{"id":4746,"date":"2013-05-03T16:33:51","date_gmt":"2013-05-03T16:33:51","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4746"},"modified":"2013-05-03T16:33:51","modified_gmt":"2013-05-03T16:33:51","slug":"os-perigos-da-guerra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4746","title":{"rendered":"Os perigos da guerra"},"content":{"rendered":"\n<p>Jack A. Smith<\/p>\n<p>Desde a assinatura do armist\u00edcio de Julho de 1953 que os EUA se recusam a negociar um tratado de paz para a Coreia. Entre 1950 e 1953 s\u00e3o respons\u00e1veis pela morte de milh\u00f5es de coreanos. Mant\u00eam a ocupa\u00e7\u00e3o do sul da pen\u00ednsula, promovem sistematicamente uma situa\u00e7\u00e3o de amea\u00e7a, tens\u00e3o, confronto e agress\u00e3o. A actual escalada de tens\u00e3o \u00e9 mais uma triste marca no historial de Barack Obama, \u201cnobel da paz\u201d.<\/p>\n<p>O que \u00e9 que est\u00e1 ocorrendo entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte que gera esta semana t\u00edtulos como \u201cAumenta a tens\u00e3o na Coreia\u201d e \u201cCoreia do Norte amea\u00e7a os Estados Unidos\u201d?<\/p>\n<p>The New York Times informava em 30 de Mar\u00e7o:<\/p>\n<p>\u201cO jovem dirigente de Coreia do Norte, Kim Jung-un, ordenou esta semana aos seus subordinados que se preparassem para um ataque com m\u00edsseis contra os Estados Unidos. Apresentou-se num posto de comando frente a um mapa pendurado na parede com o atrevido e improv\u00e1vel t\u00edtulo de \u201cPlanos para atacar o territ\u00f3rio dos Estados Unidos\u201d. Uns dias antes os seus generais tinham-se gabado de ter desenvolvido uma ogiva nuclear \u201cestilo coreano\u201d que podia ser transportada num m\u00edssil de longo alcance\u201d.<\/p>\n<p>Os Estados Unidos sabe bem que as declara\u00e7\u00f5es da Coreia do Norte n\u00e3o est\u00e3o apoiadas num poder militar suficiente para implementar as suas amea\u00e7as ret\u00f3ricas, mas a tens\u00e3o parece de qualquer modo estar aumentando. \u00bfO que est\u00e1 ocorrendo? Tenho de retroceder um pouco no tempo para explicar a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde o final da Guerra da Coreia, h\u00e1 60 anos, o governo da Rep\u00fablica Popular Democr\u00e1tica da Coreia do Norte (RPDCN ou Coreia do Norte) tem repetidas vezes apresentado praticamente as mesmas quatro propostas aos Estados Unidos. Estas s\u00e3o:<\/p>\n<p>1. Um tratado de paz para p\u00f4r fim \u00e0 Guerra da Coreia.<\/p>\n<p>2. A reunifica\u00e7\u00e3o da Coreia, \u201ctemporariamente\u201d dividida em Norte e Sul desde 1945.<\/p>\n<p>3. O fim da ocupa\u00e7\u00e3o estado-unidense da Coreia do Sul e a suspens\u00e3o das manobras de combate anuais de um m\u00eas de dura\u00e7\u00e3o entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul.<\/p>\n<p>4. Negocia\u00e7\u00f5es bilaterais entre Washington e Pyongyang para acabar com as tens\u00f5es na Pen\u00ednsula da Coreia.<\/p>\n<p>Os Estados Unidos e o seu protectorado sul-coreano t\u00eam recha\u00e7ado ao longo dos anos cada uma destas propostas. Em consequ\u00eancia disso a pen\u00ednsula tem sido extremadamente inst\u00e1vel desde a d\u00e9cada de 1950. Agora chegou-se a um ponto em que Washington utilizou as suas manobras de guerra anuais, que come\u00e7aram em princ\u00edpios de Mar\u00e7o, para organizar um simulacro de ataque nuclear contra a Coreia do Norte sobrevoando a regi\u00e3o no dia 28 de Mar\u00e7o com dois bombardeiros B-2 Stealth dotados de capacidade nuclear. Tr\u00eas dias depois a Casa Branca enviou para a Coreia do Sul avi\u00f5es de combate n\u00e3o detect\u00e1veis F-22 Raptor, com o que a tens\u00e3o aumentou ainda mais.