{"id":4243,"date":"2013-01-28T16:41:11","date_gmt":"2013-01-28T16:41:11","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4243"},"modified":"2013-01-28T16:41:11","modified_gmt":"2013-01-28T16:41:11","slug":"divida-ativa-da-uniao-cresce-15-e-passa-de-r-1-trilhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4243","title":{"rendered":"D\u00edvida ativa da Uni\u00e3o cresce 15% e passa de R$ 1 trilh\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>A d\u00edvida ativa da Uni\u00e3o ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 1 trilh\u00e3o. Fechou ano passado em R$ 1,14 trilh\u00e3o &#8211; pr\u00f3ximo do total arrecadado em tributos federais em 2012. O estoque de valores devidos por pessoas f\u00edsicas e empresas com a Uni\u00e3o apresentou uma alta de 15% ante 2011, quando a d\u00edvida ativa somou R$ 998,762 bilh\u00f5es. O balan\u00e7o \u00e9 da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e foi antecipado pelo Valor PRO, servi\u00e7o de tempo real do Valor.<\/p>\n<p>O montante \u00e9 corrigido pela taxa b\u00e1sica de juros, a Selic, atualmente em 7,25% ao ano. &#8220;Ainda que a gente tivesse um estoque congelado, a Selic faz com que ele aumente&#8221;, explicou o diretor de Gest\u00e3o da D\u00edvida Ativa da PGFN, Paulo Ricardo Cardoso.<\/p>\n<p>A Selic, contudo, n\u00e3o foi a \u00fanica respons\u00e1vel pela alta no estoque, que registrou um avan\u00e7o superior \u00e0 taxa de juros. Novas cobran\u00e7as foram inscritas na d\u00edvida ativa da Uni\u00e3o, explicou Cardoso ao destacar que &#8220;houve aumento efetivo no estoque entre 2011 e 2012&#8221;. Ele lembrou ainda que &#8220;d\u00edvidas novas s\u00e3o muito mais f\u00e1ceis de cobrar que as antigas.&#8221; Quase 90% dessa &#8220;nova d\u00edvida&#8221; \u00e9 cobran\u00e7a de tributos, inclusive, previdenci\u00e1rios. O restante -10% &#8211; inclui multas trabalhistas e penais, por exemplo.<\/p>\n<p>O trabalho da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional tamb\u00e9m resultou na recupera\u00e7\u00e3o de R$ 13,58 bilh\u00f5es no ano passado de valores devidos por pessoas f\u00edsicas e empresas. Essa arrecada\u00e7\u00e3o apresenta uma leve queda em rela\u00e7\u00e3o aos R$ 13,63 bilh\u00f5es recuperados em 2011.<\/p>\n<p>Cardoso explicou que em 2011 essa soma foi bastante impactada positivamente pelo Refis da crise (parcelamento de d\u00e9bitos com a Uni\u00e3o) e pela forte entrada de pagamentos extraordin\u00e1rios no per\u00edodo. Em julho de 2011, a Vale, por exemplo, quitou cerca de R$ 5 bilh\u00f5es que foram cobrados pela Receita e PGFN.<\/p>\n<p>Neste ano, a Procuradoria vai iniciar um processo de exclus\u00e3o do Refis daqueles que decidiram parcelar as cobran\u00e7as, mas ficaram inadimplentes com o programa. Caso o devedor tenha mais de tr\u00eas pagamentos em atraso, perder\u00e1 os benef\u00edcios da medida de parcelamento de d\u00edvidas, informou a procuradora-geral da Fazenda Nacional, Adriana Queiroz de Carvalho. Assim, n\u00e3o ter\u00e1 mais redu\u00e7\u00e3o da multa e &#8220;volta a pagar a d\u00edvida cheia&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Novo Refis, entretanto, &#8220;n\u00f3s n\u00e3o queremos&#8221;, frisou. Perguntada sobre estimativas de evolu\u00e7\u00e3o do estoque da d\u00edvida ativa e de arrecada\u00e7\u00e3o para 2012, Adriana explicou que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel prever esses comportamentos, pois depende de andamento judicial.<\/p>\n<p>Um novo parcelamento do governo vai entrar em a\u00e7\u00e3o em 2013. A d\u00edvida previdenci\u00e1ria de Estados e munic\u00edpios poder\u00e1 ser reduzida e paga em partes. Segundo a Receita, R$ 33 bilh\u00f5es est\u00e3o pass\u00edveis de serem parcelados, sendo que R$ 10 bilh\u00f5es est\u00e3o inscritos na d\u00edvida ativa da Uni\u00e3o. A medida vai contribuir na recupera\u00e7\u00e3o de d\u00e9bitos neste ano, afirmou Cardoso.