{"id":4371,"date":"2013-02-25T14:06:51","date_gmt":"2013-02-25T14:06:51","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4371"},"modified":"2013-02-25T14:06:51","modified_gmt":"2013-02-25T14:06:51","slug":"baixo-nivel-de-investimento-impede-expansao-diz-ibre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4371","title":{"rendered":"Baixo n\u00edvel de investimento impede expans\u00e3o, diz Ibre"},"content":{"rendered":"\n<p>Enquanto os n\u00edveis de investimento se mantiverem baixos e o Produto Interno Bruto (PIB) continuar sendo movido basicamente a consumo, a economia do pa\u00eds estar\u00e1 fadada \u00e0s taxas t\u00edmidas de crescimento que vem apresentando, ao lado de altos \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 uma das principais conclus\u00f5es do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV) de fevereiro, que ser\u00e1 divulgado nesta semana. &#8220;J\u00e1 temos seis trimestres, ou quase dois anos, com o investimento negativo&#8221;, explica Silvia Matos, coordenadora t\u00e9cnica do boletim no Ibre, referindo-se \u00e0 s\u00e9rie do Indicador Mensal do Investimento (IMI), feito pela funda\u00e7\u00e3o. Apenas no quarto trimestre de 2012, essa queda foi de 1,6%, comparada ao trimestre anterior.<\/p>\n<p>Nos c\u00e1lculos do Ibre, que prev\u00ea um PIB de 0,9% para 2012, o investimento deve registrar uma queda de 0,9% no ano, confirmando-se como o principal fator negativo da conta nacional. &#8220;E n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma quest\u00e3o quantitativa&#8221;, diz Silvia. &#8220;O crescimento tem que ter qualidade, e, se n\u00e3o h\u00e1 investimentos, na pr\u00e1tica, as empresas t\u00eam menor efici\u00eancia, n\u00e3o conseguem aumentar a produtividade e isso fatalmente pressiona a infla\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Pesa ainda o fato de que basicamente o \u00fanico motor que restou puxando o PIB em 2012 foi o consumo, seja das fam\u00edlias, com varia\u00e7\u00e3o de 1,8% em 2012, segundo o Ibre, seja do governo, que encerra o ano com uma alta de 0,6% e uma participa\u00e7\u00e3o de 40% na varia\u00e7\u00e3o total da demanda interna, que foi de 1,5%. &#8220;Isso nunca tinha acontecido&#8221;, disse Silvia.<\/p>\n<p>Em 2009, ano em que a crise internacional se acentuou e quando naturalmente se espera uma participa\u00e7\u00e3o maior dos gastos estatais, essa propor\u00e7\u00e3o foi de 30%, com o consumo do governo subindo tamb\u00e9m 0,6% dentro de uma demanda interna a 2%. &#8220;Nada contra o consumo. \u00c9 bom que ele cres\u00e7a, mas ele n\u00e3o pode ser o motor sozinho. Isso tamb\u00e9m gera infla\u00e7\u00e3o&#8221;, disse Silvia. &#8220;Se o PIB crescesse os mesmos 0,9%, mas com um consumo um pouco mais baixo e o investimento um pouco mais alto, j\u00e1 seria um quadro melhor.&#8221;<\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m a falta de investimentos que vem colaborando para estoques em alta: &#8220;Os estoques de bens dur\u00e1veis tiveram uma boa desovada no fim do ano, mas os de bens de capital seguem bastante altos, resultado justamente da falta de investimentos&#8221;, disse Silvia. Em 2012, os estoques tiveram um impacto negativo de 0,6% no PIB, segundo o Ibre.<\/p>\n<p>Entre as esperan\u00e7as de que os investimentos saiam da paralisia, Silvia ressalta os v\u00e1rios pacotes de concess\u00f5es que o governo vem apresentando ou planejando, entre eles ferrovias, aeroportos, portos e blocos de petr\u00f3leo. &#8220;Todos esses pacotes, junto a uma melhoria do ambiente regulat\u00f3rio, podem voltar a estimular um pouco o investimento&#8221;, diz. &#8220;Mas n\u00e3o ser\u00e1 ainda neste trimestre que a atividade econ\u00f4mica mostrar\u00e1 recupera\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 necess\u00e1rio antes baixar esses estoques.