{"id":5917,"date":"2014-02-26T21:52:29","date_gmt":"2014-02-26T21:52:29","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=5917"},"modified":"2014-02-26T21:52:29","modified_gmt":"2014-02-26T21:52:29","slug":"venezuela-o-contra-ataque-mais-eficaz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5917","title":{"rendered":"VENEZUELA: O CONTRA ATAQUE MAIS EFICAZ"},"content":{"rendered":"\n<p>Na Venezuela est\u00e1 sendo decidido o futuro do processo bolivariano e, em certa medida, o curso da onda para a segunda independ\u00eancia continental e as transforma\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas p\u00f3s-neoliberais. Para isso, se faz necess\u00e1rio aprofundar a an\u00e1lise do que acontece nesse pa\u00eds irm\u00e3o e nas op\u00e7\u00f5es que poderiam cortar pela raiz as recorrentes ofensivas contrarrevolucion\u00e1rias de corte fascista e conjurar os riscos de uma virada favor\u00e1vel \u00e0s direitas no terreno eleitoral.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso olhar para al\u00e9m da curva e deste momento cr\u00edtico, uma sucessiva cadeia desgastante e cada vez mais dif\u00edcil de lidar que a anterior.<\/p>\n<p>Por isso, entendo que \u00e9 preciso ir \u00e0s causas estruturais das sucessivas crises conjunturais. \u00c0s ra\u00edzes do problema agravado e n\u00e3o apenas aos ramos que ocultam o bosque e impedem golpear na medula da subvers\u00e3o contrarrevolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>E, seguindo esta linha de reflex\u00e3o, penso que o necess\u00e1rio <strong>contra ataque revolucion\u00e1rio<\/strong>, ao inv\u00e9s de dirigido \u00e0s massas de estudantes, setores das camadas m\u00e9dias e fr\u00e1geis militantes pol\u00edticos, ganhos pelo neofascismo, deveria, fundamentalmente, investir na forma bem pensada e planejada contra o grande capital, suas empresas e corpora\u00e7\u00f5es, seus poderosos e mentirosos meios de comunica\u00e7\u00e3o, seus bancos, suas empresas importadoras, sua apropria\u00e7\u00e3o do mercado, seus latif\u00fandios, seus anti-valores, suas universidades e col\u00e9gios, sua cultura, sua ideologia&#8230;<\/p>\n<p>Assim, dessa grande matriz, da burguesia transnacional e da grande burguesia dependente, emana o alimento espiritual e material da contrarrevolu\u00e7\u00e3o, do fascismo em auge, da guerra econ\u00f4mica (desabastecimento, sabotagem interna, paralisa\u00e7\u00f5es induzidas, roubo e desvio monet\u00e1rio, suborno \u00e0 burocracia inescrupulosa, especula\u00e7\u00e3o&#8230;), da perversa guerra midi\u00e1tica, o paramilitarismo, a viol\u00eancia nas ruas e a conspira\u00e7\u00e3o militar sob a tutela da CIA, Pent\u00e1gono, MOSSAD.<\/p>\n<p>Muito se tardou em resolver esse grande problema.<\/p>\n<p>A esse monstro \u2013 al\u00e9m de feri-lo com o resgate da soberania, a recupera\u00e7\u00e3o e redistribui\u00e7\u00e3o equitativa da renda petroleira, os programas sociais, a tomada do Estado em nome do popular, o anti-imperialismo, a cria\u00e7\u00e3o da ALBA e da CELAC, as defesas anticapitalistas e pr\u00f3-socialistas \u2013 \u00e9 preciso promover, inteligentemente, sua ruptura visceral, \u00e9 preciso <strong>expropri\u00e1-lo progressivamente<\/strong>, \u00e9 preciso debilit\u00e1-lo social e politicamente at\u00e9 obter seu enfraquecimento no cen\u00e1rio nacional e reduzir ao m\u00e1ximo sua capacidade de trazer danos maiores de fora.<\/p>\n<p>N\u00e3o existe outra forma de desestimular definitivamente as velhas e as novas direitas pol\u00edticas \u2013 transmutando-se cada vez mais em extremas direitas neonazistas \u2013, sen\u00e3o enfraquecer a base da desestabiliza\u00e7\u00e3o e corroer o fascismo inoculado, utilizando o temor \u00e0 hegemonia do popular, do prolet\u00e1rio, do herege\u2026 (negro, mulato, sambo, ind\u00edgena\u2026), situados nas elites e setores m\u00e9dios acomodados e conservadores que escolheram Leopoldo L\u00f3pez como l\u00edder da sedi\u00e7\u00e3o violenta e Capriles como sua eventual op\u00e7\u00e3o eleitoral, ambos fichas de um imperialismo fascist\u00f3ide.<\/p>\n<p><strong>Esgotamento da conviv\u00eancia do processo com a grande burguesia privada.