{"id":4357,"date":"2013-02-21T16:12:18","date_gmt":"2013-02-21T16:12:18","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4357"},"modified":"2013-02-21T16:12:18","modified_gmt":"2013-02-21T16:12:18","slug":"apagando-paises-do-mapa-quem-faz-com-que-falhem-os-estados-falhados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4357","title":{"rendered":"Apagando pa\u00edses do mapa: Quem faz com que falhem os \u201cEstados falhados\u201d?"},"content":{"rendered":"\n<p>Enquanto os dogmas da pol\u00edtica exterior estado-unidense se baseiam na \u201cdifus\u00e3o da democracia\u201d, o intervencionismo dos EUA \u2013 atrav\u00e9s de meios militares e opera\u00e7\u00f5es clandestinas \u2013 conduziu \u00e0 desestabiliza\u00e7\u00e3o total e \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o de na\u00e7\u00f5es soberanas.<\/p>\n<p>Propagou-se em todo o mundo um perigoso rumor que poderia ter implica\u00e7\u00f5es catastr\u00f3ficas. Segundo a lenda, o presidente do Ir\u00e3o amea\u00e7ou destruir Israel, ou, para repetir a cita\u00e7\u00e3o incorrecta: \u2018Israel deve ser apagado do mapa\u2019. Contrariamente \u00e0 opini\u00e3o generalizada, esta declara\u00e7\u00e3o nunca foi feita\u2026\u201d (Arash Norouzi, Wiped off The Map: The Rumor of the Century, Janeiro de 2007)<\/p>\n<p>\u201cOs EUA atacaram, directa ou indirectamente, uns 44 pa\u00edses de todo o mundo desde Agosto de 1945, alguns dos quais muitas vezes. O objectivo confesso dessas interven\u00e7\u00f5es militares foi levar a cabo uma \u2018mudan\u00e7a de regime\u2019. Foram invariavelmente evocados disfarces de \u201cdireitos humanos\u201d e \u201cdemocracia\u201d para justificar o que foram actos unilaterais e ilegais\u201d. Professor Eric Waddell, The United States\u2019 Global Military Crusade (1945- ), Global Research, Fevereiro de 2007.<\/p>\n<p>\u201cEste \u00e9 um memorando [do Pent\u00e1gono] que descreve como vamos eliminar sete pa\u00edses em cinco anos, come\u00e7ando pelo Iraque e seguindo-se S\u00edria, L\u00edbano, L\u00edbia, Som\u00e1lia, Sud\u00e3o e, para terminar, Ir\u00e3o\u201d. Eu disse \u201c\u00bf\u00c9 confidencial?\u201d Disseram-me, \u201cSim senhor\u201d. Disse: \u201cBom, ent\u00e3o n\u00e3o mo mostre\u201d (General Wesley Clark, Democracy Now, 2 de Mar\u00e7o de 2007).<\/p>\n<p><strong>\u00bfQuem est\u00e1 \u201capagando pa\u00edses do mapa\u201d, Ir\u00e3o ou EUA?<\/strong><\/p>\n<p>Durante um per\u00edodo que se denomina eufemisticamente \u201cera do p\u00f3s-guerra\u201d \u2013 que se estende desde 1945 at\u00e9 ao presente \u2013 os EUA atacaram directa ou indirectamente mais de 40 pa\u00edses.<\/p>\n<p>Enquanto os dogmas da pol\u00edtica exterior estado-unidense se baseiam na \u201cdifus\u00e3o da democracia\u201d, o intervencionismo dos EUA \u2013 atrav\u00e9s de meios militares e opera\u00e7\u00f5es clandestinas \u2013 conduziu \u00e0 desestabiliza\u00e7\u00e3o total e \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o de na\u00e7\u00f5es soberanas.<\/p>\n<p>A destrui\u00e7\u00e3o de pa\u00edses faz parte de um projecto imperial estado-unidense, um processo de domina\u00e7\u00e3o global. Para al\u00e9m disso, segundo fontes oficiais, os EUA t\u00eam um total de 737 bases militares em pa\u00edses estrangeiros (Dados de 2005).<\/p>\n<p><strong>A no\u00e7\u00e3o de \u201cEstados falhados\u201d<\/strong><\/p>\n<p>O Conselho Nacional de Intelig\u00eancia (NIC), com sede em Washington, no seu relat\u00f3rio Global Trends (Dezembro de 2012) \u201cprev\u00ea\u201d que 15 pa\u00edses em \u00c1frica, Asia e M\u00e9dio Oriente se converter\u00e3o em \u201cEstados falhados\u201d at\u00e9 2030 devido ao seu \u201cpotencial de conflitos e males meio-ambientais\u201d.