{"id":4965,"date":"2013-06-11T21:43:51","date_gmt":"2013-06-11T21:43:51","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=4965"},"modified":"2013-06-11T21:43:51","modified_gmt":"2013-06-11T21:43:51","slug":"governo-atende-pleito-e-fatia-licitacao-de-rodovias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/4965","title":{"rendered":"Governo atende pleito e fatia licita\u00e7\u00e3o de rodovias"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Os leil\u00f5es v\u00e3o come\u00e7ar pela BR-262 (Belo Horizonte-Vit\u00f3ria) e pela BR-050 (em Goi\u00e1s e Minas Gerais). Os editais definitivos ser\u00e3o lan\u00e7ados em 31 de julho e a disputa ocorrer\u00e1 no dia 20 de setembro, dando in\u00edcio efetivo ao programa de concess\u00f5es do governo. A divis\u00e3o dos nove lotes de rodovias em atende a um pedido das pr\u00f3prias empresas. Vendo oportunidades de neg\u00f3cios em diversos segmentos de infraestrutura, elas alegam que ter\u00e3o melhor capacidade de aprofundar seus estudos, caso haja algum tempo entre um e outro leil\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O segundo grupo ter\u00e1 apenas a BR-101 (na Bahia): o edital sai em 29 de agosto e o leil\u00e3o foi marcado para 25 de outubro. O terceiro grupo abranger\u00e1 dois lotes: BR-060\/153\/262 (DF\/GO\/MG) e BR-153 (An\u00e1polis-Palmas), com edital em 26 de setembro e leil\u00e3o no dia 25 de novembro. O quarto grupo inclui a BR-163\/267\/262 (MS), com edital em 25 de outubro e leil\u00e3o em 20 de dezembro.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O cumprimento do novo cronograma ainda depende da avalia\u00e7\u00e3o do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU), que precisar\u00e1 dar aval aos editais. Por \u00faltimo, no calend\u00e1rio apresentado por Borges, ficaram as duas rodovias que iam iniciar o processo de concess\u00f5es: a BR-040 (Bras\u00edlia-Juiz de Fora) e a BR-116 (todo o trecho em Minas Gerais). Elas passaram para o fim da fila. Ter\u00e3o editais publicados em 1\u00ba de novembro e leil\u00e3o no dia 2 de dezembro.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A Medida Provis\u00f3ria n\u00ba 618, que permitiu uma capitaliza\u00e7\u00e3o de R$ 15 bilh\u00f5es \u00e0 Valec, tamb\u00e9m abriu caminho para as licita\u00e7\u00f5es de ferrovias. &#8220;Com essa MP, n\u00e3o existem mais d\u00favidas relevantes&#8221;, afirma o presidente da Empresa de Planejamento e Log\u00edstica (EPL), Bernardo Figueiredo.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">De acordo com ele, faltam apenas &#8220;ajustes de tra\u00e7ado&#8221; para a divulga\u00e7\u00e3o dos editais. No processo de audi\u00eancias p\u00fablicas, houve uma s\u00e9rie de propostas de mudan\u00e7as nos tra\u00e7ados ferrovi\u00e1rios inicialmente propostos pelo governo. Mas a previs\u00e3o do governo \u00e9 licitar todos os trechos, com exce\u00e7\u00e3o da liga\u00e7\u00e3o entre Parnamirim (PE) e Feira de Santana (BA), at\u00e9 o fim do ano. Esse \u00faltimo lote ficaria para o in\u00edcio de 2014.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O cronograma foi apresentado durante a divulga\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio de acompanhamento do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC 2). Dos R$ 557,4 bilh\u00f5es executados at\u00e9 abril deste ano, R$ 388,7 bilh\u00f5es se referem a a\u00e7\u00f5es conclu\u00eddas. Isso representa 54,9% do total previsto para ser conclu\u00eddo de 2011, in\u00edcio do programa, at\u00e9 2014.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Houve uma alta de 18,4% em rela\u00e7\u00e3o ao volume de obras conclu\u00eddas at\u00e9 31 de dezembro do ano passado (R$ 328,2 bilh\u00f5es), mas o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida voltou a turbinar os dados do PAC 2. O financiamento habitacional corresponde a R$ 178,8 bilh\u00f5es. Depois, v\u00eam a execu\u00e7\u00e3o pelas empresas estatais, com R$ 152,2 bilh\u00f5es, e pelo setor privado, com R$ 113,9 bilh\u00f5es. Os recursos do or\u00e7amento da Uni\u00e3o foram de R$ 56,2 bilh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O balan\u00e7o do PAC 2 mostrou apenas 1% das obras de energia el\u00e9trica em situa\u00e7\u00e3o preocupante, com carimbo vermelho, e avan\u00e7os na \u00e1rea de transportes.