{"id":4293,"date":"2013-02-06T14:17:40","date_gmt":"2013-02-06T14:17:40","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4293"},"modified":"2013-02-06T14:17:40","modified_gmt":"2013-02-06T14:17:40","slug":"embraer-fecha-nova-parceria-para-a-producao-de-avioes-nao-tripulados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4293","title":{"rendered":"Embraer fecha nova parceria para a produ\u00e7\u00e3o de avi\u00f5es n\u00e3o tripulados"},"content":{"rendered":"\n<p>A empresa brasileira de engenharia militar e civil Avibras, que produz foguetes e m\u00edsseis, virou s\u00f3cia da fabricante de avi\u00f5es Embraer e da tamb\u00e9m brasileira AEL Sistemas (fabricante de produtos eletr\u00f4nicos, militares e civis). A Avibras agora possui uma parte da Harpia Sistemas, empresa formada pela Embraer e AEL para fabricar avi\u00f5es n\u00e3o tripulados. Essas aeronaves s\u00e3o usadas para patrulhar fronteiras, reconhecer alvos e participar de a\u00e7\u00f5es militares.<\/p>\n<p>Com o acordo, a Avibras assumiu 9% de participa\u00e7\u00e3o na Harpia, reduzindo a fatia da AEL Sistemas para 40%. A Embraer Defesa e Seguran\u00e7a permanece como acionista majorit\u00e1ria, com 51% das a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A entrada da Avibras na sociedade vai permitir que a Harpia fique com o projeto do avi\u00e3o n\u00e3o tripulado Falc\u00e3o em sua linha de produtos. A aeronave est\u00e1 sendo desenvolvida pela Avibras para uso pelas For\u00e7as Armadas brasileiras. O avi\u00e3o tem como objetivo ser capaz de realizar miss\u00f5es de reconhecimento e vigil\u00e2ncias terrestre e mar\u00edtima, entre outras tarefas.<\/p>\n<p>Shlomo Erez, presidente da AEL diz que a Avibras traz elementos para colaborar no desenvolvimento de avi\u00f5es n\u00e3o tripulados de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, &#8220;que atender\u00e3o \u00e0s necessidades do pa\u00eds&#8221;.<\/p>\n<p>Fundada em 1961, a Avibras \u00e9 uma empresa nacional, especializada em engenharia, que projeta, desenvolve e fabrica produtos para os mercados militar e civil.<\/p>\n<p>Sua linha de produtos de defesa inclui sistemas de foguetes de artilharia, m\u00edsseis aut\u00f4nomos e guiados, sistemas de defesa antia\u00e9rea, sistemas de armamento para aeronaves, ve\u00edculos militares blindados e aeronaves remotamente pilotadas.<\/p>\n<p>A AEL Sistemas \u00e9 uma empresa brasileira com sede em Porto Alegre. Fabrica produtos eletr\u00f4nicos, militares e civis, para aplica\u00e7\u00f5es em ve\u00edculos a\u00e9reos, mar\u00edtimos e terrestres, tripulados e n\u00e3o tripulados. Em 2001, a AEL Sistemas tornou-se uma subsidi\u00e1ria da Elbit Systems, a maior empresa fabricante de produtos de defesa de Israel. Em 2011, a Embraer Defesa e Seguran\u00e7a adquiriu 25% de participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria na AEL Sistemas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Congresso: Or\u00e7amento, s\u00f3 depois da folia<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>A oposi\u00e7\u00e3o imp\u00f4s ontem ao governo a segunda derrota em menos de dois meses na vota\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento de 2013. Mais uma vez a base aliada se mostrou incapaz de garantir qu\u00f3rum na sess\u00e3o do Congresso para analisar a pe\u00e7a or\u00e7ament\u00e1ria sem a necessidade de apreciar antes os mais de 3 mil vetos presidenciais e, a exemplo do que ocorreu no fim de dezembro, a an\u00e1lise da mat\u00e9ria acabou adiada pela terceira vez. O novo embate ficou para depois do carnaval.<\/p>\n<p>O segundo adiamento ocorre no dia seguinte \u00e0 confirma\u00e7\u00e3o de que a Petrobras teve o seu pior resultado nos \u00faltimos oito anos, com uma queda nos lucros de aproximadamente 36% (R$ 21,18 bilh\u00f5es em 2012 ante um resultado positivo de R$ 33,3 bilh\u00f5es em 2011). O governo tamb\u00e9m tenta driblar as previs\u00f5es pessimistas diante do p\u00edfio resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado, que vai ficar pr\u00f3ximo dos 1%.