<\/p>\n<p>A lista de pa\u00edses do relat\u00f3rio de 2012 do NIC inclui Afeganist\u00e3o, Paquist\u00e3o, Bangladesh, Chade, N\u00edger, Nig\u00e9ria, Mali, Qu\u00e9nia, Burundi, Eti\u00f3pia, Ruanda, Som\u00e1lia, R.D. Congo, Malawi, Haiti, I\u00e9men.<\/p>\n<p>No seu anterior relat\u00f3rio de 2005, publicado no in\u00edcio do segundo mandato de Bush, o Conselho Nacional de Intelig\u00eancia tinha previsto que o Paquist\u00e3o se converteria num \u201cEstado falhado\u201d em 2015 \u201cj\u00e1 que ser\u00e1 afectado pela guerra civil, por uma talibaniza\u00e7\u00e3o total e pela luta pelo controlo das suas armas nucleares\u201d.<\/p>\n<p>O Paquist\u00e3o foi comparado com a Jugosl\u00e1via, que foi despeda\u00e7ada em sete Estados ap\u00f3s uma d\u00e9cada de \u201cguerras civis\u201d patrocinadas pelos EUA-OTAN.<\/p>\n<p>O progn\u00f3stico do NIC para o Paquist\u00e3o foi de um \u201cdestino parecido com o da Jugosl\u00e1via\u201d num \u201cpa\u00eds fragmentado pela guerra civil, o derramamento de sangue e as rivalidades interprovinciais\u201d (Energy Compass, 2 de Mar\u00e7o de 2005).<\/p>\n<p>Enquanto diz que os Estados falhados \u201cservem de ref\u00fagio a extremistas pol\u00edticos e religiosos\u201d (p. 143), o relat\u00f3rio n\u00e3o reconhece o facto de que os EUA e os seus aliados t\u00eam, desde os anos setenta, apoiado de modo clandestino organiza\u00e7\u00f5es religiosas extremistas como meio para desestabilizar Estados-na\u00e7\u00e3o seculares soberanos. O Paquist\u00e3o e o Afeganist\u00e3o eram Estados seculares nos anos setenta.<\/p>\n<p>Um \u201cstatus de Estado falhado\u201d ao estilo da Jugosl\u00e1via ou da Som\u00e1lia n\u00e3o \u00e9 resultado de divis\u00f5es sociais internas, \u00e9 um objectivo estrat\u00e9gico implementado mediante opera\u00e7\u00f5es encobertas e ac\u00e7\u00e3o militar.<\/p>\n<p>O Fundo pela Paz, com sede em Washington, cujo mandato \u00e9 promover \u201cseguran\u00e7a sustent\u00e1vel mediante a investiga\u00e7\u00e3o\u201d, publica (anualmente) um \u201c\u00cdndice de Estados falhados\u201d baseado numa avalia\u00e7\u00e3o de riscos. 33 pa\u00edses s\u00e3o identificados como \u201cEstados falhados\u201d.<\/p>\n<p>Segundo o Fundo pela Paz, os \u201cEstados falhados\u201d s\u00e3o tamb\u00e9m objectivos de terroristas vinculados a Al Qaeda.<\/p>\n<p>\u201cA classifica\u00e7\u00e3o anual de na\u00e7\u00f5es pelo Fundo pela Paz\/Pol\u00edtica Exterior segundo sinais de problemas de Estados falhados\/fr\u00e1geis tem lugar ao mesmo tempo que aumenta o alarme internacional devido ao estabelecimento de um ref\u00fagio baseado num Estado no norte do Mali para a expans\u00e3o jihadista, por parte de extremistas vinculados a Al Qaeda\u201d.<\/p>\n<p>Falta dizer que n\u00e3o \u00e9 mencionada a hist\u00f3ria de Al Qaeda como um dos recursos dos servi\u00e7os de intelig\u00eancia dos EUA, o seu papel na cria\u00e7\u00e3o de divis\u00f5es faccionarias e de instabilidade no M\u00e9dio Oriente, Asia Central e \u00c1frica subsaariana. As actividades das unidades jihadistas de Al Qaeda na maioria desses pa\u00edses fazem parte de um diab\u00f3lico plano de intelig\u00eancia encoberta.<\/p>\n<p><strong>\u201cEstados mais d\u00e9beis\u201d e \u201cfalhados\u201d: Uma amea\u00e7a para os EUA.