{"id":4365,"date":"2013-02-22T14:53:16","date_gmt":"2013-02-22T14:53:16","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4365"},"modified":"2013-02-22T14:53:16","modified_gmt":"2013-02-22T14:53:16","slug":"divida-publica-crescera-para-ate-r-22-tri-este-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4365","title":{"rendered":"D\u00edvida p\u00fablica crescer\u00e1 para at\u00e9 R$ 2,2 tri este ano"},"content":{"rendered":"\n<p>A D\u00edvida P\u00fablica Federal terminar\u00e1 2013 entre R$ 2,1 trilh\u00f5es e R$ 2,24 trilh\u00f5es, informou ontem o Tesouro. O estoque, que fechou 2012 em R$ 2,008 trilh\u00f5es, ter\u00e1 um crescimento m\u00ednimo de R$ 92 bilh\u00f5es (4,5%) e m\u00e1ximo de R$ 232 bilh\u00f5es (11,6%). As estimativas fazem parte do Plano Anual de Financiamento (PAF), no qual o Tesouro mostra como gerir a d\u00edvida em t\u00edtulos. Este ano, o governo precisa honrar R$ 543,8 bilh\u00f5es &#8211; R$ 10,7 bilh\u00f5es em d\u00edvida externa, R$ 493,2 bilh\u00f5es em d\u00edvida interna de mercado e R$ 39,9 bilh\u00f5es em encargos do Banco Central. Como o Or\u00e7amento j\u00e1 tem R$ 131,2 bilh\u00f5es para isso, \u00e9 preciso emitir t\u00edtulos para honrar R$ 412,6 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio do Tesouro, Arno Augustin, afirmou que o governo manter\u00e1 a estrat\u00e9gia de reduzir a participa\u00e7\u00e3o das LFTs (corrigidas pela Selic) na d\u00edvida. A ideia \u00e9 que o Tesouro fa\u00e7a um forte resgate desses pap\u00e9is, mais vol\u00e1teis, e coloque t\u00edtulos prefixados e remunerados por \u00edndices de pre\u00e7os. Isso faz parte de um esfor\u00e7o para desindexar a economia e dar mais solidez aos fundamentos do pa\u00eds.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Economia reaqueceu em janeiro<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O bom resultado esperado para a produ\u00e7\u00e3o industrial de janeiro &#8211; com alta estimada entre 1% e 2% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro na s\u00e9rie com ajuste sazonal &#8211; foi bastante influenciado pelo forte aumento da produ\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis, mas economistas tamb\u00e9m veem sinais de um crescimento um pouco mais espalhado. Al\u00e9m disso, os analistas observam que problemas pontuais que afetaram negativamente o in\u00edcio de 2011 agora &#8220;conspiram&#8221; no sentido inverso. A produ\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es deu um salto em janeiro e a expectativa \u00e9 que o setor agr\u00edcola, que tirou 0,4 ponto percentual do PIB do primeiro trimestre de 2012, agora colha boas safras de soja e arroz. Os sinais para o investimento tamb\u00e9m parecem indicar recupera\u00e7\u00e3o, como as expressivas consultas ao BNDES no fim do ano passado.<\/p>\n<p>Luis Ot\u00e1vio de Souza Leal, economista-chefe do Banco ABC Brasil, estima alta forte da ind\u00fastria em janeiro, superior a 1,5%, mas n\u00e3o acredita que esse ritmo vai se manter nos pr\u00f3ximos meses, j\u00e1 que ainda \u00e9 um inc\u00f3gnita qual ser\u00e1 a rea\u00e7\u00e3o das vendas e da produ\u00e7\u00e3o com a recomposi\u00e7\u00e3o gradual da al\u00edquota de IPI para ve\u00edculos e linha branca. &#8220;Por isso, \u00e9 dif\u00edcil afirmar que o resultado de janeiro ser\u00e1 extrapolado para os pr\u00f3ximos meses, continuaremos a observar volatilidade, como ocorreu no segundo semestre.&#8221;<\/p>\n<p>Ainda assim, diz Leal, o primeiro trimestre parece ter contornos mais positivos e o economista trabalha com estimativa de alta de 1% para o Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, em rela\u00e7\u00e3o aos \u00faltimos tr\u00eas meses de 2012. Quest\u00f5es pontuais que atrapalharam o desempenho no in\u00edcio do ano passado agora podem contribuir positivamente. \u00c9 o caso da produ\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es, que recuou fortemente no primeiro trimestre de 2012, depois da ado\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o Euro 5 para motores, e prejudicou a Forma\u00e7\u00e3o Bruta de Capital Fixo.