{"id":5772,"date":"2014-01-02T01:08:44","date_gmt":"2014-01-02T01:08:44","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=5772"},"modified":"2014-01-02T01:08:44","modified_gmt":"2014-01-02T01:08:44","slug":"quo-vadis-partido-democratico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5772","title":{"rendered":"Quo Vadis Partido Democr\u00e1tico?"},"content":{"rendered":"\n<p>Este \u00e9\u00a0o questionamento que a maioria dos eleitores do PD faz ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias de 8 de dezembro, onde Matteo Renzi, prefeito de Flor\u00eancia, ganhou a cadeira de Secret\u00e1rio Geral, juntamente a doze desconhecidos dirigentes, membros da nova dire\u00e7\u00e3o que, agora, pretendem \u201crottamare\u201d, isto \u00e9, \u201cmandar embora\u201d o velho grupo dirigente, filhote do compromisso hist\u00f3rico de Enrico Berlinguer e dos \u201cacordos amplos\u201d de Giorgio Napolitano.<\/p>\n<p>Neste contexto &#8211; que toda a m\u00eddia exalta -, a principal caracter\u00edstica pol\u00edtica da \u201cOnda de Matteo Renzi\u201d \u00e9 que com ele o PD n\u00e3o vai atacar o capital financeiro ou o mundo empresarial. De fato, a Confindustria (CIESP italiana), os diretores da \u201cgrande m\u00eddia\u201d, o Departamento de Estado e o Banco Central Europeu sabem perfeitamente que Renzi \u00e9 apenas um \u201cdemocr\u00e1tico progressista\u201d que nunca teve a ver com o marxismo e nunca integrou a contesta\u00e7\u00e3o juvenil! Renzi \u00e9, praticamente, o produto pol\u00edtico e cultural da crise ideol\u00f3gica que o PCI introduziu na esquerda italiana quando optou em querer entrar nas salas do poder sustentando a componente progressista da Democracia Crist\u00e3. De fato, a componente \u201ccrist\u00e3o social\u201d, cujos principais l\u00edderes s\u00e3o o chefe do governo Enrico Letta e Dario Franceschini, hoje \u00e9 quase majorit\u00e1ria no PD.<\/p>\n<p>Por outro lado, Renzi, ao manifestar o projeto de rejuvenescer o partido, revelou, tamb\u00e9m, que seu objetivo \u00e9\u00a0acabar com os \u00edcones do passado que, a partir de 1989, favoreceram a maquiagem pol\u00edtica do \u201cPCI-PDS-Ulivo-PD\u201d. Declara\u00e7\u00f5es que satisfazem plenamente as excel\u00eancias do capital, porque desta forma o PD vai concluir sua proje\u00e7\u00e3o socialdemocrata para assumir, concretamente, o caminho do social-neoliberalismo, tamb\u00e9m conhecido por Terceira Via. Se isso vai mesmo acontecer, em muitos sindicatos e, sobretudo, na central sindical CGIL e na Federa\u00e7\u00e3o dos Metal\u00fargicos (FIOM), muitas carteiras do PD ser\u00e3o queimadas em sinal de protesto. Uma contesta\u00e7\u00e3o feita pelos setores de esquerda da base oper\u00e1ria que, por\u00e9m, n\u00e3o modificar\u00e1 o rumo que o partido vai assumir.<\/p>\n<p>Em linhas gerais, a poss\u00edvel transforma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do PD prev\u00ea\u00a0aposentar a velha guarda berlingueriana, isto \u00e9, dirigentes hist\u00f3ricos tais como D\u2019Alema, Veltroni, Epifani, Bersani, Finocchiaro, Rosy Bindi etc., que no PD s\u00e3o donos de poderosas \u201ccorrentes\u201d que controlam cerca de 68% do \u201caparelho partid\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>Um problema complicado que Matteo Renzi e, sobretudo, seus doze ap\u00f3stolos da Secretaria, dever\u00e3o enfrentar com muito cuidado, porque sem este 68% o PD n\u00e3o se movimenta e, em caso de conflito interno, pode ficar definitivamente parado por que o Partido Democr\u00e1tico, desde sua funda\u00e7\u00e3o, em 2007, priorizou profissionalizar o pessoal indicado