&#8221;<\/p>\n<p>O Ibre prev\u00ea expans\u00e3o de 2,8% para o PIB neste ano. &#8220;N\u00e3o ser\u00e1 ruim, porque crescer mais do que 2012 ser\u00e1 f\u00e1cil. A d\u00favida ser\u00e1 ver em que ponto entre 2% e 3% ficar\u00e1 esse crescimento.&#8221; Caso a economia mantivesse o ritmo de 0,6% de crescimento &#8211; alta estimada pelo Ibre para o quarto trimestre -, seria poss\u00edvel alcan\u00e7ar um PIB anual de 2,4%. &#8220;Com o quadro atual, e sem investimentos, o governo n\u00e3o consegue um crescimento de 3% com equil\u00edbrio, e sem infla\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<hr \/>\n<p>Ap\u00f3s rebaixamento, cresce press\u00e3o sobre o governo brit\u00e2nico<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A perda hist\u00f3rica da cobi\u00e7ada nota de classifica\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito AAA pelo Reino Unido vai elevar a press\u00e3o sobre o ministro das Finan\u00e7as, George Osborne, que tem lutado para reanimar a economia do pa\u00eds e teve de estender repetidamente o doloroso programa de corte de gastos do governo.<\/p>\n<p>Na sexta-feira, a Moody&#8221;s previu que a fraqueza econ\u00f4mica continuar\u00e1 a pesar sobre as finan\u00e7as brit\u00e2nicas por v\u00e1rios anos e rebaixou em um grau a classifica\u00e7\u00e3o dos t\u00edtulos de d\u00edvida do pa\u00eds para Aa1, mudando sua perspectiva para economia para est\u00e1vel.<\/p>\n<p>O rebaixamento &#8211; o primeiro do Reino Unido desde que a Moody&#8221;s come\u00e7ou a fazer classifica\u00e7\u00f5es de sua d\u00edvida, em 1978 &#8211; \u00e9 um duro golpe para Osborne e o premi\u00ea David Cameron, que tinham prometido preservar o rating AAA. O governo conservadora assumiu o poder em 2010 prometendo consertar a economia, mas a dificuldade que enfrenta para levar o pa\u00eds ao crescimento est\u00e1 ampliando a press\u00e3o p\u00fablica para que demonstre que sua estrat\u00e9gia est\u00e1 funcionando antes da pr\u00f3xima elei\u00e7\u00e3o geral, em 2015. O Reino Unido ainda tem classifica\u00e7\u00e3o AAA com a Standard &amp; Poor&#8221;s e a Fitch Ratings, embora a perspectiva de ambas as ag\u00eancias para o pa\u00eds seja negativa.<\/p>\n<p>Investidores e o p\u00fablico brit\u00e2nico v\u00e3o estar atentos a Osborne, esperando que adote medidas para impulsionar o crescimento durante a amplamente acompanhada apresenta\u00e7\u00e3o do or\u00e7amento anual, marcada para 20 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p>\u00c9 improv\u00e1vel que o rebaixamento tenha um impacto significativo sobre os custos de empr\u00e9stimos, dizem os economistas, mas poderia colocar ainda mais press\u00e3o sobre a libra esterlina. A libra \u00e9 uma das moedas de pior desempenho este ano por uma s\u00e9rie de raz\u00f5es, incluindo sinais de que o Banco da Inglaterra toleraria uma moeda mais fraca, para promover as exporta\u00e7\u00f5es e ajudar a economia.<\/p>\n<p>&#8220;Essa tend\u00eancia pode ser exacerbada por sa\u00eddas de capital estrangeiro ap\u00f3s o an\u00fancio da Moody&#8221;s&#8221;, afirmou a Goldman Sachs em um comunicado no s\u00e1bado.<\/p>\n<p>A nota de cr\u00e9dito das maiores pot\u00eancias econ\u00f4micas (principalmente aquelas que, como o Reino Unido, emitem sua pr\u00f3pria moeda) por muito tempo foi considerado inviol\u00e1vel. Mas a crescente d\u00edvida do mundo desenvolvido t\u00eam causado preocupa\u00e7\u00e3o, assim como a crise do euro, na qual a Gr\u00e9cia &#8211; que em 2009 estava apenas tr\u00eas graus abaixo da atual nota do Reino Unido, segundo a classifica\u00e7\u00e3o da Moody&#8221;s- declarou morat\u00f3ria e rapidamente outros pa\u00edses europeus passaram a ser considerados inst\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o a sua d\u00edvida.