{"id":4591,"date":"2013-04-08T12:54:46","date_gmt":"2013-04-08T12:54:46","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4591"},"modified":"2013-04-08T12:54:46","modified_gmt":"2013-04-08T12:54:46","slug":"alimentos-tem-deflacao-global-mas-sobem-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4591","title":{"rendered":"Alimentos t\u00eam defla\u00e7\u00e3o global, mas sobem no Pa\u00eds"},"content":{"rendered":"\n<p>Considerado um dos celeiros do mundo, o Brasil tem vivido uma situa\u00e7\u00e3o inusitada nos \u00faltimos meses. Enquanto os alimentos ficaram mais baratos no exterior desde o ano passado, o pre\u00e7o da comida brasileira est\u00e1 na contram\u00e3o e sobe sem parar h\u00e1 19 meses, j Dados da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO, na sigla em ingl\u00eas) mostram que, globalmente, os alimentos t\u00eam queda consecutiva desde outubro de 2012 e acumulam defla\u00e7\u00e3o de 2,6% no per\u00edodo. No Brasil, ao contr\u00e1rio, os pre\u00e7os ao consumidor subi- ram 5,5%.<\/p>\n<p>Com a economia global ainda tentando sair da crise, a demanda por commodities segue aqu\u00e9m do esperado pelos analistas, especialmente em gr\u00e3os &#8211; segmento em que o Brasil \u00e9 um forte exportador. Com as estimativas frustradas, os pre\u00e7os internacionais engataram a tend\u00eancia de queda.<\/p>\n<p>Compara\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Levantamento feito pelo Broadcast, servi\u00e7o em tempo real da Ag\u00eancia Estado, com dados da FAO revela que a economia global vive atualmente a maior sequ\u00eancia de quedas do \u00edndice de pre\u00e7os de alimentos desde o estouro da crise financeira no fim de 2008.<\/p>\n<p>Esse \u00edndice \u00e9 medido pela FAO conforme a evolu\u00e7\u00e3o mensal do pre\u00e7o de 55 alimentos de origem vegetal e animal em cinco categorias: a\u00e7\u00facar, carnes, cereais, l\u00e1cteos e oleaginosos.<\/p>\n<p>O Brasil, por\u00e9m, n\u00e3o sentiu essa recente virada dos pre\u00e7o. Na mesa do consumidor brasileiro, ao contr\u00e1rio, nada mudou e a infla\u00e7\u00e3o segue firme a tend\u00eancia de alta. Ou seja, a queda dos pre\u00e7os internacionais &#8211; verificada nas commodities como soja, milho, caf\u00e9 e carnes &#8211; ficou em algum lugar at\u00e9 chegar \u00e0 casa do consumidor.<\/p>\n<p>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edsticas (IBGE) mostram que os pre\u00e7os do grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas t\u00eam subido todos os meses desde agosto de 2011, conforme a s\u00e9rie dessazonalizada. Nesse per\u00edodo, a infla\u00e7\u00e3o da comida avan\u00e7ou nada desprez\u00edveis 16,5% ou mais de tr\u00eas vezes a meta de infla\u00e7\u00e3o perseguida pelo Banco Central. No \u00edndice medido pela FAO, o mundo \u00e9 completamente diferente: defla\u00e7\u00e3o acumulada de 9% nos mesmos 19 meses.<\/p>\n<p>Na contram\u00e3o. Os dois \u00faltimos meses do \u00edndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; par\u00e2metro oficial no Brasil para a evolu\u00e7\u00e3o dos juros-, inclusive, revelam que a remarca\u00e7\u00e3o voltou a ganhar for\u00e7a e a infla\u00e7\u00e3o de alimentos e bebidas foi de 1,63% em janeiro e 1,52% em fevereiro.<\/p>\n<p>O ritmo \u00e9 o mais forte desde o fim de 2007, quando alimentos chegaram a subir 1,97% em um m\u00eas. Naquele ano, por\u00e9m, o Brasil cresceu mais de 7,0%. Em 2012, vale lembrar, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro girou em torno de 1,0% e deve avan\u00e7ar para 3,0% este ano. Ou seja, alimentos t\u00eam subido tanto quanto em 2007, mas a economia roda muito abaixo da velocidade daquele ano.