pelas correntes, no lugar de recorrer ao voluntariado dos militantes. Desta forma, em poucos anos, o controle do partido passou para as m\u00e3os das correntes que, aparentemente, dizem velar pela unidade do partido, mas, na verdade, praticam uma ferrenha luta subterr\u00e2nea em todas as federa\u00e7\u00f5es e c\u00edrculos partid\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u00c9 suficiente lembrar o famoso \u201ccaso dos 101 sabotadores\u201d, isto \u00e9, os 101 parlamentares do PD ligados \u00e0s correntes que inviabilizaram a elei\u00e7\u00e3o \u00e0 presidente de Romano Prodi, abrindo assim o caminho ao segundo mandato de Giorgio Napolitano, antigo l\u00edder da corrente \u201cmelhoradora\u201d no ent\u00e3o PDS (ex-PCI) e grande aliado da nomenclatura berlingueriana, liderada por Massimo D\u2019Alema.<\/p>\n<p>Mas se a situa\u00e7\u00e3o do PD \u00e9\u00a0t\u00e3o imbricada, por que dois milh\u00f5es de eleitores do PD escolheram Matteo Renzi e n\u00e3o o candidato continu\u00edsta, Gianni Cuperlo?<\/p>\n<p>Antes de tudo porque Renzi \u00e9\u00a0um candidato jovem, extremamente comunicativo, que n\u00e3o usa tergiversa\u00e7\u00f5es quando fala, sabendo contentar as plateias e, ent\u00e3o, dizer o que elas querem que seja dito. Na pratica \u00e9\u00a0um populista moderno que encantou todos aqueles que perderam a confian\u00e7a no PD e a esperan\u00e7a de governar a It\u00e1lia dentro de uma \u00f3tica de esquerda. De fato, cerca da metade do eleitorado do PD \u00e9 formado por comunistas que, por absurdo, acreditam que os dirigentes, que em 1989 enterraram o PCI e a ideologia do marxismo, ainda s\u00e3o comunistas! Um equ\u00edvoco pol\u00edtico e hist\u00f3rico que se consolidou a partir de 1994, em fun\u00e7\u00e3o da grande saudade pelo PCI e pela incapacidade de Pietro Ingrao e dos dirigentes do PRC (Partido da Refunda\u00e7\u00e3o Comunista) de refundar o Partido Comunista Italiano.<\/p>\n<p>Ao analisar o complexo cen\u00e1rio de crise do PD \u00e9\u00a0 preciso dizer que a vit\u00f3ria de Matteo Renzi foi um mal inevit\u00e1vel para a salva\u00e7\u00e3o desse partido, visto que D\u2019Alema ou Bersani nunca conseguiram que o PD fosse um verdadeiro partido socialdemocrata e tamb\u00e9m Veltroni nunca conseguiu transformar o PD em um partido liberal-democr\u00e1tico clintoniano. De fato, o pr\u00f3prio D\u2019Alema, l\u00edder da maior corrente do PD, admitiu que \u201c&#8230;\u00a0a vit\u00f3ria de Matteo Renzi permitir\u00e1 ao PD recompor os la\u00e7os de confian\u00e7a com o eleitorado e assim afastar a grave crise em que havia submergido o PD nesses \u00faltimos dois anos\u201d.<\/p>\n<p>Ser\u00e1, portanto, nesta base que nos pr\u00f3ximos meses os l\u00edderes das correntes dever\u00e3o fechar um acordo t\u00e1cito com Renzi, no momento em que o PD deve sustentar o governo de amplas coliga\u00e7\u00f5es de Enrico Letta pelo menos at\u00e9 julho de 2014, visto que aos 22 de junho se realizar\u00e3o as elei\u00e7\u00f5es europeias.<\/p>\n<p>Elei\u00e7\u00f5es que o PD deve absolutamente ganhar para dar oxig\u00eanio pol\u00edtico ao governo liderado por Enrico Letta e, consequentemente, marcar as elei\u00e7\u00f5es legislativas somente em maio de 2015.