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, as empresas de classifica\u00e7\u00e3o de risco t\u00eam pressionado muitos pa\u00edses com nota AAA, o mais not\u00e1vel deles os EUA, que foi rebaixado para AA+ pela Standard &amp; Poor&#8221;s em agosto de 2011, e a Fran\u00e7a, v\u00edtima de um rebaixamento de um grau tanto pela S&amp;P como a Moody&#8221;s no ano passado. A Fran\u00e7a tem uma carga de d\u00edvida &#8211; e desafio de crescimento &#8211; semelhante ao do Reino Unido. Ainda assim, as evid\u00eancias mostram que os rebaixamentos tiveram efeito pequeno sobre os custos de empr\u00e9stimo desses pa\u00edses.<\/p>\n<p>O rendimento dos t\u00edtulos do Tesouro dos EUA de 10 anos estava em cerca de 2,4% pouco antes do rebaixamento da S&amp;P e caiu depois dele. No per\u00edodo de 18 meses ap\u00f3s o rebaixamento, o retorno nunca ficou acima dos 2,4%. Na sexta-feira, o rendimento dos t\u00edtulos de 10 anos estava em 1,965%.<\/p>\n<p>O rendimento dos t\u00edtulos de d\u00edvida de dez anos da Fran\u00e7a estava em 2,2% na sexta-feira, abaixo do patamar em que estava quando a S&amp;P rebaixou a nota do pa\u00eds, e mudou pouco desde o corte promovido pela Moody&#8221;s.<\/p>\n<p>Em certo sentido, a for\u00e7a dos t\u00edtulos de d\u00edvida dos governos dos EUA e da Fran\u00e7a reflete a relativa escassez de outras aplica\u00e7\u00f5es seguras onde os investidores possam por seu dinheiro. A Fran\u00e7a, assim como o Reino Unido, se beneficiou da crise na It\u00e1lia e na Espanha.<\/p>\n<p>Osborne, de 41 anos, h\u00e1 muito vinha dizendo que manter a cobi\u00e7ada classifica\u00e7\u00e3o de risco AAA do Reino Unido era importante para manter baixos os custos de financiamento e, assim, facilitar o pagamento da pesada d\u00edvida do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A economia do Reino Unido mal cresceu desde que o governo atual assumiu, em 2010, e ficou no mesmo patamar ao longo do ano passado. Muitos economistas dizem que o Reino Unido pode cair em um &#8220;triplo mergulho&#8221; recessivo, e a Moody&#8221;s fez alus\u00e3o a um &#8220;crescimento lento&#8221; persistente na segunda metade da d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Osborne j\u00e1 teve de estender o doloroso corte de gastos do governo at\u00e9 2018, tr\u00eas anos al\u00e9m do inicialmente planejado. \u00c9 improv\u00e1vel que ele atinja suas metas de empr\u00e9stimo para este ano fiscal, que come\u00e7ou em abril, dizem economistas. Pol\u00edticos da oposi\u00e7\u00e3o &#8211; e alguns dentro do pr\u00f3prio Partido Conservador, o mesmo de Osborne &#8211; t\u00eam dito que a estrat\u00e9gia do ministro n\u00e3o est\u00e1 funcionando.<\/p>\n<p>O ministro de Neg\u00f3cios, Vince Cable, membro do aliado Partido Liberal-Democrata, disse ontem que seu partido n\u00e3o apoiaria medidas de austeridade mais profundas para reconquistar a nota AAA da Moody&#8221;s.<\/p>\n<p>&#8220;Acho que nos aventurarmos em uma pol\u00edtica de cortes radicais em resposta a isso [o rebaixamento da nota de cr\u00e9dito] seria completamente tolo e antiprodutivo&#8221;, afirmou Cable em entrevista \u00e0 rede p\u00fablica BBC.<\/p>\n<p>Ed Balls, especialista em finan\u00e7as do principal partido da oposi\u00e7\u00e3o, o Partido Trabalhista, disse que as empresas de classifica\u00e7\u00e3o de risco est\u00e3o apenas acompanhando a realidade econ\u00f4mica, mas que o problema fundamental \u00e9 a falta de crescimento. No domingo, ele apelou para que Osborne e Cameron &#8220;tomem medidas urgentes para acelerar nossa economia&#8221;.