<\/p>\n<p>Nos 12 meses acumulados at\u00e9 fevereiro, o grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas do IPCA dessazonalizado acumula alta de 11,7%, a maior desde novembro de 2008 &#8211; logo ap\u00f3s a quebra do banco americano Lehman Brothers. Na medi\u00e7\u00e3o internacional de pre\u00e7os de alimentos feita pela FAO, o mesmo per\u00edodo acumulou defla\u00e7\u00e3o de 2,24%.<\/p>\n<p>1. Mundo<\/p>\n<p>Com a economia mundial ainda tentando sair da crise, a demanda por commodities est\u00e1 abaixo do esperado, especialmente em gr\u00e3os. Com isso, os pre\u00e7os internacionais tendem a cair.<\/p>\n<p>2. C\u00e1lculo<\/p>\n<p>O \u00edndice de alimento medido pela FAO leva em considera\u00e7\u00e3o a evolu\u00e7\u00e3o mensal do pre\u00e7o de 55 alimentos de origem vegetal e animal em cinco categorias: a\u00e7\u00facar, carnes, cereais, l\u00e1cteos e oleaginosos.<\/p>\n<p>3. Brasil<\/p>\n<p>Segundo dados do IBGE, no Brasil o pre\u00e7o do grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas tem subido todos os meses desde agosto de 2011. Nesse per\u00edodo, a infla\u00e7\u00e3o da comida avan\u00e7ou 16,5%, ou mais de tr\u00eas vezes a meta de infla\u00e7\u00e3o perseguida pelo BC.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Investimentos brasileiros na Europa chegam a US$ 67 bi<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>As empresas brasileiras s\u00e3o as que t\u00eam o maior estoque de in\u00advestimentos na Europa entre to\u00addos os pa\u00edses dos Brics e, nos \u00falti\u00admos quatro anos, o volume che\u00adgou a superar a todos as demais economias do bloco emergentes &#8211; R\u00fassia, China, \u00edndia e \u00c1frica do Sul-juntas.<\/p>\n<p>Mesmo se a crise na Europa gerou uma certa hesita\u00e7\u00e3o por parte de alguns segmentos dos empres\u00e1rios brasileiros, analis\u00adtas, executivos e o governo acre\u00additam que o processo de interna cionaliza\u00e7\u00e3o das empresas nacio\u00adnais vai continuar e que a Europa ser\u00e1 um dos focos.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a cada vez mais forte do empresariado brasileiro na Europa levou o governo de Dilma Rousseff a fechar um acordo com a Uni\u00e3o Europ\u00e9ia para tentar desenvolver um plano de coopera\u00e7\u00e3o no setor de investimen\u00adtos, o que deve ocorrer nas pr\u00f3xi\u00admas semanas. Na avalia\u00e7\u00e3o de diplomatas brasileiros, h\u00e1 at\u00e9 pou\u00adcos anos, falar de investimentos na agenda bilateral significava apenas tratar do fluxo que o Bra\u00adsil recebia dos estrangeiros. Ho\u00adje, os interesses nacionais na Eu\u00adropa s\u00e3o considerados como es\u00adtrat\u00e9gicos para os planos das multinacionais brasileiras.<\/p>\n<p>H\u00e1 dez anos, para cada \u20ac 10 investidos pelos europeus no Brasil, havia \u20ac 1 brasileiro na Eu\u00adropa. Hoj e, a diferen\u00e7a \u00e9 bem me\u00adnor. Os estoques de capital euro\u00adpeu no Brasil chegam a US$ 180 bilh\u00f5es. J\u00e1 os do Brasil na Euro\u00adpa atingiram US$ 67 bilh\u00f5es. Em toda a Am\u00e9rica Latina, os investi\u00admentos brasileiros n\u00e3o superam a marca de US$ 20 bilh\u00f5es. No total, o estoque de investimen\u00adtos de empresas brasileiras no ex\u00adterior chega a US$ 230 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, o n\u00famero de aquisi\u00e7\u00f5es foi relevante. O \u00a0JBS comprou abatedouros pela \u00a0Europa e tem tr\u00eas f\u00e1bricas de pro\u00adcessamento de carne s\u00f3 na It\u00e1lia, enquanto o grupo Camargo Corr\u00eaa comprou a cimenteira Cimpor, de Portugal e a Embraer abriu, em Portugal, sua primeira f\u00e1brica de pe\u00e7as na Europa.<\/p>\n<p>Um dos aspectos da abertura de f\u00e1bricas na Europa, segundo o pr\u00f3prio Itamaraty, \u00e9 a capacida\u00adde que as empresas nacionais conseguem de acesso aos finan\u00adciamentos dados pela Comiss\u00e3o Europ\u00e9ia.