{"id":4446,"date":"2013-03-10T23:20:36","date_gmt":"2013-03-10T23:20:36","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4446"},"modified":"2013-03-10T23:20:36","modified_gmt":"2013-03-10T23:20:36","slug":"as-50-verdades-inconvenientes-que-yoani-sanchez-ocultara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4446","title":{"rendered":"As 50 verdades inconvenientes que Yoani S\u00e1nchez ocultar\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Cuba: 50 verdades que Yoani S\u00e1nchez ocultar\u00e1Blogueira faz turn\u00ea mundial de 80 dias em cerca de 12 pa\u00edses do mundo para falar sobre Cuba. Mas n\u00e3o dir\u00e1 tudo\u2026<\/strong><\/p>\n<p>Por Salim Lamrani*<\/p>\n<p>A famosa opositora est\u00e1 realizando uma turn\u00ea mundial de 80 dias em cerca de doze pa\u00edses do mundo para falar sobre Cuba. Mas n\u00e3o dir\u00e1 tudo\u2026<\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> O artigo 1705 da Lei Torricelli, de 1992, adotada pelo Congresso norte-americano, estipula que: \u201cOs Estados Unidos fornecer\u00e3o apoio a organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais apropriadas, para apoiar indiv\u00edduos e organiza\u00e7\u00f5es que promovam uma mudan\u00e7a democr\u00e1tica n\u00e3o-violenta em Cuba\u201d.<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong> O artigo 109 da Lei Helms-Burton, de 1993, aprovada pelo Congresso, confirma essa pol\u00edtica: \u201cO Presidente [dos EUA] est\u00e1 autorizado a proporcionar assist\u00eancia e oferecer todo tipo de apoio a indiv\u00edduos e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais independentes para apoiar os esfor\u00e7os com vistas a construir a democracia em Cuba\u201d.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> A ag\u00eancia espanhola<em> EFE<\/em> fala de \u201copositores pagos pelos EUA\u201d em Cuba.<\/p>\n<p><strong>4.<\/strong> Segundo a ag\u00eancia brit\u00e2nica\u00a0<em>Reuters<\/em>, \u201co governo norte-americano proporciona abertamente apoio financeiro federal para as atividades dos dissidentes\u201d.<\/p>\n<p><strong>5.<\/strong> A ag\u00eancia de not\u00edcias norte-americana<em> The Associated Press<\/em> reconhece que a pol\u00edtica de financiar a dissid\u00eancia interna em Cuba n\u00e3o \u00e9 nova: \u201cH\u00e1 muitos anos, o governo dos EUA vem gastando milh\u00f5es de d\u00f3lares para apoiar a oposi\u00e7\u00e3o cubana\u201d.<\/p>\n<p><strong>6.<\/strong> Jonathan D. Farrar, ex-chefe da Se\u00e7\u00e3o de Interesses Norte-americanos em Havana (SINA), revelou que alguns aliados dos EUA, como o Canad\u00e1, n\u00e3o compartilham da pol\u00edtica de Washington: \u201cNossos colegas canadenses nos perguntaram o seguinte: Por acaso algu\u00e9m que aceita dinheiro dos EUA deve ser considerado um preso pol\u00edtico?\u201d<\/p>\n<p>7. Para Farrar, \u201cNenhum dissidente tem uma vis\u00e3o pol\u00edtica que poderia ser aplicada em um futuro governo. Ainda que os dissidentes n\u00e3o admitam, s\u00e3o muito pouco conhecidos em Cuba fora do corpo diplom\u00e1tico e midi\u00e1tico estrangeiro [\u2026]. \u00c9 pouco prov\u00e1vel que desempenhem um papel significativo em um governo que sucederia ao dos irm\u00e3os Castro\u201d.<\/p>\n<p><strong>8.<\/strong> Farrar afirmou que \u201cos representantes da Uni\u00e3o Europeia desqualificaram os dissidentes nos mesmos termos que os do governo de Cuba, insistindo no fato de que n\u00e3o representam a ningu\u00e9m\u201d.<\/p>\n<p><strong>9.<\/strong> Cuba disp\u00f5e da taxa de mortalidade infantil (4,6 por mil) mais baixa do continente americano \u2013 incluindo Canad\u00e1 e EUA \u2013 e do terceiro mundo.