<\/p>\n<p>A procuradora informou ainda que tem como meta para este ano iniciar a &#8220;limpeza&#8221; geral na d\u00edvida ativa da Uni\u00e3o, j\u00e1 anunciada, retirando d\u00e9bitos muito antigos que, por exemplo, n\u00e3o podem mais ser cobrados porque o devedor n\u00e3o existe mais.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Calote sobe na pessoa f\u00edsica e tende a seguir est\u00e1vel no trimestre<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Tal qual o convidado que n\u00e3o vai embora depois que a festa acaba, a inadimpl\u00eancia se instalou no cr\u00e9dito \u00e0 pessoa f\u00edsica e de l\u00e1 n\u00e3o sai. Em dezembro, os calotes voltaram a piorar para indiv\u00edduos, registrando 7,9%, taxa 0,1 ponto pior que a observada no m\u00eas anterior. Isso mostra a inadimpl\u00eancia encerrando 2012 sem que esperada queda se manifestasse. Ao mesmo tempo, refor\u00e7a as expectativas de que, pelo menos no primeiro trimestre do ano, o \u00edndice de atrasos na pessoa f\u00edsica seguir\u00e1 sem mostrar melhora consistente.<\/p>\n<p>&#8220;Nosso cen\u00e1rio \u00e9 de inadimpl\u00eancia na pessoa f\u00edsica est\u00e1vel pelo menos nos pr\u00f3ximos tr\u00eas meses&#8221;, diz Breno Costa, economista-chefe da GoOn, consultoria especializada no mercado de cr\u00e9dito. Na proje\u00e7\u00e3o da empresa, os atrasos encerrar\u00e3o mar\u00e7o deste ano em 7,8%.<\/p>\n<p>Com a inadimpl\u00eancia travando o caminho, o cr\u00e9dito com recursos livres titubeia. O saldo dos empr\u00e9stimos para pessoas f\u00edsicas com recursos livres, que em dezembro de 2011 subiu 16,3% no acumulado de 12 meses, encerrou 2012 crescendo 11,2%. Nos recursos livres \u00e0 pessoa jur\u00eddica, a queda foi menos acentuada. Em 2011, o saldo tinha aumentado 17,5% em 12 meses, velocidade que caiu para 16,5% em 2012.<\/p>\n<p>&#8220;O &#8220;saneanento&#8221; das d\u00edvidas das fam\u00edlias n\u00e3o acabou. Isso explica o avan\u00e7o de modalidades como cr\u00e9dito consignado, que ajudam a melhorar o caixa das pessoas&#8221;, diz Nicola Tingas, economista-chefe da Acrefi, associa\u00e7\u00e3o que re\u00fane bancos e financeiras. Na vis\u00e3o dele, s\u00f3 no segundo trimestre do ano \u00e9 que esse &#8220;al\u00edvio&#8221; ficar\u00e1 mais claro. &#8220;Ainda h\u00e1 cr\u00e9ditos para serem expurgados dos balan\u00e7os dos bancos.&#8221;<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise da inadimpl\u00eancia por linhas, a boa not\u00edcia vem do cr\u00e9dito de ve\u00edculos. Grande piv\u00f4 dos atrasos nos \u00faltimos dois anos, a modalidade firmou o passo em termos de recupera\u00e7\u00e3o dos calotes. Encerrou o ano em 5,3%, mesmo n\u00edvel em que come\u00e7ou (chegou a 6,1% em maio), na segunda queda seguida de 0,3 ponto percentual. Mas est\u00e1 longe da &#8220;zona de conforto&#8221; do come\u00e7o de 2011, em que era de 2,5%.<\/p>\n<p>Se ve\u00edculos come\u00e7a a se recuperar, duas outras modalidades seguem piorando em termos de atrasos. A primeira, o cheque especial, saltou de 12,1% em novembro, para 14% em dezembro, a m\u00e1xima desde junho de 2000, quando come\u00e7a a s\u00e9rie. O avan\u00e7o ocorre sazonalmente, mas n\u00e3o nessa intensidade.<\/p>\n<p>A segunda linha que piorou foi o cr\u00e9dito pessoal, que fechou o ano em 6,4%. A piora nessa linha, a maior carteira da pessoa f\u00edsica, vem ocorrendo consistentemente desde janeiro de 2011.<\/p>\n<p>O Banco Central se apressou em acalmar os temores. O chefe do Departamento Econ\u00f4mico do BC, Tulio Maciel, disse na sexta-feira que o pior da inadimpl\u00eancia da pessoa f\u00edsica ficou sim para tr\u00e1s e afirmou que o aumento dos calotes do cheque especial deve-se a um &#8220;efeito estat\u00edstico&#8221;. Como consumidores t\u00eam uma renda extra (13\u00ba sal\u00e1rio) no fim do ano, recorrem menos ao cheque especial. Se o saldo cresce menos, o percentual de d\u00edvida atrasada aparece mais nesse bolo que sobra.