{"id":5466,"date":"2013-09-20T23:09:45","date_gmt":"2013-09-20T23:09:45","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=5466"},"modified":"2013-09-20T23:09:45","modified_gmt":"2013-09-20T23:09:45","slug":"falluja-iraque-por-que-e-uma-cidade-proibida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5466","title":{"rendered":"Falluja \/Iraque : POR QUE \u00c9 UMA CIDADE PROIBIDA?"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>O que os Estados Unidos n\u00e3o querem que a gente saiba? Por que n\u00e3o permitem que se realize nenhuma medi\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de radia\u00e7\u00e3o e por que, inclusive, proibiram \u00e0 Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica de entrar em Falluja? O que se passou exatamente l\u00e1? Que tipo de bombas os Estados Unidos utilizaram nesta cidade do Iraque? Foi s\u00f3 ur\u00e2nio empobrecido, ou teve algo mais?<\/strong><\/p>\n<p><strong>O que os EEUU e seus fantoches iraquianos n\u00e3o querem que a gente saiba?<\/strong><\/p>\n<p>Acabo de ver, na Al-Jazeera Arabic, no programa de Ahmad Mansour a entrevista com o Professor <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Christopher_Busby\" target=\"_blank\">Chris Dusby<\/a>.<\/p>\n<p>O Professor Busby \u00e9 cientista e Diretor de Green Audit, bem como secret\u00e1rio cient\u00edfico do Comit\u00ca Europeu sobre Riscos Radioativos.<\/p>\n<p>Para conhecer mais dados sobre o Professor Chris Busby e seus trabalhos, digitem em Google \u201cChris Busby Uranium\u201c. O Professor Busby publicou muitos artigos sobre a radiac\u00e3o, o ur\u00e2nio e a contamina\u00e7\u00e3o em pa\u00edses tais como L\u00edbano, Kosovo, Gaza e, por suposto, Iraque.\u00a0Seus \u00faltimos trabalhos s\u00e3o os temas que se ocupou o programa emitido na Al Jazeera, e ser\u00e3o os que eu abordarei nestas linhas:<\/p>\n<p>Faluya \u00e9 uma cidade proibida. Foi submetida a intenso bombardeios em 2004 com bombas de ur\u00e2nio empobrecido e f\u00f3sforo branco, e desde ent\u00e3o declararam-na zona perigosa, o que significa que nem as autoridades fantoches de Iraque nem as for\u00e7as invasoras\/ocupantes de EEUU permitem que ningu\u00e9m possa realizar nenhum estudo real do que ali sucede.<\/p>\n<p>Faluya est\u00e1 basicamente sob ass\u00e9dio. \u00c9 \u00f3bvio que os estadunidenses e os iraquianos sabem algo e que tratam de ocultar ao conhecimento p\u00fablico. E a\u00ed \u00e9 o\u00adnde o Professor C. Busby entra em cena.<\/p>\n<p>Mas ele foi\/\u00e9 inflex\u00edvel na busca da verdade do que ocorreu em Faluya em 2004. Por ser um dos melhores cientistas em seu campo, conseguiu uma pesquisa e passou a dirigir uma investiga\u00e7\u00e3o em Faluya, cujos resultados preliminares dever\u00e3o publicar-se-\u00e3o em duas semanas.<\/p>\n<p>O Professor Busby encontrou muitos obst\u00e1culos para poder levar a cabo este projeto. Nem a ele nem a nenhum membro de sua equipa se lhes permitiu aceder a Faluya para realizar as entrevistas. Mas ele disse que quando a porta principal se fecha, tem que tentar que outras portas se abram. E isto foi o que fez. Conseguiu reunir uma equipa de iraquianas de Faluya para que dirigissem as entrevistas por ele.<\/p>\n<p>O projeto de investiga\u00e7\u00e3o baseou-se em 721 fam\u00edlias de Faluya com 4.500 participantes, que viviam tanto em zonas com n\u00edvel de radia\u00e7\u00e3o alto como baixo. Os resultados compararam-se com um grupo de controle: uma mostra composta pelo mesmo n\u00famero de fam\u00edlias que vivem numa zona n\u00e3o radiativa em outro pa\u00eds \u00e1rabe. Para o estudo, elegeu outros tr\u00eas pa\u00edses para levar a cabo tal compara\u00e7\u00e3o: Kuwait, Egito e Jord\u00e2nia.<\/p>\n<p>Antes de entrar nos resultados preliminares, devo assinalar o seguinte:<\/p>\n<p>As autoridades iraquianas amea\u00e7aram a todos os participantes desta investiga\u00e7\u00e3o com pris\u00f5es e deten\u00e7\u00f5es se cooperassem em participar das entrevistar. Isto \u00e9, amea\u00e7ou \u00e0queles que respondessem aos terroristas com leis anti-terroristas.<\/p>\n<p>As for\u00e7as estadunidenses proibiram ao Dr. Busby que recolhesse qualquer dado, sustentando que Faluya \u00e9 uma zona insurgente.