<\/p>\n<p><strong>10.<\/strong> A American Association for World Health, cujo presidente de honra \u00e9 Jimmy Carter, aponta que o sistema de sa\u00fade de Cuba \u00e9 \u201cconsiderado de modo uniforme como o modelo preeminente para o terceiro mundo\u201d.<\/p>\n<p><strong>11.<\/strong> A American Association for World Health aponta que \u201cn\u00e3o h\u00e1 barreiras raciais que impe\u00e7am o acesso \u00e0 sa\u00fade\u201d e ressalta \u201co exemplo oferecido por Cuba, o exemplo de um pa\u00eds com a vontade pol\u00edtica de fornecer uma boa aten\u00e7\u00e3o m\u00e9dica a todos os cidad\u00e3os\u201d.<\/p>\n<p><strong>12.<\/strong> Com um m\u00e9dico para cada 148 habitantes (78.622 no total), Cuba \u00e9, segundo a OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade), a na\u00e7\u00e3o melhor dotada do mundo neste setor.<\/p>\n<p><strong>13.<\/strong> Segundo a\u00a0<em>New England Journal of Medicine<\/em>, a mais prestigiada revista m\u00e9dica do mundo, \u201co sistema de sa\u00fade cubano parece irreal. H\u00e1 muitos m\u00e9dicos. Todo mundo tem um m\u00e9dico de fam\u00edlia. Tudo \u00e9 gratuito, totalmente gratuito [\u2026]. Apesar do fato de que Cuba disp\u00f5e de recursos limitados, seu sistema de sa\u00fade resolveu problemas que o nosso [dos EUA] n\u00e3o conseguiu resolver ainda. Cuba disp\u00f5e agora do dobro de m\u00e9dicos por habitante do que os EUA.<\/p>\n<p><strong>14.<\/strong> Segundo o Escrit\u00f3rio de \u00cdndice de Desenvolvimento Humano do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento, Cuba \u00e9 o \u00fanico pa\u00eds da Am\u00e9rica Latina e do Terceiro Mundo que se encontra entre as dez primeiras na\u00e7\u00f5es do mundo com o melhor \u00cdndice de Desenvolvimento Humano sobre tr\u00eas crit\u00e9rios, expectativa de vida, educa\u00e7\u00e3o e n\u00edvel de vida durante a \u00faltima d\u00e9cada.<\/p>\n<p><strong>15.<\/strong> Segundo a Unesco, Cuba disp\u00f5e da taxa de analfabetismo mais baixa e da taxa de escolariza\u00e7\u00e3o mais alta da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p><strong>16.<\/strong> Segundo a Unesco, um aluno cubano tem o dobro de conhecimentos do que uma crian\u00e7a latino-americana. O organismo enfatiza que \u201cCuba, ainda que seja um dos pa\u00edses mais pobres da Am\u00e9rica Latina, disp\u00f5e dos melhores resultados quanto \u00e0 educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica\u201d.<\/p>\n<p><strong>17.<\/strong> Um informe da Unesco sobre a educa\u00e7\u00e3o em 13 pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina classifica Cuba como a primeira em todos os aspectos.<\/p>\n<p><strong>18.<\/strong> Segundo a Unesco, Cuba ocupa o d\u00e9cimo sexto lugar do mundo \u2013 o primeiro do continente americano \u2013 no \u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o para todos (IDE), que avalia o ensino prim\u00e1rio universal, a alfabetiza\u00e7\u00e3o dos adultos, a paridade e a igualdade dos sexos, assim como a qualidade da educa\u00e7\u00e3o. A t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o, EUA est\u00e1 classificado em 25\u00b0 lugar.<\/p>\n<p><strong>19.<\/strong> Segundo a Unesco, Cuba \u00e9 a na\u00e7\u00e3o do mundo que dedica a parte mais elevada do or\u00e7amento nacional \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, com cerca de 13% do PIB.<\/p>\n<p><strong>20.