{"id":4879,"date":"2013-05-28T18:00:38","date_gmt":"2013-05-28T18:00:38","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4879"},"modified":"2013-05-28T18:00:38","modified_gmt":"2013-05-28T18:00:38","slug":"3-mil-cidades-jogam-lixo-em-lugar-errado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4879","title":{"rendered":"3 mil cidades jogam lixo em lugar errado"},"content":{"rendered":"<p> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Os dados s\u00e3o do ano passado e fazem parte do Panorama dos Res\u00edduos S\u00f3lidos produzido anualmente pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Empresas de Limpeza e Res\u00edduos (Abrelpe).<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A 10a edi\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio, que ser\u00e1 divulgada hoje, mostra que\u00a0 o cen\u00e1rio apresentou alguma\u00a0 melhora ao longo da d\u00e9cada,\u00a0 mas muito lentamente, o que indica que vai ser imposs\u00edvel cumprir a legisla\u00e7\u00e3o na data prevista. Em agosto de 2014, munc\u00edpios em condi\u00e7\u00f5es irregulares\u00a0 podem ser enquadrados na Lei de Crimes Ambientais.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Em 2003, primeiro ano do levantamento, do total de res\u00edduos coletados no Pa\u00eds, 59,51% iam para lix\u00f5es ou aterros sem tratamento de chorume e controle de gases e apenas 40,49% seguiam para aterros sanit\u00e1rios. Em 2012, a propor\u00e7\u00e3o se\u00a0 inverteu: 58% tiveram destino adequado e 42%, inadequado.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O problema \u00e9 que o quadro tem se mantido constante desde 2011. &#8220;Pela proximidade do prazo estabelecido pela lei (em 2010), esper\u00e1vamos ver um avan\u00e7o, mas a situa\u00e7\u00e3o se estagnou. Por outro lado, h\u00e1 uma tend\u00eancia de aumento, ano a ano, do volume de res\u00edduos produzidos pelos brasileiros&#8221;&#8221;, afirma Carlos Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A produ\u00e7\u00e3o per capita subiu de 381,6 kg por ano em 2011 para 383 kg por ano no ano passado, Ao longo dos dez anos de levantamento, a gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos do Pa\u00eds cresceu 21%. &#8220;N\u00e3o por coincid\u00eancia, o PIB per capita tamb\u00e9m variou 20,8% nesse per\u00edodo. Enquanto a popula\u00e7\u00e3o s\u00f3 cresceu 9,65%. Mais riqueza traz mais consumo de embalagem e tamb\u00e9m mais desperd\u00edcio de alimento.&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Como vem ocorrendo nos \u00faltimos anos, o Estado de S\u00e3o Paulo liderou a gera\u00e7\u00e3o dr res\u00edduos. No ano passado, cada habitante produziu 1,393 kg\/dia, contra 1,228 kg\/dia no Pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">______________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Vice dos EUA deve tentar intensificar rela\u00e7\u00f5es bilaterais<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, chega hoje \u00e0 noite ao Brasil para uma visita de tr\u00eas dias, num sinal de que o governo Barack Obama deseja em seu segundo mandato uma aproxima\u00e7\u00e3o maior com o pa\u00eds e tamb\u00e9m com a Am\u00e9rica Latina. Discuss\u00f5es sobre energia, com\u00e9rcio, ci\u00eancia, tecnologia e educa\u00e7\u00e3o ter\u00e3o papel de destaque na agenda de Biden no Brasil, que vai se encontrar com a presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer e executivos da Petrobras, vindo da Col\u00f4mbia e Trinidad-Tobago. Em outubro, Dilma far\u00e1 uma visita de Estado aos EUA, reservada para parceiros considerados estrat\u00e9gicos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Na campanha presidencial de 2012, Obama deu pouqu\u00edssima aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Am\u00e9rica Latina, sugerindo que a regi\u00e3o ficaria em segundo plano no segundo mandato. Essa expectativa, contudo, tem sido desmentida at\u00e9 o momento. No come\u00e7o do m\u00eas, o presidente americano foi ao M\u00e9xico e \u00e0 Costa Rica, e agora Biden vai a tr\u00eas pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul. Em junho, ser\u00e1 a vez de o presidente do Chile, Sebasti\u00e1n Pi\u00f1era, e do Peru, Ollanta Humala, viajarem aos EUA.