{"id":4794,"date":"2013-05-10T19:20:02","date_gmt":"2013-05-10T19:20:02","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4794"},"modified":"2013-05-10T19:20:02","modified_gmt":"2013-05-10T19:20:02","slug":"o-maraca-era-nosso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4794","title":{"rendered":"O Maraca era nosso"},"content":{"rendered":"\n<p>A falta de vergonha das tr\u00eas esferas de governo no tratamento ao empres\u00e1rio \u2013 submiss\u00e3o total \u2013 que tamb\u00e9m \u00e9 verificada em outras esferas de poder que n\u00e3o o Executivo \u2013 seu filho playboy assassina pobres por atropelamento e est\u00e1 \u00e0s soltas \u2013 chegou a n\u00edvel tal que j\u00e1 merece uma esp\u00e9cie de \u201cEspecial\u201d da <em>BBC<\/em> a respeito de suas rela\u00e7\u00f5es com o poder (colocamos \u00edntegra a seguir, pela abrang\u00eancia s\u00f3rdida de seu poder sobre as esferas de governo), no qual a maior \u201cjogada\u201d s\u00e3o os R$ 10 bilh\u00f5es em empr\u00e9stimos do BNDES \u2013 dinheiro seu, trabalhador brasileiro.<\/p>\n<p>Leia a mat\u00e9ria da <em>BBC<\/em>:<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><em>\u201c<strong>Para al\u00e9m do Maracan\u00e3, grupo de Eike Batista enfrenta pol\u00eamicas e crise<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Caio Quero &#8211; Da BBC Brasil no Rio de Janeiro<\/em><\/p>\n<p><em> <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A vit\u00f3ria do cons\u00f3rcio Maracan\u00e3 S.A. no processo de licita\u00e7\u00e3o para a gest\u00e3o do Complexo do Maracan\u00e3 pelos pr\u00f3ximos 35 anos, anunciada nesta quinta-feira, colocou em evid\u00eancia a atua\u00e7\u00e3o das companhias do grupo EBX, do empres\u00e1rio Eike Batista, que nos \u00faltimos meses v\u00eam enfrentando uma forte queda em seu valor de mercado e pol\u00eamicas em rela\u00e7\u00e3o a alguns de seus principais empreendimentos.<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o da empresa IMX \u2013 do conglomerado de Batista \u2013 no cons\u00f3rcio vencedor foi alvo de cr\u00edticas de ativistas e do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado do Rio de Janeiro, que, antes da licita\u00e7\u00e3o, ingressou com uma a\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a questionando o fato de empresa ter sido respons\u00e1vel pelo estudo de viabilidade do est\u00e1dio.<\/p>\n<p>No entender dos promotores, isso poderia dar uma vantagem &#8220;indevida&#8221; ao grupo.<\/p>\n<p>Sob este argumento, o MP chegou a obter uma liminar na Justi\u00e7a suspendendo a licita\u00e7\u00e3o. A liminar, no entanto, foi cassada horas antes do in\u00edcio da disputa, o que possibilitou a abertura dos envelopes de propostas no \u00faltimo dia 11 de abril.<\/p>\n<p>Em nota enviada \u00e0 BBC Brasil, a empresa afirmou que agiu em &#8220;observ\u00e2ncia de toda a legisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel&#8221;.<\/p>\n<p>Especializada em neg\u00f3cios nos setores de esporte e entretenimento, a IMX \u00e9 uma das 13 companhias do conglomerado de Batista, dono de um imp\u00e9rio reunindo empresas que v\u00e3o desde petr\u00f3leo e g\u00e1s a restaurantes e hot\u00e9is, passando por minera\u00e7\u00e3o, log\u00edstica e constru\u00e7\u00e3o naval.<\/p>\n<p>A BBC Brasil elencou os principais pontos das pol\u00eamicas envolvendo Batista e suas empresas. Confira abaixo.