{"id":4777,"date":"2013-05-08T14:39:06","date_gmt":"2013-05-08T14:39:06","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4777"},"modified":"2013-05-08T14:39:06","modified_gmt":"2013-05-08T14:39:06","slug":"governos-devem-investir-em-bancos-insolventes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4777","title":{"rendered":"&#8216;Governos devem investir em bancos insolventes&#8217;"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">&#8220;Em crise, investir em bancos insolventes seria a coisa certa a fazer&#8221;, disse Michael Moore, vice-diretor do departamento monet\u00e1rio e de mercado de capitais do FMI, durante semin\u00e1rio promovido pelo BC. Ele completou que, mesmo assim, os Estados Unidos e os pa\u00edses europeus tiveram muito medo em agir dessa forma.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Moore ponderou, por\u00e9m, que se for necess\u00e1rio usar dinheiro p\u00fablico o Estado precisa ser &#8220;feroz&#8221; para proteger seus ativos e o dinheiro dos contribuintes. Ele disse que a experi\u00eancia da crise mostrou que o dinheiro investido pelo Estado acaba sendo insuficiente. &#8220;Vimos v\u00e1rios casos em que o governo forneceu apoio e depois precisou investir mais dinheiro porque o capital fornecido inicialmente n\u00e3o bastou.&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O representante do FMI disse tamb\u00e9m que as institui\u00e7\u00f5es socorridas n\u00e3o podem ficar sobrecarregadas para pagar imediatamente o que foi injetado pelo Estado. Al\u00e9m disso, segundo ele, os custos do socorro n\u00e3o podem ser caros demais, como no caso da Finl\u00e2ndia, onde o impacto do apoio governamental acabou levando \u00e0 descapitaliza\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es pelo custo excessivo do &#8220;empr\u00e9stimo&#8221;. Moore afirmou que houve excesso de otimismo no apoio fornecido pelo governo.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Moore alertou para o fato de que as atividades banc\u00e1rias est\u00e3o ficando nas m\u00e3os de grandes institui\u00e7\u00f5es e citou, inclusive, o caso brasileiro. Depois disse que \u00e9 preciso discutir se n\u00e3o \u00e9 preciso impor limites ao tamanho das empresas e promover desmembramentos. &#8220;Temos que ter as ferramentas necess\u00e1rias para lidar com esse tipo de institui\u00e7\u00e3o de grande porte&#8221;, afirmou.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">______________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Governo vai barrar reforma do ICMS aprovada no Senado<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O Estado de S. Paulo<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Depois que a Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE) do Senado aprovou um texto contendo mudan\u00e7as com as quais o governo n\u00e3o concorda, o secret\u00e1rio executivo do Minist\u00e9rio da Fazenda, Nelson Barbosa, amea\u00e7ou retirar dinheiro do fundo que financiaria as perdas estaduais, e que tem por objetivo acabar com a guerra fiscal. A norma ainda precisa ser votada pelo plen\u00e1rio do Senado.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Em jogo, est\u00e3o cerca de R$ 450 bilh\u00f5es que seriam repassados para os Estados no per\u00edodo de 20 anos. Sem os recursos da Uni\u00e3o para os fundos de Compensa\u00e7\u00e3o de Receita (FCR) e de Desenvolvimento Regional (FDR), a proposta de reforma do ICMS fica, na pr\u00e1tica, inviabilizada.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Ap\u00f3s a vota\u00e7\u00e3o da CAE, Barbosa advertiu que as mudan\u00e7as introduzidas pelos senadores foram &#8220;muito al\u00e9m do acordado&#8221;. &#8220;O Senado \u00e9 soberano para fazer a sua avalia\u00e7\u00e3o, como n\u00f3s tamb\u00e9m somos para colocar os recursos nos dois fundos da reforma. Precisamos reavaliar o impacto dessas modifica\u00e7\u00f5es&#8221;, disse.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Alguns Estados tamb\u00e9m criticaram o texto aprovado. &#8220;Ficou mais complexo, porque continua o sistema de desigualdade de al\u00edquotas&#8221;, disse o secret\u00e1rio de Fazenda do Maranh\u00e3o, Cl\u00e1udio Trinch\u00e3o, coordenador do Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz). &#8220;Se o objetivo \u00e9 racionalizar o ICMS, ele n\u00e3o ser\u00e1 alcan\u00e7ado&#8221;, comentou o\u00a0 secret\u00e1rio de Fazenda do Par\u00e1, Jos\u00e9 Tostes. &#8220;Vai ficar complicado e caro para as empresas e dif\u00edcil de controlar para os Estados&#8221;, afirmou secret\u00e1rio de Fazenda de Minas Gerais, Leonardo Colombini.