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Com o Brasil, os EUA t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o comercial relevante, mantendo um super\u00e1vit expressivo na balan\u00e7a. De janeiro a abril deste ano, por exemplo, os Estados Unidos tiveram um saldo favor\u00e1vel de US$ 5 bilh\u00f5es nas trocas de mercadorias com o Brasil, mais de tr\u00eas vezes superior ao US$ 1,6 bilh\u00e3o registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado. Temas relacionados ao com\u00e9rcio estar\u00e3o na pauta da conversa entre Biden e Dilma, marcada para a sexta-feira. Os dois tamb\u00e9m v\u00e3o abordar educa\u00e7\u00e3o, ci\u00eancia e tecnologia, temas considerados muito importantes pela presidente brasileira na rela\u00e7\u00e3o com os americanos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A coopera\u00e7\u00e3o entre Brasil e EUA na \u00e1rea de energia ser\u00e1 um dos focos mais importantes da visita de Biden, que viaja acompanhado de sua mulher, Jill. Amanh\u00e3 \u00e0 tarde, ele visitar\u00e1 o Centro de Pesquisas da Petrobras, para discutir a coopera\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica entre os dois pa\u00edses, com executivos da empresa e membros do governo brasileiro. Ele vai &#8220;tratar de assuntos relacionados sobre o futuro da energia, no Brasil, nos EUA e tamb\u00e9m o quadro global energ\u00e9tico&#8221;, de acordo com dois altos funcion\u00e1rios do governo americano, que falaram na semana passada, em teleconfer\u00eancia, a um grupo de jornalistas. Pela manh\u00e3, Biden far\u00e1 um discurso sobre a parceria entre Brasil e EUA no P\u00eder Mau\u00e1.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Na semana passada, em seu encontro com o secret\u00e1rio de Estado americano, John Kerry, o ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, Antonio Patriota, ressaltou o interesse brasileiro em trabalhar junto com os americanos na quest\u00e3o do g\u00e1s de xisto &#8211; uma \u00e1rea em que, segundo ele, os EUA &#8220;desenvolveram tecnologia extraordin\u00e1ria&#8221;. Gra\u00e7as aos avan\u00e7os na extra\u00e7\u00e3o do produto, o custo de energia nos Estados Unidos despencou, sendo hoje um dos principais fatores que explicam o renascimento da ind\u00fastria manufatureira no pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">&#8220;A nossa avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 que j\u00e1 conseguimos muito com o Brasil, mas achamos que h\u00e1 muito mais a fazer juntos para promover o interesse comum e os valores comuns que dividimos&#8221;, resumiu uma das fontes do governo americano, lembrando ainda que um dos objetivos da viagem de Biden \u00e0 Am\u00e9rica do Sul \u00e9 promover &#8220;um hemisf\u00e9rio de classe m\u00e9dia, seguro e democr\u00e1tico&#8221;.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A viagem de Biden tamb\u00e9m servir\u00e1 para preparar a visita de Estado que Dilma far\u00e1 aos EUA em outubro. Uma visita com esse status de um presidente brasileiro n\u00e3o ocorre desde 1995, quando Fernando Henrique Cardoso foi aos EUA no governo Bill Clinton.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Todos esses passos indicam uma atitude de maior aproxima\u00e7\u00e3o com a Am\u00e9rica Latina, que pode se dar em novos termos. Em artigo, a pesquisadora associada do Brookings Institution Diana Villiers Negroponte escreve que a viagem de Biden &#8220;deve consolidar parcerias n\u00e3o apenas com essas tr\u00eas na\u00e7\u00f5es, mas enviar uma mensagem de que uma nova forma de engajamento com os EUA \u00e9 agora poss\u00edvel. Os dias de hegemonia dos EUA no Hemisf\u00e9rio Ocidental acabaram, e um presidente e um vice-presidente n\u00e3o mais viajam com um pacote de ajuda&#8221;.