{"id":4571,"date":"2013-04-03T16:31:49","date_gmt":"2013-04-03T16:31:49","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4571"},"modified":"2013-04-03T16:31:49","modified_gmt":"2013-04-03T16:31:49","slug":"fiesp-mostra-vantagens-de-se-levar-industrias-ao-paraguai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4571","title":{"rendered":"Fiesp mostra vantagens de se levar ind\u00fastrias ao Paraguai"},"content":{"rendered":"\n<p>Ind\u00fastrias nacionais de m\u00e3o de obra intensiva, como t\u00eaxtil e confec\u00e7\u00e3o, t\u00eam uma oportunidade de melhorar a competitividade frente aos asi\u00e1ticos no mercado interno brasileiro se mudarem parte da linha de produ\u00e7\u00e3o ao Paraguai. Essa \u00e9 uma das constata\u00e7\u00f5es de estudo que ser\u00e1 divulgado hoje pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp), que aponta que uma cal\u00e7a jeans, por exemplo, pode ter o custo reduzido em 35% em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil caso seja produzida no pa\u00eds vizinho.<\/p>\n<p>A Fiesp quer levar empres\u00e1rios do setor a considerarem instalar f\u00e1bricas do outro lado da fronteira. Para tanto, o estudo levou em conta quatro vari\u00e1veis na composi\u00e7\u00e3o dos custos: m\u00e3o de obra, insumos, manuten\u00e7\u00e3o e juros. O Paraguai \u00e9 mais barato em todos.<\/p>\n<p>O pa\u00eds \u00e9 mais atrativo na energia el\u00e9trica e nos sal\u00e1rios, que s\u00e3o, em m\u00e9dia, 35,5% mais baratos. Mesmo com a redu\u00e7\u00e3o da tarifa para a ind\u00fastria brasileira em vigor desde fevereiro deste ano, o quilowatt-hora paraguaio \u00e9 63% mais barato.<\/p>\n<p>Outra vantagem apontada pela Fiesp \u00e9 o sistema tribut\u00e1rio do pa\u00eds vizinho, que \u00e9 mais simplificado e det\u00e9m uma porcentagem menor no custo final do produto. No Brasil, o impacto dos encargos sociais e trabalhistas sobre a folha de pagamento \u00e9 de 100%. No Paraguai, \u00e9 de 31%.<\/p>\n<p>Assim, no fim da cadeia produtiva, uma cal\u00e7a jeans custa em m\u00e9dia US$ 7,75 para ser produzida no Brasil, enquanto no pa\u00eds vizinho ela sai por US$ 5,73. O pa\u00eds tamb\u00e9m prov\u00ea facilidade de mat\u00e9ria-prima, j\u00e1 que, como o Brasil, \u00e9 um tradicional produtor de algod\u00e3o<\/p>\n<p>Para Thomaz Zanotto, diretor-adjunto do Departamento de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Com\u00e9rcio Exterior (Derex) da federa\u00e7\u00e3o, mudar para um pa\u00eds pr\u00f3ximo \u00e9 uma forma da ind\u00fastria contornar a falta de competitividade. &#8220;Em vez de comprarmos da China, nos abastecemos de um produto que est\u00e1 mais pr\u00f3ximo e \u00e9 produzido por empresas brasileiras. O Paraguai n\u00e3o \u00e9 mais distante para o Sudeste do que o Nordeste&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Algumas empresas do Sul est\u00e3o cruzando a fronteira. A Hering, por exemplo, conta com tr\u00eas f\u00e1bricas no pa\u00eds, de acordo com ex-embaixador e presidente do conselho do Derex, Rubens Barbosa.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 mais de 20 empresas brasileiras instaladas no Paraguai. H\u00e1 prioridade para alguns setores, como o pr\u00f3prio t\u00eaxtil, cer\u00e2mica e autope\u00e7as, que s\u00e3o muito taxados no Brasil. Tamb\u00e9m h\u00e1 tarifa zero para exportar a mercadoria aos brasileiros, por causa do Mercosul&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Uma maior presen\u00e7a das ind\u00fastrias nacionais no Paraguai j\u00e1 foi tentada anteriormente durante o governo Lula. No entanto, a instabilidade no fornecimento de energia el\u00e9trica no pa\u00eds vizinho, principalmente no ver\u00e3o, ajudou a desestimular os empres\u00e1rios, que naquela \u00e9poca tinham estavam em situa\u00e7\u00e3o mais confort\u00e1vel para concorrer com os importados.