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da quest\u00e3o dos vetos, sobretudo o que define as novas regras de distribui\u00e7\u00e3o dos royalties \u2014 que op\u00f5e estados e n\u00e3o produtores \u2014, existe uma clara insatisfa\u00e7\u00e3o da base no tratamento recebido do Pal\u00e1cio do Planalto, sobretudo pela dificuldade em liberar as emendas parlamentares. O impasse deve permanecer ap\u00f3s o recesso de carnaval, j\u00e1 que parlamentares de estados produtores de petr\u00f3leo querem que o Congresso analise os vetos individualmente, para postergar a derrubada dos itens que tratam sobre a redistribui\u00e7\u00e3o dos royalties.<\/p>\n<p>O Correio apurou que o governo insistir\u00e1 na tese de n\u00e3o aceitar vincular a vota\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento \u00e0 an\u00e1lise dos vetos. Mas nenhum dos interlocutores da presidente Dilma Rousseff soube explicar qual ser\u00e1 a estrat\u00e9gia utilizada para evitar a terceira derrota consecutiva. Como a semana p\u00f3s-carnaval \u00e9 &#8220;morta&#8221; politicamente e fevereiro \u00e9 um m\u00eas menor, n\u00e3o est\u00e1 descartada a possibilidade de o Or\u00e7amento de 2013 ser votado e aprovado apenas em mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Foi tamb\u00e9m o primeiro teste do PMDB no comando do Congresso ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es de Renan Calheiros (PMDB-AL) para a presid\u00eancia do Senado, e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), na C\u00e2mara. Mas os novos presidentes n\u00e3o conseguiram construir um consenso e a sess\u00e3o do Congresso foi cancelada antes mesmo de come\u00e7ar.<\/p>\n<p>Renan admitiu que cancelou a sess\u00e3o porque n\u00e3o havia qu\u00f3rum. &#8220;O processo legislativo passa pelo consenso e pelo entendimento. Trabalhamos para apreciar hoje o Or\u00e7amento, mas n\u00e3o havia consenso&#8221;, explicou o presidente do Senado. &#8220;Vamos deixar essa tarefa para mais adiante. O Congresso queria votar, o Planalto queria votar, e a resist\u00eancia n\u00e3o veio nem do Congresso nem do Planalto. A resist\u00eancia \u00e9 de setores localizados&#8221;, acrescentou Renan.<\/p>\n<p>Compromisso<\/p>\n<p>O presidente da C\u00e2mara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), adotou a mesma linha e explicou que o tema n\u00e3o poderia ser levado a plen\u00e1rio sem que houvesse consenso com a oposi\u00e7\u00e3o. Ele criticou os parlamentares que se opuseram \u00e0 aprecia\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento antes da vota\u00e7\u00e3o dos vetos. &#8220;O Or\u00e7amento n\u00e3o interessa apenas ao governo, o Or\u00e7amento interessa ao pa\u00eds. Uma mat\u00e9ria com essa relev\u00e2ncia deve ser votada em consenso por parlamentares da oposi\u00e7\u00e3o e do governo&#8221;, justificou Alves.<\/p>\n<p>Na \u00faltima segunda-feira, durante sess\u00e3o de abertura do ano legislativo, a ministra das Rela\u00e7\u00f5es Institucionais, Ideli Salvatti, pediu que o Congresso honrasse o compromisso de aprovar a lei or\u00e7ament\u00e1ria. Em dezembro, durante caf\u00e9 da manh\u00e3 com jornalistas, a presidente Dilma Rousseff deixou claro que a troca da vota\u00e7\u00e3o em dezembro havia sido acertada com a oposi\u00e7\u00e3o. &#8220;Se n\u00e3o votar em fevereiro, sim, ser\u00e1 uma derrota&#8221;, vaticinou ela.<\/p>\n<p>O l\u00edder do DEM na C\u00e2mara, Ronaldo Caiado (GO), disse que a base do governo quer retirar dos parlamentares a prerrogativa de apreciar vetos do Planalto. &#8220;Eles n\u00e3o querem que o Congresso possa apreciar vetos, que os vetos fiquem engavetados pelos pr\u00f3ximos 100 anos. Com a decis\u00e3o do ministro Luiz Fux (que obrigou a an\u00e1lise de todos os 3 mil vetos em ordem cronol\u00f3gica), estamos resgatando nossa prerrogativa&#8221;, argumentou.