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">______________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Sem poupan\u00e7a forte, Brasil deveria focar menos na ind\u00fastria, dizem economistas<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Com uma taxa de poupan\u00e7a interna cronicamente baixa e grande propens\u00e3o ao consumo, talvez o Brasil devesse esquecer a ideia de ter uma ind\u00fastria local heterog\u00eanea e adotar um modelo mais pr\u00f3ximo ao australiano: grande produtor de commodities, o pa\u00eds tem um d\u00e9ficit em transa\u00e7\u00f5es correntes de 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) segundo dados do Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) para 2013, e uma ind\u00fastria com pouca representatividade no PIB.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Em meio aos esfor\u00e7os da ind\u00fastria para se reerguer de um cen\u00e1rio de queda na produ\u00e7\u00e3o e de baixos n\u00edveis de produtividade, a pol\u00eamica recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 defendida por um grupo de economistas que enxerga uma correla\u00e7\u00e3o importante entre poupan\u00e7a e ind\u00fastria. E que, na falta da primeira, busca apontar alternativas ao crescimento econ\u00f4mico que n\u00e3o sejam necessariamente ancoradas em setor manufatureiro amplo e forte.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Em linhas gerais, um pa\u00eds com uma baixa taxa de poupan\u00e7a, como o Brasil, se torna um importador de poupan\u00e7a externa via bens e servi\u00e7os vindos de fora. Nessa din\u00e2mica, o c\u00e2mbio \u00e9 a vari\u00e1vel a ajustar essa necessidade de poupan\u00e7a externa, o que significa que a tend\u00eancia da moeda local \u00e9 de valoriza\u00e7\u00e3o &#8211; algo mortal para a ind\u00fastria de manufatura. &#8220;A queda da participa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria no PIB \u00e9 meio inexor\u00e1vel, mas h\u00e1 pa\u00edses em que parece que essa desindustrializa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais forte&#8221;, afirma Silvia Matos, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (IBRE\/FGV). O Brasil seria um deles.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Segundo Silvia, a taxa de poupan\u00e7a dom\u00e9stica tem se mantido perto de 17% do PIB nos \u00faltimos dez anos, afastando-se tanto das taxas de pa\u00edses asi\u00e1ticos quanto de pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. Essa discrep\u00e2ncia, mais forte especialmente a partir dos anos 1990, pode ter entre as suas explica\u00e7\u00f5es o modelo de previd\u00eancia adotado pelo Constitui\u00e7\u00e3o de 1988.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">&#8220;A nossa seguridade social faz com que a poupan\u00e7a privada seja estruturalmente baixa&#8221;, diz Samuel Pess\u00f4a, chefe do centro de crescimento econ\u00f4mico do IBRE. Para ele, dado que a agenda da sociedade \u00e9 focada na equidade e n\u00e3o no crescimento, ciclos de expans\u00e3o econ\u00f4mica geram aumento do gasto p\u00fablico, da carga tribut\u00e1ria e dos programas sociais, tendo como resultado, a redu\u00e7\u00e3o da poupan\u00e7a interna.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Al\u00e9m de n\u00e3o sair do lugar, a taxa de poupan\u00e7a interna deixou de se relacionar com a taxa de investimento. Silvia, Pess\u00f4a e outro economista da FGV, Gabriel Leal de Barros, argumentam em estudo ainda in\u00e9dito que, nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas, a maior parte da expans\u00e3o da taxa de investimento &#8211; especialmente entre 2004 e 2008 &#8211; se deveu \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o da poupan\u00e7a externa, sendo um de seus efeitos colaterais o c\u00e2mbio valorizado e a consequente desindustrializa\u00e7\u00e3o. O quadro para a ind\u00fastria seria agravado por pelo menos um outro fator: pa\u00edses com baixa poupan\u00e7a tendem a ter um custo de capital mais alto (juro mais elevado), o que tamb\u00e9m \u00e9 ruim para a ind\u00fastria, intensiva em capital.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Segundo Silvia, a deprecia\u00e7\u00e3o do c\u00e2mbio para estimular a rea\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria com a consequente redu\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios reais envolveria um equil\u00edbrio pol\u00edtico complicado e custos que a sociedade n\u00e3o parece disposta a pagar. Fora o forte impacto sobre a infla\u00e7\u00e3o. &#8220;O fato \u00e9 que todos os nossos ciclos de crescimento v\u00eam com aumento de importa\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Silvia. &#8220;As pessoas teriam que parar de consumir tanto, mas esse seria outro pa\u00eds&#8221;.