<\/strong><\/p>\n<p>Parece esgotar-se a coexist\u00eancia desse grande Estado distribuidor de uma enorme receita petroleira (com certo esp\u00edrito de justi\u00e7a e grande sentido nacional e latino-caribenho), com essa poderosa burguesia privada e dependente que foi deslocada dele, por\u00e9m n\u00e3o liquidada; que inclusive se expandiu em conluio com a velha e a nova burocracia, e que ambiciona \u2013 junto \u00e0 voracidade imperial \u2013 recuperar o Estado e sua volumosa receita real e potencial para extinguir todo o conquistado e engordar muito mais.<\/p>\n<p>Esse Estado \u2013 herdado do passado e refundado em certa medida sob a lideran\u00e7a de Ch\u00e1vez para sentar as bases de uma democracia participativa e integral, e inclusive para legislar brilhantemente como o fez na dire\u00e7\u00e3o ao criar o poder popular e comunal \u2013 ao seguir-se reproduzindo apenas na l\u00f3gica de interven\u00e7\u00e3o estatal e rentista petroleira, continuou se burocratizando.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, guardou em seu seio uma significativa e desgastante corrup\u00e7\u00e3o compartilhada por uma parte de seus novos gestores, se conformou com as enormes receitas do petr\u00f3leo, engessou-se em si mesmo e em sua extraordin\u00e1ria capacidade de gastar para bem e para esbanjar, e descuidou-se de criar um modelo produtivo num per\u00edodo de forte consumismo e aumento do volume e dos pre\u00e7os das importa\u00e7\u00f5es. Gastou muito al\u00e9m da conta em investimentos n\u00e3o reprodutivos.<\/p>\n<p>Esse Estado bolivariano, a partir de uma lideran\u00e7a de profundo apelo popular, foi empregado para al\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o do partido da revolu\u00e7\u00e3o ansiada (PSUV) e terminou fundindo-se com ele e burocratizando-o em boa dimens\u00e3o junto a uma parte das organiza\u00e7\u00f5es sociais alimentadas com seu paternalismo.<\/p>\n<p>O modelo econ\u00f4mico, pol\u00edtico, social e cultural resultante desses processos, est\u00e1 em crise e sob um intenso bombardeio desestabilizador.<\/p>\n<p>Mais ainda, parece estar esgotando-se progressivamente, em certa medida presos em suas contradi\u00e7\u00f5es e naquelas geradas em toda sociedade ao conviver com um capitalismo privado forte, agressivo e entroncado com a estrat\u00e9gia contrarrevolucion\u00e1ria imperialista.<\/p>\n<p>Sua popularidade original diminui tendencialmente, com certas oscila\u00e7\u00f5es, embora ainda tenha bastante apoio, como demonstrado nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es (mais nas municipais e dos estados, que nas presidenciais) e como se evidencia agora nas convocat\u00f3rias em meio a esta crise. Sobretudo, porque enquanto ele encarna a p\u00e1tria soberana, a oposi\u00e7\u00e3o representa recoloniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A tarefa atual e o imperioso \u201cgolpe de tim\u00f3n\u201d de Ch\u00e1vez.<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>De toda maneira, \u00e9 muito perigoso persistir em sua continuidade tal como tem evolu\u00eddo e retrocedido esse modelo e todo o sistema estabelecido. Penso que o Comandante Ch\u00e1vez captou o perigo, que agora \u00e9 maior, quando precedido do AL\u00d3 PRESIDENTE AUTOCR\u00cdTICO na apresenta\u00e7\u00e3o do PLANO DA P\u00c1TRIA, instou o GOLPE DE TIM\u00d3N nestes e em outros termos:<\/p>\n<p>\u201c<em>N\u00e3o nos enganemos: a forma\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica que, todavia, prevalece na Venezuela \u00e9 <\/em><strong>de car\u00e1ter capitalista e burgu\u00eas<\/strong><em>. Certamente, <\/em><strong>o socialismo apenas come\u00e7ou a implantar seu pr\u00f3prio dinamismo interno entre n\u00f3s<\/strong><em>. Este \u00e9 um programa precisamente para afian\u00e7\u00e1-lo e aprofund\u00e1-lo, direcionado para uma radical supress\u00e3o da l\u00f3gica do capital, que deve ser cumprido passo a passo, por\u00e9m sem diminuir o ritmo do avan\u00e7o para o socialismo.<\/em><\/p>\n<p><em>Este \u00e9 um programa que busca transpor a \u2018barreira do n\u00e3o retorno\u2019.<\/em><\/p>\n<p><em>Para explic\u00e1-lo, conforme Antonio Gramsci, o velho deve terminar de morrer definitivamente para que o nascimento do novo se manifeste em toda sua plenitude.<\/em><\/p>\n<p><em>A coer\u00eancia deste Programa de Governo responde a uma linha de for\u00e7a do todo decisiva: <\/em><strong>n\u00f3s estamos obrigados a transpor a barreira do n\u00e3o retorno, a fazer irrevers\u00edvel o caminho para o socialismo..<\/strong><em><strong>.