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) pretende contratar 6 mil quil\u00f4metros de obras de restaura\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de rodovias at\u00e9 agosto. Na Ferrovia Norte-Sul, empreendimento sob responsabilidade da estatal Valec, o governo pretende entregar a conclus\u00e3o do trecho de 681 quil\u00f4metros da ferrovia entre Ouro Verde (GO) e Estrela D&#8221;Oeste (SP) at\u00e9 junho de 2014. O cronograma depende da aquisi\u00e7\u00e3o de trilhos pela Valec.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">_____________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Governo corre para fazer leil\u00e3o extra com pequenas usinas<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O governo corre contra o rel\u00f3gio para tentar avan\u00e7ar no licenciamento ambiental de uma s\u00e9rie de hidrel\u00e9tricas de pequeno porte, com o prop\u00f3sito de inclui-las no leil\u00e3o que ser\u00e1 realizado em dezembro. O Minist\u00e9rio de Minas e Energia, apurou o Valor, est\u00e1 passando um pente-fino nos estudos de viabilidade financeira e socioambiental de pelo menos nove empreendimentos, que somam 1.448 megawatts (MW).<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Essa mobiliza\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m conta com participa\u00e7\u00e3o dos minist\u00e9rios do Planejamento e do Meio Ambiente, al\u00e9m do Ibama, tem o prop\u00f3sito de adiantar o processo de licenciamento ambiental dessas pequenas hidrel\u00e9tricas, para que elas entrem no segundo leil\u00e3o A-5, previsto para o fim do ano, ocasi\u00e3o em que se contratar\u00e1 projetos para entrar em opera\u00e7\u00e3o daqui a cinco anos. A fonte hidrel\u00e9trica frustrou as expectativas do governo para o primeiro leil\u00e3o A-5, que acontece em 29 de agosto, disputa que contar\u00e1 com apenas uma usina movida \u00e0 for\u00e7a da \u00e1gua, a hidrel\u00e9trica de Sinop, de 400 MW.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O projeto priorit\u00e1rio \u00e9 a usina de S\u00e3o Manoel (700 MW), prevista para ser erguida no rio Teles Pires, no Mato Grosso. Com capacidade de gera\u00e7\u00e3o suficiente para atender 2,5 milh\u00f5es de pessoas, S\u00e3o Manoel teve o processo de licenciamento iniciado em 2007 pela Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE). Desde ent\u00e3o, o empreendimento busca sua licen\u00e7a pr\u00e9via junto ao Ibama, sem sucesso.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A lista inclui mais cinco usinas desenhadas para retirar 430 MW do complexo do rio Parna\u00edba, que faz a divisa dos Estados do Piau\u00ed e Maranh\u00e3o. As hidrel\u00e9trica de Cachoeira (63 MW), Castelhano (64 MW), Estreito Parna\u00edba (56 MW), Ribeiro Gon\u00e7alves (113 MW) e Uru\u00e7u\u00ed (134 MW) j\u00e1 possuem a licen\u00e7a pr\u00e9via do Ibama, autoriza\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria para que uma usina v\u00e1 a leil\u00e3o. Esses projetos, por\u00e9m, possuem uma fatura socioambiental pesada, pre\u00e7o que tem afastado o interesse de investidores em assumir os projetos. Alguns deles j\u00e1 frequentaram leil\u00f5es da EPE por tr\u00eas ocasi\u00f5es, mas n\u00e3o receberam nenhuma proposta.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A rela\u00e7\u00e3o de hidrel\u00e9tricas que est\u00e3o no radar conta ainda com tr\u00eas usinas previstas para rios do Paran\u00e1, as quais podem adicionar mais 318 MW de oferta energ\u00e9tica no leil\u00e3o: Tel\u00eamaco Borba (120 MW), Ercil\u00e2ndia (97 MW) e Foz do Piquiri (101 MW).