{"id":4583,"date":"2013-04-04T18:36:46","date_gmt":"2013-04-04T18:36:46","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4583"},"modified":"2013-04-04T18:36:46","modified_gmt":"2013-04-04T18:36:46","slug":"brasileiro-deve-434-da-renda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4583","title":{"rendered":"Brasileiro deve 43,4% da renda"},"content":{"rendered":"\n<p>O endividamento do brasileiro cresceu no ano passado, chegando a dezembro a 43,4% da renda total das fam\u00edlias, segundo o Relat\u00f3rio de Estabilidade Financeira, divulgado ontem pelo Banco Central. O indicador era de 42,07% em janeiro de 2012 e havia alcan\u00e7ado 43,2% em junho. Boa parte desse aumento se deveu \u00e0 expans\u00e3o do cr\u00e9dito imobili\u00e1rio.<\/p>\n<p>Apesar de os financiamentos para compra da casa pr\u00f3pria terem se ampliado, o cr\u00e9dito total do sistema financeiro perdeu for\u00e7a ao longo do ano passado. Em dezembro, o volume de empr\u00e9stimos e financiamentos registrava uma expans\u00e3o de 16,4% no acumulado de 12 meses, contra altas de 18,8% em 2011, e de 20,6% em 2010. O estoque total de cr\u00e9dito atingiu R$ 2,37 trilh\u00f5es, o equivalente a 56,3% do Produto Interno Bruto (PIB).<\/p>\n<p>A tend\u00eancia, segundo o BC, \u00e9 que a trajet\u00f3ria de desacelera\u00e7\u00e3o continue. A redu\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito e dos juros diminuiu os lucros dos bancos. No entanto, para o BC, que fez simula\u00e7\u00f5es sobre a capacidade das institui\u00e7\u00f5es de resistir a turbul\u00eancias, elas est\u00e3o mais resistentes a crises. \u201cO Sistema Financeiro Nacional continua solvente e mostrando resili\u00eancia grande\u201d, resumiu o diretor de Fiscaliza\u00e7\u00e3o, Anthero Meirelles, ao divulgar o relat\u00f3rio.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Cesta b\u00e1sica cai pouco e alimentos sobem em SP<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Apesar de diversos alimentos da cesta b\u00e1sica terem sido desonerados no in\u00edcio do m\u00eas, os pre\u00e7os do grupo alimenta\u00e7\u00e3o encerraram mar\u00e7o ainda mais caros do que em fevereiro e foram o principal fator de alta no \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor da Funda\u00e7\u00e3o Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica (IPC-Fipe), que considera a infla\u00e7\u00e3o na cidade de S\u00e3o Paulo. Os alimentos sa\u00edram de alta de 0,34% em fevereiro para 0,77% em mar\u00e7o. Ainda assim, garantido pela queda de 10,95% nas tarifas de energia el\u00e9trica no per\u00edodo, o IPC-Fipe encerrou o m\u00eas com defla\u00e7\u00e3o de 0,17%, ante alta de 0,22% no m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>&#8220;Esper\u00e1vamos uma queda mais acentuada, de 0,20%, mas os alimentos, principalmente os in natura, subiram mais do que imagin\u00e1vamos&#8221;, disse Rafael Costa Lima, coordenador do IPC-Fipe. Os produtos in natura, subgrupo que considera frutas, legumes e verduras, se consolidou como o principal foco de alta entre os alimentos no m\u00eas: prejudicados pelas chuvas, ficaram 4,36% mais caros, ante alta de 1,5% em fevereiro.<\/p>\n<p>J\u00e1 livres de impostos, os in natura n\u00e3o fizeram parte do pacote de desonera\u00e7\u00f5es que o governou concedeu \u00e0 cesta b\u00e1sica a partir de 8 de mar\u00e7o. Caf\u00e9, \u00f3leo, manteiga, a\u00e7\u00facar e carnes, al\u00e9m de papel higi\u00eanico, pasta de dente e sabonete foram os produtos que pagavam at\u00e9 12,5% de PIS-Cofins e tiveram o imposto zerado com a medida. A\u00e7\u00facar e sabonete ainda ficaram livres da cobran\u00e7a de 5% de IPI.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o dos impostos, no entanto, chegou em muito menor propor\u00e7\u00e3o ao consumidor: o conjunto destes produtos, segundo a Fipe, ficou apenas 1,44% mais barato desde que as desonera\u00e7\u00f5es passaram a valer, e muito pouco impacto tiveram no IPC de mar\u00e7o. A cesta chegou, inclusive, a encarecer ao longo do m\u00eas: logo depois do an\u00fancio, ela chegou a custar R$ 86,29, mas desde ent\u00e3o j\u00e1 subiu para os atuais R$ 87,49. \u00c9 apenas R$ 1,28 a menos do que no in\u00edcio do m\u00eas, quando, ainda antes de ser desonerada, custava R$ 88,77.