{"id":468,"date":"2010-05-17T00:19:29","date_gmt":"2010-05-17T00:19:29","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=468"},"modified":"2010-05-17T00:19:29","modified_gmt":"2010-05-17T00:19:29","slug":"15-de-maio-um-dia-importante-para-os-palestinos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/468","title":{"rendered":"15 DE MAIO &#8211; UM DIA IMPORTANTE PARA OS PALESTINOS"},"content":{"rendered":"\n<p>H\u00e1 sessenta e dois anos, o 15 de maio \u00e9 um dia importante para os palestinos, denominado por eles dia do Nakba, ou seja, \u201cdia da cat\u00e1strofe\u201d, em que os l\u00edderes sionistas nesse dia, em 1948, formaram o Estado de Israel em terra palestina, sem o povo palestino, massacrando e expulsando-os de suas pr\u00f3prias terras. Durante a Nakba, cerca de hum milh\u00e3o de palestinos foram brutalmente expulsos de suas terras, aldeias, com massacres de civis, violados, torturados e mortos e a outra que foi espalhada em v\u00e1rios cantos do mundo enfrentando todos os tipos de sofrimento.<\/p>\n<p>Para que o povo n\u00e3o regressasse as suas aldeias, as casas, as oliveiras e laranjeiras foram destru\u00eddas. Quando a Nakba terminou, tinha havido 31 massacres documentados e cerca de mais de 500 aldeias e 11 bairros urbanos foram esvaziados dos seus habitantes. Nomes \u00e1rabes das aldeias e ruas foram <em>hebreizados.<\/em> Mesquitas e igrejas crist\u00e3s antigas foram destru\u00eddas. Parques tem\u00e1ticos, florestas de pinheiros (\u00e1rvores n\u00e3o nativas da regi\u00e3o) e <em>colonatos<\/em> israelitas foram estabelecidos sobre as antigas aldeias palestinas. A id\u00e9ia era eliminar vest\u00edgios f\u00edsicos e culturais, de que a terra tinha pertencido aos palestinos, ou seja, desde o in\u00edcio, o sionismo tinha planejado expulsar permanentemente o povo palestino da suas terras.<\/p>\n<p>N\u00e3o se pode negar o Holocausto. N\u00e3o se pode tamb\u00e9m negar o Nakba, um ato de limpeza \u00e9tnica, considerado pelo direito internacional como crime contra a humanidade.<\/p>\n<p>No livro <em>A Limpeza \u00c9tnica da Palestina<\/em> (One World Publisher, Oxford, 2006) o historiador e conferencista decano israelita Ilan Pappe da Universidade de Haifa, mostra como o massacre e\/ou expuls\u00e3o for\u00e7ada dos arm\u00e9nios na Turquia, dos tutsis em Ruanda e dos croatas e b\u00f3snios na antiga Iugosl\u00e1via guarda semelhan\u00e7as com o que os sionistas fizeram aos palestinos, no dia 15 de maio de 1948, e, ainda o est\u00e3o a fazer hoje, como demonstra o massacre \u00e0 Gaza e o cerco aos palestinos.<\/p>\n<p>A Palestina fazia parte do Imp\u00e9rio Otomano. Em 1917, com o fim da I Guerra Mundial e a derrota dos otomanos, o ex\u00e9rcito brit\u00e2nico passa a control\u00e1-la e a Liga das Na\u00e7\u00f5es legaliza a ocupa\u00e7\u00e3o. Depois, em 1937, adv\u00e9m a Declara\u00e7\u00e3o de Balfour, com os brit\u00e2nicos prometendo um \u201cterrit\u00f3rio nacional\u201d aos judeus em terras palestinas, apesar de, segundo a maioria dos registros, os judeus constitu\u00edrem, ent\u00e3o, apenas em cerca de 8% da popula\u00e7\u00e3o. A percentagem de terra prometida aos judeus era muito menor do que aquela que a ONU lhes daria em 1948.<\/p>\n<p>Em 1938, come\u00e7aram importantes combates entre judeus e palestinos. Em 1947, a Gr\u00e3-Bretanha comprometeu-se com a retirada da Palestina. Logo ap\u00f3s a segunda guerra mundial o capital partilha o mundo. Em novembro, a ONU formulou o plano de divis\u00e3o da Palestina em dois estados. Em Dezembro de 1947, os sionistas iniciaram as expuls\u00f5es em massa de palestinos. Quando os brit\u00e2nicos se retiraram em Maio de 1948, os sionistas declararam a independ\u00eancia.