<\/p>\n<p>Apenas em janeiro, a fabrica\u00e7\u00e3o desses ve\u00edculos saltou 269,5% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2012 (por causa da base muito fraca de compara\u00e7\u00e3o), mas a perspectiva \u00e9 que o investimento volte a subir nos tr\u00eas primeiros meses desse ano. Leal destaca que n\u00fameros mais positivos no in\u00edcio do ano s\u00e3o ainda mais importantes porque podem contribuir para reverter a atmosfera negativa que se formou em torno da economia brasileira.<\/p>\n<p>Br\u00e1ulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores, concorda. O economista projeta alta de 0,7% do \u00cdndice de Atividade Econ\u00f4mica do Banco Central (IBC-Br) em janeiro. Para ele, a retra\u00e7\u00e3o de 0,5% das vendas no varejo restrito em dezembro foi at\u00edpica e o segmento deve ter voltado a crescer no primeiro m\u00eas deste ano. Ajudado pela contribui\u00e7\u00e3o positiva do setor agr\u00edcola, o economista avalia que o primeiro trimestre mostrar\u00e1 crescimento superior a 4% em termos anualizados. &#8220;O momento da recupera\u00e7\u00e3o est\u00e1 um pouco atrasado em rela\u00e7\u00e3o ao que imagin\u00e1vamos no fim do ano passado, mas \u00e9 uma not\u00edcia alentadora.&#8221;<\/p>\n<p>O economista-chefe da BB-DTVM, Marcelo Arnosti, tamb\u00e9m \u00e9 mais otimista. Em parte, diz ele, a alta mais significativa do setor industrial na abertura do ano pode ser uma corre\u00e7\u00e3o do dado ruim do fim de 2012, quando a atividade ficou est\u00e1vel ante novembro. Mas Arnosti tamb\u00e9m espera alguma rea\u00e7\u00e3o dos investimentos, o que vai contribuir para que no primeiro trimestre deste ano a ind\u00fastria tenha desempenho melhor do que no fechamento do ano passado.<\/p>\n<p>Alessandra Ribeiro, da Tend\u00eancias Consultoria, que espera alta de 1,6% na produ\u00e7\u00e3o industrial em janeiro, estima que haver\u00e1 continua\u00e7\u00e3o da retomada da ind\u00fastria, mas de forma bem mais gradual, com alta mensal de 0,4%, em m\u00e9dia, da produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 dezembro. Menos otimista com os progn\u00f3sticos para o ano, Alessandra diz que a proje\u00e7\u00e3o da consultoria para o aumento de produ\u00e7\u00e3o em 2013, de 3,2%, j\u00e1 est\u00e1 sob vi\u00e9s de baixa. &#8220;O setor de ve\u00edculos chega a puxar a produ\u00e7\u00e3o de bens intermedi\u00e1rios, mas no m\u00eas seguinte h\u00e1 uma devolu\u00e7\u00e3o. Por n\u00e3o ser uma alta generalizada da produ\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se sustenta.&#8221;<\/p>\n<p>Em dezembro, menos da metade dos ramos industriais pesquisados pelo IBGE cresceram. O percentual de setores que elevaram sua produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a novembro foi de apenas 44,4%. Para Daniel Moreli Rocha, superintendente de tesouraria do Banco Indusval &amp; Partners, a fatia desses setores pode aumentar em janeiro, com alta acima de 1% do dado geral de produ\u00e7\u00e3o, o que n\u00e3o sinaliza, no entanto, um cen\u00e1rio de retomada mais consistente para a ind\u00fastria.<\/p>\n<p>&#8220;O dado forte pode ter ocorrido somente por causa de revers\u00e3o de indicadores ruins do fim do ano e de uma recomposi\u00e7\u00e3o de estoques na ind\u00fastria&#8221;, diz Rocha. Ele lembra que, antes das varia\u00e7\u00f5es expressivas observadas no primeiro m\u00eas do ano, o fluxo pedagiado de ve\u00edculos pesados e a expedi\u00e7\u00e3o de papel ondulado haviam recuado 0,8% e 1,5% entre novembro e dezembro, respectivamente, e tamb\u00e9m haviam mostrado comportamento ruim em novembro.