<\/p>\n<p>Para garantir essa agenda \u00e9\u00a0preciso que o novo secret\u00e1rio do PD, Matteo Renzi, trabalhe em concomit\u00e2ncia com o primeiro ministro, Enrico Letta, com o presidente da Rep\u00fablica, com Giorgio Napolitano e com a Secret\u00e1ria Geral da central sindical CGIL, Susanna Camusso. Isto \u00e9 dar continua\u00e7\u00e3o, em n\u00edvel econ\u00f4mico e financeiro, aos la\u00e7os de depend\u00eancia que a It\u00e1lia mant\u00e9m com a Troika (FMI, Banco Mundial e BCE). Em n\u00edvel pol\u00edtico, o governo e o PD dever\u00e3o respeitar todos os par\u00e2metros de austeridade fixados pela BCE, e implementar as diretivas da Uni\u00e3o Europeia para abaixar a d\u00edvida p\u00fablica que alcan\u00e7ou 132% do PIB. No que diz respeito ao contexto geoestrat\u00e9gico da regi\u00e3o mediterr\u00e2nea, as regras ser\u00e3o sempre ditadas pelos generais do Pent\u00e1gono e da OTAN. Quest\u00f5es que Matteo Renzi nunca questionou, nunca criticou, e que nunca se atrever\u00e1 a por em discuss\u00e3o na reuni\u00e3o de Secretaria do PD.<\/p>\n<p>O 9\u00ba\u00a0Congresso do PRC que a m\u00eddia ignorou<\/p>\n<p>Pela primeira vez, nos \u00faltimos vinte anos de hist\u00f3ria do jornalismo pol\u00edtico italiano, todos os \u00f3rg\u00e3os da grande m\u00eddia, seja ele jornal, revista, r\u00e1dio, televis\u00e3o ou at\u00e9\u00a0webtv, censuraram o PRC (Refunda\u00e7\u00e3o Comunista), recusando-se a escrever uma \u00fanica linha sobre o 9\u00ba Congresso desse partido. N\u00e3o \u00e9 exagero, mas, sim, a simples verdade, visto que at\u00e9 dia 10 nenhum jornalista do progressista di\u00e1rio\u00a0La Republica criticou os \u201ccripto-comunistas do PRC\u201d, como sempre faz e nenhum editor do \u201cL\u2019Unit\u00e0\u201d (o jornal do PD) repetiu os maldosos coment\u00e1rios, com os quais esse jornal sempre atacou o PRC .<\/p>\n<p>Praticamente ningu\u00e9m veiculou a miser\u00e1vel notinha com 250 caracteres para dizer que \u201c&#8230; de 6 a 8 de dezembro se realizou em Perugia o Congresso do PRC (Partido da Refunda\u00e7\u00e3o Comunista), que nesses \u00faltimos dois anos sofreu 5 cis\u00f5es e uma volumosa sangria de militantes, que determinaram o rebaixamento eleitoral a menos de 1,5%&#8230;\u201d<\/p>\n<p>O motivo \u00e9\u00a0simples, talvez o de sempre: as excel\u00eancias da direita, do centro-direita e do centro-esquerda, ao un\u00edssono, decidiram que para a grande m\u00eddia ampliar, ainda mais, a crise pol\u00edtica que Paolo Ferrero e Claudio Grassi determinaram no PRC com suas devassantes propostas eleitorais e organizativas, devia-se ignorar a realiza\u00e7\u00e3o do Congresso do PRC.<\/p>\n<p>Uma situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil para um pequeno partido comunista como o PRC, que n\u00e3o tem mais seu jornal \u201cLiberazione\u201d para se comunicar com o movimento e com a sociedade, n\u00e3o tanto por falta de dinheiro, mas por excessos de incompatibilidade pol\u00edtica na reda\u00e7\u00e3o. De fato, quando os conflitos pol\u00edticos quebraram a unidade na Comiss\u00e3o Pol\u00edtica Nacional (CPN), algumas \u201ctend\u00eancias\u201d come\u00e7aram a atuar como minipartidos no seio do PRC, exasperando ainda mais as brigas pessoais e as pretensas \u201cdiferencia\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas\u201d, alimentando, assim, a corrida em dire\u00e7\u00e3o da cis\u00e3o. Primeiro foi SEL (Esquerda, Ecologia, Liberdade), depois foi \u00e0 vez de Esquerda Cr\u00edtica, a seguir foi o PCL (Partido Comunista dos Trabalhadores), e ainda a Esquerda Anticapitalista e por \u00faltimo foi a vez da Reconstru\u00e7\u00e3o do Partido Comunista!