{"id":4292,"date":"2013-02-05T21:43:34","date_gmt":"2013-02-05T21:43:34","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4292"},"modified":"2017-11-19T09:55:31","modified_gmt":"2017-11-19T12:55:31","slug":"a-batalha-que-salvou-a-humanidade-do-nazismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4292","title":{"rendered":"A batalha que salvou a humanidade do nazismo"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/1.bp.blogspot.com\/_xYkx5-92ehI\/TAgbsrnsg4I\/AAAAAAAAAEw\/IpIbmaoRA3E\/s1600\/soviet%2Bflag%2Bover%2Bberlin.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Em 2013 completam-se 70 anos da vit\u00f3ria sovi\u00e9tica na\u00a0Batalha de\u00a0Stalingrado com a rendi\u00e7\u00e3o das hordas de Hitler em 2 de fevereiro de 1943. Foi o inicio da derrocada da amea\u00e7a nazista e o triunfo de todos os povos do mundo.<\/p>\n<p>Stalingrado salvou a humanidade da sanha\u00a0nazi-fascista<\/p>\n<p><em>Por Max Altman<\/em><\/p>\n<p>Por volta de setembro de 1942, a soma das conquistas de Hitler era estarrecedora. O Mediterr\u00e2neo havia se tornado praticamente um lago do Eixo, a Alemanha nazista e a It\u00e1lia fascista dominando a maior parte da costa setentrional, desde a Espanha at\u00e9 a Turquia e a costa meridional da Tun\u00edsia at\u00e9 cerca de 100 quil\u00f4metros distante do rio Nilo.<\/p>\n<p>As tropas da\u00a0Wehrmacht\u00a0mantinham guarda desde o cabo setentrional da Noruega, no Oceano \u00c1rtico, at\u00e9 o Egito; da ocidental\u00a0Brest\u00a0no Atl\u00e2ntico at\u00e9 a parte sul do rio Volga, \u00e0s bordas da \u00c1sia Central. Regimes fascistas pr\u00e9-existentes e governos fantoches faziam o jogo do Reich nazista. Fran\u00e7a, Holanda, B\u00e9lgica, Dinamarca, \u00c1ustria, Hungria, Tchecoslov\u00e1quia, Pol\u00f4nia, os B\u00e1lc\u00e3s, a Gr\u00e9cia e outras mais j\u00e1 haviam sido engolidas pelasPanzer\u00a0Divisionen.<\/p>\n<p>Em fins do ver\u00e3o de 1942, Adolf Hitler parecia estar em espl\u00eandida situa\u00e7\u00e3o. Os submarinos alem\u00e3es estavam afundando 700.000 toneladas por m\u00eas de barcos brit\u00e2nicos e americanos no Atl\u00e2ntico, mais do que se poderia substituir nos estaleiros navais dos Estados Unidos, Canad\u00e1 e Esc\u00f3cia, ent\u00e3o em franco progresso.<\/p>\n<p>As tropas nazistas do 6\u00ba Ex\u00e9rcito do marechal Friedrich\u00a0von\u00a0Paulus\u00a0haviam alcan\u00e7ado o Volga, exatamente ao norte de\u00a0Stalingrado\u00a0em 23 de agosto. Dois dias antes, a su\u00e1stica tinha sido hasteada no monte\u00a0Elbruz, o ponto mais alto das montanhas do C\u00e1ucaso (5.642 metros). Os campos petrol\u00edferos de\u00a0Maikop, que produziam anualmente 2,5 milh\u00f5es de toneladas de petr\u00f3leo, haviam sido conquistados em 8 de agosto.<\/p>\n<p>No dia 25, os blindados do general\u00a0Kleist\u00a0chegaram a\u00a0Mozdok, distante apenas 80 quil\u00f4metros do principal centro petrol\u00edfero sovi\u00e9tico, nas imedia\u00e7\u00f5es de\u00a0Grozny\u00a0e a cerca de 150 quil\u00f4metros do mar C\u00e1spio. No dia 31 de agosto, Hitler ordenou que o\u00a0marechal-de-campo\u00a0List, comandante dos ex\u00e9rcitos do C\u00e1ucaso, reunisse todas as for\u00e7as existentes para o assalto final a\u00a0Grozny, a fim de se apoderar de todos os ricos campos petrol\u00edferos da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Determinou