{"id":4844,"date":"2013-05-20T19:07:39","date_gmt":"2013-05-20T19:07:39","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4844"},"modified":"2013-05-20T19:07:39","modified_gmt":"2013-05-20T19:07:39","slug":"enxurrada-de-dolares-empresas-brasileiras-captam-mais-no-exterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4844","title":{"rendered":"Enxurrada de d\u00f3lares &#8211; Empresas brasileiras captam mais no exterior"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Uma pesquisa da BB Securities obtida pelo GLOBO mostra que 13 empresas brasileiras captaram recursos com a emiss\u00e3o de b\u00f4nus no ano at\u00e9 a semana passada. O destaque ficou para a Petrobras, que levantou US$ 11 bilh\u00f5es na segunda-feira passada. Foi a maior opera\u00e7\u00e3o de uma empresa de pa\u00eds emergente da Hist\u00f3ria e a segunda maior do ano, atr\u00e1s apenas da emiss\u00e3o de US$ 17 bilh\u00f5es da americana Apple, em abril.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8211; Os investidores estrangeiros est\u00e3o muito otimistas com esses t\u00edtulos. A demanda est\u00e1 boa, com bons prazos e taxas melhores. A Petrobras poderia ter captado mais, se quisesse. E se a empresa pagava 6% ao ano nas emiss\u00f5es anteriores, esse custo caiu para 4,5% ao ano nos t\u00edtulos que vencem em dez anos &#8211; afirma Felipe Wilberg, executivo de renda fixa do Ita\u00fa BBA.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Mercado prev\u00ea mais capta\u00e7\u00f5es<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Os motivos que levam empresas a buscar recursos l\u00e1 fora v\u00e3o desde alongar d\u00edvidas, pagando taxas menores, a at\u00e9 levantar dinheiro para seus planos de neg\u00f3cios, como foi o caso da Petrobras, que vai investir US$ 236,7 bilh\u00f5es at\u00e9 2017. A Cosan captou US$ 500 milh\u00f5es para pagar d\u00edvidas mais caras assumidas quando adquiriu a distribuidora Comg\u00e1s. J\u00e1 a BRF emitiu US$ 750 milh\u00f5es para investir e baratear d\u00edvidas. Outras empresas tamb\u00e9m aproveitaram a fartura global, como a Gol, as construtoras Odebrecht e OAS; os frigor\u00edficos JBS e Marfrig.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A fartura de dinheiro nos mercados em tempos de baixo crescimento econ\u00f4mico pelo mundo \u00e9 explicada pelo excesso de liquidez, afirma Rafael Bistafa, economista da Rosenberg Consultores. Os bancos centrais de EUA, Europa e Jap\u00e3o est\u00e3o injetando recursos nos mercados para incentivar suas economias, principalmente com programas de recompra de t\u00edtulos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8211; Mesmo que a percep\u00e7\u00e3o sobre o Brasil tenha piorado no exterior, com interven\u00e7\u00f5es do governo e a infla\u00e7\u00e3o mais alta, os investidores estrangeiros querem b\u00f4nus das empresas brasileiras porque t\u00eam juros mais rent\u00e1veis do que os t\u00edtulos soberanos, dos pa\u00edses &#8211; diz Bistafa.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Sandy Severino, diretor da \u00e1rea de capta\u00e7\u00f5es externas do BTG Pactual, sediado em Nova York, afirma que mesmo empresas que t\u00eam classifica\u00e7\u00e3o de risco ( rating ) &#8220;BB&#8221;, nota que antecede o grau de investimento (empresa considerada segura para se investir), est\u00e3o conseguindo captar no mercado internacional:<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8211; Fizemos emiss\u00e3o de empresas sem grau de investimento, como a Cosan, e teve muita demanda. O mesmo com Andrade Gutierrez. E isso tende a continuar assim &#8211; explica.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Segundo especialistas, o mercado ficou mais aquecido ap\u00f3s o Tesouro Nacional captar US$ 800 milh\u00f5es no in\u00edcio de maio, uma opera\u00e7\u00e3o que serve como uma refer\u00eancia de custos e prazos para as emiss\u00f5es das empresas brasileiras.