<\/p>\n<p>&#8220;Esper\u00e1vamos uma queda maior, mas isso deve agora se acentuar em abril&#8221;, disse Lima. J\u00e1 contando com este impacto, somado a produtos in natura mais ajustados, a Fipe prev\u00ea um IPC a 0,33% no pr\u00f3ximo m\u00eas. A alta em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o ser\u00e1 puxada pelo fim dos efeitos da redu\u00e7\u00e3o em energia el\u00e9trica no \u00edndice. Alimentos devem desacelerar para 0,38%.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-executivo do Minist\u00e9rio da Fazenda, Nelson Barbosa, disse, ontem, em Bras\u00edlia, que o primeiro impacto da desonera\u00e7\u00e3o de PIS-Cofins sobre a cesta b\u00e1sica j\u00e1 foi sentido e que agora um impacto secund\u00e1rio deve se propagar no restante do ano. &#8220;Com a pr\u00f3pria redu\u00e7\u00e3o da carga, a competi\u00e7\u00e3o entre os supermercados, as empresas v\u00e3o incorporando isso nos seus pre\u00e7os. Eu acho que grande parte do impacto j\u00e1 foi sentida, mas ainda h\u00e1 um impacto menor que vai se propagar o ano todo&#8221;, afirmou Barbosa ap\u00f3s participar de audi\u00eancia p\u00fablica no Congresso sobre a unifica\u00e7\u00e3o da al\u00edquota interestadual do ICMS.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o, puxado por energia, o grupo habita\u00e7\u00e3o foi o que teve maior queda no m\u00eas, com defla\u00e7\u00e3o de 1,05%, ante queda de 0,21% em fevereiro. Foi seguido por despesas pessoais, que com ajuda das defla\u00e7\u00f5es em turismo, caiu 1,02% (ante -0,10% em fevereiro). Al\u00e9m de alimenta\u00e7\u00e3o, o \u00fanico grupo que tamb\u00e9m teve acelera\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o de fevereiro para mar\u00e7o foi vestu\u00e1rio, de 0,36% para 0,44%; todos os demais desaceleraram: transportes foi de 0,84% para 0,28%, sa\u00fade de 0,58% para 0,25% e educa\u00e7\u00e3o de 0,27% para 0,13%.<\/p>\n<p>Nelson Barbosa reafirmou ontem que ap\u00f3s a conclus\u00e3o da discuss\u00e3o sobre o ICMS, o governo pretende enviar, ainda neste ano, um projeto para o Legislativo para reformar a cobran\u00e7a de Pis\/Cofins. &#8220;A nossa inten\u00e7\u00e3o, se tivermos sucesso nessa quest\u00e3o do ICMS, \u00e9 mandar uma reforma de Pis\/Cofins para ser discutida pelo Congresso ao longo do segundo semestre e entrar em vigor em janeiro&#8221;, declarou.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Demanda externa fraca acentua queda da ind\u00fastria<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A dificuldade da ind\u00fastria em elevar o volume de exporta\u00e7\u00e3o e a falta de confian\u00e7a na demanda dom\u00e9stica contribu\u00edram para o resultado frustrante da produ\u00e7\u00e3o f\u00edsica no primeiro bimestre, com alta de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2012. Ao mesmo tempo, as medidas para elevar a competitividade n\u00e3o tem livrado os fabricantes de alguns setores a enfrentar a concorr\u00eancia dos importados.<\/p>\n<p>Um cruzamento dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) com os de volume de exporta\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o mostra que, dos nove setores que tiveram queda de produ\u00e7\u00e3o f\u00edsica no primeiro bimestre, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2012, cinco registraram, no mesmo per\u00edodo, redu\u00e7\u00e3o do volume de exporta\u00e7\u00e3o que variou de 2,2% a 20,6%. Esses cinco setores &#8211; fumo, edi\u00e7\u00e3o\/impress\u00e3o, metalurgia b\u00e1sica, m\u00e1quinas\/equipamentos e produtos de inform\u00e1tica, eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos &#8211; representam um quinto da produ\u00e7\u00e3o industrial do pa\u00eds. Foram considerados setores com queda de produ\u00e7\u00e3o f\u00edsica os que apresentaram redu\u00e7\u00e3o maior que 1%. No setor t\u00eaxtil, que amargou queda de produ\u00e7\u00e3o de 7% no primeiro bimestre, houve estabilidade no n\u00edvel de exporta\u00e7\u00e3o. Os dados de volume de embarques e desembarques s\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Centro de Estudos do Com\u00e9rcio Exterior (Funcex).