<\/p>\n<p>Atra\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O movimento de aqui\u00adsi\u00e7\u00e3o, interessa aos europeus, principalmente nos pa\u00edses em di\u00adficuldades. Nos \u00faltimos meses, miss\u00f5es de governos e de empre\u00ads\u00e1rios t\u00eam desembarcado em Bras\u00edlia justamente para apelar para que as empresas nacionais invistam em seus mercados. Um deles foi o rei Juan Carlos. &#8220;A Es\u00adpanha se transformou em uma base europeia para muitas em\u00adpresas ibero-americanas e quere\u00admos que sej a tamb\u00e9m para as bra\u00adsileiras&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Para Malcolm Lloyd, da con\u00adsultoria PwC, &#8220;nas condi\u00e7\u00f5es atuais, os investidores de pa\u00edses emergentes t\u00eam uma oportunidade \u00fanica para realizar investi\u00admentos e ganhar vantagem com\u00adpetitiva em mercados madu\u00adros&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Pesquisa aponta queda no otimismo do empresariado<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O otimismo do empresariado brasileiro caiu para o menor n\u00edvel desde 2011, indica pesquisa da empresa de auditoria e consultoria Grant Thornton International. Segundo o International Business Report (IBR), embora 48% dos empres\u00e1rios no Brasil estejam otimistas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia local nos pr\u00f3ximos 12 meses, o percentual representa uma queda de 29 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo trimestre.<\/p>\n<p>De acordo com o documento, os empres\u00e1rios apontaram como gatilho para a altera\u00e7\u00e3o de humor um cen\u00e1rio de crescimento menos promissor e uma perspectiva de acelera\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o, o que \u00e9 ratificado por outro n\u00famero: 45% dos empres\u00e1rios brasileiros afirmaram que pretendem elevar os pre\u00e7os ao longo do ano, acima dos 38% registrados no trimestre anterior, bem acima da m\u00e9dia global, de 25%, e mais uma vez o maior n\u00edvel desde 2011.<\/p>\n<p>Diante desse quadro, o Brasil caiu da sexta para a d\u00e9cima quarta posi\u00e7\u00e3o no ranking mundial de otimismo. O estudo \u00e9 feito com 12 mil empresas em 44 economias. Dentro desse universo, 300 companhias brasileiras de m\u00e9dio e grande portes foram pesquisadas, nos setores de manufatura (25%), varejo (15%), constru\u00e7\u00e3o (10%) e outros (25%).<\/p>\n<p>Nem tudo, no entanto, \u00e9 pessimismo. O estudo aponta que 79% dos executivos brasileiros consultados preveem aumento das receitas em 12 meses, uma alta de 15 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior, e 66% estimam elevar lucros no per\u00edodo. Do lado do mercado de trabalho, 48% esperam contratar mais em 12 meses e 44% almejam investir em m\u00e1quinas e equipamentos em 2013.<\/p>\n<p>Globalmente, o otimismo dos executivos aumentou. A quest\u00e3o \u00e9 que esse otimismo partiu de taxas extremamente baixas. Segundo a pesquisa, 27% dos empres\u00e1rios globais se mostram otimistas, ante 4% nos tr\u00eas meses anteriores. Entre os pa\u00edses mais otimistas destacam-se economias cujos desempenhos s\u00e3o bastante comparados \u00e0 economia brasileira: Peru (98%), M\u00e9xico (82%) e Chile (80%). Na contram\u00e3o, a Europa continua sob d\u00favidas. No mundo, o setor mais otimista com a economia \u00e9 o de sa\u00fade (54%), seguido pelo de minera\u00e7\u00e3o (50%) e restaurantes e hotelaria (43%).<\/p>\n<hr \/>\n<p>Setores desonerados t\u00eam faturamento de R$ 1,9 tri<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A desonera\u00e7\u00e3o de folha de pagamentos j\u00e1 beneficia 56 setores. Eles s\u00e3o respons\u00e1veis por uma receita bruta anual de aproximadamente R$ 1,9 trilh\u00e3o no mercado interno, valor equivalente a metade do Produto Interno Bruto (PIB) do pa\u00eds, antes dos impostos. O valor da receita foi obtido a partir dos dados informados pelo Minist\u00e9rio da Fazenda em cada an\u00fancio de desonera\u00e7\u00e3o. Na sexta-feira, o governo anunciou mais 14 beneficiados, ampliando a desonera\u00e7\u00e3o para todo setor da constru\u00e7\u00e3o (inclusive obras de infraestrutura) e de transportes, e incluindo o segmento de comunica\u00e7\u00e3o, entre outros.