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Leonardo Loyola, gerente de mercado de capitais do Banco do Brasil, acrescenta que os compradores de t\u00edtulos s\u00e3o fundos de pens\u00e3o e fundos de investimento, que precisam fazer o dinheiro render para seus clientes e cotistas.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8211; A demanda tem sido maior de investidores americanos e europeus. Os asi\u00e1ticos tamb\u00e9m t\u00eam apetite, mas a demanda por esse tipo de aplica\u00e7\u00e3o cresce lentamente. Geralmente o investidor asi\u00e1tico prefere o contato pessoal e t\u00edtulos perp\u00e9tuos &#8211; explica Loyola.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">J\u00e1 os bancos brasileiros, que normalmente aproveitam as oportunidades para levantar dinheiro no exterior, tiraram o p\u00e9 do acelerador. Eles captaram US$ 4,1 bilh\u00f5es de janeiro a maio, 45% a menos do que no mesmo per\u00edodo de 2012. Segundo especialistas, eles n\u00e3o fizeram novas emiss\u00f5es porque estariam capitalizados ap\u00f3s as opera\u00e7\u00f5es do ano passado.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Cresce exposi\u00e7\u00e3o ao c\u00e2mbio<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Para o BTG Pactual, empresas, bancos e governos devem captar somados at\u00e9 US$ 55 bilh\u00f5es este ano, o que significaria uma alta de 10% frente ao ano passado (US$ 50,3 bilh\u00f5es). O banco n\u00e3o descarta, contudo, um n\u00famero aqu\u00e9m de 2012, que foi um ano aquecido no setor. Desde janeiro, os tr\u00eas segmento captaram US$ 23,8 bilh\u00f5es, o que representa uma queda de 12,5%.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">As capta\u00e7\u00f5es, por outro lado, deixam as empresas mais sens\u00edveis \u00e0s flutua\u00e7\u00f5es do c\u00e2mbio. Segundo Armando Castelar, coordenador de Economia Aplicada do Ibre\/FGV, o risco para as empresas est\u00e1 na valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, o que tornaria mais caro em reais para as empresas conseguirem pagar suas d\u00edvidas.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8211; Isso n\u00e3o necessariamente preocupa. Algumas empresas t\u00eam uma prote\u00e7\u00e3o natural contra a flutua\u00e7\u00e3o do c\u00e2mbio. \u00c9 o caso da Petrobras, que tem ativos no exterior, e de empresas exportadoras, como a Vale &#8211; avalia Castelar.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Levantamento na base de dados da Economatica mostra que a d\u00edvida de 170 empresas brasileiras de capital aberto avan\u00e7ou de R$ 158,5 bilh\u00f5es no primeiro trimestre de 2012 para R$ 192,5 bilh\u00f5es no primeiro trimestre do ano. Trata-se de um aumento de 21,40%. O valor n\u00e3o inclui a Vale, que n\u00e3o informa o n\u00famero em seu balan\u00e7o. Se exclu\u00edda a Petrobras, esse aumento foi de 13,87%. No per\u00edodo, o c\u00e2mbio subiu menos, 10,52%, para R$ 2,014.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">_______________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Consumo fraco tira R$ 27 bi da economia<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O Estado de S. Paulo<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O arrefecimento do consumo das fam\u00edlias, j\u00e1 sinalizado pela desacelera\u00e7\u00e3o das vendas do com\u00e9rcio varejista no primeiro trimestre deste ano, pode tirar, em m\u00e9dia, 0,5 ponto percentual de crescimento da economia em 2013, nas contas de consultorias econ\u00f4micas. Isso significa que, em valores correntes, at\u00e9 R$ 27,5 bilh\u00f5es que seriam usados na compra de bens e de servi\u00e7os podem deixar de circular na economia.