{"id":5858,"date":"2014-02-04T17:31:52","date_gmt":"2014-02-04T17:31:52","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=5858"},"modified":"2014-02-04T17:31:52","modified_gmt":"2014-02-04T17:31:52","slug":"iio-congresso-internacional-marx-em-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5858","title":{"rendered":"II\u00ba Congresso Internacional Marx em Maio"},"content":{"rendered":"\n<p>8, 9 e 10 de Maio<\/p>\n<p>Entrada Livre<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/marxemmaio.wordpress.com\/\" target=\"_blank\">http:\/\/marxemmaio.wordpress.com\/<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>II Congresso Internacional Marx em Maio <\/strong><\/p>\n<p><strong>8, 9 e 10 de Maio de 2014<\/strong><\/p>\n<p><strong>Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 170 anos, Marx escrevia os famosos\u00a0<em>Manuscritos Econ\u00f3mico-Filos\u00f3ficos de 1844<\/em>. No quadro de um materialismo novo em elabora\u00e7\u00e3o, era o arranque de uma longa investiga\u00e7\u00e3o da estrutura econ\u00f3mica da sociedade que viria a resultar, em 1867, na publica\u00e7\u00e3o do Livro Primeiro da sua obra magna,\u00a0<em>O Capital<\/em>. H\u00e1 100 anos, come\u00e7ava a I Guerra Mundial, guerra conduzida em nome do lucro e de uma nova partilha do mundo pelas pot\u00eancias imperialistas. No dia 18 de Janeiro de 1934, h\u00e1 80 anos, os oper\u00e1rios da Marinha Grande, opondo-se \u00e0 fasciza\u00e7\u00e3o dos sindicatos, tornaram-se senhores do poder, ainda que apenas por algumas horas. A 25 de Abril de 1974, faz agora 40 anos, tombava em Portugal a ditadura fascista e os trabalhadores davam in\u00edcio a um processo revolucion\u00e1rio apontado ao socialismo.<\/p>\n<p>Depois do assinal\u00e1vel sucesso do I Congresso, em 2012, \u00e9 este conjunto de efem\u00e9rides, assim como a violenta crise c\u00edclica de acumula\u00e7\u00e3o do capitalismo e a consequente intensifica\u00e7\u00e3o das lutas dos trabalhadores, que, em 2014, formam o contexto do\u00a0<em>II Congresso Internacional Marx em Maio<\/em>. Assinalamos estas datas e os acontecimentos por elas evocados n\u00e3o com a inten\u00e7\u00e3o de nos encerrarmos no passado, \u00e0 procura de uma f\u00f3rmula m\u00e1gica para os combates de hoje e do futuro, mas com o triplo objectivo da compreens\u00e3o do mundo actual, da comemora\u00e7\u00e3o e do alerta.<\/p>\n<p>A obra de Marx e o marxismo continuam a ser, do nosso ponto de vista, os mais penetrantes instrumentos de an\u00e1lise do real. O caminho percorrido por Marx at\u00e9 ao desvendamento da lei da mais-valia, \u00e2mago do capitalismo, ofereceu \u00e0s ci\u00eancias particulares novas perspectivas de fundo e novos campos de pesquisa. A pr\u00f3pria filosofia ganhou novas pernas e outros trilhos para andar.<\/p>\n<p>Por tudo isto, no\u00a0<em>II Congresso Internacional Marx em Maio<\/em> voltaremos a contar com a participa\u00e7\u00e3o de fil\u00f3sofos, de historiadores, de economistas, de soci\u00f3logos, de f\u00edsicos, de ge\u00f3grafos, de sindicalistas, de militantes e activistas sociais e pol\u00edticos.Estes quadrantes de investiga\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o n\u00e3o se justap\u00f5em extrinsecamente, a sua raz\u00e3o de ser reside na pr\u00f3pria envergadura e amplitude do trabalho de Karl Marx, na unidade multifacetada do marxismo.