<\/p>\n<p>A economia fiscal obtida com a troca da contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria por uma al\u00edquota de 1% a 2% sobre o faturamento varia conforme o setor. Entre os setores que aproveitar\u00e3o o benef\u00edcio a partir de 2014, o transporte metroferrovi\u00e1rio de passageiros ter\u00e1 redu\u00e7\u00e3o de 78% no desembolso com a contribui\u00e7\u00e3o, enquanto o ferrovi\u00e1rio de cargas deve economizar 8,8%.<\/p>\n<p>Representantes dos novos setores beneficiados dizem que a medida favorecer\u00e1 a manuten\u00e7\u00e3o e formaliza\u00e7\u00e3o do emprego. Economistas e empres\u00e1rios consideram o benef\u00edcio positivo, mas argumentam que a estrutura de custos das empresas \u00e9 mais ampla &#8211; para as ind\u00fastrias, o incentivo abate entre 1% e 1,5% do custo de produ\u00e7\u00e3o, em m\u00e9dia &#8211; e relatam preocupa\u00e7\u00e3o com os efeitos fiscais.<\/p>\n<p>A desonera\u00e7\u00e3o de todos os setores, segundo o secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica, Marcio Holland, representar\u00e1 ren\u00fancia fiscal de R$ 24,7 bilh\u00f5es em 2014. Em entrevista na sexta-feira, ele disse que espera efeitos positivos j\u00e1 neste ano &#8211; como a manuten\u00e7\u00e3o dos postos de trabalho &#8211; pela perspectiva que a medida traz \u00e0s empresas beneficiadas.<\/p>\n<p>O governo usa o crit\u00e9rio de receita bruta interna para estimar o valor que cada setor ter\u00e1 que pagar como propor\u00e7\u00e3o do faturamento em troca da antiga contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria. No c\u00e1lculo, as empresas abatem a receita com vendas no exterior, o que torna a desonera\u00e7\u00e3o mais vantajosa para quem exporta. Sozinhos, o com\u00e9rcio varejista representa 5% do PIB e o peso dos setores de transportes e constru\u00e7\u00e3o, que ficar\u00e3o totalmente desonerados a partir de 2014, \u00e9 de 4,8% e 4,5%, respectivamente. O c\u00e1lculo do PIB \u00e9 diferente do crit\u00e9rio de receita bruta, pois o PIB considera o valor adicionado em cada setor para evitar dupla contagem de produ\u00e7\u00e3o ou consumo.<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Castejon Garcia, diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) no Distrito Federal, acredita que a medida vai incentivar a formaliza\u00e7\u00e3o. Dos 310 mil funcion\u00e1rios que trabalham no setor no pa\u00eds, quase um quarto, 80 mil, n\u00e3o possui carteira assinada, diz ele. &#8220;Elo inicial da cadeia de constru\u00e7\u00e3o civil&#8221;, o segmento fatura mais de R$ 58 bilh\u00f5es por ano.<\/p>\n<p>A desonera\u00e7\u00e3o de R$ 598 milh\u00f5es, segundo Castejon, contribuir\u00e1 tamb\u00e9m para a exporta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os &#8211; especialmente para a \u00c1frica, onde h\u00e1 uma concentra\u00e7\u00e3o de construtoras brasileiras &#8211; e ajudar\u00e1 as companhias a fazer frente \u00e0 concorr\u00eancia estrangeira, que tem aumentado no ritmo do an\u00fancio de novas obras de infraestrutura.<\/p>\n<p>No setor de transporte ferrovi\u00e1rio de cargas o benef\u00edcio dever\u00e1 permitir capacita\u00e7\u00e3o e contrata\u00e7\u00e3o de novos empregados, diz o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportadores Ferrovi\u00e1rios (ANTF), Rodrigo Vila\u00e7a. De acordo com ele, 7,1 mil pessoas devem ser capacitadas ao longo de 2013 e 5 mil contratadas, fazendo com que os empregados diretos do setor saltem dos quase 46 mil funcion\u00e1rios atuais para 51 mil.