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A perda de \u00edmpeto de consumo das fam\u00edlias neste ano vem sendo sinalizada por v\u00e1rios indicadores. Mas, na semana passada, por exemplo, o resultado da Pesquisa Mensal do Com\u00e9rcio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) mostrou o tamanho da freada nas compras.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O ritmo de crescimento do volume de vendas do com\u00e9rcio restrito, isto \u00e9, que n\u00e3o considera ve\u00edculos e materiais de constru\u00e7\u00e3o, caiu quase pela metade no fechamento do primeiro trimestre deste ano (4,5%) em rela\u00e7\u00e3o ao encerramento de 2012 (8,4%). &#8220;A surpresa \u00e9 que a redu\u00e7\u00e3o da taxa de crescimento do varejo foi abrupta&#8221;, afirma o economista-chefe da consultoria GS&#038;MD, Ricardo Meirelles.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Tamb\u00e9m dos seis segmentos que comp\u00f5em a PMC, quatro tiveram desacelera\u00e7\u00e3o no crescimento no primeiro trimestre deste ano em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2012, comparando-se ao ritmo de altano primeiro trimestre do ano passado.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O volume de vendas dos hiper e supermercados, que tinha crescido 10,3% no primeiro trimestre de 2012 ante o de 2011, terminou o primeiro trimestre deste ano com eleva\u00e7\u00e3o anual de apenas 1,8%.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Nos m\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos o tombo tamb\u00e9m foi grande: de 15,8% para 1%, nas mesmas bases de compara\u00e7\u00e3o. A trajet\u00f3ria se repetiu nas vendas de artigos farmac\u00eauticos e de perfumaria, de 10,8% para 7,3%, e nos produtos de inform\u00e1tica e de comunica\u00e7\u00e3o, de 30,9% para 3,6%. &#8220;Esses resultados mostram que temporariamente est\u00e1 ocorrendo uma pausa nas compras&#8221;, afirma o economista da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de S\u00e3o Paulo, Emilio Alfieri. Para\u00a0 ele, hoje o consumidor est\u00e1 pagando o que j\u00e1 tinha adquirido.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Tend\u00eancia<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8220;O motor da economia, que tem sido o consumo das fam\u00edlias, est\u00e1 enfraquecendo&#8221;, diz o diretor de pesquisas econ\u00f4micas da GO Associados, Fabio Silveira. Um m\u00eas atr\u00e1s ele projetava crescimento 7,5% do com\u00e9rcio varejista para este ano. Agora reduziu a estimativa para 6%. Com isso, a sua expectativa de avan\u00e7o de consumo deve diminuir de 3,2% para 2,6%. &#8220;Pelo lado da demanda, se tudo o mais permanecesse constante no PIB, o impacto do arrefecimento do consumo seria de 0,40 ponto porcentual.&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Tamb\u00e9m para o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, o consumo das fam\u00edlias deve crescer menos do que ele imaginava. Vale projetava um aumento de 6% no consumo para este ano e agora espera 5%. Segundo ele, isso quer dizer que R$ 27,5 bilh\u00f5es, ou 0,6 ponto porcentual do PIB, podem n\u00e3o ser adicionados ao consumo.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8220;Tudo est\u00e1 apontando para um cen\u00e1rio de consumo mais fraco este ano&#8221;, afirma a s\u00f3cia da Tend\u00eancias Consultoria Integrada, Alessandra Ribeiro. A consultoria projeta crescimento de 2,8% do consumo das fam\u00edlias para 2013. No ano passado, essa taxa foi de 3,1%.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A economista Zeina Latif, s\u00f3cia da Gibraltar Consulting, explica que cada vez que as vendas no varejo caem 1 ponto porcentual o impacto negativo no PIB \u00e9 de 0,15 ponto porcentual. Ela tamb\u00e9m v\u00ea neste in\u00edcio de ano o consumo se acomodando e os sinais de enfraquecimento da co lomia mais disseminados ntre os v\u00e1rios setores.