<\/p>\n<p>Osborne disse que permanece determinado a dar continuidade aos seus planos de diminui\u00e7\u00e3o do d\u00e9ficit, classificando a redu\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito como uma &#8220;mensagem em alto e bom tom de que o Reino Unido n\u00e3o pode parar de lidar com suas d\u00edvidas&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Foz do Amazonas desperta interesse de petroleiras<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A disputa pelos blocos da Bacia da Foz do Amazonas, no ex\u00adtremo norte do Pa\u00eds, promete ser a mais acirrada da 11\u00aa roda\u00adda de licita\u00e7\u00e3o de blocos explorat\u00f3rios de \u00f3leo e g\u00e1s, que ser\u00e1 promovida pelo governo fede\u00adral em maio. O motivo \u00e9 a des\u00adcoberta, no litoral da vizinha Guiana Francesa, praticamen\u00adte ao lado da bacia brasileira, de grandes reservat\u00f3rios ex\u00adplor\u00e1veis de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Em sigilo, as grandes petrolei\u00adras articulam sociedades para concorrer \u00e0s \u00e1reas ofertadas pe\u00adla Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP). De olho no s\u00fabito inte\u00adresse despertado nas compa\u00adnhias pelas jazidas de \u00f3leo e g\u00e1s presumivelmente escondidas no subsolo marinho do litoral do Amap\u00e1, o governo aumentou de 172 para 289 os blocos a serem leiloados. Das 117 novas \u00e1reas, 65 est\u00e3o na Bacia do Foz do Amazo\u00adnas, o in\u00edcio da chamada mar\u00adgem equatorial brasileira.<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o de cons\u00f3rcios para explorar a bacia tem mobiliza\u00addo os executivos das petroleiras desde o ano passado. Esse pro\u00adcesso foi acelerado pela desco\u00adberta na Guiana. A Petrobr\u00e1s, com a experi\u00eancia de 43 anos de fracassos na bacia, tem interesse nos blocos e finaliza parcerias com companhias internacionais empenhadas em renovar seus portf\u00f3lios brasileiros.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Combust\u00edveis Renov\u00e1\u00adveis do Minist\u00e9rio de Minas e Energia, Marco Ant\u00f4nio Martins Almeida, creditou explicitamen\u00adte o aumento da oferta de blocos na bacia \u00e0 proximidade dos cam\u00adpos guianenses. &#8220;Houve indica\u00ad\u00e7\u00f5es de poss\u00edveis descobertas importantes na Guiana, a 50 qui\u00adl\u00f4metros da fronteira com o Bra\u00adsil. Ent\u00e3o, a \u00e1rea brasileira tam\u00adb\u00e9m tem potencial para desco\u00adbertas&#8221;, afirmou o secret\u00e1rio.<\/p>\n<p>Descoberta. O petr\u00f3leo apareceu pela primeira vez na Guiana Francesa em 2011. O cons\u00f3rcio formada pelas companhias Tullow-Oil, Total e Shell anunciou a presen\u00e7a, em \u00e1guas profundas, no campo de Zaedyus, de um re\u00adservat\u00f3rio importante de \u00f3leo de boa qualidade.<\/p>\n<p>Nem mesmo o fracasso da prospec\u00e7\u00e3o de um segundo po\u00e7o no campo, no ano passado, arre\u00adfece o entusiasmo das empresas interessadas em disputar \u00e1rea da Foz do Amazonas no leil\u00e3o da ANP. &#8220;O bloco da Guiana France\u00adsa permanece altamente pros\u00adpectivo e ainda oferece um exce\u00adlente potencial para explora\u00e7\u00e3o com sucessos m\u00faltiplos&#8221;, diz o comunicado divulgado pela bri\u00adt\u00e2nica Tullow Oil.<\/p>\n<p>A de scoberta na Guiana Francesa foi saudada pelas institui\u00ad\u00e7\u00f5es financeiras que analisam a ind\u00fastria do petr\u00f3leo. Para o Bank of America-Merrill Lynch, o achado &#8220;abre uma bacia total\u00admente nova&#8221; na Am\u00e9rica do Sul e Caribe. O Royal Bank of Scotland demonstrou otimismo com a descoberta ao comentar, em nota, que o conte\u00fado do re\u00adservat\u00f3rio de petr\u00f3leo &#8220;provavel\u00admente excede a maioria das expectativas&#8221;.