<\/p>\n<p>Os ide\u00f3logos, a partir da tese do movimento sionista, (in\u00edcio de 1800) entendem que havia \u201cestrangeiros\u201d a viver na sua terra b\u00edblica, e, por estrangeiros eles queriam dizer todos os que n\u00e3o fossem judeus, embora a maioria dos judeus da Palestina tivesse partido a seguir ao per\u00edodo romano, segundo historiadores. E, mesmo hoje em dia, h\u00e1 uma clara pol\u00edtica de transfer\u00eancia dos palestinos, inclusive contra a minoria palestina dentro de Israel, na Cisjord\u00e2nia (por exemplo, a luta dos bedu\u00ednos de UMM Al Khavrm, pequena aldeia a sudeste de Hebron) .Ocupam Gaza.<\/p>\n<p>Hoje se sabe que houve um projeto estrat\u00e9gico liderado por Ben-Gurion, <em>mapeando<\/em> toda a Palestina. Mapeando para a for\u00e7ada desocupa\u00e7\u00e3o. Havia uma preocupa\u00e7\u00e3o com o \u201cequil\u00edbrio demogr\u00e1fico\u201d entre judeus e \u00e1rabes na Palestina. Era preocupante uma maioria palestiniana em uma zona, da\u00ed se promovia <em>ocupa\u00e7\u00f5es<\/em> judias. Os judeus, que vinham a Palestina preferiam viver nas zonas mais urbanas que eram habitadas em igual n\u00famero por judeus e palestinos, enquanto as zonas rurais eram, na maioria, habitadas e cultivadas por palestinos. Os sionistas perceberam que a imigra\u00e7\u00e3o n\u00e3o iria contrabalan\u00e7ar a maioria palestiniana , da\u00ed, o uso da for\u00e7a para terem uma Palestina judia e nesse sentido a id\u00e9ia da expuls\u00e3o dos palestinos de suas terras.<\/p>\n<p>Com a sa\u00edda dos brit\u00e2nicos em 1947, a ONU que a administra, aceita as reivindica\u00e7\u00f5es sionistas sobre a Palestina, determinando a sua parti\u00e7\u00e3o. Mas, ap\u00f3s consider\u00e1veis negocia\u00e7\u00f5es, a Resolu\u00e7\u00e3o 181 da ONU sobre a Parti\u00e7\u00e3o, de Novembro de 1947, destinou aos sionistas 56% da Palestina. Na verdade, uma parti\u00e7\u00e3o se levasse em conta a popula\u00e7\u00e3o relativa teria destinado menos de 10% da terra para um estado judeu.<\/p>\n<p>Embora Jerusal\u00e9m, em fun\u00e7\u00e3o do seu significado religioso para o Juda\u00edsmo, o Cristianismo e o Isl\u00e3o, tenha sido mantida uma cidade internacional, muitas das terras mais f\u00e9rteis foram inclu\u00eddas no lado sionista. O governo israelense n\u00e3o cumpria a Resolu\u00e7\u00e3o 181 e implementava uma pol\u00edtica de for\u00e7a contra o povo palestino. Os l\u00edderes \u00e1rabes, evidentemente, se opuseram \u00e0 parti\u00e7\u00e3o da Palestina e boicotaram as negocia\u00e7\u00f5es da ONU, na compreens\u00e3o de que a parti\u00e7\u00e3o era injusta e ilegal.<\/p>\n<p>Atualmente, como resultado da Nakba, s\u00e3o milh\u00f5es de palestinos dispersos por todo o mundo, al\u00e9m dos 1,4 milh\u00f5es sob ocupa\u00e7\u00e3o do ex\u00e9rcito israelita na Cisjord\u00e2nia e 1,3 milh\u00f5es em Gaza, uma faixa do deserto, antes escassamente povoada, e agora cheia de campos lotados e cidades de refugiados. Cerca de 1,5 milh\u00f5es de palestinos continuam a morar na pr\u00f3pria Israel como cidad\u00e3os de segunda classe. A popula\u00e7\u00e3o judia de Israel ronda cerca de 5,5 milh\u00f5es. O estado sionista inclui agora cerca de 78% da Palestina hist\u00f3rica, sem contar com o ainda crescente n\u00famero de <em>colonatos<\/em> israelitas na Cisjord\u00e2nia.