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A desacelera\u00e7\u00e3o cias vendas, que reflete o enfraquecimento do consumo, \u00e9, na avalia\u00e7\u00e3o do economista-chefe da Conc\u00f3rdia Corretora, Fl\u00e1vio Combat, uma tend\u00eancia. Prova disso, argumenta, \u00e9 que as vendas no varejo acumuladas em 12 meses est\u00e3o se reduzindo m\u00eas a m\u00eas.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Para Silveira, v\u00e1rios fatores explicam o freio no consumo: infla\u00e7\u00e3o alta, inadimpl\u00eancia resistente e interrup\u00e7\u00e3o da queda do juro. O \u00fanico fator favor\u00e1vel ao consumo \u00e9 o crescimento da massa salarial, mas, mesmo assim, em ritmo bem menor.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">_______________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">OMS alerta para disparidade de m\u00e9dicos no Pa\u00eds<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O Estado de S. Paulo<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O Brasil tem, proporcionalmente \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, metade dos m\u00e9dicos dos pa\u00edses europeus &#8211; no Norte e Nordeste, essa taxa se aproxima \u00e0 de alguns dos pa\u00edses mais pobres do mundo. Dados que ser\u00e3o divulgados hoje pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) na abertura de sua assembleia anual, em Genebra, revelam que a m\u00e9dia de profissionais para cada 10 mil pessoas no Brasil est\u00e1 abaixo da m\u00e9dia do continente americano e \u00e9 bastante inferior \u00e0 dos pa\u00edses ricos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O governo brasileiro vem discutindo a ideia de importar m\u00e9dicos, justamente para atender \u00e1reas de maior d\u00e9ficit. Se em alguns centros urbanos os n\u00fameros chegam a superar a m\u00e9dia de pa\u00edses ricos, em outras regi\u00f5es a pen\u00faria \u00e9 dram\u00e1tica, com mais de 300 munic\u00edpios em dificuldades.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Segundo a OMS, h\u00e1 17,6 m\u00e9dicos no Brasil para cada 10 mil pessoas. A taxa \u00e9 inferior \u00e0 m\u00e9dia do restante dos pa\u00edses emergentes -17,8. O \u00edndice tamb\u00e9m \u00e9 inferior \u00e0 m\u00e9dia das Am\u00e9ricas (mais de 20). Mas \u00e9 a compara\u00e7\u00e3o com os pa\u00edses ricos, principalmente da Europa, que revela a disparidade entre a situa\u00e7\u00e3o no Brasil e nas economias desenvolvidas. Em geral, existem duas vezes mais m\u00e9dicos na Europa que no Brasil ~ 33,3 a cada 10 mil habitantes. S\u00e3o 48 m\u00e9dicos na \u00c1ustria a cada 10 mil cidad\u00e3os, contra 40 na Su\u00ed\u00e7a, 37 na B\u00e9lgica, 34 na Dinamarca, 33 na Fran\u00e7a, 36 na Alemanha e 38 na It\u00e1lia.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Disparidade\u00bb O que chama a aten\u00e7\u00e3o da OMS \u00e9 que h\u00e1 diferentes realidades no Brasil. No Sudeste, por exemplo, a taxa \u00e9 de 26 m\u00e9dicos por 10 mil habitantes, superior \u00e0 dos EUA (24), Canad\u00e1 (20) e Jap\u00e3o (21) de sa\u00fade no mundo. Mas, nos Estados do Norte, s\u00e3o 10 m\u00e9dicos para cada 10 mil pessoas, abaixo da m\u00e9dia nacional de pa\u00edses como Trinidad e Tobago, Tun\u00edsia, Tuvalu, Vietn\u00e3, Guatemala, El Salvador ou Alb\u00e2nia. No Nordeste, a taxa \u00e9 de 12 m\u00e9dicos para cada 10 mil pessoas &#8211; no Maranh\u00e3o, chega a 7 m\u00e9dicos por 10 mil, taxa equivalente \u00e0 da \u00edndia ou do Iraque. A situa\u00e7\u00e3o mais dram\u00e1tica, por\u00e9m, \u00e9 ainda da \u00c1frica, com apenas 2,5 m\u00e9dicos a cada 10 mil habitantes.