que o 6\u00ba Ex\u00e9rcito e o 4\u00ba Ex\u00e9rcito\u00a0Panzer\u00a0se lan\u00e7assem para o Norte, ao longo do Volga, cercando e sufocando\u00a0Stalingrado, num vasto movimento envolvente que lhe permitisse avan\u00e7ar de leste e de oeste contra o centro da R\u00fassia, tomando, finalmente, Moscou. Ao almirante\u00a0Raeder, no final de agosto, Hitler dizia que a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica &#8220;era um &#8216;lebensraum&#8217; (espa\u00e7o vital), \u00e0 prova de bloqueio&#8221; o que lhe ensejava voltar-se para os ingleses e americanos que &#8220;seriam obrigados a discutir os termos da paz&#8221;.<\/p>\n<p>Com essas conquistas vitais o &#8220;Reich de mil anos&#8221; estaria garantindo sua subsist\u00eancia e perman\u00eancia: as vastas estepes da Ucr\u00e2nia, ub\u00e9rrimas, a fazer brotar um infind\u00e1vel celeiro dourado de trigais; os abundantes campos de ouro negro a besuntar de energia a m\u00e1quina b\u00e9lica e industrial alem\u00e3.<\/p>\n<p>As imagens mais long\u00ednquas de minha meninice datam dessa \u00e9poca. Registram meu pai, cercado de amigos, debru\u00e7ados sobre um mapa da Europa estendido sobre a mesa, lupa em punho, r\u00e1dio em ondas curtas. Esta mesma cena provavelmente estaria se repetindo em milh\u00f5es de outros lares pelo mundo afora. Anos mais tarde, meu pai, um jovem revolucion\u00e1rio imbu\u00eddo de ideais socialistas, que no come\u00e7o dos anos 1930 tinha abandonado a Pol\u00f4nia de governo\u00a0pr\u00f3-nazi\u00a0e\u00a0anti-semita\u00a0para vir ao Brasil, relatava a agonia e o horror com que acompanhavam a expans\u00e3o irrefre\u00e1vel do imp\u00e9rio nazista.<\/p>\n<p>Quando os cabogramas anunciaram que a infantaria alem\u00e3 havia atravessado o Don silencioso em dire\u00e7\u00e3o aStalingrado, o assombro se instalou. E se a Alemanha nazista derrotasse a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica?<\/p>\n<p>A ideologia da supremacia racial ariana de Hitler se abateria sobre grande parte do mundo. Negros, eslavos, ind\u00edgenas, \u00e1rabes, mesti\u00e7os, mulatos, amarelos, sub-ra\u00e7as e esc\u00f3ria social, trabalhariam sob o tac\u00e3o de ferro do nazismo, como\u00a0semi-escravos, para a gl\u00f3ria da ra\u00e7a superior. Povos inteiros, judeus, ciganos, seriam aniquilados em nome da limpeza \u00e9tnica. Comunistas, socialistas e liberais seriam confinados em campos de concentra\u00e7\u00e3o e de l\u00e1 n\u00e3o sairiam vivos. O colonialismo na \u00c1frica e \u00c1sia ganharia alento. As liberdades seriam espezinhadas e governos lacaios em todos os quadrantes se encarregariam de organizar\u00a0gestapos\u00a0em cujos por\u00f5es um elenco monstruoso de torturas ao som da\u00a0Deutschland\u00a0\u00dcber\u00a0Alles\u00a0seria levado a cabo contra os inimigos do regime. As conquistas sociais dos trabalhadores estariam esmagadas. O progresso, as artes, as ci\u00eancias sofreriam abalo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do que, Werner\u00a0von\u00a0Braun\u00a0e seus assistentes em\u00a0Penemunde\u00a0estariam aperfei\u00e7oando as mort\u00edferas bombas voadoras de longo alcance com ogivas nucleares e outras m\u00e1quinas b\u00e9licas de alta tecnologia a pender como espada de\u00a0D\u00e2mocles\u00a0sobre qualquer pa\u00eds que ousasse desafiar o Reich alem\u00e3o. E se alguma na\u00e7\u00e3o pretendesse enfrentar os interesses do Grande Imp\u00e9rio Germ\u00e2nico novas ondas de\u00a0panzers\u00a0ou de bombas V1 e V2 desencadeariam \u2018blitzkriegs\u2019 preventivas para aniquilar pelo terror qualquer tentativa.