u00e3o no regime de partilha de produ\u00e7\u00e3o. O que est\u00e1 decidido \u00e9 que o pr\u00e9-sal ter\u00e1 mais de uma \u00e1rea em oferta no dias 28 e 29 de novembro.<\/p>\n<p>Segundo Helder Queiroz, diretor da ANP respons\u00e1vel pela defini\u00e7\u00e3o dos blocos que ser\u00e3o oferecidos, a ag\u00eancia j\u00e1 tem pronto cerca de 90% do modelo de contrato de partilha, que ter\u00e1 a Petrobras sempre como operadora, com participa\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 30%. Entre os blocos que foram adicionados \u00e0 11\u00aa rodada, seis est\u00e3o em \u00e1guas profundas da bacia do Esp\u00edrito Santo e 36 est\u00e3o na bacia Tucano Sul.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Arrecada\u00e7\u00e3o de impostos supera R$ 1 tri pela 1\u00ba vez<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A arrecada\u00e7\u00e3o federal de impostos ultrapassou no ano passado, pela primeira vez, a marca de R$ 1 trilh\u00e3o. Apesar do volume recorde, o crescimento da receita foi de apenas 0,7%, descontada a infla\u00e7\u00e3o, na compara\u00e7\u00e3o com 2011.<\/p>\n<p>O desempenho foi influenciado pelo fraco ritmo da economia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do modesto resultado econ\u00f4mico, a Receita Federal sofreu as conseq\u00fc\u00eancias da ampla desonera\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, a arma usada pelo governo para tentar aquecer o \u00a0 \u00a0Produto Interno Bruto (PIB). Os cofres p\u00fablicos deixaram de receber R$ 46,4bilh\u00f5es em recursos tribut\u00e1rios por causa das ren\u00fancias anunciadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.<\/p>\n<p>Ao zerar e reduzir tributos sobre a ind\u00fastria automobil\u00edstica e ao setor de petr\u00f3leo, o governo viu despencar a arrecada\u00e7\u00e3o de impostos importantes. O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) recolhido pela ind\u00fastria automobil\u00edstica despencou 43,72% entre 2011 e 2012, resultado de sete meses consecutivos \u00a0(entre maio e dezembro) de IPI \u00a0reduzido. A Contribui\u00e7\u00e3o de Interven\u00e7\u00e3o sobre Dom\u00ednio Econ\u00f4mico (Cide), zerada pelo governo em junho do ano passado, &#8220;entregou&#8221; 70,6% menos aos cofres p\u00fablicos em 2012. Apenas a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos, derrubou a arrecada\u00e7\u00e3o do ano \u00a0passado em R$ 3,9 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A secret\u00e1ria adjunta da Receita, \u00a0Zayda Manatta, afirmou ontem que o impacto das desonera\u00e7\u00f5es em 2013 ser\u00e1 de R$ 53 bilh\u00f5es. Apesar dessa forte perda \u00a0\u00e1 esperada para o ano, Zayda evitou tra\u00e7ar um quadro para o comportamento da arrecada\u00e7\u00e3o no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Diferente do ano passado, quando, j\u00e1 em janeiro, os t\u00e9cnicos da Receita anunciaram estimativa de 4% a 4,5% para o avan\u00e7o da arrecada\u00e7\u00e3o no ano, desta vez, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o oficial. Ontem, ao comentar o resultado da receita, Zayda afirmou que as proje\u00e7\u00f5es s\u00f3 poder\u00e3o ser feitas ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o, pelo Congresso Nacional, do or\u00e7amento deste ano.