<\/p>\n<p>Outro movimento que pode estar por tr\u00e1s da produ\u00e7\u00e3o maior de janeiro, na avalia\u00e7\u00e3o de Rocha, \u00e9 um processo de recomposi\u00e7\u00e3o de estoques da ind\u00fastria, liderado pelo setor automotivo, que no ano passado teve seus invent\u00e1rios reduzidos com a isen\u00e7\u00e3o do IPI. Em dezembro, as montadoras acumulavam nos p\u00e1tios 51,5 mil unidades, n\u00famero que chegou a alcan\u00e7ar 199,5 mil ve\u00edculos em maio do ano passado, antes da redu\u00e7\u00e3o de IPI, de acordo com s\u00e9rie constru\u00edda pela Tend\u00eancias com base em dados da Anfavea, entidade que re\u00fane montadoras instaladas no pa\u00eds. Quando a produ\u00e7\u00e3o aumenta apenas para ajustar o n\u00edvel de estoques, afirma o analista, varia\u00e7\u00f5es muito acentuadas costumam n\u00e3o mostrar muito f\u00f4lego.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Brasil rejeita cria\u00e7\u00e3o de fundo para a \u00c1frica<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A presidente Dilma Rousseff participa hoje da terceira reuni\u00e3o de c\u00fapula Am\u00e9rica do Sul-\u00c1frica (ASA), em Malabo, Guin\u00e9 Equatorial, com o objetivo de fortalecer a coordena\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e as parcerias comerciais entre os pa\u00edses das duas regi\u00f5es. A miss\u00e3o de Dilma, entretanto, ocorre num momento em que os pa\u00edses sul-americanos, excluindo o pr\u00f3prio Brasil e a Venezuela, demonstram pouco interesse em estreitar suas rela\u00e7\u00f5es com a \u00c1frica. Os africanos, por sua vez, reafirmam o interesse em garantir um maior poder de fogo institucional e financeiro \u00e0 ASA. Mesmo assim, coube ontem ao chanceler Antonio Patriota reduzir as expectativas dos governos africanos.<\/p>\n<p>Em seu discurso na abertura da reuni\u00e3o ministerial do encontro, Patriota destacou que o Brasil se oferece para contribuir com o desenvolvimento sustent\u00e1vel da \u00c1frica. Mas verbalizou a discord\u00e2ncia do governo brasileiro com o pleito africano pela cria\u00e7\u00e3o de um fundo financeiro pelos pa\u00edses do grupo.<\/p>\n<p>&#8220;Como governo, temos limita\u00e7\u00f5es financeiras, raz\u00e3o pela qual nos interessa explorar fontes de financiamento novas. Desenvolvemos projetos de coopera\u00e7\u00e3o em arranjos trilaterais, com financiamento de terceiros pa\u00edses&#8221;, discursou o ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores. &#8220;Estou convencido de que devemos investir nossos tempo e esfor\u00e7os na elabora\u00e7\u00e3o de bons projetos que possam ser executados por estruturas de coopera\u00e7\u00e3o j\u00e1 existentes. Para bons projetos n\u00e3o faltar\u00e3o recursos. Parece-me um caminho muito mais promissor do que o da cria\u00e7\u00e3o de novas e complexas estruturas.&#8221;<\/p>\n<p>Patriota lembrou que ambas as regi\u00f5es buscam erradicar a pobreza, aumentar a seguran\u00e7a p\u00fablica, elevar a competitividade de suas economias e distribuir renda. &#8220;Num mundo em que as rela\u00e7\u00f5es de poder entre o mundo desenvolvido e o em desenvolvimento v\u00eam sofrendo transforma\u00e7\u00f5es importantes, Am\u00e9rica do Sul e \u00c1frica despontam como regi\u00f5es de renovado dinamismo e perspectivas promissoras de desenvolvimento&#8221;, destacou o ministro.