<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Em entrevista ao Valor PRO, servi\u00e7o de not\u00edcias em tempo real do Valor, o secret\u00e1rio-executivo do Minist\u00e9rio de Minas e Energia, M\u00e1rcio Zimmermann, confirmou a mobiliza\u00e7\u00e3o do governo em torno desses empreendimentos e disse que, no caso das usinas do complexo do Parna\u00edba, s\u00e3o avaliadas alternativas para reduzir o custo ambiental dos projetos. &#8220;Essas usinas n\u00e3o sa\u00edram at\u00e9 agora porque o valor socioambiental ficou muito acima do que o complexo pode sustentar. Vamos trabalhar para tentar reduzir essas exig\u00eancias&#8221;, disse o secret\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Sobre as dificuldades de obter licenciamento de grandes usinas na Amaz\u00f4nia, como as hidrel\u00e9tricas dos rios Tapaj\u00f3s e Teles Pires, Zimmermann diz que &#8220;se trata de quest\u00e3o de tempo&#8221; e que os empreendimentos ser\u00e3o leiloados.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8220;Mesmo com dificuldades, temos caminhado. S\u00e3o Manoel tem chances de sair neste ano. Estamos acostumados com essa press\u00e3o&#8221;, disse, ao se referir \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o de ONGs, de movimentos ind\u00edgenas e Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal. &#8220;Se tiv\u00e9ssemos desistido, n\u00e3o ter\u00edamos constru\u00eddo Jirau (RO), Santo Ant\u00f4nio (RO), Teles Pires (MT) ou Belo Monte (PA), todas na Amaz\u00f4nia.&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Sobre as usinas do Paran\u00e1, que t\u00eam licenciamento estadual, Zimmermann, admite que os projetos t\u00eam enfrentado dificuldades com o MPF no Estado.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">_____________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Importa\u00e7\u00e3o afeta retomada de qu\u00edmicos e a\u00e7o<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A recupera\u00e7\u00e3o continua incerta em dois setores fortemente afetados pela concorr\u00eancia de produtos importados &#8211; qu\u00edmica e siderurgia. A distribui\u00e7\u00e3o de produtos sider\u00fargicos deve cair 5% em maio em rela\u00e7\u00e3o a abril, movimentando 365 mil toneladas, informou o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de A\u00e7o (Inda), Carlos Loureiro. Na ind\u00fastria qu\u00edmica, a atividade em maio deve ficar est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o a abril.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Os dados de maio da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Qu\u00edmica (Abiquim), ainda n\u00e3o foram fechados. Segundo F\u00e1tima Giovana Ferreira, diretora de economia e estat\u00edstica da entidade, a ind\u00fastria do setor n\u00e3o sinalizou, no m\u00eas, aumentos de produ\u00e7\u00e3o e de vendas. &#8220;Nossa expectativa \u00e9 que a atividade possa voltar a melhorar, n\u00e3o no segundo trimestre, mas talvez no terceiro trimestre.&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">No primeiro quadrimestre, a produ\u00e7\u00e3o do setor qu\u00edmico caiu 1,29%, e as vendas recuaram 0,61%. Foi a forte concorr\u00eancia com importados que levou a esse cen\u00e1rio, diz F\u00e1tima. &#8220;No primeiro quadrimestre, a demanda por produtos qu\u00edmicos cresceu em torno de 7,1%. Ou seja, o mercado est\u00e1 aquecido, mas a demanda tem se voltado para os importados.&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Um dos fatores que podem ajudar na retomada \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia de PIS e Cofins para mat\u00e9rias-primas da ind\u00fastria qu\u00edmica, estabelecida pela Medida Provis\u00f3ria 613, de maio deste ano. Essa desonera\u00e7\u00e3o ter\u00e1 forte impacto na diminui\u00e7\u00e3o de custos do setor e deve permitir que a ind\u00fastria qu\u00edmica atinja uso de capacidade perto de 90%, em compara\u00e7\u00e3o com o percentual em torno de 80% utilizado atualmente, afirmou F\u00e1tima.