<\/p>\n<p>Face aos ataques \u00e0 racionalidade, \u00e0 ci\u00eancia e \u00e0 cultura que acompanham, como complemento, as pol\u00edticas de regress\u00e3o social acelerada dos \u00faltimos anos, continuaremos a procurar cultivar um pensar ancorado numa racionalidade cr\u00edtica e dial\u00e9ctica.<\/p>\n<p>COM INTERVEN\u00c7\u00d5ES\u00a0DE<\/p>\n<p><strong>Alessio Arena (It\u00e1lia) &#8211; <\/strong><em>O\u00f9 vont les italiens?<\/em><\/p>\n<p><strong>Ana Pato \u2013 <\/strong><em>O que h\u00e1 de idealismo na interpreta\u00e7\u00e3o ortodoxa da Mec\u00e2nica Qu\u00e2ntica? A necess\u00e1ria considera\u00e7\u00e3o do materialismo dial\u00e9ctico na ci\u00eancia<\/em><\/p>\n<p><strong>Annie Lacroix-Riz (Fran\u00e7a)\u00a0&#8211; <\/strong><em>Crise imp\u00e9rialiste et guerre sociale: le cas fran\u00e7ais des ann\u00e9es 1930 (1930-1944)<\/em><\/p>\n<p><strong>Ant\u00f3nio Santos &#8211; <\/strong><em>EUA: movimentos sociais e luta de classes depois do Occupy Wall St.<\/em><\/p>\n<p><strong>Ant\u00f3nio Vilarigues\u00a0&#8211; <\/strong><em>A actual fase da crise, a lei da baixa tendencial da taxa de lucro eos seis factores que a podem contrariar; o conceito de sobreprodu\u00e7\u00e3o absoluta de capital<\/em><\/p>\n<p><strong>Arm\u00e9nio Carlos\u00a0&#8211; <\/strong><em>O confronto entre o trabalho e o capital e os direitos humanos<\/em><\/p>\n<p><strong>Armen Mamigonian (Brasil)\u00a0&#8211; <\/strong><em>A China e o PCC: ontem e hoje<\/em><\/p>\n<p><strong>Aymeric Monville (Fran\u00e7a) \u2013 <\/strong><em>La French Theory et ses critiques. L\u2019exemple de Michel Clouscard<\/em><\/p>\n<p><strong>Carlos Gomes\u00a0&#8211; <\/strong><em>A cria\u00e7\u00e3o da banca nacionalizada e a sua posterior destrui\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p><strong>Carlos Bastien \u2013 <\/strong><em>Recep\u00e7\u00e3o do pensamento econ\u00f3mico marxista em Portugal: o caso da REVISTA DE ECONOMIA<\/em><\/p>\n<p><strong>Dem\u00e9trio Alves\u00a0&#8211; <\/strong><em>An\u00e1lise de din\u00e2micas urban\u00edsticas numa perspetiva marxista<\/em><\/p>\n<p><strong>Diana Raby (Reino Unido)\u00a0&#8211; <\/strong><em>A ALBA (Alian\u00e7a Bolivariana dos Povos da Nossa Am\u00e9rica) e a luta pluriescalar para construir uma nova alternativa internacional<\/em><\/p>\n<p><strong>Domenico Losurdo\u00a0(It\u00e1lia) &#8211; <\/strong><em>Western and eastern Marxism: an unlucky split<\/em><\/p>\n<p><strong>Eduardo Diniz Almeida \u2013 <\/strong><em>Aprendendo com \u00a0a revolu\u00e7\u00e3o <\/em><\/p>\n<p><strong>Eug\u00e9nio Rosa\u00a0&#8211; <\/strong><em>Os grupos\u00a0econ\u00f3micos\u00a0e o dom\u00ednio do estado em Portugal no contexto da globaliza\u00e7\u00e3o capitalista<\/em><\/p>\n<p><strong>Fernando de Oliveira Baptista \u2013 <\/strong><em>A\u00a0Reforma Agr\u00e1ria e a\u00a0quest\u00e3o\u00a0da terra hoje<\/em><\/p>\n<p><strong>Francisco Braz &#8211; <\/strong><em>O hor\u00e1rio de trabalho e o exerc\u00edcio dos direitos dos trabalhadores (*)<\/em><\/p>\n<p><strong>Hern\u00e2ni Resende &#8211; <\/strong><em>Anota\u00e7\u00f5es Hist\u00f3ricas sobre o Manifesto do Partido Comunista<\/em><\/p>\n<p><strong>In\u00eas Bras\u00e3o \u2013 <\/strong><em>\u00abA semente do mal\u00bb \u2013 representa\u00e7\u00f5es da trabalhadora dom\u00e9stica no Salazarismo<\/em><\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o Carlos Gra\u00e7a\u00a0&#8211; <\/strong><em>Em torno das especificidades do marxismo de Domenico Losurdo<\/em><\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o Tom\u00e9 &#8211;<\/strong> <em>Recep\u00e7\u00e3o est\u00e9tica do materialismo dial\u00e9ctico no s\u00e9culo