<\/p>\n<p>O ataque \u00e0 Gaza representa a continuidade de uma pol\u00edtica deliberada de massacre ao povo palestino : Kfar Qassim em Outubro de 1956, com o massacre pelas tropas israelitas de 49 alde\u00f5es ; Qibya nos anos 50, Samoa nos anos 60, as aldeias da Galil\u00e9ia em 1976, os campos de refugiados de Sabra e Shatila no L\u00edbano em 1982, Kfar Qana em 1999, Wadi Ara em 2000 e o campo de refugiados de Jenin em 2002 e o recente ataque \u00e0 Gaza.<\/p>\n<p>\u00c9 de se destacar opapel central que Israel passou a desempenhar como basti\u00e3o dos interesses imperiais norte-americanos no M\u00e9dio Oriente. Israel recebe grande apoio financeiro dos EEUU, juntamente com o financiamento privado, de grandes empresas transnacionais, grandes negocia\u00e7\u00f5es com armas, tudo oficialmente encorajado pelo governo americano.<\/p>\n<p>Nossa consci\u00eancia da import\u00e2ncia da solidariedade internacionalista nos faz lutar , ao lado do povo palestino, por uma Palestina laica livre e soberana, pelo respeito aos direitos humanos e ao inalien\u00e1vel direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o do povo palestino sobre seus territ\u00f3rios, da\u00ed a luta pela retirada dos assentamentos judaicos na Cisjord\u00e2nia\/Jerusal\u00e9m, levar os criminosos de guerra ao Tribunal Penal Internacional de Haia, a garantia aos refugiados (atualmente 65% da totalidade do povo palestino) de retorno \u00e0s terras das quais foram expulsos (dando-se cumprimento \u00e0 Resolu\u00e7\u00e3o 194 da ONU)<\/p>\n<p><strong>*Do Comit\u00ea da FRENTE PALESTINA LIVRE e componente<\/strong> Do CC DO PCB- PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr size=\"1\" \/>\n<table border=\"0\" width=\"200\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"font-size:10px;text-align: left;\" width=\"170\" bgcolor=\"#f1f1f1\"><img decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/al_nakba.jpg\" border=\"0\" alt=\"imagem\" width=\"170\" align=\"left\" \/><em>Cr\u00e9dito: <a href=\"http:\/\/somostodospalestinos.blogspot.com\" target=\"_blank\">Somos Todos Palestinos<\/a><\/em><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>NAKBA, 62 anos de resist\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Um dos dias mais tristes da hist\u00f3ria do povo palestino \u00e9 o 15 de maio, dia da Al-Nakba, ou seja, a cat\u00e1strofe, a trag\u00e9dia. A partir de 15 de maio de 1948 a usurpa\u00e7\u00e3o das terras palestinas, que j\u00e1 vinha sendo feita sob o mandato da Inglaterra na regi\u00e3o e pelo terrorismo sionista, foi intensificada, com a expuls\u00e3o e o massacre de sua popula\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o militar de 80% do territ\u00f3rio. Nesse dia estabeleceu-se o verdadeiro inferno para o povo palestino, que passou a viver de forma cotidiana todo tipo de opress\u00e3o, crimes de guerra, torturas e viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos.<\/p>\n<p>A perman\u00eancia dos \u00e1rabes na Palestina j\u00e1 vinha sendo amea\u00e7ada. Um ano antes, a 10 de abril de 1947, em Der Yasin, uma pequena aldeia perto de Jerusal\u00e9m, tropas sionistas massacraram e degolaram camponeses, passearam com os corpos torturados e nus numa camioneta, difundindo o p\u00e2nico na popula\u00e7\u00e3o para obrig\u00e1-la a deixar suas casas. Passados 62 anos, Israel se armou como nenhum outro estado: possui pelo menos 400 bombas at\u00f4micas, o que, proporcionalmente \u00e0 sua popula\u00e7\u00e3o, a caracteriza como a na\u00e7\u00e3o mais armada do mundo.