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A estimativa da distribui\u00e7\u00e3o de a\u00e7o, caso confirmada, pode conduzir a um recuo de 1,5% no resultado acumulado de janeiro a maio deste ano, em compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo do ano passado, informou Loureiro, do Inda. Na compara\u00e7\u00e3o com maio do ano passado, a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda pior, com expectativa de recuo de 10,5% ante igual m\u00eas de 2012.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Loureiro explicou que, em abril, houve melhora na distribui\u00e7\u00e3o, com volume de 383,1 mil &#8211; o que representou expans\u00e3o de 11% tanto na compara\u00e7\u00e3o com mar\u00e7o, quanto em rela\u00e7\u00e3o a igual m\u00eas de 2012. Por\u00e9m, segundo dados preliminares computados pelo instituto, maio n\u00e3o deve acompanhar esse bom desempenho. &#8220;Acho dif\u00edcil um segundo trimestre melhor que o primeiro, com os dados que temos at\u00e9 agora.&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Tendo em vista esse cen\u00e1rio, o instituto deve rever para baixo a proje\u00e7\u00e3o de crescimento de 6% na distribui\u00e7\u00e3o de produtos do setor prevista para este ano, em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">As vendas de \u00f4nibus e caminh\u00f5es da MAN Latin America ficaram est\u00e1veis em maio na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano passado. Dados da empresa indicam que, no m\u00eas passado, foram vendidos 4.118 ve\u00edculos, menos que as 4.179 unidades vendidas em maio de 2012. A empresa n\u00e3o informa a varia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o entre abril e maio, mas seu presidente, Roberto Cortes, disse que o n\u00edvel de atividade cresceu um pouco em rela\u00e7\u00e3o a abril. Segundo ele, no per\u00edodo janeiro-maio, a produ\u00e7\u00e3o da companhia vem crescendo gradualmente.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8220;Para a ind\u00fastria de caminh\u00f5es continuar nesse ritmo, \u00e9 preciso que as condi\u00e7\u00f5es de financiamento estejam boas e haja confian\u00e7a na economia. As condi\u00e7\u00f5es de financiamento est\u00e3o boas e h\u00e1 expectativa que haja retomada da economia, com as obras de infraestrutura e a renova\u00e7\u00e3o da frota brasileira de caminh\u00f5es&#8221;, diz Cortes.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">_____________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Pol\u00edtica fiscal pode ser mudada<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A amea\u00e7a da ag\u00eancia de rating Standard &#038; Poor&#8221;s, de rebaixar a nota do Brasil, preocupou o governo e abalou os alicerces da atual pol\u00edtica econ\u00f4mica, sobretudo na quest\u00e3o fiscal. A convic\u00e7\u00e3o do Pal\u00e1cio do Planalto no acerto da gest\u00e3o das contas p\u00fablicas, \u00e0 cargo do Tesouro Nacional, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o s\u00f3lida e o governo pensa em reagir. N\u00e3o est\u00e1 claro, no momento, como deve ser a rea\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 nesse contexto que ressurge proposta feita pelo ex-ministro Antonio Delfim Netto em 2006: anunciar como meta para os pr\u00f3ximos anos (quatro ou cinco anos) a elimina\u00e7\u00e3o do d\u00e9ficit nominal das contas p\u00fablicas.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A sugest\u00e3o foi feita quando Ant\u00f4nio Palocci ainda era ministro da Fazenda, no calor das den\u00fancias do mensal\u00e3o. Na ocasi\u00e3o, a ent\u00e3o ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, considerou a ideia &#8220;rudimentar&#8221;.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Outras ideias que est\u00e3o em an\u00e1lise, e que seriam \u00fateis para melhorar a rela\u00e7\u00e3o do governo com o setor privado, s\u00e3o as de desobrigar a Petrobras de ter participa\u00e7\u00e3o de pelo menos 30% em todos os po\u00e7os do pr\u00e9-sal e abrir m\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o da empresa estatal para controlar os contratos de partilha de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s, a Pr\u00e9-Sal Petr\u00f3leo S.A (PPSA). Embora a exist\u00eancia da empresa tenha sido autorizada pela Lei 12.304, de 2010, ela ainda n\u00e3o foi efetivada.