XX: do realismo ao expressionismo (*)<\/em><\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o Vilela\u00a0&#8211; <\/strong><em>A no\u00e7\u00e3o de estado de excep\u00e7\u00e3o no direito burgu\u00eas: o caso da troika em Portugal<\/em><\/p>\n<p><strong>Jorge Cadima\u00a0&#8211; <\/strong><em>Sobre marxismo, tecnologia, informa\u00e7\u00e3o e software livre<\/em><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Barata-Moura &#8211; <\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Paulo Netto (Brasil)\u00a0&#8211; <\/strong><em>Os tr\u00eas encontros decisivos de Marx em Paris (1844)<\/em><\/p>\n<p><strong>Lu\u00eds Carapinha \u2013 <\/strong><em>A China e a transi\u00e7\u00e3o socialista \u2013 um breve bosquejo<\/em><\/p>\n<p><strong>Manuel Deniz Silva &#8211; <\/strong><em>Compor para a Revolu\u00e7\u00e3o: cria\u00e7\u00e3o musical e pensamento marxista nos primeiros anos da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica (1917-1932)<\/em><\/p>\n<p><strong>Manuel Dias Duarte\u00a0&#8211; <\/strong><em>Proudhon e Marx, teoria e pr\u00e1xis<\/em><\/p>\n<p><strong>Manuel Loff\u00a0&#8211; <\/strong><em>Classe e mem\u00f3ria(s) de classe nos discursos sobre a resist\u00eancia antifascista portuguesa<\/em><\/p>\n<p><strong>Maria Helena Ser\u00f4dio \u2013 <\/strong><em>Raz\u00f5es pol\u00edticas na leitura da hist\u00f3ria \u2013 \u00c0 volta da tradu\u00e7\u00e3o de Rei Lear, de Shakespeare, por \u00c1lvaro Cunhal <\/em><\/p>\n<p><strong>Nuno Teles\u00a0&#8211; <\/strong><em>Euro: insustentabilidade da Uni\u00e3o monet\u00e1ria para a periferia europeia<\/em><\/p>\n<p><strong>Oct\u00e1vio Teixeira\u00a0&#8211; <\/strong><em>A natureza pol\u00edtica e econ\u00f3mica do Euro (*)<\/em><\/p>\n<p><strong>Periklis Pavlidis (Gr\u00e9cia)\u00a0&#8211; <\/strong><em>Commodity \u2013 money relations in the socialist transformation of labour<\/em><\/p>\n<p><strong>Regina Marques\u00a0&#8211; <\/strong><em>Para uma cr\u00edtica marxista \u00e0s rela\u00e7\u00f5es de g\u00e9nero no Portugal de hoje<\/em><\/p>\n<p><strong>Roger Keeran (EUA)\u00a0&#8211; <\/strong><em>Ten Years after SOCIALISM BETRAYED:\u00a0 Questions and Controversies related to the \u201cCollapse\u201d of the Soviet Union<\/em><\/p>\n<p><strong>Ronaldo Fonseca (Brasil)\u00a0&#8211; <\/strong><em>Marxismo e quest\u00e3o nacional: notas sobre os processos anti-imperialistas na Am\u00e9rica Latina<\/em><\/p>\n<p><strong>S\u00e9rgio Dias Branco &#8211; <\/strong><em>A Arte como Trabalho<\/em><\/p>\n<p><strong>Thomas Kenny (EUA) \u2013<\/strong><\/p>\n<p><strong>Virg\u00ednia Fontes\u00a0(Brasil) \u2013 <\/strong>Em torno do Estado capitalista contempor\u00e2neo\u00a0: debates te\u00f3ricos e novos desafios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nFaculdade Letras Universidade de Lisboa\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5858\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[50],"tags":[],"class_list":["post-5858","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c61-cultura-revolucionaria"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1wu","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5858","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5858"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5858\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5858"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5858"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5858"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}