<\/p>\n<p>O ge\u00f3logo brasileiro Pedro Victor Zal\u00e1n, consultor em explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, avalia que &#8220;a imensa faixa mar\u00edtima de \u00e1guas profundas (acima de 600 metros de l\u00e2mina d&#8221;\u00e1gua) em frente do Amap\u00e1, Par\u00e1, Mara\u00adnh\u00e3o e Piau\u00ed encontra-se hoje en\u00adtre as \u00e1reas mais cobi\u00e7adas pela ind\u00fastria petrol\u00edfera mundial&#8221;.<\/p>\n<p>No artigo &#8220;O potencial petrol\u00ed\u00adfero das bacias sedimentares bra\u00adsileiras al\u00e9m do pr\u00e9-sal&#8221;, publica\u00addo em 2012 no site www.geofisicabrasil.com, o especialista sus\u00adtenta que tamb\u00e9m as Bacias do Par\u00e1\/Maranh\u00e3o e do Parna\u00edba (no Piau\u00ed), cujos blocos v\u00e3o a lei\u00adl\u00e3o em maio, apresentam expres\u00adsivo potencial petrol\u00edfero.<\/p>\n<p>Zal\u00e1n diz que o campo da Guia\u00adna Francesa tem reservat\u00f3rio, de acordo com as estimativas ini\u00adciais, de cerca de 800 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo recuper\u00e1veis. &#8220;A Bacia da Foz do Amazonas, sua vizinha muito maior, passou a ser considerada como potencial\u00admente portadora da mesma ri\u00adqueza. A geologia do litoral da Guiana se estende para a costa do Amap\u00e1. Isso est\u00e1 comprova\u00addo pelas linhas s\u00edsmicas e estu\u00addos feitos. H\u00e1 grande possibilida\u00adde de dep\u00f3sitos de petr\u00f3leo se\u00adrem encontrados no Amap\u00e1. As petroleiras sabem disso.&#8221;<\/p>\n<p>Em janeiro, a 11.\u00aa rodada, aguardada desde 2008, foi mar\u00adcada para os dias 14 e 15 de maio. A Bacia da Foz do Rio Amazonas foi contemplada com 96 blocos, indicativo da import\u00e2ncia que o governo vem dando \u00e0 suspeita de que h\u00e1 \u00f3leo e g\u00e1s abundantes nos campos da costa do Amap\u00e1.<\/p>\n<p>Os limites da bacia s\u00e3o a fron\u00adteira do Amap\u00e1 com a Guiana Francesa e a Ilha de Maraj\u00f3, no vizinho Estado do Par\u00e1.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Infla\u00e7\u00e3o \u00e9 prioridade, diz Tombini<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A prioridade do Banco Central \u00e9 combater a infla\u00e7\u00e3o e n\u00e3o estimular o crescimento, disse seu presidente numa entrevista dias antes da reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria para definir a taxa b\u00e1sica de juros, apesar das dificuldades da economia brasileira de interromper um longo ciclo de crescimento lento.<\/p>\n<p>A economia do Brasil cresceu 1% em 2012, bem menos que os 7,5% de 2010. Ao mesmo tempo, a infla\u00e7\u00e3o anualizada bateu em 6,2% em meados de fevereiro, perto do m\u00e1ximo que o governo havia dito que permitiria.<\/p>\n<p>Analistas dizem que a percep\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 pol\u00edticas conflitantes para estimular a economia do pa\u00eds e conter a infla\u00e7\u00e3o causou confus\u00e3o no mercado e valorizou o real consideravelmente em poucos meses.<\/p>\n<p>&#8220;Nossa meta \u00e9 a infla\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o temos que ajustar e calibrar nossas pol\u00edticas para atingir nossos objetivos&#8221;, disse Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, ao The Wall Street Journal. &#8220;O crescimento n\u00e3o \u00e9 uma meta do Banco Central.&#8221;<\/p>\n<p>Embora poucos economistas esperem que o BC eleve a taxa de juros, que est\u00e1 no m\u00ednimo hist\u00f3rico de 7,25% ao ano, quando Tombini e outros membros do Copom se reunirem na pr\u00f3xima semana, alguns dizem que o banco poderia sinalizar que est\u00e1 cogitando elevar os juros no futuro se a infla\u00e7\u00e3o continuar amea\u00e7ando.