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">No Congresso Nacional, j\u00e1 tramitam propostas para mudar a lei e eliminar a exig\u00eancia de que a Petrobras detenha 30% de participa\u00e7\u00e3o e opere os campos do pr\u00e9-sal.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A desvaloriza\u00e7\u00e3o do c\u00e2mbio &#8211; ontem o d\u00f3lar chegou a bater em R$ 2,16 &#8211; resolve um tremendo problema para o governo brasileiro: a perda de competitividade da ind\u00fastria nacional e queda das exporta\u00e7\u00f5es. N\u00e3o est\u00e1 claro onde vai parar o novo patamar do c\u00e2mbio. Fala-se, no governo, em algo como R$ 2,15 a R$ 2,20. Por mais que o Banco Central minimize o repasse do c\u00e2mbio para a taxa de infla\u00e7\u00e3o, o fato \u00e9 que esse movimento pressiona a taxa de juros dom\u00e9stica.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O BC se mostra decidido a controlar a infla\u00e7\u00e3o e levar o \u00edndice para o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel da meta (4,5%) at\u00e9 o fim de 2014. Se isso for feito com a ajuda de uma pol\u00edtica fiscal mais austera, o custo em juros ser\u00e1 menor.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Retomados o c\u00e2mbio flutuante e o aperto monet\u00e1rio, as propostas que chegam ao Pal\u00e1cio do Planalto s\u00e3o para o governo restabelecer o controle fiscal, acabando com os &#8220;truques&#8221; nas contas p\u00fablicas e com a farta emiss\u00e3o de t\u00edtulos para financiar os gastos. H\u00e1 gradua\u00e7\u00f5es na intensidade do aperto sugerido e a mais dura seria marcar uma data para zerar o d\u00e9ficit nominal.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">_____________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><strong><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Sob nova dire\u00e7\u00e3o, Funai \u00e9 invadida<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><em><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Correio Braziliense<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O primeiro dia de Maria Augusta Assirati como presidente da Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (Funai), no lugar de Marta Maria do Amaral Azevedo, que deixou o cargo na \u00faltima sexta-feira, foi de protestos. Cerca de 150 \u00edndios de quatro etnias invadiram o pr\u00e9dio da Funai, ontem, irritados por n\u00e3o terem sido recebidos por autoridades do governo. Eles prometem ficar l\u00e1 at\u00e9\u00a0 cumprirem uma agenda na capital, que inclui conversas com\u00a0 o ministro da Secretaria-Geral da Presid\u00eancia, Gilberto Carvalho, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim\u00a0 Barbosa.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Em Sidrol\u00e2ndia (MS), a briga por terras com fazendeiros da regi\u00e3o estimulou produtores do Brasil inteiro a marcar uma manifesta\u00e7\u00e3o para a pr\u00f3xima sexta-feira. Para piorar o quadro de crise a ser enfrentada por Maria Augusta, a Pol\u00edcia Federal no Amazonas investiga suspeitas de fraude na emiss\u00e3o de Registros Administrativos de Nascimento de \u00cdndios (Ranis) \u2014 uma esp\u00e9cie de RG ind\u00edgena que facilita o acesso a pol\u00edticas espec\u00edficas, como cotas na educa\u00e7\u00e3o e financiamento de casas populares.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">A partir do caso espec\u00edfico de Paulo Apurin\u00e3 \u2014 que j\u00e1 posou ao lado do ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva e da atual mandat\u00e1ria, Dilma Rousseff, dizendo ser l\u00edder ind\u00edgena \u2014, a PF identificou sumi\u00e7o de alguns livros de registro que deveriam ser guardados pela Funai. E descobriu um aumento consider\u00e1vel de Ranis emitidos nos \u00faltimos anos. S\u00f3 em 2011, a coordena\u00e7\u00e3o regional da Funai em Manaus expediu 1.553 registros de nascimento reconhecendo a condi\u00e7\u00e3o de \u00edndios a pessoas que ingressaram com o processo. Dez anos antes, em 2001, foram emitidos apenas oito. De 2000 em diante, a quantidade de Ranis concedidos cresceu 2.875%. A etnia que mais teve \u00edndios reconhecidos, por meio dos registros tardios, foi a Apurin\u00e3, com 17,8% do total.