<\/p>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio de fragmenta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e ideol\u00f3gica, Claudio Grassi \u2013 l\u00edder da corrente majorit\u00e1ria \u201cReconstruir a Esquerda\u201d, prop\u00f4s neste Congresso a forma\u00e7\u00e3o de uma \u201cSyriza italiana\u201d com a qual poder voltar ao universo parlamentar e negociar uma alian\u00e7a eleitoral com o PD. Praticamente, Claudio Grassi sonha consolidar a forma\u00e7\u00e3o de um novo partido federativo da esquerda alternativa, cujos principais sujeitos seriam o PRC, liderado por Paolo Ferrero, SEL (Socialismo, Ecologia e Liberdade) de Niki Vendola &#8211; que j\u00e1 est\u00e1 no Parlamento por ter apoiado o PD nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es &#8211; e o PDCI (Partido dos Comunistas Italianos) de Oliviero Diliberto \u2013 que tamb\u00e9m apoia o PD em n\u00edvel regional. Uma proposta que foi vaiada no Congresso e que mereceu uma cr\u00edtica pelo pr\u00f3prio secret\u00e1rio Paolo Ferrero que, por sua parte, pretende dar uma nova identidade \u00e0 esquerda italiana sem ficar atrelado ao aparelho eleitoreiro do PD e do centro-esquerda.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, o que mais surpreendeu nesse congresso, do ponto de vista ideol\u00f3gico, foi a \u201cMo\u00e7\u00e3o 3\u201d, que \u00e9 um documento pol\u00edtico apresentado por Raul Mordenti e Andrea Fioretti que, praticamente, sintetizou as conclus\u00f5es dos debates que se realizaram nas bases (federa\u00e7\u00f5es e c\u00edrculos do PRC). Um documento, politicamente interessante, que rompeu com o falso jogo antagonista entre Paolo Ferrero e Claudio Grassi. De fato, na sua introdu\u00e7\u00e3o, a \u201cMo\u00e7\u00e3o 3\u201d rejeita e condena o conceito e a pr\u00e1tica das tend\u00eancias e auspicia a retomada do trabalho pol\u00edtico no territ\u00f3rio para, finalmente, refundar o Partido Comunista em uma \u00f3tica comunista gramsciana e n\u00e3o apenas parlamentarista.<\/p>\n<p>A linearidade das propostas pol\u00edticas da Mo\u00e7\u00e3o 3, seu apego \u00e0\u00a0ideologia marxista e a tenacidade com que foram resgatadas as ideias de Gramsci, na realidade, impediram que a dupla Ferrero-Grassi verticalizassem o debate congressual em seu favor.\u00a0 Por causa disso n\u00e3o houve a elei\u00e7\u00e3o da nova c\u00fapula dirigente, que ser\u00e1 realizada somente ap\u00f3s um ulterior debate nas bases (federa\u00e7\u00f5es e c\u00edrculos). \u00c9 tamb\u00e9m por isso que a \u201cgrande m\u00eddia\u201d ignorou o Congresso e nada disse acerca das propostas pol\u00edticas da Mo\u00e7\u00e3o 3, que, na realidade, foram o principal elemento pol\u00edtico inovador deste 9\u00ba Congresso do PRC. Propostas que, muito provavelmente, determinar\u00e3o a volta do PRC no cen\u00e1rio pol\u00edtico e sua atua\u00e7\u00e3o como verdadeiro partido comunista italiano, com uma linha classista, anticapitalista, anti-imperialista e solid\u00e1rio com os povos em lutas.<\/p>\n<p>Achille Lollo \u00e9\u00a0jornalista italiano, correspondente do Brasil de Fato na It\u00e1lia, editor do programa TV \u201cQuadrante Informativo\u201d e colunista do &#8220;Correio da Cidadania&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nAchille Lollo (ROMA)\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5772\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[101],"tags":[],"class_list":["post-5772","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c114-italia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1v6","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5772","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5772"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5772\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5772"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5772"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5772"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}