<\/p>\n<p>Um dos trunfos agora, segundo Thomaz Zanotto, \u00e9 a entrega da linha de transmiss\u00e3o que liga a capital Assun\u00e7\u00e3o \u00e0 Usina de Itaipu. A obra, financiada pelo BNDES, deve terminar no segundo semestre.<\/p>\n<p>&#8220;A Grande Assun\u00e7\u00e3o concentra dois ter\u00e7os da popula\u00e7\u00e3o paraguaia e n\u00e3o vai contar mais com interrup\u00e7\u00f5es de energia. \u00c9 l\u00e1 que est\u00e1 a m\u00e3o de obra. A ind\u00fastria t\u00eaxtil \u00e9 emblem\u00e1tica porque, se quem se instalar l\u00e1 prosperar, ser\u00e1 aberto um caminho para setores com estruturas semelhantes como cal\u00e7ados, couros, m\u00f3veis e metais sanit\u00e1rios&#8221;, afirma.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Ind\u00fastria tem pior m\u00eas em 4 anos e anula ganho de janeiro<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Depois de um in\u00edcio de ano vigoroso, a ind\u00fastria voltou a decepcionar em fevereiro. A queda na produ\u00e7\u00e3o foi de 2, 5%, devolvendo praticamente todo o crescimento de janeiro (2,6%), informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>A retra\u00e7\u00e3o, o pior resultado desde dezembro de 2008, foi puxada pela menor produ\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis, mas as perdas foram disseminadas, atingindo 15 dos 27 ramos investigados. Por\u00e9m, a categoria de bens de capital avan\u00e7ou pelo segundo m\u00eas consecutivo, o que pode apontar uma retomada dos investimentos.<\/p>\n<p>O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) comparou a oscila\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o neste in\u00edcio de ano a um a &#8220;efeito gangorra&#8221;. Se por um lado o aumento na fabrica\u00e7\u00e3o tanto de autom\u00f3veis quanto de caminh\u00f5es impulsionou o desempenho da ind\u00fastria em janeiro, a mesma atividade derrubou o resultado em fevereiro.<\/p>\n<p>A queda na produ\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores foi de 9,1% no m\u00eas. Os caminh\u00f5es mantiveram a tend\u00eancia de recomposi\u00e7\u00e3o de estoques, mas os autom\u00f3veis sucumbiram ao ligeiro aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que pode ter ocasionado antecipa\u00e7\u00e3o de compras nos meses anteriores. &#8220;H\u00e1 fatores pontuais que, em boa medida, tornaram mais vol\u00e1til a s\u00e9rie de dados da produ\u00e7\u00e3o industrial neste in\u00edcio de ano&#8221;, avalia o Iedi.<\/p>\n<p>IPI Informa\u00e7\u00f5es das montadoras ao IBGE mostraram paralisa\u00e7\u00f5es por f\u00e9rias coletivas e amplia\u00e7\u00e3o de capacidade produtiva em fevereiro. &#8220;A produ\u00e7\u00e3o de bens de consumo est\u00e1 com comportamento menos din\u00e2mico. Voc\u00ea pode ter maior importa\u00e7\u00e3o (atendendo \u00e0 demanda interna), claro, mas tamb\u00e9m algum esgotamento. Quando voc\u00ea fala de autom\u00f3veis, voc\u00ea tem algum tempo com redu\u00e7\u00e3o de IPI. Claro que os efeitos v\u00e3o sendo cada vez menos intensos&#8221;, diz Andr\u00e9 Macedo, gerente da Coordena\u00e7\u00e3o de Ind\u00fastria do IBGE.<\/p>\n<p>Macedo salientou, por\u00e9m, n\u00e3o ser poss\u00edvel prever o impacto sobre a ind\u00fastria da prorroga\u00e7\u00e3o do IPI menor para autom\u00f3veis at\u00e9 o fim do ano. O retorno gradual do imposto pode ter influenciado ainda a queda na produ\u00e7\u00e3o de artigos de mobili\u00e1rio e de eletrodom\u00e9sticos em fevereiro.<\/p>\n<p>Embora o resultado da ind\u00fastria tenha aspectos negativos, o aumento de 1,6% na produ\u00e7\u00e3o de bens de capital pode indicar recupera\u00e7\u00e3o dos investimentos. Enquanto o \u00edndice de difus\u00e3o da ind\u00fastria &#8211; que mostra o porcentual de produtos com expans\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o &#8211; ficou em 38,4% em fevereiro, o mesmo indicador n a categoria de bens de capital foi de 61,9%.