{"id":4645,"date":"2013-04-16T16:15:44","date_gmt":"2013-04-16T16:15:44","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4645"},"modified":"2013-04-16T16:15:44","modified_gmt":"2013-04-16T16:15:44","slug":"china-desacelera-no-trimestre-apesar-do-credito-farto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4645","title":{"rendered":"China desacelera no trimestre, apesar do cr\u00e9dito farto"},"content":{"rendered":"\n<p>A economia chinesa reverteu o processo de recupera\u00e7\u00e3o registrado no fim de 2012 e desacelerou de maneira surpreendente no primeiro trimestre, crescendo abaixo das previs\u00f5es do mercado. O resultado indica a dificuldade na manuten\u00e7\u00e3o de um alto ritmo de expans\u00e3o, apesar do forte aumento d\u00f3 cr\u00e9dito registrado nos \u00faltimos meses.<\/p>\n<p>O Produto Interno Bruto (PIB) da segunda maior economia do mundo teve alta de 7,7% no primeiro trimestre, na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo do ano anterior. O resultado mostra perda de f\u00f4lego em rela\u00e7\u00e3o aos 7,9% do quarto trimestre de 2012 e decepcionou analistas, que esperavam crescimento de 8,0%.<\/p>\n<p>&#8220;A surpresa negativa do PIB do primeiro trimestre confirma que a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica \u00e9 fr\u00e1gil&#8221;, observou em nota o economista-chefe do HSBC para a China, Qu Hongbin.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior, o crescimento sem impacto de efeitos sazonais foi de 1,6%, o que representa uma expans\u00e3o anualizada de 6,6%, segundo Dong Tao, economista- chefe do Credit Suisse para a China.<\/p>\n<p>A perda de f\u00f4lego ocorreu apesar da consistente expans\u00e3o do cr\u00e9dito desde meados de 2012, vista com preocupa\u00e7\u00e3o por muitos economistas.<\/p>\n<p>Cr\u00e9dito<\/p>\n<p>Superando as expectativas do mercado, o total de financiamentos dentro e fora do sistema banc\u00e1rio aumentou em 2,5 trilh\u00f5es de yuans (R$ 798 bilh\u00f5es) no m\u00eas de mar\u00e7o, valor recorde e 700 bilh\u00f5es de yuans (R$ 223,8 bilh\u00f5es) acima do registrado em igual per\u00edodo de 2012.<\/p>\n<p>No trimestre, o volume de cr\u00e9dito atingiu 6,2 trilh\u00f5es de yuans (R$ 1,98 trilh\u00e3o), uma alta de 26,5% em rela\u00e7\u00e3o aos 4,9 trilh\u00f5es concedidos no primeiro trimestre do ano passado.<\/p>\n<p>O fato de que h\u00e1 desacelera\u00e7\u00e3o apesar da explos\u00e3o no cr\u00e9dito \u00e9 um indicador de que a China precisa volumes crescentes de financiamento para obter o mesmo ritmo de expans\u00e3o do PIB, o que \u00e9 visto como insustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os empr\u00e9stimos s\u00e3o a principal fonte de recursos para os investimentos em ativos fixos, que incluem obras de infraestrutura e constru\u00e7\u00e3o de f\u00e1bricas, por exemplo. Sua r\u00e1pida expans\u00e3o levanta d\u00favidas sobre a viabilidade econ\u00f4mica de muitos dos projetos, que podem n\u00e3o gerar o retorno necess\u00e1rio para o pagamento dos financiamentos.<\/p>\n<p>Wang Tao, economista-chefe do UBS para a China, ressaltou em nota que a expans\u00e3o do cr\u00e9dito est\u00e1 se tornando menos eficaz para gerar crescimento sustentado no pa\u00eds. Em sua opini\u00e3o, o menor ritmo de expans\u00e3o deve ter como resposta n\u00e3o uma nova amplia\u00e7\u00e3o de financiamentos, mas reformas que levem \u00e0 reestrutura\u00e7\u00e3o da economia.<\/p>\n<p>Segundo ela, isso exigiria que o governo tolerasse um menor ritmo de expans\u00e3o no curto prazo e adotasse medidas para redu\u00e7\u00e3o da capacidade ociosa, diminui\u00e7\u00e3o de controle de pre\u00e7os em servi\u00e7os p\u00fablicos e maior abertura do setor de servi\u00e7os ao capital privado.