{"id":5899,"date":"2014-02-21T20:20:16","date_gmt":"2014-02-21T20:20:16","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=5899"},"modified":"2014-02-21T20:20:16","modified_gmt":"2014-02-21T20:20:16","slug":"venezuela-2014-qeua-apoiaram-os-opositores-violentosq","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5899","title":{"rendered":"Venezuela, 2014: &#8220;EUA apoiaram os opositores violentos&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>\u201c<a href=\"http:\/\/tiempo.infonews.com\/2014\/02\/17\/mundo-118868-ee-uu-apoyo-a-los-opositores-violentos.php\" target=\"_blank\">EE UU apoy\u00f3 a los opositores violentos<\/a>\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Traduzido pelo pessoal da\u00a0<strong>Vila Vudu<\/strong><\/p>\n<p>Filha de fam\u00edlia venezuelana, Eva Golinger<a name=\"1445489e45e8cba0_1444bb50fab66e23_1444ac8bbeab25cf_144478d9326a47e1__ftnref1\" href=\"http:\/\/redecastorphoto.blogspot.com.br\/2014\/02\/venezuela-2014-eua-apoiaram-os.html\" target=\"_blank\"> <\/a><strong>[*]<\/strong> nasceu em <em>New York<\/em> em 1973. Premiada v\u00e1rias vezes por suas pesquisas acad\u00eamicas, estuda atualmente a inger\u00eancia dos EUA na Venezuela e em outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. \u00c9 conhecida por seus livros, dentre outros <em><a href=\"http:\/\/www.ecured.cu\/index.php\/La_agresi%C3%B3n_permanente\" target=\"_blank\"><strong>El c\u00f3digo Ch\u00e1vez y La agresi\u00f3n permanente<\/strong><\/a><\/em>,<a name=\"1445489e45e8cba0_1444bb50fab66e23_1444ac8bbeab25cf_144478d9326a47e1__ftnref2\" href=\"http:\/\/redecastorphoto.blogspot.com.br\/2014\/02\/venezuela-2014-eua-apoiaram-os.html\" target=\"_blank\"> <strong>[1]<\/strong><\/a> no qual decifra a vincula\u00e7\u00e3o das ag\u00eancias norte-americanas<em>USAID<\/em> e <em>NED<\/em> com v\u00e1rias tentativas de desestabilizar a Venezuela. <em>Tiempo Argentino (<strong>TA<\/strong>)<\/em> entrevistou-a, com exclusividade, para ouvir sua opini\u00e3o sobre os eventos recentes na Venezuela, as semelhan\u00e7as com a tentativa de golpe de estado de 2002, diferen\u00e7as na oposi\u00e7\u00e3o, solidariedade continental com o governo de Maduro e a liga\u00e7\u00e3o entre esses fatos e o momento econ\u00f4mico pelo qual a Venezuela est\u00e1 passando.<\/p>\n<p><strong><em>TA<\/em><\/strong> <strong>\u2013 Depois da viol\u00eancia durante uma manifesta\u00e7\u00e3o da oposi\u00e7\u00e3o, o oficialismo rapidamente denunciou que Leopoldo L\u00f3pez, ex-prefeito de Chacao e que, em 2002, assinou o Decreto Carmona, estava por tr\u00e1s daquilo. O Decreto Carmona suprimiu as garantias constitucionais e \u201cformalizou\u201d o golpe de Estado. Qual sua opini\u00e3o\u00a0sobre tudo isso? A senhora v\u00ea alguma rela\u00e7\u00e3o entre o golpe de 2002 e o que houve 4\u00aa-feira passada (12\/2\/2014)?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eva Golinger<\/strong> \u2013 H\u00e1 semelhan\u00e7a muito contundente entre o que se passa hoje na Venezuela e o golpe de Estado em abril de 2002 contra o presidente Hugo Ch\u00e1vez. Por exemplo, durante o golpe de 2002, os ve\u00edculos da imprensa-empresa privada tiveram papel protagonista, distorcendo os fatos e \u201cdesnoticiando\u201d o que se passava no pa\u00eds, tanto nacional como internacionalmente, para justificar qualquer tipo de a\u00e7\u00e3o contra o governo. Usaram franco-atiradores para matar chavistas e opositores nas ruas durante as manifesta\u00e7\u00f5es, e tudo passou a ser manipulado para responsabilizar o governo pelo massacre.