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Brasil crescer\u00e1 menos, diz FMI<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>O Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) reduziu para 3,5% a previs\u00e3o de crescimento do Brasil neste ano, ante estimativa de 3,9% divulgada em outubro \u00faltimo, em meio a uma revis\u00e3o geral das proje\u00e7\u00f5es para a economia global. De acordo com relat\u00f3rio divulgado ontem pela entidade, o mundo tamb\u00e9m crescer\u00e1 3,5% em 2013, ligeiramente menos do que os 3,6% imaginados anteriormente, devido, principalmente, \u00e0 persist\u00eancia da debilidade econ\u00f4mica na Zona do Euro.<\/p>\n<p>Diante do fraco desempenho brasileiro em 2012, quando o Produto Interno Bruto (PIB) n\u00e3o deve ter subido mais do que 1%, e das apostas menos ambiciosas para 2013, os economistas do fundo passaram tamb\u00e9m a questionar a real capacidade do pa\u00eds de retomar com rapidez patamares mais elevados de expans\u00e3o. O economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, disse que a taxa de crescimento potencial do Brasil \u2014 ou seja, a alta na produ\u00e7\u00e3o que pode ser obtida sem provocar desequil\u00edbrios, como o descontrole da infla\u00e7\u00e3o \u2014 pode ser mais baixa do que se pensava.<\/p>\n<p>Isso seria uma das explica\u00e7\u00f5es, segundo Blanchard, para o fracasso do governo em fazer a economia deslanchar, mesmo com todas as medidas de est\u00edmulo adotadas nos \u00faltimos meses. O diretor do Departamento de Pesquisas do FMI, Jorg Decressin, por sua vez, advertiu que \u00e9 preciso evitar que as pol\u00edticas de incentivo ao crescimento, como o aumento de gastos do governo, acabem por enfraquecer o equil\u00edbrio fiscal do pa\u00eds. Ao mesmo tempo, alertou, \u00e9 necess\u00e1rio desenvolver a infraestrutura para apoiar os investimentos e a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Recess\u00e3o<\/p>\n<p>De acordo com as estimativas do fundo, a Zona do Euro, que agrega 17 na\u00e7\u00f5es europeias, cair\u00e1 em recess\u00e3o pelo segundo ano consecutivo em 2013, com uma contra\u00e7\u00e3o de 0,2%, em vez de um crescimento da mesma magnitude, previsto no relat\u00f3rio de outubro. Pa\u00eds sobre o qual se voltam as maiores preocupa\u00e7\u00f5es dos analistas neste momento, a Espanha sofrer\u00e1 uma dura retra\u00e7\u00e3o de 1,5%.<\/p>\n<p>Segundo Blanchard, o pior da crise global j\u00e1 passou, mas a debilidade da Europa e a fraqueza do Jap\u00e3o, que n\u00e3o crescer\u00e1 mais do que 1,2%, ainda v\u00e3o pesar sobre a economia mundial neste ano. Para os Estados Unidos, o maior PIB do planeta, a previs\u00e3o \u00e9 de alta de 2%. A regi\u00e3o da Am\u00e9rica Latina e do Caribe deve ter expans\u00e3o de 3,6%. A boa not\u00edcia \u00e9 que o avan\u00e7o da China, um dos motores da economia global, sair\u00e1 dos 7,9%, registrados em 2012, para 8,2% em 2013, conforme as previs\u00f5es.<\/p>\n<p>Stephen Jaffe\/AFP &#8211; 14\/9\/11Para Jorg Decressin, o pa\u00eds precisa desenvolver o setor de infraestrutura Aumento de d\u00edvidaWashington \u2014 A C\u00e2mara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou ontem, por tr\u00eas meses, o projeto preparado pelos republicanos, que aumenta o teto da d\u00edvida dos Estados Unidos, de mais de US$ 15 trilh\u00f5es. Foi uma meia-vit\u00f3ria para o presidente norte-americano, Barack Obama, que continuar\u00e1 sob press\u00e3o para p\u00f4r fim a uma pend\u00eancia que vem tirando o sono dos investidores. A meta da Casa Branca \u00e9 resolver o problema antes de maio, para acabar com o risco de a maior economia do mundo ser obrigada a dar calote em seus credores.