<\/p>\n<p>&#8220;A infla\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos meses se mostrou mais resistente do que gostar\u00edamos&#8221;, disse Tombini no s\u00e1bado. &#8220;Estamos monitorando os desdobramentos atentamente.&#8221;<\/p>\n<p>Os mercados provavelmente ver\u00e3o com bons olhos qualquer sinal de que o BC est\u00e1 atacando a infla\u00e7\u00e3o, dizem os analistas.<\/p>\n<p>O governo &#8220;concluiu que a percep\u00e7\u00e3o da credibilidade da pol\u00edtica [econ\u00f4mica] estava muito baixa e come\u00e7ou a se esfor\u00e7ar para tentar resolver isso&#8221;, disse David Beker, economista para o Brasil do Bank of America Merrill Lynch, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Essas preocupa\u00e7\u00f5es levaram alguns investidores estrangeiros a preferir outros mercados emergentes, inclusive o M\u00e9xico, complicando as tentativas do Brasil de elevar o investimento a caminho da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Ol\u00edmpicos de 2016. A bolsa brasileira caiu 3% no m\u00eas at\u00e9 agora, sendo que havia despencado 20,5% nos \u00faltimos 12 meses, segundo a MSCI.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 por isso que o desempenho do Brasil est\u00e1 baixo&#8221;, diz Kathryn Rooney Vera, estrategista de macroeconomia da Bulltick Capital Markets. &#8220;Pol\u00edtica de risco \u00e9 importante [devido ao] perigo do descontrole inflacion\u00e1rio e dos danos que ele pode causar.&#8221;<\/p>\n<p>Tombini disse que a infla\u00e7\u00e3o permanece teimosamente alta por causa do aumento dos pre\u00e7os dos alimentos no ano passado e da desvaloriza\u00e7\u00e3o acentuada do real, que caiu 10% em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar em 2012. Ele disse que n\u00e3o espera que a moeda tenha o mesmo comportamento este ano. &#8220;N\u00e3o vejo o mercado afetando o real da mesma forma&#8221;, disse ele.<\/p>\n<p>O Brasil tem estado \u00e0 frente da chamada guerra cambial, em que bancos centrais do mundo todo est\u00e3o tentando enfraquecer suas moedas para manter suas economias competitivas. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi um dos primeiros a usar o termo, em 2010, depois da crise financeira, e o governo vem adotando controles espec\u00edficos de capital para reduzir a entrada de recursos.<\/p>\n<p>Mas Tombini disse que o Brasil tem problemas mais graves para resolver. &#8220;N\u00e3o creio que o Brasil deva entrar nesta guerra no momento&#8221;, disse.<\/p>\n<p>O BC brasileiro fez interven\u00e7\u00f5es no mercado para manter o c\u00e2mbio na faixa de R$ 2,00 a R$ 2,10 o d\u00f3lar durante boa parte do segundo semestre de 2012. A moeda brasileira, contudo, vem oscilando entre cerca de R$ 1,95 e R$ 2,14 por d\u00f3lar desde dezembro, o que fez alguns investidores cogitarem que o BC estaria usando o c\u00e2mbio como ferramenta de pol\u00edtica monet\u00e1ria para ajudar a economia a se recuperar e para combater a infla\u00e7\u00e3o. Tombini disse que esta \u00e9 uma ideia equivocada.<\/p>\n<p>&#8220;Nada disso \u00e9 a realidade&#8221;, disse ele. &#8220;[A] taxa de c\u00e2mbio n\u00e3o \u00e9 um instrumento nem para combater infla\u00e7\u00e3o nem para promover um crescimento econ\u00f4mico sustent\u00e1vel.&#8221; O BC pode intervir no mercado de c\u00e2mbio para impedir uma volatilidade excessiva da moeda, acrescentou ele.<\/p>\n<p>Taxas de juros baix\u00edssimas no mundo desenvolvido e programas de compras de ativos de alguns importantes bancos centrais, inclusive o americano, resultaram numa enxurrada de liquidez nos mercados financeiros globais &#8211; provocando grandes fluxos de capital para pa\u00edses de juros altos, como o Brasil.