<\/p>\n<p>Quando o jovem general\u00a0Konstantin\u00a0Rokossovsky, levando a cabo as instru\u00e7\u00f5es t\u00e1ticas da Opera\u00e7\u00e3o\u00a0Uranusordenadas diretamente de Moscou e arquitetadas pelos generais Alexander\u00a0Vasilievsky\u00a0e\u00a0Vasily\u00a0Volsky, conseguiu romper, em 19 de novembro, o anel de a\u00e7o que cercava\u00a0Stalingrado, a esperan\u00e7a reacendeu. No entanto, a cidade estava sitiada, os seguidos bombardeios da\u00a0Luftwaffe\u00a0haviam-na reduzido a escombros. Dia ap\u00f3s dia o cerco se apertava e em fins de novembro a zona urbana era invadida. Veio a ordem terminante: defender a todo custo as f\u00e1bricas Outubro Vermelho e Barricadas que produziam os carros de assalto, a F\u00e1brica de Tratores que constru\u00eda os blindados T-34 e a esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria central onde as mat\u00e9rias primas eram desembarcadas.<\/p>\n<p>Iniciou-se ent\u00e3o a mais feroz, a mais encarni\u00e7ada, a mais renhida e sangrenta, a mais dram\u00e1tica das batalhas militares que a Hist\u00f3ria da humanidade conheceu. O terreno coberto de destro\u00e7os impedia qualquer a\u00e7\u00e3o de blindados, a proximidade dos contendores tornava impratic\u00e1vel a cobertura a\u00e9rea. S\u00f3 restava calar baionetas e passar a travar a luta casa a casa, corpo a corpo, em cada cent\u00edmetro de ch\u00e3o. Para ilustrar a tenacidade com que se combatia, basta lembrar que a plataforma semidestru\u00edda da esta\u00e7\u00e3o de trens mudou de m\u00e3os sete vezes num \u00fanico dia. Os oper\u00e1rios da Outubro Vermelho empunharam armas e estabeleceram uma muralha de fogo em torno da f\u00e1brica. Jamais se havia visto tantas cenas de hero\u00edsmo, bravura e coragem, de lado a lado, naquele cen\u00e1rio l\u00fagubre das ru\u00ednas da cidade. Nunca antes soldados haviam lutado com tanto denodo para conquistar e defender.<\/p>\n<p>Em 30 de janeiro de 1943, d\u00e9cimo anivers\u00e1rio da subida de Hitler ao poder, o\u00a0f\u00fchrer\u00a0fazia uma solene proclama\u00e7\u00e3o pelo r\u00e1dio: &#8220;Daqui a mil anos os alem\u00e3es falar\u00e3o sobre a Batalha de\u00a0Stalingrado\u00a0com rever\u00eancia e respeito, e se lembrar\u00e3o que a despeito de tudo, a vit\u00f3ria final da Alemanha foi ali decidida&#8221;. Tr\u00eas dias depois, em 2 de fevereiro, o\u00a0marechal-de-campo\u00a0Von\u00a0Paulus\u00a0assinava diante do general\u00a0Vassili\u00a0Chuikov, comandante das tropas do Ex\u00e9rcito Vermelho em\u00a0Stalingrado, a rendi\u00e7\u00e3o do 6\u00ba Ex\u00e9rcito alem\u00e3o. A transmiss\u00e3o da capitula\u00e7\u00e3o foi feita em Berlim, atrav\u00e9s da r\u00e1dio alem\u00e3, pelo general\u00a0Zeitzler, chefe do Alto Comando daWehrmacht\u00a0(OKW) precedida do rufar abafado de tambores e da execu\u00e7\u00e3o do segundo movimento da Quinta Sinfonia de Beethoven.