<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o Congresso dos EUA, usando uma l\u00f3gica retorcida, os \u201cEstados falhados mais d\u00e9beis\u201d constituem uma amea\u00e7a para a seguran\u00e7a dos EUA. Isto inclui \u201cvarias amea\u00e7as surgidas de Estados que s\u00e3o descritos de forma diversa como d\u00e9beis, fr\u00e1geis, vulner\u00e1veis, falhados, prec\u00e1rios, fracassados, em crise ou colapsados\u201d.<\/p>\n<p>Enquanto a Guerra Fria chegava ao fim em princ\u00edpios dos anos noventa, os analistas passaram a prestar aten\u00e7\u00e3o a um envolvimento de seguran\u00e7a internacional emergente, no qual Estados d\u00e9beis e falhados se teriam convertido em ve\u00edculos do crime organizado transnacional, vias da prolifera\u00e7\u00e3o nuclear e pontos sens\u00edveis de conflitos civis e emerg\u00eancias humanit\u00e1rias. As potenciais amea\u00e7as \u00e0 seguran\u00e7a nacional dos EUA que os Estados d\u00e9beis e falhados colocam tornou-se mais evidente com o ataque de Al Qaeda aos EUA em 11 de Setembro de 2001, que Osama bin Laden organizou a partir do ref\u00fagio que o Afeganist\u00e3o lhe proporcionou. Os acontecimentos do 11-S levaram o presidente George W. Bush a afirmar na Estrat\u00e9gia Nacional de Seguran\u00e7a dos EUA de 2002 que \u201cEstados d\u00e9beis, como o Afeganist\u00e3o, podem colocar um perigo t\u00e3o grande para os nossos interesses nacionais como os Estados fortes\u201d. (Weak and Failing States: Evolving Security Threats and U.S. Policy, relat\u00f3rio do CRS ao Congresso dos EUA, Washington, 2008)<\/p>\n<p>O que n\u00e3o \u00e9 mencionado nesse relat\u00f3rio do CRS ao Congresso \u00e9 que os \u201cpontos sens\u00edveis de crime organizado e conflito civil\u201d s\u00e3o o resultado de opera\u00e7\u00f5es encobertas de intelig\u00eancia dos EUA.<\/p>\n<p>Est\u00e1 amplamente documentado que a economia da droga afeg\u00e3, que gera mais de 90% da produ\u00e7\u00e3o mundial de hero\u00edna, est\u00e1 vinculada a uma opera\u00e7\u00e3o multimilion\u00e1ria de lavagem de dinheiro que envolve grandes institui\u00e7\u00f5es financeiras. O narcotr\u00e1fico a partir do Afeganist\u00e3o \u00e9 protegido pela CIA e pelas for\u00e7as de ocupa\u00e7\u00e3o dos EUA-OTAN.<\/p>\n<p><strong>S\u00edria: catalogada \u201cEstado falhado\u201d<\/strong><\/p>\n<p>As atrocidades cometidas contra a popula\u00e7\u00e3o s\u00edria pelo Ex\u00e9rcito Livre S\u00edrio (ELS) patrocinado pelos EUA-OTAN criam condi\u00e7\u00f5es que favorecem a guerra sect\u00e1ria.<\/p>\n<p>O extremismo sect\u00e1rio favorece a desintegra\u00e7\u00e3o da S\u00edria como Estado-na\u00e7\u00e3o, e o mesmo sucede com o derrube do governo central de Damasco.<\/p>\n<p>O objectivo de pol\u00edtica exterior de Washington \u00e9 transformar a S\u00edria naquilo que o Conselho Nacional de Intelig\u00eancia (NIC) chama \u201cEstado falhado\u201d.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a de regime implica que se mantenha um governo central. \u00c0 medida que a crise s\u00edria se desenvolve, a jogada final n\u00e3o \u00e9 j\u00e1 a \u201cmudan\u00e7a de regime\u201d mas a divis\u00e3o e a destrui\u00e7\u00e3o da S\u00edria como Estado-na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia dos EUA-OTAN-Israel \u00e9 dividir o pa\u00eds em tr\u00eas Estados d\u00e9beis. Informa\u00e7\u00f5es recentes nos media d\u00e3o a entender que se Bashar Al Assad \u201cse recusa a demitir-se\u201d, a alternativa \u00e9 um Estado falhado como a Som\u00e1lia.