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Novas regras atraem investidor para rodovias<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Em uma cruzada para atrair o capital privado, o governo alterou as regras pouco antes do in\u00edcio do jogo. Os leil\u00f5es de concess\u00e3o de duas rodovias &#8211; BR 116 e BR 040 &#8211; foram adiados para que a modelagem fosse alterada e assegurasse o aumento da rentabilidade para os investidores, por determina\u00e7\u00e3o da presidente Dilma Rousseff. Pelo novo modelo, a rentabilidade sobe de em m\u00e9dia 10% para em m\u00e9dia 15% nos principais projetos.<\/p>\n<p>Outras altera\u00e7\u00f5es foram feitas para atrair os investidores. &#8220;Melhoramos a modelagem das concess\u00f5es para que seja mais rent\u00e1vel que a anterior&#8221;, confirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante o f\u00f3rum &#8220;Infraestrutura e Energia no Brasil: Projetos, Financiamentos e Oportunidades&#8221;, realizado ontem em S\u00e3o Paulo com apoio do Valor e do BTG Pactual.<\/p>\n<p>O modelo, alterado em &#8220;uma semana e meia de trabalho&#8221;, segundo Mantega, agora prev\u00ea aumento no prazo de concess\u00e3o &#8211; de 25 para 30 anos -, no de financiamento &#8211; de 20 para 25 anos &#8211; e na car\u00eancia -de tr\u00eas para cinco anos &#8211; nos empr\u00e9stimos contra\u00eddos junto \u00e0s institui\u00e7\u00f5es financeiras oficiais. O programa de concess\u00e3o tem o apoio de BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econ\u00f4mica Federal. O governo est\u00e1 oferecendo ainda juros de TJLP e 1,5% ao ano. Segundo Mantega, a exig\u00eancia de garantias ser\u00e1 reduzida. Os interessados poder\u00e3o contrair empr\u00e9stimos-ponte com exig\u00eancia de patrim\u00f4nio l\u00edquido igual a uma vez o valor do empr\u00e9stimo. A regra anterior previa patrim\u00f4nio l\u00edquido de 1,3 vez o total do financiamento. A exig\u00eancia de ativos totais caiu de 2,8 para 2 vezes o valor do empr\u00e9stimo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi alterada a proje\u00e7\u00e3o de aumento de tr\u00e1fego nas rodovias a serem concedidas. A previs\u00e3o original \u00e9 que o volume de tr\u00e1fego cresceria 5% ao ano, em m\u00e9dia, durante os 25 anos da concess\u00e3o. Agora a estimativa \u00e9 de 4% m\u00e9dios ao ano, considerada mais realista pelo governo e por investidores presentes ao evento.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s caprichamos&#8221;, disse Mantega. Segundo o ministro, as mudan\u00e7as melhoram a equa\u00e7\u00e3o financeira dos projetos e devem atrair um maior n\u00famero de interessados. Em sua interven\u00e7\u00e3o, o presidente do BTG Pactual, Andr\u00e9 Esteves, afirmou que as novas regras &#8220;mudam um pouco&#8221; a percep\u00e7\u00e3o dos investidores em rela\u00e7\u00e3o ao processo de concess\u00e3o.<\/p>\n<p>Esteves declarou que a iniciativa do governo se agrega a uma s\u00e9rie de indicadores positivos da economia brasileira para tornar o pa\u00eds mais atrativo. Usando a conhecida met\u00e1fora do copo pela metade, afirmou que os investidores, principalmente os brasileiros, devem atentar para &#8220;a metade cheia&#8221;, que, &#8220;muito significativa&#8221;, inclui infla\u00e7\u00e3o sob controle &#8211; h\u00e1 sete anos consecutivos dentro da meta do Banco Central -, mudan\u00e7as no patamar dos juros, crescimento consistente do cr\u00e9dito e da renda. &#8220;S\u00e3o condi\u00e7\u00f5es que, junto com essa iniciativa do governo, devem levar os investidores privados a aceitar o desafio de empregar recursos nesse programa&#8221;, defendeu. &#8220;Isso \u00e9 absolutamente transformador no Brasil.&#8221;<\/p>\n<p>O presidente do BTG Pactual tamb\u00e9m mencionou a solidez fiscal do pa\u00eds, com uma d\u00edvida l\u00edquida em torno de 35% do Produto Interno Bruto, &#8220;a menor entre os pa\u00edses do G-20&#8221;, o aumento da renda e o crescimento, ainda que lento, da economia. &#8220;O Brasil oferece uma escala de possibilidades que poucos pa\u00edses oferecem.