<\/p>\n<p>Vejamos que h\u00e1 por detr\u00e1s destas quatro propostas:<\/p>\n<p>1. Os Estados Unidos negam-se a assinar um tratado de paz para p\u00f4r fim \u00e0 Guerra da Coreia. Acederam apenas a um armist\u00edcio, que \u00e9 uma suspens\u00e3o temporal do combate por consentimento mutuo. Supunha-se que o armist\u00edcio assinado em 27 de Julho de 1953 se ia transformar num tratado de paz quando \u201cfosse alcan\u00e7ado um acordo pac\u00edfico final\u201d. A falta de um tratado significa que a guerra pode ser reatada a qualquer momento. A Coreia do Norte n\u00e3o quer uma guerra com os Estados Unidos, o Estado com maior poder militar da historia. Quer um tratado de paz.<\/p>\n<p>2. As duas Coreias existem em consequ\u00eancia de um acordo entre a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica (que faz fronteira com a Coreia e durante a Segunda Guerra Mundial ajudou a libertar do Jap\u00e3o a parte norte do pa\u00eds) e os Estados Unidos, que ocuparam a metade sul. Embora o socialismo prevalecesse no norte e o capitalismo no sul, a divis\u00e3o n\u00e3o ia ser permanente. As duas grandes pot\u00eancias iam retirar-se ao cabo de um par de anos e permitir que o pa\u00eds se reunificasse. A R\u00fassia f\u00ea-lo; os Estados Unidos, n\u00e3o. Chegou ent\u00e3o em 1950 a devastadora guerra de tr\u00eas anos. Desde essa data a Coreia do Norte tem apresentado varias propostas diferentes para acabar com a separa\u00e7\u00e3o que dura desde 1945. Creio que a m\u00e1s recente \u00e9 \u201cum pa\u00eds, dois sistemas\u201d. Isso significa que ainda que se unam ambas as partes, o sul continua sendo capitalista e o norte socialista. Ser\u00e1 dif\u00edcil, mas n\u00e3o imposs\u00edvel. Washington n\u00e3o o quer. Trata de alcan\u00e7ar toda a pen\u00ednsula para levar o seu guarda-chuva militar directamente at\u00e9 \u00e0 fronteira com a China e tamb\u00e9m com a R\u00fassia.<\/p>\n<p>3. Desde o final da guerra Washington tem mantido entre 25.000 e mais de 40.000 soldados na Coreia do Sul. Juntamente com as esquadras, bases de bombardeiros nucleares e instala\u00e7\u00f5es de tropas estado-unidenses muito pr\u00f3ximas da pen\u00ednsula, estes soldados continuam a constituir um relembrar de duas cosas. Uma \u00e9 que \u201cpodemos esmagar o norte\u201d e a outra \u00e9 \u201ca Coreia do Sul pertence-nos\u201d. Pyongyang encara-o desta forma (e muito mais ainda desde que o presidente Obama decidiu \u201cpivotar\u201d na direc\u00e7\u00e3o da Asia). Embora esta viragem contenha aspectos econ\u00f3micos e comerciais, o seu principal prop\u00f3sito \u00e9 aumentar o j\u00e1 consider\u00e1vel poder militar na regi\u00e3o para intensificar a sua amea\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 China e \u00e0 Coreia do Norte.<\/p>\n<p>4. A Guerra da Coreia foi basicamente um conflito entre a Rep\u00fablica Popular Democr\u00e1tica da Coreia do Norte e os Estados Unidos. Quer isto dizer que, ainda que v\u00e1rios pa\u00edses das Na\u00e7\u00f5es Unidas tenham participado na guerra, os Estados Unidos assumiram-na para si, dominaram a luta contra a Coreia do Norte e foram respons\u00e1veis pela morte de milh\u00f5es de coreanos a norte da linha divis\u00f3ria do paralelo 38. \u00c9 completamente l\u00f3gico que Pyongyang procure negociar directamente com Washington para resolver os diferendos e alcan\u00e7ar um acordo pac\u00edfico que conduza a um tratado. Os Estados Unidos t\u00eam-se negado sistematicamente a esse objectivo.