<\/p>\n<p>O governo dos EUA condenou imediatamente o governo de Ch\u00e1vez, condena\u00e7\u00e3o que se baseou nas mentiras publicadas, e tamb\u00e9m imediatamente reconhecer o governo dos golpistas, que s\u00f3 permaneceu dois dias no poder, de 11 a 13 de abril. De fato, Washington havia apoiado o golpe desde o in\u00edcio, inclusive com dinheiro para os grupos envolvidos, e ajuda de equipamentos militares e de estrategistas pol\u00edticos e de comunica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Agora, se v\u00ea algo parecido com os ve\u00edculos da imprensa-empresa privada na Venezuela, e tamb\u00e9m os meios internacionais, que mentem sem parar sobre a viol\u00eancia, culpando o governo de Nicol\u00e1s Maduro por tudo que acontece, quando, na realidade, s\u00e3o os manifestantes da oposi\u00e7\u00e3o que est\u00e3o provocando toda a viol\u00eancia. Nas manifesta\u00e7\u00f5es de 12\/2\/2014 houve tr\u00eas mortos, opositores e chavistas. As autoridades venezuelanas j\u00e1 informaram que dois desses jovens \u2013 um chavista e um opositor \u2013 foram mortos por tiros que partiram da mesma arma. \u00c9 claro que isso sugere a presen\u00e7a de um franco-atirador ou de um agente infiltrado para matar gente dos dois lados e, assim, provocar mais viol\u00eancia de um lado contra o outro.<\/p>\n<p>J\u00e1 se sabe tamb\u00e9m que os <strong><a href=\"http:\/\/redecastorphoto.blogspot.com.br\/2014\/02\/como-se-constroi-encenacao-de-protestos.html\" target=\"_blank\">ve\u00edculos internacionais est\u00e3o divulgando imagens de protestos<\/a><\/strong> e atos de repress\u00e3o em outros pa\u00edses (Gr\u00e9cia, Cingapura, Chile, Egito, Argentina \u2013 em 2001) e noticiando que seriam imagens da Venezuela, para divulgar uma falsa imagem do governo venezuelano como repressor.<\/p>\n<p>Mas o governo dos EUA apoiou os opositores violentos desde o in\u00edcio \u2013 com dinheiro e apoio pol\u00edtico. O Departamento de Estado j\u00e1 fez declara\u00e7\u00f5es \u201ccondenando\u201d o governo de Maduro por uma suposta repress\u00e3o contra os manifestantes e exortando que \u201crespeite os seus direitos humanos\u201d.<\/p>\n<p>Nada poderia ser mais hip\u00f3crita, porque nos EUA o estado jamais permitiu manifesta\u00e7\u00f5es t\u00e3o violentas como as que a oposi\u00e7\u00e3o est\u00e1 fazendo na Venezuela, bloqueando estradas, destruindo edif\u00edcios p\u00fablicos, queimando lixo e pneus nas ruas, lan\u00e7ando coquet\u00e9is molotov.<\/p>\n<p>Os envolvidos nas atuais manifesta\u00e7\u00f5es e em abril de 2002 tamb\u00e9m s\u00e3o os mesmos. Gente como Leopoldo L\u00f3pez, radical de extrema direita, que sempre esteve por tr\u00e1s de atos de viol\u00eancia contra o governo Ch\u00e1vez, agora contra o governo de Maduro. Em abril de 2002, L\u00f3pez era prefeito de Chacao, em Caracas. Hoje, ele e outra dirigente da extrema direita, Mar\u00eda Corina Machado \u2013 que tamb\u00e9m estava ativa no golpe de 2002 e assinou o decreto do ditador Pedro Carmona, que dissolveu todas as institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds \u2013 s\u00e3o os respons\u00e1veis pela \u201cnova\u201d viol\u00eancia. Passaram meses convocando seus seguidores para tomarem as ruas e derrotar o presidente Maduro. Disseram, at\u00e9, publicamente, que a sa\u00edda para o governo n\u00e3o \u00e9 \u201celeitoral\u201d.<\/p>\n<p>A grande diferen\u00e7a entre 2002 e hoje s\u00e3o os personagens das a\u00e7\u00f5es: hoje s\u00e3o grupos de jovens e estudantes; e em 2002 eram os pr\u00f3prios pol\u00edticos que antes haviam estado no poder. Sim, os jovens opositores vem, principalmente, da classe m\u00e9dia e da classe alta. N\u00e3o est\u00e3o na rua para lutar por direitos populares. O que querem \u00e9 tomar o poder do povo para \u201cdevolv\u00ea-lo\u201d \u00e0s grandes empresas e \u00e0s elites ricas. E muitos deles fizeram parte de ONGs que recebem centenas de milhares de d\u00f3lares das ag\u00eancias de Washington ao longo dos \u00faltimos sete anos, com o objetivo de trein\u00e1-los e form\u00e1-los nas t\u00e1ticas e estrat\u00e9gias de desestabiliza\u00e7\u00e3o, para derrotar o governo e p\u00f4r aqui um governo que favore\u00e7a os interesses dos EUA.