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00f3 em termos de calotes que o cen\u00e1rio de 2012 permanece. &#8220;Os bancos p\u00fablicos tendem a seguir ganhando representatividade&#8221;, diz Costa, da GoOn. Ele diz que, embora os bancos p\u00fablicos tamb\u00e9m tenham assumido o protagonismo do cr\u00e9dito em 2009, ap\u00f3s a crise, os privados reverteram a situa\u00e7\u00e3o gra\u00e7as ao cr\u00e9dito para ve\u00edculos. &#8220;Isso n\u00e3o vai se repetir.&#8221;<\/p>\n<p>Os bancos privados ainda ter\u00e3o dificuldade em encontrar um cen\u00e1rio que justifique uma menor seletividade na oferta de cr\u00e9dito, segundo Nicola Tingas, da Acrefi. &#8220;N\u00e3o acredito que isso ocorra antes do segundo semestre. At\u00e9 l\u00e1, o pique maior vai ser dos privados.&#8221;<\/p>\n<p>No ano passado, os bancos p\u00fablicos foram respons\u00e1veis por 72,9% do crescimento do cr\u00e9dito, segundo c\u00e1lculo do economista Roberto Troster. Outros 16,9% vieram dos privados de controle nacional e 10,2%, dos estrangeiros.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Disputa entre aliados desafia Dilma em 2014<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>Uma das grandes preocupa\u00e7\u00f5es do Pal\u00e1cio do Planalto, no momento, \u00e9 como armar o xadrez dos palanques para a campanha de reelei\u00e7\u00e3o da presidente Dilma Rousseff em 2014. Com o PSD como novo e importante aliado, a incerteza que o PSB representa e as dificuldades que o PMDB pode trazer no jogo eleitoral, n\u00e3o foi \u00e0 toa que Dilma decidiu escolher como articulador pol\u00edtico o ex-presidente Lula, que dever\u00e1 se dedicar exclusivamente ao assunto nos pr\u00f3ximos meses, relatam interlocutores do Planalto.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo \u00e9 uma das pe\u00e7as mais importantes do tabuleiro eleitoral e tamb\u00e9m um dos locais onde a articula\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais complexa. Isso porque o presidente do PSD, Gilberto Kassab, j\u00e1 avisou que ir\u00e1 disputar o governo do estado em 2014, certamente, contra um nome do PT e outro do PSDB. Que palanque Dilma ter\u00e1 em um dos principais estados do Brasil para tentar a reelei\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 uma inc\u00f3gnita no n\u00facleo palaciano.<\/p>\n<p>O mesmo deve ocorrer nos outros estados em que o PSD quer lan\u00e7ar candidato e pode disputar contra nomes do PT ou de outros partidos da base, como Santa Catarina, Amazonas, Rio Grande do Norte, Bahia, Para\u00edba, Mato Grosso e Tocantins.<\/p>\n<p>&#8211; O PSD vai estimular o m\u00e1ximo de candidaturas a governos estaduais em 2014. \u00c9 importante ampliar esse leque para que o partido possa crescer. O Kassab ser\u00e1 candidato em S\u00e3o Paulo, e n\u00e3o h\u00e1 problema nenhum nisso. No plano nacional estamos com a presidente Dilma &#8211; disse o l\u00edder do partido na C\u00e2mara, Guilherme Campos (SP).<\/p>\n<p>Outro assunto complicado \u00e9 a composi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Caso o socialista permane\u00e7a na base, haver\u00e1 o problema dos palanques estaduais, onde candidatos do PSB podem concorrer contra petistas.<\/p>\n<p>No entanto, o quadro se agravar\u00e1 se Campos decidir se lan\u00e7ar candidato a presidente, como j\u00e1 indicam seus correligion\u00e1rios. Nesse caso, a presidente ter\u00e1 que redobrar os esfor\u00e7os para articular seus palanques nos estados dominados pelo PSB, como Pernambuco, Cear\u00e1, Esp\u00edrito Santo, Piau\u00ed e Para\u00edba.