{"id":6067,"date":"2014-04-02T20:19:33","date_gmt":"2014-04-02T20:19:33","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=6067"},"modified":"2014-04-02T20:19:33","modified_gmt":"2014-04-02T20:19:33","slug":"sobre-a-construcao-do-partido-comunista-do-vietnam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6067","title":{"rendered":"SOBRE A CONSTRU\u00c7\u00c3O DO PARTIDO COMUNISTA DO VIETNAM"},"content":{"rendered":"\n<p>A Hist\u00f3ria n\u00e3o regista uma guerra de liberta\u00e7\u00e3o similar \u00e0 do povo vietnamita.<\/p>\n<p>A luta armada contra o colonialismo principiou em l944 e terminou em l975 com a tomada de Saigon ao governo fantoche ali instalado pelos Estados Unidos<\/p>\n<p>As for\u00e7as revolucion\u00e1rias derrotaram primeiro os franceses, for\u00e7ando-os a reconhecer a independ\u00eancia do Vietnam do Norte.<\/p>\n<p>A interven\u00e7\u00e3o militar americana, em l961, assinalou o in\u00edcio de outra guerra cujo desfecho foi a derrota militar da mais poderosa potencia mundial.<\/p>\n<p>Somente nas epopeias m\u00edticas do Gilgamesh babil\u00f3nio e da Il\u00edada de Homero se encontra desafio vitorioso ao imposs\u00edvel compar\u00e1vel ao do povo de Ho Chi Minh.<\/p>\n<p>Nela meditei comovido h\u00e1 dias ao ler um livro: \u201cLa Primera resist\u00eancia vietnamita\u201d, de Nguyen Giap e Quoq Viet.<\/p>\n<p>Comprei-o em Santiago do Chile durante o governo de Allende, mas n\u00e3o o li ent\u00e3o e julgava-o perdido. \u00c9 uma edi\u00e7\u00e3o da Grijalbo mexicana, datada de 1970.<\/p>\n<p>A primeira parte foi escrita pelo general Giap, o grande estratego que derrotou os franceses em Dien Bien Phu e depois os americanos numa serie de campanhas que lhe conferiram prest\u00edgio mundial como g\u00e9nio militar.<\/p>\n<p>Em contextos hist\u00f3ricos, geogr\u00e1ficos e culturais muit\u00edssimo diferentes, dois fatores nas revolu\u00e7\u00f5es russa e vietnamita foram decisivos para a vit\u00f3ria: um grande partido e um grande l\u00edder.<\/p>\n<p>Neste pequeno livro (159 p\u00e1ginas) a principal personagem \u00e9 o Partido. Eu admirava a gesta vietnamita mas tinha dificuldade em compreender como fora poss\u00edvel construir em condi\u00e7\u00f5es tao adversas uma organiza\u00e7\u00e3o comunista capaz de assumir na luta pela independ\u00eancia o papel de vanguarda.<\/p>\n<p>Giap evoca no seu texto o primeiro encontro, no Norte do Tonquim, com Ho Chi Minh, apos o in\u00edcio da II Guerra Mundial.<\/p>\n<p>Em l940, os japoneses tinham ocupado sem resist\u00eancia as colonias da Indochina, mas a administra\u00e7\u00e3o permanecia em m\u00e3os francesas e a pol\u00edcia e as tropas de Vichy haviam desencadeado uma feroz repress\u00e3o contra os patriotas do movimento libertador.<\/p>\n<p>O Tio Ho-como lhe chamavam- encontrou-se na fronteira chino-vietnamita com um reduzido n\u00famero de emigrados que se tinha refugiado no pais vizinho. Dele faziam parte Pham Van Dong, futuro primeiro-ministro e Giap, um jovem advogado e professor de Hist\u00f3ria que aderira ao Partido.<\/p>\n<p>Ho Chi Minh deu prioridade \u00e0 forma\u00e7\u00e3o politica desses quadros que deveriam voltar ao pa\u00eds para criar no Norte do Tonquim as primeiras bases da Liga Vietminh.<\/p>\n<p>O professor desses cursos foi ele. Discutiu o programa, submetido a aprecia\u00e7\u00e3o coletiva. As li\u00e7\u00f5es, adaptadas ao n\u00edvel das massas, eram muito simples.<\/p>\n<p>Os militantes atravessaram a fronteira na Prov\u00edncia de Cao Bang e iniciaram o trabalho pol\u00edtico numa regi\u00e3o onde predominavam camponeses da minoria Nung que compreendiam mal a l\u00edngua vietnamita.