<\/p>\n<p><strong><em>TA<\/em> \u2013 Depois dos eventos da 4\u00aa-feira (12\/2\/2014), v\u00ea-se que a oposi\u00e7\u00e3o conservadora parece seguir duas linhas diferentes. Uma, pode-se dizer, \u201cmais dialoguista\u201d, com Capriles e Falc\u00f3n, que denunciam o governo, mas t\u00eam medo de voltar \u00e0s ruas; e outra, ainda mais de direita, encabe\u00e7ada por L\u00f3pez e Machado, que quer continuar com os protestos e a confronta\u00e7\u00e3o. A que se deve essa mudan\u00e7a na t\u00e1tica de alguns setores da oposi\u00e7\u00e3o, depois da derrota de dezembro passado? Ter\u00e3o escolhido \u201coutra via\u201d para tentar derrotar Maduro?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eva Golinger<\/strong> \u2013 Sempre houve divis\u00f5es entre os setores da oposi\u00e7\u00e3o. Eles n\u00e3o s\u00e3o partido unido, nem partilham a mesma ideologia, como \u00e9 o caso dos chavistas e do chavismo. H\u00e1 mais de 20 partidos diferentes na oposi\u00e7\u00e3o, al\u00e9m das ONGs e outros grupos, cada um com agenda pr\u00f3pria. A \u00fanica ideia comum a todos \u00e9 o desejo de derrubar o chavismo, agora o governo de Nicol\u00e1s Maduro. Mas da\u00ed a apresentar qualquer alternativa de governo ou modo de governar, que re\u00fana todos esses grupos, n\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1, e jamais houve, em 15 anos.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o vivem a operar t\u00e1ticas diferentes, novos \u201calinhamentos\u201d para a \u201cluta\u201d pol\u00edtica deles. Faz alguns meses, Capriles levou seus seguidores \u00e0 mais extrema viol\u00eancia, quando foi derrotado nas elei\u00e7\u00f5es presidenciais, e Maduro foi eleito, em abril de 2013. Mas quando a a\u00e7\u00e3o dele resultou na morte de 11 pessoas e teve alto custo pol\u00edtico para ele, Capriles baixou o tom. Outros, como Antonio Ledezma, atual prefeito metropolitano da Grande Caracas, que tamb\u00e9m j\u00e1 tentou convocar golpes, agora est\u00e1 interessado em n\u00e3o perder o poder que tem hoje, para talvez concorrer \u00e0 presid\u00eancia, daqui a alguns anos. Quer dizer: cada um tem sua pr\u00f3pria agenda.<\/p>\n<p>L\u00f3pez e Machado est\u00e3o mais desesperados: os dois querem ser presidentes \u201cj\u00e1\u201d; mas a verdade \u00e9 que t\u00eam poder pol\u00edtico muito limitado.<\/p>\n<p><strong><em>TA<\/em> \u2013 A Chancelaria da Venezuela recebeu in\u00fameras manifesta\u00e7\u00f5es de solidariedade com a Revolu\u00e7\u00e3o Bolivariana, ante os eventos desses dias. Argentina, Brasil, Equador, Bol\u00edvia, Nicar\u00e1gua e Cuba manifestaram seu apoio ao governo de Maduro, contra as tentativas de \u201cdesestabiliz\u00e1-lo\u201d. A senhora acredita que o momento pol\u00edtico da Am\u00e9rica Latina e Caribe, com maioria de governos p\u00f3s-liberais, torna menos prov\u00e1vel um golpe de estado na Venezuela?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eva Golinger<\/strong> \u2013 Acredito que, certamente, a uni\u00e3o, a for\u00e7a, a consci\u00eancia da pr\u00f3pria soberania que se v\u00ea hoje na Am\u00e9rica Latina, gra\u00e7as aos esfor\u00e7os e ao impulso que lhes deu o presidente Hugo Ch\u00e1vez, serve como principal anteparo e como prote\u00e7\u00e3o para os governos democr\u00e1ticos da regi\u00e3o. As mostras de solidariedade e apoio, vindas de pa\u00edses da regi\u00e3o, ao governo de Maduro comprovam essa for\u00e7a. E n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que a uni\u00e3o e a solidariedade regional impedem um golpe de estado por aqui, contra governo progressista: j\u00e1 aconteceu na Bol\u00edvia em 2008 e no Equador em 2010. Agora, o apoio oferecido \u00e0 Venezuela mostra que a regi\u00e3o n\u00e3o aceitar\u00e1 outro golpe ou ruptura constitucional contra governo democr\u00e1tico, e isso \u00e9 muito importante.