<\/p>\n<p>De fato, o com\u00e9rcio entre o Brasil e a \u00c1frica tem crescido nos \u00faltimos anos, desde que o governo Luiz In\u00e1cio Lula da Silva decidiu diversificar os parceiros comerciais do pa\u00eds. Entre 2003 e 2012, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para a \u00c1frica cresceram de US$ 2,9 bilh\u00f5es para US$ 12,2 bilh\u00f5es. J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es brasileiras do continente africano subiram de US$ 3,3 bilh\u00f5es para US$ 14,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;A \u00c1frica assume a condi\u00e7\u00e3o de principal regi\u00e3o fornecedora de petr\u00f3leo do Brasil, e o destaque eu daria para adubos e fertilizantes. O cont\u00ednuo aumento da safra agr\u00edcola no Brasil demanda volumes crescentes de insumos para manter a produtividade elevada. A \u00c1frica tem se posicionado inclusive como um mercado alternativo dos fornecedores tradicionais desses insumos agr\u00edcolas, que \u00e9 a Europa Oriental&#8221;, explicou ao Valor antes da c\u00fapula a secret\u00e1ria de Com\u00e9rcio Exterior do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Tatiana Prazeres.<\/p>\n<p>Diversos pa\u00edses da regi\u00e3o, que ainda enfrentam s\u00e9rios gargalos de infraestrutura, t\u00eam obtido volumosas quantias de dinheiro com a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e outros recursos naturais. Por isso, na avalia\u00e7\u00e3o do governo brasileiro, h\u00e1 oportunidades para todos os setores produtivos nacionais, desde os exportadores de alimentos at\u00e9 para as ind\u00fastrias de produtos de maior valor agregado.<\/p>\n<p>A pr\u00f3pria Guin\u00e9 Equatorial \u00e9 um exemplo. Impulsionado pela explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, o pa\u00eds conta com modernas rodovias e luxuosos palacianos. Em Malabo, por exemplo, a primeira-dama do presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasogo conta com os servi\u00e7os de churrasqueiros contratados diretamente do Brasil, num contraste \u00e0s p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de vida de grande parte da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O presidente da Guin\u00e9 Equatorial est\u00e1 no poder desde 1979. Mas, quando perguntadas se isso n\u00e3o causa um desconforto ao governo, autoridades brasileiras dizem que foi a Uni\u00e3o Africana quem definiu a sede da c\u00fapula e reafirmam o discurso da presidente Dilma Rousseff segundo o qual todos os pa\u00edses precisam avan\u00e7ar nas quest\u00f5es relacionadas aos direitos humanos &#8211; inclusive o Brasil.<\/p>\n<p>Ontem, o chefe da Divis\u00e3o de Infraestrutura do Banco de Desenvolvimento Africano, Ralph Olay\u00e9, informou que a institui\u00e7\u00e3o se prepara para realizar um &#8220;roadshow&#8221; no Brasil a fim de apresentar as oportunidades de investimento em infraestrutura no continente. A iniciativa est\u00e1 prevista para ocorrer no fim deste ano ou no in\u00edcio de 2014, e levar\u00e1 ao empresariado brasileiro um card\u00e1pio de obras que demandar\u00e3o investimentos de US$ 360 bilh\u00f5es at\u00e9 2040.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Geradoras querem ajuda para cobrir rombo de R$ 4 bi<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Depois das distribuidoras de energia el\u00e9trica, ser\u00e3o as geradoras que v\u00e3o pedir socorro financeiro ao governo federal. A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores Independentes de Energia El\u00e9trica (Apine) calcula que as empresas ter\u00e3o de desembolsar cerca de R$ 4 bilh\u00f5es em janeiro apenas para pagar pelo risco hidrol\u00f3gico, que obriga as geradoras a comprar energia no mercado dispon\u00edvel para honrar a diferen\u00e7a entre o volume produzido e a energia comprometida nos seus contratos de abastecimento.<\/p>\n<p>A Apine estima que as hidrel\u00e9tricas deixaram de produzir, em m\u00e9dia, 26% da energia contratada no primeiro m\u00eas de 2013, quando o pa\u00eds enfrentou uma grave escassez de \u00e1gua nas principais bacias hidrogr\u00e1ficas.