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Para avan\u00e7ar para o socialismo, necessitamos de um poder popular capaz de desarticular as tramas da opress\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o que subsistem na sociedade venezuelana, capaz de configurar uma nova sociabilidade a partir da vida cotidiana, onde a fraternidade e a solidariedade casem com a emerg\u00eancia permanente de novos modos de planejar e produzir a vida material de nosso povo. <strong>Isto passa por pulverizar completamente a forma do Estado burgu\u00eas que herdamos, o qual ainda se reproduz atrav\u00e9s de velhas e nefastas pr\u00e1ticas e dar continuidade \u00e0 inven\u00e7\u00e3o de novas formas de gest\u00e3o pol\u00edtica\u201d.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Essa virada para um novo modelo \u2013 tomara estar equivocado \u2013 \u00e9 quase imposs\u00edvel de ser feita formalmente a partir do Estado atual, muito menos convivendo e dialogando com o mundo do grande capital hostil.<\/p>\n<p>Em tais circunst\u00e2ncias, esse Estado, embora tenha capacidade de autodefesa se desgastando; n\u00e3o parece ter determina\u00e7\u00e3o para passar \u00e0 ofensiva contra o grande capital, superar sua pr\u00f3pria burocracia e sua l\u00f3gica de coexist\u00eancia com o grande capitalismo privado, que se apresenta ao enfrentamento com mais for\u00e7a que antes, visando romper o equil\u00edbrio e assaltar todo o poder. Menos poss\u00edvel ainda faz\u00ea-lo depois da morte f\u00edsica de Ch\u00e1vez que, com sua enorme lideran\u00e7a, podia at\u00e9 destruir a pesada m\u00e1quina estatal e, inclusive, subvert\u00ea-la.<\/p>\n<p>Em termos de Estado-governo, tamb\u00e9m com oscila\u00e7\u00f5es, ainda reiterando o discurso socialista, permanece evidenciando uma tend\u00eancia de inclinar-se a favor do modo capitalista ao abordar a crise econ\u00f4mica atual (desvaloriza\u00e7\u00f5es, pol\u00edticas monetaristas, pactos com um empresariado supertrapaceiro e, em grande parte, fascist\u00f3ide, complac\u00eancias consumistas, indecis\u00f5es em penalizar os lucros capitalistas e controle cambial e recursos econ\u00f4micos nas m\u00e3os do capital privado\u2026).<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 que dentro desse Estado n\u00e3o existam setores e l\u00edderes revolucion\u00e1rios\/as capazes de entender e executar o testamento de Ch\u00e1vez, agora com car\u00e1ter de mandato imperioso. Existem a n\u00edvel civil e militar.<\/p>\n<p>Apenas me refiro aos limites do conjunto institucionalizado e da ideologia que o hegemoniza, o que \u00e9 ressaltado concretamente vemos, observando o Estado e o partido hegem\u00f4nico, que realmente <em>\u201ca forma\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica que ainda prevalece na Venezuela \u00e9 <strong>de car\u00e1ter capitalista e burgu\u00eas<\/strong>\u201d <\/em>e, ao mesmo tempo, evadem tanto a necessidade de<em> \u201cuma radical supress\u00e3o da l\u00f3gica do capital que deve ser cumprida passo a passo\u201d, como o crit\u00e9rio de que \u201c<strong>isto passa por pulverizar completamente a forma de Estado burgu\u00eas que herdamos, o qual ainda se reproduz atrav\u00e9s de suas velhas e nefastas pr\u00e1ticas, e dar continuidade \u00e0 inven\u00e7\u00e3o de novas formas de gest\u00e3o pol\u00edtica<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Agora, mais que antes, \u00e9 imperioso entender a necessidade e modalidade poss\u00edvel da nova mudan\u00e7a revolucion\u00e1ria, da revolu\u00e7\u00e3o dentro do processo bolivariano estanque e em decl\u00ednio. Da grande virada.<\/p>\n<p>Isto \u00e9: a ruptura definitiva com a medula capitalista do sistema, a consci\u00eancia de que os pactos com seus componentes s\u00e3o mortais e que as tentativas de pacific\u00e1-los persuasivamente s\u00e3o infundadas.<\/p>\n<p>Para evitar a derrota do processo \u00e9 imprescind\u00edvel a passagem a uma ofensiva bem pensada contra o grande capital. Portanto, um novo modelo que implique planejamento democr\u00e1tico e participativo, socializar o privado que est\u00e1 nas m\u00e3os da grande burguesia transnacional e local, e transferir grande parte do poder do Estado \u00e0s comunas, ao poder popular, para dar corpo \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o dentro de uma l\u00f3gica n\u00e3o capitalista, bem mais comunal, associativa, cooperativa, coletiva, com autogest\u00e3o e cogest\u00e3o oper\u00e1ria e popular.