<\/p>\n<p><strong>O MERCOSUL repudia a tentativa de golpe<\/strong><\/p>\n<p>Os Estados-membros do MERCOSUL emitiram <strong><a href=\"http:\/\/www.mre.gov.ve\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=33532:mercosur-repudia-actos-de-violencia-e-intolerancia-en-venezuela-&amp;catid=3:comunicados&amp;Itemid=108\" target=\"_blank\">comunicado conjunto<\/a><\/strong> sobre a situa\u00e7\u00e3o na Venezuela, no qual<\/p>\n<p>(&#8230;)\u00a0<em>repudiam todo tipo de viol\u00eancia e intoler\u00e2ncia que visem a atentar contra a democracia e suas institui\u00e7\u00f5es, qualquer que seja a origem. Reiteram seu firme compromisso com a plena vig\u00eancia das institui\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas e repudiam as a\u00e7\u00f5es criminosas dos grupos violentos que querem disseminar a intoler\u00e2ncia e o \u00f3dio como instrumento de luta pol\u00edtica. Expressam o mais firme rep\u00fadio \u00e0s amea\u00e7as de ruptura da ordem democr\u00e1tica legitimamente constitu\u00edda pelo voto popular e reiteram sua firme posi\u00e7\u00e3o na defesa e preserva\u00e7\u00e3o da institucionalidade democr\u00e1tica. Conclamam a continuar a aprofundar o di\u00e1logo sobre os problemas nacionais, no marco da institucionalidade democr\u00e1tica e do estado de direito, como foi promovido pelo presidente Nicol\u00e1s Maduro com todos os setores da sociedade.<\/em><\/p>\n<hr width=\"33%\" size=\"1\" \/>\n<p><strong>[*]<\/strong> <strong>Eva Golinger<\/strong> \u00e9 advogada, especialista em leis internacionais sobre direitos humanos e imigra\u00e7\u00e3o. Desde 2003, investiga, analisa e escreve sobre a interven\u00e7\u00e3o dos EUA na Venezuela, recorrendo ao\u00a0<em>Freedom of Information Act <\/em>(FOIA) para obter informa\u00e7\u00f5es sobre os esfor\u00e7os do governo norte-americano para minar os movimentos pol\u00edticos progressistas da Am\u00e9rica Latina. Desde 2005, Golinger vive em Caracas, Venezuela. Em 2009, venceu o Pr\u00eamio Internacional de Jornalismo no M\u00e9xico. \u201cA noiva da Venezuela\u201d como era chamada pelo presidente Hugo Ch\u00e1vez, \u00e9 autora de v\u00e1rios t\u00edtulos de sucesso:\u00a0<em>Bush vs. Ch\u00e1vez: Washington\u2019s War on Venezuela<\/em> (2007, Monthly Review Press),<em>The Empire\u2019s Web: Encyclopedia of Interventionism and Subversion<\/em>,\u00a0<em>La Mirada del Imperio sobre el 4F: Los Documentos Desclasificados de Washington sobre la rebeli\u00f3n militar del 4 de febrero de 1992<\/em> e\u00a0<em>La Agresi\u00f3n Permanente: USAID, NED y CIA<\/em>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nEva Golinger* (entrevista \u00e0 \u00a0Juan Manuel Karg,\u00a0Tiempo Argentino)\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5899\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-5899","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c54-venezuela"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1x9","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5899","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5899"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5899\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5899"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5899"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5899"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}