<\/p>\n<p>O Tio Ho reuniu-se pouco depois ao grupo. Estabeleceu o seu posto de comando numa caverna, nas montanhas. Giap recorda que ali as condi\u00e7\u00f5es de vida numa rigorosa clandestinidade eram extremamente duras. Num dia em que, gravemente doente, temia um desfecho fatal, Ho chamou Giap e disse-lhe: \u00abNeste momento a conjuntura nacional e internacional \u00e9- nos muito favor\u00e1vel. O nosso Partido n\u00e3o deve deixar passar a oportunidade. Devemos assumir a dire\u00e7\u00e3o da luta para conquista da independ\u00eancia, custe o que custar, mesmo que arda toda a cordilheira vietnamita (\u2026) Quanto \u00e0 luta armada, a partir do momento em quer as circunst\u00e2ncias sejam prop\u00edcias, ser\u00e1 preciso inici\u00e1-la com determina\u00e7\u00e3o, mas sem esquecer a consolida\u00e7\u00e3o das nossas bases para evitar qualquer trope\u00e7o.\u00bb<\/p>\n<p>Parecia ditar a sua \u00faltima vontade. Felizmente curou-se e dirigiu a luta por muitos anos.<\/p>\n<p>Ele sabia \u2013 sublinha Giap- \u00abcomunicar-nos maravilhosamente a sua inquebrant\u00e1vel f\u00e9 na vit\u00f3ria da revolu\u00e7\u00e3o (\u2026) Colocava o problema a debater e dava-nos algum tempo para refletir sobre ele. A seguir realizavam-se a reuni\u00e3o e o debate (:\u2026) Quando depois da discuss\u00e3o adot\u00e1vamos as resolu\u00e7\u00f5es finais, exigia que as cumpr\u00edssemos custasse o que custasse\u00bb.<\/p>\n<p>Sempre acossados pela repress\u00e3o, organizaram-se tao bem que, apesar das priva\u00e7\u00f5es \u2013 a alimenta\u00e7\u00e3o era escassa e frugal, \u00e0 base de arroz e frutas- conseguiram criar naquela regi\u00e3o selv\u00e1tica uma fundi\u00e7\u00e3o para o fabrico de granadas e armas toscas, um jornal para os militantes, o\u00ab Vietnam Independente\u00bb, e um hospital de campanha.<\/p>\n<p>Em 1944 quando De Gaulle, apos a batalha da Normandia, entrou em Paris e formou um governo com participa\u00e7\u00e3o dos comunistas, agravaram-se no Vietnam as contradi\u00e7\u00f5es entre franceses e japoneses.<\/p>\n<p>O movimento de resist\u00eancia cresceu torrencialmente.<\/p>\n<p>Ho Chi Min, que sa\u00edra das pris\u00f5es de Chiang Kai Chek, considerou que no Sul n\u00e3o havia condi\u00e7\u00f5es para desencadear a luta armada. O Ex\u00e9rcito de Liberta\u00e7\u00e3o do Vietnam n\u00e3o estava ainda preparado para a insurrei\u00e7\u00e3o. Era indispens\u00e1vel aprofundar as rela\u00e7\u00f5es entre os guerrilheiros e as popula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Quando o Jap\u00e3o capitulou em 1945, eclodiu no Tonquim a Revolu\u00e7\u00e3o de Agosto.<\/p>\n<p>No comando das For\u00e7as armadas da jovem Republica Democr\u00e1tica do Vietnam, Nguyen Giap desempenharia um papel hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>UM POVO E UM PARTIDO HER\u00d3ICOS<\/p>\n<p>O texto de Hoang Quoc Viet-coautor do livro- incide sobretudo sobre a constru\u00e7\u00e3o do Partido realizada numa atmosfera de b\u00e1rbara repress\u00e3o.<\/p>\n<p>Hoang Quoc um sindicalista, que foi presidente da CGT vietnamita, participou muito jovem nas greves de 1929 no porto tonquin\u00eas de Haiphong. Viajou para Fran\u00e7a onde tomou contacto em Marselha com camaradas do PCF. De regresso ao Tonquim no ano seguinte, foi eleito para participar como delegado na primeira reuni\u00e3o do Comit\u00e9 Central do ent\u00e3o Partido Comunista da Indochina. Foi preso na v\u00e9spera com outros camaradas. No c\u00e1rcere de Haiphong foi torturado com selvageria pela pol\u00edcia francesa durante dez dias consecutivos.