<\/p>\n<p>Fora os palestinos desterrados em sua pr\u00f3pria terra, existem 7 milh\u00f5es de refugiados impedidos de voltar \u00e0s suas casas, a maioria em campos de refugiados. Hoje o sionismo ocupa e controla 95% das terras palestinas, onde constr\u00f3em, em parceria com os EUA, um Estado Colonial Racista, sob um regime fascista, onde para se ter direitos pol\u00edticos ou sociais garantidos \u00e9 necess\u00e1rio aceitar o car\u00e1ter judaico do estado.<\/p>\n<p>A pequena cidade de Gaza, ap\u00f3s o terr\u00edvel bombardeio a que foi submetida durante 22 dias, sofre mortalmente com o bloqueio imposto por Israel. Seus habitantes feridos e afetados pelas bombas de newtron empobrecidos, fabricadas com os dejetos da usina nuclear de Israel, s\u00e3o carentes do b\u00e1sico: \u00e1gua, comida, rem\u00e9dios, combust\u00edvel, energia, etc. Israel transformou Gaza num campo de concentra\u00e7\u00e3o nazista. Na Cisjord\u00e2nia, o estado sionista segue sua pol\u00edtica de limpeza \u00e9tnica, destruindo casas palestinas que d\u00e3o lugar \u00e0s col\u00f4nias para os judeus europeus, que n\u00e3o param de chegar para usurpar as terras palestinas.<\/p>\n<p>No dia 7 de abril , os prisioneiros palestinos entre eles crian\u00e7as e mulheres iniciaram uma greve de fome para chamar aten\u00e7\u00e3o do mundo \u00e0s condi\u00e7\u00f5es degradantes, \u00e0s humilha\u00e7\u00f5es e torturas que passam nos c\u00e1rceres malditos de Israel. Seus crimes: defender sua terra!<\/p>\n<p>Os Estados Unidos, sede ideol\u00f3gica e financeira do sionismo internacional, desejam o dom\u00ednio completo das reservas de petr\u00f3leo da regi\u00e3o. Com as mesmas pr\u00e1ticas nazistas da humilha\u00e7\u00e3o e da tortura, mant\u00eam presos na base militar de Guant\u00e2namo (tomada de Cuba) lutadores \u00e1rabes de v\u00e1rios pa\u00edses como Afeganist\u00e3o e Iraque.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse ponto que a solidariedade internacionalista assume seu papel na trincheira de luta: somos a voz ampliada dos palestinos na den\u00fancia do car\u00e1ter fascista de Israel e na den\u00fancia da dram\u00e1tica situa\u00e7\u00e3o de vida do povo palestino, que ainda assim, d\u00e1 ao mundo um dos mais belos exemplo de luta e resist\u00eancia de um povo oprimido.<\/p>\n<p>Em Defesa do Estado \u00danico, livre Laico e Democr\u00e1tico para todos ! <\/p>\n<p> Palestina Livre , Laica e Democr\u00e1tica Viva a Intifada!!! Viva a resist\u00eancia do povo iraquiano! Fora ianques de Guant\u00e2namo!!!<\/p>\n<p>Comit\u00ea de Solidariedade ao Povo Palestino-RJ<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: PCB\n\n\n\n\nMERCEDES LIMA*\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/468\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[78],"tags":[],"class_list":["post-468","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c91-solidariedade-a-palestina"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-7y","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/468","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=468"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/468\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=468"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=468"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=468"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}