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">&#8220;Verificamos que o processo de expedi\u00e7\u00e3o do Rani \u00e9 muito fr\u00e1gil. N\u00e3o h\u00e1 dilig\u00eancias, n\u00e3o h\u00e1 laudos antropol\u00f3gicos. Por isso, decidimos investigar o sumi\u00e7o dos livros de registro&#8221;, disse o superintendente da PF no Amazonas, S\u00e9rgio Fontes. Outra investiga\u00e7\u00e3o em curso est\u00e1 concentrada na regi\u00e3o do Alto Solim\u00f5es, onde Ranis t\u00eam sido adulterados por \u00edndios que querem se passar por mais velhos para terem direito a aposentadoria ou prefer\u00eancia em pol\u00edticas voltadas para idosos. A Funai, em nota, destacou que o &#8220;Rani n\u00e3o confere direitos por si s\u00f3, mas, na aus\u00eancia da Certid\u00e3o de Nascimento, serve como subs\u00eddio para identifica\u00e7\u00e3o do ind\u00edgena&#8221;. E acrescentou que os crit\u00e9rios para a concess\u00e3o s\u00e3o o autorreconhecimento e o reconhecimento da comunidade \u00e0 qual pertence.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">O corregedor da Funai, Francisco Arruda, esteve em Manaus, na semana passada, para ter acesso ao conte\u00fado das investiga\u00e7\u00f5es da PF sobre Paulo Apurin\u00e3 \u2014 que foi indiciado por denuncia\u00e7\u00e3o caluniosa contra um antrop\u00f3logo. Sobre a emiss\u00e3o fraudulenta do Rani, quem responde \u00e9 a m\u00e3e de Paulo, Francisca Ribeiro da Silva Filho, que executou os atos para o registro de nascimento ind\u00edgena. A PF sustenta que n\u00e3o h\u00e1 dados geneal\u00f3gicos e estudos antropol\u00f3gicos na documenta\u00e7\u00e3o de Paulo e de Francisca, al\u00e9m de depoimentos de \u00edndios que negaram a origem dos dois. Arruda analisar\u00e1 o material da PF para tomar provid\u00eancias caso haja ind\u00edcios de participa\u00e7\u00e3o de servidores da Funai no caso.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Em Sidrol\u00e2ndia (MS), palco do mais recente conflito ind\u00edgena, com saldo de um terena morto h\u00e1 15 dias, o clima \u00e9 de espera. \u00cdndios e ruralistas aguardam a instala\u00e7\u00e3o de um f\u00f3rum de discuss\u00e3o, mediado pelo governo federal, para solucionar a disputa por terras. Uma das propostas em an\u00e1lise \u00e9 que a Uni\u00e3o indenize os fazendeiros da regi\u00e3o que tenham t\u00edtulos p\u00fablicos obtidos de boa-f\u00e9.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Presidente da Frente Nacional Pecuarista, Francisco Maia calcula que a indeniza\u00e7\u00e3o por 62 fazendas de Mato Grosso do Sul onde h\u00e1 conflitos pela posse varie de R$ 700 milh\u00f5es a R$ 1 bilh\u00e3o. &#8220;\u00c9 menos do que foi gasto no Est\u00e1dio Man\u00e9 Garrincha&#8221;, ironiza Maia.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;\"><span style=\"font-size: 10.5pt; font-family: \" color:=\"color:\" black;=\"black;\" mso-themecolor:=\"mso-themecolor:\" text1;\"=\"text1;\"\">Josiel Gabriel, terena baleado na semana passada, corre o risco de ficar parapl\u00e9gico. Foi levantada a hip\u00f3tese de o \u00edndio, internado em Campo Grande com uma bala alojada na coluna cervical, ser removido para o Hospital Sarah Kubitschek, em Bras\u00edlia. A assessoria da unidade, por\u00e9m, negou a transfer\u00eancia.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nValor Econ\u00f4mico\n \nAp\u00f3s uma longa queda de bra\u00e7o com a iniciativa privada, que culminou no aumento das taxas de retorno, o governo remarcou os leil\u00f5es de 7,5 mil quil\u00f4metros de rodovias federais anunciados pela presidente Dilma Rousseff no ano passado. 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