<\/p>\n<p>&#8220;Pedimos [ontem], com urg\u00eancia, uma audi\u00eancia com o secret\u00e1rio-executivo do Minist\u00e9rio de Minas e Energia, M\u00e1rcio Zimmermann&#8221;, afirmou Luiz Fernando Vianna, presidente da Apine. Entre as medidas avaliadas, a entidade pedir\u00e1 ao governo uma linha de financiamento especial do BNDES.<\/p>\n<p>Segundo Vianna, o rombo no fluxo de caixa das hidrel\u00e9tricas ser\u00e1 quatro vezes maior que o das distribuidoras, estimado em torno de R$ 1 bilh\u00e3o em janeiro. As distribuidoras precisam arcar com os custos da gera\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica at\u00e9 a data do reajuste tarif\u00e1rio, que \u00e9 feito uma vez por ano pela Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), e j\u00e1 pediram ajuda do governo para financiar o seu capital de giro.<\/p>\n<p>A energia que n\u00e3o foi produzida em janeiro precisar\u00e1 ser comprada na C\u00e2mara de Comercializa\u00e7\u00e3o de Energia (CCEE) pelas geradoras, que ter\u00e3o de pagar o Pre\u00e7o de Liquida\u00e7\u00e3o das Diferen\u00e7as (PLD) vigente. O PLD \u00e9 estabelecido semanalmente e reflete o custo para a gera\u00e7\u00e3o de energia.<\/p>\n<p>Devido \u00e0 forte queda no n\u00edvel dos reservat\u00f3rios das hidrel\u00e9tricas, praticamente todas as usinas t\u00e9rmicas do pa\u00eds precisaram ser ligadas, o que fez com que PLD disparasse, atingindo um dos mais altos patamares da hist\u00f3ria. Em janeiro, segundo a Apine, o PLD m\u00e9dio situou-se em torno de R$ 410 por MWh.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o somos contra o pagamento [do risco hidrol\u00f3gico]. Essa \u00e9 a regra do jogo&#8221;, afirma Vianna. &#8220;O que pedimos \u00e9 algum tipo de financiamento para equacionar o fluxo de caixa das geradoras, que podem enfrentar problemas para pagar pela energia.&#8221;<\/p>\n<p>Nem todas as geradoras ser\u00e3o afetadas. As hidrel\u00e9tricas que tiveram as suas concess\u00f5es renovadas recentemente, como as controladas pelo grupo Eletrobras, passaram a ficar livres do risco hidrol\u00f3gico. Portanto, essas usinas n\u00e3o est\u00e3o mais expostas ao PLD, o que ser\u00e1 uma grande vantagem neste ano. Mas risco hidrol\u00f3gico ainda vale para as demais hidrel\u00e9tricas do pa\u00eds, mesmo as que foram constru\u00eddas recentemente.<\/p>\n<p>Segundo Vianna, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais cr\u00edtica para as geradoras do que para as distribuidoras. No caso da distribui\u00e7\u00e3o, as despesas com a gera\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica ser\u00e3o, em algum momento do ano, repassadas \u00e0s tarifas cobradas pelas companhias, que poder\u00e3o recompor a sua gera\u00e7\u00e3o de caixa. Mas, no caso da geradoras, essa despesa excepcional n\u00e3o ser\u00e1 recuperada mais tarde.<\/p>\n<hr \/>\n<p>\u00cdndice da CNI revela empres\u00e1rio da ind\u00fastria mais otimista<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Depois de terminar 2012 em baixa e abrir 2013 da mesma forma, a confian\u00e7a do empresariado industrial mostrou melhora em fevereiro, de acordo com pesquisa da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI). O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial (Icei) subiu 1,4 ponto no m\u00eas, para 58,1 pontos, contra os 56,7 pontos de janeiro. &#8220;O Icei vem oscilando em torno de 57,5 pontos h\u00e1 seis meses, sem caracterizar uma tend\u00eancia de crescimento. Essa trajet\u00f3ria sugere a continuidade de um lento processo de recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o industrial nos pr\u00f3ximos meses&#8221;, diz a institui\u00e7\u00e3o em nota.<\/p>\n<p>De acordo com a CNI, tanto os indicadores que medem a percep\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rio sobre a situa\u00e7\u00e3o atual quanto sobre as expectativas para os pr\u00f3ximos seis meses cresceram em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa de janeiro.