<\/p>\n<p>Houve aumento na produ\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es, mas tamb\u00e9m de bens de capital para a constru\u00e7\u00e3o, para a amplia\u00e7\u00e3o de parque<\/p>\n<p>industrial e para o setor agr\u00edcola. &#8220;Foi um movimento espalhado de crescimento nesse segmento de bens de capital&#8221;, diz Macedo.<\/p>\n<p>A economista-chefe Solange Srour Chachamovitz, do Bank of New York Mellon ARX Investimentos, acredita que a continuidade da alta na produ\u00e7\u00e3o de bens de capital mostra que os investimentos come\u00e7am a se recuperar. &#8220;O desempenho do setor est\u00e1 mostrando que a parte de investimentos, finalmente, est\u00e1 come\u00e7ando a se recuperar.&#8221;<\/p>\n<p>No primeiro bimestre, a produ\u00e7\u00e3o de bens de capital acumula ganho de 13,3%. Segundo o economista-chefe do Banco Fator, Jos\u00e9 Francisco de Lima Gon\u00e7alves, a recupera\u00e7\u00e3o dos bens de capital pode significar um ambiente mais favor\u00e1vel ao investimento, mas \u00e9 preciso cautela.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Crescimento da renda desacelera no in\u00edcio do ano<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Os primeiros indicadores do mercado de trabalho relativos a 2013 refor\u00e7am sinais de um in\u00edcio de ano mais morno. A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o est\u00e1 est\u00e1vel entre 5% e 6% h\u00e1 um ano, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), e tem sido acompanhada por uma desacelera\u00e7\u00e3o progressiva do crescimento da renda &#8211; em fevereiro, a alta foi de 2,4% sobre igual m\u00eas de 2012, quando havia subido 4,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. O arrefecimento da ocupa\u00e7\u00e3o e da renda, por\u00e9m, n\u00e3o ser\u00e1 severo a ponto de amea\u00e7ar a demanda, e pode, na avalia\u00e7\u00e3o dos consultores, aliviar a infla\u00e7\u00e3o, especialmente de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>O economista da Go Associados, Fabio Silveira, calcula que o ritmo anual de crescimento da massa salarial, atualmente de 4,8%, ceder\u00e1 depois de junho e oscilar\u00e1 entre 3% e 3,5% at\u00e9 o fim do ano. A perda de dinamismo do mercado de trabalho, diz, \u00e9 inevit\u00e1vel devido aos patamares altos de ocupa\u00e7\u00e3o e aos ajustes feitos pela ind\u00fastria. &#8220;N\u00e3o h\u00e1 mais espa\u00e7o para contratar. Os fabricantes dever\u00e3o se concentrar no uso mais intensivo da m\u00e3o de obra contratada, na tentativa de incrementar a produtividade.&#8221;<\/p>\n<p>A renda m\u00e9dia real na ind\u00fastria em fevereiro praticamente n\u00e3o cresceu ante igual m\u00eas de 2012 &#8211; oscilou 0,1%, de acordo a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada pelo IBGE na semana passada. Os sal\u00e1rios na constru\u00e7\u00e3o, na mesma compara\u00e7\u00e3o, avan\u00e7aram mais, 1,7%, ainda abaixo, entretanto, da varia\u00e7\u00e3o para o total da popula\u00e7\u00e3o ocupada em fevereiro, de 2,4% (R$ 1.849,50). Com\u00e9rcio e servi\u00e7os dom\u00e9sticos foram as atividades que puxaram o resultado, com alta de 5,1% e 7%, respectivamente.<\/p>\n<p>O crescimento de 2,4% no rendimento real de fevereiro mostra uma trajet\u00f3ria de desacelera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua nos \u00faltimos dois anos. Os ganhos reais dos trabalhadores das seis regi\u00f5es metropolitanas avaliadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego do IBGE avan\u00e7aram 4,4% em fevereiro de 2012, ante igual m\u00eas do ano anterior, e 3,6% em fevereiro de 2011, na mesma compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tha\u00eds Zara, economista-chefe da Rosenberg &amp; Associados, afirma que a perda de for\u00e7a no avan\u00e7o do rendimento \u00e9 resultado tamb\u00e9m da infla\u00e7\u00e3o alta, que corr\u00f3i os ganhos reais. Para ela, a perspectiva de melhora na inadimpl\u00eancia &#8211; que alivia o endividamento das fam\u00edlias &#8211; pode impulsionar a demanda ao longo do ano, apesar das quedas sucessivas nos \u00edndices de confian\u00e7a do consumidor.