&#8221;<\/p>\n<p>Com o evento de ontem, o governo deu in\u00edcio a uma s\u00e9rie de apresenta\u00e7\u00f5es, para investidores, de seu plano de investimentos em infraestrutura, complementar ao Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC). O &#8220;road show&#8221; ter\u00e1 agora uma rodada internacional, com apresenta\u00e7\u00f5es nos dias 26 de fevereiro em Nova York, 1\u00ba de mar\u00e7o em Londres e mais duas datas a definir, ainda em mar\u00e7o, em T\u00f3quio e Cingapura.<\/p>\n<p>A aproxima\u00e7\u00e3o do governo com investidores privados visa a &#8220;acelerar os investimentos e garantir a expertise na execu\u00e7\u00e3o dos projetos com o apoio da iniciativa privada&#8221;, defendeu a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Segundo ela, a inten\u00e7\u00e3o do governo \u00e9 oferecer instrumentos para os investidores e ao mesmo assumir seu papel de regulador e fiscalizador, disposto a errar menos que no passado.<\/p>\n<p>As concess\u00f5es na \u00e1rea de transporte preveem de investimentos de R$ 370 bilh\u00f5es no per\u00edodo de 30 anos -prazo de dura\u00e7\u00e3o dos contratos &#8211; com mais da metade dos desembolsos concentrada nos cinco primeiros anos. Esse total n\u00e3o inclui o trem de alta velocidade (TAV), entre Campinas (SP) e Rio de Janeiro, passando por S\u00e3o Paulo. A proje\u00e7\u00e3o oficial para constru\u00e7\u00e3o do TAV \u00e9 de US$ 35,6 bilh\u00f5es (cerca de R$ 70 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>Ser\u00e3o licitados 10 mil quil\u00f4metros de ferrovias, 7,5 mil quil\u00f4metros de rodovias (obras de duplica\u00e7\u00e3o), al\u00e9m da concess\u00e3o de mais dois aeroportos (Gale\u00e3o, no Rio, e Confins, pr\u00f3ximo a Belo Horizonte), al\u00e9m de terminais portu\u00e1rios. Os investimentos ser\u00e3o de R$ 42 bilh\u00f5es em estradas, R$ 91 bilh\u00f5es em ferrovias. Nos cinco primeiros anos, a rodovias devem receber R$ 23,5 bilh\u00f5es, ao passo que as ferrovias, R$ 56 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente da Empresa de Planejamento e Log\u00edstica (EPL), Bernardo Figueiredo, o pa\u00eds praticamente interrompeu os investimentos em infraestrutura de transporte h\u00e1 30 anos e tem hoje um d\u00e9ficit de R$ 400 bilh\u00f5es a R$ 500 bilh\u00f5es nessa \u00e1rea. Assim, o pa\u00eds ter\u00e1 de lan\u00e7ar novos programas para investir al\u00e9m dos R$ 370 bilh\u00f5es projetados na atual ofensiva, defendeu.<\/p>\n<p>O governo tamb\u00e9m apresentou oportunidades de investimento na \u00e1rea de energia. O presidente da Empresa de Pesquisas Energ\u00e9ticas (EPE), Mauricio Tolmasquim, afirmou que ser\u00e3o contratados R$ 148 bilh\u00f5es em projetos na \u00e1rea de energia el\u00e9trica, sendo que cerca de R$ 120 bilh\u00f5es ser\u00e3o direcionados para o segmento de gera\u00e7\u00e3o. Um dos principais projetos ser\u00e1 a usina de S\u00e3o Luiz dos Tapaj\u00f3s, no Par\u00e1, com 6.133 MW de capacidade, cujo leil\u00e3o poder\u00e1 ser realizado em 2014. Tolmasquim destacou que est\u00e1 otimista com perspectivas de explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s n\u00e3o convencional, o que poder\u00e1 viabilizar o acr\u00e9scimo da oferta interna do insumo, seja para t\u00e9rmicas, seja para consumidores industriais.<\/p>\n<p>O diretor-presidente do Valor, Alexandre Caldini, afirmou que a aproxima\u00e7\u00e3o entre governo e iniciativa privada \u00e9 ben\u00e9fica e necess\u00e1ria. Historicamente, lembrou, a rela\u00e7\u00e3o entre os dois setores t\u00eam sido marcadas por &#8220;desconfian\u00e7as m\u00fatuas, muitas vezes justificadas&#8221;. Ele mencionou que medidas como a queda dos juros, a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamento e a redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o da energia s\u00e3o exemplos de a\u00e7\u00f5es do governo originadas no di\u00e1logo com a sociedade. Segundo ele, esse encontro entre o p\u00fablico e o privado tende a tornar o &#8220;mais forte, din\u00e2mico