<\/p>\n<p>Impacto negativo<\/p>\n<p>A desacelera\u00e7\u00e3o do primeiro trimestre, na avalia\u00e7\u00e3o de Wang Tao, foi provocada principalmente pela ind\u00fastria leve dependente do consumo e pelo setor imobili\u00e1rio. A campanha do novo presidente chin\u00eas, Xi Jinping, em favor de um governo &#8220;frugal&#8221; teve impacto negativo na venda de alimentos, bebidas e servi\u00e7os de cate- ring, observou a economista.<\/p>\n<p>Os dados mostram que a contribui\u00e7\u00e3o do consumo para o crescimento do PIB no primeiro trimestre foi 2 pontos porcentuais inferior \u00e0 registrada em igual per\u00edodo de 2012.<\/p>\n<p>O aumento do peso do consumo na composi\u00e7\u00e3o do PIB \u00e9 uma das principais metas do governo em sua tentativa de balancear a economia chinesa, com redu\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o a investimentos e exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para Li Ruoyu, pesquisadora do Centro e Informa\u00e7\u00f5es Estatal, a China n\u00e3o deve responder aos dados decepcionantes do PIB com mais relaxamento monet\u00e1rio, mas sim aceitar que a economia do pa\u00eds j\u00e1 n\u00e3o pode mais crescer no ritmo de antes. Segundo ela, usar est\u00edmulos de curto prazo para impulsionar o crescimento seria como &#8220;beber veneno para saciar a sede&#8221;.<\/p>\n<p>O dados da China, aliados \u00e0 explos\u00e3o na maratona de Boston, derrubaram as bolsas nos EUA e no Brasil. Na Europa, a queda foi menor porque os mercados fecharam antes da trag\u00e9dia.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&#8216;Nenhum banco financia projetos&#8217;, diz Odebrecht<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Os recursos necess\u00e1rios para investimentos em infraestrutura passam pelo desenvolvimento de um mercado de financiamentos de projetos no pa\u00eds, mais conhecido pelo termo em ingl\u00eas &#8220;project finance&#8221;. A afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 do presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht. &#8220;Nenhum banco brasileiro pratica hoje o project finance&#8221;, disse o empres\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em linhas gerais, o project finance \u00e9 uma modalidade de empr\u00e9stimo usada para viabilizar obras de infraestrutura. \u00c9 constitu\u00eddo de forma que os recursos para o pagamento da d\u00edvida venham do fluxo de caixa futuro do projeto que ser\u00e1 constru\u00eddo. &#8220;Sem project finance n\u00e3o teremos infraestrutura&#8221;, afirmou o executivo.<\/p>\n<p>Odebrecht creditou a falta de interesse de bancos e investidores no financiamento \u00e0 infraestrutura ao cen\u00e1rio de altas taxas de juros no pa\u00eds nos \u00faltimos anos. Ele mencionou como o exemplo as obras de parcerias p\u00fablico-privadas (PPP), cujo risco, que \u00e9 justamente a contrapartida dos governos, n\u00e3o \u00e9 aceito sequer por bancos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Para o empres\u00e1rio, \u00e9 &#8220;inimagin\u00e1vel&#8221; pensar que o volume de recursos necess\u00e1rios para infraestrutura, da ordem de R$ 1 trilh\u00e3o, vir\u00e1 apenas do balan\u00e7o das empresas e do BNDES. Ele disse que o governo se mostra sens\u00edvel ao assunto. Ao comentar os editais de concess\u00f5es, por\u00e9m, afirmou que a taxa interna de retorno dos projetos nos c\u00e1lculos oficiais ainda leva em conta que a maior parte dos recursos para as obras vir\u00e1 das linhas do banco de desenvolvimento, que possuem juros mais baixos.<\/p>\n<p>O presidente da Odebrecht participou ontem de evento promovido pela Abvcap, associa\u00e7\u00e3o que representa as gestoras de fundos de private equity, que investem na compra de participa\u00e7\u00f5es em empresas. Para a plateia, formada quase que totalmente por executivos do setor e investidores, ele afirmou que n\u00e3o espera um papel relevante das gestoras no investimento em infraestrutura. &#8220;At\u00e9 entendo quando os fundos investem em empresas de infraestrutura, mas n\u00e3o em um \u00fanico projeto, que possui retorno no longo prazo e riscos de execu\u00e7\u00e3o&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Questionado sobre as perspectivas para os investimentos no Brasil, Odebrecht qualificou o momento atual como &#8220;desafiador&#8221;. Por outro lado, ele considera mais f\u00e1cil encontrar boas oportunidades no pa\u00eds do que do que no auge da euforia dos mercados, em 2007.