<\/strong> A Escola Latino-americana de Medicina de Havana \u00e9 uma das mais prestigiadas do continente americano e j\u00e1 formou dezenas de milhares de profissionais da sa\u00fade de mais de 123 pa\u00edses do mundo.<\/p>\n<p><strong>21.<\/strong> O Unicef enfatiza que \u201cCuba \u00e9 um exemplo na prote\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia\u201d.<\/p>\n<p><strong>22.<\/strong> Segundo Juan Jos\u00e9 Ortiz, representante da Unicef em Havana, em Cuba \u201cn\u00e3o h\u00e1 nenhuma crian\u00e7a nas ruas. Em Cuba, as crian\u00e7as ainda s\u00e3o uma prioridade e, por isso, n\u00e3o sofrem as car\u00eancias de milh\u00f5es de crian\u00e7as da Am\u00e9rica Latina, que trabalham, s\u00e3o exploradas ou caem nas redes de prostitui\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>23.<\/strong> Segundo o Unicef, Cuba \u00e9 um \u201cpara\u00edso para a inf\u00e2ncia na Am\u00e9rica Latina\u201d.<\/p>\n<p><strong>24.<\/strong> O Unicef ressalta que Cuba \u00e9 o \u00fanico pa\u00eds da Am\u00e9rica Latina e do terceiro mundo que erradicou a desnutri\u00e7\u00e3o infantil.<\/p>\n<p><strong>25.<\/strong> A organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Save the Children coloca Cuba no primeiro lugar entre os pa\u00edses em desenvolvimento no quesito condi\u00e7\u00f5es de maternidade, \u00e0 frente de Argentina, Israel ou Coreia do Sul.<\/p>\n<p><strong>26.<\/strong> A primeira vacina do mundo contra o c\u00e2ncer de pulm\u00e3o, a Cimavax-EGF, foi elaborada por pesquisadores cubanos do Centro de Imunologia Molecular de Havana.<\/p>\n<p><strong>27.<\/strong> Desde 1963, com o envio da primeira miss\u00e3o m\u00e9dica humanit\u00e1ria \u00e0 Arg\u00e9lia, cerca de 132 mil m\u00e9dicos cubanos e outros profissionais da sa\u00fade colaboram voluntariamente em 102 pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong>28.<\/strong> Ao todo, os m\u00e9dicos cubanos atenderam mais de 85 milh\u00f5es de pessoas e salvaram 615 mil vidas em todo o planeta.<\/p>\n<p><strong>29.<\/strong> Atualmente, 38.868 colaboradores sanit\u00e1rios cubanos, entre eles 15.407 m\u00e9dicos, oferecem seus servi\u00e7os em 66 na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>30.<\/strong> Segundo o Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) \u201cum dos exemplos mais exitosos da coopera\u00e7\u00e3o entre cubana com o Terceiro Mundo tem sido o Programa Integral de Sa\u00fade Am\u00e9rica Central, Caribe e \u00c1frica\u201d.<\/p>\n<p><strong>31.<\/strong> Em 2012, Cuba formou mais de 11 mil novos m\u00e9dicos: 5.315 s\u00e3o cubanos e 5.694 s\u00e3o de 69 pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, \u00c1frica, \u00c1sia\u2026 e inclusive dos Estados Unidos.<\/p>\n<p><strong>32.<\/strong> Em 2005, com a trag\u00e9dia causada pelo furac\u00e3o Katrina em Nova Orleans , Cuba ofereceu a Washington 1.586 m\u00e9dicos para atender as v\u00edtimas, mas o presidente da \u00e9poca, George W. Bush, rejeitou a oferta.<\/p>\n<p><strong>33.<\/strong> Depois do terremoto que destruiu o Paquist\u00e3o em novembro de 2005, 2.564 m\u00e9dicos cubanos atenderam as v\u00edtimas durante mais de oito meses. Foram montados 32 hospitais de campanha, entregues prontamente \u00e0s autoridades do pa\u00eds. Mais de 1,8 milh\u00f5es de pacientes foram tratados e 2.086 vidas foram salvas. Nenhuma outra na\u00e7\u00e3o ofereceu uma ajuda t\u00e3o importante, nem sequer os EUA, principal aliado de Islamabad. Segundo o jornal brit\u00e2nico<em> The Independent<\/em>, a brigada m\u00e9dica cubana foi a primeira a chegar e a \u00faltima a deixar o pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>34.