<\/p>\n<p>A maior e a mais \u00e9pica das batalhas da 2\u00aa Guerra Mundial que tivera in\u00edcio em 26 de junho havia chegado ao fim. Foram feitos prisioneiros pelos sovi\u00e9ticos 94.500 soldados alem\u00e3es dos quais 2.500 oficiais, 24 generais e o pr\u00f3prio marechal Von\u00a0Paulus. Mortos cerca de 140.000 soldados da\u00a0Wehrmacht\u00a0e 200.000 homens do Ex\u00e9rcito Vermelho. Os sovi\u00e9ticos tomaram do ex\u00e9rcito inimigo 60.000 ve\u00edculos, 1.500 blindados e 6.000 canh\u00f5es. A espinha dorsal do ex\u00e9rcito nazista e do Terceiro Reich estava irremediavelmente quebrada.<\/p>\n<p>Os mesmos milh\u00f5es de lares que tinham vivido momentos de apreens\u00e3o e pavor explodiram de emo\u00e7\u00e3o. Hitler havia mordido o p\u00f3 da derrota. Cora\u00e7\u00f5es e mentes voltaram-se para glorificar os her\u00f3is combatentes do Ex\u00e9rcito Vermelho e honrar os que tombaram no campo de batalha pela liberdade. A admira\u00e7\u00e3o pela extraordin\u00e1ria fa\u00e7anha impunha a pergunta: o que levou aquele contingente de centenas de milhares de jovens a lutar com tal f\u00faria e obstina\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Certamente o apelo da Grande Guerra Patri\u00f3tica, livrar o solo p\u00e1trio do invasor. Havia mais. A leitura das lancinantes cartas aos familiares escritas no front deixava evidente a determina\u00e7\u00e3o de defender as conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o de Outubro por cuja consolida\u00e7\u00e3o seus pais, 25 anos antes, haviam derramado sangue enfrentando e derrotando o ex\u00e9rcito branco e tropas invasoras de catorze pa\u00edses mobilizados para sufocar no nascedouro a revolu\u00e7\u00e3o bolchevique.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed o Ex\u00e9rcito Vermelho arrancou impetuoso rumo a capital do Reich nazista, abrindo em sua passagem os port\u00f5es macabros de\u00a0Auschwitz-Birkenau. As tropas\u00a0anglo-americanas\u00a0desembarcam na Normandia em 6 de junho de 1944. No dia 2 de maio de 1945, soldados do destacamento avan\u00e7ado do general Ivan\u00a0Koniev\u00a0hasteiam a bandeira sovi\u00e9tica no mastro principal do\u00a0Reichstag.<\/p>\n<p>Cinco dias depois, numa pequena escola de tijolos vermelhos em\u00a0Reims, Fran\u00e7a, na madrugada de 8 de maio de 1945, o almirante\u00a0Friedeburg\u00a0e o general\u00a0Jodl\u00a0assinam, em nome do que restou da m\u00e1quina de guerra nazista, diante do general Ivan\u00a0Susloparov\u00a0pela Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, e do general Walter\u00a0Bedell\u00a0Smith pelos aliados, a rendi\u00e7\u00e3o incondicional.<\/p>\n<p>Os canh\u00f5es cessaram de troar e as bombas deixaram de cair. Um estranho sil\u00eancio pairou sobre o continente europeu pela primeira vez desde 1\u00ba de setembro de 1939. O mundo estava livre da sanha\u00a0nazi-fascista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\n1.bp.blogspot\n\n\n\n\n\n\n\n\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4292\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[74],"tags":[],"class_list":["post-4292","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c87-revolucao-russa"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-17e","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4292","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4292"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4292\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4292"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4292"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4292"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}