<\/p>\n<p>Estes quatro pontos n\u00e3o s\u00e3o novos. Foram colocados na d\u00e9cada de 1950. Na d\u00e9cada de 1970 visitei em tr\u00eas ocasi\u00f5es a Rep\u00fablica Popular Democr\u00e1tica do Coreia do Norte, num total de oito semanas, como jornalista do peri\u00f3dico estado-unidense The Guardian. Uma e outra vez, nas discuss\u00f5es com altos respons\u00e1veis, perguntavam-me pelo tratado de paz, pela retirada das tropas estado-unidenses do Sul e negocia\u00e7\u00f5es directas. Hoje a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 a mesma. Os Estados Unidos n\u00e3o v\u00e3o ceder um mil\u00edmetro.<\/p>\n<p>Por que n\u00e3o? Washington quer livrar-se do regime comunista antes de permitir que a paz prevale\u00e7a na pen\u00ednsula. \u00a1Nada de \u201cum Estado dois sistemas\u201d, c\u2019os diabos! Querem um Estado que prometa lealdade, \u00bfadivinham a quem?<\/p>\n<p>Entretanto, a exist\u00eancia de uma \u201cbelicosa\u201d Coreia do Norte justifica que Washington cerque o norte com um aut\u00eantico anel de potencia de fogo no noroeste do Pac\u00edfico suficientemente pr\u00f3ximo para quase queimar a China, ainda que n\u00e3o totalmente. Uma \u201cperigosa\u201d Rep\u00fablica Popular Democr\u00e1tica da Coreia do Norte tamb\u00e9m \u00e9 \u00fatil para manter o Jap\u00e3o dentro da \u00f3rbita estado-unidense e \u00e9 tamb\u00e9m outra justifica\u00e7\u00e3o para que o antes pac\u00edfico Jap\u00e3o se gabe agora do seu j\u00e1 formid\u00e1vel arsenal.<\/p>\n<p>Relativamente a isto vou a citar um artigo de Christine Hong y Hyun Le publicado a 15 de Fevereiro em Foreign Policy in Focus:<\/p>\n<p>\u201cQualificar a Coreia do Norte como a principal amea\u00e7a para a seguran\u00e7a da regi\u00e3o oculta a natureza falsa da pol\u00edtica do presidente estado-unidense Barack Obama na regi\u00e3o, em concreto a identidade entre o que os seus assessores denominam \u201cpaci\u00eancia estrat\u00e9gica\u201d por um lado e, por outro, a postura militar e a alian\u00e7a com os falc\u00f5es regionais que vem concretizando. \u00c9 fundamental examinar a agressiva pol\u00edtica de Obama relativamente \u00e0 Coreia do Norte e as suas consequ\u00eancias para entender porque \u00e9 que as demonstra\u00e7\u00f5es de poderio militar (da pol\u00edtica por outros meios, nas palavras de Carl von Clausewitz) s\u00e3o as \u00fanicas vias de comunica\u00e7\u00e3o com os Estados Unidos que a Coreia do Norte parece ter nesta conjuntura\u201d.<\/p>\n<p>Tenho aqui uma outra cita\u00e7\u00e3o de Brian Becker, dirigente da coliga\u00e7\u00e3o ANSWER:<\/p>\n<p>\u201cO Pent\u00e1gono e o ex\u00e9rcito da Coreia do Sul nos dias de hoje (e ao longo do ano passado) t\u00eam vindo a organizar massivas manobras de guerra que simulam a invas\u00e3o e bombardeamento da Coreia do Norte. Poucas pessoas nos Estados Unidos conhecem qual \u00e9 a verdadeira situa\u00e7\u00e3o. O trabalho da m\u00e1quina de propaganda de guerra est\u00e1 delineado de forma a garantir que o povo estado-unidense n\u00e3o se una para exigir que acabem as perigosas e amea\u00e7adoras ac\u00e7\u00f5es do Pent\u00e1gono na Pen\u00ednsula da Coreia.<\/p>\n<p>A campanha de propaganda est\u00e1 agora em pleno desenvolvimento enquanto o Pent\u00e1gono sobe a escalada da intensifica\u00e7\u00e3o numa das zonas mais militarizadas do planeta. A Coreia do Norte \u00e9 considerada o provocador e o agressor de cada vez que afirma que tem direito a defender o seu pa\u00eds e capacidade para o fazer. Inclusivamente quando o Pent\u00e1gono simula a destrui\u00e7\u00e3o nuclear de um pa\u00eds que j\u00e1 bombardeou at\u00e9 \u201creduzi-lo \u00e0 Idade da Pedra\u201d, os meios de comunica\u00e7\u00e3o propriedade das corpora\u00e7\u00f5es caracterizam este acto extremadamente provocat\u00f3rio como um sinal de determina\u00e7\u00e3o e uma medida de defesa pr\u00f3pria\u201d.