<\/strong> Depois do terremoto no Haiti, em janeiro de 2012, a brigada m\u00e9dica cubana, presente desde 1998, foi a primeira a atender a popula\u00e7\u00e3o e curou mais de 40% das v\u00edtimas.<\/p>\n<p><strong>35.<\/strong> Segundo Paul Farmer, enviado especial da ONU, em dezembro de 2012, quando a epidemia de c\u00f3lera alcan\u00e7ou seu \u00e1pice no Haiti com uma taxa de mortalidade sem precedentes e o mundo voltava sua aten\u00e7\u00e3o para outro lado, a \u201cmetade das ONG j\u00e1 tinham se retirado, enquanto os Cubanos ainda estavam presentes\u201d.<\/p>\n<p><strong>36.<\/strong> Segundo o PNUD, a ajuda humanit\u00e1ria cubana representa, proporcionalmente ao PIB, uma porcentagem superior \u00e0 media das 18 na\u00e7\u00f5es mais desenvolvidas.<\/p>\n<p><strong>37.<\/strong> Gra\u00e7as \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o Milagre, lan\u00e7ada por Cuba e Venezuela em 2004, e que consiste em operar gratuitamente as popula\u00e7\u00f5es pobres v\u00edtimas de cataratas e outras doen\u00e7as oculares, mais de dois milh\u00f5es de pessoas procedentes de 35 pa\u00edses puderam recuperar a vis\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>38.<\/strong> O programa de alfabetiza\u00e7\u00e3o cubano \u201cYo, s\u00ed puedo\u201d, lan\u00e7ado em 2003, j\u00e1 permitiu que mais de cinco milh\u00f5es de pessoas de 28 pa\u00edses diferentes, incluindo da Espanha e da Austr\u00e1lia, aprendessem a ler, escrever e a somar.<\/p>\n<p><strong>39.<\/strong> Desde a cria\u00e7\u00e3o do Programa humanit\u00e1rio Tarar\u00e1, em 1990, em resposta \u00e0 cat\u00e1strofe nuclear de Chernobil, cerca de 30 mil crian\u00e7as 5 e 15 anos foram tratadas gratuitamente em Cuba.<\/p>\n<p><strong>40.<\/strong> Segundo El\u00edas Carranza, diretor do Instituto Latinoamericano das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Preven\u00e7\u00e3o do Delito e Tratamento do Delinquente, Cuba erradicou a exclus\u00e3o social gra\u00e7as \u201ca grandes conquistas na redu\u00e7\u00e3o da criminalidade\u201d. Trata-se do \u201cpa\u00eds mais seguro da regi\u00e3o, [enquanto que] a situa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos crimes e \u00e0 falta de seguran\u00e7a em escala continental se deteriorou nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas com o aumento do n\u00famero de mortes nas pris\u00f5es e no exterior\u201d.<\/p>\n<p><strong>41.<\/strong> Em rela\u00e7\u00e3o ao sistema de Defesa Civil cubano, o Centro para a Pol\u00edtica Internacional de Washington, dirigido por Wayne S. Smith, ex-embaixador norte-americano em Cuba, aponta em um informe que \u201cn\u00e3o h\u00e1 nenhuma d\u00favida quando \u00e0 efici\u00eancia do sistema cubano. Apenas alguns cubanos perderam a vida nos 16 furac\u00f5es mais importantes que atingiram a ilha na \u00faltima d\u00e9cada, e a propabilidade de se perder a vida em um furac\u00e3o nos EUA \u00e9 15 vezes maior do que em Cuba\u201d.<\/p>\n<p><strong>42.<\/strong> O informe da ONU sobre \u201cO estado da inseguran\u00e7a alimentar no mundo 2012\u201d aponta que os \u00fanicos pa\u00edses que erradicaram a fome na Am\u00e9rica Latina s\u00e3o Cuba, Chile, Venezuela e Uruguai.<\/p>\n<p><strong>43.<\/strong> Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Agricultura e a Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO), \u201cas medidas aplicadas por Cuba na atualiza\u00e7\u00e3o de seu modelo econ\u00f4mico com vistas a conseguir a soberania alimentar podem se converter em um exemplo para a humanidade\u201d.<\/p>\n<p><strong>44.