<\/p>\n<p>O mercado de trabalho &#8220;relativamente estagnado&#8221;, para a economista, n\u00e3o ser\u00e1 empecilho para a retomada da atividade econ\u00f4mica, que deve se basear em fatores, como a recupera\u00e7\u00e3o do desempenho da Forma\u00e7\u00e3o Bruta de Capital Fixo, medida do gasto em m\u00e1quinas e equipamentos e na constru\u00e7\u00e3o civil dentro do Produto Interno Bruto (PIB).<\/p>\n<p>O avan\u00e7o mais modesto no rendimento, tamb\u00e9m na an\u00e1lise de Sarah Bretones, da MCM Consultores, n\u00e3o ser\u00e1 suficiente para enfraquecer a demanda. A economista prev\u00ea uma &#8220;retomada modesta&#8221;, com previs\u00e3o de crescimento anual do PIB de 3,1%, apesar do &#8220;mercado de trabalho est\u00e1vel&#8221;.<\/p>\n<p>Para Igor Valecico, do Bradesco, esse cen\u00e1rio ser\u00e1 bastante importante para manter a infla\u00e7\u00e3o, especialmente a de servi\u00e7os, controlada. &#8220;A desacelera\u00e7\u00e3o da renda ajuda a conter um pouco a demanda, mas esse efeito ser\u00e1 bem restrito, porque j\u00e1 h\u00e1 retomada da atividade econ\u00f4mica e o mercado de trabalho deve permanecer aquecido em 2013.&#8221;<\/p>\n<p>O economista tamb\u00e9m atribui esse perda de f\u00f4lego nos rendimentos \u00e0 alta da infla\u00e7\u00e3o, mas afirma que ela reflete em parte o esfriamento da atividade em 2012, o reajuste mais modesto do sal\u00e1rio m\u00ednimo no come\u00e7o do ano e os ganhos reais menores nos reajustes salariais do primeiro bimestre.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Por que a China pode desacelerar<\/p>\n<p>Financial Times<\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos dez anos, o crescimento da China vai desacelerar, provavelmente de forma acentuada. E isso n\u00e3o \u00e9 opini\u00e3o de forasteiros malignos. \u00c9 opini\u00e3o do governo chin\u00eas. A interroga\u00e7\u00e3o \u00e9 se isso acontecer\u00e1 de maneira suave ou abrupta. Dessa resposta depende n\u00e3o apenas o futuro da pr\u00f3pria China como o de boa parte do mundo.<\/p>\n<p>O pensamento oficial chin\u00eas foi revelado no F\u00f3rum de Desenvolvimento da China realizado no m\u00eas passado e organizado pelo Centro de Pesquisa em Desenvolvimento do Conselho de Estado. Entre os estudos que subsidiaram o encontro havia um preparado por economistas do centro, intitulado &#8220;Perspectiva de dez anos: queda da taxa de crescimento potencial e in\u00edcio de uma nova fase de crescimento&#8221;. Sua premissa \u00e9 a de que o crescimento da China vai desacelerar a partir dos mais de 10% ao ano de 2000 a 2010 para 6,5% entre 2018 e 2022. Uma queda dessas propor\u00e7\u00f5es \u00e9 coerente com a desacelera\u00e7\u00e3o observada desde o segundo trimestre de 2010.<\/p>\n<p>Os autores destacam dois poss\u00edveis motivos para o recuo: ou a China caiu na &#8220;armadilha da renda m\u00e9dia&#8221; da industrializa\u00e7\u00e3o abortada ou est\u00e1 realizando o &#8220;pouso natural&#8221; que ocorre quando uma economia come\u00e7a a alcan\u00e7ar as economias avan\u00e7adas. Este \u00faltimo cen\u00e1rio ocorreu no Jap\u00e3o na d\u00e9cada de 1970 e na Coreia do Sul na d\u00e9cada de 1990. O argumento do centro de pesquisa \u00e9 que, ap\u00f3s 35 anos de crescimento de 10%, o fen\u00f4meno finalmente acontecer\u00e1 na China.<\/p>\n<p>O potencial para investimentos em infraestrutura &#8220;contraiu ostensivamente&#8221;, com sua participa\u00e7\u00e3o nos investimentos em ativos fixos tendo ca\u00eddo de 30% para 20% nos \u00faltimos dez anos. Em segundo lugar, os retornos sobre os ativos recuaram e o excedente de capacidade disparou. A &#8220;rela\u00e7\u00e3o capital e produ\u00e7\u00e3o adicional&#8221; &#8211; um indicador do crescimento gerado por determinado n\u00edvel de investimento &#8211; alcan\u00e7ou 4,6 em 2011, o mais elevado desde 1992. A China tem tido menor efici\u00eancia do capital, ou menor retorno marginal do investimento. Em terceiro lugar, o crescimento da oferta de m\u00e3o de obra caiu significativamente. Em quarto lugar, a urbaniza\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 em expans\u00e3o, mas a um ritmo cada vez mais desacelerado. Finalmente, crescem os riscos no financiamento a governos regionais e ao setor imobili\u00e1rio.