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">_______________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">BNDES refor\u00e7a a\u00e7\u00e3o no exterior<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O governo est\u00e1 definindo uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es para ampliar a presen\u00e7a das empresas brasileiras na Am\u00e9rica Latina, Caribe e \u00c1frica. A estrat\u00e9gia considera refor\u00e7ar o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) como financiador de bens e servi\u00e7os brasileiros para essas regi\u00f5es. Com esse esp\u00edrito, foi criada, no fim de abril, por determina\u00e7\u00e3o da presidente Dilma Rousseff, uma nova \u00e1rea no banco, com status de diretoria, para cuidar das tr\u00eas regi\u00f5es geogr\u00e1ficas, a cargo de Luiz Eduardo Melin, respons\u00e1vel pelas \u00e1reas internacional e de com\u00e9rcio exterior do banco. O plano considera ainda a cria\u00e7\u00e3o de um sistema robusto de garantias de cr\u00e9dito \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o por interm\u00e9dio da rec\u00e9m-criada Ag\u00eancia Brasileira Gestora de Fundos e Garantias (ABGF), no \u00e2mbito do Minist\u00e9rio da Fazenda.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">As medidas podem alavancar os financiamentos do BNDES \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, que totalizaram US$ 5,46 bilh\u00f5es em 2012, cerca de 7% do desembolso total do banco no ano passado, de R$ 156 bilh\u00f5es (US$ 78 bilh\u00f5es). Mas a expans\u00e3o do cr\u00e9dito dentro da nova estrutura de apoio \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o no BNDES vai depender, em parte, da capacidade de realiza\u00e7\u00e3o da carteira africana pelo banco. S\u00f3 com Angola, o BNDES tem em carteira US$ 7 bilh\u00f5es em linhas de cr\u00e9dito aprovadas desde 2006.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Se esse modelo for replicado com sucesso para Gana, por exemplo, pa\u00eds com o qual o Brasil desenvolve uma rela\u00e7\u00e3o bilateral, seria poss\u00edvel ter, em tr\u00eas anos, uma carteira com esse pa\u00eds semelhante \u00e0 de Angola, nas estimativas de fontes do governo. Com Gana, h\u00e1 perspectivas para as empresas brasileiras nas \u00e1reas de infraestrutura, de etanol e agroneg\u00f3cios, envolvendo exporta\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas agr\u00edcolas, caminh\u00f5es e \u00f4nibus.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O agroneg\u00f3cio \u00e9 tamb\u00e9m uma \u00e1rea na qual o Brasil pode oferecer coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica aos pa\u00edses africanos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Com tradi\u00e7\u00e3o comercial na Am\u00e9rica Latina, o Brasil ainda tenta decifrar a \u00c1frica para al\u00e9m de Angola, pa\u00eds com o qual construiu uma hist\u00f3ria de com\u00e9rcio bilateral. Um caminho que o Brasil poder\u00e1 trilhar passa pela amplia\u00e7\u00e3o do modelo estabelecido com Angola, baseado em linhas de cr\u00e9dito garantidas por receb\u00edveis de petr\u00f3leo. J\u00e1 se falou em garantir empr\u00e9stimos em outros pa\u00edses africanos com receb\u00edveis de carv\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Em 2012, o BNDES desembolsou US$ 1 bilh\u00e3o para projetos envolvendo empresas brasileiras na Am\u00e9rica Latina e outros US$ 600 milh\u00f5es para obras brasileiras em pa\u00edses africanos. Os n\u00fameros do desembolso do BNDES devem se repetir neste ano tanto nos pa\u00edses latinos quantos nos africanos, prev\u00ea uma fonte do governo. At\u00e9 agora a rela\u00e7\u00e3o comercial do Brasil com os africanos, via apoios do BNDES, se restringe \u00e0 Angola, Mo\u00e7ambique e Gana, mas h\u00e1 potencial para estender essa rela\u00e7\u00e3o para outros pa\u00edses como Senegal, Nam\u00edbia e Z\u00e2mbia.