<\/p>\n<p>Os doutores de Faluya recusaram sair ao vivo no programa de Ahmad Mansour porque tinham recebido amea\u00e7as de morte e temiam por suas vidas.<\/p>\n<p>Isto \u00e9, o estudo levou-se a cabo em condi\u00e7\u00f5es muito dif\u00edceis e com amea\u00e7as de morte. N\u00e3o obstante, seguiu-se adiante.<\/p>\n<p>Como n\u00e3o h\u00e1 o programa em Youtube, n\u00e3o posso transcrever a entrevista palavra por palavra. Tomei breves notas a m\u00e3o e memorizei o resto. Mas farei o melhor para apresentar todos os fatos que se relataram hoje.<\/p>\n<p><strong>O que os EEUU e seus fantoches iraquianos n\u00e3o querem que a gente saiba?<\/strong><\/p>\n<p><strong>E por que n\u00e3o permitem que se realize nenhuma medi\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de radia\u00e7\u00e3o em Faluya e por que, inclusive, proibiram \u00e0 Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica que entre em Faluya?<\/strong><\/p>\n<p><strong>O que se passou exatamente em Faluya?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Que tipo de bombas utilizaram?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Foi s\u00f3 ur\u00e2nio empobrecido ou teve algo mais?<\/strong><\/p>\n<p>Um aspecto que \u00e9 muito caracter\u00edstico de Faluya \u00e9 que os \u00edndices de c\u00e2ncer t\u00eam aumentando de forma espetacular num espa\u00e7o muito curto de tempo desde 2004. Exemplos oferecidos pelo Dr. Busby:<\/p>\n<p><strong>\u00b7 O \u00edndice de leucemia infantil \u00e9 40 vezes mais alto desde 2004, que em anos anteriores. E comparado com Jord\u00e2nia, por exemplo, \u00e9 38 vezes mais alto.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00b7 A taxa de c\u00e2ncer de mama \u00e9 10 vezes superior \u00e0 de 2004.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00b7 A taxa de c\u00e2ncer linf\u00e1tico \u00e9 tamb\u00e9m 10 vezes maior desde 2004.<\/strong><\/p>\n<p>Outra peculiaridade de Faluya \u00e9 o imenso aumento nas taxas de mortalidade infantil. Comparadas com outros dois pa\u00edses \u00e1rabes como Kuwait e Egito, que n\u00e3o t\u00eam contamina\u00e7\u00e3o radiativa, estas s\u00e3o as cifras:<\/p>\n<p>A t<strong>axa de mortalidade infantil em Faluya \u00e9 de 80 meninos em cada mil nascidos,<\/strong> em compara\u00e7\u00e3o com Kuwait, o\u00adnde se d\u00e1 a cifra de 9 em cada mil e no Egito \u00e9 de 19 em cada mil (por tanto, a taxa de mortalidade infantil iraquiana \u00e9 quatro vezes mais alta que a do Egito e nove vezes mais alta que do Kuwait).<\/p>\n<p>A terceira peculiaridade de Faluya \u00e9 a cifra de deformidades gen\u00e9ticas que tem aumentado desde 2004. Esta \u00e9 uma quest\u00e3o que j\u00e1 me referi no passado. Mas hoje aprendi algo mais. A radia\u00e7\u00e3o com qualquer dos agentes utilizados pelas \u201cfor\u00e7as de liberta\u00e7\u00e3o\u201d n\u00e3o s\u00f3 causa deformidades gen\u00e9ticas em massa sen\u00e3o tamb\u00e9m e isto \u00e9 muito importante:<\/p>\n<p><strong>\u00b7 Causa mudan\u00e7as estruturais a n\u00edvel celular.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00b7 O que por sua vez provoca, devido \u00e0 composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica dos bebes masculinos (car\u00eancia do cromossomo X), que os meninos corram maior risco de morte, enquanto \u00e9 mais prov\u00e1vel que as meninas sobrevivam ainda que com deformidades graves.<\/strong><\/p>\n<p>E h\u00e1 outro exemplo oferecido pelo Dr. Busby:<\/p>\n<p>Antes de 2003, as taxas de nascimento em Faluya eram as seguintes: 1.050 meninos em frente a 1.000 meninas. Em 2005, s\u00f3 nasceram 350 meninos em frente a 1.000 meninas, o que significa que os bebes meninos n\u00e3o est\u00e3o a sobreviver.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0s meninas e a\u00ed \u00e9 o\u00adnde a trag\u00e9dia aumenta\u2026 a radia\u00e7\u00e3o causa mudan\u00e7as a n\u00edvel de DNA, o que significa que essas mesmas meninas, se conseguirem sobreviver e se reproduzem-se mais tarde, dar\u00e3o a luz meninas geneticamente deformadas e meninos mortos.