<\/p>\n<p>Essa combina\u00e7\u00e3o de motivos \u00e9 suficiente, argumentam os autores, para indicar que teve in\u00edcio uma transi\u00e7\u00e3o para um crescimento mais lento. Para analisar as perspectivas com maior rigor, os autores empregam um modelo econ\u00f4mico. O resultado mais impressionante a que chegam \u00e9 a revers\u00e3o de tend\u00eancias h\u00e1 muito arraigadas. O investimento fixo aumentou para 49% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011. Mas a previs\u00e3o agora \u00e9 de que vai cair para 42% em 2022. Por seu lado, a participa\u00e7\u00e3o do consumo no PIB dever\u00e1 se elevar de 48% para 56% em 2022. Mais uma vez, a contribui\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria cair\u00e1, segundo o progn\u00f3stico, de 45% para 40% do PIB, enquanto a parcela devida aos servi\u00e7os saltar\u00e1 de 45% para 55%. A economia ser\u00e1 puxada pelo consumo, em vez dos investimentos. Na ponta da oferta, o principal impulsionador da queda do crescimento ser\u00e1 o colapso do aumento do estoque de capital, em vista da menor expans\u00e3o do investimento.<\/p>\n<p>A tese de que uma desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento dessa magnitude \u00e9 iminente \u00e9 bastante plaus\u00edvel. Mas pode-se contrapor um ponto de vista mais otimista. Segundo dados do centro privado de an\u00e1lise e pesquisa americano Conference Board, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita da China (por paridade do poder de compra) \u00e9 o mesmo que o vigente no Jap\u00e3o em 1966 e na Coreia do Sul em 1988. Esses pa\u00edses tinham na \u00e9poca entre sete e nove anos de crescimento superacelerado pela frente, respectivamente. Em rela\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis vigentes nos EUA (outro indicador do potencial de encurtamento de dist\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s economias avan\u00e7adas), a China est\u00e1 onde o Jap\u00e3o estava em 1950 e a Coreia do Sul em 1982. Isso sugere um potencial de crescimento ainda maior. O PIB per capita da China equivale a pouco mais de 20% dos n\u00edveis dos EUA.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m, no entanto, argumentos contra essa vis\u00e3o otimista. A China \u00e9 uma ordem de grandeza maior at\u00e9 que o Jap\u00e3o. Suas oportunidades, especialmente na economia mundial, devem ser relativamente menores. Al\u00e9m disso, como afirmou frequentemente o ex-premi\u00ea Wen Jiabao, o crescimento tem sido &#8220;desequilibrado, descoordenado e insustent\u00e1vel&#8221;. Isso \u00e9 verdadeiro, sob uma s\u00e9rie de aspectos. Mas o mais significativo \u00e9 a depend\u00eancia dos investimentos, n\u00e3o apenas como fonte de capacidade adicional, mas como fonte de demanda. Taxas de investimento sistematicamente crescentes n\u00e3o s\u00e3o sustent\u00e1veis, uma vez que os retornos dependem, em \u00faltima inst\u00e2ncia, de consumo adicional.<\/p>\n<p>\u00c9 a\u00ed que desponta um ponto de vista muito mais pessimista. Como demonstrou a experi\u00eancia do Jap\u00e3o, administrar uma guinada a partir de uma economia de alto investimento e alto crescimento para uma economia de investimento e crescimento mais baixos \u00e9 tarefa muito espinhosa. Posso vislumbrar pelo menos tr\u00eas riscos.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, se o crescimento previsto cair de mais de 10 para, digamos, 6%, a taxa de investimento de capital produtivo necess\u00e1ria vai despencar: sob um \u00edndice constante de efici\u00eancia de capital, a queda ser\u00e1 de 50% para, digamos, 30% do PIB. Se for r\u00e1pido, um decl\u00ednio dessas propor\u00e7\u00f5es levar\u00e1, por si s\u00f3, a uma depress\u00e3o.