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Diante desse cen\u00e1rio, diz Silvia, seria poss\u00edvel adotar uma perspectiva de crescimento alimentado por mais poupan\u00e7a externa, o que significa maiores d\u00e9ficits em conta corrente. Algo pr\u00f3ximo, complementa a economista, ao modelo australiano, de forma que o d\u00e9ficit em transa\u00e7\u00f5es correntes brasileiro sa\u00edsse dos 2,3% registrados em dezembro para algo entre 4% e 6% do PIB. Al\u00e9m disso, diz Silvia, o pa\u00eds deveria concentrar esfor\u00e7os apenas nos setores da ind\u00fastria mais competitivos, como a agroind\u00fastria e a ind\u00fastria extrativa.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A escolha, no entanto, exigiria cuidados. Pess\u00f4a lembra que a acumula\u00e7\u00e3o de d\u00edvida em outra moeda exigiria a cria\u00e7\u00e3o de algumas estruturas institucionais que mitigassem o risco cambial, como mercados financeiros l\u00edquidos e que reduzam o custo de hedge (prote\u00e7\u00e3o) cambial, al\u00e9m de uma moeda mais convers\u00edvel. &#8220;N\u00e3o tem nada na teoria econ\u00f4mica que diz que \u00e9 errado poupar pouco&#8221;. diz. &#8220;Mas quando a gente poupa pouco tem que ter certas institui\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A vis\u00e3o, no entanto, tem os seus cr\u00edticos. &#8220;Discordo que a melhor forma de aumentar a taxa de investimento do Brasil \u00e9 aumentar a poupan\u00e7a externa&#8221;, diz o professor em\u00e9rito da FGV, Luiz Carlos Bresser-Pereira. Segundo o ex-ministro da administra\u00e7\u00e3o federal no primeiro governo de FHC, a ideia de crescer com poupan\u00e7a externa foi adotada em 1994, com a estabiliza\u00e7\u00e3o da moeda. Os efeitos, diz ele, foram o desincentivo ao investimento e o est\u00edmulo ao consumo, impulsionado pelo aumento do sal\u00e1rio real e da propens\u00e3o aos gastos da sociedade brasileira.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Bresser-Pereira admite que a eleva\u00e7\u00e3o do d\u00e9ficit para 4% ou 5% at\u00e9 poderia impulsionar o investimento em alguma medida, mas a um custo bastante elevado. &#8220;\u00c9 o que chamo de populismo cambial ortodoxo, j\u00e1 que aumenta sal\u00e1rio e consumo, deixando todo mundo feliz&#8221;. Mas, complementa, \u00e9 caro, exp\u00f5e a economia a uma fragilidade financeira internacional, al\u00e9m de lev\u00e1-la mais facilmente a uma crise cambial, como a de 1998.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Em sua &#8220;macroeconomia estruturalista do desenvolvimento&#8221;, o economista avalia que, nos pa\u00edses em desenvolvimento, pode ser observada uma sobreaprecia\u00e7\u00e3o c\u00edclica e cr\u00f4nica da taxa de c\u00e2mbio &#8211; seja em raz\u00e3o de entradas excessivas de capital, da pol\u00edtica de crescimento com poupan\u00e7a externa ou doen\u00e7a holandesa (a valoriza\u00e7\u00e3o excessiva do c\u00e2mbio via exporta\u00e7\u00f5es de commodities, afetando os setores de manufaturados). E sugere uma taxa de c\u00e2mbio de equil\u00edbrio industrial entre R$ 2,80 e R$ 2,90.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">&#8220;\u00c9 claro que \u00e9 uma desvaloriza\u00e7\u00e3o grande, mas ajudaria o Brasil a crescer a taxas duas ou tr\u00eas vezes acima do que cresce hoje&#8221;. Bresser-Pereira n\u00e3o nega que existiriam fortes custos no curto prazo distribu\u00eddos para toda a popula\u00e7\u00e3o. &#8220;Mas essa \u00e9 uma decis\u00e3o que a sociedade vai ter que tomar&#8221;.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">______________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Governo fixa meta de 2,7% para o PIB<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O Estado de S. Paulo<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A economia brasileira n\u00e3o pode crescer menos do que 2,7% neste ano. A marca n\u00e3o \u00e9 apenas simb\u00f3lica, por ser o melhor desempenho da gest\u00e3o Dilma Rousseff, alcan\u00e7ado em 2011, mas virou meta no governo federal. Segundo o mercado, por\u00e9m, o objetivo est\u00e1 cada vez mais distante.