<\/p>\n<p>O \u00edndice de expectativas para os pr\u00f3ximos seis meses avan\u00e7ou de 60,9 pontos no m\u00eas passado para 62,3 pontos em fevereiro. Abrindo esse indicador, as perspectivas do empresariado melhoraram tanto para a economia brasileira quanto para as pr\u00f3prias empresas.<\/p>\n<p>J\u00e1 a pr\u00e9via do \u00cdndice de Confian\u00e7a da Ind\u00fastria (ICI) de fevereiro, divulgada ontem pela Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), mostra que uma trajet\u00f3ria de recupera\u00e7\u00e3o mais robusta na ind\u00fastria da transforma\u00e7\u00e3o foi adiada para o segundo trimestre, De acordo com a FGV, a leitura preliminar do ICI neste m\u00eas recuou 0,4%. O resultado final ser\u00e1 divulgado na pr\u00f3xima semana. Em janeiro, o resultado fechado do indicador foi positivo em 0,1%, ante dezembro. A leitura negativa de fevereiro mostra que a recupera\u00e7\u00e3o da atividade na ind\u00fastria da transforma\u00e7\u00e3o ainda ocorre vagarosamente.<\/p>\n<p>&#8220;Precisamos esperar para ver o que vai acontecer nos pr\u00f3ximos meses&#8221;, disse Aloisio Campelo, superintendente-adjunto de ciclos econ\u00f4micos do Ibre\/FGV).<\/p>\n<p>Segundo o economista, a trajet\u00f3ria da confian\u00e7a nos segmentos da ind\u00fastria da transforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi uniforme. Houve melhora no humor dos empres\u00e1rios de dur\u00e1veis, mas o mesmo n\u00e3o ocorreu com os executivos das ind\u00fastrias de bens de capital e da constru\u00e7\u00e3o civil, cujos patamares de confian\u00e7a &#8220;se acomodaram&#8221; em fevereiro, nas palavras do especialista.<\/p>\n<p>No caso espec\u00edfico de bens de capital, Campelo disse que a confian\u00e7a moderada do empres\u00e1rio desse segmento n\u00e3o confere bons sinais para a trajet\u00f3ria de investimentos na economia brasileira.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Bancos na Am\u00e9rica Latina t\u00eam capta\u00e7\u00e3o recorde<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Os bancos latino-americanos acompanhados pela Moody&#8221;s captaram o volume recorde de US$ 27,7 bilh\u00f5es com emiss\u00f5es de d\u00edvida de longo prazo sem garantia no ano passado, contrariando a tend\u00eancia global de queda nessas opera\u00e7\u00f5es, destaca a ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o de risco em relat\u00f3rio. O montante representa crescimento de 13,6% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n<p>Os bancos brasileiros lideraram o volume de opera\u00e7\u00f5es na regi\u00e3o, sendo respons\u00e1veis por dois ter\u00e7os do total emitido em 2012 (mais de US$ 16 bilh\u00f5es). Segundo a Moody&#8221;s, houve queda no n\u00famero de emissores brasileiros em 2012, mas ela foi compensada por opera\u00e7\u00f5es com t\u00edquete maior, dos maiores bancos da regi\u00e3o, como Banco do Brasil, Ita\u00fa Unibanco, Bradesco e Santander.<\/p>\n<p>No ranking dos dois \u00faltimos anos (2011 e 2012), em que os bancos da regi\u00e3o emitiram um total de US$ 52,1 bilh\u00f5es, as quatro primeiras posi\u00e7\u00f5es foram ocupadas pelos brasileiros BB, Ita\u00fa Santander e Bradesco, com emiss\u00f5es que somaram US$ 18,5 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>De acordo com Jeanne Del Casino, vice-presidente de cr\u00e9dito da Moody&#8221;s e uma das autoras do relat\u00f3rio, o aumento das emiss\u00f5es foi puxado pelo forte crescimento do cr\u00e9dito, das atividades de fus\u00e3o e aquisi\u00e7\u00e3o e pela demanda crescente do investidor. Cen\u00e1rio favorecido pelos juros em n\u00edveis historicamente baixos e alta liquidez global.