<\/p>\n<p>O Distrito Federal \u00e9 outro grande pepino a ser administrado, onde o petista Agnelo Queiroz dever\u00e1 disputar a reelei\u00e7\u00e3o enfrentando o senador do PSB Rodrigo Rollemberg, que, inclusive, j\u00e1 rompeu com o governo local. Minas Gerais, estado &#8220;adotado&#8221; por Dilma, tamb\u00e9m promete ser fonte de complica\u00e7\u00e3o: a vontade do PSB \u00e9 lan\u00e7ar ao governo do estado o prefeito M\u00e1rcio Lacerda, nome apadrinhado pelo tucano A\u00e9cio Neves, outro prov\u00e1vel advers\u00e1rio de Dilma em 2014.<\/p>\n<p>&#8211; O PSB n\u00e3o tem decis\u00e3o sobre 2014, n\u00e3o estamos ligados no piloto autom\u00e1tico. Estamos livres para pensar 2014, fundamentalmente, com a possibilidade de ter a candidatura de Eduardo Campos \u00e0 presid\u00eancia. H\u00e1 um cansa\u00e7o em conviver com essa dicotomia tucano-petista e com esse casamento PT-PMDB &#8211; afirma o l\u00edder do PSB na C\u00e2mara, Beto Albuquerque (PSB-RS), em uma clara demonstra\u00e7\u00e3o de que o partido ser\u00e1 um complicador na vida de Dilma.<\/p>\n<p>O PMDB, aliado mais importante no Congresso, tamb\u00e9m ser\u00e1 uma fonte de embara\u00e7o para a presidente, principalmente no Rio. O vice-governador Luiz Fernando Pez\u00e3o, do PMDB, deve ser lan\u00e7ado por S\u00e9rgio Cabral para concorrer contra o senador Lindbergh Farias (PT), o que exigir\u00e1 uma engenharia pol\u00edtica para que Dilma n\u00e3o fique impedida de pisar em um dos palanques mais importantes para sua reelei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atento ao desafio, Lindbergh, que trabalha nos bastidores para unificar os partidos da base em torno de sua candidatura, minimiza:<\/p>\n<p>&#8211; Essa quest\u00e3o dos palanques divididos \u00e9 um problema, mas \u00e9 um problema bom. Problema ruim \u00e9 n\u00e3o ter palanque. O PSDB, por exemplo, tem problema em v\u00e1rios estados onde n\u00e3o tem palanque. \u00c9 natural que uma base t\u00e3o ampla quanto a do governo federal tenha v\u00e1rios candidatos disputando. Na reelei\u00e7\u00e3o do Lula, ele conseguiu unir Humberto Costa (PT) e Eduardo Campos (PSB) em um mesmo palanque, quando ambos disputavam o governo de Pernambuco. No Rio, ele foi a dois palanques em dias diferentes, um com o Marcelo Crivella, outro com o Vladimir Palmeira. \u00c9 s\u00f3 saber administrar o que se tem &#8211; afirmou o senador, para quem a presidente Dilma est\u00e1 &#8220;ficando boa&#8221; na articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>At\u00e9 mesmo no estado onde tem domic\u00edlio eleitoral, o Rio Grande do Sul, Dilma enfrentar\u00e1 saia justa. Ter\u00e1 de decidir se ir\u00e1 apoiar o petista Tarso Genro para a reelei\u00e7\u00e3o; a senadora Ana Am\u00e9lia, que \u00e9 de um partido da base, o PP; ou outro nome do PMDB, que pensa em lan\u00e7ar Rigotto.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma avalia\u00e7\u00e3o interna entre setores do PT de que o partido n\u00e3o poder\u00e1 agir como nas elei\u00e7\u00f5es municipais, quando tentou na Justi\u00e7a barrar o uso da imagem de Dilma e de Lula pelos partidos da base que tinham candidatos disputando contra petistas. Foi assim com o prefeito de Belo Horizonte, M\u00e1rcio Lacerda (PSB); com a deputada Manuela D&#8221;\u00c1vila (PCdoB-RS), em Porto Alegre; e com o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB).<\/p>\n<p>Como se trata de uma campanha de reelei\u00e7\u00e3o presidencial, Dilma n\u00e3o poder\u00e1 dispensar o apoio e os palanques dos aliados, nem manter dist\u00e2ncia da disputa, como fez em outubro de 2012. Mesmo que cogite cair na tenta\u00e7\u00e3o de barrar santinhos da presidente na campanha de aliados, o PT n\u00e3o encontrar\u00e1 subs\u00eddio legal para tanto: nas elei\u00e7\u00f5es de 2010, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que \u00e9 permitida a utiliza\u00e7\u00e3o da imagem ou voz do candidato a presidente da Rep\u00fablica na propaganda regional dos partidos coligados nacionalmente, ainda que sejam advers\u00e1rios no \u00e2mbito regional.