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A orienta\u00e7\u00e3o do governo \u00e9 refor\u00e7ar a presen\u00e7a brasileira tamb\u00e9m no Caribe. Na Am\u00e9rica Central, o BNDES j\u00e1 tem projetos com bom grau de maturidade na Nicar\u00e1gua, Costa Rica, Guatemala e El Salvador. O banco tamb\u00e9m tem opera\u00e7\u00f5es com Rep\u00fablica Dominicana e Cuba, mas ainda h\u00e1 muito a ser feito nas ilhas caribenhas.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O trabalho de uma maior aproxima\u00e7\u00e3o com Am\u00e9rica Latina e \u00c1frica come\u00e7ou ainda no governo do ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, mas demorou a mostrar resultados e passou por mudan\u00e7as no governo da presidente Dilma Rousseff. Na quinta-feira, a presidente embarca para a Eti\u00f3pia para participar da reuni\u00e3o de c\u00fapula da Uni\u00e3o Africana (UA).<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A prioridade dada \u00e0 \u00c1frica \u00e9 tamb\u00e9m demonstrada pela montagem de um grupo interministerial que pretende organizar a forma de atua\u00e7\u00e3o do Brasil no continente africano. O Grupo T\u00e9cnico de Estudos Estrat\u00e9gicos de Com\u00e9rcio Exterior, o Getex \u00c1frica, est\u00e1 em fase inicial de montagem na Casa Civil da Presid\u00eancia. A realidade da \u00c1frica, onde h\u00e1 pa\u00edses com limita\u00e7\u00f5es ao endividamento, exige desenvolver outros canais institucionais e novos instrumentos para fazer financiamentos de forma sustent\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A cria\u00e7\u00e3o de uma diretoria para cuidar de Am\u00e9rica Latina, Caribe e \u00c1frica no BNDES deve levar a uma reorganiza\u00e7\u00e3o das \u00e1reas internacional e de com\u00e9rcio exterior do BNDES para fazer com que o banco consiga fazer mais e reforce a diretriz de pol\u00edtica externa, disse a fonte do governo. Isso passa por pol\u00edticas de fomento, pela rela\u00e7\u00e3o com organismos multilaterais, com bancos africanos e com outros atores relevantes. E tamb\u00e9m pela capacidade do banco de gerar opera\u00e7\u00f5es, fazer an\u00e1lises de projetos, contratar e liberar financiamentos. &#8220;Na \u00c1frica, a penetra\u00e7\u00e3o das empresas brasileiras \u00e9 mais incipiente do que na Am\u00e9rica Latina e o conhecimento do mercado, menor&#8221;, diz a fonte.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A nova estrutura dentro das \u00e1reas internacional e de com\u00e9rcio exterior do BNDES come\u00e7a a ser implementada mais de tr\u00eas anos depois de o governo do ex-presidente Lula ter tentando criar, sem sucesso, o Exim Brasil, subsidi\u00e1ria do BNDES que financiaria a exporta\u00e7\u00e3o, mas que se manteria dentro do or\u00e7amento do banco. O Exim Brasil esbarrou, em parte, no fato de que a subsidi\u00e1ria teria de oferecer empr\u00e9stimos e assumir o risco das pr\u00f3prias opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito ou atuar como garantidor de recursos privados. Depois de muitas discuss\u00f5es, se concluiu que a alternativa melhor seria refor\u00e7ar o papel do BNDES como provedor de recursos de m\u00e9dio e longo prazo para a exporta\u00e7\u00e3o. Ao mesmo, identificou-se que era preciso ter um sistema refor\u00e7ado de garantias de cr\u00e9dito \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, papel que caber\u00e1 \u00e0 Ag\u00eancia Brasileira Gestora de Fundos e Garantias (ABGF).<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Institu\u00edda por decreto presidencial em abril, a ag\u00eancia vai atuar garantindo projetos de infraestrutura e tamb\u00e9m dar\u00e1 garantias para opera\u00e7\u00f5es de com\u00e9rcio exterior por meio de dois fundos que estar\u00e3o debaixo do seu guarda-chuva: o Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE) e o Fundo Garantidor de Com\u00e9rcio Exterior (FGCE). O FGIE dever\u00e1 contar com recursos da Uni\u00e3o de at\u00e9 R$ 11 bilh\u00f5es, e o FGCE, de R$ 14 bilh\u00f5es, os quais devem ser aportados pelo governo de forma gradual. Procurado, o Minist\u00e9rio da Fazenda disse que n\u00e3o iria falar sobre a ABGF neste momento. Quando da publica\u00e7\u00e3o do decreto, a expectativa era de que a ABGF come\u00e7asse a operar no fim deste ano.