<\/p>\n<p>Apesar da maior desconfian\u00e7a do investidor com rela\u00e7\u00e3o ao pa\u00eds, o volume de recursos destinados \u00e0 ind\u00fastria de private equity segue em forte crescimento. No fim do ano passado, havia um total de R$ 83 bilh\u00f5es em recursos comprometidos nos fundos que compram participa\u00e7\u00f5es em empresas, um aumento de 31% em rela\u00e7\u00e3o a 2011, de acordo com dados da Abvcap.<\/p>\n<p>Em 2012, os investimentos realizados pelas gestoras de private equity no Brasil foram de R$ 14,9 bilh\u00f5es, um crescimento de 26,5%. A perspectiva para este ano \u00e9 que a ind\u00fastria mantenha o ritmo de expans\u00e3o de pelo menos 20%, de acordo com o presidente da Abvcap, Clovis Meurer.<\/p>\n<p>As vendas das participa\u00e7\u00f5es pelos fundos em 2012 somaram R$ 6 bilh\u00f5es, quase o dobro dos R$ 3,6 bilh\u00f5es do ano anterior, segundo a associa\u00e7\u00e3o. Com a perspectiva de retomada das ofertas de a\u00e7\u00f5es neste ano, a tend\u00eancia \u00e9 que o ritmo de sa\u00edda dos investimentos se mantenha forte, segundo Luiz Eugenio Figueiredo, vice-presidente da Abvcap e respons\u00e1vel pelos dados que foram divulgados pela primeira vez pela associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Abvcap negocia com a Superintend\u00eancia de Seguros Privados (Susep) o aumento no limite dos investimentos das seguradoras em private equity. O limite que atualmente \u00e9 de 3% pode aumentar para at\u00e9 15% e em alguns casos ainda mais, segundo Meurer.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Rodada de licita\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo habilita 64 empresas<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Sessenta e quatro empresas foram habilitadas pela Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP) para participar da 11\u00aa rodada de licita\u00e7\u00e3o. A presen\u00e7a de empresas chinesas, que primeiro entraram no Brasil comprando ativos j\u00e1 em fase de desenvolvimento ou produ\u00e7\u00e3o, \u00e9 um destaque. Al\u00e9m da sino-espanhola Repsol Sinopec, foram habilitadas as estatais Sinochem e a CNOOC. Outras que fazem sua estreia s\u00e3o a estatal Petronas, da Mal\u00e1sia, a inglesa Chariot Oil &amp; Gas e a gigante francesa de energia GDF Suez, que no Brasil s\u00f3 atua no setor el\u00e9trico por meio da Tractebel.<\/p>\n<p>Entre as brasileiras habilitadas est\u00e3o a Petrobras, Queiroz Galv\u00e3o, OGX, HRT, Orteng, Petra Energia, a Ouro Preto e Petroreconcavo, s\u00f3 para citar algumas. Quatro empresas, a americana Vanco Brasil Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o, a norueguesa Panoro Energy, e as brasileiras Petrosynergy e Resultado \u00d3leo e G\u00e1s n\u00e3o obtiveram o aval da autarquia, em alguns casos por n\u00e3o apresentarem toda a documenta\u00e7\u00e3o, e poder\u00e3o recorrer. Outras duas, a Cisco Oil and Gas e a Alupar Investimentos desistiram do processo. J\u00e1 a brasileira HRT pode ter sua categoria de habilita\u00e7\u00e3o modificada.<\/p>\n<p>A HRT foi recentemente qualificada pela ANP como operadora &#8220;A&#8221;, que pode operar blocos em qualquer regi\u00e3o, inclusive em \u00e1guas profundas, mas a diretora-geral da autarquia, Magda Chambriard, questiona sua experi\u00eancia. Isso porque o primeiro po\u00e7o dela nessa profundidade come\u00e7ou a ser perfurado na Nam\u00edbia em mar\u00e7o e s\u00f3 ser\u00e1 conclu\u00eddo em tr\u00eas meses.