<\/p>\n<p>&#8211; Somos legalistas. Se o candidato for de um partido que estiver na coliga\u00e7\u00e3o nacional, n\u00e3o d\u00e1 para impedir o uso da imagem da presidente Dilma ou do Lula &#8211; disse o l\u00edder do PT na C\u00e2mara, deputado Jos\u00e9 Guimar\u00e3es (PT-CE).<\/p>\n<hr \/>\n<p>BNDES estuda cortar cr\u00e9dito de curto prazo<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Para garantir o financiamento aos investimentos em infra-estrutura e \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o industrial, o BNDES deve remanejar, para essas opera\u00e7\u00f5es, recursos hoje destinados a linhas de curto prazo criadas recentemente, como as oferecidas para capital de giro das empresas, informou o presidente da institui\u00e7\u00e3o, Luciano Coutinho, ao Valor PRO, o servi\u00e7o de informa\u00e7\u00e3o em tempo real do Valor.<\/p>\n<p>Ele negou que o BNDES v\u00e1 financiar a compensa\u00e7\u00e3o \u00e0s empresas el\u00e9tricas pelo corte nas tarifas de energia, e, com base nas avalia\u00e7\u00f5es do banco, previu que, em 2014, o saldo do com\u00e9rcio exterior do Brasil ficar\u00e1 em torno de US$ 21 bilh\u00f5es, maior que em 2012.<\/p>\n<p>&#8220;Temos de trabalhar dois pontos importantes: um \u00e9 olhar dentro da capacidade do BNDES que linhas foram desenvolvidas no ano passado, como as relacionadas a giro, que podem ser enxugadas&#8221;, disse Coutinho, sobre planos de financiamento ao investimento, ap\u00f3s encontro com empres\u00e1rios e autoridades estrangeiras no F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial, em Davos. &#8220;A prioridade \u00e9 financiar o crescimento dos investimentos&#8221;.<\/p>\n<p>Ele disse que o tema ainda ser\u00e1 discutido no governo. &#8220;Ainda vou conversar com meus superiores e com a equipe econ\u00f4mica, mas me parece que teremos de ajustar nossa capacidade a esse quadro que est\u00e1 se desenhando que \u00e9 de expans\u00e3o de investimento.&#8221;<\/p>\n<p>Paralelamente, o BNDES vem discutindo com associa\u00e7\u00f5es de investidores do mercado aberto e de banco para desenvolver mercados para pap\u00e9is privados de renda fixa de longo prazo. &#8220;Estamos preparados para trabalhar em conjunto, melhorar as condi\u00e7\u00f5es de confiabilidade [dos pap\u00e9is], de parceria, inclusive, compartilhando garantias de forma a criar mais confian\u00e7a nesses instrumentos&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Segundo Coutinho, os novos mecanismos de financiamento privado ao investimento de longo prazo dever\u00e3o estar definidos at\u00e9 o fim de fevereiro, a tempo de fazer parte do card\u00e1pio a ser apresentado pelas autoridades no road show previsto para o come\u00e7o do ano com investidores no exterior.<\/p>\n<p>Nos encontro em Davos, nos quais falou com cerca de 20 altos executivos de multinacionais, Coutinho recebeu confirma\u00e7\u00e3o de investimentos anunciados por empresas j\u00e1 instaladas no Brasil e o an\u00fancio, por outras companhias, de que em breve far\u00e3o consultas ao banco sobre empr\u00e9stimos para explorar o mercado brasileiro.