<\/strong> Segundo o Banco Mundial, \u201cCuba \u00e9 reconhecida internacionalmente por seus \u00eaxitos no campo da educa\u00e7\u00e3o e da sa\u00fade, com um servi\u00e7o social que supera o da maioria dos pa\u00edses em vias de desenvolvimento e, em alguns setores, \u00e9 compar\u00e1vel ao de pa\u00edses desenvolvidos\u201d.<\/p>\n<p><strong>45.<\/strong> O Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Popula\u00e7\u00e3o salienta que Cuba \u201cadotou, h\u00e1 mais de meio s\u00e9culo, programas sociais muito avan\u00e7ados, que permitiram ao pa\u00eds alcan\u00e7ar indicadores sociais e demogr\u00e1ficos compar\u00e1veis aos dos pa\u00edses desenvolvidos\u201d.<\/p>\n<p><strong>46.<\/strong> Desde 1959, e da chegada de Fidel Castro ao poder, nenhum jornalista foi assassinado em Cuba. O \u00faltimo que perdeu a vida foi Carlos Bastidas Arg\u00fcello, assassinado pelo regime militar de Batista em 13 de maio de 1958.<\/p>\n<p><strong>47.<\/strong> Segundo o informe de 2012 da Anistia Internacional, Cuba \u00e9 um dos pa\u00edses da Am\u00e9rica que menos viola os direitos humanos.<\/p>\n<p><strong>48.<\/strong> Segundo a Anistia Internacional, as viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos s\u00e3o mais graves nos EUA do que em Cuba.<\/p>\n<p><strong>49.<\/strong> Segundo a Anistia Internacional, atualmente, n\u00e3o h\u00e1 nenhum preso pol\u00edtico em Cuba.<\/p>\n<p><strong>50.<\/strong> O \u00fanico pa\u00eds do continente americano que n\u00e3o mant\u00e9m rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas e comerciais normais com Cuba s\u00e3o os EUA.<\/p>\n<p><em>* Doutor em Estudos Ib\u00e9ricos e Latino-americanos da Universidade Paris Sorbonne-Paris IV, Salim Lamrani \u00e9 professor titular da Universit\u00e9 de la R\u00e9union e jornalista, especialista nas rela\u00e7\u00f5es entre Cuba e Estados Unidos. Seu \u00faltimo livro se intitula Etat de si\u00e8ge. Les sanctions \u00e9conomiques des Etats-Unis contre Cuba, Paris, Edi\u00e7\u00f5es Estrella, 2011, com pr\u00f3logo de Wayne S. Smith e pref\u00e1cio de Paul Estrade.<\/em><\/p>\n<p>Contato: <a href=\"mailto:Salim.Lamrani@univ-mlv.fr\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Salim.Lamrani@univ-mlv.fr<\/a>.<\/p>\n<blockquote data-secret=\"Cacu9kNY5i\" class=\"wp-embedded-content\"><p><a href=\"https:\/\/www.pragmatismopolitico.com.br\/2013\/03\/as-50-verdades-inconvenientes-que-yoani-sanchez-ocultara.html\">As 50 verdades inconvenientes que Yoani S\u00e1nchez ocultar\u00e1<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" src=\"https:\/\/www.pragmatismopolitico.com.br\/2013\/03\/as-50-verdades-inconvenientes-que-yoani-sanchez-ocultara.html\/embed#?secret=Cacu9kNY5i\" data-secret=\"Cacu9kNY5i\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;As 50 verdades inconvenientes que Yoani S\u00e1nchez ocultar\u00e1&#8221; &#8212; Pragmatismo Pol\u00edtico\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\npoderenlared.com\n\n\n\n\n\n\n\n\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4446\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-4446","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-19I","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4446","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4446"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4446\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4446"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4446"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4446"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}