<\/p>\n<p><strong>Queda das a\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Apesar da pujan\u00e7a, os neg\u00f3cios de Batista v\u00eam passando por um momento delicado. De acordo com a revista Forbes, o patrim\u00f4nio do empres\u00e1rio, que era estimado em US$ 30 bilh\u00f5es (R$ 60 bilh\u00f5es) no ano passado, caiu para US$ 10,6 bilh\u00f5es (R$ 21,2 bilh\u00f5es) neste ano.<\/p>\n<p>Um levantamento elaborado por Einar Rivero, com dados da consultoria Econom\u00e1tica, aponta quedas expressivas nos valores das a\u00e7\u00f5es das empresas de Batista nos \u00faltimos tempos.<\/p>\n<p>Entre 2010 &#8211; quando foram lan\u00e7adas no mercado por meio de um IPO (oferta inicial de a\u00e7\u00f5es) &#8211; e a \u00faltima ter\u00e7a-feira (7 de maio), as a\u00e7\u00f5es da empresa de constru\u00e7\u00e3o naval OSX, por exemplo, se desvalorizaram em 90,9%.<\/p>\n<p>J\u00e1 as a\u00e7\u00f5es da petroleira OGX, carro-chefe do chamado &#8220;grupo X&#8221;, ca\u00edram 82,8% entre 2008 e 7 de maio de 2013.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 uma crise generalizada de confian\u00e7a&#8221;, afirma S\u00e9rgio Lazzarini, professor de Organiza\u00e7\u00e3o e Estrat\u00e9gia do Insper, de S\u00e3o Paulo. &#8220;Houve um excesso de expectativa positiva desde quando essas empresas foram lan\u00e7adas em bolsa&#8221;, acrescenta. &#8220;A\u00ed, o mercado come\u00e7ou a receber not\u00edcia ruim atr\u00e1s de not\u00edcia ruim, o que acabou questionando a habilidade de gerar valor do grupo como um todo.&#8221;<\/p>\n<p>Em mais uma tentativa de solucionar a crise, a OGX \u2013 que teve em 2012 um preju\u00edzo l\u00edquido de R$ 1,2 bilh\u00e3o \u2013 anunciou na \u00faltima ter\u00e7a-feira a venda de 40% do campo de Tubar\u00e3o Martelo, na Bacia de Campos, \u00e0 petroleira malaia Petronas, em uma transa\u00e7\u00e3o de US$ 850 milh\u00f5es, condicionada ao volume de produ\u00e7\u00e3o. Ainda segundo a empresa, a Petronas teria demonstrado interesse em comprar 5% da OGX no futuro.<\/p>\n<p>A not\u00edcia foi bem recebida pelo mercado em um primeiro momento, com uma forte valoriza\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es da OGX na Bovespa na manh\u00e3 da quarta-feira. No final do dia, no entanto, os papeis despencaram novamente.<\/p>\n<p><strong>Ajuda estatal<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto a crise no grupo daquele que j\u00e1 foi considerado o homem mais rico do Brasil n\u00e3o chega ao fim, come\u00e7aram a surgir rumores na imprensa de que o governo federal estaria se preparando para ajudar as empresas de Batista.<\/p>\n<p>Relatos davam conta de que o Planalto temeria que uma eventual quebra das companhias poderia afetar a credibilidade do Brasil e comprometer investimentos. Bancos que teriam feito empr\u00e9stimos ao grupo tamb\u00e9m estariam preocupados.<\/p>\n<p>Os boatos sobre a ajuda estatal alimentaram cr\u00edticas a respeito das supostas liga\u00e7\u00f5es de Batista com o governo. &#8220;Eu acho que o grupo Eike Batista \u00e9 uma cria\u00e7\u00e3o do governo do PT. Porque as concess\u00f5es que foram feitas a ele criaram um valor fict\u00edcio para esses recursos&#8221;, disse \u00e0 BBC Brasil o economista Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES (2003-2004) e professor em\u00e9rito da UFRJ.