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, um grande salto do cr\u00e9dito andou de m\u00e3os dadas com a depend\u00eancia de im\u00f3veis e outros investimentos de retorno marginal decrescente. Em parte por esse motivo, a redu\u00e7\u00e3o do crescimento tende a implicar uma eleva\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas n\u00e3o quitadas, especialmente sobre os investimentos feitos na suposi\u00e7\u00e3o de que o crescimento do passado prosseguiria. A fragilidade do sistema financeiro poder\u00e1 aumentar de forma muito significativa.<\/p>\n<p>Em terceiro lugar, j\u00e1 que h\u00e1 poucos motivos para prever uma queda na taxa de poupan\u00e7a das fam\u00edlias, sustentar a vislumbrada alta do consumo, em rela\u00e7\u00e3o ao investimento, exige uma mudan\u00e7a de dire\u00e7\u00e3o correspondente da renda em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s fam\u00edlias e afastando-se das empresas, entre as quais as estatais. Isso pode acontecer: a crescente escassez de m\u00e3o de obra e uma mudan\u00e7a rumo a taxas de juros mais elevadas pode gerar esse fen\u00f4meno sem grandes percal\u00e7os. Mas, mesmo assim, h\u00e1 tamb\u00e9m o claro risco de que a queda resultante dos lucros possa acelerar o colapso dos investimentos.<\/p>\n<p>O plano do governo, naturalmente, \u00e9 promover suavemente a transi\u00e7\u00e3o para uma economia mais equilibrada e de crescimento mais lento. Isso est\u00e1 longe de ser imposs\u00edvel. O governo disp\u00f5e de todos os instrumentos de que precisa. Al\u00e9m disso, a economia continua tendo muito potencial. Mas administrar a queda da taxa de crescimento sem um colapso do investimento e uma turbul\u00eancia financeira \u00e9 muito mais dif\u00edcil do que sugere qualquer modelo de equil\u00edbrio geral.<\/p>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil pensar em economias que h\u00e1 muito mostravam um desempenho superlativo mas n\u00e3o conseguiram gerir a inevit\u00e1vel desacelera\u00e7\u00e3o. O Jap\u00e3o \u00e9 um exemplo. A China pode evitar esse destino, em parte por ter ainda tamanho potencial de crescimento. Mas a probabilidade de ocorrerem acidentes \u00e9 alta. Eu n\u00e3o esperaria que a ascens\u00e3o da China parasse completamente. Mas o pr\u00f3ximo per\u00edodo de dez anos pode ser muito mais turbulento do que o \u00faltimo.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Sindicatos contestam mudan\u00e7a de gest\u00e3o<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Apesar de mais de 60% dos 46 hospitais universit\u00e1rios brasilei\u00adros j\u00e1 terem manifestado a deci\u00ads\u00e3o pela contrata\u00e7\u00e3o da Empre\u00adsa Brasileira de Servi\u00e7os Hospita\u00adlares (Ebserh) para a administra\u00ad\u00e7\u00e3o das unidades, sindicatos questionam a mudan\u00e7a de ges\u00adt\u00e3o e a legalidade da cria\u00e7\u00e3o da empresa \u00e9 contestada na Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade enviada no in\u00edcio do ano pelo procurador-geral da Re p\u00fablica, Roberto Gurgel, encontra-se sob an\u00e1lise no Supremo Tribunal Federal. Na a\u00e7\u00e3o, o pro\u00adcurador destaca, entre outros pontos, que, por se tratar de &#8220;em\u00adpresa publica prestadora de ser\u00advi\u00e7o p\u00fablico de sa\u00fade, seriam in\u00adconstitucionais a contrata\u00e7\u00e3o de servidores pela CLT e a celebra\u00ad\u00e7\u00e3o de contratos tempor\u00e1rios&#8221; &#8211; possibilidades previstas nos nor\u00admativos da Ebserh.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico do Distri\u00adto Federal foi al\u00e9m. O \u00f3rg\u00e3o en\u00adtrou com uma a\u00e7\u00e3o civil na Justi\u00ad\u00e7a Federal para anular o contra\u00adto j\u00e1 firmado pela Universidade de Bras\u00edlia com a Ebserh.