<\/p>\n<p>O projeto, aprovado por 285 votos a favor e 144 votos contra, seguir\u00e1 para o Senado, onde o Obama acredita que ter\u00e1 amplo sucesso. Em agosto de 2011, o governo enfrentou um grande impasse para a amplia\u00e7\u00e3o do teto da d\u00edvida, o que agitou os mercados e resultou em um rebaixamento da classifica\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito \u201cAAA\u201d do governo pela ag\u00eancia Standard and Poor\u2019s (S&amp;P).<\/p>\n<p>A vota\u00e7\u00e3o na C\u00e2mara marcou uma acentuada reviravolta nas promessas republicanas de usar a quest\u00e3o do teto da d\u00edvida como uma maneira de extrair cortes de gastos da administra\u00e7\u00e3o Obama. Mas o presidente da Casa, John Boehner, alertou que os republicanos usar\u00e3o os cortes or\u00e7ament\u00e1rios autom\u00e1ticos para exigir \u201creformas\u201d no governo.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Brasil \u00e9 o 4\u00ba maior destino de investimento<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O Brasil superou a Europa e o Jap\u00e3o e se transformou no quarto maior destino de investimentos do mundo em 2012, um ano que ; entrar\u00e1 para a hist\u00f3ria como o primeiro em que as economias emergentes receberam mais investimentos do que os pa\u00edses ricos.<\/p>\n<p>Os dados foram publicados ontem pela ONU e revelam uma queda brusca de 18% no fluxo de investimentos no mundo, puxada p\u00e9la retra\u00e7\u00e3o nos pa\u00edses ricos.<\/p>\n<p>Para 2013, a ONU estima que haver\u00e1 um crescimento dos investimentos de 7% a 8%, para US$ 1,4 trilh\u00e3o. Em 2014, a alta mundial ser\u00e1 de 17%, sempre na condi\u00e7\u00e3o de que a crise seja resolvida.<\/p>\n<p>Sentados sobre US$ 6 trilh\u00f5es, as multinacionais fecharam as torneiras em 2012, esperando uma defini\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da crise do euro e aguardando dias melhores para a economia. Com a hesita\u00e7\u00e3o das grandes empresas, pa\u00edses ricos registraram uma queda de 37% nos investimentos.<\/p>\n<p>Segundo os dados da ONU, o fluxo de investimentos externos ao Brasil tamb\u00e9m caiu na compara\u00e7\u00e3o a 2011. Mas em apenas 2% e bem inferior \u00e0 m\u00e9dia mundial. No total, o Pa\u00eds recebeu US$ 65,3 bilh\u00f5es neste ano, ante US$ 66 bilh\u00f5es em 2011.<\/p>\n<p>&#8220;O Brasil resistiu bem&#8221;, declarou James Zhan, diretor do Departamento de Investimentos da Confer\u00eancia da ONU para o Com\u00e9rcio e Desenvolvimento.<\/p>\n<p>Apenas Estados Unidos, China e Hong Kong receberam mais investimentos do que o Brasil em 2012. Os dados tamb\u00e9m apontam que, no ano passado, a economia brasileira recebeu um volume maior de investimentos que todo o continente africano. Em 2011, o Brasil havia sido o quinto colocado como maior destino de investimentos &#8211; em 2010, ocupava a s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo Zhan, h\u00e1 dois fatores que pesaram. O primeiro seria o incentivo dado pelo governo, por meio de pol\u00edticas industriais, que est\u00e1 atraindo multinacionais. &#8220;Vimos empresas do setor automotivo anunciar investimentos&#8221;, declarou. Outro fator foi o esfor\u00e7o de empresas de saltar barreiras impostas pelo governo e conseguir um melhor acesso ao mercado dom\u00e9stico nacional.<\/p>\n<p>Nova realidade. Os resultados do Brasil ajudaram a criar uma nova realidade internacional. Em 2012, 52% dos fluxos de investimentos foram direcionados aos pa\u00edses emergentes. &#8220;Pela primeira vez na hist\u00f3ria, n\u00e3o foram os pa\u00edses ricos que mais receberam investimentos&#8221;, indicou Zhan. No ano passado, os emergentes acabaram sendo destino de US$ 130 bilh\u00f5es mais em investimentos que os pa\u00edses ricos, apesar de terem registrado uma queda de 3,2% nos fluxos.