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Depois de 18 pacotes de est\u00edmulo \u00e0 economia, restam ao governo &#8220;poucos bot\u00f5es&#8221; para apertar &#8211; como definem os t\u00e9cnicos -, a fim de gerar crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano. Mas, como definiu uma fonte qualificada da equipe econ\u00f4mica ao Estado, o governo &#8220;n\u00e3o vai permitir que o PIB cres\u00e7a abaixo daquele patamar (de 2011)&#8221;.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Economistas de 46 institui\u00e7\u00f5es consultadas pelo Broadcast, servi\u00e7o em tempo real da Ag\u00eancia Estado. estimam que o PIB cresceu nos tr\u00eas primeiros meses o equivalente a um ritmo de 2.3% ao ano, abaixo da meta do governo. O c\u00e1lculo foi feito pelo AE Proje\u00e7\u00f5es, com base nas estimativas das institui\u00e7\u00f5es consultadas. O IBGE anuncia o resultado do PIB do primeiro trimestre amanh\u00e3.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Meta<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A ideia de estabelecer uma alta do PIB de no m\u00ednimo 2,7% como meta para o ano circula no Pal\u00e1cio do Planalto e na equipe econ\u00f4mica. De acordo com os t\u00e9cnicos, o PIB deve ter crescido cerca de 1% no primeiro trimestre deste ano, na compara\u00e7\u00e3o com os \u00faltimos tr\u00eas meses do ano passado. O problema \u00e9 que dificilmente esse ritmo ser\u00e1 mantido. De acordo com a AE Proje\u00e7\u00f5es, analistas de mercado esperam um avan\u00e7o de 0,9% nesta compara\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">At\u00e9 agora, o melhor trimestre da economia brasileira sob Dilma Rousseff foi o primeiro de seu governo, de janeiro a mar\u00e7o de 2011. Na ocasi\u00e3o, o avan\u00e7o foi de 0,7%. Portanto, se o IBGE confirmar amanh\u00e3 tanto a expectativa do mercado quanto do governo, o crescimento ser\u00e1 o melhor do governo atual.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Desacelera\u00e7\u00f5es<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Na avalia\u00e7\u00e3o do governo, o segundo e o terceiro trimestres devem ter avan\u00e7os de 0,6%, em m\u00e9dia. Assim, resta impulsionar a economia\u00a0 entre outubro e dezembro. Desta forma, os incentivos atenderiam \u00e0 estrat\u00e9gia de iniciar o ano eleitoral de 2014 com a economia em acelera\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O momento \u00e9 delicado. Nesta semana, o mercado financeiro reduziu mais uma vez a estimativa de avan\u00e7o do PIB no ano &#8211; o dado inserido na pesquisa Focus, feita semanalmente pelo Banco Central com cerca de 100 institui\u00e7\u00f5es do mercado, aponta para uma alta de 2,93% neste ano. Na primeira semana deste ano, o mercado estimava em 3,26% a alta do PIB. Em janeiro de 2012, a proje\u00e7\u00e3o era de expans\u00e3o na faixa de 4,2%.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Al\u00e9m disso, o Instituto Internacional de Finan\u00e7as (IIF), que representa as maiores institui\u00e7\u00f5es financeiras do mundo, reduziu sua proje\u00e7\u00e3o para o crescimento brasileiro na sexta-feira. Segundo o IIF, o PIB vai crescer 2,9%. Algumas consultorias j\u00e1 trabalham com um avan\u00e7o ainda menor, pr\u00f3ximo a 2,5%.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">A ordem na equipe econ\u00f4mica \u00e9 turbinar os incentivos ainda \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, para garantir algum efeito na atividade econ\u00f4mica ainda neste ano.