<\/p>\n<p>Entre os bancos que financiaram o grupo de Eike est\u00e1 o pr\u00f3prio BNDES. De acordo com a assessoria de imprensa do banco de fomento, o grupo EBX contratou R$ 10 bilh\u00f5es em financiamentos junto ao BNDES entre 2005 e 2012. Segundo o banco, os valores desembolsados ou j\u00e1 quitados n\u00e3o podem ser divulgados devido \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o de sigilo banc\u00e1rio.<\/p>\n<p>O grupo, no entanto, nega que suas d\u00edvidas com o BNDES o deixem em situa\u00e7\u00e3o delicada. Segundo a EBX, a exposi\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito direta do banco com o grupo \u00e9 de R$ 109 milh\u00f5es. A EBX diz ainda que sua situa\u00e7\u00e3o \u00e9 &#8220;extremamente confort\u00e1vel&#8221; e nega qualquer favorecimento, dizendo que os recursos do BNDES s\u00e3o tomados e &#8220;pontualmente pagos nas mesmas condi\u00e7\u00f5es oferecidas a todo o mercado, passando por criteriosa an\u00e1lise do banco de fomento&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Risco<\/strong><\/p>\n<p>Autor de diversos estudos sobre as rela\u00e7\u00f5es entre o Estado e o capital privado, S\u00e9rgio Lazzarini diz ver com &#8220;restri\u00e7\u00f5es&#8221; a eventual ajuda estatal ao grupo de Batista.<\/p>\n<p>&#8220;Eu acho em geral muito problem\u00e1tico o Estado entrar em associa\u00e7\u00e3o com conglomerados com v\u00e1rias unidades&#8221;, diz o professor do Insper, que afirma que, em grupos desse tipo, h\u00e1 sempre a tenta\u00e7\u00e3o de se usar nas empresas em crise recursos de outras unidades, o que pode gerar um &#8220;risco sist\u00eamico&#8221;.<\/p>\n<p>Lazzarini tamb\u00e9m rebate o argumento de que uma eventual quebra do grupo possa gerar desconfian\u00e7a internacional quanto ao ambiente de neg\u00f3cios do Brasil, o que justificaria a ajuda governamental. &#8220;Pelo contr\u00e1rio, eu acho que mais a\u00e7\u00f5es de resgate no Brasil v\u00e3o sinalizar que aqui n\u00f3s temos um ambiente pouco transparente para os neg\u00f3cios&#8221;, diz.<\/p>\n<p>O economista Carlos Lessa concorda. &#8220;Por esse argumento, voc\u00ea teria f\u00f3rmulas para impedir que qualquer grande grupo passasse por qualquer problema, dando uma esp\u00e9cie de impunidade aos grandes grupos&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Petrobras<\/strong><\/p>\n<p>Os rumores sobre a suposta ajuda estatal \u00e0s empresas de Eike Batista n\u00e3o se restringem ao BNDES. Em mar\u00e7o, come\u00e7aram a surgir informa\u00e7\u00f5es de que a Petrobras poderia passar a utilizar as instala\u00e7\u00f5es do Superporto do A\u00e7u, complexo portu\u00e1rio do grupo EBX localizado em S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra (RJ) e que deve ser inaugurado ainda neste ano. A medida foi interpretada por alguns analistas como uma esp\u00e9cie de aux\u00edlio velado ao grupo \u00e0s custas da estatal.<\/p>\n<p>Em declara\u00e7\u00f5es \u00e0 imprensa, a presidente da Petrobras, Maria das Gra\u00e7as Foster, confirmou que negocia\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo conduzidas, mas negou que se trate de uma ajuda ao grupo de Eike Batista. &#8220;\u00c9 um neg\u00f3cio, n\u00e3o se trata, definitivamente, de ajuda&#8221;, disse Gra\u00e7a, segundo a Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n<p>Lessa afirma que a constru\u00e7\u00e3o do Porto do A\u00e7u \u00e9 &#8220;importante para o Brasil e n\u00e3o deve ser adiada&#8221;, mas diz n\u00e3o ver raz\u00e3o para que o grupo seja &#8220;beneficiado por esse socorro&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Eu acho que se a ajuda vier, o que o governo brasileiro deveria fazer \u00e9 passar o ativo do Porto do A\u00e7u para a Vale e para a Petrobras&#8221;, diz o ex-presidente do BNDES. &#8220;O que o governo deveria fazer \u00e9 simplesmente expropriar o porto pela d\u00edvida&#8221;.