<\/p>\n<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Log\u00edstica e Transporte de Carga (ABTC), Newton Jer\u00f4nimo Rodrigues, afirma que a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamento do setor dar\u00e1 uma inje\u00e7\u00e3o de capital de giro nas empresas e ajudar\u00e1 a melhorar a atividade nos pr\u00f3ximos anos. A economia com a desonera\u00e7\u00e3o no transporte rodovi\u00e1rio de cargas \u00e9 significativa, segundo ele, e chega a R$ 986 milh\u00f5es, segundo dados do Minist\u00e9rio da Fazenda.<\/p>\n<p>De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANP Trilhos), a entrada na lista estava sendo negociada com o governo desde o fim do ano passado. &#8220;Transporte de passageiros, assim como a ind\u00fastria ferrovi\u00e1ria, \u00e9 intensiva em m\u00e3o de obra. N\u00e3o calculamos qual ser\u00e1 o ganho, at\u00e9 porque depende de cada empresa, mas na ind\u00fastria o resultado m\u00e9dio da desonera\u00e7\u00e3o foi uma diminui\u00e7\u00e3o de 2% nos custos totais&#8221;, afirmou Vicente Abate, diretor da ANP Trilhos.<\/p>\n<p>&#8220;O benef\u00edcio \u00e9 positivo, mas n\u00e3o muda a estrutura de custos da ind\u00fastria e do setor de servi\u00e7os. As empresas ter\u00e3o um pouco mais de folga, mas ainda ir\u00e3o sofrer com a press\u00e3o de pre\u00e7os em seus custos&#8221;, diz o economista Mansueto Almeida J\u00fanior, especialista em contas p\u00fablicas. &#8220;A tend\u00eancia \u00e9 tamb\u00e9m aproveitar o benef\u00edcio para elevar um pouco a margem&#8221;, diz Jos\u00e9 Ricardo Roriz Coelho, diretor de competitividade da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Esta de S\u00e3o Paulo (Fiesp). Dos 56 setores beneficiados, 33 s\u00e3o industriais.<\/p>\n<p>Para o setor de servi\u00e7os e ind\u00fastrias intensivas em m\u00e3o de obra, o benef\u00edcio \u00e9 importante, mas h\u00e1 outras despesas, diz Roriz. &#8220;Na ind\u00fastria, o benef\u00edcio permite corte m\u00e9dio de 1% a 1,5% do custo de produ\u00e7\u00e3o, mas os encargos para contrata\u00e7\u00e3o ainda continuam sendo altos&#8221;, acrescenta. &#8220;Ao mesmo tempo, a medida permite \u00e0s empresas evitar demiss\u00f5es em per\u00edodos de menor demanda&#8221;, pondera Roriz.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do efeito relativo na estrutura de custos das empresas, Mansueto avalia que n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o fiscal suficiente para suportar o benef\u00edcio tribut\u00e1rio. Ele se refere n\u00e3o s\u00f3 \u00e0s desonera\u00e7\u00f5es de folha, mas tamb\u00e9m \u00e0s medidas de incentivo ao consumo. Levantamento com base no Sistema Integrado de Administra\u00e7\u00e3o Financeira (Siafi), diz ele, mostra que o governo federal n\u00e3o tem conseguido segurar a despesa p\u00fablica. A expans\u00e3o do gasto no primeiro trimestre contra os mesmos meses do ano passado &#8211; de R$ 18,9 bilh\u00f5es &#8211; ser\u00e1 menor do que a de 2012, mas ser\u00e1 alta, de 9,5% em termos nominais.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fim de coliga\u00e7\u00f5es daria 60 deputados para PT e PMDB<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A proibi\u00e7\u00e3o de coliga\u00e7\u00f5es nas elei\u00e7\u00f5es para deputado, um dos pontos da proposta de reforma pol\u00edtica que a C\u00e2mara come\u00e7ar\u00e1 a debater nesta semana, provocaria mudan\u00e7as profundas na composi\u00e7\u00e3o de quase todas as bancadas partid\u00e1rias j\u00e1 a partir de 2015. Os maiores beneficiados seriam os partidos mais fortes \u2013 apesar disso, as chances de aprova\u00e7\u00e3o s\u00e3o m\u00ednimas.