<\/p>\n<p>&#8220;O repasse da gest\u00e3o do Hospi\u00adtal Universit\u00e1rio de Bras\u00edlia pode\u00adr\u00e1 culminar em privatiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos, viola\u00e7\u00e3o \u00e0 au\u00adtonomia universit\u00e1ria e indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extens\u00e3o, princ\u00edpios estrutu- rantes do modelo atual de univer\u00adsidade&#8221;, diz o procurador da Re\u00adp\u00fablica no DF, Peterson Pereira.<\/p>\n<p>Os principais sindicatos de professores e t\u00e9cnicos tamb\u00e9m s\u00e3o contr\u00e1rios. &#8220;N\u00e3o concorda\u00admos com a tese de que, pela m\u00e1 gest\u00e3o, os hospitais precisam mudar de gest\u00e3o. O problema \u00e9 a falta de financiamento&#8221;, diz Pau\u00adlo Henrique Rodrigues, coordenador-geral da Fasubra, sindicato dos servidores t\u00e9cnicos.<\/p>\n<p>&#8220;No dia 24 teremos uma posi\u00ad\u00e7\u00e3o final do plebiscito que esta\u00admos fazendo nas universidades e levaremos para o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o&#8221;, conta Marinalva Oli\u00adveira, presidente do Andes, sindicato nacional dos professores.<\/p>\n<p>&#8220;O fato \u00e9 que n\u00e3o dispomos de alternativas para manter o n\u00edvel atual das atividades dos nossos oito hospitais. O quadro atual de dificuldades est\u00e1 chegando a um limite extremo&#8221;, diz Carlos Levi, reitor da federal do Rio.<\/p>\n<p>Consultada, a empresa infor\u00adma que apor se tratar de uma em\u00adpresa p\u00fablica e ter a garantia de que todas as atividades de aten\u00ad\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade dos hospitais perma\u00adnecer\u00e3o no \u00e2mbito do Sistema \u00danico de Sa\u00fade, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel falar em terceiriza\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>A Ebserh ainda destaca que, com a coordena\u00e7\u00e3o de compras nacionais, foram economizados quase R$ 496 milh\u00f5es nos \u00falti\u00admos tr\u00eas anos.\/<\/p>\n<hr \/>\n<p>Setor de constru\u00e7\u00e3o civil est\u00e1 mais pessimista<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A confian\u00e7a do setor de constru\u00e7\u00e3o civil segue em baixa, de acordo com a pesquisa &#8220;Sondagem Conjuntural do Setor de Constru\u00e7\u00e3o&#8221;, da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV). Pioraram as avalia\u00e7\u00f5es dos empres\u00e1rios sobre as condi\u00e7\u00f5es para os neg\u00f3cios tanto no presente quanto no futuro. O \u00cdndice de Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o (ICST) registrou queda de 7,9% no trimestre encerrado em mar\u00e7o, na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado. No trimestre terminado em fevereiro, o recuo tinha sido de 6,9%. &#8220;O resultado mostra que a desacelera\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de atividade econ\u00f4mica do setor percebida desde o final de 2012 vem se mantendo neste in\u00edcio de ano&#8221;, diz a FGV na nota sobre a pesquisa.<\/p>\n<p>Praticamente todos os segmentos mostraram confian\u00e7a menor na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo em 2012. O segmento obras de acabamento registrou a retra\u00e7\u00e3o mais forte, de -7,3%, ante -1,5% em fevereiro. Outras quedas ocorreram em aluguel de equipamentos de constru\u00e7\u00e3o e demoli\u00e7\u00e3o, cuja varia\u00e7\u00e3o passou de 5,1%, em fevereiro, para -0,5%, em mar\u00e7o, e prepara\u00e7\u00e3o do terreno, com -12,7% e -14,8%, respectivamente. A exce\u00e7\u00e3o positiva foi obras de infraestrutura para engenharia el\u00e9trica e de telecomunica\u00e7\u00f5es, que passou de -6,0%, em fevereiro, para 5,3% em mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Nas avalia\u00e7\u00f5es sobre o presente, o \u00cdndice da Situa\u00e7\u00e3o Atual (ISA) registrou queda de 9,9%, em mar\u00e7o, ante recuo de 7,9%, em fevereiro. O quesito que mede o grau de satisfa\u00e7\u00e3o com a situa\u00e7\u00e3o atual dos neg\u00f3cios foi o que mais pressionou negativamente o ISA, com queda de 10,1%, em mar\u00e7o, ante recuo de 9,1%, em fevereiro. Das 687 empresas consultadas, apenas 25,0% avaliaram a situa\u00e7\u00e3o atual como boa no trimestre findo em mar\u00e7o, ante 33,8% no mesmo per\u00edodo de 2012, enquanto 13,6% a consideraram ruim, ante 9,9%, h\u00e1 um ano.