<\/p>\n<p>E uma outra cita\u00e7\u00e3o de Stratfor, o servi\u00e7o de intelig\u00eancia privado que costuma estar bem informado:<\/p>\n<p>\u201cGrande parte do comportamento da Coreia de Norte pode considerar-se ret\u00f3rico embora, entretanto, n\u00e3o esteja claro at\u00e9 onde quer chegar Pyongyang se continuar sem poder for\u00e7ar negocia\u00e7\u00f5es por meio da beliger\u00e2ncia \u201d.<\/p>\n<p>Aqui d\u00e1-se por adquirido o objectivo de iniciar negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A \u201cbelicosidade\u201d de Pyongyang \u00e9 quase completamente verbal (talvez v\u00e1rios decib\u00e9is demasiado alta para nossos ouvidos), mas a Coreia do Norte \u00e9 um pa\u00eds pequeno numas dif\u00edceis circunst\u00e2ncias que bem recordam a extraordin\u00e1ria brutalidade que Washington infligiu ao territ\u00f3rio na d\u00e9cada de 1950. Morreram milh\u00f5es de coreanos. Os bombardeamentos de satura\u00e7\u00e3o estado-unidenses foram criminosos. A Coreia do Norte est\u00e1 decidida a morrer lutando se isto voltar a suceder, mas espera que a sua prepara\u00e7\u00e3o [militar] impe\u00e7a a guerra e conduza a negocia\u00e7\u00f5es e a um tratado.<\/p>\n<p>O seu grande e bem treinado ex\u00e9rcito \u00e9 defensivo. O objectivo dos foguet\u00f5es que est\u00e1 a construir e de falar de armas nucleares \u00e9 fundamentalmente assustar o lobo que tem \u00e0 porta de casa.<\/p>\n<p>A curto prazo, a recente ret\u00f3rica inflamada de Kim Jong-un \u00e9 a resposta directa ao simulacro de guerra de um m\u00eas de dura\u00e7\u00e3o deste ano dos Estados Unidos e Coreia do Sul, que interpreta como um poss\u00edvel prel\u00fadio de outra guerra. A longo prazo o objectivo de Kim \u00e9 criar uma crise suficientemente inquietante para que os Estados Unidos acedam finalmente a umas negocia\u00e7\u00f5es bilaterais, e possivelmente a um tratado de paz e \u00e0 sa\u00edda das tropas estrangeiras. Mais adiante poderia chegar alguma forma de reunifica\u00e7\u00e3o, em negocia\u00e7\u00f5es entre o norte e o sul.<\/p>\n<p>Suspeito que a actual confronta\u00e7\u00e3o se acalmar\u00e1 uma vez que terminem as manobras de guerra. O governo Obama n\u00e3o tem a inten\u00e7\u00e3o de criar as condi\u00e7\u00f5es que levem a um tratado de paz, especialmente agora que a aten\u00e7\u00e3o da Casa Branca parece concentrada no Leste da Asia, de onde se indicia um poss\u00edvel perigo para a sua supremacia geopol\u00edtica.<\/p>\n<p>Jack A. Smith \u00e9 director de Activist Newsletter.<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.globalresearch.ca\/the-dangers-of-war-what-is-behind-the-us-north-korea-conflict\/5329307\" target=\"_blank\">http:\/\/www.globalresearch.ca\/the-dangers-of-war-what-is-behind-the-us-north-korea-conflict\/5329307<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.odiario.info\/?p=2843\" target=\"_blank\">http:\/\/www.odiario.info\/?p=2843<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nO que \u00e9 que h\u00e1 por detr\u00e1s do conflito entre Estados Unidos e Coreia do Norte?\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4746\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-4746","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1ey","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4746","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4746"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4746\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4746"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4746"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4746"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}