<\/p>\n<p>Ontem, Magda disse que a autarquia vai fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre o sistema de transmiss\u00e3o brasileiro para os participantes da 12\u00aa rodada de licita\u00e7\u00f5es, que ter\u00e1 blocos com potencial para explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural, inclusive n\u00e3o convencional. Essa rodada ser\u00e1 realizada no fim de outubro.<\/p>\n<p>O objetivo da ANP \u00e9 estimular o uso do energ\u00e9tico para a produ\u00e7\u00e3o de energia a partir de novas termel\u00e9tricas. Magda disse que a ideia, que \u00e9 da presidente Dilma Rousseff, \u00e9 baseada na experi\u00eancia do empres\u00e1rio Eike Batista, que est\u00e1 construindo um complexo termel\u00e9trico em parceria da OGX e MPX com a Petra Energia, para utilizar o g\u00e1s natural descoberto e produzido na bacia do Parna\u00edba (MA).<\/p>\n<p>Os campos da OGX est\u00e3o produzindo 3,5 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos di\u00e1rios, consumidos por um complexo termel\u00e9trico. &#8220;Em vez de construir um gasoduto, eles decidiram entrar no leil\u00e3o de energia e est\u00e3o produzindo energia do lado do campo. Tudo precisa de uma \u00e2ncora. E qual gasoduto iria ancorar um volume de 3,5 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos\/dia? Nesse caso, com as t\u00e9rmicas eles ancoram, viabilizam a produ\u00e7\u00e3o e agora v\u00e3o viabilizar a expans\u00e3o da bacia&#8221;, comparou.<\/p>\n<p>Em evento no Rio, Magda fez um detalhamento sobre as tr\u00eas rodadas da ANP, a 11\u00aa, a exclusiva do pr\u00e9-sal, e a 12 \u00aa, que v\u00e3o ser feitas neste ano. Defendeu o conte\u00fado local, mostrando um estudo do BNDES que projeta investimentos de R$ 354 bilh\u00f5es pela ind\u00fastria de \u00f3leo e g\u00e1s no Brasil entre 2012 e 2015. Magda disse que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel imaginar que a ind\u00fastria brasileira fique fora desse ritmo, mostrando outra proje\u00e7\u00e3o de que a demanda dessa ind\u00fastria por bens e servi\u00e7os ser\u00e1 de US$ 400 bilh\u00f5es entre 2013 e 2017.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Balan\u00e7a comercial tem super\u00e1vit de US$ 627 milh\u00f5es na 2\u00aa semana do m\u00eas<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A balan\u00e7a comercial brasileira registrou super\u00e1vit de US$ 627 milh\u00f5es na segunda semana de abril, informou ontem o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (Mdic). O resultado se deve a US$ 4,744 bilh\u00f5es em exporta\u00e7\u00f5es e US$ 4,117 bilh\u00f5es em importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Com isso, o desempenho do com\u00e9rcio internacional brasileiro alcan\u00e7a um super\u00e1vit de US$ 938 milh\u00f5es em abril. No acumulado do ano, o d\u00e9ficit nas compras e vendas de bens \u00e9 de US$ 4,218 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A m\u00e9dia di\u00e1ria, m\u00e9todo que considera o n\u00famero de dias \u00fateis de cada per\u00edodo, de US$ 950,9 milh\u00f5es nas exporta\u00e7\u00f5es at\u00e9 a segunda semana de abril \u00e9 2,8% inferior \u00e0 m\u00e9dia di\u00e1ria de US$ 978,3 milh\u00f5es dos embarques realizados em todo o m\u00eas de abril do ano passado. Essa queda \u00e9 explicada pelo menor embarque de produtos b\u00e1sicos e manufaturados.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es de produtos b\u00e1sicos ca\u00edram 1,8%, de US$ 503,7 milh\u00f5es da m\u00e9dia di\u00e1ria de abril de 2012 para US$ 494,5 milh\u00f5es nas duas primeiras semanas deste m\u00eas, por causa, principalmente, de petr\u00f3leo em bruto, algod\u00e3o em bruto, trigo em gr\u00e3os, carne su\u00edna, fumo em folhas e farelo de soja.