<\/p>\n<p>Transferido para o presidio central de Han\u00f3i, foi dali embarcado em l931 num navio para a penitenci\u00e1ria de Saigon. Metido num por\u00e3o, acorrentaram-no com dez camaradas numa barra de ferro que deviam carregar em todas as escalas enquanto eram chicoteados pelos guardas.<\/p>\n<p>Condenado a pris\u00e3o perp\u00e9tua, o destino final era o sinistro presidio de Poulo Condor. O cap\u00edtulo em que recorda os anos que ali passou \u00e9 esclarecedor sobre a sua fibra de comunista. A \u00e1gua do banho era infecta, priovocando feridas e eczemas. \u00abA comida- escreve-era ainda mais repugnante. Era servida em travessas de um metro, nunca lavadas. Havia tamb\u00e9m uma \u00absopa azeda\u00bb: peixe salgado cozido em sumo de arroz fermentado. Demos-lhe o nome de \u00absopa moto\u00bb porque provocava violentas diarreias cujos estampidos soavam dia e noite na fossa sanit\u00e1ria\u00bb.<\/p>\n<p>Muitos presos morreram naquele inferno.<\/p>\n<p>Hoang Quoc diz ter forjado ali a sua t\u00eampera de comunista.<\/p>\n<p>Com outros camaradas formou uma c\u00e9lula comunista e conseguiram em luta permanente autoriza\u00e7\u00e3o para abrir po\u00e7os, plantar legumes, criar galinhas, organizar uma equipa de futebol. A organiza\u00e7\u00e3o dos presos funcionou tao bem que em todos os edif\u00edcios do presidio havia c\u00e9lulas comunistas.Uma delas criou um jornal, \u00abOpini\u00f5es comuns\u00bb, que circulava entre os presos. Criaram tamb\u00e9m uma biblioteca clandestina com os cl\u00e1ssicos do marxismo. Quando colocaram numa parede um mapa da URSS e outro das regi\u00f5es da China controladas por comunistas, o diretor do presidio, mandou destrui-los e chamou-os. Foram todos espancados com cassetetes.<\/p>\n<p>Em l936, quando o libertaram durante o governo da Frente Popular, Hoang Quoc foi inicialmente colocado pelo Partido no jornal \u00abViver\u00bb,de Han\u00f3i. A partir do ano seguinte assumiu a dire\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de todos os \u00f3rg\u00e3os de comunica\u00e7\u00e3o social do Partido no Tonquim<\/p>\n<p>Recorda que nesses dias se entregava totalmente ao trabalho revolucion\u00e1rio, dedicando-se sobretudo aos temas ideol\u00f3gicos. O funcionamento do Partido, ent\u00e3o por breve tempo numa semi clandestinidade, era o de uma organiza\u00e7\u00e3o marxista \u2013 leninista cuja dire\u00e7\u00e3o na teoria e na pr\u00e1tica tomava por mod\u00ealo a democracia socialista dos revolucion\u00e1rios bolcheviques de 1917.<\/p>\n<p>Sem surpresa, nas v\u00e9speras da Guerra Mundial, Hoang, expulso de Han\u00f3i pela pol\u00edcia, foi realizar trabalho pol\u00edtico para as montanhas junto das minorias \u00e9tnicas. Contribuiu para que essas selvas remotas, quase inacess\u00edveis, se transformassem \u2013 assim o afirma &#8211; \u00abno ber\u00e7o da Republica Democr\u00e1tica do Vietnam como reduto inexpugn\u00e1vel da nossa prolongada resist\u00eancia\u00bb<\/p>\n<p>As condi\u00e7\u00f5es de vida na regi\u00e3o eram tao primitivas que no in\u00edcio dormiam em cima de est\u00e1bulos de b\u00fafalos.<\/p>\n<p>Um dia, quando os sinos de uma igreja pr\u00f3xima tocaram a rebate, chegou-lhe a not\u00edcia da derrota da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>O trabalho revolucion\u00e1rio ganhou um ritmo novo, muito intenso. Hoang dirigiu uma mensagem aos soldados franceses, sugerindo que seguissem o exemplo dos communards de 1871 e voltassem as armas contra os colonialistas em vez de as usarem contra a insurrei\u00e7\u00e3o dos camponeses.