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Or\u00e7amento<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O governo vai fazer uma an\u00e1lise na boca do caixa: as reuni\u00f5es peri\u00f3dicas da Junta Or\u00e7ament\u00e1ria (formada por Tesouro Nacional, Minist\u00e9rio do Planejamento e Casa Civil) v\u00e3o servir para verificar o espa\u00e7o fiscal dispon\u00edvel para uma desonera\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria adicional ou um refor\u00e7o em investimentos p\u00fablicos espec\u00edficos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Uma das primeiras medidas emergenciais \u00e9 a desonera\u00e7\u00e3o do PIS\/Cofins das passagens de transporte coletivo urbano, que ser\u00e1 anunciada nesta semana. A medida, que deve acarretar uma ren\u00fancia fiscal de R$ 1,1\u00a0 bilh\u00e3o por ano, \u00e9 fruto do esfor\u00e7o do governo para evitar uma maior alta de pre\u00e7os nas tarifas de \u00f4nibus e metr\u00f4, mas os t\u00e9cnicos avaliam que ela tamb\u00e9m pode contribuir para estimular a atividade econ\u00f4mica.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Outras medidas est\u00e3o em estudo, ainda que, por hora, o espa\u00e7o fiscal seja ex\u00edguo. A aposta da equipe econ\u00f4mica \u00e9 que, com a melhora na economia, a arrecada\u00e7\u00e3o de impostos pela Receita Federal melhore. H\u00e1 uma defasagem entre o ritmo da atividade e o recolhimento de tributos &#8211; no in\u00edcio de 2012, por exemplo, o PIB praticamente parou, mas a arrecada\u00e7\u00e3o continuava muito forte.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">______________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Ind\u00fastria chinesa aumenta ritmo de alta nos lucros<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O ritmo de aumento no lucro das grandes ind\u00fastrias da China acelerou-se em abril, gra\u00e7as \u00e0 melhora no desempenho dos setores el\u00e9trico e de gera\u00e7\u00e3o termoel\u00e9trica, automotivo e eletr\u00f4nico.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O lucro das ind\u00fastrias chinesas com ganho anual de pelo menos 20 milh\u00f5es de yuans (US$ 3,2 milh\u00f5es), subiu 9,3% em abril na compara\u00e7\u00e3o anual, acelerando-se em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o, quando cresceu 5,3%, segundo anunciou ontem a Ag\u00eancia Nacional de Estat\u00edsticas da China. Apesar da acelera\u00e7\u00e3o em abril, os participantes do mercado ainda est\u00e3o cautelosos quanto \u00e0s perspectivas de lucro.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">&#8220;O crescimento anual de 9,3% em abril foi calculado tendo como base o decl\u00ednio anual de 2,2% em abril do ano passado, enquanto o crescimento de 5,3% em mar\u00e7o teve como base a alta de 4,5% em mar\u00e7o [de 2012]&#8221;, disse Yu Jianxun, que trabalha no departamento da ag\u00eancia ligado \u00e0 ind\u00fastria, em an\u00e1lise no site do \u00f3rg\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">O crescimento do lucro industrial em abril seria, na realidade, menor do que o de mar\u00e7o, se fossem usados como base os dados de 2011, acrescentou Yu.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \">As grandes ind\u00fastrias registraram lucro total de 436,68 bilh\u00f5es de yuans (US$ 70,7 bilh\u00f5es) em abril. J\u00e1 a margem de lucro foi de 5,3%, contra 5,4% em mar\u00e7o.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nO Estado de S. Paulo\n \nFaltando pouco mais de um ano para o fim do prazo dado pela Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos para o fim dos lix\u00f5es no Brasil, 3 mil cidades (54% do total), incluindo as capitais Bel\u00e9m e Bras\u00edlia, ainda enviam res\u00edduos para destinos inadequados. S\u00e3o quase 24 milh\u00f5es de toneladas despejadas em condi\u00e7\u00f5es impr\u00f3prias por ano, o equivalente a 168 est\u00e1dios do Maracan\u00e3 lotados de lixo. \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4879\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-4879","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1gH","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4879","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4879"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4879\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4879"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4879"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4879"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}