<\/p>\n<p>A Moody&#8221;s ressalta, contudo, que o crescimento das emiss\u00f5es de d\u00edvidas por parte dos bancos tem um saldo negativo do ponto de vista do cr\u00e9dito, uma vez que eleva a depend\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o aos investidores institucionais e, com isso, o risco de refinanciamento no caso de um aumento da avers\u00e3o ao risco, com impacto sobre os pap\u00e9is de mercados emergentes.<\/p>\n<p>Mas, pondera a ag\u00eancia, os riscos de refinanciamento s\u00e3o parcialmente mitigados pela capacidade dos bancos de tomar recursos por prazos mais longos. Em 2012, por exemplo, o prazo m\u00e9dio dos t\u00edtulos de d\u00edvida sem garantia dos bancos na regi\u00e3o era de oito anos. Apesar de a grande maioria das opera\u00e7\u00f5es ter prazo final a partir de 2018, cerca de US$ 25 bilh\u00f5es vencem nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>J\u00e1 as emiss\u00f5es de d\u00edvida global ca\u00edram 6%, segundo a Moody&#8221;s, diante de uma onda de reestrutura\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias e desalavancagem provocada pela crise de 2008, principalmente na zona do euro.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Investidor coreano aumenta aloca\u00e7\u00e3o em ativos no Brasil<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>H\u00e1 cerca de dois anos no Brasil, a corretora coreana Mirae Asset Securities j\u00e1 conquistou uma base de 5 mil clientes ativos, de um total de 7 mil cadastrados, com a estrat\u00e9gia agressiva de cobrar baixa corretagem. Agora, pretende crescer na \u00e1rea de gest\u00e3o de fortunas no pa\u00eds. A ideia \u00e9 prestar servi\u00e7os tanto para investidores locais como para clientes da Coreia do Sul.<\/p>\n<p>De olho no potencial de mercado com a expans\u00e3o das empresas coreanas no Brasil, e da consequente vinda de mais imigrantes de l\u00e1 para c\u00e1, a Mirae pretende atuar na remessa de recursos da comunidade no Brasil para parentes na Coreia do Sul. A institui\u00e7\u00e3o j\u00e1 tem a licen\u00e7a do Banco Central para atuar nessa \u00e1rea e deve come\u00e7ar a buscar bancos para fechar as opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Neste ano, a imigra\u00e7\u00e3o coreana completa 50 anos e h\u00e1 cerca de 55 mil imigrantes coreanos no Brasil, dos quais 45 mil est\u00e3o na cidade de S\u00e3o Paulo, de acordo com estimativa da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Coreanos.<\/p>\n<p>S\u00f3 no ano passado, grandes empresas coreanas, como a fabricantes de autom\u00f3veis Hyundai e a Doosan, de m\u00e1quinas e equipamentos, anunciaram a inaugura\u00e7\u00e3o de unidades fabris no Brasil.<\/p>\n<p>O interesse dos coreanos pelo mercado brasileiro n\u00e3o tem se limitado a investimentos diretos. O aporte em t\u00edtulos p\u00fablicos brasileiros e no mercado imobili\u00e1rio no Brasil tamb\u00e9m tem crescido, segundo a experi\u00eancia da pr\u00f3pria Mirae nessas frentes.<\/p>\n<p>Atualmente a \u00e1rea de gest\u00e3o de fortunas da Mirae Securities tem R$ 1,6 bilh\u00e3o de recursos de investidores coreanos aplicados em t\u00edtulos p\u00fablicos no Brasil, basicamente concentrados nas Notas do Tesouro Nacional s\u00e9rie F (NTNs-F), pap\u00e9is prefixados de longo prazo.<\/p>\n<p>A Coreia do Sul tem um acordo bilateral com o Brasil em que n\u00e3o cobra imposto na repatria\u00e7\u00e3o dos ganhos com as aplica\u00e7\u00f5es em t\u00edtulos p\u00fablicos ou de empresas em que o governo brasileiro \u00e9 controlador. Os estrangeiros j\u00e1 s\u00e3o isentos de Imposto de Renda sobre o ganho de capital no Brasil, mas pagam uma al\u00edquota de 6% de Imposto sobre Opera\u00e7\u00f5es Financeiras (IOF). Mesmo assim, esse investimento permanece atrativo, uma vez que a taxa de juros b\u00e1sica na Coreia do Sul est\u00e1 em 2,75% e a taxa oferecida pelos pap\u00e9is prefixadas mais longo (NTN-F), com vencimento em 2023, est\u00e1 em 9,5%.