<\/p>\n<p>Se as coliga\u00e7\u00f5es estivessem proibidas na elei\u00e7\u00e3o de 2010, a atual C\u00e2mara dos Deputados seria muito diferente. O PMDB e o PT teriam, cada um, 30 deputados a mais. Isso representaria um aumento de 38% e 35% no n\u00famero de vagas peemedebistas e petistas, respectivamente.<\/p>\n<p>O PSDB tamb\u00e9m levaria vantagem, com sete cadeiras a mais, assim como o PV, com ganho de uma vaga. Todos os demais perderiam, sendo que seis partidos nanicos seriam varridos do Congresso e do mercado do tempo de TV nas campanhas eleitorais.<\/p>\n<p>As coliga\u00e7\u00f5es nas elei\u00e7\u00f5es para deputado e vereador n\u00e3o s\u00e3o permitidas na grande maioria dos pa\u00edses democr\u00e1ticos \u2013 o Brasil \u00e9 uma das exce\u00e7\u00f5es. Gra\u00e7as a esse instrumento, partidos menores conquistam mais cadeiras na C\u00e2mara ao pegar &#8220;carona&#8221; na vota\u00e7\u00e3o dos partidos grandes com os quais se coligam.<\/p>\n<p>As caronas s\u00e3o necess\u00e1rias para os pequenos e m\u00e9dios partidos porque eles t\u00eam mais dificuldades para alcan\u00e7ar o quociente eleitoral \u2013 patamar m\u00ednimo de votos para que uma legenda ou uma coliga\u00e7\u00e3o consiga eleger representantes para a C\u00e2mara.<\/p>\n<p>O quociente eleitoral \u00e9 o resultado da divis\u00e3o do total de votos v\u00e1lidos pelo n\u00famero de vagas em disputa em cada Estado. No Cear\u00e1, por exemplo, o quociente foi de 193 mil votos na elei\u00e7\u00e3o de 2010. Seis partidos tiveram mais votos do que isso. Tr\u00eas n\u00e3o chegaram l\u00e1 (PDT, PP e PTB), mas conseguiram eleger deputados mesmo assim, pois o patamar m\u00ednimo foi atingido pela coliga\u00e7\u00e3o da qual faziam parte.<\/p>\n<p>Acordos<\/p>\n<p>Mas por que os partidos maiores d\u00e3o &#8220;carona&#8221; a outras legendas se isso significa ter uma representa\u00e7\u00e3o menor na C\u00e2mara? Porque as coliga\u00e7\u00f5es proporcionais (nas elei\u00e7\u00f5es para deputado) s\u00e3o uma das &#8220;moedas&#8221; nas negocia\u00e7\u00f5es de alian\u00e7as majorit\u00e1rias (elei\u00e7\u00f5es para governador e presidente).<\/p>\n<p>Nessa l\u00f3gica, partidos pequenos e m\u00e9dios cedem seu tempo de propaganda no r\u00e1dio e na TV para candidatos majorit\u00e1rios de partidos mais fortes e, como uma das contrapartidas, exigem coliga\u00e7\u00f5es nas elei\u00e7\u00f5es proporcionais. Assim, de carona no grandes, garantem vagas na C\u00e2mara e, consequentemente, mais tempo de televis\u00e3o para negociar na elei\u00e7\u00e3o seguinte. Um ciclo vicioso na pol\u00edtica hoje.<\/p>\n<p>Como a distribui\u00e7\u00e3o do tempo de propaganda \u00e9 proporcional ao tamanho das bancadas, o fim das coliga\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m teria como efeito o enfraquecimento do poder de negocia\u00e7\u00e3o dos partidos pequenos e m\u00e9dios que n\u00e3o costumam lan\u00e7ar candidatos majorit\u00e1rios e que fazem alian\u00e7as ao sabor das conveni\u00eancias do momento.<\/p>\n<p>A proibi\u00e7\u00e3o das coliga\u00e7\u00f5es, na pr\u00e1tica, transformaria o quociente eleitoral em uma cl\u00e1usula de barreira estadual \u2013 em cada Estado haveria um n\u00famero m\u00ednimo de votos que os partidos precisariam atingir para conquistar representa\u00e7\u00e3o na C\u00e2mara.<\/p>\n<p>Essa exig\u00eancia, que prejudicaria a maioria dos partidos menores, \u00e9 o que explica o fato de a proposta ter chances m\u00ednimas de aprova\u00e7\u00e3o \u2013 segundo admite at\u00e9 mesmo o deputado Henrique Fontana (PT-RS), relator da reforma pol\u00edtica na C\u00e2mara.<\/p>\n<p>A proibi\u00e7\u00e3o das coliga\u00e7\u00f5es exige uma mudan\u00e7a na Constitui\u00e7\u00e3o \u2013 para que isso aconte\u00e7a, s\u00e3o necess\u00e1rios os votos de tr\u00eas quintos (60%) dos deputados e senadores. Na C\u00e2mara, PT, PMDB e PSDB \u2013 potencialmente os maiores beneficiados pela mudan\u00e7a \u2013 t\u00eam, somados, apenas 220 deputados.