<\/p>\n<p>No caso de produtos manufaturados, os embarques apresentaram baixa de 5,3% na compara\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia di\u00e1ria no acumulado deste m\u00eas (US$ 324,5 milh\u00f5es) com abril do ano passado (US$ 342,6 milh\u00f5es). As maiores retra\u00e7\u00f5es foram registradas nas vendas de avi\u00f5es, \u00f3leos combust\u00edveis, m\u00e1quinas para terraplenagem, pol\u00edmeros pl\u00e1sticos, partes de motores para ve\u00edculos e pneum\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Os semimanufaturados apresentaram uma alta de 2,3% na m\u00e9dia di\u00e1ria de exporta\u00e7\u00f5es, passando de US$ 110 milh\u00f5es em abril de 2012 para US$ 112,5 milh\u00f5es no acumulado deste m\u00eas. O resultado se deve ao maior embarque de catodos de cobre, a\u00e7\u00facar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles, e celulose.<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es ca\u00edram 8,3% at\u00e9 a segunda semana de abril, com m\u00e9dia di\u00e1ria de US$ 857,1 milh\u00f5es, ante US$ 934,4 milh\u00f5es em todo o m\u00eas de abril de 2012.<\/p>\n<p>Nessa compara\u00e7\u00e3o, decresceram os gastos, principalmente com combust\u00edveis e lubrificantes (-69,9%), cobre e suas obras (-32,6%) e aeronaves e partes (-8,6%).<\/p>\n<hr \/>\n<p>Governo abre espa\u00e7o para pol\u00edtica fiscal mais branda<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Apesar de ter anunciado ontem nova &#8220;flexibiliza\u00e7\u00e3o&#8221; da meta fiscal para 2013 e 2014, e de fazer previs\u00f5es menores para o crescimento da economia, o governo trabalha com queda significativa da d\u00edvida p\u00fablica l\u00edquida como propor\u00e7\u00e3o do Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; principal crit\u00e9rio para avaliar a sustentabilidade das contas p\u00fablicas. De acordo com dados divulgados pelos secret\u00e1rios do Tesouro Nacional, Arno Augustin, e de Or\u00e7amento Federal, C\u00e9lia Corr\u00eaa, a d\u00edvida l\u00edquida terminar\u00e1 este ano em 33,4% do PIB, em 30,9% do PIB ao fim de 2014 e em 28,4% em 2015. Em 2012, a d\u00edvida ficou em 35,2% do PIB.<\/p>\n<p>Pela primeira vez, o governo reduziu, no in\u00edcio do ano, a previs\u00e3o de crescimento da economia que serve de base para a defini\u00e7\u00e3o de sua execu\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria e financeira. Normalmente, isso s\u00f3 \u00e9 feito em meados do ano. O Or\u00e7amento de 2013 foi elaborado com a proje\u00e7\u00e3o de expans\u00e3o econ\u00f4mica de 4,5%. Ontem, ao divulgar o projeto de lei de diretrizes (LDO), o governo informou que trabalha com crescimento real do PIB de 3,5% em 2013. Essa estimativa ainda est\u00e1 acima daquela com a qual o Banco Central e o mercado trabalham, em torno de 3%. Para 2014, antes o governo projetava alta de 6% no PIB (na LDO de 2013), estimativa ontem reduzida para 4,5%.<\/p>\n<p>O principal efeito da redu\u00e7\u00e3o da estimativa de crescimento da economia \u00e9 uma diminui\u00e7\u00e3o na proje\u00e7\u00e3o da receita da Uni\u00e3o para 2013, que constar\u00e1 do decreto de programa\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria e financeira, a ser editado, provavelmente at\u00e9 sexta-feira, pela presidente Dilma Rousseff. Quanto menor for o crescimento, menos receita ter\u00e1 o Tesouro.<\/p>\n<p>Essa vari\u00e1vel de baixo crescimento pode explicar a &#8220;flexibiliza\u00e7\u00e3o&#8221; da meta fiscal anunciada por Augustin e por C\u00e9lia. A partir de agora, o governo federal n\u00e3o compensar\u00e1 mais a frustra\u00e7\u00e3o da meta fiscal de Estados e munic\u00edpios. Assim, o esfor\u00e7o fiscal do governo central (Tesouro, Previd\u00eancia e Banco Central) ser\u00e1 menor.<\/p>\n<p>Para 2014, o projeto de LDO amplia para R$ 67 bilh\u00f5es o desconto que poder\u00e1 ser feito na meta fiscal do governo central (Tesouro, Previd\u00eancia e BC), por conta de investimentos priorit\u00e1rios e das desonera\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias. Com isso, o super\u00e1vit do governo central projetado na LDO em R$ 116,1 bilh\u00f5es, o equivalente a 2,15% do PIB, poder\u00e1 cair para apenas R$ 49,1 bilh\u00f5es, o equivalente a 0,9% do PIB.