e competitivo&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Infla\u00e7\u00e3o dos alimentos desafia governo<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Na semana passada, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, convocou os representantes do Minist\u00e9rio da Agricultura e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para uma reuni\u00e3o com o objetivo de p\u00f4r em pr\u00e1tica a estrat\u00e9gia de vender estoques p\u00fablicos de gr\u00e3os para conter a infla\u00e7\u00e3o dos alimentos &#8211; apontada pelo governo como um dos principais fatores para a eleva\u00e7\u00e3o de 5,84% no IPCA em 2012.<\/p>\n<p>Gleisi foi avisada, por\u00e9m, que a Conab n\u00e3o tem estoques suficientes para levar a ideia adiante, apesar do crescimento cont\u00ednuo da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os nos \u00faltimos anos. Hoje, a estatal praticamente n\u00e3o tem milho e feij\u00e3o em seus armaz\u00e9ns e conta com apenas 756 mil de toneladas de arroz, o suficiente para um m\u00eas de consumo. O efeito da venda desse volume de arroz sobre os pre\u00e7os no varejo seria in\u00f3cuo, j\u00e1 que a safra est\u00e1 sendo colhida e as cota\u00e7\u00f5es tendem a cair naturalmente nos pr\u00f3ximos 45 dias.<\/p>\n<p>Diante da impossibilidade de vender estoques p\u00fablicos, o governo come\u00e7ou uma ofensiva para coordenar as expectativas do mercado. Na segunda-feira, em discurso a produtores rurais no Paran\u00e1, a presidente Dilma Rousseff enfatizou que n\u00e3o faltar\u00e1 cr\u00e9dito para a agricultura brasileira neste ano. &#8220;Se gastarem o dinheiro, ter\u00e1 mais. O que gastarem, n\u00f3s cobrimos. Estamos oferecendo 115 aqui, 18 ali, tudo bilh\u00e3o &#8220;, disse ela, durante o Show Rural, evento promovido pela cooperativa Coopavel.<\/p>\n<p>Ontem, tamb\u00e9m em entrevista a uma emissora de r\u00e1dio do Paran\u00e1, a presidente disse que o governo est\u00e1 estudando desonerar integralmente a cesta b\u00e1sica dos tributos federais. \u00c0 tarde, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, declarou que a safra 2012\/13 de gr\u00e3os, at\u00e9 ent\u00e3o estimada pela Conab em 180 milh\u00f5es de toneladas, deve alcan\u00e7ar 185 milh\u00f5es. Um conjunto de not\u00edcias que acalmaria os pre\u00e7os e, portanto, as expectativas de infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Conab s\u00f3 tem autoriza\u00e7\u00e3o legal para adquirir produtos no mercado quando as cota\u00e7\u00f5es est\u00e3o mais baixas do que as fixadas pela Pol\u00edtica de Garantia de Pre\u00e7os M\u00ednimos (PGPM). O Minist\u00e9rio da Agricultura compra os excedentes ou financia a estocagem, sempre que o pre\u00e7o de mercado cai abaixo do m\u00ednimo. Para aquisi\u00e7\u00f5es acima desse valor, \u00e9 necess\u00e1ria autoriza\u00e7\u00e3o por Medida Provis\u00f3ria (MP).<\/p>\n<p>No m\u00eas passado, governo editou a MP 603, que autoriza, em car\u00e1ter excepcional, neste ano, a aquisi\u00e7\u00e3o de at\u00e9 300 mil toneladas de milho em gr\u00e3o, ao pre\u00e7o de mercado, por meio de leil\u00f5es, para recompor os estoques p\u00fablicos.<\/p>\n<p>O objetivo dessa MP \u00e9 o de ofertar milho diretamente para pequenos criadores de aves, su\u00ednos, bovinos, caprinos e ovinos sediados nos munic\u00edpios da \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o da Superintend\u00eancia do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), por causa da longa estiagem. A ajuda, por\u00e9m, n\u00e3o deve sair do papel devido \u00e0 proximidade da colheita de milho.