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Fontes do setor dizem que, mesmo com a ABGF, o atual sistema de garantias de mais longo prazo (acima de dois anos), via Fundo Garantidor de Exporta\u00e7\u00e3o (FGE), vai continuar a existir. O FGE \u00e9 considerado importante, mas limitado, pois depende, em parte, do Or\u00e7amento da Uni\u00e3o e qualquer movimento para arcar com um sinistro resultante do n\u00e3o pagamento de cr\u00e9dito \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o impacta o super\u00e1vit prim\u00e1rio do governo federal, segundo as fontes. Um especialista em seguro de cr\u00e9dito disse que a tend\u00eancia seria o FGE continuar a cobrir riscos de Estado (risco pa\u00eds e pol\u00edtico), com prazos mais longos, enquanto o FGCE ficaria com riscos mais banc\u00e1veis.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A avalia\u00e7\u00e3o de uma fonte do governo \u00e9 de que a ABGF ter\u00e1 a vantagem de garantir volumes maiores de cr\u00e9dito ao setor privado. A fonte disse que a ag\u00eancia poder\u00e1 atrair mais bancos privados para o financiamento \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o uma vez que, em caso de &#8220;default&#8221; (n\u00e3o pagamento) do cr\u00e9dito, a institui\u00e7\u00e3o financeira seria indenizada pelo FGCE.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">_______________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Venda agita o mercado de cr\u00e9dito &#8216;podre&#8217;<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A expectativa pela venda de uma carteira de empr\u00e9stimos inadimplentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), cujo saldo devedor \u00e9 de R$ 37,046 bilh\u00f5es, promete movimentar o mercado de fundos especializados em cr\u00e9ditos &#8220;podres&#8221;, aqueles formados por opera\u00e7\u00f5es n\u00e3o pagas por clientes de bancos e financeiras, por vezes j\u00e1 baixadas como preju\u00edzo nos balan\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Os ativos do banco de fomento est\u00e3o em fase de avalia\u00e7\u00e3o antes da rodada de licita\u00e7\u00e3o, e o valor cont\u00e1bil da carteira \u00e9 de R$ 6,102 bilh\u00f5es. Gestoras como a JGP Cr\u00e9dito e a RCB Investimentos, j\u00e1 demonstraram interesse pelo portf\u00f3lio vencido. &#8220;Se a opera\u00e7\u00e3o do BNDES for bem-sucedida, pode abrir espa\u00e7o para outras institui\u00e7\u00f5es, em especial os bancos p\u00fablicos&#8221;, diz Nicolas Malagamba, diretor da KPMG.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Gigantes do setor financeiro como Ita\u00fa Unibanco e Bradesco ainda hoje acompanham de fora as vendas de carteiras inadimplentes, assim como os bancos p\u00fablicos. Entre os principais nomes do varejo banc\u00e1rio, s\u00f3 o Santander faz transa\u00e7\u00f5es recorrentes, com Citibank e Votorantim fazendo vendas pontuais. As institui\u00e7\u00f5es financeira de m\u00e9dio porte come\u00e7aram, contudo, a se movimentar. Nos \u00faltimos dois anos, Pine, Mercantil e a financeira Cetelem venderam carteiras de cr\u00e9ditos inadimplentes, com atraso superior a 180 dias.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Alguns bancos t\u00eam atuado n\u00e3o s\u00f3 na ponta vendedora, mas tamb\u00e9m compram eventualmente carteiras com empr\u00e9stimos vencidos para fins de investimento.