<\/p>\n<p>Apesar dessas iniciativas, &#8220;o crescimento [mundial] continuar\u00e1 lento por um tempo&#8221;, disse Tombini, acrescentando, por\u00e9m, que ele v\u00ea menos riscos de um choque na economia mundial.<\/p>\n<p>Autoridades em todo o mundo, entretanto, ter\u00e3o que garantir que a revers\u00e3o dessas pol\u00edticas de relaxamento monet\u00e1rio e o enxugamento do excesso de liquidez ocorram sem problemas.<\/p>\n<p>&#8220;A preocupa\u00e7\u00e3o daqui para frente ser\u00e1 como o mundo vai sair desta [&#8230;] nova ordem&#8221;, disse ele.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Floresta Amaz\u00f4nica ser\u00e1 toda mapeada<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>A Floresta Amaz\u00f4nica passar\u00e1 por um minucioso mapeamento no segundo semestre deste ano na realiza\u00e7\u00e3o do Invent\u00e1rio Floresta Nacional (IFN). A iniciativa do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA) pretende reunir, at\u00e9 2016, informa\u00e7\u00f5es de cerca de 22 mil pontos amostrais de todos os biomas brasileiros \u2014 cerrado, mata atl\u00e2ntica, pantanal e caatinga, al\u00e9m da Amaz\u00f4nia. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que as \u00e1reas sejam revisitadas a cada cinco anos e monitoradas de acordo com a evolu\u00e7\u00e3o dos recursos florestais existentes, contribuindo assim para elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de uso e conserva\u00e7\u00e3o das matas.<\/p>\n<p>Apesar de ser um pa\u00eds reconhecido e admirado mundialmente pela extensa biodiversidade, um invent\u00e1rio das florestas no Brasil s\u00f3 foi feito uma vez, entre as d\u00e9cadas de 1970 e 1980, ainda assim, mapeando somente os recursos madeireiros dispon\u00edveis, seguindo uma tend\u00eancia mundial que buscava alternativas energ\u00e9ticas para a crise do petr\u00f3leo. Para o diretor do Servi\u00e7o Florestal Brasileiro (SFB), Joberto Veloso , no s\u00e9culo 21, o foco \u00e9 outro. \u201cO invent\u00e1rio de hoje est\u00e1 voltado para a obten\u00e7\u00e3o de dados como desmatamento, degrada\u00e7\u00e3o, usos e fun\u00e7\u00f5es das florestas, biodiversidade e esp\u00e9cies em extin\u00e7\u00e3o\u201d, define Veloso.<\/p>\n<p>Para fazer os registros em cada um dos 22 mil pontos de estudo, os profissionais contratados seguir\u00e3o um manual elaborado pelo SFB, que determina a medi\u00e7\u00e3o da altura e espessura dos troncos de \u00e1rvores, coleta de amostras de cada esp\u00e9cie vegetal e do solo. Tamb\u00e9m ser\u00e3o realizadas entrevistas com moradores pr\u00f3ximos \u00e0s \u00e1reas pesquisadas.<\/p>\n<p>Enquanto o SFB centralizar\u00e1 e consolidar\u00e1 os dados obtidos em campo, as amostras das plantas v\u00e3o para diferentes herb\u00e1rios, respons\u00e1veis pelo trabalho de reconhecimento das esp\u00e9cies. Para controlar o uso da metodologia adotada, o invent\u00e1rio prev\u00ea parceria com universidades e institutos regionais, que far\u00e3o uma segunda medi\u00e7\u00e3o de cerca de 10% dos pontos, para efeito comparativo.<\/p>\n<p>De acordo com Heron Martins, pesquisador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon), conhecer a floresta \u00e9 fundamental para preservar os seus potenciais. \u201cO principal inimigo das florestas \u00e9 o desconhecimento, que diminui o valor da floresta em p\u00e9, e ela passa a valer mais como tora de madeira. Com o invent\u00e1rio, ficar\u00e1 mais f\u00e1cil evitar a constru\u00e7\u00e3o de grandes obras, como estradas e usinas hidroel\u00e9tricas, em \u00e1reas de import\u00e2ncia biol\u00f3gica\u201d, afirma Martins, destacando que n\u00e3o \u00e9 preciso esperar pelo invent\u00e1rio para preservar as florestas. \u201cO asfaltamento de uma grande rodovia, como a BR-163, torna diversas \u00e1reas acess\u00edveis, e quando n\u00e3o h\u00e1 a presen\u00e7a do Estado, para fiscalizar, \u00e9 mais f\u00e1cil que outros atores cheguem, descumpram as leis e provoquem o desmatamento\u201d, comenta o pesquisador.