<\/p>\n<p>Com a alta dos pre\u00e7os das principais commodities agr\u00edcolas nos \u00faltimos anos, os gastos do governo para manter os valores m\u00ednimos v\u00eam caindo. Para aquisi\u00e7\u00f5es por meio da PGPM, o governo chegou a gastar R$ 3,1 bilh\u00f5es em 2009. Em 2012, ano de alta nas commodities, a despesa foi bem menor, de R$ 568 milh\u00f5es. Em 2013, o minist\u00e9rio estima que um gasto ainda mais modesto, abaixo de R$ 300 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A car\u00eancia de estoques n\u00e3o \u00e9 culpa apenas dos pre\u00e7os altos. Na avalia\u00e7\u00e3o da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, o Minist\u00e9rio da Agricultura n\u00e3o agiu no momento adequado nas aquisi\u00e7\u00f5es. No in\u00edcio de 2012, a Conab recomendou ao minist\u00e9rio a compra de milho para forma\u00e7\u00e3o de estoque, o que n\u00e3o foi feito. A pasta n\u00e3o considerou que haveria gargalos de abastecimento no ano, devido \u00e0 safra recorde de milho, que foi de 72,9 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>Agora, no curto prazo, n\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de refor\u00e7ar os estoques de gr\u00e3os. Por isso, a Conab decidiu que vai aumentar o pre\u00e7o m\u00ednimo do feij\u00e3o e da farinha de mandioca para incentivar o plantio dessas culturas. O feij\u00e3o perdeu \u00e1rea no Paran\u00e1 para a cana-de-a\u00e7\u00facar, e a seca no Nordeste est\u00e1 prejudicando a produ\u00e7\u00e3o tanto do gr\u00e3o quanto da mandioca.<\/p>\n<p>Na reuni\u00e3o da semana passada, a ministra-chefe da Casa Civil perguntou para os representantes do minist\u00e9rio da Agricultura por que a Conab n\u00e3o vendeu arroz em dezembro, quando o pre\u00e7o estava subindo.<\/p>\n<p>A resposta foi que o minist\u00e9rio havia decidido suspender um dos leil\u00f5es marcados para janeiro, contra a recomenda\u00e7\u00e3o da Conab, atendendo a um pedido de deputados da bancada ruralista e da Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que temiam uma desvaloriza\u00e7\u00e3o do produto.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi o que aconteceu. A saca de 50 quilos custa atualmente R$ 50,86 em Mato Grosso, longe do pre\u00e7o m\u00ednimo &#8211; R$ 28,23. No Rio Grande do Sul, o valor est\u00e1 em R$ 33,45, com o pre\u00e7o m\u00ednimo a R$ 25,28. O cereal subiu 36,6% em 2012.<\/p>\n<p>A alta do arroz, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 o problema que mais preocupa o governo. O feij\u00e3o carioca, variedade mais consumida no pa\u00eds, registrou aumento de 31,53% no ano passado. O feij\u00e3o preto, segundo mais consumido, subiu 44,20%. Ao contr\u00e1rio do arroz, que deve cair nos pr\u00f3ximos meses, o feij\u00e3o trilha o caminho contr\u00e1rio e, para piorar, os estoques s\u00e3o irris\u00f3rios. A Conab n\u00e3o comprou feij\u00e3o em 2012, pois o produto j\u00e1 estava acima do pre\u00e7o m\u00ednimo devido \u00e0 estiagem que atingiu o Sul e Nordeste do pa\u00eds.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fim de IPI reduzido diminui otimismo do com\u00e9rcio<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O fim da redu\u00e7\u00e3o do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) provocou o recuo da confian\u00e7a do com\u00e9rcio nos \u00faltimos tr\u00eas meses, de acordo com Alo\u00edsio Campelo, coordenador de sondagens conjunturais do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (Ibre\/FGV). O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Com\u00e9rcio (Icom) registrou, no trimestre encerrado em janeiro, 126,1 pontos. No trimestre encerrado em dezembro estava em 130,3 pontos. Apesar da queda, o resultado indica ritmo de atividade entre moderado e forte no setor.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o de Campelo, o resultado negativo \u00e9 concentrado nos setores do com\u00e9rcio que est\u00e3o sendo afetados pelo aumento gradual do IPI de autom\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos desde 1\u00ba de janeiro e mostra que a percep\u00e7\u00e3o negativa desses segmentos industriais chegou ao com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Nos setores do varejo com produtos mais relacionados ao n\u00edvel de renda n\u00e3o houve uma piora expressiva do n\u00edvel de confian\u00e7a. A queda \u00e9 mais concentrada nos bens dur\u00e1veis, onde est\u00e3o os segmento de ve\u00edculos, motos e pe\u00e7as, no qual o \u00edndice caiu de -2,5% em dezembro para -7,6% em janeiro, m\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos (de -15,6% para -21,2%), e material para escrit\u00f3rio e inform\u00e1tica (recuo de 1,5% para -10,4%). &#8220;Essa oscila\u00e7\u00e3o, muito conectada com o IPI, estava mais na ind\u00fastria. Agora se manifesta tamb\u00e9m no com\u00e9rcio, onde as expectativas pioraram muito&#8221;, diz o economista do Ibre.