<\/p>\n<p>Os investidores tamb\u00e9m t\u00eam buscado oportunidades no mercado imobili\u00e1rio. A Mirae j\u00e1 investiu US$ 600 milh\u00f5es na compra do edif\u00edcio Rocha Ver\u00e1 e na aquisi\u00e7\u00e3o de parte da torre comercial Faria Lima, ambos localizados em regi\u00f5es de grande concentra\u00e7\u00e3o de escrit\u00f3rios na cidade de S\u00e3o Paulo. A isen\u00e7\u00e3o de IOF para investimentos em fundos imobili\u00e1rios tamb\u00e9m deve atrair interesse dos coreanos para esse tipo de produto, afirma Pablo Spyer, diretor da Mirae Asset Securities.<\/p>\n<p>A equipe da Mirae visita com frequ\u00eancia os bairros do Br\u00e1s e Bom Retiro, que concentram grande parte da comunidade coreana em S\u00e3o Paulo, e os clientes t\u00eam a facilidade de contar com atendimento na l\u00edngua materna. A corretora tem uma \u00e1rea de gest\u00e3o de fortunas, que al\u00e9m de administrar a aloca\u00e7\u00e3o dos estrangeiros, tamb\u00e9m atende clientes locais com mais de R$ 1 milh\u00e3o em investimentos, que j\u00e1 respondem por R$ 100 milh\u00f5es sob gest\u00e3o. Luciana Pazos, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de gest\u00e3o de fortunas, conta que a carteira conta com 200 clientes locais, basicamente pessoas f\u00edsicas.<\/p>\n<p>A \u00e1rea de gest\u00e3o de fortunas da corretora Mirae \u00e9 respons\u00e1vel pela gest\u00e3o de portf\u00f3lio dos clientes e trabalha com uma plataforma aberta, em que distribui fundos de outras institui\u00e7\u00f5es financeiras, bem como t\u00edtulos de d\u00edvida como deb\u00eantures e Certificados de Receb\u00edveis Imobili\u00e1rios (CRIs). &#8220;Somos ativos na sele\u00e7\u00e3o dos produtos que distribu\u00edmos, que passam por um comit\u00ea de investimento. N\u00e3o somos um shopping de distribui\u00e7\u00e3o de produtos&#8221;, afirma Luciana.<\/p>\n<p>A Mirae chegou ao Brasil em setembro de 2008 e iniciou suas opera\u00e7\u00f5es como gestora de investimentos, com o objetivo de oferecer fundos para investidores locais. Essa \u00e1rea, ao contr\u00e1rio da corretora, ainda \u00e9 muito pequena no Brasil e contava com R$ 180 milh\u00f5es sob gest\u00e3o de acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O gestor respons\u00e1vel por essa \u00e1rea, Young Kim, se mudou neste ano para os Estados Unidos de onde passar\u00e1 a fazer as aloca\u00e7\u00f5es em Brasil para os fundos &#8220;offshore&#8221;, que re\u00fanem basicamente aplica\u00e7\u00f5es de investidores da Coreia.<\/p>\n<p>A Mirae \u00e9 uma das maiores gestoras na Coreia, com US$ 58 bilh\u00f5es sob gest\u00e3o. No Brasil, a corretora \u00e9 uma das poucas que adotaram estrat\u00e9gia agressiva de pre\u00e7os para a\u00e7\u00f5es e conseguiram sobreviver e ter resultados positivos. Hoje a corretora Mirae cobra uma taxa de corretagem de R$ 2,90 por opera\u00e7\u00e3o. A corretora acumulou no ano passado, at\u00e9 o terceiro trimestre, lucro l\u00edquido de R$ 7,406 milh\u00f5es e contava com patrim\u00f4nio l\u00edquido de R$ 161,180 milh\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Globo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4365\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4365","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-18p","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4365","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4365"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4365\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4365"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4365"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4365"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}