<\/p>\n<p>O \u00cdndice de Expectativas (IE-CST) passou de -6,0% em fevereiro para -6,3%, em mar\u00e7o. O grau otimismo de com a tend\u00eancia dos neg\u00f3cios nos seis meses seguintes foi o que exerceu maior influ\u00eancia na piora desse \u00edndice.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Inten\u00e7\u00e3o de consumo diminui<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>As fam\u00edlias paulistanas continuam sem disposi\u00e7\u00e3o de elevar seu consumo de bens e servi\u00e7os por causa da infla\u00e7\u00e3o e do medo do desemprego, de acordo com pesquisa da Federa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo do Estado de S\u00e3o Paulo (FecomercioSP).<\/p>\n<p>O indicador que demonstra a Inten\u00e7\u00e3o de Consumo das Fam\u00edlias (ICF) no munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, apurado pela entidade, caiu 4,3% em mar\u00e7o ante fevereiro, para 129,6 pontos, menor n\u00edvel desde setembro de 2009, quando o ICF mostrava 127,8 pontos. Na compara\u00e7\u00e3o com mar\u00e7o do ano passado, a diminui\u00e7\u00e3o foi maior, de 9%.<\/p>\n<p>De acordo com a FecomercioSP, o resultado de mar\u00e7o mostra que, apesar de os juros para o consumidor terem recuado para m\u00ednimas hist\u00f3ricas, as fam\u00edlias est\u00e3o mais cautelosas em se endividar, devido aos recentes aumentos de pre\u00e7os e da apreens\u00e3o quanto ao mercado de trabalho. A tend\u00eancia do indicador deve permanecer negativa. &#8220;N\u00e3o h\u00e1 sinais claros de arrefecimento da infla\u00e7\u00e3o e o crescimento econ\u00f4mico est\u00e1 abaixo do esperado, o que cria um cen\u00e1rio de incertezas sobre a renda e o emprego do paulistano, fatores cruciais para melhorar seu n\u00edvel de satisfa\u00e7\u00e3o&#8221;, diz a entidade, em nota.<\/p>\n<p>Cinco dos sete quesitos que comp\u00f5em o ICF registraram queda em mar\u00e7o. A redu\u00e7\u00e3o mais acentuada ocorreu no item momento para dur\u00e1veis, com retra\u00e7\u00e3o de 10,4%. A FecomercioSP credita esse resultado \u00e0 volta gradual do IPI para autom\u00f3veis, eletrodom\u00e9sticos e m\u00f3veis, que os tornou mais caros. No s\u00e1bado, o governo anunciou a extens\u00e3o do IPI reduzido para ve\u00edculos at\u00e9 dezembro.<\/p>\n<p>O quesito n\u00edvel de consumo atual recuou 5,3%, para 92,2 pontos, em mar\u00e7o ante fevereiro, menor n\u00edvel desde agosto de 2009, primeiro m\u00eas da s\u00e9rie hist\u00f3rica. O item perspectiva de consumo cedeu 3,9% para 121,6 pontos.<\/p>\n<p>O item perspectiva profissional teve retrocesso de 7,9%, registrando 128,7 pontos. Apesar da baixa perspectiva, as fam\u00edlias paulistanas permanecem satisfeitas com o n\u00edvel atual do emprego (133,9 pontos), com 2,4% acima da pontua\u00e7\u00e3o de fevereiro. O item mais bem avaliado do ICF foi o acesso a cr\u00e9dito, que permaneceu praticamente est\u00e1vel, com varia\u00e7\u00e3o de 0,9% e 152,5 pontos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" Valor Econ\u00f4mico\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4571\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4571","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1bJ","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4571","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4571"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4571\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4571"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4571"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4571"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}