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com janeiro de 2012, no entanto, o Icom ficou est\u00e1vel. Para Campelo o resultado \u00e9 uma boa not\u00edcia para a economia e mostra que os setores do com\u00e9rcio ligados aos bens n\u00e3o dur\u00e1veis mant\u00eam uma expectativa muito pr\u00f3xima ao que tinham no ano passado. A confian\u00e7a dos comerciantes de bens n\u00e3o dur\u00e1veis aumentou 1,4% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2012. Entre os comerciantes de bens dur\u00e1veis, caiu 3,5%.<\/p>\n<p>&#8220;O que a gente est\u00e1 vendo \u00e9 um com\u00e9rcio mais tradicional vendendo no mesmo n\u00edvel&#8221;, avalia Campelo. &#8220;H\u00e1 expectativas ainda favor\u00e1veis nos segmentos menos ligados ao cr\u00e9dito. Mas nos setores de bens dur\u00e1veis deve haver desacelera\u00e7\u00e3o&#8221;, prev\u00ea. Ele acredita que o est\u00edmulo ao cr\u00e9dito para incentivar o consumo n\u00e3o deve conseguir manter o ritmo de vendas de bens dur\u00e1veis ao longo do primeiro semestre. &#8220;Se o cen\u00e1rio internacional for mais constante, pode-se esperar que o n\u00edvel de vendas dos bens dur\u00e1veis tenha alguma recupera\u00e7\u00e3o. Mas as fam\u00edlias ainda est\u00e3o endividadas&#8221;, ressalta. Para Campelo, o cen\u00e1rio mostra que a economia brasileira precisa voltar a investir para crescer neste ano.<\/p>\n<p>No varejo restrito, que exclui ve\u00edculos e material de constru\u00e7\u00e3o, o \u00edndice de confian\u00e7a caiu 1,2% em janeiro ante janeiro de 2012. No varejo ampliado houve queda de 0,7% na mesma base de compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Custo de log\u00edstica \u00e9 estimado em 10,6% do PIB<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Para reduzir o custo de log\u00edstica do pa\u00eds, estimado pelo Instituto de Log\u00edstica e Supply Chain (Ilos) em 10,6% do Produto Interno Bruto (PIB), quase 50% mais alto do que o verificado nos Estados Unidos, o governo federal ir\u00e1 acelerar a transfer\u00eancia de parte de sua malha rodovi\u00e1ria \u00e0 iniciativa privada.<\/p>\n<p>Em agosto, foi anunciada a retomada da terceira etapa de concess\u00f5es, que envolve 7,5 mil quil\u00f4metros de estradas federais que cortam oito Estados (Bahia, Esp\u00edrito Santo, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goi\u00e1s, Distrito Federal). Os nove trechos a serem concedidos receber\u00e3o no total R$ 42 bilh\u00f5es, sendo que R$ 23,5 bilh\u00f5es ser\u00e3o investidos em cinco anos, e R$ 18,5 bilh\u00f5es em 20 anos. &#8220;A retomada \u00e9 um sinal muito positivo para o setor&#8221;, diz o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Concession\u00e1rias de Rodovias (ABCR), Moacyr Duarte.<\/p>\n<p>Segundo as regras estipuladas pelo governo nestas concess\u00f5es, os investimentos nas rodovias ser\u00e3o concentrados nos primeiros cinco anos, com foco na aplica\u00e7\u00e3o de recursos em duplica\u00e7\u00f5es, contornos, travessias e obras de arte. O vencedor da licita\u00e7\u00e3o ser\u00e1 o que oferecer a menor tarifa de ped\u00e1gio, que s\u00f3 come\u00e7ar\u00e1 a ser cobrada quando 10% das obras estiverem conclu\u00eddas. A expectativa \u00e9 de que os primeiros lotes sejam leiloados at\u00e9 o fim do primeiro semestre.