<\/p>\n<p>O que Ch\u00e1vez no texto j\u00e1 citado definiu como <em>\u201cum poder popular capaz de desarticular as tramas da opress\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o que subsistem na sociedade venezuelana, capaz de configurar uma nova sociabilidade a partir da vida cotidiana, onde a fraternidade e a solidariedade casem com a emerg\u00eancia permanente de novos modos de planejar e produzir a vida material de nosso povo\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Isto, nestas condi\u00e7\u00f5es, exige pressionar e atuar desde baixo e de dentro na dire\u00e7\u00e3o \u00e0 expropria\u00e7\u00e3o e \u00e0 socializa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o simplesmente estatizar meios fundamentais de produ\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o, servi\u00e7os, comunica\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, cultura e poder\u2026, mas estimular as massas civis, militares e milicianas revolucion\u00e1rias a executar esse \u201cgolpe de Timon\u201d, contragolpe do povo e a dar supremacia ao poder popular e cidad\u00e3o.<\/p>\n<p><em>E \u00e9 preciso faz\u00ea-lo medindo bem as consequ\u00eancias, selecionando bem as \u00e1reas a expropriar e socializar, graduando os passos a serem dados, delimitando as formas de propriedade e gest\u00e3o e as novas associa\u00e7\u00f5es, definindo o que corresponde \u00e0s pequenas e m\u00e9dias empresas privadas, prevendo as san\u00e7\u00f5es e bloqueios imperiais, estabelecendo um or\u00e7amento racional das rendas e uso de c\u00e2mbios, prevendo a substitui\u00e7\u00e3o das fontes de abastecimentos externos e os novos conv\u00eanios comerciais que impe\u00e7am a paralisia do socializado e os desabastecimentos por outras causas.<\/em><\/p>\n<p><em>Por\u00e9m, \u00e9 necess\u00e1rio come\u00e7ar a faz\u00ea-lo sem perda de tempo, ampliando a democracia e o poder a partir de baixo com a presen\u00e7a das novas vanguardas revolucion\u00e1rias, superando sua dispers\u00e3o e suas limita\u00e7\u00f5es para articular a diversidade que a virada anseia.<\/em><\/p>\n<p>Motivando os\/as trabalhadores\/as e o povo pobre a criar todo o novo, a romper a l\u00f3gica consumista, exploradora, patriarcal, racista e adulto-c\u00eantrica do capitalismo, a superar a mercantiliza\u00e7\u00e3o da vida na sociedade, a dar for\u00e7a aos mecanismos de autogest\u00e3o, ao controle e cogest\u00e3o oper\u00e1ria e popular, e a superar o paternalismo e parasitismo estatal.<\/p>\n<p>Motivando os jovens, professores\/as, intelectuais, artistas, cientistas, os mais pr\u00f3ximos e os mais distantes, a apropriarem e gerirem um novo sistema educacional e cultural, e a inovar a partir dele.<\/p>\n<p>Estimulando as mulheres em geral a exercer o poder e derrotar o machismo.<\/p>\n<p>Assumindo o internacionalismo revolucion\u00e1rio em todas suas vertentes.<\/p>\n<p>Tudo isso parecia imposs\u00edvel, por\u00e9m \u00e9 hora de reagir apropriando-nos da l\u00f3gica guevarista de <strong>\u201cfazer poss\u00edvel o imposs\u00edvel\u201d<\/strong>, ativando as enormes reservas acumuladas em nossa sociedade.<\/p>\n<p>O contr\u00e1rio \u00e9 perecer, em maior ou menor prazo, com terr\u00edveis consequ\u00eancias n\u00e3o apenas para a Venezuela, mas para nossa Am\u00e9rica e para o mundo, e especialmente para outros processos transformadores que passariam a serem alvos de ataque priorit\u00e1rios do imperialismo destruidor, sem contar com o generoso apoio venezuelano. E no caso de Cuba, nem se fala.<\/p>\n<p>Nunca como agora a urgente defesa desse processo esperan\u00e7oso tinha se entrela\u00e7ado tanto com a necessidade de seu aprofundamento. Nunca antes a sorte imediata de nossa Am\u00e9rica tinha estado t\u00e3o fundida com a da Venezuela.<\/p>\n<p><strong>20-02-2014, Santo Domingo<\/strong><\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nNarciso Isa Conde\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/5917\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-5917","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c54-venezuela"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1xr","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5917","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5917"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5917\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5917"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5917"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5917"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}