<\/p>\n<p>Um poss\u00edvel \u201ccen\u00e1rio de desintegra\u00e7\u00e3o\u201d de que fala a imprensa israelita seria a forma\u00e7\u00e3o de Estados separados e \u201cindependentes\u201d sunita, alu\u00ed-chi\u00edta, curdo e druso.<\/p>\n<p>Segundo o general Yair Golan das FDI [ex\u00e9rcito de Israel] \u201cA S\u00edria est\u00e1 em guerra civil, o que levar\u00e1 a um Estado falhado e o terrorismo prosperar\u00e1 nele\u201d. As For\u00e7as de Defesa de Israel analisam actualmente \u201ccomo se desintegraria S\u00edria\u201d, segundo o general Golan (Reuters, 31 de Maio de 2012)<\/p>\n<p>\u201cTemo o pior\u2026 o colapso do Estado e que a S\u00edria se converta em uma nova Som\u00e1lia\u201d.<\/p>\n<p>\u201cCreio que se este problema n\u00e3o for correctamente encarado, o perigo \u00e9 a \u2018somatiza\u00e7\u00e3o\u2019 e n\u00e3o a divis\u00e3o: o colapso do Estado e a emerg\u00eancia de senhores da guerra, mil\u00edcias, e grupos combatentes\u201d. (Ib\u00edd.)<\/p>\n<p>O que o enviado da ONU n\u00e3o mencionou \u00e9 que a desintegra\u00e7\u00e3o da Som\u00e1lia foi deliberada. Fez parte de um plano encoberto militar e de espionagem dos EUA, que agora se aplica a diversos pa\u00edses no M\u00e9dio Oriente, \u00c1frica e Asia, que s\u00e3o catalogados \u201cEstados falhados\u201d.<\/p>\n<p>A pregunta principal \u00e9: \u00bfquem est\u00e1 fazendo falhar os Estados falhados? \u00bfQuem os est\u00e1 \u201celiminando\u201d?<\/p>\n<p>A desintegra\u00e7\u00e3o planificada da S\u00edria como Estado soberano faz parte de um plano integrado militar e de intelig\u00eancia regional que inclui o L\u00edbano, Ir\u00e3o e Paquist\u00e3o. Segundo as \u201cpredi\u00e7\u00f5es\u201d do Conselho Nacional de Intelig\u00eancia, pensa-se que a desintegra\u00e7\u00e3o do Paquist\u00e3o ocorrer\u00e1 dentro dos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos.<\/p>\n<p><em>Michel Chossudovsky \u00e9 escritor, professor em\u00e9rito de Economia na Universidade de Ottawa, fundador e director do Centro de Investiga\u00e7\u00e3o sobre a Globaliza\u00e7\u00e3o (CRG), Montreal e editor do s\u00edtio web<a href=\"http:\/\/globalresearch.ca\/\" target=\"_blank\">globalresearch.ca<\/a>. \u00c9 autor de The Globalization of Poverty and The New World Order (2003) e de \u201cAmerica\u2019s War on Terrorism\u201d (2005). O seu mais recente livro \u00e9 Towards a World War III Scenario: The Dangers of Nuclear War (2011). Tamb\u00e9m \u00e9 colaborador da Encyclopaedia Britannica. Os seus escritos t\u00eam sido publicados em mais de vinte idiomas.<\/em><\/p>\n<p><em>Original:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.globalresearch.ca\/destroying-countries-transforming-syria-into-a-failed-state\/5317160\" target=\"_blank\">http:\/\/www.globalresearch.ca\/destroying-countries-transforming-syria-into-a-failed-state\/5317160<\/a><\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.odiario.info\/?p=2775\">http:\/\/www.odiario.info\/?p=2775<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nodiario.info\n\n\n\n\n\n\n\n\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4357\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-4357","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-18h","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4357","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4357"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4357\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4357"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4357"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4357"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}