<\/p>\n<p>Piloto<\/p>\n<p>O Distrito Federal e Santa Catarina tiveram as florestas mapeadas de forma piloto, ao longo dos dois \u00faltimos anos, para a avalia\u00e7\u00e3o da metodologia criada pelo SFB. Na capital do pa\u00eds, os primeiros resultados devem sair no primeiro semestre de 2013, enquanto os de Santa Catarina come\u00e7aram a ser publicados durante o 63\u00ba Congresso Nacional de Bot\u00e2nica, em novembro de 2012. Na ocasi\u00e3o, foi celebrada a descoberta de uma nova esp\u00e9cie de brom\u00e9lia.<\/p>\n<p>O Herb\u00e1rio Dr. Roberto Miguel Klein, da Funda\u00e7\u00e3o Universidade Regional de Blumenau (FURB), em Santa Catarina, \u00e9 um exemplo dos benef\u00edcios que o IFN poder\u00e1 trazer. \u201cO herb\u00e1rio pulou de 10 mil para 35 mil registros, e hoje conta com mais de 40 mil plantas, totalizando mais de quatro mil esp\u00e9cies distintas\u201d, comemora o curador, o professor Andr\u00e9 Lu\u00eds de Gasper.<\/p>\n<p>O professor pondera, entretanto, que o novo material ser\u00e1 in\u00fatil sem a forma\u00e7\u00e3o de taxonomistas \u2014 especialistas em identifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies \u2014, sem a manuten\u00e7\u00e3o e atualiza\u00e7\u00e3o dos sistemas informatizados e do material oriundo das florestas. \u201cEquipar os herb\u00e1rios e garantir que acidentes como os do Instituto Butant\u00e3, da Universidade de S\u00e3o Paulo, n\u00e3o aconte\u00e7am s\u00e3o fundamentais para a prote\u00e7\u00e3o deste tesouro\u201d, alerta Gasper. Em 2010, um inc\u00eandio comprometeu parte do cole\u00e7\u00e3o de mais de 70 mil serpentes e quase 500 mil aranhas e escorpi\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do mapeamento e coleta, o IFN tamb\u00e9m analisar\u00e1 cerca de cinco mil pontos em todo o territ\u00f3rio nacional, por meio de imagens de sat\u00e9lites. Ao serem cruzadas com os dados obtidos em solo, as informa\u00e7\u00f5es permitir\u00e3o a forma\u00e7\u00e3o de um panorama vasto e in\u00e9dito das florestas brasileiras. \u201cA repeti\u00e7\u00e3o do invent\u00e1rio a cada cinco anos possibilitar\u00e1 a cria\u00e7\u00e3o de s\u00e9ries temporais, que mostrar\u00e3o tend\u00eancias dentro das florestas. Assim poderemos analisar os resultados de pol\u00edticas que deram certo ou as que precisam ser implementadas\u201d, conclui Veloso.<\/p>\n<p>Acesso por rodovia<\/p>\n<p>O Programa de Acelera\u00e7\u00e3o de Crescimento (PAC2) tem atualmente 5.279km de rodovias em obras de pavimenta\u00e7\u00e3o ou constru\u00e7\u00e3o, de acordo com balan\u00e7o divulgado na semana passada, e a BR-163 responde por 978km do total. A estrada, que liga o Rio Grande do Sul a Santar\u00e9m, no Par\u00e1, tinha um \u00faltimo trecho de terra, entre Guarant\u00e3 do Norte, em Mato Grosso, e a cidade paraense. O balan\u00e7o do PAC2 informa que 62% da obra de asfaltamento do trecho j\u00e1 est\u00e1 conclu\u00eddo, floresta amaz\u00f4nica adentro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Valor Econ\u00f4mico\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4371\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4371","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-18v","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4371","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4371"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4371\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4371"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4371"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4371"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}