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O texto aprovado ontem prev\u00ea tr\u00eas n\u00edveis de al\u00edquota do ICMS para as transa\u00e7\u00f5es entre Estados: 4%, 7% e 12%, esta \u00faltima para a Zona Franca de Manaus, nove zonas de livre com\u00e9rcio na regi\u00e3o Norte e o g\u00e1s natural. A al\u00edquota de 7% vale para\u00a0 os Estados do Norte, Nordeste,i Centro-Oeste e o Esp\u00edrito Santo. A inten\u00e7\u00e3o inicial do governo era estabelecer uma \u00fanica al\u00edquota, de 4%, para praticamente todas as opera\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Amea\u00e7a<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A estrat\u00e9gia do governo \u00e9 usar a amea\u00e7a de retirar dinheiro dos fundos para reverter, no plen\u00e1rio do Senado, dois destaques aprovados pelos senadores da CAE que desvirtuam a proposta original da presidente Dilma Rousseff. Segundo Barbosa, o governo n\u00e3o concorda com a amplia\u00e7\u00e3o de 7%<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">para com\u00e9rcio e servi\u00e7os, seto res em que h\u00e1 mais espa\u00e7o paia fraudes, maquiagem e o chamado &#8220;passeio de nota&#8221;, pr\u00e1ticas que s\u00e3o adotadas pelas empresas para pagarem menos ICMS nas opera\u00e7\u00f5es interestaduais.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A inclus\u00e3o do com\u00e9rcio foi feita pelo senador Agripino Maia (DEM-RN), e contrariou principalmente os Estados do Sul e Sudeste, que j\u00e1 haviam se conformado com os 7% para bens manufaturados. &#8220;Incluir com\u00e9rcio foi exagero&#8221;, reclamou o secret\u00e1rio de Fazenda do Rio Grande do Sul, Odir Tonollier.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">&#8220;N\u00e3o era o que eu defendia,\u00a0 mas foi um passo importante&#8221;, justificou o presidente da CAE, Lindbergh Farias (PT-RJ). As al\u00edquotas diferentes s\u00e3o a base das disputas estaduais. Por isso, muitos especialistas acreditam que a batalha continuar\u00e1. A chamada guerra fiscal acontece\u00a0 quando Estados oferecem desconto no ICMS para atrair empresas e investimentos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Emendas<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Ontem, a CAE analisou emendas ao texto &#8211; entre elas, uma altera\u00e7\u00e3o proposta pelos senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP) e Eduardo Suplicy (PT-SP), eliminando os 12% para a Zona Franca. Mas essa proposta foi derrotada.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Mas a avalia\u00e7\u00e3o de que o sistema piorou n\u00e3o \u00e9 compartilhada pelo secret\u00e1rio de Fazenda de Goi\u00e1s, Sim\u00e3o Cirineu, um experiente administrador tribut\u00e1rio. Para ele, o funcionamento pr\u00e1tico do sistema atual n\u00e3o contempla duas al\u00edquotas, mas uma infinidade delas, j\u00e1 que h\u00e1 muitas formas de desconto<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">______________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Petrobras prev\u00ea produ\u00e7\u00e3o de 5,7 milh\u00f5es de barris em 2020<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Os pesados investimentos realizados pela Petrobras v\u00e3o elevar fortemente a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural nos pr\u00f3ximos anos, passando dos atuais 2,25 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente (boe) por dia para 5,7 milh\u00f5es em 2020, o que permitir\u00e1 ao Brasil exportar liquidamente 2,1 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios, disse ontem a presidente da Petrobras, Maria das Gra\u00e7as Foster. Segundo ela, a explora\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o nos campos do pr\u00e9-sal ser\u00e3o o &#8220;principal pilar&#8221; desse aumento. Em evento realizado em Houston, no Texas, Gra\u00e7a Foster afirmou que a capacidade de refino da Petrobras deve subir dos atuais 2,1 milh\u00f5es de barris por dia para 3,6 milh\u00f5es em 2020.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A presidente da Petrobras destacou os investimentos que ser\u00e3o realizados pela empresa nos pr\u00f3ximos anos. De 2013 a 2017, eles v\u00e3o totalizar US$ 236,7 bilh\u00f5es, dos quais 62,3% v\u00e3o se concentrar na explora\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. &#8220;De 2000 a 2012, a Petrobras investiu US$ 270 bilh\u00f5es.