<\/p>\n<p>Os dados expostos apoiam-se em outros estudos realizados com meninos e netos dos sobreviventes de Hiroshima (no ano de 2007), que mostram que inclusive a terceira gera\u00e7\u00e3o apresenta malforma\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas, inclu\u00eddas diversas doen\u00e7as (c\u00e2ncer, card\u00edacas, etc\u2026) numa propor\u00e7\u00e3o 50 vezes superior.<\/p>\n<p>Por outra parte, em Chernobyl, os estudos realizados com os animais nessa \u00e1rea mostraram que os efeitos da radia\u00e7\u00e3o modificaram geneticamente 22 gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em resumem, a radia\u00e7\u00e3o transmite-se de gene a gene e tem uma efeito acumulativo com o tempo (n\u00e3o vou entrar aqui em como essas c\u00e9lulas se acumulam e guardam mem\u00f3ria e afetam ao sistema imunol\u00f3gico).<\/p>\n<p><strong>(Poder\u00e3o ler mais detalhes sobre o tema uma vez que se publique o documento do professor Busby.)<\/strong><\/p>\n<p>Algumas das deformidades que apresentam os bebes s\u00e3o t\u00e3o grotescas que tanto Al -Jazeera como a BBC, que produziram um document\u00e1rio sobre o mesmo tema, se negaram a mostrar as fotos a seus telespectadores. Os exemplos de deformidades dos que Ahmad Mansour tem fotografias s\u00e3o:<\/p>\n<p><strong>Beb\u00eas nascidos sem olhos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Beb\u00eas nascidos com dois e tr\u00eas cabe\u00e7as.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Beb\u00eas nascidos sem orif\u00edcios.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Beb\u00eas nascidos com tumores malignos no c\u00e9rebro e nos olhos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Beb\u00eas nascidos sem determinados \u00f3rg\u00e3os vitais.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Beb\u00eas aos que lhes faltam extremidades ou t\u00eam mais das normais.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Beb\u00eas nascidos sem genitais.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Beb\u00eas nascidos com malforma\u00e7\u00f5es card\u00edacas.<\/strong><\/p>\n<p><strong>E mais casos ainda\u2026<\/strong><\/p>\n<p>Sobre esse mesmo assunto, com motivo do estudo, pediu-se-lhes aos doutores de Faluya que indicassem as taxas de defeitos de nascimento no espa\u00e7o de um m\u00eas e que o comparassem com o m\u00eas anterior e este \u00e9 o resultado:<\/p>\n<p>No espa\u00e7o de s\u00f3 um m\u00eas, os nascimentos com defeitos aumentaram de um por dia (no m\u00eas anterior) para tr\u00eas por dia (no m\u00eas objeto do estudo, que foi o de fevereiro de 2010).<\/p>\n<p>O ur\u00e2nio transmite-se a corrente sangu\u00ednea atrav\u00e9s da ingest\u00e3o e a inala\u00e7\u00e3o. Se estudou e se controlou, tamb\u00e9m, o n\u00edvel em massa de ur\u00e2nio encontrado nas pessoas de Faluya, devido ao aumento vertiginoso de g\u00e2nglios linf\u00e1ticos e pulmonares e c\u00e2ncer de mama em adultos.<\/p>\n<p>Com estes achados preliminares, o Professor Busby e sua equipa chegaram \u00e0 conclus\u00e3o de que, em compara\u00e7\u00e3o com Hiroshima e Nagasaki, a situa\u00e7\u00e3o de Faluya era pior. E aqui cito textualmente o Dr. Busby: \u201cA situa\u00e7\u00e3o em Faluya \u00e9 terr\u00edvel e horrenda, \u00e9 mais perigosa e pior que a de Hiroshima \u2026\u201d<\/p>\n<p>Por outra parte, e muito relacionado com o anterior, mencionei que estes s\u00e3o resultados preliminares, por que?<\/p>\n<p><strong>Porque o Professor Busby foi perseguido e os fundos da pesquisa foram cortados, fundos necess\u00e1rios para a investiga\u00e7\u00e3o, deram-lhe com muitas portas no nariz, amea\u00e7aram-lhe (o mesmo se passou com outros cientistas que tentaram levar a cabo estudos similares na d\u00e9cada dos noventa em Iraque) e a comunidade cient\u00edfica lhe abandonou, todo isso devido \u00e0 natureza de seu trabalho em Iraque.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Os envolvimentos pol\u00edticos s\u00e3o enormes e perigosos para EEUU e seus aliados. Significa que as provas cient\u00edficas de crimes de guerra est\u00e3o a\u00ed, ao nosso alcance\u2026<\/strong><\/p>\n<p>A vida do Professor Busby converteu-se em algo cheio de dificuldades.