<\/p>\n<p>&#8220;A pergunta que me fizeram em Davos foi o quanto o Brasil vai crescer&#8221;, disse. &#8220;N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que o pa\u00eds vai crescer em 2013 e at\u00e9 mais em 2014&#8221;, se a situa\u00e7\u00e3o global n\u00e3o azedar. Sondando o sentimento de executivos, Coutinho percebeu que os interessados no Brasil seguem, em geral, o clima que marcou boa parte do F\u00f3rum de Davos neste ano, de al\u00edvio com a supera\u00e7\u00e3o das amea\u00e7as do ano passado \u00e0 sobreviv\u00eancia do euro e da Uni\u00e3o Europeia. &#8220;Eu poderia ser um pouquinho mais cauteloso, talvez haja um pouco de exagero, mas n\u00e3o \u00e9 nada fora do contexto&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Coutinho considera como &#8220;divisor de \u00e1guas&#8221; o an\u00fancio do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, em meados do ano passado, de que n\u00e3o haveria limite para a d\u00edvida banc\u00e1ria dos pa\u00edses europeus e que aceitaria at\u00e9 pap\u00e9is de garantia privados, comprando os b\u00f4nus que fossem necess\u00e1rios para evitar o colapso de pa\u00edses endividados. Draghi, com o an\u00fancio, acabou com o temor de crise da d\u00edvida soberana em pa\u00edses como It\u00e1lia e Espanha. &#8220;Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s expectativas, o cen\u00e1rio nacional \u00e9 incomparavelmente melhor que no ano passado&#8221;, afirmou Coutinho.<\/p>\n<p>&#8220;No primeiro semestre de 2012, o crescimento da economia brasileira, se projetado para 12 meses, ficou em 0,5%. No segundo semestre, pulou para 2,5%&#8221;, calculou o economista. Ele imagina ver essas novas expectativas transformarem-se em investimento direto no Brasil, garantindo, em 2013, patamares equivalentes ou maiores do que em 2012, em torno de US$ 60 bilh\u00f5es a US$ 70 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Caso n\u00e3o se frustrem as expectativas de supera\u00e7\u00e3o da crise levantadas em Davos, o Brasil, beneficiado por medidas recentes, como a queda de juros e valoriza\u00e7\u00e3o do real, al\u00e9m do corte de impostos sobre folha de pagamento e das tarifas de energia, ter\u00e1 um impulso positivo no com\u00e9rcio exterior e alta significativa de investimentos em infra-estrutura produtiva, a chamada forma\u00e7\u00e3o bruta de capital fixo, diz Coutinho. Ele j\u00e1 previu um aumento de 5,5% na forma\u00e7\u00e3o bruta de capital fixo, mas promete um esfor\u00e7o para subir essa cifra a 8%.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos dois meses de 2012, cresceu muito o n\u00famero de consultas ao banco para investimentos em infra-estrutura, em \u00e1reas como energia, petr\u00f3leo e g\u00e1s, informou. Ele prev\u00ea ainda, com a retomada da demanda, aumento de investimento nos setores automobil\u00edstico, de telecomunica\u00e7\u00f5es e eletroeletr\u00f4nico. Coutinho defendeu as exig\u00eancias de conte\u00fado nacional, que o governo vem impondo a um n\u00famero cada vez maior de setores candidatos a financiamento oficial e disse que h\u00e1 &#8220;fantasia e desinforma\u00e7\u00e3o&#8221; sobre o tema.<\/p>\n<p>&#8220;Tem gente repetindo bobagem falada no Brasil, dizendo que baixou a curva de produ\u00e7\u00e3o da Petrobras porque o governo exigiu conte\u00fado local&#8221;, queixou-se Coutinho. Quem atrasou o fornecimento de sondas \u00e0 empresa, numa m\u00e9dia de doze meses, foi a fornecedora estrangeira a quem a Petrobr\u00e1s encomendou sondas de explora\u00e7\u00e3o, lembrou. O governo, diz, tem prazos e crit\u00e9rios flex\u00edveis para acomodar as necessidades das empresas compelidas a elevar o conte\u00fado nacional em seus produtos.<\/p>\n<p>Coutinho afirmou que o BNDES n\u00e3o foi &#8220;alistado&#8221; entre as alternativas para financiar o corte das tarifas. &#8220;O que n\u00e3o for suficiente ter\u00e1 de ser coberto por transfer\u00eancias [do Tesouro], n\u00e3o por ajuste financeiro&#8221;, comentou. &#8220;O BNDES j\u00e1 trabalha com o setor em condi\u00e7\u00f5es t\u00e3o favorecidas que n\u00e3o me parece ter muito espa\u00e7o para aumentar [os recursos destinados].