<\/p>\n<p>Rea\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>&#8220;Encerrar coliga\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias \u00e9 um equivoco&#8221;, disse o l\u00edder do PSB na C\u00e2mara, Beto Albuquerque. &#8220;\u00c9 uma reforma que atende aos interesses dos grandes partidos. N\u00e3o pode a reforma escolher quem vai ser pequeno e quem vai ser grande.&#8221;<\/p>\n<p>Para minimizar resist\u00eancias, a proposta de Fontana admite substituir coliga\u00e7\u00f5es por &#8220;federa\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias&#8221; \u2013 com elas, dois ou mais partidos poderiam concorrer juntos, mas o acordo n\u00e3o valeria apenas para a elei\u00e7\u00e3o, e sim por tr\u00eas anos, durante os quais as legendas atuariam sob lideran\u00e7a \u00fanica na C\u00e2mara.<\/p>\n<p>&#8220;Est\u00e1 se criando partido pela internet, \u00e9 uma excresc\u00eancia&#8221;, disse o l\u00edder do PT, Jos\u00e9 Guimar\u00e3es (CE), ao defender a proibi\u00e7\u00e3o das coliga\u00e7\u00f5es. &#8220;Virou mercantilismo. Est\u00e1 na hora de dar um basta nisso.&#8221;<\/p>\n<p>Outros pontos da reforma que ser\u00e3o debatidos nos pr\u00f3ximos dias s\u00e3o financiamento p\u00fablico exclusivo de campanhas, coincid\u00eancia de todas as elei\u00e7\u00f5es em uma \u00fanica data e voto em lista \u2013 modelo no qual o eleitor n\u00e3o escolhe um candidato a deputado, mas uma rela\u00e7\u00e3o de nomes na ordem definida pelos partidos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Brics investem US$ 100 bi em empresas de pa\u00edses ricos<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A crise nos pa\u00edses ricos tomou-se uma grande oportunidade para as empresas dos Brics. Apenas entre 2010 e 2012, companhias do Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia e China investiram mais de US$ 100 bilh\u00f5es na compra de grupos da Europa, dos Estados Unidos e at\u00e9 do Jap\u00e3o, segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU).<\/p>\n<p>Os n\u00fameros da ONU revelam que, ainda que o discurso do bloco de pa\u00edses emergentes seja o de investir no continente africano e promover a coopera\u00e7\u00e3o sul-sul, \u00e9 para a Europa que vai a maior parte dos investimentos de suas empresas.<\/p>\n<p>No total, os estoques de investimentos dos Brics &#8211; bloco que tamb\u00e9m inclui a \u00c1frica do Sul -pelo mundo atingiram em 2012 a marca recorde de US$ 1,1 trilh\u00e3o. Se no ano 2000 os pa\u00edses do bloco investiam anualmente US$ 7 bilh\u00f5es, em 2012 esse volume chegou a US$ 120 bilh\u00f5es. Em dez anos, os Brics passaram de representar 1% do fluxo de investimentos para mais de 9% no mundo.<\/p>\n<p>Do total de estoques de investimentos, por\u00e9m, apenas US$ 29 bilh\u00f5es foram investidos nos pr\u00f3prios pa\u00edses do bloco emergente. O mercado americano conta com um volume maior de investimentos dos Brics &#8211; cerca de US$ 31 bilh\u00f5es &#8211; que os pr\u00f3prios s\u00f3cios do grupo. J\u00e1 na Europa os investimentos chegam a US$ 385 bilh\u00f5es, 34% do total. No geral, os pa\u00edses ricos contam com estoques de investimentos dos Brics de US$ 470 bilh\u00f5es. Mas o que mais chama a aten\u00e7\u00e3o dos especialistas da ONU \u00e9 o padr\u00e3o da entrada dessas empresas nos pa\u00edses ricos. Entre 2010 e 2012, enquanto as economias desenvolvidas viveram estagna\u00e7\u00f5es e recess\u00f5es, o fluxo de investimentos dos Brics a suas economias chegou a US$ 105 bilh\u00f5es em aquisi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A China liderou o movimento, com 54% do total. Especialistas apontam que Pequim considera a Europa &#8220;mais aberta&#8221; que os EUA para investir. Segundo um informe da C\u00e2mara de Com\u00e9rcio da UE na China, estatais chinesas estariam at\u00e9 mesmo planejando ampliar essa participa\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos e aproveitar justamente as privatiza\u00e7\u00f5es que ocorrer\u00e3o no Velho Continente por conta da redu\u00e7\u00e3o dos gastos p\u00fablicos que governos ter\u00e3o de implementar. Em 2012, a China investiu \u20ac 3,3 bilh\u00f5es na empresa de energia em Portugal, que estava sendo privatizada.