<\/p>\n<p>Fernando Ribeiro, t\u00e9cnico de pesquisa e planejamento do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mico Aplicada (Ipea), diz que a queda de embarques em v\u00e1rios segmentos industriais de manufaturados, como m\u00e1quinas e equipamentos, revela problemas estruturais do setor. O volume de exporta\u00e7\u00f5es de manufaturados caiu 7% no primeiro bimestre ante iguais meses do ano passado. No setor de m\u00e1quinas e equipamentos a queda foi maior, de 20,7%. No mesmo per\u00edodo a produ\u00e7\u00e3o industrial do segmento caiu 2,3% e o volume importado, 0,3%. &#8220;Os dados do setor de m\u00e1quinas e equipamentos revelam tamb\u00e9m baixo n\u00edvel de investimento das empresas no pa\u00eds&#8221;, diz Ribeiro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do Reintegra, programa que devolve em cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios parte do valor exportado, o setor de m\u00e1quinas foi beneficiado com a desonera\u00e7\u00e3o da folha no decorrer de 2012. Para Ribeiro, por\u00e9m, a recupera\u00e7\u00e3o da exporta\u00e7\u00e3o brasileira de manufaturados depende n\u00e3o s\u00f3 das condi\u00e7\u00f5es internas de produ\u00e7\u00e3o. &#8220;N\u00e3o bastam apenas medidas de competitividade e nem c\u00e2mbio. \u00c9 preciso uma melhora no cen\u00e1rio de baixo crescimento mundial.&#8221;<\/p>\n<p>O economista do Ipea diz que, segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio, em 2010 at\u00e9 2011, o volume total importado no mercado internacional cresceu entre 1,5% e 2,5% a cada trimestre. A partir do quarto trimestre de 2011 at\u00e9 o terceiro trimestre do ano passado, por\u00e9m, essa taxa de crescimento caiu para entre zero e 0,5%. Esse cen\u00e1rio, diz Ribeiro, n\u00e3o deve melhorar muito a curto prazo. Ao mesmo tempo, n\u00e3o h\u00e1 expectativa de explos\u00e3o no consumo dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>Julio Sergio Gomes de Almeida, professor da Unicamp e ex-secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica, avalia que alguns segmentos j\u00e1 sentem na produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 a menor demanda internacional como a do mercado interno. Entre eles os fabricantes de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos tiveram queda de produ\u00e7\u00e3o industrial e tamb\u00e9m registraram redu\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 do volume de exporta\u00e7\u00e3o como de importa\u00e7\u00e3o (ver quadro).<\/p>\n<p>Outro segmento, o de minerais n\u00e3o met\u00e1licos, diz Almeida, reflete a desacelera\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o civil no mercado dom\u00e9stico. O setor ficou com produ\u00e7\u00e3o f\u00edsica praticamente est\u00e1vel, com leve queda de 0,7% no primeiro bimestre, com volume de importa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e1vel, em 0,4%.<\/p>\n<p>&#8220;A dificuldade da ind\u00fastria de voltar a um patamar de crescimento de produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel reflete uma falta de confian\u00e7a no crescimento da demanda interna&#8221;, diz Silvia Matos, pesquisadora da \u00e1rea de economia aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre\/FGV). As medidas de est\u00edmulo a consumo, como as redu\u00e7\u00f5es do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), diz ela, provocaram antecipa\u00e7\u00e3o de compras durante o ano passado e a incerteza de comportamento do mercado. &#8220;Sem a certeza da demanda, as empresas tendem a recompor a margem de lucro e aumentam seus pre\u00e7os&#8221;, diz Silvia. Com isso, ficam ainda menos competitivas em rela\u00e7\u00e3o aos importados que ainda entram no mercado brasileiro nos segmentos nos quais h\u00e1 maior demanda, seja por produtos finais ou por bens intermedi\u00e1rios.<\/p>\n<p>No primeiro bimestre, principalmente em raz\u00e3o do bom desempenho em janeiro, o setor automobil\u00edstico teve eleva\u00e7\u00e3o de 21,6% de produ\u00e7\u00e3o f\u00edsica. Impulsionada por esse segmento, diz Julio Gomes de Almeida, a ind\u00fastria de produtos de borracha e pl\u00e1stico tamb\u00e9m teve desempenho relativamente bom, com alta de produ\u00e7\u00e3o de 4,6%. O volume importado no mesmo segmento, por\u00e9m, cresceu em ritmo maior no mesmo per\u00edodo, com alta de 14,1%. O desempenho na exporta\u00e7\u00e3o, com queda de volume de 10,6%, tamb\u00e9m coloca a competitividade do setor \u00e0 prova.