<\/p>\n<p>\u00c9 belo o cap\u00edtulo em que evoca a VIII Conferencia do Comit\u00e9 Central, realizada numa cabana da selva em que a \u00fanica mob\u00edlia era uma tabua de bambu e os participantes se sentavam em troncos. Cantou se a Internacional, e o discurso de encerramento foi pronunciado por Ho Chi Minh, anunciando a chegada de \u00abum novo dia\u201d.<\/p>\n<p>No final exigiu a destrui\u00e7\u00e3o das c\u00f3pias de todos os documentos aprovados. Os camaradas que deveriam transmitir pelo pa\u00eds as decis\u00f5es tomadas, teriam de o fazer oralmente. O tio Ho temia que ca\u00edssem nas m\u00e3os do inimigo.<\/p>\n<p>As p\u00e1ginas dedicadas \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o da insurrei\u00e7\u00e3o s\u00e3o comoventes.<\/p>\n<p>Hoang seguia para o Sul em miss\u00e3o quando numa aldeia do delta do Rio Vermelho viu um carro que tinha i\u00e7ada uma bandeira vermelha com a estrela dourada. Um alti- falante que transmitia can\u00e7\u00f5es revolucionarias informou:<\/p>\n<p>\u00abAs for\u00e7as insurrecionais sob a dire\u00e7\u00e3o do Viet Minh tomaram Han\u00f3i \u00e0s quatro da tarde. Na capital o poder est\u00e1 totalmente nas m\u00e3os do povo\u00bb.<\/p>\n<p>O GRANDE DESAFIO<\/p>\n<p>Em l975, derrotado o governo t\u00edtere de Saigon e unificado o pa\u00eds, novos e complexos desafios se apresentaram ao Partido.<\/p>\n<p>Em l981,numa e entrevista ao jornalista americano Stanley Karowe, Pham Van Dong, ent\u00e3o primeiro-ministro, abordou o tema. Afirmou que os desafios do presente e do futuro seriam colossais, muito mais complexos do que haviam previsto.<\/p>\n<p>\u00abSim \u2013 disse. Derrotamos os Estados Unidos. Mas n\u00e3o temos comida suficiente, somos subdesenvolvidos economicamente. Governar um pais \u00e9 mais dif\u00edcil do que vencer uma guerra\u00bb.<\/p>\n<p>Lucido, anteviu os tremendos problemas que o seu povo teria de enfrentar.<\/p>\n<p>Hoje o Vietnam tem 90 milh\u00f5es de habitantes. \u00c9 um povo alfabetizado,com direito a sade e educa\u00e7\u00e3o gratuitas; reconstruiu uma economia arrasada pelo imperialismo, mas enormes extens\u00f5es de terras tinham sido envenenadas por herbicidas.<\/p>\n<p>Mas os desafios no futuro imediato s\u00e3o complexos num mundo hegemonizado pelo imperialismo estado-unidense.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria do seu heroico partido justifica, porem,a esperan\u00e7a<\/p>\n<p>Neste in\u00edcio do terceiro mil\u00e9nio da Nossa Era, quando muitos partidos comunistas tendem a social democratizar-se, reeditar e divulgar o maravilhoso livro de Giap e Hoang Quoc ser\u00e1 uma contribui\u00e7\u00e3o revolucionaria para o fortalecimento da confian\u00e7a dos comunistas na vit\u00f3ria final sobre o capitalismo.<\/p>\n<p>Vila Nova de Gaia, 31 de Mar\u00e7o de 2014<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nMiguel Urbano Rodrigues\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6067\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[37],"tags":[],"class_list":["post-6067","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c42-comunistas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-1zR","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6067","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6067"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6067\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6067"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6067"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6067"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}