<\/p>\n<p>Hoje, o pa\u00eds que mais atrai empresas chinesas \u00e9 a Alemanha, seguida pela Fran\u00e7a, It\u00e1lia e Holanda. No Reino Unido, os chineses j\u00e1 compraram a f\u00e1brica dos tradicionais t\u00e1xis de Londres, a Manganese Bronze. O fundo soberano China Investment Corporation (CIC) \u00e9 o terceiro maior acionista da Songbird Estates, imp\u00e9rio que controla o Canary Wharf Group. Bancos chineses :j\u00e1 compraram 28 mil m2 de escrit\u00f3rios em Londres desde o in\u00edcio \u00a0da crise financeira.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, uma das maiores aquisi\u00e7\u00f5es da China chegou a US$ 2,2 bilh\u00f5es e envolveu a Elkem, uma empresa da Noruega \u00a0que faz componentes para pain\u00e9is solares. A chinesa Goldwind ainda comprou a alem\u00e3 Vensys, produtora de turbinas. Em 2010, o conglomerado chin\u00eas Fosun comprou 9,3% das a\u00e7\u00f5es do Club Med, cadeia francesa de hot\u00e9is. No mesmo ano, os chineses compraram a rede de varejo grega Folli Follie.<\/p>\n<p>As novas multinacionais indianas tamb\u00e9m optaram pela aquisi\u00e7\u00e3o de empresas europeias como parte de sua expans\u00e3o pelo mundo. Grupos como Wipro, Tata Consultancy Services, Infosys e HCL Technologies s\u00e3o apenas alguns do setor de tecnologia que j\u00e1 partem para a ofensiva no Velho Continente e seu mercado de \u20ac 155 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Na Alemanha, a Indiana Geomegies comprou a 3Cap Technologies, enquanto a Cognizant Technology Solutions levou de uma s\u00f3 vez seis empresas alem\u00e3s do setor da tecnologia. Em 12 anos, empresas indianas promoveram aquisi\u00e7\u00f5es no exterior no total de US$ 116 bilh\u00f5es. Mas foi nos \u00faltimos cinco anos que essa tend\u00eancia ganhou for\u00e7a, depois que a Tata Steel comprou a Corus Group por US$ 7,6 bilh\u00f5es e depois adquiriu a Jaguar\/Land Rover por US$ 2,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Leste Europeu<\/p>\n<p>Outro peso pesado entre os investidores dos Brics na Europa \u00e9 a R\u00fassia. Entre 1991 e 2008, os investimentos de Moscou no Leste Europeu somaram apenas US$ 2,4 bilh\u00f5es. Mas, desde ent\u00e3o, esse volume j\u00e1 ultrapassou US$ 3 bilh\u00f5es. &#8220;Empresas na R\u00fassia descobriram que s\u00e3o rent\u00e1veis e que o mercado russo j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 suficiente&#8221;, disse Kalman Kalotay, pesquisador da Confer\u00eancia da ONU para o Com\u00e9rcio e Desenvolvimento. Em Moscou, parte da estrat\u00e9gia de neg\u00f3cios passa diretamente pelos interesses pol\u00edticos do Kremlin. O maior banco estatal russo, o Sberbank, comprou a divis\u00e3o do Leste Europeu de um banco austr\u00edaco, enquanto outro banco comprou a maior estatal de cigarros da Bulg\u00e1ria.<\/p>\n<p>Na Gr\u00e9cia, quebrada e em recess\u00e3o h\u00e1 seis anos, investidores russos est\u00e3o comprando hot\u00e9is, como em Zepko, por \u20ac 200 milh\u00f5es. Mas \u00e9 a Gazprom que lidera a a\u00e7\u00e3o dos russos pela Europa. A empresa garante 25% do g\u00e1s que o Velho Continente consome. Em pa\u00edses como Eslov\u00e1quia e Bulg\u00e1ria, 90% do g\u00e1s \u00e9 fornecido pelos russos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Estado de S. 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