<\/p>\n<p>Enviou \u00e0 revista Lancet o documento de investiga\u00e7\u00e3o que tantas penas lhe custou dirigir e elaborar para que o revisassem a n\u00edvel de Comit\u00ea cient\u00edfico, mas Lancet devolveu-lhe dizendo que n\u00e3o tinham tempo de revisar.<\/p>\n<p>Os laborat\u00f3rios que cooperaram no passado para examinar as mostras, as recusaram quando souberam que vinham de Iraque. S\u00f3 dois laborat\u00f3rios estiveram dispostos a examinar as mostras do AGENTE\/MATERIAL EXATO UTILIZADO EM FALUYA, e foi s\u00f3 em fun\u00e7\u00e3o de um pre\u00e7o exorbitante, pre\u00e7o justificado pela causa da natureza sens\u00edvel do estudo. Tamb\u00e9m devido \u00e0 car\u00eancia de fundos, o Professor Busby tem 20 mostras de Faluya para examinar, que guarda zelosamente, esperando receber os fundos necess\u00e1rios para poder faz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Quando Ahmad Mansour, o entrevistador, lhe perguntou sobre o que lhe fazia perseverar ante os enormes obst\u00e1culos enfrentados, sua resposta foi esta: \u201c<strong><em>Durante toda minha vida n\u00e3o fiz sen\u00e3o procurar a Verdade, sou um ca\u00e7ador da Verdade numa selva de mentiras. Tamb\u00e9m tenho filhos. Os filhos n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 nosso futuro, s\u00e3o os transmissores das gera\u00e7\u00f5es futuras. Levamos cinq\u00fcenta anos contaminando o planeta (com radia\u00e7\u00f5es) e essa \u00e9 a heran\u00e7a que estamos transmitindo a nossos filhos e netos. Devemos isso ao povo de Faluya, temos que encontrar a Verdade.\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Quando perguntou como consegue se arranjar sem fundos e com todas as portas se fechando para ele, sua resposta foi:<\/p>\n<p><strong>\u201cConfio na boa vontade da gente que envia pequenas somas por aqui e por l\u00e1, e tamb\u00e9m creio firmemente que se uma porta se fecha, outras se abrem, ainda que sejam mais pequenas. Quando h\u00e1 vontade para fazer algo, se encontra algum caminho.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Tiro o chap\u00e9u para o Professor Busby. Insto a todas as pessoas que enviem este escrito, a toda a gente de consci\u00eancia, insto a todos para que contatem com o Professor Busby e doem-lhe o que possam para que as mostras de Faluya sejam examinadas e possa se descobrir a Verdade. E acabarei estas linhas com uma cita final deste grande homem lutador:<em><strong>\u201cA Verdade tem umas asas que ningu\u00e9m pode cortar\u201d<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Tenho que acabar aqui. J\u00e1 est\u00e1 amanhecendo. Queria mostrar isto ao mundo\u2026 a pergunta que me levo \u00e0 cama, se \u00e9 que posso fechar os olhos, \u00e9 a mesma que me estou a fazer desde 2003, por que? Que fez o povo iraquiano, que fizeram os meninos iraquianos para merecer todo isso\u2026? As conseq\u00fc\u00eancias s\u00e3o aterradoras\u2026<\/p>\n<p>URL del art\u00edculo :\u00a0<a href=\"http:\/\/www.cubadebate.cu\/noticias\/2010\/07\/08\/faluya-peor-que-hiroshima\" target=\"_blank\">http:\/\/www.cubadebate.cu\/noticias\/2010\/07\/08\/faluya-peor-que-hiroshima<\/a>-video\/<\/p>\n<p><strong>&#8220;Rompa el aislamiento. Vuelva a sentir la satisfacci\u00f3n moral de un acto de libertad&#8230;<\/strong><strong>Haga circular esta informaci\u00f3n&#8221;.<\/strong><\/p>\n<p>Rodolfo Walsh Postado:\u00a0<a href=\"http:\/\/old.kaosenlared.net\/noticia\/faluja-pior-que-hiroshima\" target=\"_blank\">http:\/\/old.kaosenlared.net\/noticia\/faluja-pior-que-hiroshima<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nA SITUA\u00c7\u00c3O L\u00c1 \u00c9 PIOR DO QUE EM HIROSHIMA E NAGASAKI\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5466\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-5466","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1qa","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5466","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5466"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5466\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5466"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5466"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5466"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}