<\/p>\n<p>Para gerenciar os projetos e as obras, o governo criou a Empresa de Planejamento e Log\u00edstica (EPL), em moldes semelhantes ao da Empresa de Pesquisas Energ\u00e9ticas (EPE), que faz o planejamento do setor el\u00e9trico desde 2004. Se de um lado o governo busca conceder mais lotes de rodovias, de outro trabalha para colocar de p\u00e9 mais de dez mil quil\u00f4metros de trilhos, para aumentar a participa\u00e7\u00e3o das ferrovias no transporte de cargas, o que ter\u00e1 impacto sobre o modal rodovi\u00e1rio. &#8220;Se todos os projetos de ferrovias sa\u00edrem mesmo, uma parte das cargas poder\u00e1 ir para os trilhos e reduzir a participa\u00e7\u00e3o geral das rodovias&#8221;, diz o diretor do Ilos, Paulo Fleury.<\/p>\n<p>Nos Estados Unidos, 43% da circula\u00e7\u00e3o de cargas \u00e9 feita por ferrovias e 32% pelas estradas, enquanto na China 50% \u00e9 feita pelas rodovias e 37% por trilhos. No Brasil, quase 60% das cargas trafegam sobre rodas. Pior: sem contabilizar o transporte de min\u00e9rio de ferro, feito exclusivamente por trilhos e um dos principais produtos exportados pelo pa\u00eds, o modal rodovi\u00e1rio responderia por 73% da circula\u00e7\u00e3o de mercadorias, com as ferrovias respondendo por 5% e o transporte aquavi\u00e1rio por 16%. As condi\u00e7\u00f5es das estradas brasileiras s\u00e3o ruins. Dos 1,7 milh\u00e3o de quil\u00f4metros que cortam o pa\u00eds, apenas 200 mil quil\u00f4metros s\u00e3o pavimentados, sendo que desse montante cerca de 50 mil quil\u00f4metros est\u00e3o nas m\u00e3os da Uni\u00e3o. &#8220;O Brasil precisa melhorar muito sua malha rodovi\u00e1ria, e os recursos privados s\u00e3o importantes nessa equa\u00e7\u00e3o de melhoria&#8221;, afirma Fleury, do Ilos.<\/p>\n<p>A amplia\u00e7\u00e3o dos investimentos em ferrovias e rodovias dever\u00e1 manter uma tend\u00eancia em alta: o crescimento dos servi\u00e7os de operadores de log\u00edstica, segmento que vem crescendo a dois d\u00edgitos anuais. &#8220;A multimodalidade tender\u00e1 a crescer, criando oportunidades para prestadores de servi\u00e7os log\u00edsticos&#8221;, afirma Fleury. Com a malha f\u00e9rrea crescendo no Centro-Oeste e no Nordeste, um produtor de soja que mandava toda sua safra pela rodovia agora ganha uma nova op\u00e7\u00e3o. &#8220;Se ele estiver a 300 quil\u00f4metros da ferrovia, precisar\u00e1 de transporte rodovi\u00e1rio e armazenamento da sua carga at\u00e9 os trilhos&#8221;, exemplifica Fleury.<\/p>\n<p>As 142 maiores empresas do setor faturaram R$ 48 bilh\u00f5es em 2011, 20% de alta sobre 2010. A expans\u00e3o tem se dado pela terceiriza\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es a empresas especializadas na \u00e1rea. &#8220;H\u00e1 espa\u00e7o para ampliar esse mercado, porque as defici\u00eancias da malha de transporte pesam no bolso do setor produtivo&#8221;, diz Fleury. Pesquisa do Ilos aponta que, em 2008, 37% das empresas faziam elas pr\u00f3prias sua log\u00edstica, enquanto 63% contratavam prestadores de servi\u00e7os. Tr\u00eas anos depois, 69% das consultadas contratavam servi\u00e7os de terceiros. Nos EUA, esse percentual est\u00e1 em 47%. H\u00e1 uma grande pulveriza\u00e7\u00e3o de operadoras log\u00edsticas no Brasil. No setor rodovi\u00e1rio, estima-se que haja mais de 200 mil transportadoras, sendo que 75% delas possuem at\u00e9 cinco caminh\u00f5es. A idade m\u00e9dia da frota de caminh\u00f5es \u00e9 antiga: estava em 17,6 anos em 2011. Diante de clientes cada vez mais exigentes, ganhar mercado pressup\u00f5e ter servi\u00e7os diferenciados e maior profissionaliza\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" UOL\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4293\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4293","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-17f","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4293","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4293"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4293\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4293"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4293"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4293"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}