<\/p>\n<p>J\u00e1 Lazzarini afirma que, se houver interesse comercial da Petrobras no Porto do A\u00e7u, cabe \u00e0 empresa demonstrar que a parceria poderia ser vantajosa.<\/p>\n<p>Por meio de sua assessoria, a EBX afirmou que ela e a Petrobras s\u00e3o &#8220;dois grupos brasileiros com grande potencial de parceria&#8221;, mas que &#8220;n\u00e3o h\u00e1 no momento, nenhum neg\u00f3cio firmado a ser comunicado&#8221;.<\/p>\n<p>Procurada pela BBC Brasil, a Petrobras, por sua vez, afirmou que &#8220;n\u00e3o tem participa\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o do Porto de A\u00e7u, mas est\u00e1 em busca de contratos para usar infraestruturas como a que o Grupo X est\u00e1 construindo&#8221;.<\/p>\n<p>A petroleira afirmou ainda estar &#8220;fazendo uma avalia\u00e7\u00e3o no mercado para ver quem cobra a menor tarifa com maior confiabilidade para contratar presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Ambiente e estrutura<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m de d\u00favidas quanto \u00e0 participa\u00e7\u00e3o da Petrobras no Porto do A\u00e7u, o projeto enfrenta ainda outras pol\u00eamicas. Em fevereiro, a empresa OSX foi multada em R$ 1,3 milh\u00e3o pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro) por danos ambientais causados pelo processo de dragagem para a constru\u00e7\u00e3o do complexo.<\/p>\n<p>Segundo o Inea, as obras teriam provocado o aumento da salinidade das \u00e1guas de um canal usado como fonte abastecimento por agricultores da regi\u00e3o. A empresa est\u00e1 recorrendo da multa, afirmando que o aumento da salinidade foi um evento &#8220;pontual, transit\u00f3rio e revers\u00edvel&#8221; e que j\u00e1 foram identificadas &#8220;evid\u00eancias t\u00e9cnicas de retorno \u00e0 normalidade&#8221;.<\/p>\n<p>Mas o projeto do &#8220;superporto&#8221; sofreu ainda outro golpe. No in\u00edcio de abril, as a\u00e7\u00f5es da LLX, bra\u00e7o log\u00edstico do grupo, tiveram uma queda acentuada depois de a revista Veja ter afirmado que as obras do porto teriam sido feitas sem estudos de solo e agora correriam risco de ruir.<\/p>\n<p>A empresa, no entanto, negou as acusa\u00e7\u00f5es, afirmando serem &#8220;inver\u00eddicas e infundadas&#8221; e dizendo n\u00e3o haver nenhum problema estrutural nas obras.<\/p>\n<p><strong>Marina da Gl\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Para al\u00e9m das bolsas de valores e do Porto do A\u00e7u, o grupo EBX tamb\u00e9m enfrenta pol\u00eamicas na cidade escolhida por Eike Batista para ser sede de seu imp\u00e9rio: o Rio de Janeiro. Talvez a maior delas envolva o projeto de reforma e moderniza\u00e7\u00e3o da Marina da Gl\u00f3ria. Localizada no Aterro do Flamengo, que foi tombado pelo Iphan em 1965, a Marina da Gl\u00f3ria \u00e9 administrada em regime de concess\u00e3o pela empresa REX, do grupo EBX.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s dois anos de tentativas, a companhia apresentou no ano passado um anteprojeto de reforma da marina, que foi aprovado pela Comiss\u00e3o de An\u00e1lise de Recursos do Iphan em fevereiro. Atualmente, o \u00f3rg\u00e3o analisa o projeto executivo da obra.