&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Gra\u00e7a ressaltou o forte crescimento do consumo de derivados de petr\u00f3leo no Brasil, bastante acima da m\u00e9dia global. Entre 2000 e 2012, o consumo de gasolina no pa\u00eds aumentou 73%, muito superior aos 17% registrados no mundo. No caso do \u00f3leo diesel, a demanda brasileira aumentou 52% e a global, 31%. Nesse cen\u00e1rio, disse Gra\u00e7a, a tarefa da Petrobras &#8220;n\u00e3o \u00e9 simples&#8221;. Segundo a presidente da empresa, \u00e9 preciso de muita aten\u00e7\u00e3o para fornecer toda a energia de que o consumidor brasileiro necessita. A Petrobras, ressaltou ela, \u00e9 a respons\u00e1vel por quase toda a oferta de petr\u00f3leo no pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Ao comentar o forte apetite por energia proveniente dos mercados emergentes, Gra\u00e7a disse que esse \u00e9 realmente um dos grandes desafios das empresas do setor, mas observou que a prioridade &#8220;\u00e9 desenvolver e manter a demanda dom\u00e9stica&#8221;. \u00c9 importante definir o foco, segundo ela, para ter ideia exata do tamanho da demanda interna e o quanto ser\u00e1 investido.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A presidente da Petrobras destacou a import\u00e2ncia do investimento em pesquisa e desenvolvimento, que cresceu a um ritmo anual de 18,3% de 2000 a 2012. Ao investir esse volume de dinheiro em P&#038;D, disse ela, a Petrobras se colocou na vanguarda tecnol\u00f3gica na explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em \u00e1guas profundas. Em 17 de abril, a produ\u00e7\u00e3o dos campos do pr\u00e9-sal atingiu 311 mil barris por dia. Nos \u00faltimos 14 meses, a Petrobras fez 53 descobertas, sendo 15 no pr\u00e9-sal.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Gra\u00e7a disse ainda que a expectativa \u00e9 que as reservas provadas da Petrobras subam dos 15,7 bilh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalentes em 2012 para 31,5 bilh\u00f5es nos pr\u00f3ximos anos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Ao comentar a retomada dos leil\u00f5es de campos de petr\u00f3leo na semana que vem, pela Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo (ANP), Gra\u00e7a Foster disse que a estatal est\u00e1 aberta a parcerias com estrangeiras, desde que haja disposi\u00e7\u00e3o dessas companhias em investir. Ela afirmou que os leil\u00f5es dever\u00e3o ser mais frequentes daqui em diante, o que \u00e9 importante para o setor.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A uma plateia formada por executivos e empregados da ind\u00fastria do petr\u00f3leo e g\u00e1s, Gra\u00e7a disse que o &#8220;Brasil \u00e9 o lugar certo para investir&#8221;. O pa\u00eds, segundo ela, tem estabilidade, ind\u00fastria forte, marco regulat\u00f3rio est\u00e1vel e bons estaleiros.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A executiva participou do painel &#8220;Panorama global de energia &#8211; moldando o futuro&#8221;, na Offshore Technology Conference (OTC), o principal evento da ind\u00fastria petrol\u00edfera sobre a explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no mar.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">______________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Inglaterra volta a apelar para as privatiza\u00e7\u00f5es<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O Estado de S. Paulo<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O Reino Unido prepara a venda de algumas empresas estatais, como forma de fazer caixa e ampliar investimentos. A a\u00e7\u00e3o vai incluir o mais antigo servi\u00e7o de correio do mundo, o Royal Mail, e a enriquecedora de ur\u00e2nio Urenco. Juntas, s\u00f3 as duas empresas podem garantir at\u00e9 \u00a3 6 bilh\u00f5es &#8211; cerca de R$ 18 bilh\u00f5es &#8211; aos cofres p\u00fablicos. Outro alvo \u00e9 o Royal Bank of Scotland, banco nacionalizado ap\u00f3s o estouro da crise de 2008,<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O plano brit\u00e2nico \u00e9, com o caixa da venda das empresas, aumentar os investimentos para ajudar a economia a sair da crise. Entre as op\u00e7\u00f5es sobre a mesa, o governo de David Cameron parece estar mais adiantado com os planos de venda dos correios. Aberto ao p\u00fablico em 1635 pelo Rei Carlos I, o Royal Mail \u00e9 o mais antigo servi\u00e7o posral em funcionamento no mundo e, at\u00e9 hoje, \u00e9 uma das maiores empresas do Reino Unido.