<\/p>\n<p>A China continua sendo o segundo maior destino, recebendo em 2012 mais de \u00dcS$ 120 bilh\u00f5es. Se somado o investimento recebido pela China e por Hong Kong, a pot\u00eancia asi\u00e1tica teria um volume maior do que os EUA.<\/p>\n<p>Os investimentos na \u00c1frica aumentaram em 5%, e tiveram uma alta de 7,2% na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Mas se a situa\u00e7\u00e3o entre os emergentes e relativamente est\u00e1vel, os dados nos pa\u00edses ricos mostram uma realidade considerada preocupante pela ONU.<\/p>\n<p>Os n\u00edveis totais de investimentos legaram a US$ 1,3 trilh\u00e3o, pr\u00f3ximo do ponto mais baixo dos \u00faltimos dez anos. Em 2009, o pior ano para a economia mundial desde 1929, os investimentos somaram US$ 1,2 trilh\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Defasagem pune os assalariados<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>A corre\u00e7\u00e3o da tabela progressiva do Imposto de Renda da Pessoa F\u00edsica (IRPF) abaixo da infla\u00e7\u00e3o est\u00e1 ajudando o governo a manter os cofres p\u00fablicos cheios e bater recordes de arrecada\u00e7\u00e3o, mesmo em ano de crise econ\u00f4mica. O Fisco conseguiu abocanhar R$ 8,6 bilh\u00f5es a mais de IRPF em 2012 na compara\u00e7\u00e3o com o exerc\u00edcio anterior.<\/p>\n<p>Questionada sobre o impacto dessa atualiza\u00e7\u00e3o de 4,5% ao ano que vem sendo aplicada desde 2011 e vai at\u00e9 2014, menor que a varia\u00e7\u00e3o do custo de vida dos brasileiros no per\u00edodo, a secret\u00e1ria-adjunta da Receita, Zayda Bastos Manatta, afirmou que o \u00f3rg\u00e3o n\u00e3o tem estudo sobre o ganho que o governo obt\u00e9m com essa pr\u00e1tica. Ela atribuiu o aumento da arrecada\u00e7\u00e3o desse tributo ao crescimento de 13,38% da massa salarial no ano passado.<\/p>\n<p>Em 2013, a tabela ser\u00e1 corrigida nos mesmos 4,5%. A infla\u00e7\u00e3o oficial medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), foi de 5,84% no ano passado. Em 2011, ocorreu o mesmo. O IPCA naquele ano foi de 6,5%, e a atualiza\u00e7\u00e3o do IR, de apenas 4,5%.<\/p>\n<p>Estudo divulgado ontem pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita (Sindifisco Nacional) mostra defasagem de 66,4% da tabela do IR entre 1996 e 2012. Enquanto a infla\u00e7\u00e3o acumulada foi 189,54% no per\u00edodo, o governo corrigiu as faixas de isen\u00e7\u00e3o e de recolhimento do imposto somente em 73,95%. Se for considerado apenas o per\u00edodo da administra\u00e7\u00e3o petista, iniciada em 2003 com o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, a defasagem \u00e9 de 14%.<\/p>\n<p>A secret\u00e1ria-adjunta da Receita se limitou a dizer que a corre\u00e7\u00e3o \u00e9 definida em lei e \u00e9 uma decis\u00e3o de governo. \u201cA Receita apresenta os n\u00fameros, o impacto, as possibilidades, para que o governo tome a decis\u00e3o e discuta o assunto no Congresso\u201d, afirmou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" Valor Econ\u00f4mico\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4229\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4229","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-16d","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4229","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4229"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4229\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4229"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4229"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4229"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}