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel projetar o resultado fiscal de Estados e munic\u00edpios, que at\u00e9 agora estava estimado em 0,95% do PIB. Embora ele ainda conste do projeto de LDO, Augustin explicou que se o governo avaliar, diante dos dados macroecon\u00f4micos dispon\u00edveis, que \u00e9 importante para o pa\u00eds estimular os governos estaduais a realizar mais investimentos, isso ser\u00e1 feito. Dessa forma, o resultado fiscal de Estados e munic\u00edpios depender\u00e1 da intensidade desses est\u00edmulos, que s\u00e3o representados por autoriza\u00e7\u00f5es, dadas pelo Minist\u00e9rio da Fazenda, de contrata\u00e7\u00e3o de novas d\u00edvidas.<\/p>\n<p>No ano passado, os Estados e munic\u00edpios fizeram 0,49% do PIB de super\u00e1vit prim\u00e1rio, o pior resultado desde 1999, segundo o Banco Central. As proje\u00e7\u00f5es mais otimistas do mercado apontam para um super\u00e1vit de 0,6% neste ano. Se isso vier a ocorrer, o resultado prim\u00e1rio de todo o setor poder\u00e1 ficar em at\u00e9 1,5% do PIB (0,9% do governo central mais 0,6% dos Estados e munic\u00edpios).<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio do Tesouro defendeu a decis\u00e3o de desobrigar o governo federal de compensar a frustra\u00e7\u00e3o do resultado fiscal de Estados e munic\u00edpios com o argumento, exposto durante entrevista convocada para divulgar o projeto de LDO de 2014, de que a medida mant\u00e9m coer\u00eancia com a pol\u00edtica fiscal antic\u00edclica executada pelo governo. Na avalia\u00e7\u00e3o dele, n\u00e3o faz sentido o governo autorizar a contrata\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimos por parte dos Estados para realizar investimentos e, ao mesmo tempo, compensar a frustra\u00e7\u00e3o fiscal desses entes da federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mesmo defendendo a medida, Augustin foi contra a mudan\u00e7a da meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio do setor p\u00fablico, ainda mantida em 3,1% do PIB na LDO. Os jornalistas perguntaram a ele se, em vez de ampliar os descontos do super\u00e1vit prim\u00e1rio, n\u00e3o seria mais transparente o governo assumir a diminui\u00e7\u00e3o da meta fiscal, explicando os motivos para a sociedade. &#8220;N\u00e3o acho que seria bom reduzir a meta&#8221;, disse o secret\u00e1rio. &#8220;Achamos que a meta (de 3,1% do PIB) deve ser mantida e, por uma quest\u00e3o de transpar\u00eancia, deixaremos claras as raz\u00f5es pelas quais ela poder\u00e1 ser reduzida&#8221;, afirmou. &#8220;N\u00e3o achamos que ela deva ser reduzida para acomodar eleva\u00e7\u00f5es de gastos de custeio&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>O projeto de LDO encaminhado ontem ao Congresso prev\u00ea um valor para o sal\u00e1rio m\u00ednimo de R$ 719,48 a partir de 1\u00ba de janeiro de 2014, projetado de acordo com a regra de corre\u00e7\u00e3o pelo INPC deste ano mais o aumento real do PIB de dois anos anteriores. Mas esse valor ainda ser\u00e1 revisto, pois tudo depender\u00e1 da infla\u00e7\u00e3o de 2013. A \u00e1rea econ\u00f4mica tamb\u00e9m projeta um crescimento de 12,34% da massa salarial nominal em 2014, ante uma expans\u00e3o de 11,64% neste ano.<\/p>\n<p>Para este ano, a grade de par\u00e2metros da LDO, elaborada pela Secretaria de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica (SPE) do Minist\u00e9rio da Fazenda, prev\u00ea que o IPCA ficar\u00e1 em 5,2% neste ano, bem abaixo da estimativa de mercado de 5,68%, segundo o relat\u00f3rio Focus, divulgado pelo Banco Central. O projeto de LDO tamb\u00e9m foi elaborado com a estimativa de que a taxa Selic ficar\u00e1 em 7,25% neste e no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CNI reduz proje\u00e7\u00e3o de crescimento da ind\u00fastria para 4%<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), Robson Andrade, disse ontem que os investimentos da ind\u00fastria devem crescer 4% este ano na compara\u00e7\u00e3o com 2012. Sem citar os valores absolutos dos investimentos, Andrade disse que, antes, a expectativa da CNI era de que os investimentos do setor pudessem crescer 7%. Ele fez a previs\u00e3o ap\u00f3s proferir a palestra &#8220;Economia, Crescimento e Infraestrutura do Brasil na Vis\u00e3o da Ind\u00fastria&#8221;, em evento realizado pela C\u00e2mara Oficial Espanhola de Com\u00e9rcio no Brasil.