<\/p>\n<p>O projeto de moderniza\u00e7\u00e3o da marina prev\u00ea um centro de conven\u00e7\u00f5es e exposi\u00e7\u00f5es com capacidade para 900 pessoas, a amplia\u00e7\u00e3o no n\u00famero de lojas e vagas de estacionamento, al\u00e9m da abertura de \u00e1reas ao ar livre para uso do p\u00fablico.<\/p>\n<p>A proposta, no entanto, vem sendo alvo de cr\u00edticas. Uma peti\u00e7\u00e3o publicada na internet vem coletando assinaturas contra o projeto. At\u00e9 o in\u00edcio da tarde de quarta-feira, mais de 11,7 mil pessoas j\u00e1 haviam se manifestado contra a reforma da Marina.<\/p>\n<p>&#8220;(O projeto) \u00e9 muito pouco transparente. N\u00f3s n\u00e3o tivemos as audi\u00eancias p\u00fablicas&#8221;, diz o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), um dos respons\u00e1veis pelo abaixo-assinado. &#8220;O projeto prev\u00ea a constru\u00e7\u00e3o de um shopping e a constru\u00e7\u00e3o de um estacionamento para 700 carros, o que altera muito todo o fluxo de ve\u00edculos, todo o fluxo de pessoas.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 preciso que voc\u00ea tenha estudo de impacto, que tenha um debate com o conjunto da sociedade, porque ali envolve interesse p\u00fablico, e isso at\u00e9 agora n\u00e3o aconteceu&#8221;, acrescenta Freixo.<\/p>\n<p>Para o deputado, o projeto da Marina da Gl\u00f3ria n\u00e3o pode ser pensado de modo separado do resto do Aterro do Flamengo. &#8220;Aquilo \u00e9 um parque p\u00fablico, foi feito e precisa ser entendido como um todo.&#8221;<\/p>\n<p>Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da REX afirmou que a aprova\u00e7\u00e3o do anteprojeto \u00e9 o &#8220;primeiro passo de um tr\u00e2mite no qual outros \u00f3rg\u00e3os competentes e a comunidade ser\u00e3o envolvidos&#8221;. A empresa diz que j\u00e1 vem mantendo reuni\u00f5es com entidades profissionais e civis e que ser\u00e3o realizadas apresenta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Dizendo que a marina ser\u00e1 um equipamento que &#8220;poder\u00e1 ser efetivamente utilizado por todos&#8221;, a empresa confirma a amplia\u00e7\u00e3o do n\u00famero de lojas, mas nega planos para a implementa\u00e7\u00e3o de um shopping.<\/p>\n<p> <\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><em>Ainda de acordo com a REX, os impactos no tr\u00e2nsito n\u00e3o afetar\u00e3o o tr\u00e1fego da regi\u00e3o.\u201d<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nO Olhar Comunista fecha a semana comentando a mais que anunciada vit\u00f3ria de Eike Batista para o controle do reformado (a custos que extrapolaram R$ 1 bilh\u00e3o) Maracan\u00e3. O sujo e asqueroso jogo de cartas marcadas, com a cumplicidade silenciosa da Justi\u00e7a, foi consumado \u2013 e o Maraca n\u00e3o \u00e9 mais nosso, e sim do patr\u00e3o de Dilma, Sergio Cabral e Eduardo Paes.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4794\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[100],"tags":[],"class_list":["post-4794","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c113-a-semana-no-olhar-comunista"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1fk","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4794","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4794"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4794\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4794"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4794"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4794"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}