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O Ita\u00fa Unibanco, por exemplo, adquiriu recentemente uma carteira de receb\u00edveis do fundo Brazil Recupera\u00e7\u00e3o de Capital I Segmento Financeiro Fundo de Investimento em Direitos Credit\u00f3rios (Fidc) NP, que investe em cr\u00e9ditos vencidos e que tinha como \u00fanico cotista a Chartis Capital Recovery Brazil, ligada \u00e0 seguradora AIG. A compra foi feita por meio da Ita\u00fa Companhia Securitizadora de Cr\u00e9ditos Financeiros.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A carteira, composta por receb\u00edveis em inadimpl\u00eancia do setor financeiro, que somava R$ 121,5 milh\u00f5es em abril, foi adquirida pelo valor de R$ 706,7 mil. O grande desconto deve-se ao fato de os cr\u00e9ditos, que respondiam por 92,3% da carteira, estarem vencidos h\u00e1 mais de 1080 dias, dificultando a recupera\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Para o Ita\u00fa essa carteira pode ser interessante, uma vez que o banco conta com estrutura interna de cobran\u00e7a de cr\u00e9dito, o que facilita e barateia a opera\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A entrada em vigor das regras de capital banc\u00e1rio de Basileia 3 pode incentivar o aumento da venda de carteiras com cr\u00e9dito em atraso pelos bancos, uma vez que exigir\u00e1 maior aloca\u00e7\u00e3o de capital.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A maior parte dos cr\u00e9ditos \u00e0 venda pelo BNDES est\u00e1 concentrada em contratos com inadimpl\u00eancia de 10 a 20 anos, que respondem por 67,4% do saldo devedor. Mas h\u00e1 contratos muito antigos, vencidos h\u00e1 mais de 20 anos, que representam 20,8% do total.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A JGP \u00e9 um exemplo de investidor que tem ido atr\u00e1s de cr\u00e9ditos inadimplentes e avalia comprar as opera\u00e7\u00f5es vencidas do BNDES. A gestora tem privilegiado a compra de cr\u00e9dito corporativo, seja de bancos ou de t\u00edtulos de d\u00edvida. A empresa comprou b\u00f4nus do Cruzeiro do Sul por 20% do valor de face no mercado secund\u00e1rio, diz Rafael Frisch, s\u00f3cio da JGP Cr\u00e9dito.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Outras casas como Brasil Distressed, Polo Capital, Blackwood, RCB Investimentos e Ipanema Credit Management, junto com a americana Credigy tamb\u00e9m atuam nesse segmento.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nO Globo\n \nDepois de encher o caixa de d\u00f3lares no ano passado, as empresas brasileiras voltaram a chamar aten\u00e7\u00e3o pelo mundo na semana passada ao levantar uma fortuna de recursos de investidores estrangeiros. Com opera\u00e7\u00f5es de gigantes como Petrobras e BRF, as companhias registram agora uma capta\u00e7\u00e3o de US$ 18,9 bilh\u00f5es com a emiss\u00e3o de t\u00edtulos no mercado internacional neste ano, o que representa um crescimento de quase 10% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado (US$ 17,3 bilh\u00f5es). Segundo especialistas, num momento em que a economia come\u00e7a a retomar o crescimento, a fartura financeira externa pode ser uma aliada, ainda que aumente a exposi\u00e7\u00e3o ao risco cambial. At\u00e9 maio, as empresas j\u00e1 obtiveram 63,4% de todo o montante captado no ano passado no exterior, de US$ 29,8 bilh\u00f5es. Para analistas, as emiss\u00f5es devem repetir ou superar este patamar em 2013, o que vai depender dos rumos da crise internacional. \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4844\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4844","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1g8","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4844","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4844"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4844\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4844"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4844"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4844"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}