<\/p>\n<p>Para o produto interno bruto (PIB), o presidente da CNI prev\u00ea uma expans\u00e3o de cerca de 3% em 2013. &#8220;O governo fala em n\u00fameros maiores que esses, mas n\u00e3o vemos consist\u00eancia para um crescimento maior&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Andrade tamb\u00e9m discordou da afirma\u00e7\u00e3o feita pelo assessor da presid\u00eancia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), David Kupfer, de que o Brasil precisa pensar em fazer &#8220;nascer urna ind\u00fastria nova, e n\u00e3o despertar a que est\u00e1 hibernando, al\u00e9m de abrir espa\u00e7o para o processo de mudan\u00e7a estrutural, que est\u00e1 travado&#8221;. Kupfer fez tal afirma\u00e7\u00e3o na sexta-feira, durante palestra realizada no semin\u00e1rio &#8220;Rumos da Economia &#8211; Nosso Modelo de Crescimento&#8221;, organizado pela Brasileiros Editora.<\/p>\n<p>&#8220;Isso n\u00e3o \u00e9 verdade&#8221;, disse Andrade, citando as inova\u00e7\u00f5es nas ind\u00fastrias automotiva, petroqu\u00edmica e eletroeletr\u00f4nica, &#8220;As ind\u00fastrias automotiva, petroqu\u00edmica e eletroeletr\u00f4nica evolu\u00edram muito nos \u00faltimos anos&#8221; Ele lembrou que, h\u00e1 tr\u00eas anos, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras eram superavit\u00e1rias. &#8220;N\u00e3o temos tido competitividade porque, com o nosso c\u00e2mbio, n\u00e3o temos como concorrer com a China. A nossa ind\u00fastria da moda compete de igual para igual com o mundo inteiro&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Para ele, dar competitividade para a ind\u00fastria n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil, porque tem de investir em \u00e1reas como as de infraestrutura e qualifica\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra, por exemplo. &#8220;O mercado interno brasileiro tem crescido bem, mas \u00e9 um mercado que tem sido suprido pelas importa\u00e7\u00f5es, especialmente da \u00c1sia&#8221;, queixou-se o presidente da CNI. Para Andrade, n\u00e3o adianta ter condi\u00e7\u00f5es boas de cr\u00e9dito pelo BNDES, com uma deprecia\u00e7\u00e3o acelerada. &#8220;Tudo isso \u00e9 bom, mas ningu\u00e9m investe s\u00f3 porque tem boas condi\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito. O mercado brasileiro tem muito o que crescer, como nos setores de telecomunica\u00e7\u00f5es e energia, mas \u00e9 um mercado do qual a ind\u00fastria brasileira n\u00e3o est\u00e1 participando&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Desembolso no 1\u00ba trimestre do BNDES \u00e9 recorde<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) liberou R$ 37,173 bilh\u00f5es em empr\u00e9stimos no primeiro trimestre de 2013,52% acima do valor nominal dos tr\u00eas primeiros meses de 2012 e o maior desempenho j\u00e1 registrado num in\u00edcio de ano pela institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do banco, o resultado aponta para uma&#8221;recupera\u00e7\u00e3o expressiva&#8221; dos investimentos. Outros economistas, no entanto, dosam o otimismo, dizendo que a economia est\u00e1 ainda longe de ver um &#8220;boom&#8221; nos investimentos. &#8220;O primeiro trimestre para a economia brasileira foi bastante bom, aponta para uma recupera\u00e7\u00e3o no setor industrial, aponta fortemente para recupera\u00e7\u00e3o do investimento&#8221;, avaliou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, em entrevista coletiva na sede do banco, no Rio.