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Em abril, o ministro de Neg\u00f3cios do pa\u00eds, Michael Fallon, confirmou que o governo j\u00e1 faz estudos para vender pelo menos parte da empresa. O plano inicial \u00e9 fazer a abertura de capital (IPO, na sigla em ingl\u00eas) do Royal Mail. Mas o governo n\u00e3o informou qual parcela da empresa pode ser oferecida ao mercado. A imprensa brit\u00e2nica cita tamb\u00e9m que a equipe de Cameron cogita a possibilidade de vender parte da estatal diretamente a um comprador, como um fundo de private equity.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">&#8220;Posso afirmar categoricamente que n\u00e3o temos a inten\u00e7\u00e3o de vender barato o Royal Mail. Vamos vender as a\u00e7\u00f5es a um pre\u00e7o justo e que represente um valor para o contribuinte&#8221;, disse o ministro. Estudos independentes citam que os correios valeriam entre \u00a3 2 bilh\u00f5es e \u00a3 3 bilh\u00f5es &#8211; algo entre R$ 6 bilh\u00f5es e R$ 9 bilh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Ur\u00e2nio\u00bb Outra estatal em quest\u00e3o \u00e9 a enriquecedora de ur\u00e2nio Urenco, sociedade entre Reino Unido, Alemanha e Holanda. Para Fallon, a venda do ter\u00e7o brit\u00e2nico do capital da empresa &#8220;faz sentido comercial&#8221; e n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o pol\u00edtica para manter essas a\u00e7\u00f5es com o governo ingl\u00eas. &#8220;A nossa prioridade \u00e9 que o dinheiro do contribuinte seja gasto da melhor forma poss\u00edvel para impulsionar o crescimento econ\u00f4mico.&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">No setor banc\u00e1rio, o presidente do Royal Bank of Scotland, Philip Hampton, disse na semana passada acreditar que o governo estar\u00e1 pronto para come\u00e7ar a venda de 81% do banco &#8211; parte do capital sob controle estatal &#8211; at\u00e9 meados de 2014. No mesmo prazo, o governo tamb\u00e9m poderia vender as a\u00e7\u00f5es que det\u00e9m no Lloyds Bank (cerca de 40% do capital do banco).<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Apesar da inten\u00e7\u00e3o do governo, a venda de estatais \u00e9 um tema no m\u00ednimo pol\u00eamico. Respons\u00e1vel por cerca de 150 mil empregos, o Royal Mail, por exemplo, \u00e9 o maior empregador do pa\u00eds. O governo j\u00e1 tentou acalmar os cr\u00edticos ao afirmar que, mesmo privatizado, o servi\u00e7o vai respeitar a regra de atender todos os domic\u00edlios brit\u00e2nicos seis vezes por semana sem diferencia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os entre localidades.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Nos anos 80, vale lembrar, o Reino Unido viveu um dos mais intensos processos recentes de privatiza\u00e7\u00e3o do planeta. Liderado por Margaret Thatcher o governo vendeu a British Gas, British Airways e a British Telecom, entre muitas outras companhias. A dama de ferro, por\u00e9m, n\u00e3o tocou na estatal dos servi\u00e7os postais que tem como logotipo a coroa da rainha. Na \u00e9poca, Thatcher explicou com poucas palavras: &#8220;O Reino Unido n\u00e3o est\u00e1 preparado para privatizar a cabe\u00e7a da rainha&#8221;.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">______________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Produ\u00e7\u00e3o de carros \u00e9 recorde e setor espera mais investimentos<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O Estado de S. Paulo<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Com o melhor abril em vendas, a ind\u00fastria automobil\u00edstica tamb\u00e9m registrou recorde em produ\u00e7\u00e3o. Foram 340,9 mil ve\u00edculos, o maior volume mensal j\u00e1 obtido pelo setor. No quadrimestre, o resultado \u00e9 recorde para o per\u00edodo, com 1,168 milh\u00e3o de unidades, 17% mais que no mesmo per\u00edodo de 2012.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A produ\u00e7\u00e3o em abril cresceu 30,7% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2012 e 6,8% ante mar\u00e7o. O maior volume anterior havia sido o de agosto passado, com 329,3 mil autom\u00f3veis, comerciais leves, caminh\u00f5es e \u00f4nibus.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">J\u00e1 as vendas totalizaram 333,7 mil unidades, alta de 29,4% ante os n\u00fameros de um ano atr\u00e1s e 17,5% maior que o de mar\u00e7o. O m\u00eas fechou com 362,6 mil ve\u00edclos em estoque, o equivalente a 33 dias de vendas. Em mar\u00e7o havia 35 dias de estoque e, em fevereiro, 40 dias.