<\/p>\n<p>Nem todos os setores, por\u00e9m, est\u00e3o com dados negativos. Almeida lembra que depois de per\u00edodos dif\u00edceis, os segmentos de vestu\u00e1rio e de cal\u00e7ados parecem mostrar recupera\u00e7\u00e3o nos embarques, o que contribuiu para melhorar a produ\u00e7\u00e3o industrial. No primeiro bimestre o volume embarcado de vestu\u00e1rio aumentou 10,1% e o de cal\u00e7ados, 11,4%. No mesmo per\u00edodo o setor de couros e cal\u00e7ados teve eleva\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o industrial de 4,8%. O vestu\u00e1rio ainda teve queda de produ\u00e7\u00e3o de 3,3%. &#8220;Apesar disso, h\u00e1 uma recupera\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o setor fechou 2012 com redu\u00e7\u00e3o de cerca de 10% da produ\u00e7\u00e3o industrial.&#8221; Almeida diz que as medidas do governo contribu\u00edram para a recupera\u00e7\u00e3o dos dois setores. &#8220;Mas houve outros fatores importantes, como o c\u00e2mbio e a mudan\u00e7a no mix de exporta\u00e7\u00e3o desses segmentos.&#8221;<\/p>\n<hr \/>\n<p>Licita\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo tem 71 interessados<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A diretora-geral da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP), Magda Chambriard, informou ontem que 71 empresas manifestaram interesse na 11\u00aa rodada de licita\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s. Essas companhias est\u00e3o espalhadas em 21 pa\u00edses, incluindo o Brasil. Magda afirmou que certamente haver\u00e1 \u00e1gio nessa rodada e &#8220;ser\u00e1 grande&#8221;.<\/p>\n<p>Prevista para 14 e 15 de maio, a rodada vai licitar \u00e1reas de petr\u00f3leo e g\u00e1s em 11 Estados, principalmente das regi\u00f5es Norte e Nordeste. &#8220;A rodada n\u00e3o vai atrasar de jeito nenhum&#8221;, garantiu a diretora da ag\u00eancia. &#8220;O interesse \u00e9 muito grande porque tem \u00e1reas muito boas nessa rodada&#8221;, disse, ao se referir a regi\u00f5es de \u00e1guas profundas.<\/p>\n<p>Magda espera que todas as empresas interessadas sejam qualificadas para o leil\u00e3o. Isso porque a ANP adotou diversas a\u00e7\u00f5es para &#8220;explicar as regras para que ningu\u00e9m fique de fora&#8221;. Sobre o \u00e1gio, explicou que o pre\u00e7o m\u00ednimo tem que ser superado. Por ser m\u00ednimo, &#8220;menos que isso n\u00e3o d\u00e1&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Setor de servi\u00e7os tem a menor expans\u00e3o em sete meses<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A atividade do setor de servi\u00e7os continuou a se expandir em mar\u00e7o, mas ao menor ritmo em sete meses, segundo o \u00cdndice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em ingl\u00eas) do HSBC. O indicador cedeu de 52,1 para 50,3 pontos entre fevereiro e o m\u00eas passado. Em janeiro, o PMI estava em 54,5 pontos. A leitura m\u00e9dia para o primeiro trimestre deste ano (52,3) ficou em linha com a observada no quarto trimestre de 2012 (52,1). Nesse indicador, n\u00edveis acima de 50 mostram expans\u00e3o da atividade.<\/p>\n<p>O recuo do PMI na passagem mensal surpreendeu a institui\u00e7\u00e3o. &#8220;Apesar de projetarmos recupera\u00e7\u00e3o apenas modesta da economia brasileira, e de termos revisado para baixo nossa proje\u00e7\u00e3o para o crescimento do PIB em 2013, de 3% para 2,6%, fomos surpreendidos pela queda do \u00edndice para um patamar levemente acima de 50. Isso indica que a atividade econ\u00f4mica do setor de servi\u00e7os teve crescimento praticamente nulo em mar\u00e7o&#8221;, disse Andr\u00e9 Loes, economista-chefe do HSBC no Brasil, em nota.<\/p>\n<p>Combinados, os indicadores de atividade dos servi\u00e7os e da ind\u00fastria (divulgado segunda-feira) mostram que o setor privado brasileiro registrou a expans\u00e3o mais lenta em cinco meses. O PMI composto cedeu de 52,9 para 51 pontos entre fevereiro e mar\u00e7o. &#8220;A leitura mais recente indicou uma melhoria na atividade do setor privado, mas o crescimento perdeu impulso com o \u00edndice caindo pelo segundo m\u00eas consecutivo &#8220;, diz o HSBC.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" Correio Braziliense\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4583\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4583","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1bV","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4583","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4583"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4583\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4583"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4583"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4583"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}