<\/p>\n<p>Nem uma eventual eleva\u00e7\u00e3o da taxa b\u00e1sica de juros &#8211; a Selic, hoje em 7,25% &#8211; para conter a infla\u00e7\u00e3o, em decis\u00e3o a ser divulgada amanh\u00e3 pelo Banco Central (BC), assusta Coutinho, que afirmou ter confian\u00e7a no BC.<\/p>\n<p>Segundo Coutinho, a recupera\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria redundar\u00e1 em alta do investimento industrial. A libera\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimos para a ind\u00fastria acelerou ainda mais no primeiro trimestre: os R$ 13,492 bilh\u00f5es s\u00e3o 109% maiores, em termos nominais (sem contar a infla\u00e7\u00e3o), do que o liberado no in\u00edcio de 2012.<\/p>\n<p>O presidente do BNDES destacou que estudos do banco apontam para um potencial de cresci- mento anual de 5% na Forma\u00e7\u00e3o Bruta de Capital Fixo (FBCF, que indica a medida dos investimentos na economia) nos pr\u00f3ximos anos e que o governo trabalha para acelerar esse ritmo.<\/p>\n<p>Caminh\u00f5es e \u00f4nibus<\/p>\n<p>Alessandra Ribeiro, economista da Tend\u00eancias Consultoria, concorda com a an\u00e1lise do impulso dado pelo investimento industrial,, mas destaca que o primeiro trimestre foi marcado por um fator &#8220;muito pontual&#8221;: a recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es e \u00f4nibus, ap\u00f3s um tombo no in\u00edcio de 2012, \u00a0 \u00a0provocado pela exig\u00eancia do governo por motores menos poluentes (e mais caros).<\/p>\n<p>&#8220;O crescimento no in\u00edcio do ano n\u00e3o deixa de ser motivo para comemorar. Mas n\u00e3o d\u00e1 para achar que vamos ter um &#8220;boom&#8221; de investimentos&#8221;, disse Alessandra. A economista projeta alta de 1,1% na FBCF no primeiro trimestre ante o quarto de 2012, mas, para o ano, o avan\u00e7o dever\u00e1 ser de 3,8% &#8211; abaixo, portanto, dos 5% previstos pelo BNDES.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da recupera\u00e7\u00e3o do investimento industrial, a Tend\u00eancias aposta em mais recursos para a infraestrutura, por causa da Copa do Mundo. No primeiro trimestre, o BNDES apontou queda nominal de 7% nos desembolsos para a infraestrutura, com R$ 9,264 bilh\u00f5es, mas o banco n\u00e3o v\u00ea o movimento como uma tend\u00eancia. Para Coutinho, a tend\u00eancia dos primeiros meses se mant\u00e9m no resto do ano: &#8220;A sustenta\u00e7\u00e3o de aprova\u00e7\u00f5es num patamar elevado sugere que a reativa\u00e7\u00e3o dos investimentos vai prosseguir&#8221;. Os projetos aprovados no primeiro trimestre somaram R$ 40,705 bilh\u00f5es, alta nominal de 51% frente a igual per\u00edodo de 2012. Nesse quadro, o BNDES liberaria neste ano mais do que os R$ 156 bilh\u00f5es de 2012.<\/p>\n<p>Mais otimista que Alessandra Ribeiro, da Tend\u00eancias, o economista-chefe do banco ABC Brasil, Lu\u00eds Ot\u00e1vio Leal, projeta alta de 4% a 5% dos investimentos em 2013. &#8220;N\u00e3o tem motivo nenhum para a FBCF n\u00e3o vir boa no primeiro trimestre.&#8221; Para ; Leal, este ano ser\u00e1 um divisor de \u00e1guas. &#8220;Vamos ver ao longo do ano o que \u00e9 c\u00edclico e o que \u00e9 estrutural no problema de crescimento do Pa\u00eds&#8221;, completou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" O Estado de S. Paulo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4645\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4645","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1cV","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4645","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4645"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4645\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4645"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4645"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4645"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}