&#8221;<\/p>\n<p>Nas pr\u00f3ximas semanas, o governo far\u00e1 um road show para atrair investimentos de infra-estrutura. At\u00e9 l\u00e1, estar\u00e3o definidos novos instrumentos para dar maior participa\u00e7\u00e3o do setor privado no financiamento dessas opera\u00e7\u00f5es. &#8220;Estamos preparados para trabalhar em conjunto, melhorar as condi\u00e7\u00f5es de confiabilidade [dos pap\u00e9is], de parceria, inclusive, compartilhando garantias de forma a criar mais confian\u00e7a nesses instrumentos.&#8221;<\/p>\n<hr \/>\n<p>EUA: Senadores condicionam reforma migrat\u00f3ria a maior controle de fronteiras<\/p>\n<p>BBC Brasil<\/p>\n<p>No primeiro exemplo concreto da renovada simpatia em Washington para reformar as leis americanas de imigra\u00e7\u00e3o, um grupo de senadores dos partidos Democrata e Republicano apresentar\u00e1, nesta segunda-feira, um rascunho para basear as discuss\u00f5es sobre uma poss\u00edvel reforma migrat\u00f3ria.<\/p>\n<p>O principal pilar da proposta, segundo um comunicado de cinco p\u00e1ginas enviado \u00e0 imprensa antes do an\u00fancio, \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de um caminho para legalizar os cerca de 11 milh\u00f5es de imigrantes indocumentados que vivem no pa\u00eds, desde que antes entrem em vigor medidas de refor\u00e7o \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o interna e das fronteiras.<\/p>\n<p>Prev\u00ea-se a destina\u00e7\u00e3o de mais recursos para as fronteiras, tanto de pessoal quanto de &#8220;\u00faltima tecnologia&#8221; \u2013 como avi\u00f5es n\u00e3o tripulados. Al\u00e9m disso, seriam postos em pr\u00e1tica controles de sa\u00edda mais rigorosos, a fim de evitar que estrangeiros permane\u00e7am no pa\u00eds ap\u00f3s a expira\u00e7\u00e3o dos seus vistos.<\/p>\n<p>Cumpridos esses objetivos, os imigrantes indocumentados precisariam se registrar junto ao governo, pagar qualquer imposto ou multa devida, e s\u00f3 ent\u00e3o entrar em um per\u00edodo probat\u00f3rio antes de alcan\u00e7ar o status legal.<\/p>\n<p>O documento menciona a necessidade de os indocumentados entrarem &#8220;no fim da fila&#8221; da legaliza\u00e7\u00e3o, como qualquer outro candidato, e aprenderem ingl\u00eas e hist\u00f3ria americana.<\/p>\n<p>Mas o processo seria mais r\u00e1pido para os indocumentados mais jovens \u2013 hoje uma for\u00e7a significativa na pol\u00edtica americana \u2013 ou que fa\u00e7am trabalho agr\u00edcola, onde a m\u00e3o de obra \u00e9 essencialmente estrangeira.<\/p>\n<p>No futuro, os senadores querem permitir a vinda de imigrantes com base nas necessidades da economia americana, por\u00e9m acopladas a verifica\u00e7\u00f5es mais rigorosas de status migrat\u00f3rio por parte dos empregadores, para combater a m\u00e3o de obra ilegal.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 que os resultados sejam avaliados por comiss\u00f5es formadas por autoridades pol\u00edticas e policiais, e l\u00edderes comunit\u00e1rios nos Estados de fronteira com o M\u00e9xico.<\/p>\n<p>Entendimento pol\u00edtico<\/p>\n<p>O grupo de oito senadores \u00e9 formado pelos democratas Charles Schummer (Nova York), Robert Menendez (Nova Jersey), Richard Durbin (Illinois) e Michael Bennet (Colorado), e os republicanos John McCain e Jeff Flake (Arizona), Lindsey Graham (Carolina do Sul) e Marco Rubio (Fl\u00f3rida).<\/p>\n<p>Muro na fronteira EUA-M\u00e9xico; &#8220;Reconhecemos que sistema tem problemas&#8221;, dizem senadores<\/p>\n<p>&#8220;Reconhecemos que o nosso sistema de imigra\u00e7\u00e3o est\u00e1 com problemas&#8221;, dizem os senadores na apresenta\u00e7\u00e3o da proposta.<\/p>\n<p>&#8220;Nossa legisla\u00e7\u00e3o reconhece essa realidade, finalmente destinando recursos necess\u00e1rios para patrulhar as fronteiras, modernizar e tornar o nosso sistema legal de imigra\u00e7\u00e3o mais eficiente, ao passo que se cria um programa rigoroso, por\u00e9m justo de legaliza\u00e7\u00e3o para os indiv\u00edduos que j\u00e1 vivem aqui.&#8221;<\/p>\n<p>Os congressistas se comprometem a &#8220;assegurar-nos de que esta seja uma reforma migrat\u00f3ria permanente, que n\u00e3o precise ser revista&#8221;.