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">No ano, as vendas cresceram 8,2% ante 2012, com 1,164 milh\u00e3o de ve\u00edculos, tamb\u00e9m recorde para o per\u00edodo. O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, reconhece que o setor n\u00e3o vai manter o mesmo ritmo de crescimento daqui para a frente.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">&#8220;O primeiro quadrimestre de 2012 foi uma fase dif\u00edcil e s\u00f3 melhorou depois que o governo reduziu o IPI, em maio&#8221;, afirma. A partir de junho, diz, houve cres cimento normal do mercado, por isso a base de compara\u00e7\u00e3o a partir de agora ser\u00e1 outra.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Segundo ele, em n\u00fameros absolutos n\u00e3o haver\u00e1 desacelera\u00e7\u00e3o de vendas e produ\u00e7\u00e3o, mas no c\u00f4mputo geral a taxa de crescimento ser\u00e1 ajustada. Para maio, a previs\u00e3o das empresas \u00e9 de vender 310 mil ve\u00edculos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A Anfavea projeta para o ano alta de 4,5% na produ\u00e7\u00e3o (3,49 milh\u00f5es de ve\u00edculos) e de 3,5% a 4,5% nas vendas (3,97 milh\u00f5es, incluindo importados).<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">PIB<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A ind\u00fastria automobil\u00edstica dever\u00e1 ajudar a puxar o resultado do Produto Interno Bruto do Pa\u00eds. Junto com as autope\u00e7as, o setor responde por 23% do PIB industrial. Moan aposta em alta de 3,5% a 4% na economia brasileira em 2013, acima da previs\u00e3o do Banco Central (com base na pesquisa Focus), que e de 3%, embora v\u00e1rios economisias e bancos j\u00e1 projetem \u00edndices inferiores.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Moan credita o bom desempenho at\u00e9 agora ao ajuste de produ\u00e7\u00e3o com novos modelos, maior demanda e est\u00edmulos \u00e0 nacionaliza\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o an\u00fancio do programa InovarAuto, do governo federal. As montadoras, junto com as autope\u00e7as, t\u00eam planos de investir R$ 60 bilh\u00f5es no Pa\u00eds entre 2013 e 2017, montante que pode ser revisto diante dos recentes an\u00fancios, como o da Fiat, que na segunda-feira ampliou seu programa de aportes para R$ 15 bilh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O executivo ressalta que as perspectivas para o mercado interno s\u00e3o boas, mas o Pa\u00eds precisa voltar a exportar. Ao assumir a presid\u00eancia da Anfavea, no m\u00eas passado, Moan disse que a Anfavea prepara proposta de pol\u00edtica automotiva de exporta\u00e7\u00e3o, batizada de Exportar-Auto, a ser levada ao governo. Entre as medidas sugeridas est\u00e1 a desonera\u00e7\u00e3o de impostos n\u00e3o repass\u00e1veis embutidos na cadeia produtiva.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">&#8220;Nossa meta \u00e9 voltar a exportar 1 milh\u00e3o de ve\u00edculos em 2017, o que representar\u00e1 20% da produ\u00e7\u00e3o&#8221;, diz o executivo. Em 2005, o Brasil exportou quase 900 mil ve\u00edculos, ou 30% da produ\u00e7\u00e3o na \u00e9poca.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Moan ressalta a grande competi\u00e7\u00e3o no mercado brasileiro, onde atuam 62 marcas, entre fabricantes e importadores. H\u00e1 1.754 modelos e vers\u00f5es de ve\u00edculos \u00e0 venda. &#8220;Dificilmente h\u00e1 algo parecido em qualquer outro mercado do mundo.&#8221;<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nValor Econ\u00f4mico\n \nEm meio \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o de um projeto pelo Banco Central (BC) que ressuscita a possibilidade de uso de dinheiro p\u00fablico para socorrer bancos insolventes, um representante do Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) disse que a experi\u00eancia da crise de 2008 mostrou que, em momentos de deteriora\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio que governos invistam &#8220;substancialmente&#8221; nas institui\u00e7\u00f5es financeiras para evitar um cont\u00e1gio maior. \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4777\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4777","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1f3","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4777","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4777"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4777\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4777"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4777"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4777"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}