<\/p>\n<p>A proposta acolhe a vis\u00e3o democrata de uma legisla\u00e7\u00e3o que abra as portas da legaliza\u00e7\u00e3o para todos os imigrantes \u2013 e que seja votada de uma s\u00f3 vez \u2013 e a reivindica\u00e7\u00e3o republicana de policiamento mais efetivo. O rascunho poderia come\u00e7ar a ser discutido no Senado j\u00e1 na primavera.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, um outro grupo de senadores democratas e republicanos est\u00e1 trabalhando em um projeto para duplicar o n\u00famero de vistos tempor\u00e1rios concedidos para imigrantes qualificados (vistos H-1B) e elevar o n\u00famero de green cards, ou autoriza\u00e7\u00f5es para resid\u00eancia nos EUA.<\/p>\n<p>Na ter\u00e7a-feira, o presidente Barack Obama far\u00e1 um discurso em Las Vegas, no qual, espera-se, pode indicar algumas de suas ideias para a reforma migrat\u00f3ria.<\/p>\n<p>Press\u00e3o popular<\/p>\n<p>Analistas consideram que a reforma migrat\u00f3ria foi uma aspira\u00e7\u00e3o que &#8220;saltou&#8221; das urnas nas elei\u00e7\u00f5es de novembro de 2012.<\/p>\n<p>Os latinos, que hoje comp\u00f5em cerca de 10% do eleitorado americano, votaram em massa pelos democratas, vistos como simp\u00e1ticos \u00e0 reforma migrat\u00f3ria, e penalizaram os republicanos, vistos como linha-dura no assunto.<\/p>\n<p>&#8220;Veja as \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es: estamos perdendo dramaticamente o voto latino, que achamos que deveria ser nosso&#8221;, disse o senador republicano John McCain em uma entrevista \u00e0 rede de TV ABC no domingo.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o podemos ignorar para sempre 11 milh\u00f5es de pessoas vivendo nas sombras neste pa\u00eds, ilegalmente.&#8221;<\/p>\n<p>No ano passado, Obama soube capitalizar eleitoralmente com a ordem executiva que permitiu a legaliza\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria para jovens trazidos para os EUA pelos seus pais quando crian\u00e7as \u2013 conhecidos aqui como dreamers, ou sonhadores.<\/p>\n<p>Uma proposta de legaliza\u00e7\u00e3o definitiva atrav\u00e9s do Congresso \u2013 o chamado Dream Act \u2013 est\u00e1 parada h\u00e1 mais de dez anos por obstru\u00e7\u00e3o dos republicanos.<\/p>\n<p>Nas atuais propostas em estudo, o caminho para a cidadania aberto aos &#8220;sonhadores&#8221; \u00e9 mais r\u00e1pido que para outros imigrantes. Senadores como Marco Rubio, um dos talentos em ascens\u00e3o no partido republicano, defendem uma legaliza\u00e7\u00e3o mais penosa e lenta para o resto.<\/p>\n<p>Entrevistado no mesmo programa da ABC \u2013 This Week with George Stephanopoulos \u2013 o democrata Robert Menendez disse que qualquer proposta de reforma da imigra\u00e7\u00e3o deve abrir a possibilidade de legalidade n\u00e3o apenas para os mais jovens, mas para todos os 11 milh\u00f5es de indocumentados que vivem no pa\u00eds.<\/p>\n<p>&#8220;Primeiro, os americanos apoiam (a legaliza\u00e7\u00e3o)&#8221;, disse o senador. &#8220;Segundo, os eleitores latinos a esperam. Terceiro, os democratas querem. E quarto, os republicanos precisam&#8221;, resumiu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Valor Econ\u00f4mico\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4243\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4243","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-16r","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4243","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4243"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4243\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4243"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4243"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4243"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}